Dst cria marca para desenvolver cidades inteligentes

Por a 24 de Abril de 2018

De forma cada vez mais integrada e com plataformas integradoras, as cidades portuguesas estão a assumir estratégias mais definidas nas smart cities e no último ano foi sentida uma mudança significativa,  que está a tornar Portugal mais “smart”, segundo António Almeida Henriques, vice presidente da Associação Nacional de Municípios e presidente da Câmara de Viseu. As declarações foram prestadas por ocasião da edição deste ano da Portugal Smart Cities Summit 2018, iniciativa que decorreu recentemente, em Lisboa, onde o grupo dst aproveitou para a apresentação da sua mais recente marca. Trata-se da mosaic, a nova chancela do grupo de Braga criada com o objectivo de abordar, de forma integrada, o mercado das Smart Cities e que pretende criar uma rede que ligue as pessoas ao território, quer sejam vilas, aldeias ou cidades. A mosaic vai agregar uma ampla variedade de tecnologias e competências de várias áreas – engenharia, energia, comunicações e ambiente -, que, até ao momento, eram disponibilizadas aos clientes, de forma isolada, por cada uma das empresas do grupo dst.

Soluções tecnológicas

O presidente do Conselho de Administração da dst salienta que “a mosaic oferece ao mercado soluções tecnológicas que representam uma resposta completa aos desafios dos seus clientes, ao invés de vender produtos e serviços de forma avulsa e que requerem a integração pelo próprio cliente”. Segundo José Teixeira, “não vendemos plataformas tecnológicas ou aplicações informáticas, mas soluções que dão resposta a problemas reais ou a oportunidades de melhoria através da inovação tecnológica”.

Autarquias e comunidades

Promover a economia circular, o controlo das infra-estruturas da cidade e um ambiente sustentável; aproximar o decisor ao cidadão, através de serviços universais e de proximidade, centrados no aumento do bem-estar e no exercício da cidadania com uma maior participação; e promover a coesão e a inovação social, cultural e territorial são os três eixos fundamentais que sintetizam a operação da mosaic, que ambiciona “construir as smart cities do futuro”, salienta o responsável da dst. Direccionada fundamentalmente para autarquias e comunidades intermunicipais, assim como para entidades públicas e privadas com diferentes escalas de actuação territorial, no âmbito da gestão dos activos ambientais, infra-estruturas e redes de distribuição de energia e água, a nova marca do grupo dst aposta, fundamentalmente, “em soluções centradas na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

O presidente do Conselho de Administração do grupo dst enfatiza ainda que “a mosaic representa a conjugação tecnicamente precisa e artisticamente diferenciadora da experiência acumulada pelo grupo nesta área, durante os últimos anos, através de um número já significativo de projectos, agora enriquecida pelo início de um novo ciclo de investimento em inovação que justifica o lançamento desta nova marca”. Nesta área dos novos negócios derivados da mobilidade, do uso da energia e da relação dos consumidores com as cidades, “o grupo dst está, sem qualquer dúvida, onde tem de estar. Está na ‘pole position’ na oferta de soluções ‘smart cities’”.

Personalização

A personalização de cada projecto, em função das necessidades de cada cliente, permite desenhar e construir soluções adequadas ao território, garantindo não só a melhor adaptação das soluções, mas também uma maior agilidade nas respostas aos clientes e a possibilidade de criar uma base de conhecimento local. Esta é, de acordo com José Teixeira “uma das características diferenciadoras da mosaic que beneficia do conhecimento profundo das cidades e dos territórios, onde o grupo dst detém já uma experiência acumulada de décadas”.

A “diminuição do risco percebido pelos clientes é também uma das principais vantagens da mosaic”, sublinha, uma vez que “no desenvolvimento das soluções à medida, são utilizados referenciais de outras soluções aplicadas anteriormente com sucesso, pelas empresas do grupo dst, a que se junta uma execução faseada e escalada, através de protótipos e pilotos de âmbito mais reduzido”.

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