Predibisa regista crescimento de 20% em 2018

Por a 12 de Abril de 2019

A Predibisa fechou o ano de 2018 com uma concretização de negócios de 180 milhões de euros, registando, assim, um crescimento de 20% face ao ano anterior.

Em consonância com o bom momento que o sector atravessa, a consultora registou um crescimento em todas as áreas de negócio, em particular no segmento de escritórios, no qual a Predibisa foi responsável pela colocação de uma área total de 42.605 m2 no Grande Porto.

Nos últimos anos, os movimentos de negócios da Predibisa cresceram expressivamente, atingindo, em 2018, o valor mais alto de sempre. “O nosso crescimento tem uma relação directa com o crescimento e a modernização do Grande Porto. O facto de todos os segmentos de negócio terem crescido é um indicador da vitalidade da região”, afirma João Magalhães, director-geral da Predibisa. E adianta: “Os investidores, sejam particulares para o segmento residencial ou multinacionais interessadas em se instalar no Porto, têm valorizado o facto de a Predibisa ser uma empresa portuguesa, nascida no Porto, que actua com os mesmos padrões de negócio internacionais”.

O portefólio da consultora incorporou em 2018 importantes negócios. Desde logo na área Corporate evidenciaram-se transacções como o Urbo Business Center, com a instalação do BNP Paribas; o  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group; um espaço comercial no edifício da Milestone que alojará a futura residência universitária na Asprela; e ainda a colocação da Starbucks. Já na Reabilitação Urbana destaque para projectos como a colocação a 100% dos apartamentos do Aliados 107; o Flores Plaza e Flores 77 e, na área Residencial, os projectos Sousa Rosa 33; Sobreiras 470; Jazz Residence; Boavista Prime e Ouro Residence.

Este ano também se prevê favorável para a actividade da Predibisa: “As nossas projecções para 2019 são optimistas. Acreditamos que o turismo continue a alavancar o alojamento local e a hotelaria, a par do forte incremento em projectos de reabilitação, bem como o aumento do número de estudantes estrangeiros, que fomenta o mercado de residências de estudantes. Este último deverá impulsionar uma intensa actividade de investimento no mercado imobiliário do Porto. Não obstante, a procura de escritórios na região deverá manter os níveis de absorção inéditos de 2018 e será outra das tendências fortes do ano.” conclui João Magalhães.

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