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	<title>Construir &#187; Plano</title>
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	<description>O site da indústria da construção</description>
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		<title>CML aprova proposta de Plano de Urbanização de Alcântara</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 15:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alcântara]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[A proposta abrange 230 hectares e altera o acesso à Ponte 25 de Abril]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A autarquia lisboeta aprovou, com o voto contra do CDS e a abstenção do PSD, a proposta de Plano de Urbanização de Alcântara, que abrange 230 hectares e altera o acesso à Ponte 25 de Abril.</p>
<p>Segundo António Babo, da equipa que elaborou o documento, a actual entrada na ponte em Alcântara vai ficar reservada para ambulâncias e transportes públicos, sendo construído um novo ramal na Avenida de Ceuta que contornará por norte a ETAR (estação de tratamento de águas residuais) que está a ser construída.</p>
<p>Esse novo ramal vai juntar-se depois ao que vem do viaduto Duarte Pacheco, pelo que os carros deixam de fazer a inversão de marcha depois de entrar na Avenida de Ceuta.</p>
<p>Outra das alterações descritas pela equipa liderada pelo arquitecto Manuel Fernandes de Sá durante a reunião do executivo foi a construção de um túnel entre as avenidas 24 de Julho e Brasília (com passagem por baixo do caminho de ferro) que vai servir também a Infante Santo, onde deixa de haver um viaduto.</p>
<p>A proposta, que recebeu os votos favoráveis da maioria liderada pelo PS e do PCP, será agora enviada para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo para ser depois submetida a discussão pública e à apreciação final da câmara.</p>
<p>O documento prevê um investimento superior a 53 milhões de euros e inclui a recuperação de velhas áreas industriais e ferroviárias devolutas e a criação de dois interfaces nas estações ferroviárias Alcântara-Terra/Mar (no subsolo) e à do Alvito, que será articulada com uma ligação à rede de metro e, através de um meio mecânico (elevador/funicular) até à Rotunda de Alcântara.</p>
<p>Um parecer da Direcção Municipal de Ambiente Urbano (DMAU) questiona a opção de instalar a estação ferroviária de Alcântara no subsolo, “numa zona de elevada ou muito elevada vulnerabilidade a inundações e alto risco sísmico”, chama a atenção para a falta de um estudo hidrogeológico e alerta para os perigos de continuar a construir em caves.</p>
<p>Confrontado com as questões pela oposição, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), afirmou que a construção no subsolo é de evitar ao máximo mas em alguns casos “tem mesmo de ser” e sublinhou que a ligação das linhas de Cintura e de Cascais na estação subterrânea foi alvo de uma declaração de impacte ambiental que contou com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil.</p>
<p>“Não há zonas onde não se possa construir por risco sísmico. E não me parece que compita aos técnicos da DMAU levantar dúvidas sobre os riscos sísmicos”, referiu, acrescentando ter havido um estudo hidrogeológico.</p>
<p>O vereador CDS António Carlos Monteiro sublinhou que a proposta de Plano de Urbanização está condicionada pelo “pressuposto da ampliação do terminal de contentores, entretanto revogada” e não sofreu qualquer retificação desde esta decisão.</p>
<p>Para o autarca, o projecto não começou por onde devia – pela vertente hidrogeológica, inclusive uma solução definitiva para o caneiro de Alcântara – e parte do pressuposto de que a administração central avançará com investimentos nos transportes públicos que ainda não têm data e levam a construir menos estacionamento do que o necessário.</p>
<p>“Sabemos que há o PEC [Programa de Estabilidade e Crescimento] e as coisas não estão fáceis, mas não temos um calendário que permita ter certezas quanto àquilo que é a concretização deste plano”, afirmou, lembrando, por exemplo, de que o metro ainda nem chegou a Campo de Ourique, onde “já devia estar há mais de 20 anos”.</p>
