Um sector em crescimento

31 de Julho de 2009 às 05:53:53 por Ana Rita Sevilha

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Já faz parte da família para alguns, é olhada com alguma desconfiança por outros, e pouco compreendida por muitos. O termo "Domótica" resulta da junção da palavra latina "Domus" (casa) com "Robótica" (controlo automatizado de algo) e existe para facilitar a vida em várias áreas. Da segurança aos consumos energéticos, o campo de acção desta tecnologia é vasto, mas nem toda a agente parece ter, à data de hoje, percebido as suas reais potencialidades. Em fase de crescimento em Portugal, a Domótica promete e pretende "fazer parte da mobília" nas casas e nas vidas dos portugueses e é para esse fim que o sector trabalha dia após dia.

O que é?

O Construir foi ao encontro de algumas empresas e profissionais que actuam no sector da Domótica a fim de perceber, entre outras coisas, qual o espaço que esta tecnologia ocupa na alma e vida lusa, e as respostas foram quase unânimes: um conhecimento limitado sobre o que é e os seus benefícios, e ainda uma associação em demasia de domótica a segurança, o que despromove todas as outras soluções e vantagens que a tecnologia tem para oferecer. "Muitos portugueses procuram Domótica só porque querem ter segurança em casa, sendo este, geralmente, o primeiro factor na procura e na necessidade da instalação", diz Jorge Mourão, gestor de serviços do departamento de I&D da Justbit. Opinião partilhada por Samuel Silva, CEO da Domática, para quem a domótica é "um mercado emergente, mas ainda uma minoria". Visões partilhadas por Paulo Veríssimo, consultor da ID-Integração que sublinha a palavra "desconhecimento" e por João Lagoas, responsável técnico do departamento comercial da zona sul da Hager. Ao Construir, Carla Brito, Ellectrical Installation Technology Sales Director da Siemens Portugal destacou a questão dos regulamentos:

"Com a entrada em vigor dos novos regulamentos das instalações eléctricas e de telecomunicações, nos últimos anos houve necessidade de gerir de forma facilitada todas as instalações da casa", o que na sua opinião acabou por potenciar a utilização da domótica em Portugal. Contudo, o facto de ocupar um espaço pequeno na vida dos portugueses, "significa que o espaço para crescer é enorme", refere António Gomes director geral da Prestécnica. Uma constatação reiterada por Benilde Magalhães responsável pelo departamento de marketing da TEV2, que aponta ainda a importância de os jovens de hoje tratarem as tecnologias por "tu", sendo que serão eles os consumidores do futuro. Desta forma, pode-se concluir que o crescimento da domótica em Portugal tem sido lento mas sustentado, sendo que para muitos dos contactados não pode ainda ser considerada como uma solução enraizada.

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Contudo, a registar há os níveis de exigência por parte dos clientes que tendem a ser cada vez maiores, mas por outro lado, um factor que urge desmistificar, o de que a domótica é um investimento caro. "Há que continuar o trabalho de desmistificação!", alerta João Lagoas, responsável técnico do departamento comercial da zona sul da Hager. A domótica é assim, nos dias de hoje, "um dos pilares fundamentais do novo conceito de habitar – A Habitação Digital", caracteriza António Trigo director geral da Casa Sapiens, fazendo ainda referência a que "a principal evolução da domótica, ainda em curso, está intimamente relacionada com a Internet".

O papel da crise

O cenário é o que todos conhecemos. Um sector em crise que arrasta todos os nichos de mercado a ele associados.

