Garcia, Garcia constrói segunda fábrica da WEG em Portugal

Por a 1 de Março de 2016

WEG_3DA Garcia, Garcia anunciou que está a construir a segunda fábrica da WEG em Portugal, um projecto que representa um investimento de 15 milhões de euros.

A unidade industrial da multinacional brasileira está a ser edificada no Parque Empresarial da Ermida, propriedade da Garcia, Garcia, e irá contribuir “para aumentar a capacidade de produção de um dos líderes mundiais no fabrico e comercialização de motoies eléctricos”, segundo afirma o grupo português em comunicado de imprensa.

A mesma fonte destaca que, “num curto espaço de tempo, este é o segundo projecto chave-na-mão” que executa para uma multinacional, depois da concepção e construção da fábrica da Eurocast, em Arcos de Valdevez.

A empresa, que foi responsável pelos projectos de arquitectura, engenharia e pela execução da construção, participou ainda na definição da localização desta unidade industrial, em colaboração com a Predibisa.

“O desenvolvimento de parques empresariais pela Garcia, Garcia – além da Ermida, construímos e exploramos o de Mide, Guimarães – favorece a implementação deste tipo de projectos, uma vez que disponibiliza terrenos para utilização industrial devidamente infra-estruturados e preparados para receber unidades industriais de média e grande dimensão”, declarou Miguel Garcia, responsável pela construtora familiar de Guimarães.

Por sua vez, João Leite Castro, responsável pelo Departamento Industrial da Predibisa, explicou que “a concretização destes negócios só foi possível devido à eficiente localização dos terrenos, à colaboração e apoios camarários, assim como à rapidez e à qualidade da proposta chave-na-mão, facilitando assim o trabalho dos responsáveis pelos projectos dos nossos clientes e, consequentemente, a sua aprovação e financiamento dentro da organização.

Já o director-geral da WEG, destacou que a fábrica do grupo brasileiro na Maia “encontrava-se no limite da sua capacidade instalada”. “Com esta nova instalação, a empresa reforça a sua capacidade de produção, passando para as novas instalações a linha de produção de motores até três toneladas e meia”, concluiu António Duarte.

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