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		<title>Câmara analisa nova proposta para edifício de serviços no &#8220;quarteirão do BES&#8221;</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/07/19/camara-analisa-nova-proposta-para-edificio-de-servicos-no-quarteirao-do-bes/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida da Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Edifício]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
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		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[O projecto agora em análise foi reformulado para melhor se adequar ao Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Lisboa analisa esta quarta feira uma nova proposta para o edifício de serviços e comércio a construir no chamado ‘quarteirão do BES’, no gaveto da Avenida da Liberdade com a Rua Rosa Araújo.</p>
<p>Depois de há quase dois anos ter rejeitado a proposta inicial, que previa o emparcelamento de quatro prédios e a construção de um edifício de seis pisos para escritórios e comércio, o projecto foi reformulado e tem agora menos dois pisos de cave (três em vez de cinco).</p>
<p>A proposta em análise na próxima reunião de câmara, da autoria do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, refere que o projecto agora em análise foi reformulado para melhor se adequar ao Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente.</p>
<p>O actual projecto envolve a constituição de um único edifício, mantendo o prédio de gaveto que integra os números 203-221 da Avenida da Liberdade e os números 1-19 da Rua Rosa Araújo, a preservação das fachadas principais e posteriores dos prédios na Rosa Araújo (25-31), com a demolição do interior.</p>
<p>O volume existente nos 21-23 da Rosa Araújo e o edifício que se estende pelos números 33-35 da mesma rua serão substituídos por dois volumes novos.</p>
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		<title>Câmara de Lisboa admite demora na concretização do Plano de Pormenor da Baixa devido à crise</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/07/13/camara-de-lisboa-admite-demora-na-concretizacao-do-plano-de-pormenor-da-baixa-devido-a-crise/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
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		<description><![CDATA[Munícipes, empresas e instituições têm agora mais dois meses do que o previsto para conhecer e pronunciar-se sobre o documento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A autarquia lisboeta admite que a crise possa implicar dificuldades de financiamento e uma maior demora na concretização do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa Pombalina, cujo prazo de participação pública foi alargado até 15 de Setembro.</p>
<p>Munícipes, empresas e instituições têm agora mais dois meses do que o previsto (o prazo inicial de um mês terminaria na sexta feira) para conhecer e pronunciar-se sobre o documento, que abrange a área entre o Terreiro do Paço (inclusive os edifícios da Armada), o Campo das Cebolas, a Praça da Figueira e o Rossio.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, disse que os privados deverão ter de investir um total de 600 milhões de euros, relativos à recuperação de todos os prédios abrangidos pelo Plano.</p>
<p>O investimento público, de 60 milhões de euros, terá várias fontes &#8211; como o município, as contrapartidas do jogo do Casino de Lisboa e o Programa de Investimento Prioritário em Acções de Reabilitação Urbana (para o qual a câmara contraiu um empréstimo de 120 milhões) – e destina-se às intervenções no espaço público, no estacionamento e em equipamentos.</p>
<p>“Como existe uma crise, significa que provavelmente o investimento, em vez de ser feito num prazo curto, é feito num mais longo, porque efetivamente há dificuldades de financiamento”, referiu o responsável.</p>
<p>A nível de equipamentos, está já a ser projectado um centro de saúde no Martim Moniz e a autarquia está a estudar a criação de outro na antiga loja do munícipe.</p>
<p>O executivo está também a ponderar a construção de uma creche no Campo das Cebolas e a discutir com a Santa Casa da Misericórdia a instalação de uma residência para idosos num edifício municipal da Rua do Crucifixo.</p>
<p>Quanto ao estacionamento, um problema “nunca fácil de resolver” na Baixa, o facto de os edifícios não poderem ser profundamente alterados e de o nível freático ser muito alto obriga a arranjar soluções na periferia mais imediata – Mercado do Chão do Loureiro (já em construção), Corpo Santo (projectado) e Campo das Cebolas (a desenvolver com a Sociedade Frente Tejo).</p>