Assim, assiste-se a uma quebra de vendas no sector imobiliário. Mas de que forma esta crise e esta quebra se repercutem na domótica? "Por um lado, o sector da imobiliária está em crise, o que dificulta a entrada da domótica no mercado. Por outro lado, temos vindo a verificar que a domótica valoriza os imóveis pelo conforto, segurança e gestão de energia que proporciona ao seu utilizador. Muitos dos promotores vêem a domótica como uma forma de valorização do imóvel e, como tal, como uma forma de conseguirem atingir segmentos de mercados mais específicos", refere Jorge Mourão, gestor de serviços do departamento de I&D da Justbit, sublinhando que "acreditamos, por isso, que a construção é uma alavanca para a domótica e vice-versa". Opinião partilhada por Samuel Silva, CEO da Domática que confirma o aumento da procura de soluções de domótica, nomeadamente para criar a dita diferenciação, bem como por Paulo Veríssimo da ID-Integração, e por João Lagoas, responsável técnico do departamento comercial da zona sul da Hager, que sustenta que para a empresa "as vendas de domótica estão ao mesmo nível do ano anterior". Crises à parte, para Jorge Leite, director comercial da JG Domótica "este sector tem obrigatoriedade de crescer", por isso "arquitectos, desenhadores e construtores têm que se obrigar a prever os seus projectos e investimentos imobiliários com a automação residencial no seu caderno de encargos".

As soluções

Tendo em conta que a oferta ao nível das soluções é vasta, mas que o cliente final não está tão informado quanto deveria do que existe e das potencialidades que guarda, o Construir foi tentar perceber o que se procura mais. Segurança está no topo da lista, muitas vezes por não saberem que há muito mais no universo domótica, seguido das questões relacionadas com a poupança energética e das soluções de controlo de iluminação, estores e persianas. No entanto, empresas, responsáveis e técnicos trabalham dia-a-dia para que a gama de soluções seja cada vez mais abrangente e para que o cliente esteja de dia para dia mais informado. Entre as empresas contactadas pelo Construir está a Justbit, que de acordo com Jorge Mourão, gestor de serviços do departamento de I&D, "possui técnicos especializados nos vários segmentos de tecnologia, pelo que pode oferecer aos seus clientes soluções chave-na-mão", contudo, o mesmo responsável sublinha a especialização da empresa em sistemas rádio frequência. "Este sistema permite-nos ter uma maior flexibilidade", sendo possível "aproveitar de forma fácil e rápida instalações de rede eléctrica já existentes". Na Justbit "temos desde a solução mais simples, como um conjunto receptor/transmissor por rádio frequência para aceder ou apagar uma luz, até soluções completas de gestão de edifícios", sublinha Jorge Mourão. Questionado sobre as novidades que a Justbit tem presentes no mercado, o mesmo responsável destaca as soluções rádio frequência desenvolvidas pela Kadex. São sistemas de "automação e domótica sem fios, baseado em TCP/IP, com protocolo e código abertos, possibilitando a interligação com diferentes dispositivos e sendo ainda compatível com KNX. Embora seja um sistema de rádio frequência, é completamente seguro de interferências externas. Outra vantagem a destacar é o facto de ser modular, permitindo ao cliente começar por adquirir uma solução mais simples e económica que poderá em qualquer momento ser facilmente expandida. A Kadex direcciona a sua atenção em soluções de bem-estar, salientando as aplicações para lares seniores, soluções de segurança, automação e domótica em edifícios e soluções para o sector OEM". Na visão da Domática, e segundo Samuel Silva, CEO da empresa, uma solução de domótica passa por cinco funcionalidades básicas: "segurança, conforto, economia, mobilidade e entretenimento". Ao Construir, o mesmo responsável adiantou que "durante o 3ª trimestre será apresentada a versão iDom 2.0 que faz levar ao mercado profissional/instaladores um poder e facilidade de programação e de dar inteligência numa casa sem que este seja um expert em informática e a um novo produto a qual poderá ser montado em casas com instalação eléctrica standard, o iDom RF (Rádio Frequência)". Paulo Veríssimo, consultor da ID- Integração começou por explicar o funcionamento da empresa e a sua forma de actuar. "A iD – Integração, encara a Domótica como uma Solução (que pode incluir mais do que um sistema e/ou área), e não apenas como um sistema, estando especializada em Soluções Integradas, de acordo com os objectivos do cliente, e aposta numa abordagem completamente diferente, que passa pelo suporte directo ao arquitecto no apoio ao cliente na identificação das funcionalidades disponíveis, com a consequente identificação correcta dos sistema necessários para dar resposta ao que é realmente pretendido. Como resultado temos o Projecto Integrado de Execução de Especialidades (PIEE), que vai permitir uma identificação concreta do custo da obra, e o controlo efectivo da mesma, traduzindo-se numa redução efectiva de custos". As áreas de protecção solar, segurança e ventilação são as de actuação da Cruzfer. "Estas soluções permitem uma redução significativa no consumo energético.

