Escritórios: 1º trimestre de 2018 com take up de pouco mais de 22 mil m2

Por a 16 de Abril de 2019

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O primeiro trimestre de 2018 terminou com 22.349 m2 de área ocupada em Lisboa. De acordo com os resultados de Março do Office Flashpoint da JLL “tal representa uma forte retracção (-45%) face aos níveis de actividade registados em igual período do ano passado, uma situação que se deve maioritariamente à falta de produto disponível no mercado”, comenta Mariana Rosa, directora de Office / Logistics Agency and Transaction Manager da JLL.

“É absolutamente necessário o desenvolvimento de novos edifícios de escritórios, uma vez que o grande desafio do mercado actualmente é encontrar espaços que correspondam aos requisitos actuais das empresas. Não falta procura, quer nacional quer estrangeira, e a oferta tem que acelerar para dar resposta a esta dinâmica, incluindo encontrar algumas soluções de curto e médio-prazo”, acrescenta.

Em termos acumulados, concretizaram-se 36 operações no trimestre, traduzindo uma área média de 621 m2 por negócio. A zona 2, CBD, foi a mais dinâmica neste período inicial do ano (40% da ocupação), seguida pela zona 3, Nova Zona de Escritórios, (29%). Da parte da procura, foram as empresas de “Serviços a Empresas” que lideraram a ocupação de espaço (32% do take up geral), destacando-se ainda os sectores de “Construção e Imobiliário” e “Estado, Europa e Associações”, ambos com quotas de 19% do acumulado trimestral. A JLL foi responsável pela colocação de 37% da área contabilizada desde início do ano.

Em termos mensais, Março, com um take up de 7.847 m2, apresentou uma recuperação de 53% face a Fevereiro, registando 15 operações e uma área média de 523 m2. Na comparação homóloga, o mês apresentou, contudo, uma queda de 57% na absorção.

A zona 3 concentrou 45% da actividade de Março, maioritariamente graças à ocupação de uma empresa do sector da construção para o edifício José Malhoa 22, uma operação mediada pela JLL. A zona 2 representou 31% da actividade do mês, influenciada pela expansão de área da NovaBase e a mudança de edifício da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas.

O sector de “Construção e Imobiliário” foi o mais activo do mês, contribuindo com 45% do take-up total. TMT’s & Utilities foi o segundo sector, representando 29% da ocupação.

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