<p>Nestas áreas é possível construir parqueamentos em cave, o que continua a ser inviável nos edifícios do centro.</p>
<p>Manuel Salgado sublinhou que esta é uma actualização do Plano concebido para a Baixa em 1758, estando-se agora a definir as regras de reabilitação dos prédios: “Não vamos abrir arruamentos nem fazer novas praças e novos edifícios, trata-se de reabilitar, dar outra solidez do ponto de vista estrutural, introduzir elevadores, dar outra comodidade às pessoas”.</p>
<p>Segundo o vereador, a zona do Plano de Pormenor refere-se a uma área de construção de 1,2 milhões de metros quadrados, cerca de um terço dos quais estão devolutos, nas mãos de privados.</p>
<p>São Nicolau, Santa Justa, Mártires, Madalena, Sacramento, Sé e São Paulo são as freguesias abrangidas.</p>
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		<title>Plano de Pormenor das Amoreiras apresentado a 9 de Julho</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/07/05/plano-de-pormenor-das-amoreiras-apresentado-a-9-de-julho/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Rita Sevilha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sessão de apresentação será no Colégio Salesianos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano de Pormenor das Amoreiras vai ser conhecido numa sessão de apresentação e esclarecimento a ter lugar no próximo dia 9 de Julho.</p>
<p>A Câmara de Lisboa lançou para um apelo à participação pública neste evento, que irá decorrer no Colégio Salesianos – Oficinas de S. José (Auditório 6), na Rua Saraiva de Carvalho (em frente ao Cemitário dos Prazeres).</p>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 14:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pormenor]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedro Santana Lopes afirmou que o projecto é “um projecto sem sonho”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-90553" href="http://www.construir.pt/2009/07/17/assembleia-chumba-alienao-de-dois-palcios-para-hotis-de-charme/04-lisboa2jpg/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-90553" title="04-lisboa2.jpg" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2009/07/04-lisboa2.thumbnail.jpg" alt="" width="128" height="85" /></a></p>
<p>A Câmara de Lisboa aprovou a proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer, numa votação sem a presença do vereador Sá Fernandes, que tem pendente uma acção judicial contra a permuta de terrenos.</p>
<p>Esta votação, que mereceu o voto contra do CDS-PP e a abstenção do PSD, foi a primeira que o executivo fará relativamente a este plano, já que o documento segue agora para apreciação na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) e terá de regressar à Câmara para discussão pública e votação final.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no final da reunião, o vereador do PSD Pedro Santana Lopes afirmou que o projecto, apresentado no início da reunião pelo arquitecto Manuel Aires Mateus, é “um projecto sem sonho”.</p>
<p>“António Costa ganhou as eleições a falar na recuperação do Parque Mayer e a área cultural neste projecto não é a predominante. A predominante é a área comercial”, sublinhou.</p>
<p>“Optámos pela abstenção porque queremos contribuir para uma solução. Não disse que este é um mau projecto. É outra concepção”, acrescentou Santana Lopes, que quando esteve à frente da autarquia contratou o norte-americano Frank Ghery para o projecto do Parque Mayer.</p>
<p>Santana Lopes realçou que a área para equipamentos culturais do projecto anterior era maior e ressalvou que “não eram só em teatros”.</p>
<p>“Falou-se do Hot Club, da Escola de Artes Performativas”, destacou.</p>
<p>Sobre o processo judicial interposto por Sá Fernandes, o ex-presidente da autarquia considerou que esta acção “ensombra” o projecto para o Parque Mayer.</p>
<p>O projecto anterior tinha uma área total de construção próxima dos 50 mil metros quadrados, enquanto este Plano de Pormenor permite um máximo de 30 000 metros quadrados na área abrangida pela permuta, o que faz com que o valor do terreno seja inferior.</p>
<p>“É muito confuso. Como é que vai ser se o tribunal decidir anular a permuta [de terrenos do Parque Mayer pelos de Entrecampos] e estes terrenos voltarem para as mãos de privados?”, questionou.</p>
<p>Sobre este assunto, o presidente da autarquia, António Costa (PS), disse que a Câmara “tomou a opção correcta” ao decidir “avançar onde podia avançar com segurança”.</p>
<p>“Tínhamos o parecer do LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil] a dizer que o Capitólio ameaçava ruína e se não fizéssemos nada podia ser impossível salvar o edifício”, disse António Costa, realçando que “o Plano de Pormenor já devia ter sido feito há mais tempo”.</p>
<p>“Independente de ser ou não terreno municipal, é só à Câmara que cabe decidir a edificabilidade nesta zona. Até pela incerteza do resultado do processo judicial devíamos prevenir e dizer o que se pode construir”, acrescentou.</p>
<p>O vereador do PCP Ruben de Carvalho congratulou-se com o facto de finalmente existir um Plano de Pormenor para esta zona da cidade, mas sublinhou que, na sua opinião, a área abrangida deveria ter sido alargada, já que o plano “deixa de fora a Praça da Alegria e a Mãe d´Água”, uma área que “vai precisar de intervenção para ser conciliada”.</p>
<p>Ruben de Carvalho chamou igualmente a atenção para a necessidade de equacionar um tipo de estrutura de gestão particular, tendo em conta os equipamentos culturais existentes na zona.</p>
<p>“São as prioridades daqui para a frente: haver uma reflexão sobre a gestão desta área e, depois do bloco definido, ver o que faz à volta”, afirmou o vereador.</p>
<p>Por seu lado, a vereadora Helena Roseta elogiou o plano apresentado por Manuel Aires Mateus, pedindo que, numa próxima fase, este possa “incorporar mais opiniões”.</p>
<p>No final, António Costa sublinhou a densificação da habitação na área envolvente ao Jardim Botânico proposta no plano, com os terraços transformados em jardins, numa espécie de auréola que o arquitecto responsável apelidou de “área de protecção”.</p>
<p>O plano prevê igualmente mais ligações entre a cota baixa e a cota alta do Jardim Botânico, com o prolongamento da Alameda das Palmeiras, a construção de um novo grande teatro e a possibilidade de instalar um hotel.</p>
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		<title>&#8216;Fórum Cidadania Lisboa&#8217; critica opções do plano e sugere alterações</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/06/15/forum-cidadania-lisboa-critica-opcoes-do-plano-e-sugere-alteracoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 16:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ‘Fórum Cidadania Lisboa’ critica ainda a “pouca atenção dada ao espaço público"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento de cidadãos ‘Fórum Cidadania Lisboa’ criticou algumas das opções do Plano Pormenor da Baixa Pombalina, apontando a ausência de referências à candidatura a património mundial e os limites físicos da área de intervenção.</p>
<p>Para o aquele movimento, que dirigiu ao presidente da Câmara de Lisboa e ao vereador do Urbanismo as suas críticas e sugestões, no âmbito do processo de discussão pública do plano, que hoje arrancou, é incompreensível que as Portas de Santo Antão, os Restauradores e São Paulo não sejam abrangidos pelo conceito de Baixa Pombalina.</p>
<p>“Ao não referir essa preocupação, a CML dá por adquirida uma reabilitação assente no “fachadismo” e, portanto, oca em matéria de preservação do conteúdo técnico, construtivo e arquitetónico da Baixa”, refere a missiva.</p>
<p>O ‘Fórum Cidadania Lisboa’ critica ainda a “pouca atenção dada ao espaço público”, dando como exemplo a Praça da Figueira, “hoje (…) um foco de mau espaço público” e a “pedonalização (…) das ruas e largos dos Bacalhoeiros, Crucifixo, Sapateiros, Visconde de Santarém, Corpo Santo, Terreiro do Trigo, Jardim do Tabaco e Campo das Cebolas”.</p>
<p>Aponta ainda a não referência explícita “à necessidade, de técnica e legalmente, se garantir a salvaguarda e a boa estabilidade da estrutura de sustentação dos edifícios da Baixa Pombalina, (…) garantindo a preservação da sua estacaria e estrutura em gaiola”.</p>
<p>“Ao observarmos os mais recentes projectos aprovados pela CML[Câmara Municipal de Lisboa] no Chiado, constatamos com grande preocupação uma tendência para o &#8220;fachadismo&#8221;. Estamos a desvalorizar a estrutura de gaiola enquanto elemento patrimonial essencial na Arquitectura Pombalina”, escreve o movimento.</p>
<p>Quanto à oferta cultural, o ‘Fórum Cidadania Lisboa’ questiona o facto de o Plano de Pormenor “reduzir a oferta cultural emergente ao MUDE e ao Museu da Moeda”, sublinhando: “isto sabendo-se da preocupação expressa em tempos por “agentes no terreno” quanto à necessidade de se apostar na recuperação para a cidade de espaços culturais como o antigo Animatógrafo do Rossio ou o Cinema Odéon”.</p>
<p>“Este PP não prevê um projecto essencial não só para a Baixa como para toda a Arquitectura Pombalina: o já falado Centro de Interpretação da Reconstrução Pombalina. Está ainda por fazer a promoção e divulgação da Arquitectura Pombalina junto dos cidadãos, nacionais e estrangeiros”, refere.</p>
<p>O movimento de cidadãos aproveita ainda para sugerir a revisão de alguns itens do regulamento, designadamente o artigo (19º) que permite a abertura de garagens nos pisos térreos dos edifícios na Baixa e o que permite o aumento de alguns edifícios.</p>
<p>Outra das críticas do ‘Fórum Cidadania Lisboa’ prende-se com o inventário das lojas, que considera estar incompleto e ter “julgamentos de valor discutíveis”.</p>
<p>A este nível, apontam algumas falhas no inventário apresentado, designadamente o “esquecimento” de lojas como a antiga Casa dos Panos (fundada em 1868), a Barbearia Celeste &amp; Herdeiros (dos anos 50 e com interior praticamente intacto) e a Barbearia Salão Carmo (de 1929), a Ginginha “Eduardino” (dos anos 30-40) e o antigo Cambista Pina (fundada em 1885).</p>
<p>Noutro extremo, aponta um exemplo de uma loja que aparece no inventário mas que, segundo o movimento de cidadãos, “já não existe desde 2007”:a Barbearia da Rua dos Correeiros 42 a 44.</p>
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		<title>Estado dos edifícios da Baixa é um mistério, mas é possível adaptá-los</title>
		<link>http://www.construir.pt/2010/06/15/estado-dos-edificios-da-baixa-e-um-misterio-mas-e-possivel-adapta-los/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 16:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
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		<category><![CDATA[Pormenor]]></category>

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		<description><![CDATA[ “Uma das virtudes” deste plano é “permitir algumas obras” que ajudam a adaptar os edifícios aos tempos modernos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos mais de 600 edifícios da área do Plano da Baixa Pombalina, que entrou hoje em discussão pública, há quase 100 em mau estado de conservação, numa área onde a autarquia quer inverter a tendência de perda de população.</p>
<p>Depois de a Baixa ter perdido quase um em cada quatro (23,6 por cento) dos seus residentes entre os dois últimos recenseamentos (1991 e 2001), a maior parte no grupo etário mais jovem, a Câmara de Lisboa pretende recuperar alguns destes habitantes ao aumentar de 23 para 39 por cento a área a ocupar pela habitação.</p>
<p>Contudo, a autarquia assume que a habitação na Baixa, pelas suas características específicas, está vocacionada para nichos de mercado, entre os quais os estudantes, pessoas com grande mobilidade e casais em início de vida.</p>
<p>Apesar de não haver dados concretos sobre a verdadeira situação de cada um dos edifico da Baixa Pombalina, o relatório que suporta a proposta de Plano de Pormenor indica que ao longo dos anos foram feitas diversas alterações no interior dos prédios e até adaptações para usos incompatíveis, isto numa zona crítica de risco sísmico.</p>
<p>A antiguidade do edificado não deixa dúvidas, os Censos 2001 identificaram 55,1 por cento dos edifícios com função residencial de construção ou alterações anteriores a 1919 e 76 por cento até 1970”, refere o documento.</p>
<p>Dos mais de 1 600 alojamentos registados entre os dois recenseamentos, quase metade estavam vagos (49 por cento).</p>
<p>Para perceber melhor as alterações feitas com o tempo e ajudar a adaptar os edifícios às necessidades de uma vida moderna, o Plano Director Municipal foi suspenso na área da Baixa e aprovadas medidas preventivas para permitir algumas alterações até agora proibidas e que, de acordo com a autarquia, acabaram também por ajudar a degradar o edificado.</p>
<p>Segundo os dados da autarquia, o número dos edifícios pombalinos existentes na área do plano &#8211; com alçados de rua, coberturas, átrios e caixas de escadas pombalinas -, não ultrapassa a dúzia.</p>
<p>Na área do plano predominam edifícios com seis pisos (quase metade) e, apesar de não existir qualquer levantamento dos pisos em cave, “as características dos solos (…) e o sistema construtivo de grande parte dos imóveis – Gaiolas – desaconselham a sua banalização”, indica o relatório.</p>
<p>Mas a proposta de Plano de Pormenor também pretende salvaguardar o património da Baixa de Lisboa. O Teatro Nacional, o Nicola e o último correeiro da Rua dos Correeiros são alguns dos exemplos.</p>
<p>A área de intervenção do Plano de Pormenor da Baixa Pombalina, que envolve um investimento superior a 700 milhões de euros para reabilitação e novos equipamentos, abrange as freguesias de S. Nicolau, Santa Justa, Madalena e Mártires.</p>
<p>“O estado actual da Baixa é um mistério, ninguém sabe como aquilo está nem como reagirá ao sismo”. A frase é do director municipal de conservação e reabilitação urbana, Jorge Catarino, que falava à Lusa a  propósito da abertura do período de discussão pública do Plano de Pormenor (PP) da Baixa Pombalina, que se prolonga até 15 de Julho.</p>
<p>O director municipal de conservação e reabilitação urbana reconhece que de edifícios pombalinos originais “já nada existe” e dá o exemplo da intervenção do Banco de Portugal no quarteirão da Igreja de S. Julião para mostrar que fazer obras na Baixa não é tarefa simples.</p>
<p>“Esta intervenção é das poucas que abrange um quarteirão inteiro. O Banco de Portugal foi comprando os edifícios e fazendo as obras nos anos 60, 70 e 80, socorrendo-se de maneiras diferentes de intervir e diversos materiais como o betão o ferro, o aço e, nalguns casos, preservou madeiras. Viram-se aflitos para perceber como o quarteirão ia resistir aos sismos e tiveram de deitar abaixo algumas coisas”.</p>
<p>Para Jorge Catarino, “uma das virtudes” deste plano é “permitir algumas obras” que ajudam a adaptar os edifícios aos tempos modernos e que, apenas com o Plano Director Municipal (PDM) não eram permitidas”.</p>
<p>“Só se podia fazer obras de manutenção e conservação e isso acabou por ajudar a deixar definhar a Baixa”, afirmou, recordando que o PP propõe que se aproveite cada intervenção para estudar o comportamento do edifício e fazer relatórios tendo em conta a vertente sísmica e patrimonial. Tudo com o acompanhamento do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).</p>
<p>Como exemplos de obras permitidas, Jorge Catarino aponta a instalação de elevadores nos saguões de alguns edifícios e alguma abertura para instalar painéis solares, ainda que poucos.</p>
<p>Quanto aos erros cometidos no passado e que terão de ser corrigidos, como a instalação de aparelhos de ar condicionado nas fachadas, o responsável avança: “a autarquia tem vindo a intimar alguns proprietários para que os retirem e a resposta tem sido muito positiva. Na cobertura é que é mais complicado”.</p>
<p>Sobre as mudanças que todas estas obras podem introduzir na Baixa, Jorge Catarino diz esperar que a diferença se note daqui a três anos.</p>
<p>“Julgo que daqui a três anos se verá uma grande diferença comparando com 2008. Os cinco anos entre 2008 e 2013 vão ser extremamente importantes na mudança da Baixa”.</p>
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		<title>Plano de Pormenor da Baixa entra hoje em discussão pública</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 04:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[discussão]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Pormenor]]></category>

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		<description><![CDATA[A área de intervenção do plano da Baixa Pombalina pertence às freguesias de S. Nicolau, Santa Justa, Madalena e Mártires]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-90553" href="http://www.construir.pt/2009/07/17/assembleia-chumba-alienao-de-dois-palcios-para-hotis-de-charme/04-lisboa2jpg/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-90553" title="04-lisboa2.jpg" src="http://www.construir.pt/wp-content/uploads/2009/07/04-lisboa2.thumbnail.jpg" alt="" width="128" height="85" /></a></p>
