A-to-Be ganha contrato de gestão de infra-estruturas rodoviárias em Washington

Por a 7 de Novembro de 2017

A A-to-Be Powered by Brisa e a IMS Intellimec ganharam um  novo contrato no Estado de Washington, nos EUA, para fornecer e operar o projecto piloto Washington State Road Usage Charge (RUC), que deverá arrancar no primeiro trimestre de 2018.

De acordo com a empresa, o projecto piloto RUC consiste numa solução de back-office de mobilidade baseada no A-to-Be MoveBeyond™, para operadores de infra-estruturas rodoviárias e de mobilidade. A instalação do RUC tem uma duração estimada de seis meses, seguida de um ano de operação.

Em nota de imprensa enviada ao CONSTRUIR, a A-to-Be recorda que, nos últimos tempos, as autoridades estaduais norte-americanas têm vindo a optar por tecnologias e soluções para cobrança de taxas, na circulação rodoviária, em resultado da diminuição dos impostos que incidem sobre os combustíveis, actualmente utilizados para financiar a construção, gestão e manutenção rodoviária.

Esta mudança contínua, explica a mesma fonte, é o resultado da crescente procura dos consumidores por veículos mais eficientes em termos de combustível, incluindo fontes híbridas e eléctricas. Com a cobrança das taxas rodoviárias, os utilizadores pagam em função da quilometragem real – “uma abordagem mais sustentável e mais justa para obter receitas”, sublinha a A-to-Be.

“Este projecto aproveita e beneficia da experiência da A-to-Be em fornecer soluções financeiramente sustentáveis às principais autoridades rodoviárias, que cobrem mais de 2.000 milhas, em mais de 20 rotas diferentes, em todo o mundo”, sublinhou Eduardo Ramos, CEO da A-to-Be. “A experiência combinada da IMS e da A-to-Be garantem que os programas de intensidade de uso da rodovia asseguram uma experiência perfeita a todos os seus participantes, no estado de Washington”.

De salientar que, o projecto de Washington, vai igualmente gerar dados para ajudar a definir políticas, pelas autoridades estaduais, para o planeamento futuro das suas infra-estruturas rodoviárias. Os dados dos participantes vão ser analisados pela IMS e contribuir para uma visão mais rica sobre o tráfego rodoviário, que será também usada para melhorar a qualidade e a segurança de suas estradas.

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