Vila Galé abre três hotéis em 2018, Elvas e Manteigas só em 2019

Por a 16 de Janeiro de 2018

Crédito: Raquel Neto / Publituris

O grupo Vila Galé vai assinalar o ano em que celebra o 30º aniversário com a abertura de três novas unidades hoteleiras, sendo que duas correspondem a projectos de raiz em Portugal e um no Brasil. Os dados, revelados esta segunda-feira pelo administrador do grupo, Gonçalo Rebelo de Almeida, num encontro com a imprensa, permitiram ainda perceber que as unidades previstas para Manteigas e Elvas só estarão concluídas no início de 2019.
Para 2018, o primeiro a abrir portas deverá ser o Vila Galé Sintra, que tem inauguração agendada para 25 de Abril e que representa um investimento de 25 milhões de euros.
Esta unidade, segundo o grupo, “vai diferenciar-se pelo seu conceito inovador na área da saúde e bem-estar, pensado para famílias. Terá, por exemplo, um revival ‘spa’ com várias valências médicas, opções de alimentação ‘gourmet light’ e programas antienvelhecimento, para deixar de fumar ou anti-stress, entre outras”. Contempla um hotel apartamento de quatro estrelas e dez blocos de apartamentos turísticos. Terá 77 quartos duplos, 44 T0, 15 T1, 36 T2 e 12 T3.
A segunda unidade a ser inaugurada será o Vila Galé Collection Braga, num investimento de seis milhões de euros, com “abertura prevista para maio”, referiu o administrador. Este hotel, também de quatro estrelas como o de Sintra, resultará da reabilitação do complexo do antigo hospital de São Marcos e terá 127 quartos.
Ainda este ano, com “abertura prevista para Setembro”, será inaugurado no Brasil, o Vila Galé Touros, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte, num investimento previsto de 150 milhões de reais (cerca de 38,3 milhões de reais ao câmbio actual), segundo Gonçalo Rebelo de Almeida. Esta unidade de cinco estrelas terá 514 quartos e, por exemplo, cinco restaurantes.
O grupo tem mais dois projectos em carteira, já em desenvolvimento e ambos com abertura prevista para 2019. Um deles é o Vila Galé Elvas, que resultará da reabilitação do antigo convento de São Paulo, num investimento de cinco milhões de euros. O outro é o Vila Galé Serra da Estrela, em Manteigas, que será o primeiro hotel de montanha da cadeia e que aguarda um último parecer da Direcção Geral de Energia e Geologia. Aliás, as questões burocráticas e a complexidade de que se reveste uma intervenção de recuperação do património explicam este adiamento para o próximo ano. Ainda assim, Gonçalo Rebelo de Almeida considera positivo o programa REVIVE, ao abrigo do qual está a ser intervencionado o Convento de Elvas. Para o administrador do grupo Vila Galé, a medida é “globalmente é positiva”, acrescentando que “a recuperação do património, muito dele a cair de podre, conferindo-lhe alguma utilidade económica é inquestionável”.

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