<p>O Plano de Pormenor da Baixa Pombalina, que envolve um investimento superior a 700 milhões de euros para reabilitação e novos equipamentos, entra hoje em discussão pública.</p>
<p>A área de intervenção do plano da Baixa Pombalina pertence às freguesias de S. Nicolau, Santa Justa, Madalena e Mártires.</p>
<p>A quase totalidade da zona abrangida está construída e em muito poucos casos será permitida a ampliação das áreas de construção.</p>
<p>A proposta de plano, aprovada em Julho do ano passado pela Câmara de Lisboa em com obras a concretizar entre 2010 e 2020, surgiu da necessidade de recuperar e adaptar os edifícios às novas condições de vida e às exigências daí decorrentes, ao nível da habitação, equipamentos e actividades económicas.</p>
<p>O grosso da intervenção do plano da Baixa, de acordo com o plano de financiamento, será investido na reabilitação urbana de edifícios e garantido pela autarquia, por privados e pelo Estado, através da Sociedade Frente Tejo e do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana.</p>
<p>As intervenções previstas em edifícios habitacionais e/ou comércio e serviços incluem-se no plano específico que a autarquia já aprovou para reabilitação urbana.</p>
<p>Um dos investimentos mais pesados do plano será distribuído por intervenções em edifícios privados, dos quais já deram entrada na autarquia mais de 180 processos de licenciamento.</p>
<p>Aqui inclui-se a intervenção piloto em dois quarteirões previamente selecionados e formados pelas ruas do Crucifixo, Ouro, Sapateiros, Vitória e da Assunção.</p>
<p>O plano resultou de uma parceria com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) e vai levar a que a maioria das operações fiquem dispensadas de parecer prévio favorável deste organismo.</p>
<p>Contudo, no caso do Terreiro do Paço, Rossio, imóveis classificados e património do Estado o IGESPAR não abdicou de se pronunciar antes de qualquer intervenção.</p>
<p>O Museu do Design e da Moda, o Museu do Banco de Portugal, o Museu da GNR no Quartel do Carmo, o centro de interpretação das Termas da Baixa, a reabilitação e restauro do Arco da Rua Augusta e a instalação de hotéis no quarteirão do Ministério da Administração Interna, na Praça do Rossio e um outro (Hotel do Corpus Christi) ainda em local a definir, são algumas das intervenções previstas.</p>
<p>Na área dos espaços comerciais o plano prevê a reabilitação da totalidade do antigo Brás e Brás, junto à Praça da Figueira, e um estudo de viabilidade técnica para as ruas da Vitória e Sta Justa baseado no conceito de centro comercial a céu aberto.</p>
<p>Na reabilitação do espaço público as obras previstas contemplam a ligação pedonal rua Garret/Páteo B ao Largo do Carmo, já com projecto executado e concluído em 2009, a requalificação dos Terraços do Carmo (em execução) e reabilitação do elevador de Sta Justa.</p>
<p>A requalificação do eixo Rua da Vitória/Chão de Loureiro (projecto em execução), a instalação de um parque de estacionamento no Mercado Chão de Loureiro e o acesso mecânico da Rua dos Fanqueiros à Rua da Madalena, além do parque de estacionamento no Campo das Cebolas, são outras das obras previstas.</p>
<p>A Baixa-Chiado é desde março Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU), dando à Câmara de Lisboa direito de preferência nas transmissões a título oneroso de edifícios entre particulares.</p>
<p>Dos 20,2 milhões de metros quadrados de edificado da Baixa, estima-se que mais de metade (14,4 milhões) precise de reabilitação.</p>
<p>O Plano de Pormenor da Baixa Pombalina estará em discussão pública até 15 de Julho.</p>
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		<title>Câmara de Oeiras prepara intervenção na frente ribeirinha da Cruz Quebrada</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 13:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lusa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura & Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Frente]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Pormenor]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeirinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Prevendo a construção de marina, piscina municipal e hotel, bem como de habitação e comércio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Oeiras está a preparar uma intervenção na frente ribeirinha da Cruz Quebrada-Dafundo, numa área de 27,6 hectares, prevendo a construção de marina, piscina municipal e hotel, bem como de habitação e comércio.</p>
