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	<title>Construir &#187; Especiais Tem&aacute;ticos</title>
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	<description>O site da indústria da construção</description>
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		<title>Especial Domótica &#8211; Integração  é palavra de ordem</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 05:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Batista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.178 Especial Domótica]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito está cada vez mais na ordem do dia mas também parece certo que persistem alguns mitos em torno do que é e do que pode ser a domótica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100089" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/dsc_0068/"><img class="alignright size-full wp-image-100089" title="DSC_0068" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0068.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>O conceito está cada vez mais na ordem do dia mas também parece certo que persistem alguns mitos em torno do que é e do que pode ser a domótica. Melhor. Do que deve ser a integração. Hoje mais do que os automatismos e os conceitos tecnológicos, discute-se a integração de soluções que funcionem em prol do bem estar, da segurança, das comunicações. Domótica é ainda um conceito adjectivado como “caro”, “complexo” e demasiado futurista. Em bom rigor, subsiste a ideia de que este tipo de soluções são dignas de um filme como Matrix ou associada a factores que mais não são do que “futilidades”. Mais do que se pensar que os automatismos podem ser usados para preparar um banho quente via telemóvel, a integração de sistemas pode essencialmente funcionar como corte de água ou energia no caso de uma emergência o justificar. António Trigo, administrador da Casa Sapiens, defende que “o mercado tem vindo a evoluir, embora de uma forma mais lenta do que seria de esperar. Tem-se notado que existe já um maior conhecimento, quer por parte dos utilizadores finais quer por parte dos promotores e construtores, das soluções existentes e das funcionalidades que elas podem proporcionar”. Ricardo Noronha, responsável de marketing da Microsegur, revela que “existe uma boa receptividade no segmento dos imóveis de luxo, que acabam por ser uma espécie de nicho de mercado, com potencial de crescimento neste sector. Já no que diz respeito a grande edifícios, torna-se usual hoje em dia falar numa filosofia de automação, como forma de articulação electrónica, gerindo os sistemas existentes, ou seja, cada vez mais entramos no conceito de edifícios inteligentes em que a integração dos sistemas como Controlo de Acessos, Detecção de incêndios ou AVAC são geridos através de uma única plataforma. O mesmo defende a directora de marketing da Tev2. Benilde Magalhães considera que “o mercado nacional está numa fase de consolidação, marcado por uma forte mudança de atitude no sector do ambiente e das preocupações energéticas, na qual a domótica e imótica também se inserem”. Para Domingos Santos, director-geral da Intelbus, empresa integrada no grupo Azevedos, “existe no cliente final alguma confusão sobre esta temática, nomeadamente na procura de soluções de domótica no mercado. Ao contrário do que se possa pensar, as soluções de domótica enquadram-se na construção como uma nova especialidade, sendo as empresas ‘integradoras’ as entidades indicadas no esclarecimento e implementação de soluções de domótica”.</p>
<p><strong>Integração</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-100090" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/make-up/"><img class="alignleft size-full wp-image-100090" title="make up" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/badezimmer_viso.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>Mas e de que modo é que as empresas olham para a integração? Para Domingos Santos, “integração proporciona a gestão técnica dos sistemas instalados nestes espaços, tornando-os mais ou menos ‘inteligentes’ em função das possibilidades que são dadas ao utilizador para interagir e programar acções”. Em rigor, o responsável pela Intelbus recorda que “domótica é a integração de funcionalidades, tais como, iluminação, accionamentos (persianas, telas, toldos), climatização, segurança (bens e pessoas), aquecimento, gestão de cargas, entre outros, no ambiente residencial (apartamentos, moradias e edifícios de habitação), e também integração de sistemas e protocolos, tais como, electricidade, electrónica, informática, áudio e vídeo e telecomunicações no ambiente residencial (apartamentos, moradias e edifícios de habitação). António Trigo, responsável pela Casa Sapiens considera que “a tecnologia domótica é um passo firme até ao futuro porque possibilita que o nosso lar seja mais cómodo e permite-nos dispor de mais tempo livre para desfrutar”. “No que se refere a soluções, a “integração” sempre foi um dos conceitos chave para a Casa Sapiens dado que para nós a domótica é um conjunto de serviços para o lar proporcionados por sistemas tecnológicos interligados e geridos de maneira integrada, que têm como objectivo satisfazer as nossas necessidades no que respeita a Segurança, Conforto, Comunicações, Vídeo mensagem, Entretenimento e poupança energética”, sublinha.</p>
<p><strong>Evolução do mercado português</strong></p>
<p>Nesse sentido, para onde caminha o mercado nacional? Benilde Magalhães, directora de marketing da TEV2 considera que neste momento “os clientes estão dispostos a pagar um pouco mais, se a solução é sustentável, isto é, se a solução é eficiente em energia e ecologia a longo prazo”. Aquela responsável entende que “estamos perante uma mudança de paradigma que vai desenvolver mais fortemente os seus efeitos nos próximos anos. Esta tendência implicará maior oferta de produtos inovadores por parte dos fornecedores destas tecnologias. Claro que o desempenho deste segmento está correlacionado positivamente com o sector da construção no segmento médio/alto. E neste sentido, a introdução deste tipo de tecnologia funciona como factor diferenciador para os promotores”. “O caminho vai continuar a ser o de uma maior aceitação das soluções por parte dos consumidores, o que, com a sua exigência aquando da aquisição da sua casa, irá obrigar os promotores e construtores a dar uma maior atenção a este tipo de soluções quando iniciam um projecto imobiliário”, considera o administrador da Casa Sapiens. António Trigo acrescenta que “apesar de este tipo de sistemas integrado ainda não ser do conhecimento generalizado das pessoas, que conhecem muito melhor os tradicionais sistemas de segurança de intrusão, tem-se vindo a notar um acréscimo de interesse pela colocação deste tipo de produtos integrados, principalmente quando são explicadas as grandes diferenças e vantagens da colocação destes sistemas em relação aos tradicionais”. A possibilidade de simulação de presença durante a ausência com a actuação sobre estores e iluminação, onde se simula a presença de pessoas em casa dissuadindo assim que tenha intenção de assaltar as mesmas são algumas das vantagens apresentadas. “O aumento do conhecimento geral que uma solução de domótica pode proporcionar mais segurança, mais conforto e implementar um princípio de eficiência energética, sempre com uma utilização muito simples e adaptadas a todas as pessoas, vai permitir um crescimento da procura destas soluções integradas”, garante António Trigo.</p>
<p><strong>Espaço inteligente</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-100091" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/modulo-tv/"><img class="alignleft size-full wp-image-100091" title="modulo TV" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/modulo-TV.jpg" alt="" width="234" height="103" /></a>Já Domingos Santos, entende que “um espaço &#8220;inteligente” deve proporcionar aos seus utilizadores uma total satisfação em termos de conforto, segurança, comunicações e poupança de energia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da sociedade”. O director-geral da Intelbus acrescenta ainda que “deve ainda permitir a sua integração numa envolvente de arquitectura que demonstra um maior respeito pelo meio ambiente e as gerações futuras”. Domingos Santos conclui que “os desenvolvimentos em termos tecnológicos, onde se enquadra o conceito de Domótica, indicam um caminho irreversível no sentido de as casas adoptarem as novas tendências em termos de arquitectura, construção e tecnologias e que se tornem flexíveis, evolutivas e adaptáveis, ou seja, que se tornem casas mais inteligentes”. Ricardo Noronha, da Microsegur, recorda que apesar da baixa nos índices de construção nova, “as habitações adoptarão novas tendências em termos de arquitectura, de construção e consequentemente de tecnologias, tornando-se evolutivas e adaptáveis, caminhando a passos largos para se tornarem casas inteligentes.</p>
<p><strong>Novidades</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-100092" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/interfaces/"><img class="alignright size-full wp-image-100092" title="interfaces" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/interfaces.jpg" alt="" width="234" height="281" /></a>A TEV2 terá disponível já no ultimo trimestre deste ano, o mini ecrã táctil 3,5” Eelectra que permite controlar as diversas funcionalidades da habitação. Com um design minimalista, este equipamento tem visor a cores e sensor de temperatura digital. Apesar do seu tamanho reduzido, os pulsores eelectra permitem uma infinidade de configurações como controlo de dimming, iluminação, estores ou cortinas eléctricas e cenários. O seu design minimalista ultra fino para dar uma nova vida às paredes da sua casa e com botões de grandes dimensões para fácil utilização. Para além disso, é também novidade o DIVUSMIRROR, a combinação perfeita de um PC que é painel Touch e um espelho de alta qualidade.</p>
<p>Enquanto em modo de espera DIVUSMIRROR parece um espelho convencional basta um toque no espelho e este irá activar a exibição de um painel PC de 15&#8243; ou 19&#8243;. Este tem a vantagem de poder ser colocado num máximo de 25 mm da parede ou então embutido na mobília. “A principal aposta da nossa empresa são os nossos clientes, apresentando as melhores soluções de domótica existentes no mercado e garantindo todo o suporte apoio técnico durante a existência das instalações por nós implementadas”, considera Domingos Santos, director-geral da Intelbus. “Um dos factores mais <a rel="attachment wp-att-100093" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/dsc_0104aaa-copiar/"><img class="alignleft size-full wp-image-100093" title="DSC_0104AAA copiar" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/DSC_0104AAA-copiar.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>relevantes na implementação de uma solução de domótica, senão o mais relevante, é a fiabilidade e robustez do sistema. Para o cliente final de domótica, mais importante que as soluções implementadas ao nível da integração de funcionalidades, é a durabilidade do sistema a sua taxa de avarias e a prestação de serviços da empresa instaladora”, acrescenta este responsável, considerando que “a Intelbus optou por trabalhar com tecnologias certificadas, nomeadamente, o sistema KNX para o residencial, e soluções integradas baseadas em KNX, LonWorks e BACnet para os edifícios (escritórios, públicos, hospitais, hotéis, etc.)”. A Casa Sapiens está, por seu lado, a reforçar a aposta na solução ComuniTec. Para o responsável da empresa, um lar equipado com este conjunto de soluções “é um Lar que está preparado para o futuro, que nos recebe ao chegar a casa, que nos diz quem veio tocar à nossa porta durante a nossa ausência, que acondiciona a nossa casa apenas com o apertar de um botão, o envio de SMS, uma chamada telefónica ou uma conexão Internet”. A solução dispõe de um conjunto de módulos que permitem controlar o sistema através de comandos de voz, por via de um módulo wireless, ou por via de uma conexão por IP. António Trigo define o controlo de voz sublinhando que este módulo garante uma “ total autonomia, o seu reduzido tamanho e a capacidade de programação segundo as necessidades de cada utilizador. Permite uma integração total com as acções do dia-a-dia, como o controlo de luzes, estores, electrodomésticos, etc. Está particularmente indicado para pessoas com dificuldade de movimentação, acamados ou idosos, etc”. Já o modulo wireless é integrado no bus de potência do sistema domótico, e graças à integração deste sistema sem fios dentro do próprio bus abrem-se novas expectativas para a sua utilização quer em casas já prontas, em ampliação de soluções para zonas e dispositivos não previstos inicialmente, para casas em fase de restauro com dificuldades de passagem de cablagens para determinadas zonas e para em acessos mais distantes, transformando-a como a solução mais versátil e autónoma. O módulo que usa um protocolo de Internet (IP, na sua designação original) é uma versão mais recente “capaz de comunicar em urbanizações inteiras, condomínios, bairros privados, etc., com uma única Unidade Central, oferecendo as suas múltiplas funcionalidades sem passagem de canalizações e cablagem ponto a ponto, graças à tecnologia IP”. “Nas zonas privadas, enquanto beneficiam desta conectividade com os últimos protocolos de comunicações e segurança, desfrutam da sua solução domótica que trabalha de forma paralela, independente e personalizada para cada utilizador segundo as suas necessidades”, considera António Trigo.</p>
