Ferreira Guedes recandidata-se a bastonário da Ordem dos Engenheiros Técnicos

Por a 22 de Outubro de 2017

Augusto Ferreira Guedes lidera a única lista que se apresentou às próximas eleições na Ordem dos Engenheiros Técnicos, pelo que tudo aponta para que seja reeleito bastonário da organização até 2021.´
As eleições irão decorrer no próximo dia 14 de Novembro “e consolidada que está a Ordem dos Engenheiros Técnicos, tanto no plano nacional como internacional, serão das mais importantes para a continuação da liderança, modernização e prestígio dos seus membros e da Engenharia Portuguesa”.
Com um programa que designou “Querer e Saber ser Engenheiro Técnico”, Ferreira Guedes assegura que estas são as eleições mais “mais marcantes ao longo dos quase 43 anos de existência de uma associação representativa dos Engenheiros Técnicos”. “A Ordem dos Engenheiros Técnicos existe hoje, em parte graças ao facto de um responsável da Ordem dos Engenheiros, ter propagandeado em tempo, com sobranceria desafiante e em sintonia com a postura
então largamente dominante no seio da mesma Ordem Profissional, que os Engenheiros Técnicos nunca se poderiam inscrever na Ordem dos Engenheiros, nem pertencer ou participar na Federação Europeia de Associações Nacionais de Engenheiros, porque eram representados por um Sindicato e não por uma associação profissional”, lê-se no documento. Para o bastonário dos Engenheiros Técnicos, “está chegada a hora de criar um mercado livre global de engenharia, em particular no espaço da lusofonia”.
Augusto Ferreira Guedes aponta como prioridades para o próximo mandato a adesão da Ordem dos Engenheiros Técnicos ao Conselho Nacional das Ordens Profissionais, uma solicitação que não é nova e que surge na sequência daquele organismo, em 2012, ter recusado a admissão daquela ordem “porque os profissionais de Engenharia detentores do
grau académico de Licenciatura ou superior já se encontram representados no CNOP pela Ordem dos Engenheiros.” De igual modo, Ferreira Guedes vai estudar alterações às Leis 40 e 41 de 2015, “no sentido de que os Engenheiros Técnicos e os Engenheiros tenham as mesmas condições de acesso à prática dos actos de engenharia, vedando a todos os restantes profissionais (tais como os Arquitectos) a prática desses actos”.

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