<p>A intervenção foi apresentada à população da freguesia numa sessão pública liderada pela autarquia e pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL), entidade responsável pela elaboração de um plano de pormenor para aquela zona.</p>
<p>O objectivo do plano de pormenor é requalificar aquela área da Cruz Quebrada, contemplando-a com &#8220;serviços, turismo e equipamentos&#8221;, já que, segundo os investigadores daquela universidade, esta é uma zona &#8220;envelhecida&#8221; e onde &#8220;a geração de emprego foi desactivada&#8221;.</p>
<p>O plano de pormenor a desenvolver tem algumas obrigatoriedades impostas pela autarquia, como a &#8220;Marina do Jamor&#8221;, um equipamento hoteleiro, uma piscina municipal, a construção de uma ligação viária entre a CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa) e a CREL (Circular Regional Exterior de Lisboa), a requalificação da estação ferroviária da Cruz Quebrada, bem como a concretização de um conjunto de equipamentos de habitação, turismo e comércio.</p>
<p>A &#8220;Marina do Jamor&#8221; deverá ter uma capacidade para servir uma frota de aproximadamente 200 embarcações (até aos 18 metros) e contemplar equipamentos de apoio e comércio associados.</p>
<p>Já o equipamento hoteleiro deverá corresponder a uma área bruta construída aproximada de 13 900 metros quadrados, enquanto que a piscina municipal deverá estar integrada na Marina e no Passeio Marítimo, que, segundo avançou o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, verá a sua obra da terceira fase adjudicada no próximo ano.</p>
<p>Quanto às acessibilidades, a equipa da UNL está ainda a estudar todas as hipóteses de circulação, tráfego e estacionamento.</p>
<p>A recuperação da estação ferroviária da Cruz Quebrada está prevista pelo projecto de intervenção na Linha de Cascais elaborado pela REFER (Rede Ferroviária Nacional).</p>
<p>O plano de pormenor prevê ainda a elaboração de um estudo de caracterização ambiental.</p>
<p>A realização deste plano vai contar com a participação de várias entidades privadas, detentoras de espaços que serão alvo de intervenção, como o da antiga fábrica Lusolite, e de entidades públicas, como a Administração do Porto de Lisboa (APL), além da autarquia e da REFER.</p>
<p>O plano de pormenor tem um prazo de elaboração de nove meses.</p>
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		<title>Valorização da zona ribeirinha poente de Setúbal contempla praia urbana</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 14:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Rita Sevilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>

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		<description><![CDATA[A obra tem garantidos fundos comunitários e conta com um prazo de execução previsto de dez meses]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plano de valorização da zona ribeirinha poente de Setúbal vai custar um milhão e meio de euros e compreender a reconversão da praia da Saúde, uma praia urbana com cerca de 100 metros de extensão, que se perdeu para os estaleiros que ocuparam aquele espaço.</p>
<p>De acordo com o jornal Público, a obra tem garantidos fundos comunitários e conta com um prazo de execução previsto de dez meses.</p>
<p>O concurso público para a execução da obra está a decorrer sendo que ainda está prevista a construção de um passeio ribeirinho, áreas de recreio, uma ciclovia, arborização e espaços verdes.</p>
<p>De acordo com a mesma fonte, os 500 metros de frente ribeirinha vão ser intervencionados em duas fases, sendo que a primeira &#8220;será realizada nos terrenos que já estão disponíveis e que significam mais de metade da área prevista&#8221;; e a segunda, nos terrenos onde está instalada a Sadonaval, &#8220;será feita mais tarde&#8221;.</p>
<p>O Plano Integrado de Valorização da Zona Ribeirinha de Setúbal vai permitir recuperar uma zona onde actualmente se encontram estaleiros navais e armazéns, e vai fazer a ligação até ao Parque Urbano de Albarquel.</p>
<p>Para além da recuperação da praia da Saúde, a frente ribeirinha vai ter equipamentos de apoio à actividade náutica e um espaço de restauração.</p>
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