As soluções de controlo de acessos, permitem uma total integração com os sistemas de Domótica, com informação de registo de eventos (quem e quando) e o seu controlo remoto", revelou Rui Soares, responsável área controlo de acessos e automatismos de porta daquela empresa. No que diz respeito ao cliente português, o mesmo responsável refere que as soluções mais procuradas são "controlo de acessos biométrico com integração das fechaduras motorizadas da G-U BKS", e quando questionado sobre as novidades que a Cruzfer apresenta no mercado, enumera. Na área da segurança, "fechaduras multi-pontos automáticas com motorização Secury da G-U BKS. Estas unidades bloqueiam a porta automaticamente e podem ser actuadas electricamente. Aumentam a protecção contra o roubo". Bem como "leitores biométricos compactos para aplicação no exterior com possibilidade de ligação em rede e integração com os sistemas de Domótica. Estas unidades podem gerir até mil impressões digitais. Com a integração do sistema de controlo de acessos biométrico bioIDHome e as fechaduras Secury da G-U BKS é possível oferecer uma solução de acordo com a norma WK2 ou 3 e com a vantagem de integração com sistema de Domótica para uma abertura remota (via telemóvel)", e ainda "Leitores controladores RFID, para gestão de uma porta com interfaces a outros equipamentos de comando remoto".

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Design

Com o crescimento e desenvolvimento das tecnologias a palavra design também ganha corpo e importância na criação destas soluções. Prova disso é a novidade apresentada por Carla Brito, Ellectrical Installation Technology Sales Director da Siemens Portugal. Um novo painel táctil colorido, UP588/02 que contempla quatro designs diferentes. Esta solução "permite de um ponto central controlar e visualizar toda a habitação, até 110 funções diferentes, incluindo funções horárias, simulação de presença de pessoas em casa, definição até 64 cenários diferentes, 32 funções lógicas, 16 reports de alarme. Tem um relógio integrado e permite a visualização de fotografias". Jorge Leite, director comercial da JG Domótica destaca o Sistema Domus como caso de sucesso da empresa. "Um sistema base, evolutivo que por si só, e à partida garante as funcionalidades principais de uma instalação domótica numa habitação". Ao Construir a mesma responsável aproveitou para falar um pouco mais das soluções JG Domótica. "São flexíveis, versáteis e adaptáveis a qualquer necessidade e edifício ou actividade que nele se vá realizar, não tendo limites de aplicação e com a possibilidade de serem personalizados.

Com os sistemas JG Domótica não terá de se preocupar mais, com luzes ou aparelhos que ficam ligados quando sai de casa ou vai dormir. Se, se aproxima o mau tempo, não precisa apressar-se para fechar todos os estores e persianas pois o sistema JG Domótica faz isso por si", enumera entre outras características. António Gomes da Prestécnica, empresa especializada nas áreas da segurança electrónica e domótica deu a conhecer a Teletask, um sistema baseado em IP, o que, como explicou o mesmo "para muitos outros fabricantes representa a necessidade da instalação de módulos auxiliares e consecutivamente um agravamento no orçamento final". No entanto, "as últimas novidades do fabricante permite-nos controlar equipamentos de ar condicionado directamente, o controlo integral de alguns equipamentos de som de alta-fidelidade e todos os sistemas Hi-Fi em geral. As interfaces com o utilizador são também um ponto forte deste fabricante.