<p><strong>Opinião &#8211; Paulo Veríssimo CEO IDPT</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-100097" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/opiniao/"><a rel="attachment wp-att-100097" href="http://www.construir.pt/2010/08/12/especial-domotica-integracao-e-palavra-de-ordem/opiniao/"><img class="alignleft size-medium wp-image-100097" title="Opiniao" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/08/Opiniao-189x300.jpg" alt="" width="189" height="300" /></a></a>Vivemos tempos difíceis, onde a crise financeira é uma realidade… e na nossa área – Instalações Técnicas, não é diferente…</p>
<p>Há uma outra crise que perdura inabalável, e que reside numa mentalidade suportada no orçamento rápido e de baixo custo, associado ao “salve-se quem puder” e “quem vier atrás, que feche a porta”, privilegiando o total desrespeito pelo trabalho dos ‘outros’.</p>
<p>A única forma de vencer face aos tempos que vão correndo, e que insistem em perdurar, reside na evolução da forma de pensar, associada a uma forma diferente de trabalhar.</p>
<p>É neste sentido que surge em 2009, a IDPT – Projecto, Integração e Sistemas, que recorrendo a uma abordagem diferente – uma abordagem integrada, defende a avaliação (realista) prévia e focalizada da solução a implementar em edifícios, desde o início da sua concepção, lado a lado com o arquitecto, dando origem a uma equipa dinâmica e eficiente, baseada no know-how e na confiança.</p>
<p>De forma a garantir a qualidade pretendida, é necessário ir além da integração de know-how incluindo todas as instalações técnicas, mediante a integração de serviços – apoio no desenho da solução, registo pormenorizado da solução – projecto (integrado) de execução, e domínio dos vários sistemas, de modo a garantir a sua correcta instalação/integração.</p>
<p>Assim sendo a IDPT está no mercado em duas frentes – iD Projecto e iD Sistemas/Instalação, que sendo independentes são complementares, se encararmos a necessidade de garantir a qualidade e consistência da solução desde a sua concepção á sua instalação.</p>
<p>Há que ter a coragem de avaliar as opções disponíveis, definir o que realmente se pretende, valorizar a solução, e assumir os seus custos reais, o que, associado a uma abordagem integrada, permite a optimização dos sistemas e processos, garantindo a qualidade pretendida e traduzindo-se numa redução efectiva de custos.</p>
<p>Com a rápida e constante evolução tecnológica, e o aumento do nível de exigência por parte dos clientes, a Integração é cada vez mais a palavra de ordem, conduzindo a uma evolução natural dos próprios conceitos.</p>
<p>Vejamos o exemplo da domótica (tema desta edição), e que começou por ser um sistema complementar de controlo, hoje integra o controlo, a segurança, complementada pela tele-vigilância (cctv), o video porteiro, as comunicações, o audio, o video, a multimédia, a climatização, e as energias renováveis…. e onde a instalação eléctrica é a base.</p>
<p>Já não faz sentido falar de instalação eléctrica e instalação de domótica, hoje temos instalação eléctrica simples, ou mais complexa, integrando sub-sistemas de controlo, segurança, comunicação, etc, não sendo assim necessário recorrer a equipas diferentes para cada área de execução.</p>
<p>Com a evolução dos conceitos, a exigência de conhecimentos ao nível das várias instalações técnicas, e da sua integração, é cada vez maior, dando por sua vez origem a uma nova classe de Instalador, o Integrador.</p>
<p>Regendo-se por estes princípios, a IDPT garante o desenvolvimento e/ou instalação da solução mais adequada a cada caso – uma solução com iDentidade</p>
<p>Procurando levar esta visão ainda mais longe, e privilegiando a integração regional, a IDPT orgulha-se de comemorar o seu primeiro aniversário, com a abertura das suas instalações no Porto (Maia).</p>
<p>Não perdemos a esperança, porque acreditamos no que fazemos…</p>
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		<title>Especial Redes de Água, Saneamento e Esgotos &#8211; Os prazos alargam-se, as redes não</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/07/29/especial-redes-de-agua-saneamento-e-esgotos-os-prazos-alargam-se-as-redes-nao/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 05:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.177 Especial Redes de Água]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento e Esgotos]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise já não é novidade para ninguém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-99947" href="http://www.construir.pt/2010/07/29/especial-redes-de-agua-saneamento-e-esgotos-os-prazos-alargam-se-as-redes-nao/foto-53/"><img class="alignleft size-full wp-image-99947" title="Foto 53" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Foto-53.jpg" alt="" width="234" height="132" /></a>A crise já não é novidade para ninguém. De facto, com as proporções que a actual conjuntura assoma, talvez seja melhor considerar-se a hipótese de escrever o termo “crise” com letra maiúscula. Apesar de ser global, a actual situação económica produz resultados por vezes díspares nos diversos sectores, apresentando alguns uma margem de manobra mais alargada e, ocasionalmente, crescimento da actividade. Não será esse o caso dos fabricantes e comerciantes de soluções para redes de água, saneamento e esgotos. As empresas contactadas pelo Construir demonstram-se algo apreensivas face ao futuro e registam já resultados pouco animadores provenientes do ano transacto.</p>
<p><strong>Facturação em queda</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99948" href="http://www.construir.pt/2010/07/29/especial-redes-de-agua-saneamento-e-esgotos-os-prazos-alargam-se-as-redes-nao/foto-26/"><img class="alignleft size-full wp-image-99948" title="Foto 26" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Foto-26.jpg" alt="" width="234" height="132" /></a>“No primeiro semestre deste ano a facturação da Prebesan corresponde a 50% da facturação de 2009”, começa por referir José Massano André, sócio-gerente da Prebesan e administrador da Transaqua. Este corte na facturação deve-se, segundo o mesmo, ao “atraso dos concursos e das adjudicações das obras hidráulicas, mercado onde a empresa se insere”. Segundo este engenheiro, enquanto que, em 2009, as obras do principal cliente do grupo, a EDIA, foram adjudicadas no início do ano, só agora receberam a primeira adjudicação de 2010. Cenário parecido é aquele que se verifica na Rodalgés. “Verificámos uma considerável dificuldade em vender, apesar de continuarmos a receber bastantes pedidos de orçamentos”, revela Ivo Paiva director comercial da empresa de Coruche, explicando que, “apesar de haver procura, os resultados foram bastante inferiores ao período homólogo, não se verificando retorno das propostas apresentadas”, o que leva a um “impacto negativo nos resultados”. A “forte influência do mercado das obras públicas e da construção civil” é, de acordo com André Maia, responsável da Ambidrain, um factor que levou a que o primeiro semestre deste ano tenha sido “penalizador para as empresas portuguesas”.</p>
<p><strong>Mercado minado</strong></p>
<p>“Existem fábricas com delegações a operar directamente no território nacional e distribuidores exclusivos de outras marcas, sendo que a nossa empresa se enquadra no segundo caso”, explica André Maia, referindo que os custos da Ambidrain “não se diluem numa estrutura de dimensão internacional”, o que, “em tempo de crise” representa uma “dificuldade acrescida”. Por sua vez, Ivo Paiva esclarece que “o mercado está condicionado a regras nacionais que se sobrepõem a princípios europeus de livre comércio, inclusive sobre produtos com certificados CE, no caso concreto dos acessórios para tubos”. Isto obriga “a diligências extra para fazer face ao que consideramos ser um abuso da posição dominante, com entraves (i)legais ao funcionamento do mercado”, ironiza. “A oferta em termos de tampas de saneamento continua maioritariamente centrada no tradicional, surgindo, nos últimos anos, alternativas nacionais mais diversificadas, em especial com a introdução do aço inox”, o que abre o mercado “a uma nova realidade, com perspectivas de sucesso, tendo em consideração a qualidade e durabilidade dos materiais”, esclarece o responsável da Rodalgés. Por outro lado, Ivo Paiva aponta para a dificuldade das pequenas empresas em prosperar, “principalmente neste período de maior retracção”, uma vez que o mercado se encontra “dominado por fornecedores que detêm quotas dominantes que aprovisionam não só os revendedores, como também o cliente final, prejudicando e impossibilitando assim o desenvolvimento do mercado”.</p>
<p><strong>Transaqua</strong></p>
<p>A Prebesan é, segundo José Massano André, o único fabricante de tubagem de betão com alma de aço. A empresa terá, a partir de Agosto, uma unidade de produção em Aljustrel, detida pela Transaqua, uma sociedade luso-espanhola na qual a empresa tem uma participação de 50%, onde esse produto será também fabricado. “Para o tipo de obras onde as nossas tubagens se aplicam – abastecimento de água em alta, redes de rega, emissários submarinos, mini-hídricas, cravação sob vias de circulação – existem produtos sucedâneos que também são muito utilizados e se apresentam como concorrentes”, declara Massano André, enumerando o “ferro fundido dúctil, o aço revestido e o polietileno de alta densidade”. Apesar desta concorrência, o sócio-gerente da empresa de Santarém afirma que, “com base nas escolhas do mercado consumidor”, pode classificar o seu produto como o “mais competitivo, considerando o binómio qualidade-preço”. De facto, a constituição da Transaqua, “neste momento com a fábrica em montagem final”, representa para Massano André, “uma novidade no fornecimento ao mercado de um produto novo e inovador no mercado nacional, apresentando-se como um produto capaz de concorrer com vantagem” com os produtos já mencionados. “Refira-se que só existem, em todo o mundo, quatro máquinas iguais à que a Transaqua vai utilizar na produção dos seus tubos”, ressalva, esclarecendo que, “sendo um produto nacional que substitui com vantagem importações”, esta unidade de produção “está ainda vocacionada para exportar para países próximos de Portugal”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>GEBO, BURNIMETAL e QBLOCK</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99949" href="http://www.construir.pt/2010/07/29/especial-redes-de-agua-saneamento-e-esgotos-os-prazos-alargam-se-as-redes-nao/foto-56/"><img class="alignright size-full wp-image-99949" title="Foto 56" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Foto-56.jpg" alt="" width="234" height="132" /></a>Como novidades, a Rodalgés dispõe dos produtos da marca GEBO e BURNIMETAL, “centrando a sua aposta nas soluções inoxidáveis”. Ivo Paiva adianta ainda que “as novidades surgem com os sifões, com formatos curvos e rectangulares, sendo a GEBO um fabricante especialista na área Drain, com soluções de grelhas sifonadas com formatos originais, com preocupações de design e funcionalidade”. Já na Ambidrain, a “novidade mais relevante trata-se do sistema QBLOCK, que consiste num sistema optimizado, construído in situ, para aproveitamento de águas residuais e controle de descargas para a rede pública”. Esta solução permite, segundo André Maia, “por um lado, uma poupança significativa dos gastos de água potável”, evitando, por outro lado, “inundações em locais com grande densidade de construção e fortemente urbanizados onde, normalmente, os espaços verdes escasseiam”, o que prejudica a capacidade dos terrenos na absorção das águas pluviais”.</p>
