Mais edifícios licenciados e concluídos do que em 2016

Por a 13 de Setembro de 2017

Os edifícios licenciados cresceram 7,4% face ao 2º trimestre de 2016 e os edifícios concluídos cresceram 12,2% em termos homólogos. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), tem como base a informação sobre as licenças emitidas mensalmente pelas 308 Câmaras Municipais de todo o País, no âmbito do Sistema de Indicadores de Operações Urbanísticas (SIOU).
Do total dos 4,6 mil edifícios licenciados em Portugal, 67,3% corresponderam a construções novas e, destas, 69,8% destinaram-se a habitação familiar. Os edifícios demolidos (346 edifícios) corresponderam a 7,4% do total de edifícios licenciados no 2º trimestre de 2017. No que diz respeito aos licenciamentos para reabilitação registou-se um decréscimo de 0,7%, face a igual período do ano passado.
Em termos de regiões destacam-se pela positiva o Norte, a Área Metropolitana de Lisboa e o Centro com aumentos na ordem dos 15,3%, 10,9% e 5.4%, respectivamente.
Quanto ao licenciamento para reabilitação de edifícios, os Açores apresentam a variação positiva mais elevada, com mais 11,9%, enquanto na Madeira se observou a variação negativa de maior destaque, uma diminuição de 22,6%.
Já no que concerne aos edifícios concluídos (construções novas, ampliações, alterações e reconstruções) houve um aumento 12,2% face ao 2º trimestre de 2016. Neste período estima-se que tenham sido concluídos 2,9 mil edifícios em Portugal, correspondendo na sua maioria a construções novas (68,5%), correspondendo a um aumento.de 12,3% face ao 2º trimestre de 2016.Todas as regiões registaram um aumento no número de edifícios concluídos, destacando-se a Área Metropolitana de Lisboa, com mais 34,7%, seguida dos Açores com mais 30,5%.
Do total de edifícios concluídos para habitação familiar 71,1% localizavam-se nas regiões Norte e Centro, correspondendo-lhes cerca de 68,1% do total de fogos concluídos.
No que diz respeito às obras concluídas para reabilitação destaca-se o crescimento verificado, em termos homólogos, na Madeira com um aumento de 100% e na Área Metropolitana de Lisboa, com mais 44,4%. Os Açores foi a única região a apresentar uma variação homóloga negativa nesta variável, com uma diminuição na ordem dos 12,2%.

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