Estão já disponíveis para este ano novas interfaces em vidro maciço lacado em várias cores, com quatro e oito teclas tácteis onde incluem também receptor de infra-vermelhos e sensor de temperatura". A destacar, António Gomes aponta "o novo software de gestão GUI. No caso de ter um Apple iPhone táctil ou um smartphone pode aceder a todas as funções Teletask sem nenhuma limitação, incluindo a verificação das câmaras instaladas e tirar fotos. E a nova interface táctil da serie Latus agora com monitor para vídeo porteiro". No que diz respeito a novidades, Benilde Magalhães responsável pelo departamento de marketing da TEV2 destaca uma solução da Beker, empresa que representam em Portugal, o TST Sensor com termóstato incorporado. "Com a sua forma extremamente plana em vidro, um toque suave na sua superfície minimalista é o suficiente para accionar a iluminação, estores, som, AVAC. A informação da temperatura ambiente está sempre presente nessa mesma superfície. A TS Sensor prova que "menos é mais" em design. Este dispositivo já ganhou inúmeros prémios de design e permite uma extraordinária experiência táctil".

Instalação

Engane-se quem julga que uma solução de domótica apenas pode ser aplicada numa construção de raiz. Em qualquer edifício esta tecnologia pode ser adaptada, como relembra e bem Carla Brito, Ellectrical Installation Technology Sales Director da Siemens Portugal. "O que até hoje não tem sido dada grande importância é a possibilidade de instalar estes sistemas também nas casas já construídas, sem necessidade de grandes alterações, pois existem soluções adequadas a cada caso". Também João Lagoas, responsável técnico do departamento comercial da zona sul da Hager, faz referência a esta questão, sublinhando que "existem na oferta Hager produtos rádio para poder adaptara domótica com alguma facilidade". Igualmente, António Roque, director geral da Casa Inteligente, faz um apontamento a estas situações. "Podemos controlar a climatização, a iluminação, os estores, a segurança, a videovigilância, os alarmes técnicos, o áudio multizona e muito mais, sem ser necessário obras e com tempo de aplicação muito reduzido (um ou dois dias dependendo da solução). Estes sistemas funcionam por radiofrequência e por wi-fi e são os únicos aconselháveis a aplicar a casas já construídas. Possuem a grande vantagem de poderem facilmente evoluir e aumentar ao longo dos anos e de acordo com a disponibilidade dos proprietários sendo de salientar que quando estes mudem de casa só têm de solicitar ao seu instalador que retire o equipamento e que o volte a instalar na nova casa. Mais flexível, evolutivo e adaptável que isto é impossível. O mesmo responsável disse ainda ao Construir quais os sistemas domóticos comercializados pela empresa. São eles "Vivimat (versões Integra, Confort e Vídeo. Em Setembro teremos a novidade Vivimat Vision), Hometronic (domótica sem fios), Emotics (software de controlo de casas com domótica KNX), Vidiweb ( servidores de videovigilância ) Home Cinema, Sistemas de Áudio e Vídeo Multizona, Redes Informáticas e Internet, Formação e Consultoria". A trabalhar unicamente com distribuidores autorizados, António Roque revelou ainda que a Casa Inteligente está actualmente a implementar os primeiros sistemas em Luanda. Para a Casa Sapiens, empresa que se dedica a criar soluções de automação residencial, o objectivo das suas soluções passa por "proporcionar aos seus clientes soluções equilibradas e adequadas às suas necessidades actuais e futuras, proporcionando aos seus clientes segurança, conforto, bem-estar e mais tempo disponível", revelou António Trigo, director geral da empresa. Quanto soluções e novidades presentes no mercado, António Trigo refere como principal produto um criado de raiz e pensado para condomínios residenciais, o comuniTEC, "que permite optimizar a instalação com recurso a componentes comuns já existentes nos edifícios actuais, como seja a infra-estrutura de vídeo-porteiros, e que ao ser uma solução única para todo o condomínio permite um vasto leque de funcionalidades que doutra forma não seriam possíveis, para além de um ganho significativo nos custos de implementação". Para a vertente de moradias António Trigo aponta a solução completa Teletask, e para moradias mais simples ou apartamentos o sistema eyetouch.