<p><strong>Os incontornáveis atrasos de pagamento</strong></p>
<p>Os atrasos nos pagamentos são provavelmente os golpes mais profundos que a conjuntura económica tem desferido neste sector. Ivo Paiva indica que “a maior restrição se prende com as condições de pagamento”. Neste sentido, “as vendas têm de ser bem discutidas porque, cada vez mais, os prazos médios de recebimento têm vindo a alargar, incapacitando a tesouraria da empresa, que depois também tem dificuldade em fazer face aos seus compromissos”. O director comercial esclarece que “esta colaboração entre as partes obriga a um maior controlo financeiro” e impossibilita, por vezes, operações que, à partida, os responsáveis da Rodalgés sabem que não podem “financiar”. Esta situação acaba por “abraçar” a grande maioria das empresas. Nem a Ambidrain, nem a Prebesan são excepções. No caso da primeira, o seu responsável é sucinto a explicar que “o mercado das grandes obras públicas e a paragem da construção civil traduzem-se directamente na diminuição do produto vendido. Em paralelo, as cobranças saíram prejudicadas com as dificuldades financeiras” que os clientes de André Maia atravessam. A Prebesan também não deixa de ser afectada “pela falta de liquidez do mercado e pelas dificuldades de acesso ao crédito bancário”, o que culmina “no atraso de pagamento” por parte dos principais clientes do grupo, “que são as maiores empresas de obras públicas do País”, como refere José Massano André. Contudo, “apesar destas dificuldades, a Prebesan tem tido trabalho para manter a sua fábrica de Santarém em actividade”, actividade essa que, segundo o sócio-gerente, irá “aumentar significativamente no segundo semestre de 2010”.</p>
<p><strong>Alguém tem sugestões?</strong></p>
<p>Perante esta situação, que podem, ou devem, as empresas fazer? Proceder à “redução de custos o mais profundamente possível”, responde Massano André, esclarecendo que a conjuntura actual, salvo raras excepções, “não é de apostar em grandes investimentos e em diversificação”, algo que “as empresas sempre procuram”. No caso específico da Prebesan, “e em virtude da actividade da empresa estar sustentada na existência de trabalho/encomendas e em contra-ciclo relativamente a outras actividades”, optou-se pelo investimento no sentido de aumentar a capacidade produtiva e na produção de “um produto diferente e mais competitivo, aproveitando assim a conjugação de várias oportunidades de negócio”. Massano André reconhece também que “a conjuntura do momento também tem algumas vantagens”, como a melhoria dos preços para os equipamentos fabris, “melhores prazos de entrega e melhores condições de pagamento”. A experiência de Ivo Paiva revela, por sua vez, que “a solução passa por procurar formas alternativas de divulgação dos produtos, aumentando o número de clientes”, uma vez que, “esta onda de retracção, só por si, também obriga o cliente a procurar novos fornecedores dentro das suas necessidades habituais”. Assim, o director comercial da Rodalgés ressalva a importância em “estar atento a estas oportunidades e optimizar estes contactos”, sendo o factor preço “primordial”. Contudo, segundo este responsável, “a vantagem competitiva também passa pela qualidade do serviço” e pelas “garantias que os produtos menos fiáveis não conseguem assegurar”. Já André Maia responde que “as empresas têm que ter todos os seus custos totalmente controlados, devem vender apenas a clientes que lhes dão garantias de pagamento e ter um extremo cuidado na gestão de stocks”.</p>
<p><strong>Cenas do próximo capítulo</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99950" href="http://www.construir.pt/2010/07/29/especial-redes-de-agua-saneamento-e-esgotos-os-prazos-alargam-se-as-redes-nao/foto-43/"><img class="alignleft size-full wp-image-99950" title="Foto 43" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Foto-43.jpg" alt="" width="234" height="132" /></a>“Esperemos que as obras públicas arranquem definitivamente” é o desejo deixado por André Maia para o futuro próximo da Ambidrain, uma vez que este responsável conta que a sua empresa marque presença “em todas as obras relevantes a realizar”. Na Rodalgés, as perspectivas incidem numa “contracção no consumo” que se tornará “ainda mais limitativa”, situação que “não irá melhorar, apesar dos sinais externos de alteração do ciclo económico”. José Massano André será, porventura, o mais optimista quanto ao futuro. “O volume de negócios da Prebesan cresceu 100% de 2008 para 2009. Dado o atraso na adjudicação das obras em 2010, a empresa espera ainda obter um volume de facturação idêntico ao de 2008”, remata este responsável.</p>
<p><strong>“É difícil para as empresas portuguesas concorrerem no estrangeiro”</strong></p>
<p>Com uma experiência que remonta a 1997, a Aquapor desenvolve a sua actividade nas áreas da concepção de sistemas, gestão de projectos e exploração de serviços públicos, nomeadamente de captação, tratamento e adução, reserva e distribuição de água para consumo público, bem como na recolha, tratamento, rejeição e reciclagem de efluentes urbanos e industriais. A empresa está presente em 24 municípios e detém participações nas três “únicas concessões intermunicipais actualmente atribuídas em Portugal. O administrador da Aquapor, Diogo Faria de Oliveira, convidou o Construir a conhecer o universo da empresa.</p>
<p><strong>Qual o balanço que fazem da vossa actividade, em termos de facturação, do último exercício?</strong></p>
<p>Os resultados económicos de 2009 são o reflexo de um intenso trabalho desenvolvido em todas as empresas do grupo Aquapor. E o balanço do nosso trabalho só pode ser positivo, pois nos 13 anos de existência da Aquapor, o ano de 2009 foi o primeiro em que os resultados da empresa saíram do vermelho. De facto, os resultados transitados da empresa, acumulados até 2009, atingiram os 8,7 milhões negativos, mas já em 2009 a Aquapor fechou o ano com resultados líquidos positivos de 3,6 milhões de euros.</p>
<p><strong>O que mudou na Aquapor após o processo de privatização?</strong></p>
<p>Antes de falar sobre o que mudou, gostaria de referir o que não mudou. A equipa de gestão e os colaboradores são os mesmos e não houve despedimentos. Inclusivamente, o grupo Aquapor aumentou os seus quadros, de 1011 para 1048 trabalhadores. Também se mantiveram as parcerias existentes com a AGS, mas neste caso alterámos o modelo de gestão que deixou de ser feita por dois administradores executivos e passou a ser conduzida por um único administrador (ou director-geral), o que obrigou a uma definição rigorosa de objectivos e interesses comuns. De resto, o ano de 2009 destinou-se a introduzir fortes reformas na empresa. Actuámos ao nível das receitas, procurando reduzir o número de ligações clandestinas e ilegais e aumentar a eficiência dos processos de leitura, facturação e cobrança. E actuámos também do lado dos custos, renegociando os contratos com fornecedores e reduzindo perdas de água nas redes. Ora, essas reformas resultaram numa redução de custos na ordem de 1 milhão de euros e num aumento de proveitos em cerca de 8%, apesar do crescimento dos consumos ter sido praticamente nulo. Há um enorme foco na gestão dos orçamentos das empresas e não se olha só para os resultados. Todas as rúbricas do orçamento são para cumprir, tanto do lado da receita, como do lado dos custos.</p>
<p><strong>Como caracterizaria, em termos de dimensão, concorrência e potencial, o mercado nacional das redes de água, saneamento e esgotos?</strong></p>
<p>O crescimento do mercado (das concessões de água e de saneamento de águas residuais) no curto prazo está dependente de três factores. Primeiro, a existência de uma estratégia clara para o sector da água, e a capacidade de implementação efectiva das soluções preconizadas no PEAASAR II para os próximos três anos. Segundo, da existência de exemplos bem sucedidos de transformação de serviços municipais em concessão ou em empresas de capital misto. E finalmente, da existência de maiores ou menores constrangimentos financeiros nas autarquias que possam vir a forçar os seus líderes a optar pela externalização de alguns dos serviços que hoje as Câmaras prestam. Ou seja, os próximos anos serão decisivos na consolidação do processo de atribuição de concessões, ditando finalmente o seu sucesso, ou insucesso, junto do poder local.</p>
<p><strong>Prevêem fechar 2010 com resultados líquidos “na ordem dos 4,1 milhões de euros”. De onde provêm esses resultados?</strong></p>
<p>Estamos a manter em 2010 a mesma estratégia do ano 2009, ou seja, mantemos o foco no controlo dos orçamentos das empresas, na redução de custos internos através da renegociação com fornecedores e nas campanhas de regularização de ligações clandestinas e ilegais, pelo que o crescimento do resultado líquido construir-se-á através da geração de maior margem operacional. Ainda em 2010 esperamos finalizar a contratação e aquisição de 49% do capital da Águas de Santarém, E.M. Para Portugal estamos a apostar muito no crescimento da Luságua através da diversificação da sua actividade, iniciando projectos na área das energias renováveis e da recolha e tratamento de lamas de ETARs, domésticas e industriais. Também iniciámos o processo de internacionalização em mercados que consideramos ter claras vantagens competitivas.</p>
<p><strong>Que tipo de vantagens?</strong></p>
<p>Acreditamos que a experiência dos últimos 20 anos em Portugal pode ser muito bem aproveitada naqueles países no que se refere a projectos ligados ao ciclo urbano da água. Temos competências humanas e conhecimentos “exportáveis”, pois nós também passámos por um recente, e rápido, processo evolutivo na área do saneamento básico em Portugal.</p>
<p><strong>Que desafios enfrenta uma empresa como a Aquapor para entrar nos mercados internacionais?</strong></p>
<p>É difícil para as empresas portuguesas concorrerem no estrangeiro. O currículo e a dimensão das empresas é um critério fundamental para conquistar o mercado internacional. Ora, como as grandes ETARs portuguesas não vão a concurso, também não há maneira de concorrer no estrangeiro com credenciais que demonstrem capacidade e dimensão. A solução para a internacionalização passa por fazer consórcios com empresas estrangeiras que dêem o currículo necessário para vencer os primeiros concursos.</p>
<p><strong>Qual a filosofia da Aquapor no que concerne a sustentabilidade ambiental e económica?</strong></p>
<p>A Aquapor é uma empresa certificada em Qualidade, Ambiente e Segurança e as nossas preocupações ambientais extravasam as tradicionais. Para nós a protecção dos recursos hídricos e a qualidade da água não são uma preocupação, mas sim uma obrigação. Tal como a procura constante de maior eficiência das redes é uma obrigação. A sustentabilidade ambiental e económica da Aquapor assenta na substituição progressiva de energias fosseis por energias renováveis: solar, hídrica e de aproveitamento do biogás produzido nas ETARs. Esta politica já está a dar resultados na pegada ecológica da Aquapor. Mas temos ainda muitas soluções inovadoras que queremos implementar brevemente em Portugal.</p>
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		<title>Especial Torneiras e Acessórios de Casas-de-Banho</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Rita Sevilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.176 Especial Torneiras e Acessórios de Casas-de-Banho]]></category>

