RE/MAX cresce na Madeira e nos Açores

Por a 12 de Junho de 2018


A RE/MAX Portugal registou no ano passado um volume de negócios superior a 2,6 milhões de euros nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, resultante de 1.011 transações. Números que traduzem “um crescimento superior à média nacional”, atingindo um volume de negócios na ordem dos 59,6% e um aumento de 32,9% no número de transacções face a 2016.

Em 2017, a rede RE/MAX terminou o ano com uma facturação 37% superior a 2016 e mais 17% de negócios transaccionados.

Sempre que se fala no crescimento do sector imobiliário no nosso país, quase sempre nos cingimos a Portugal Continental e muito concretamente às cidades de Porto e Lisboa e à região do Algarve. No entanto, os arquipélagos da Madeira e dos Açores são cada vez mais atractivos para investimento nesta área.

Atenta à tendência do mercado, a RE/MAX começou por se implantar na Região Autónoma Madeira em Janeiro de 2003. Actualmente, tem duas agências na Madeira (Funchal – Sé e Funchal – São Martinho) e três nos Açores (Ponta Delgada – S. Sebastião, Ponta Delgada – S. Pedro e Angra) e 114 agentes no total dos arquipélagos.

São os norte-americanos e os alemães quem mais investe nas duas Regiões Autónomas, depois dos portugueses, que, à semelhança do que acontece no Continente, são os principais investidores nas ilhas.

Em 2017, a Madeira atraiu mais investimento estrangeiro do que os Açores, sendo que o volume de preços rondaram os 3,8 milhões de euros. Os Açores, por sua vez, registaram um volume de preços de 1,02 milhões de euros.

Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, vive-se um momento de consolidação do mercado madeirense e a descoberta dos Açores pelos estrangeiros, fruto do investimento económico e turístico que as ilhas têm tido para atrair, cada vez, mais pessoas.

“Numa altura em que o país tem todas as atenções internacionais concentradas sobre si, a Madeira, por exemplo, há muito que era ‘cobiçada’ por investidores estrangeiros. Os Açores estão, na minha opinião, a ser descobertos e a chegada das companhias de aviação low cost vai com certeza ajudar. Seja, como for, depois de chegarmos já a todas as principais cidades do Continente, a nossa prioridade é, cada vez mais, a abertura de agências no Interior e nas ilhas, onde acreditamos que há imenso potencial para investimento imobiliário”, salienta aquela responsável.

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