BMI promove nova tecnologia de impermeabilização para coberturas

Por a 15 de Maio de 2019


A BMI, a nova identidade da Cobert, está a promover em Portugal uma solução de impermeabilização tecnologicamente avançada para coberturas planas que se distingue pelo seu “elevado nível de durabilidade e fiabilidade, que a tornam indicada para aplicações profissionais em edifícios de utilização exigente”.
Segundo a empresa, o BMI EverGuard diferencia-se, segundo a empresa, de outras soluções ao apresentar-se como um sistema completo, sendo constituído por uma membrana de poliolefina termoplástica (TPO). O sistema é complementado com uma camada de isolamento BMI, uma barreira pára-vapor de alto desempenho, fixações homologadas e uma ampla gama de acessórios. Esta solução com vantagens a nível de rapidez de instalação, resistência e durabilidade, proporciona ainda uma superfície altamente reflectiva que potencia a poupança energética.
Todos estes benefícios de protecção e de durabilidade tornam o sistema ideal para inúmeros tipos de edifícios e coberturas, como aeroportos, recintos desportivos, edifícios comerciais, escolas e universidades, hospitais e postos de saúde, indústrias, comércios e armazéns.
O EverGuard TPO é oriundo da gama de produtos da GAF, o maior fabricante de sistemas de impermeabilização e coberturas nos EUA, que, tal como o Grupo BMI, integra a Standard Industries. Nesse sentido, a chegada do EverGuard TPO ao nosso mercado representa uma partilha de tecnologia que só foi tornada possível graças aos recursos e à partilha de conhecimento inerente aos grandes grupos especializados.
A BMI Portugal disponibiliza o produto como uma solução integrada para os clientes finais e os instaladores. Para além das certificações industriais, homologações e três níveis de garantia (conforme as necessidades), os instaladores podem ainda usufruir do programa de formação BMI RoofPro, que lhes assegura estarem certificados para instalar EverGuard, ou seja, que os transforma em especialistas na construção deste tipo de coberturas de elevada especialização e que exigem proficiência: é que se a cobertura costuma representar apenas 4% do custo de construção, é responsável por 75% dos custos que derivam de reclamações.

Deixe aqui o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *