Alstom e EDF acordam parceria para construção de parques eólicos em França

Por a 25 de Janeiro de 2011

A Alstom e a EDF Energies Nouvelles anunciaram a assinatura de um acordo que visa dar resposta, em conjunto, ao concurso público que o governo francês vai lançar para construção de projectos eólicos offshore.

Segundo o comunicado das empresas francesas, esta parceria “prevê a futura construção de parques eólicos offshore desenvolvidos pela EDF Energies Nouvelles e parceiros e que serão equipados com turbinas eólicas offshore fabricadas pela Alstom”.

Esta aliança visa a colaboração com o Governo francês, no sentido de instalar 6 mil megawatts de capacidade de energia eólica offshore em França até 2020. Este factor “evidencia a determinação dos dois grupos na promoção de uma indústria competitiva em França, com vista a criar mais empregos”.

Neste acordo, a Alstom surge como fornecedor exclusivo de 6 megawatts de turbinas eólicas, de tecnologia de ponta, que apenas estarão disponíveis no mercado após 2013. Este plano industrial poderá levar à criação de várias infra-estruturas em França, com vista à produção de componentes e montagem, ao mesmo tempo que é pretendido envolver outras companhias francesas, “com actividades em investigação e desenvolvimento para equipamentos e engenharia de construção”.

A Alstom pretende assim tornar-se “a maior força industrial em França no segmento da energia eólica offshore e um dos líderes neste promissor mercado global”.

“Nós ganhamos experiência em energia eólica e temos tecnologia offshore que permite gerar electricidade eficaz em termos de custo”, declarou o vice-presidente da Alstom Hydro & Wind, Philipe Cochet, revelando também que a empresa “está pronta para desenvolver uma indústria de base em França, gerando empregos e exportações”.

“Esta parceria demonstra a nossa determinação, seja qual for o segmento, em participar no crescimento das novas indústrias em França e no fortalecimento da nossa liderança na geração de energias renováveis enquanto parte da dinâmica industrial a longo prazo”, afirmou, por sua vez, Yvon André, chefe de operações oficiais da EDF Energies Nouvelles.

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