Vila Montrose: O novo projecto da Solyd já está totalmente comercializado

Por a 14 de Maio de 2019

A poucos passos da Avenida Sabóia, no centro do Monte Estoril, vai surgir a Vila Montrose, agora com mais de mais de 5 mil metros quadrados e 24 residências exclusivas, com tipologias entre T1 e T4 Duplex, e uma moradia unifamiliar, oferecendo um T4+1 Duplex.

A Solyd Property Developers, a nova marca da Estoril Real Estate, que surgiu em 2015 através de uma joint-venture da Estoril Capital Partners com o European Principal Group da Oaktree Capital Management, é a promotora do projecto, da autoria do gabinete Carla Marques Costa Arquitectos. Com as 24 residências comercializadas a 100%, o condomínio Vila Montrose conta com um investimento de 17,5 milhões de euros.

O antigo chalet foi totalmente recuperado para manter intacta a arquitectura centenária e apalaçada. As áreas onde estavam anteriormente instaladas a casa dos caseiros e a cocheira foram integralmente reconstruidas segundo os mais exigentes padrões de qualidade, a que se acrescentaram novas edificações, conjugando tradição e modernidade.

É em diferentes pontos do condomínio que se localizam o chalet, que acolhe três exclusivos apartamentos, uma moradia unifamiliar e dois novos blocos de habitação, com seis e 14 amplos apartamentos que se desenvolvem na zona das antigas cocheiras.

O condomínio é ainda servido por duas piscinas, uma das quais de horizonte infinito, beneficiando de amplos espaços exteriores e de um jardim de inspiração romântica distribuído por mais de cinco mil m2, com magníficas vistas de mar. O condomínio é ainda apoiado por 63 lugares de estacionamento e arrecadações.

Tipologias e Acabamentos

O chalet foi dividido em três apartamentos com tipologias T2, T3 duplex e T3+1 triplex, oferecendo áreas entre 152 m2 e 179 m2. 

A moradia unifamiliar, recuperando a traça clássica da antiga casa dos caseiros, e acrescentando-lhe um elemento de modernidade, oferece uma tipologia T4+1 duplex e 427 m2 de área a que se acrescentam um amplo terraço, jardim privativo e vista para o mar.

Aproveitando o edifício das antigas cocheiras, desenvolveram-se dois módulos contemporâneos, com 20 apartamentos, oferecendo tipologias T1 a T4 duplex, com áreas entre 77m2 e 259m2, a que se acrescentaram, para além de amplas janelas, generosos terraços, varandas e jardins privados, em simbiose com o extenso jardim romântico, a piscina e as inspiradoras vistas de mar.

O eixo fundamental que presidiu ao desenvolvimento do projecto visou conjugar a amplitude de espaço das residências, com as áreas sociais, nomeadamente as salas e as cozinhas imediatamente adjacentes, a beneficiarem da óptima exposição solar, com a luz natural a entrar pelas vidraças, abertas para o verde e azul da vista.

Os quartos, muitos dos quais suites, caracterizam-se pelas amplas áreas, sendo apoiados por roupeiros e closets que permitem optimizar a arrumação e dispõem de varandas e terraços.

Além da qualidade superior dos acabamentos, os materiais escolhidos para o Vila Montrose visam transformar cada apartamento “num espaço moderno, confortável e funcional”. Os tons neutros escolhidos para os vários elementos reforçam a amplitude e a elegância das divisões. A nogueira nos soalhos das salas e quartos, o mármore e móveis lacados nas cozinhas, os armários que apoiam a arrumação nos quartos e corredores, igualmente lacados a branco, ou as loiças suspensas nos lavabos, são apenas alguns exemplos.

Caixa

A história de Vila Montrose

Em 1890, a Companhia Mont’Estoril edificava um conjunto de chalets que deram um novo charme ao Monte Estoril. A Vila Montrose foi um deles.

Thomas Reynolds, um dos fundadores da indústria portuguesa da cortiça, foi o seu primeiro proprietário, logo em 1891. Entre as suas vastas memórias destaca-se a estada de D. Maria Pia, a Rainha-Mãe, que ali desfrutou de umas férias na recém-criada estância de veraneio, recebendo para jantar os monarcas D. Carlos e D. Amélia.

Em 1900, o banqueiro Eduard John adquiriu a Vila Montrose, tendo adquirido os terrenos circundantes para empreender a construção de um luxuoso jardim romântico. O chalet passou a ser propriedade do vice-cônsul da Bélgica, George Demoustier em 1916, tendo permanecido na posse da sua família até inícios do século XXI.

Mais de um século depois, o chalet que acolheu monarcas e albergou reconhecidos empresários, banqueiros e cônsules, entre num novo capítulo da sua história para aí acolher um condomínio residencial de luxo, onde serão preservados o chalet e o jardim.

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