"Uma aposta evidente na diferenciação através da qualidade"
O Eden Resort introduz novas tecnologias ao nível das comunicações e da climatização. Uma aposta que visa diferenciar o empreendimento dos demais?
João Duarte: Esta é, sem dúvida, uma aposta evidente na diferenciação através da qualidade, preocupação ecológica e eficiência energética. No entanto, embora não consideremos a introdução de novas tecnologias no Eden Resort uma resposta à crise, pois fazem parte deste projecto desde o início, sabemos que contribuem para que o empreendimento a ultrapasse. Por exemplo, o sistema de climatização GPACC, que foi vencedor do Óscar de Eficiência Energética atribuído pela conceituada "Revista Imobiliário", determina uma poupança de aproximadamente 35% na factura energética do cliente, o que é um óptimo cartão de visita no cenário económico-financeiro actual.

Uma das vantagens da tecnologia GPACC é a monitorização e gestão online. Pode dar-me exemplos do que é possível, nesta tecnologia, controlar remotamente?
A monitorização e gestão online permite, desde logo, a medição dos consumos de cada cliente. No entanto, e ainda mais importante, torna possível identificar eventuais anomalias antes sequer de o cliente as sentir, evitando incómodos ao nível de falhas no serviço. Para fechar o ciclo das tarefas mais importantes, destacamos a gestão e optimização dos ganhos solares, obtidos a partir dos painéis solares: em função do nível de radiação obtida, é gerida a necessidade de produzir mais ou menos calor, bem como as diversas fontes de calor, em função das temperaturas exteriores.

Esta tecnologia incide na produção de água quente através da utilização de painéis solares. E como funciona ao nível da climatização?
O GPACC é um sistema bastante complexo. No que diz respeito à climatização, os painéis solares têm também um papel importante, sendo uma fonte geradora de energia para a central de produção de aquecimento e arrefecimento, de onde sai um canal que vai aquecer ou arrefecer todas as casas do empreendimento. As sinergias da utilização do sistema são imensas. Para o utilizador, as principais vantagens consistem no conforto e na economia. A inexistência dos inestéticos radiadores de aquecimento e caldeiras de gás dentro de cada residência, equipamentos que também retiram espaço dentro das habitações, são também factores tidos em consideração pelo cliente. Para produzir arrefecimento, recorremos a chilers de absorção (a gás), criando também aqui aproveitamentos de energia.

O Sistema Integrado de Comunicação é outra das apostas do Grupo. Para além das mais-valias ao nível da comunicação, este sistema destaca-se pelas mais valias ao nível da segurança…

O Sistema Integrado de Comunicações, para além de proporcionar internet wireless de alta velocidade em todo o empreendimento, canais de televisão internacionais e telefone para os clientes (todos a preços muito vantajosos), inclui um sistema de segurança para crianças. Baseado numa pulseira electrónica colocada no pulso da criança, que emite um sinal captado pelo circuito CCTV (câmaras de filmar que existem dentro do empreendimento), permite aos pais saberem, a todo o momento, qual a localização da criança, podendo inclusive ter uma imagem em tempo real desta através da televisão interactiva da sua casa ou de um PDA. Este sistema emite ainda um sinal de alerta no caso de a criança sair do perímetro do resort. Ainda ao nível da segurança, o Eden Resort, que beneficia de todo o know-how, experiência e valores do Grupo Duarte, conta ainda com vigilância 24 horas.

João Duarte – CEO do Grupo Duarte


 

Palavras Chave: Arquitectura & Urbanismo


 

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