Mota-Engil vai construir estádio na Costa do Marfim

Por a 8 de Março de 2018

A Mota-Engil revelou, esta quinta-feira, ter reforçado a sua carteira de encomendas no continente africano, depois de garantida a adjudicação dos trabalhos de construção de um estádio na Costa do Marfim, intervenção enquadrada na organização do Campeonato Africano de Futebol de 2021 e avaliada em 83 milhões de euros.
Trata-se do segundo estádio que a empresa garante nos últimos meses em África, depois do contrato assinado no verão de 2017 nos Camarões para a reabilitação do estádio Omnisport Roundé Adja, um dos estádios onde vai decorrer o Campeonato Africano das Nações 2019. De acordo com a Mota-Engil, o projecto agora garantido na Costa do Marfim será financiado pelo United Bank for Africa.
Com esta intervenção, sobe para 540 milhões de Euros a carteira de encomendas que o grupo liderado por Gonçalo Moura Martins tem no país. Depois de em 2017 ter celebrado um contrato para a recolha de resíduos e limpeza urbana na capital, Abidjan, por um período de 7 anos e um valor próximo dos 320 milhões de euros, a Mota-Engil Africa celebrou em Janeiro de 2018, um contrato de 140 milhões de euros para a construção, gestão e operação de um aterro,
naquela que passará a ser em breve a maior operação de gestão de resíduos no Grupo Mota-Engil, servindo
uma população estimada de 4,6 milhões de pessoas.

Novos Contratos no Peru
A Mota-Engil revela ainda a recente adjudicação de três importantes contratos no mercado peruano para o setor privado na área de infraestruturas e do setor mineiro, reforçando a carteira de encomendas para a empresa em cerca de 170 USD milhões, com os seguintes projetos, nomeadamente a construção do Porto de San Martin, com um valor de contrato para a Mota-Engil Peru, que participa no consórcio com 33,3%, de USD 43,2 milhões, sendo uma Obra para a Terminales Portuarios de Paracas (TPP), na região de ICA. O contrato é de 24 meses; a Construção da Barragem de Vizcachas y Bocatoma Titire, no valor de USD 67,8 milhões para a Anglo American Quellaveco, na região de Moquegua. O contrato tem um prazo de 26 meses; e a construção da Fase 4 da Barragem de rejeitos Las Bambas, no valor de USD 59 milhões para a companhia mineira MMG, na região de APurimac. O contrato tem um prazo de 24 meses.

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