Deceuninck garante novidades na Tektónica

Por a 17 de Maio de 2018

Nesta edição da Tektónica, a Deceuninck vai apresentar novos materiais e sistemas de perfis para janelas e portas de alta eficiência térmica. A garantia é dada ao CONSTRUIR por Giorgio Grillo, director geral da Deceuninck Espanha.

Falando sobre as novidades que estão no certame, o mesmo responsável explica que, “no campo dos materiais, a ThermoFibra, união do PVC com fibra de vidro contínua, permite atingir valores de transmitância (Uf) abaixo de 1,0 w/m2.K  de modo que, de série, as janelas fabricadas com estes perfis cumprem os requisitos dos Edifícios de Consumo Casi Nulo (ECCN) e PassivHaus (PH)”. Neste âmbito, Giorgio Grillo recorda que “até ao final deste ano, todos os edifícios públicos de nova construção devem cumprir com esses requisitos e, até 2020, todos os edifícios privados de nova construção também”.

Sobre a ThermoFibra, o director geral da Deceuninck Espanha sublinha ainda que, “permite aligeirar o peso dos perfis em 40%, de forma a que a utilização de vidros triplos não afecte o bom funcionamento das dobradiças das janelas”. A ThermoFibra, continua, “permite revolucionar as secções dos perfis, tornando-as mais estreitas. Por exemplo, o sistema deslizante Islid#neo apresenta uma secção central de apenas 35mm, 60% menor que os sistemas convencionais em soluções de PVC. A isto, acresce a oferta de uma ampla gama de cores, em acabamentos de madeira e lisos e, recentemente, incorporamos a gama texturada de Arquitetura Industrial, juntamente com a gama de cores lacadas onde, para além da gama RAL, há cores metalizadas próprias”.

Ao CONSTRUIR, Giorgio Grillo refere que, entre os novos sistemas de janelas e portas que a Deceuninck irá expor na Tektónica, “Zendow#neo Premium e Legend estão certificados como componentes PassivHaus e 100% recicláveis”.

“Ainda se tolera a instalação de
janelas de baixo desempenho”

Segundo Giorgio Grillo, director geral da Deceuninck Espanha, “o mercado das janelas beneficia de um crescimento decorrente de um novo ciclo de confiança,   que advém do investimento na reabilitação dos edifícios de habitação e na melhoria da sua eficiência energética. Isto cria, nos principais fabricantes do sector, uma competitividade na oferta do melhor preço”. Contudo, refere, “esta atitude compromete, em certa medida, a qualidade do produto e os requisitos que uma janela eficiente deve cumprir. E, já existem exemplos, em outros sectores, onde o ‘low cost’ não compensa e é preterido pelo mercado que está disposto a pagar um pouco mais pela qualidade do produto e do serviço”. Nesse sentido, “na Deceuninck apostamos na qualidade, no serviço e na inovação, mantendo a competividade económica”, sublinha.

Giorgio Grillo aponta como principal desafio que se exija o cumprimento dos regulamentos existentes. “Na prática, há muita coisa que não se cumpre, originando soluções deficientes do ponto de vista do isolamento térmico e acústico, em consequência do mercado de baixo custo”. O problema principal, sublinha o mesmo responsável, “é que ainda se tolera a instalação de janelas de baixo desempenho. Engana-se o consumidor final e presta-se um fraco favor às contas nacionais porque se desperdiça uma enorme quantidade de energia primária”.

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