Resultados da CBRE crescem 57% face a 2017

Por a 7 de Janeiro de 2019

Durante o ano de 2018, a área de Investimento e Promoção/Reabilitação da CBRE registou um crescimento recorde num total de 1.170 milhões de euros de negócios. As 19 transacções efectuadas, que incluem 23 edifícios de escritórios, dois centros comerciais, dois hotéis, move activos logísticos, cinco edifícios em reabilitação e dois terrenos, totalizaram cerca de 590 mil m2, um aumento que praticamente duplicou em relação ao ano transacto. As três principais transacções são o portefólio da Fidelidade, a maior transacção de um portefólio de imobiliário comercial em Portugal com 277 activos, o Dolce Vita Tejo, que é o segundo maior centro comercial em Portugal, e um portefólio de duas bases logísticas do Grupo Dia no Porto e em Torres Novas.

Números mais que suficientes para que a CBRE registasse um aumento de 57% face a 2017. De acordo com a consultora este é o 4º ano consecutivo em que volta a bater recordes ao nível dos resultados.  Francisco Horta e Costa, director geral da CBRE em Portugal, revela que “2018 foi um ano excepcional para o mercado imobiliário, e em particular para a CBRE, que continua a crescer e a solidificar a posição de líder no mercado português. Assistimos a um crescimento em praticamente todos os sectores da CBRE, com alguns deles a estabelecerem inclusivamente novos recordes de facturação, e aumentámos a nossa equipa para 160 colaboradores, o que significa um crescimento de 20%.”

Quando ao futuro, Francisco Horta e Costa não tem dúvidas que “o objectivo da CBRE é continuar a crescer e acreditamos que ainda há muito para fazer no nosso país. A nossa aposta no Porto tem-se revelado muito frutífera, com a equipa a crescer para suportar vários negócios, sendo o mais recente a venda do Edifício Latino Coelho 142-144 a um investidor internacional.”

“O ano de 2019 será marcado pela aposta na tecnologia dando seguimento ao concurso Proptech Challenge da CBRE, direccionado a startups ligadas ao imobiliário, que foi pioneiro em Portugal em 2018, acrescenta.

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