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		<description><![CDATA[Meio caminho percorrido de 2010 e a outro tanto de 2011, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-99435" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/12_supernova/"><img class="alignleft size-full wp-image-99435" title="12_Supernova" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/12_Supernova.jpg" alt="" width="234" height="167" /></a>Meio caminho percorrido de 2010 e a outro tanto de 2011, as opiniões e experiências dividem-se no que diz respeito ao que o ano corrente trouxe para as empresas e profissionais que actuam no sector das torneiras e acessórios de casa-de-banho. Se para uns foi claramente mau, para outros foi positivo, e para os optimistas foi bom tendo em conta o contexto em que vivemos. Posto isto, vamos às opiniões na primeira pessoa.</p>
<p><strong>Balanços</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99436" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/01_supernova/"><img class="alignright size-full wp-image-99436" title="01_Supernova" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/01_Supernova.jpg" alt="" width="234" height="174" /></a>Para Manuel António, sócio gerente da Consignação, “o ano de 2009 foi francamente mau em todos os aspectos, tanto economicamente como financeiramente”, e por isso, as perspectivas para este ano são igualmente péssimas. No entanto, há uma réstia de esperança no segundo semestre, “graças ao incremento de obras públicas como hospitais, escolas e centros de saúde”, sustenta. Na Decflex, empresa que actua no segmento dos equipamentos de ventilação, o cenário reveste-se de mais positivismo, revelando fonte da empresa ao Construir que chegarão ao final do 1ºsemestre com uma facturação na ordem dos 18%. Já para a Tecniduche, a crise não permite que os objectivos sejam cumpridos, ao contrário da Laserbuild, onde, como revelou fonte da empresa ao Construir “estranhamente, o balanço do 1ºsemestre de 2010 é positivo”. O mesmo responsável revela que as marcas que a empresa representa tendem a colocá-la numa posição de diferenciação “em relação aos restantes concorrentes do mercado”, no entanto, alerta, “o mercado [das torneiras e acessórios de casas-de-banho públicas] não tem dinheiro para diferenciações”. Para João Clara, gerente da Benkiser em Portugal, “este é um período de crise por razões sobejamente conhecidas de todos, e neste sector em particular”. O mesmo responsável continua, “os Produtos Benkiser são essencialmente dirigidos às obras públicas, e em Portugal, excepção feita à renovação do Parque Escolar  tudo o resto conheceu um decréscimo significativo com impacto em todas as empresas ligadas a esta actividade. A isso  acresce a incerteza quanto ao futuro dos agentes económicos (distribuidores e outros) que actuam neste mercado, e que tem determinado as suas decisões de compra não em função de perspectivas futuras crescentes, mas limitando e acautelando os seus stocks em função da recessão do mercado em que actuam. Por tudo isto, este tem sido um semestre em que os objectivos inicialmente definidos no inicio do ano estão abaixo das expectativas. No entanto é um período que não deixa de ser atractivo pelas oportunidades que se criam”. Também para Rui Roriz, administrador das Torneiras Roriz, o balanço é positivo. Ao Construir o responsável deu a conhecer que “neste semestre já aumentou em 10% o valor da facturação”. Posicionada no nicho de mercado de luxo, a Frisone em Portugal tem vindo a manter a sua quota e conseguiu crescer 15% este semestre. De acordo com Pedro Azevedo, director comercial da empresa que comercializa estes produtos, a Retafi, “a marca Italiana Frisone , distingue-se pela capacidade de adaptar os seus modelos às exigências de projectos, o que passa muitas vezes pela alteração do modelo de catalogo de série em modelos únicos com acabamentos únicos”.</p>
<p>Também para a Teka o ano tem corrido de forma razoável, com os resultados do 1º semestre a ficarem dentro do estimado e acima do mesmo período de 2009, avançou fonte da empresa.</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99437" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/01_glam_style/"><img class="alignleft size-full wp-image-99437" title="01_Glam_Style" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/01_Glam_Style.jpg" alt="" width="234" height="187" /></a>“A área de negócio de torneiras é uma categoria em franco crescimento na Sanitana. Nos últimos anos temos realizado um forte investimento nesta área, através do desenvolvimento e lançamento de novos produtos, o que nos tem permitido alcançar taxas de crescimento muito acima da média do mercado. 2010 não é excepção e continuamos a incrementar a nossa quota de mercado, o que traduz a boa aceitação nessa nossa aposta.”, disse ao Construir Élio Fernandes, director de marketing da empresa. O mesmo responsável sublinhou que a ambição da empresa é conseguir, neste nicho de mercado, uma posição de destaque a médio prazo. A trabalharem com um dos melhores players europeus no segmento do aquecimento doméstico, e detentores de várias marcas de renome, tais como a Radson e a LVI, a Tempo Albufeira perspectiva conseguir atingir os valores de 2009, revelou ao construir Jorge Chaves, gerente da empresa. Já contando com um ano sem crescimento estava a Torneiras JAS, que comemorou no passado ano o seu 85º aniversário. Fonte da empresa, reforçou a sua perspectiva lembrando que “o mercado da construção continua em decréscimo e nem mesmo o nicho da manutenção/substituição assumiu a importância esperada desde à quatro anos atrás”. Para a Barros &amp; Moreira, nas palavras do seu administrador, Carlos Barros, “à semelhança do ano transacto, 2010 está a ser um ano demarcado pela queda do consumo em geral e por uma certa volatilidade do mercado, fruto da instabilidade dos mercados financeiros”. No entanto, pese embora todo o enquadramento, Carlos Barros garante que a empresa tem prosseguido o seu processo de consolidação no mercado nacional.</p>
<p><strong>Eco-friendly</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99438" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/t4-161-va/"><img class="alignright size-full wp-image-99438" title="T4.161.VA" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/T4.161.VA_.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>Entre as inúmeras tendências apontadas pelas empresas contactadas pelo Construir, a poupança energética e de consumo de água marca presença. Falamos dos apelidados produtos eco-friendly. Esta é uma das apostas do novo catálogo da Teka, aliado a um design diferenciador. “A título de exemplo, desenvolvemos uma parceria com desenhadores internacionais de grandes estúdios de arquitectura, de onde nasceram novos acabamentos para as misturadoras como o “Black &amp; White by Teka”, ou equipamentos divertidos que brilham no escuro graças ao novo acabamento “Moonlite”, ou a força do novo desenvolvimento “Titanium Chrome” e o minimalismo da nova geração da série “Aura”, revelou fonte da empresa. Ao Construir a Teka destacou ainda a “Série Vita”, a “Série Aura”, o sistema de duche “Universe Plus”, as “Séries Especiais”, e as misturadoras electrónicas temporizadas. Também para a empresa Torneiras JAS o recurso a mecanismos de poupança de água e eficiência hídrica são as grandes tendências de 2010. Para além disso, fonte da empresa adiantou ao Construir que este foi um ano em que foi dado “um passo tecnológico da maior importância: a fundição por baixa pressão”. “Depois de 30 anos a fundir em coquilha por gravidade decidimos que seria a altura certa para investir em tecnologia que nos permite melhorar os nossos produtos indo ao encontro daquilo que são as necessidades dos nossos clientes. Este investimento possibilita-nos a produção de peças complexas com elevado rigor dimensional e total garantia de qualidade”. A linha “Riga” é a primeira linha de produção com este novo sistema de baixa pressão.</p>
<p><strong>Formas vivas</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99439" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/t5-40-01/"><img class="alignleft size-full wp-image-99439" title="T5.40.01" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/T5.40.01.jpg" alt="" width="234" height="234" /></a>Formas rectas de arestas vivas, o minimalismo e um regresso ao clássico são outras das tendências apontadas por quem de direito. Ao Construir, Manuel António, sócio-gerente da Consignação, revelou que efectivamente a empresa tem novidades para 2010 nas suas representadas. “Na sua grande maioria são novidades dentro de gamas de torneiras económicas, aliando à sua economia a aspectos tão importantes como a inovação e o design”. Questionado sobre as tendências que marcam o ano corrente, a mesma fonte aponta “arestas vivas de formas cúbicas e também a sua conjugação com as formas tradicionais”. Para além disso, “as torneiras de encastrar na parede (duche e banheira) ganham novamente a preferência dos arquitectos e público em geral”, continuando “o acabamento preferido a ser o cromado”. Dentro dos chuveiro móveis “existe a tendência de chuveiros de grandes dimensões com ou sem massagem e nos chuveiros fixos de parede ou tecto, chuveiros quadrados, rectangulares ou circulares de grandes dimensões alguns deles dotados de luz de relaxamento”. Simplicidade e transparência são as máximas apontadas pela Tecniduche. Todavia, Avelino Silva, gerente da empresa adianta que “nas torneiras misturadoras e chuveiro a tendência recai no mais minimalista possível”, como tendência o mesmo responsável aponta ainda “chuveiros de grande dimensão e grande débito”. A destacar, Avelino Silva refere também os resguardos de banho que constam obrigatoriamente nos duches de grandes dimensões. Para Carlos Barros, administrador da Barros &amp; Moreira, as novidades e tendências de 2010 passam pela marca CTESI que para além de fazer um restyling em alguns produtos, vai lançar um novo modelo “especialmente inovador a nível de design, consequência da forte aposta que a B&amp;M faz na concepção e desenvolvimento dos seus produtos através das parcerias estabelecidas”. Quanto a tendências, Carlos Barros aponta “as linhas rectas e modernas, embora exista um regresso ao clássico e à conjugação de branco e preto na sala de banho”. A destacar, o administrador da Barros &amp; Moreira aponta o lançamento do modelo “Straw” e “Smooth” da CTESI, “que foram concebidos por designers nacionais e que provam a nossa capacidade na criação de novas ideias e conceitos de torneiras”. Segundo o director de marketing da Sanitana, EÉlio Fernandes, “as tendências verificadas no último ano apontam em sentidos muito diversos, o que revela que o consumidor continua a evoluir nas suas preferências, que são cada vez mais segmentadas. A Sanitana está atenta à evolução das tendências, mas sempre procurando separar aquilo que são tendências do momento, algo efémeras, daquilo que são a tendências de evolução mais consistentes a médio prazo. Fazemo-lo porque na nossa marca ambicionamos entregar não um produto de moda mas sim um produto atemporal que partilhe da evolução do conceito de modernidade”. O mesmo responsável sublinha ainda a boa aceitação das duas novas linhas que a empresa criou e lançou. Rui Roriz, administrador das Torneiras Roriz aponta o desenvolvimento da torneira capacitiva e a aposta em novos produtos com design e alta qualidade como as tendências da empresa para 2010.</p>
<p><strong>Novos lançamentos</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99440" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/004_00970_00/"><img class="alignright size-full wp-image-99440" title="004_00970_00" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Logica_banho-duche_ambiente.jpg" alt="" width="234" height="176" /></a>“As novidades para 2010 foram apresentadas em Março com a série Joy e L3”, avança fonte da Pedro Azevedo, director comercial da Retafi. Ao Construir a mesma fonte destacou “os modelos F4, L3 e C3 Reflex”, sublinhando que este último “tem a particularidade de iluminar a água com um tom azul quando sai água fria, um tom magenta quando sai água tépida e um tom encarnado quando sai água quente, graças a um sistema de LED&#8217;s alimentados só pelo movimento da água a passar num automatismo que gera energia para os alimentar”. João Clara, gerente da Benkiser em Portugal, destaca dos seus produtos “equipamentos de encastrar para urinol com novas funcionalidades e design; torneiras temporizadas para lavatório mais pequenas e com design atractivo e com a mesma resistência à má utilização que, por vezes, é feita em espaços públicos; equipamentos técnicos sofisticados nomeadamente misturadores termoestáticos aplicáveis nas mais diversas situações; e torneiras de esquadria com e sem filtro de diversas dimensões”. Para a Laserbuild, as tendências para este ano são “preços baixos e secadores de mãos de grande velocidade, sem elementos de aquecimento, e excelente capacidade de secagem de mãos com reduzido consumo energético”, avança fonte da empresa. Em destaque o responsável da empresa coloca os novos secadores da Mediclinics “DUALflow” e “MACflow”. No segmento dos toalheiros eléctricos, a Tempo Albufeira aponta o seu destaque para os da LVI, sustentando que “são esteticamente perfeitos”. “Até a gama económica de toalheiros eléctricos LVI é composta por toalheiros 100% revertíveis, pois podem montar-se em qualquer posição”. Nos que diz respeito a equipamentos de ventilação, fonte da Decflex revelou ao Construir que em 2010 apresentou mais uma solução de condutas de ar, as Condutas P3 “que são o futuro das condutas”, garante. A destacar fonte da empresa refere os “ventiladores – pela sua eficiência; consutas têxteis – pela solução que representam para a condução e difusão simultânea do ar, facilidade de montagem e limpeza, e aplicação em todo o tipo de industrias e serviços; e as Condutas P3 – solução para condutas de ar, pré-isoladas, leves, práticas de fabricar e instalar”.</p>
<p><strong>Carácter escultural</strong></p>
<p>Supernova é uma das linhas que a Azurambiente representa em Portugal. De linhas geométricas e “carácter escultural” , é o ponto de partida para todo o desenho e arquitectura do espaço de banho. Esta é uma linha que “reflecte a sua envolvente”, explica a marca no seu portal. Desenhada pelos designers da Sieger Design, esta linha já foi galardoada com o Prémio “If product design awards”, e o “Good Design Award” , atribuídos em Hanover e em Chicago, respectivamente. Com superfícies de alto brilho, os acabamentos disponíveis são em cromado polido, platinado e champanhe.</p>
<p><strong>Padimat</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99455" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/t4-10-01/"><img class="alignright size-full wp-image-99455" title="T4.10.01" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/T4.10.01.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a></p>
<p>No âmbito de apresentarem produtos de valor acrescentado, os responsáveis da Padimat recorreram a profissionais de renome para conceberem as suas novidades. Destas sinergias nasceram as linhas S22 e Palma.</p>
<p>S22 – Souto Moura, figura incontornável da arquitectura, é o autor desta gama, que se caracteriza por “um conjunto de peças de design elegante e moderno, atenta aos mais pequenos pormenores”.</p>
<p>Palma – Desenhada pelo arquitecto espanhol Francisco Mangado, esta linha “reflecte simplicidade e bom gosto”. Consiste em “soluções exclusivas marcadas pela precisão e rigor estético”.</p>
<p><strong>Roca</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99454" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/evol_-aguaii/"><img class="alignleft size-full wp-image-99454" title="Evol_ águaII" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Evol_-águaII.jpg" alt="" width="234" height="165" /></a></p>
<p>A aposta da Roca visa tornar as suas torneiras em algo “mais que um simples complemento”. Neste âmbito, apresenta quatro gamas diferentes, com a Evol a assumir uma posição de destaque.</p>
<p>Evol – É uma gama “de liderança e de carácter forte”, impondo-se no espaço de banho “como elemento singular”, na medida em que confere uma sensação de “bem-estar e conforto puros”. As suas formas permitem que a água caia pelo cano totalmente aberto, criando o efeito de “cascata” e “lembrando a essência das fontes tradicionais”. Este modelo permite uma poupança de água até 35%. Esta colecção conta com torneiras de lavatório que oferecem um caudal máximo de oito litros por minuto. O modelo banho-duche está equipado com uma tecnologia exclusiva de controlo de água “graças ao sistema de abertura de joystick”, que proporciona um caudal máximo de 18 litros por minuto.</p>
<p>Logica – Com formas “suaves, elegantes e funcionais”, estas torneiras nascem “de um design intemporal”, que se insere nos quartos de banho actuais, “valorizando o espaço e dotando-o de funcionalidade avançada”.</p>
<p>M2 – Esta gama adapta-se “a qualquer espaço de banho” e proporciona “infinitas possibilidades através do seu design subtil e modular”.</p>
<p>Targa – O mote desta linha reside em “beleza e simplicidade”, dadas as suas linhas “esbeltas e curvilíneas”, que conferem a estas torneiras “um carácter funcional e singular”.</p>
<p><strong>Sanindusa</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99452" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/sanindusa-step1/"><img class="alignright size-full wp-image-99452" title="sanindusa-STEP1" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/sanindusa-STEP1.jpg" alt="" width="234" height="175" /></a></p>
<p>Step – Desenhada por Suzana Nobre, misturadora monocomando Step assume uma “diferenciação formal bastante forte”. As suas linhas geométricas, “marcadamente angulares, surgem como elemento condutor de toda a linha”. Esta série é composta por misturadora de lavatório, bidé, de banheira e de base de duche. Possui um pequeno cartucho monocomando que possibilita “uma dimensão de corpo bastante reduzida”, não colocando em causa “a eficácia do seu funcionamento e permitindo um jogo formal de volumes bastante interessante”. O aerador rectangular da misturadora de lavatório e de banheira permite um caudal “sob forma de cascata, um elemento que complementa a sua diferenciação”.</p>
<p><strong>Sanitana</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99446" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/bloc_banheira/"><img class="alignright size-full wp-image-99446" title="bloc_banheira" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/bloc_banheira.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a></p>
<p>BLOC &#8211; “Separadas, a forma dinâmica da bica contrasta com o rigor cubista do corpo. Juntas, o seu encaixe cria uma forma única original”, originando torneiras de personalidade “muito forte”.</p>
<p>Flow – Dirigida para aqueles que procuram “diferença e modernidade” a preços acessíveis, a sua elegância deriva da união “entre o dinamismo e a simplicidade”. “Superfícies planas e linhas direitas formam uma perfeição simétrica que se pode confirmar em todos os ângulos”, enquanto o corpo inclinado, formado por linhas dinâmicas, “inspira estilo e modernidade”. Daqui resulta uma gama extensa, e de “versatilidade única”, em que todas as soluções “são um exemplo de inovação e funcionalidade”.</p>
<p>Silk – Com uma “subtileza envolvente”, as linhas rectas da bica e do manípulo desta gama “abraçam as formas cilíndricas do corpo com uma naturalidade genuína”.</p>
<p>Delta – O carácter de toda esta gama define-se pela “elegância do manípulo”, na medida em que “a sua forma fina e delicada transmite a cada peça uma marca de modernidade”. Trata-se de uma série extensa e com múltiplas soluções.</p>
<p>Noa – A elegância e modernidade desta peça nasce da sua “harmonia geométrica”. A suas linhas e formas “combinam suavemente, numa única forma, em que o seu corpo e o manípulo se fundem naturalmente”.</p>
<p><strong>Gama Clever Platinum</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-99443" href="http://www.construir.pt/2010/07/15/especial-torneiras-e-acessorios-de-casas-de-banho/aude-lavabo-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-99443" title="Aude lavabo 2" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/07/Aude-lavabo-2.jpg" alt="" width="234" height="209" /></a></p>
<p>Bimini – Esta torneira inspira-se numa fonte de pedra. “As suas formas alcançam o equilíbrio desejado entre a cultura e a arte”, enquanto que “o minimalismo na sua expressão mais natural” conduz à “pureza das formas”. Nesta série, “as funções primárias dão lugar a uma indiscutível força conceptual”. Consiste numa misturadora com emulsor  e flexíveis M-10 3/8&#8243; x 370 mm e permite atingir uma poupança de água na ordem dos 50%. O dispositivo TermoLimit permite um controlo da temperatura e existe a opção da válvula automática ABS ou Latão.</p>
<p>Aude – Inspirada na força feminina, esta misturadora  com emulsor e flexíveis M-10 3/8&#8243; x 600 mm também permite uma poupança de água de 50% e dispõe do controlo de temperatura.</p>
<p>Saona Infinity – Uma misturadora de banheira com tubo extensível, quatro pinhas frontais de hidromassagem e suporte articulado. Dispõe de duplo dispositivo de segurançça a 38ºC. É composta por discos cerâmicos e produz o efeito cascata. O inversor está embutido no tubo.</p>
<p>Ana Rita Sevilha e Pedro Cristino</p>
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		<title>Especial Equipamentos Hoteleiros &#8211; Criatividade aliada à  sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 05:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Batista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.175 Especial Equipamentos Hoteleiros]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Economia, Vieira da Silva, disse recentemente que este ano está prevista a inauguração de 29 novas unidades hoteleiras, que representam uma oferta de sete mil quartos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia, Vieira da Silva, disse recentemente que este ano está prevista a inauguração de 29 novas unidades hoteleiras, que representam uma oferta de sete mil quartos. Durante a sua intervenção, por ocasião da cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais da Confederação do Turismo Português (CTP), Vieira da Silva afirmou que é “altura de prosseguir o esforço para colocar o país turístico no lugar a que tem direito”, o que, defendeu, “exige maior atenção, criatividade e empenhamento”. Vieira da Silva disse que, apesar de a crise económica e financeira não estar completamente ultrapassada, os primeiros indicadores do sector do turismo divulgados este ano são positivos. “2010 não será, certamente, um ano fácil. A crise financeira e económica não foi ainda definitivamente ultrapassada. Contudo, podemos e devemos salientar alguns sinais positivos. Os primeiros números deste ano foram números já positivos ao nível dos vários indicadores que caracterizam o sector do turismo”, afirmou. O ministro salientou a importância da articulação entre os privados e o Estado no actual contexto. “Vivemos hoje um momento particularmente difícil e é nestes momentos que mais importante se revela a parceria entre o Estado e o sector empresarial”, disse.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-98966" href="http://www.construir.pt/2010/07/01/especial-equipamentos-hoteleiros-criatividade-aliada-a-sustentabilidade/hotel-bedroom/"><img class="alignright size-full wp-image-98966" title="Hotel Bedroom" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/Fotolia_5553675_Subscription_L.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a></p>
<p><strong>Segmento hoteleiro</strong></p>
<p>Perante estes indicadores, são várias as empresas que tentam olhar para este segmento da hotelaria com a perspectiva de desenvolver o seu negócio. Uma dessas empresas é a Augusto Guimarães &amp; Irmão. A empresa especialista em transformação de plástico, e que representa, entre outras marcas, a Trespa, tenta agora explorar obras de menor dimensão e que permitam recuperar em parte o abaixamento da actividade em grande obras privadas. Para o director comercial da empresa, Nuno Guimarães, “uma das questões que estamos a considerar, e é uma alteração de estratégia em relação ao ano passado tem a ver com a diminuição dos projectos a nível privado de grande envergadura. O Bom Sucesso, em Óbidos, é um projecto privado de enorme dimensão mas que está a ser desenvolvido a um ritmo mais lento”. “No nosso caso, sempre seguimos os projectos grandes e se ao nível de hospitais e de escolas as coisas se mantêm, no caso da obra privada estamos a tentar olhar para obras de dimensão inferior, para potenciar um pouco o negócio que até agora não era a nossa grande meta”, acrescenta. “Desse modo estamos a recolher algum negócio onde não estávamos presentes. Estamos a descer dois degraus para servir um cliente que não servíamos tão directamente, mas a verdade é que uma obra de 200m2, outra de 300m2 e uma outra de 500m2 já chegamos aos 1000m2”, considera Nuno Guimarães. A Trespa é a responsável pela instalação em trabalhos como o Hotel Fagus, na Hungria, ou o Hotel Mod05, em Verona, Itália, onde foi instalada a solução Trespa Meteon na fachada. A Herdade dos Salgados, no Algarve, foi outra das obras em que a Trespa esteve presente. Nuno Guimarães acrescenta que a empresa dispõe de “uma fachada que de acordo com a orientação dos painéis apresenta variações de tonalidade, quase um efeito dominó. São pequenas variações que suscitam a curiosidade. O projecto pequeno também é importante e há que encarar essa realidade. Hoje não podemos estar tão presentes em obras grandes, mas a verdade é que as pequenas, somadas, podem resultar num volume considerável”. O director-comercial da Augusto Guimarães &amp; Irmão defende que a empresa disponibiliza um produto Premium, como os policarbonatos, “que se tem de vender ao arquitecto ou ao dono-de-obra. Tem vantagens económicas, ao nível do design, e o construtor não tem esta sensibilidade, têm um olhar demasiado forte sobre o preço”.</p>
<p><strong>Privilégio aos arquitectos</strong></p>
<p>“Temos mantido uma boa relação com os arquitectos, também por via de parcerias com a Ordem dos Arquitectos com quem temos organizado conferências técnicas. É no arquitecto que vamos continuar a investir. Estamos também a repensar a nossa estratégia ao nível de instaladores. Mais do que trabalharmos com 100 instaladores, queremos trabalhar com 12 que nos apresentem garantias”, refere. A Trespa é uma marca que está totalmente voltada para trabalhar com arquitectos e em obras diferentes. Procura uma conjugação de cores mas também de efeitos. A Trespa dispõe de um Metallics que conforme a incidência da luz vai mudando de tonalidade. “O arquitecto faz uma obra não só porque o cliente lhes paga mas também porque gostam de ter algo exclusivo e também de ser premiados pela exclusividade. A empresa sempre foi inovando em cores e efeitos para alimentar essa ‘fome’ dos arquitectos em serem inovadores. Sempre o fez e vão continuar a fazer. Não querem estar ligados apenas ao branco e preto que cada um faz, mas querem ser genuínos, inovadores”, diz Nuno Guimarães. Outra das empresas que está atenta ao mercado é a Padimat. Para o administrador da empresa, Nuno Azevedo, “é incontornável que o mercado interno não está num bom momento mas temos sabido superar essas dificuldades com cada vez mais produtos e linhas que conseguem chegar a faixas de mercado onde antes não conseguíamos e temos conseguido com alguma gama mais completa”. “Temos uma linha completa e sentimo-nos com capacidade de ir para uma feira internacional ombrear com as grandes marcas italianas”, garante aquele responsável, que destaca as linhas assinadas pelos arquitectos Souto de Moura e ‘Patxi’ Mangado. O mesmo responsável sublinha no entanto uma outra virtude: as marcas próprias. Para Nuno Azevedo, “marcas próprias não são  marcas brancas. Falo em marcas que são positivas, são marcas construídas pelo design e pela qualidade do produto e não são marcas trabalhadas em torno do factor preço. Claro que conseguem ser competitivas até porque é um dos objectivos de termos marcas próprias mas o objectivo principal é ter um portfolio completo de bom gosto e construído em Portugal, e a partir daí chegar ao mercado em condições interessantes para os clientes”. Nuno Azevedo entende que a hotelaria é um segmento muito forte na empresa. “Fomos optimizando os produtos e como resultado disso, temos a linha Itap e On.Off que incluem uma componente tecnológica no sentido da poupança de água e energia que é notável, nomeadamente, quando se faz o primeiro movimento elas não consomem gás, porque só vão buscar água fria e são torneiras que poupam cerca de 50% do consumo de água em comparação com uma torneira tradicional. Uma torneira consome cerca de 12 litros por minuto e estas consomem menos de seis” diz o administrador da Padimat. A inovação de ambas as linhas vem da harmoniosa conciliação entre os componentes internos e as linhas simples e cruas, com vista a evitar alterações bruscas e quebras nas formas, para dar uma melhor percepção de fluidez, e para facilitar a sua utilização. O que as distingue para além das resoluções técnicas, e apesar de algumas similaridades, é o carácter oposto que cada uma adquire no espaço inserido – enquanto a On-Off demonstra ter uma personalidade mais quente, a ITap já é mais fria. A inovação tecnológica é o motivo de destaque da XXL, uma nova linha de revestimentos de outra das marcas próprias da Padimat, a Land Evolution. A partir de sistemas tecnologicamente avançados, tornou-se possível a obtenção de placas de cerâmica de 3600&#215;1200 e apenas 3mm de espessura, o que, além das vantagens oferecidas pelo seu tamanho, tem propriedades de alta resistência e abrasão mínima, bem como flexibilidade que permite a aplicação em superfícies não totalmente rectas. Os produtos da linha XXL são 100% naturais e recicláveis e as suas cores foram escolhidas pelo Arquitecto Francisco Aires Mateus, em exclusivo para a Padimat.</p>
<p><strong>Termas do Vidago</strong></p>
<p>Quatro anos depois de fechar para obras, o Vidago Palace vai ser inaugurado a 6 de Outubro, um século após a sua abertura inicial, e com 48 milhões de euros investidos na recuperação do hotel e parque envolvente. O anúncio foi feito pelo presidente da Unicer, António Pires de Lima, que lembrou a aposta da empresa de bebidas no desenvolvimento de zonas de turismo de excelência em Vidago e em Pedras Salgadas e destacou a “coragem dos accionistas” por manterem o objectivo “numa altura tão complicada”. A conclusão das obras no hotel, que está incluído num Projecto de Interesse Nacional (PIN), esteve inicialmente prevista para 2008, mas os prazos acabaram por derrapar devido ao facto de se tratar de uma “intervenção muito profunda”, como referiu o administrador executivo da Unicer, Rui Ferreira. De acordo com o mesmo responsável, a unidade hoteleira vai abrir em regime de “soft-opening” para “ir testando serviços e oleando a máquina”, estando a inauguração oficial marcada para 6 de Outubro, integrada na comemoração do centenário da República. O Vidago Palace fechou ao público em Novembro de 2006 e as obras arrancaram no ano seguinte. A unidade hoteleira tem 70 quartos e suites, restaurantes, salas de reuniões, entre outros serviços. O SPA termal e o Club House, que recupera o edifício do primeiro engarrafamento da água Vidago, têm a assinatura de Siza Vieira. O hotel conta também com um campo de golfe com 18 buracos e um parque com cem hectares que foi inteiramente recuperado. A Unicer assegurou o investimento e a recuperação do parque e entregou a gestão hoteleira ao grupo GLA, também responsável pelo Bairro Alto Hotel, em Lisboa. No total, a Unicer vai investir cerca de 80 milhões de euros nos projectos PIN de Vidago (48 milhões) e Pedras Salgadas (32 milhões), que implicaram a deslocalização da actividade industrial de Vidago e a sua relocalização em Pedras Salgadas. Os responsáveis da Unicer adiantaram que a primeira fase do projecto Pedras Salgadas estará concluída este ano, com abertura ao público do SPA termal e de um parque com cinco hectares. A segunda fase deste investimento implica a construção de um hotel, “numa lógica de complementaridade” com a unidade de Vidago, adiantou Pires de Lima. A Unicer mantém-se como proprietária do hotel e do parque, incluindo a manutenção e exploração das captações da água Vidago.</p>
<p><strong>Redução do consumo de energia</strong></p>
<p>O consumo de energia nas unidades hoteleiras em Portugal reduziu-se nos últimos dois anos ao terem sido adoptadas medidas como o uso de lâmpadas de baixo consumo ou sistemas automáticos de iluminação, segundo um estudo divulgado. O estudo &#8220;Boas práticas ambientais nos hotéis e pousadas&#8221;, foi desenvolvido pelo Turismo de Portugal e resulta de um inquérito a 481 estabelecimentos hoteleiros nacionais realizado em 2008. O documento analisa como evoluiu, nos últimos dois anos, a gestão da energia, da água e dos resíduos nos hotéis e pousadas. O próximo inquérito terá lugar em 2010. Segundo o estudo, o uso de lâmpadas economizadoras é a medida mais generalizada, posta em prática por 95% dos estabelecimentos inquiridos, seguindo-se o uso de iluminação automática (em 85% dos edifícios). Nos últimos dois anos, 72% dos estabelecimentos implantaram estratégias para reduzir o consumo de energia. O facto de quase 80% das unidades deixarem ao critério dos clientes quando devem ser recolhidas as toalhas e lençóis usados permitiu reduzir em muito o consumo de água para lavagem de roupas. Quase metade dos estabelecimentos introduziu, ainda, sistemas automáticos e eficientes de rega e 25% dos hotéis e pousadas já reutiliza as águas de qualidade inferior na rega e em lavagens. A Madeira, o Centro e Lisboa são as regiões mais sensíveis à necessidade de uma gestão eficiente da água. Separar para reciclar é também, segundo o estudo, uma tendência crescente junto destas unidades. Em 90% colaboram na recolha selectiva dos resíduos (contra 80% em 2006), a que se junta a redução de detritos gerados, já que 3/4 das unidades optaram por não disponibilizar produtos descartáveis aos clientes. De acordo com o estudo, a crescente adesão dos estabelecimentos a medidas que reduzem a sua pegada ecológica e se enquadram na estratégia nacional de desenvolvimento sustentável também coloca Portugal na vanguarda neste domínio. Publicada no ano passado, a nova legislação dos Empreen­dimentos Turísticos estabeleceu critérios de sustentabilidade ambiental destes estabelecimentos (como a certificação ambiental ou a disponibilização de espaços verdes) que poderão vir a ter relevância no respectivo processo de classificação, ou seja, no número de estrelas que serão atribuídas a cada unidade hoteleira. Está também em preparação a legislação para regulamentar as boas práticas ambientais dos empreendimentos e actividades turísticas em áreas protegidas. Um dos pontos fulcrais será o acompanhamento dos projectos que incluem campos de golfe e a verificação dos respectivos mecanismos de consumo de água.</p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-98967" href="http://www.construir.pt/2010/07/01/especial-equipamentos-hoteleiros-criatividade-aliada-a-sustentabilidade/attachment/3/"><img class="alignleft size-full wp-image-98967" title="3" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/3.jpg" alt="" width="234" height="351" /></a>Douro promove sustentabilidade</strong></p>
<p>O “Chave Verde” é um programa de educação ambiental, de âmbito internacional, que acolhe na sua rede as estruturas turísticas que visem uma gestão e utilização mais sustentáveis em cada estabelecimento. Foi este também o objectivo do seminário que decorreu em Abril no Auditório Municipal de Moimenta da Beira, promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa e que procurou incentivar a mudança de comportamentos ao nível da gestão e da utilização dos recursos turísticos de cada região, como meio do seu desenvolvimento.</p>
<p>Este seminário pretendeu dar continuidade ao trabalho de sensibilização para os benefícios que se podem obter na implementação de melhorias de eficiência energética, para as vantagens da introdução de actividades de Educação para o Desenvolvimento Sustentável e para a importância da redução dos consumos de água. Foi abordado o contributo que estes empreendimentos hoteleiros representam no enquadramento do território em que se inserem. Além de todos estes temas, a grande meta do programa “Chave Verde” passa pela motivação para a importância da Arquitectura Sustentável.  Região de profunda união entre o Homem e a Natureza, o Douro era já descrito por Aquilino Ribeiro como uma terra de grande energia, umas vezes dócil, outras vezes indomável. “Terra e céu, aspirações e apetites, espírito e matéria, anjos e demónios, vida e morte, toda esta poeirada redemoinha no meu caleidoscópio rústico”, assim definiu o autor, natural de Moimenta da Beira, a região do Douro, reforçando já o mote da Educação Ambiental e da sua relevância na lapidação da região.</p>
<p>Este seminário é uma organização do Município de Moimenta da Beira, com a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE &#8211; gestora do programa “Chave Verde”) e com a Turismo do Douro. Vão participar, entre outros, Teresa Larsson, da Turismo de Portugal, Joaquim Ribeiro, da Associação de Hotelaria de Portugal e Carla Lourenço e Paula Dinis, da Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE). Estarão também representados alguns dos empreendimentos do Douro já distinguidos com a “Chave Verde”.</p>
<p><strong>Hilton lança sistema de medida de sustentabilidade</strong></p>
<p>“LightStay” é o nome do sistema de medida de sustentabildade da Hilton Worldwide, com o qual a cadeia obteve reduções significativas no consumo de energia (5%), água (2,4%), carbono (6%) e resíduos (10%) no ano de 2009. O objectivo é que até ao fim de 2011, todas as 3,500 propriedades da Hilton Worldwide passem a usar o LightStay. O sistema foi desenvolvido para calcular e analisar o impacto ambiental, e está em teste há dois anos. No primeiro ano (2009) os resultados do LightStay mostram que as 1.300 propriedades da Hilton que usaram o sistema pouparam energia suficiente para 5.700 casas durante um ano. Por outro lado, a redução do consumo de água conseguida dava para encher mais de 650 piscinas olímpicas e a redução de carbono dava para retirar 34.865 carros da estrada. A redução no consumo de água e energia traduziram-se ainda numa poupança de mais de 29 milhões de dólares à cadeia americana. “A Hilton Worldwide e as suas marcas interferem com as vidas de centenas de comunidades e milhões de pessoas em todo o mundo. Por isso a responsabilidade ambiental e sustentabilidade é uma prioridade para a companhia, sendo reflectida na forma como fazemos negócio”, afirmou Christopher Nassetta, presidente e CEO da Hilton Worldwide.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Sistema Slide Prime</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[Domal Slide Prime PA120 consiste num sistema de correr e elevar, com ruptura de ponte térmica, vocacionado para vãos de médias e grandes dimensões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98185" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-sistema-ilia-2/dsc01788/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-98185" title="DSC01788" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/DSC01788-150x112.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a>Domal Slide Prime PA120 consiste num sistema de correr e elevar, com ruptura de ponte térmica, vocacionado para vãos de médias e grandes dimensões. De acordo com a informação da Domal, esta solução foi concebida “de acordo com as tendências da arquitectura moderna” e permite “usufruir da relação com o ambiente exterior, garantindo um excelente desempenho térmico e acústico”. A “coerência estética do projecto” é assegurada através da “versatilidade do sistema”, na medida em que esta permite “a aplicação em diferentes soluções construtivas”, como janelas e portas de correr “de duas, três e quatro folhas, fixas ou móveis”. A solução de elevar “facilita e suaviza o deslizamento das folhas, tornando a utilização do sistema acessível e de maior conforto”.</p>
<p><strong>Solução de elevar</strong></p>
<p>A tecnologia alemã integra este sistema de elevar, que permite a movimentação de grandes pesos “com o mínimo esforço”. Com a fixação da ferragem no centro do perfil de olga e a aplicação dos esquadros, um no interior e outro no exterior, “obtém-se um sistema de grande robustez e equilíbrio”.</p>
<p><strong>Solução de correr</strong></p>
<p>Trata-se de uma solução “robusta e económica, com um excelente desempenho mecânico”. Dispõe de possibilidade de aplicação do cremone com desvio para fecho multipontos, proporcionando uma “maior comodidade e segurança”.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Sistema ilia</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um aro de 127 milímetros e uma folha de 57 milímetros, ilia é um sistema de correr/elevar com ruptura de ponte térmica para grandes dimensões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98073" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-sistema-ilia/6_domal_ilia/"><img class="alignright size-full wp-image-98073" title="6_domal_ilia" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/6_domal_ilia.jpg" alt="" width="234" height="149" /></a>Com um aro de 127 milímetros e uma folha de 57 milímetros, ilia é um sistema de correr/elevar com ruptura de ponte térmica para grandes dimensões. Este sistema conta com uma pista de rolamento em alumínio anodizado. A estanquidade é garantida através das vedantes em EPDM e este sistema permite o envidraçamento entre 10 milímetros e 40 milímetros. A fabricação das folhas é executada a 45 graus e os aros fixos aparafusados a 90 graus. A estética actual da ilia é baseada em linhas rectas e existe, neste sistema, a possibilidade de bicolor, bem como a possibilidade de ferragem na cor da caixilharia.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Technal apresenta Lumeal</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Technal, a novidade consiste no sistema Lumeal, “o único caixilho de correr com folha oculta, que se distingue pela elevada performance”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98068" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-technal-apresenta-lumeal/render-lumeal25cm/"><img class="alignright size-full wp-image-98068" title="render lumeal25cm" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/render-lumeal25cm.jpg" alt="" width="234" height="156" /></a>Na Technal, a novidade consiste no sistema Lumeal, “o único caixilho de correr com folha oculta, que se distingue pela elevada performance”. “Sob o conceito “Mínima, Máxima, Única”, o novo sistema Lumeal impõe uma reorganização dos elementos que compõem um caixilho de correr tradicional”, referem os responsáveis da empresa, em comunicado ao Construir. Este sistema conta com formas simples e de aspecto minimalista, tornadas possíveis pelo facto da Lumeal ser “uma janela de correr com folha oculta e com apenas 68 milímetros de vista de alumínio”, resultado de uma “redução de 35% de vista do alumínio” e de um “aumento de 14% de luminosidade”, que é “uma tendência da arquitectura actual”. Por sua vez, os puxadores são exclusivos Technal e, “para garantir a máxima segurança, o sistema de fecho da Lumeal está no interior do aro e é inacessível do exterior”. Em termos de prestações, esta janela atinge uma performance “idêntica a um sistema de batente”, com uma “atenuação acústica até 37 decibéis e uma transmitância térmica até Uw=1,6 W/m2K”. Os responsáveis do grupo ressalvam também as “altas prestações aos níveis da estanquidade à água, da permeabilidade ao ar e da resistência à carga do vento”.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Reynaers na Veteco</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Veteco 2010, a Feira Internacional de Janelas e Estruturas de Vidro que decorreu entre 4 e 7 de Maio, em Madrid,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98064" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-reynaers-na-veteco/ventaliscp130_section-view/"><img class="alignright size-full wp-image-98064" title="VENTALIS+CP130_section view" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/VENTALIS+CP130_section-view.jpg" alt="" width="234" height="266" /></a>Na Veteco 2010, a Feira Internacional de Janelas e Estruturas de Vidro que decorreu entre 4 e 7 de Maio, em Madrid, a Reynaers apresentou diversos produtos novos. No campo das novidades, os responsáveis da empresa destacaram, ao Construir, o sistema de perfis CF 77, “para portas de harmónio de grandes dimensões (1200 milímetros de largura, 3000 milímetros de altura e 120 quilos por folha) e com um elevado isolamento térmico”. Por sua vez, as fachadas também são contempladas por esta marca, com os sistemas CW 65-EF, para fachadas de elevado isolamento e que integra também o sistema de sombreamento BS 30 Solar, o CW 50-FP EI60, “resistente ao fogo até 60 minutos” e o CW 65-EF SG, um “sistema de fachada modular VEC”. A Reynaers ressalva também o CD 50-SD para portas de entrada de vaivém, com ruptura de ponte térmica, e o novo sistema de correr elevatório CP 130, que conta com “um sistema de alta performance, até 300 quilos por folha”, que também tem ruptura de ponte térmica e obtém “elevadas prestações de estanquidade, segurança e isolamento térmico”, incorporando, também “o sistema de ventilação auto-regulável Ventalis”. “Entre a completa gama dos nossos sistemas para portas e janelas, destacamos, devido ao seu elevado isolamento térmico, o novo sistema CS104 e os sistemas CS 86-HI e CS 77-BP, à prova de bala”, concluem os representantes da empresa.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Os sistemas da Navarra</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[O n24 200 da Navarra consiste num sistema de correr perimetral com linhas rectas, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-98060" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-os-sistemas-da-navarra/actual/"><img class="alignleft size-full wp-image-98060" title="actual" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/actual.jpg" alt="" width="234" height="160" /></a>n24 200</strong></p>
<p>O n24 200 da Navarra consiste num sistema de correr perimetral com linhas rectas, aros fixos de 98 milímetros de profundidade, com opção em tri-rail e aros móveis de 77 milímetros de vista, para vidro duplo. “Com múltiplas soluções construtivas”, este sistema “possibilita a execução de caixilhos de grandes dimensões e vãos bicolores”. O n24 200 permite também a execução de vãos de correr tradicionais e folhas de correr eleváveis mediante um acessório próprio que facilita a manobra e o deslizamento da folha.</p>
<p><strong>n15 000</strong></p>
<p>As fachadas são o sistema de alumínio e vidro “melhor integrado, com novos conceitos de arquitectura para edifícios”, refere a nota de imprensa da Navarra, que acrescenta que este sistema “permite realizar uma ampla variedade de estruturas em fachadas, apresentando as mais diversas soluções para os modernos edifícios”. O n15 000 é um sistema com acabamento feito em madeira, anodizados e lacados, e pode integrar fachadas em cortina, em vidro preso, colado ou em suporte e poderá também estar agrafado.</p>
<p><strong>n14 300</strong></p>
<p>O sistema de batente com ruptura de ponte térmica n14 300 conta com uma profundidade dos aros fixos de 64 milímetros e das folhas de 72 milímetros, com três câmaras. Através do seu coeficiente térmico de Uw de 1,6W/m2K, pode reduzir-se “significativamente o consumo de energia”, o que levará a uma consequente diminuição de emissão de dióxido de carbono. Por sua vez, “o aumento da profundidade dos perfis do sistema n14 300 permite a melhoria das performances funcionais, térmicas e acústicas”.</p>
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		<title>Janelas e Caixilharias &#8211; Com vista  para a inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 05:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Cristino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Ed.173 Especial Janelas e Caixilharias]]></category>

