Já são conhecidos os imóveis da segunda fase do REVIVE

Por a 25 de Julho de 2019

7ª Bateria do Outão e Forte Velho (Setúbal)

Palacete Viscondessa de Santiago do Lobão (Porto), Fortaleza da Juromenha (Alandroal), Mosteiro de S. José (Évora), Forte Velho do Outão (Setúbal), também conhecido como a 7ª Bateria do Outão, devido à sua utilização para fins militares, Casa do Outeiro (Paredes de Coura), Castelo de Almada (Almada), Fortaleza da Torre Velha (Almada), Forte da Cadaveira (Cascais), Quinta do Cabo das Lezírias (Vila Franca de Xira), Edifício Pombalino na Praça do Comércio (Lisboa), Casa da Igreja (Mondim de Basto), Quartel das Esquadras (Almeida), Centro Educativo de Vila Fernando (Elvas), Casa das Fardas (Estremoz) e Palacete Conde Dias Garcia (S. João da Madeira) são os imóveis que fazem parte da segunda edição do programa REVIVE, lançados pelo Governo esta quinta-feira.

A iniciativa, que promove a recuperação e a requalificação de imóveis públicos classificados que estão sem uso, através da concessão a privados para exploração para fins turísticos, vai, desta forma, integrar mais 15 imóveis na segunda fase do programa.

Segundo Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto e da Economia, o lançamento destes imóveis nesta fase “é uma forma de não deixar morrer o programa”. “Da mesma forma que vão saindo imóveis, porque entram no mercado, queremos ir colocando novas possibilidades que possam, entretanto, irem sendo avaliadas com tempo por potenciais investidores”, indicou.

Estes irão juntar-se aos 33 que foram anunciados anteriormente. Destes já foram colocados a concurso 17 imóveis, correspondendo a um total de 120 milhões de euros de investimento. Nove concursos já estão fechados e com propostas adjudicadas, mas apenas um se encontra já com as obras concluídas, o Convento de São Paulo, em Elvas.

Durante o lançamento da segunda fase do REVIVE, foi ainda confirmado que o próximo concurso a ser lançado ser o Forte da Ínsua, em Caminha, uma fortificação marítima abaluartada, com planta estrelada irregular. Possui no seu interior um convento ampliado em 1676, mas com origem franciscana do século XIV, erguido por determinação de D. João I de Portugal. Localiza-se na Ínsua de Santo Isidro, na freguesia de Moledo e Cristelo, concelho de Caminha, a sul da Foz do Rio Minho.

Embora a maioria dos projectos sejam de cariz turístico na vertente hoteleira, Graça Fonseca, ministra da Cultura, deixou o desafio aos investidores e potenciais interessados que não não tenham receio de apresentar projectos com um carácter mais cultural, podendo também ser associados a projectos de restauração ou de hotelaria.

A par do lançamento de novos concursos e projectos, “há um trabalho conjunto com as autarquias para aproveitarem as sinergias deste programa e criarem novas infraestruturas e valências  em territórios onde estas não existem, nomeadamente através do Programa Valorizar, com vista ao desenvolvimento do interior e à coesão económica e social do território”, salientou, também, Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo.

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