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		<description><![CDATA[As expectativas dos fabricantes não estão elevadas e isso não é surpresa para quem tenha estado a seguir o desenvolvimento da situação económica que se tem vivido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-98056" href="http://www.construir.pt/2010/06/03/janelas-e-caixilharias-com-vista-para-a-inovacao/print/"><img class="alignright size-full wp-image-98056" title="Print" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2010/06/janela-aluminio-domal.jpg" alt="" width="234" height="281" /></a>As expectativas dos fabricantes não estão elevadas e isso não é surpresa para quem tenha estado a seguir o desenvolvimento da situação económica que se tem vivido. O Construir dirigiu-se à Tektónica para falar na primeira pessoa com os responsáveis das empresas deste segmento e recolheu também informação sobre as novidades que chegaram, ou vão chegar, ao mercado.</p>
<p><strong>Optimismo com baixas expectativas</strong></p>
<p>“Estou sempre optimista, porque as minhas expectativas são quase sempre nulas”, referiu José Matias, explicando que a empresa que representa está no certame “para marcar presença” e ganhar “visibilidade”. O responsável da Ogiva Global considera que o ano transacto “foi positivo” para a empresa e a participação da mesma na edição anterior da feira serviu para apresentar orçamentos e para alcançar essa tal visibilidade. Este ano, o grupo apresenta a caixilharia em PVC com seis câmaras de isolamento que permite um melhor isolamento térmico e acústico, um produto “que tem tido boa aceitação” por parte dos clientes. José Matias considera a sua empresa “muito pequena” e, para se movimentarem neste mercado têm de “procurar nichos” e “tipos de trabalho bem definidos”, como, por exemplo “a renovação e substituição de janelas, mais do que obra nova”, uma vez que se trata “de um trabalho mais detalhado e minucioso, e de menor volume”. Embora o preço seja “sempre importante”, no caso da Ogiva Global, os clientes apreciam, essencialmente, a qualidade. “Não somos os mais baratos do mercado”, explica José Matias referindo que não é nesse ponto que a empresa se pretende enquadrar, preferindo “a qualidade e o tipo de trabalho” como factores de diferenciação. Como o sector da construção nova tem sido bastante fustigado pela crise, a empresa aposta no mercado da reabilitação. A pintura do vidro por plotter foi a novidade apresentada ao Construir pela Sosoares. Esta inovação consiste em utilizar tinta “feita a partir de vidro, submetida depois a 700 graus e integrada no vidro da janela”, como mencionou Manuel Soares, representante da empresa. No campo das caixilharias, o grupo apresenta o sistema de “porta-elevador”, o sistema de batente minimalista, em que “só fica visível o aro fixo” e o sistema “minimalista de correr, que fica com os fixos embutidos”. De referir que o alumínio é o material privilegiado desta empresa, cujo responsável não apresenta grandes expectativas de mercado, devido à “redução significativa” do volume de negócio na área da construção.</p>
<p><strong>Um mercado com potencial</strong></p>
<p>“O nosso objectivo principal é ter contacto com os arquitectos”, refere Heládio Honório, sócio da Dário Honório, quanto à presença do grupo na Tektónica 2010. Esta empresa opera no nicho de mercado da reabilitação, o qual a coloca frente a uma grande concorrência, segundo o seu responsável. “Temos uma fundição própria que faz este tipo de peças em alumínio fundido e não conheço outra empresa em Portugal que faça este tipo de trabalho”, explica, mencionando que a reabilitação, “especialmente em Lisboa”, tem proporcionado trabalho à Dário Honório, no âmbito das portas. Contudo não existe sempre “capacidade de resposta” do grupo para explorar todo o potencial deste mercado, uma vez que as suas soluções “requerem muito trabalho manual”, o que “demora muito tempo”. “É tudo feito peça a peça”, justifica Heládio Honório. A Porta Axis, em eixo vertical deslocado, é a grande novidade da empresa. “Este ano temos painéis novos, em materiais como o vidro ou a pele”. “Desde que se obedeça à espessura necessária, qualquer material pode ser aplicado”, esclarece o responsável, que apresenta também, como inovações, a caixilharia em PVC e a parceria com a Schücco. A Alukit apresenta as Varandas de Vidro, “que ainda é considerado um produto inovador em Portugal”, como ressalvou José Madureira ao Construir. Este produto permite “fechar varandas e terraços de uma forma que, até agora, os meios tradicionais não permitiam”, esclarece o responsável, apontando, como vantagem desta solução, o facto de este sistema “permitir a abertura total do vão”, ficando “quase imperceptível e não alterando a fachada dos prédios”. Trata-se de um artigo que, segundo José Madureira, tem “muita aceitação” entre os clientes da empresa, devido às suas características. “Está a ser um sucesso”, afirma, optimista. Optimistas também são as expectativas da empresa. “Temos vindo sempre a crescer, fruto da inovação”, explica José Madureira, que menciona a estratégia da empresa em criar produtos novos de forma constante. “Há quatro anos criámos as Varandas de Vidro, somos o único fabricante deste tipo de produto em Portugal e essa inovação tem trazido um aumento do volume de negócios”. Por outro lado, a empresa, que conta com unidades de produção no Porto e nos Açores, apresenta também as suas caixilharias em alumínio. Como vantagens competitivas da Alukit, José Madureira refere o preço praticado, algo que é possibilitado pelo facto da empresa ser também fabricante, os prazos de entrega e a assistência. Quanto ao mercado, o responsável da marca esclarece que o mesmo “está a começar a ser desenvolvido” e que “ainda tem muito para dar”. “Temos tentado estar sempre um passo à frente e apresentar novidades todos os anos, para que os produtos se mantenham sempre actuais, inovadores e à frente dos outros”. Como inovação, a Alukit irá desenvolver as Varandas de Vidro de forma a que as mesmas não necessitem de calha inferior, de forma a responder a um pedido dos seus clientes. “Fizemos 20 anos este ano”, afirmou ao Construir Braz Mendes, sócio-gerente da Cruzfer, empresa que já é “conhecida” neste mercado. O impacto da situação económica é visto por este responsável como algo “normal”, dado o decréscimo da actividade da construção. “Particular­mente não nos podemos queixar, porque temos mantido o volume de negócios intacto, mas é lógico que o futuro seja de abrandamento”, explica Braz Mendes, acrescentando que, para que as empresas deste sector minimizem os efeitos da crise, deverão “trabalhar projectos, apresentar soluções, sem passar só pelo produto em si” e deverão também recorrer à tecnologia para desenvolver inovações. Para Braz Mendes é importante dispor “não tanto de um produto isolado em si”, mas também de sistemas integrados de soluções. Como novidades, a Cruzfer apresenta a Imagic Weave, que consiste na “possibilidade de integrar, nos painéis de malha metálica de inox, uma tecnologia baseada em LED 10, o que permite criar painéis multimédia nas fachadas dos edifícios”, e também a ferragem oculta para janelas.</p>
<p><strong>Associativismo</strong></p>
<p>“A Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE) nasceu de uma necessidade de existir uma associação que representasse o sector das janelas em Portugal”, declarou ao Construir o arquitecto João Ferreira Gomes, presidente da ANFAJE e responsável pela Caixiave. “Da vontade de uma série de fabricantes de janelas eficientes – que são aquelas janelas que contribuem para o isolamento térmico e acústico – nasceu esta associação, que conta com 25 membros associados”, refere, explicando que mais empresas irão fazer parte da ANFAJE num futuro próximo &#8211; “esperamos, até ao final do ano, contar com 50 empresas na associação”. Segundo este responsável, a criação da associação deve-se “fundamentalmente à necessidade de defender o sector e de ajudar a promover aquilo que são as janelas eficientes em Portugal”. Em termos de desafios, a ANFAJE propõe-se a “ajudar a desenvolver o mercado das janelas eficientes”, através da promoção deste produto e do impulso ao aumento da quota de mercado do mesmo, a promover “a qualidade e a inovação tecnológica do sector”, no âmbito das normas europeias, e a promover também “as vantagens da utilização de janelas eficientes”. “Está em vigor, desde 1 de Fevereiro deste ano, a marcação CE de janelas, que permitirá que o cliente final possa escolher uma janela em detrimento de outra pelas suas características técnicas e não apenas pela questão do preço”, afirma, optimista João Ferreira Gomes, para quem esta marcação irá “ajudar a elevar a qualidade do produto final”. As janelas eficientes poderão ser fabricadas em madeira, em PVC, ou em “alumínio com ruptura térmica”,  que é um perfil, que dispõe de “melhor condutibilidade térmica”, relativamente ao perfil de alumínio convencional. O presidente da ANFAJE caracteriza o mercado como “muito desregulado”, afirmando que existem “milhares de pequenas unidades de produção de janelas que, normalmente, não cumprem a legislação em vigor”, referindo que “muitas delas não têm alvará” e não têm preocupação com “qualidade de produto, de fabrico e com a eficiência energética”, para além de um grau de “inovação tecnológica” muito baixo. Trata-se também de um mercado que não contém grande concorrência por parte dos congéneres estrangeiros destas empresas, uma vez que, “fundamentalmente, as empresas estrangeiras que actuam no país, actuam no mercado da distribuição de janelas”. “São janelas que são feitas noutros países da União Europeia e depois são instaladas em Portugal”, esclarece. Contudo, esta é uma tendência que “tem vindo a decrescer”, pela presença de “unidades de produção muito grandes em Portugal, que respondem às necessidades de mercado, quer em qualidade, quer em preço”. Por sua vez, João Ferreira Gomes menciona uma “internacionalização crescente de empresas portuguesas, sobretudo em Espanha e em França”, que apresentam, como vantagens competitivas, “a inovação do produto e, por outro lado, flexibilidade na execução de determinado tipo de obras”. Segundo o responsável da associação, o factor inovação tecnológica no país “tem vindo a crescer nos últimos anos” e tem vindo a equipar “muitas empresas que estão na área da produção de janelas”, mas “é um caminho que ainda tem de ser mais acelerado, fundamentalmente ao nível dos recursos humanos dessas empresas”. No que concerne à Caixiave, a actual situação económica é sentida, na medida em que “o sector está a passar por algumas dificuldades, por um lado, pela reorganização e reestruturação, devido à questão das normativas europeias e, por outro lado, pela crise que se verifica na área da construção”. Contudo, o responsável pela empresa refere que, “este ano, está inscrita no Orçamento de Estado para 2010, a medida “Janela Eficiente”, que permitirá ao cliente final obter benefícios fiscais pela substituição de janelas antigas”. Embora este dado possa representar um futuro um pouco mais risonho às empresas do sector, “esta medida não foi ainda regulamentada”, esperando João Ferreira Gomes, enquanto membro da ANFAJE, que a mesma “entre em vigor o mais depressa possível”. Para minimizar os impactos desta conjuntura desfavorável, os fabricantes de janelas deverão, na opinião do responsável da Caixiave, “estar muito próximos do cliente particular, ser comercialmente muito activos e, obviamente, numa fase em que o cliente está mais preocupado com a poupança do seu rendimento no final do mês, ter alguns incentivos de promoções, ao nível de substituição das janelas antigas”. Em termos de novidades, a Caixiave tem vindo a apresentar inovações ao nível da caixilharia em PVC, “produtos cada vez mais isolantes ao nível térmico, a possibilidade de incorporar valor nas janelas ao nível de alarmes contra a intrusão”, ou de detectores  que permitam “desligar, por exemplo, o aquecimento central quando a janela é aberta”. Nesta área o factor inovação tem de ser uma constante, sendo que a “grande preocupação reside na garantia de um maior isolamento térmico. Ao nível dos fornecedores de matéria prima, tem vindo a existir uma série de inovações em que os valores de continuidade térmica dos materiais são cada vez mais avançados”. No que se refere ao nível acústico, a inovação tem vindo a recair, sobretudo, no vidro.</p>
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