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Arquitectura

Prémio Mobilidade distingue Cláudio Vilarinho

O atelier dirigido por Cláudio Vilarinho foi o vencedor do Prémio Mobilidade 2007, com uma proposta que explora os espaços de interacção do edifício. O Construir foi conhecer o projecto distinguido pela Ordem dos Arquitectos e pela Santa Casa da Misericórdia de LisboaO atelier cláudiovilarinho.com arquitectos e designers foi o autor do projecto vencedor do… Continue reading Prémio Mobilidade distingue Cláudio Vilarinho

Ana Rita Sevilha
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Prémio Mobilidade distingue Cláudio Vilarinho

O atelier dirigido por Cláudio Vilarinho foi o vencedor do Prémio Mobilidade 2007, com uma proposta que explora os espaços de interacção do edifício. O Construir foi conhecer o projecto distinguido pela Ordem dos Arquitectos e pela Santa Casa da Misericórdia de LisboaO atelier cláudiovilarinho.com arquitectos e designers foi o autor do projecto vencedor do… Continue reading Prémio Mobilidade distingue Cláudio Vilarinho

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Ana Rita Sevilha
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O atelier dirigido por Cláudio Vilarinho foi o vencedor do Prémio Mobilidade 2007, com uma proposta que explora os espaços de interacção do edifício. O Construir foi conhecer o projecto distinguido pela Ordem dos Arquitectos e pela Santa Casa da Misericórdia de LisboaO atelier cláudiovilarinho.com arquitectos e designers foi o autor do projecto vencedor do Prémio Mobilidade 2007, um galardão instituído pela Ordem dos Arquitectos e pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e que visa distinguir o melhor estudo, projecto ou plano de arquitectura sob o conceito da mobilidade. Em declarações ao Construir, Cláudio Vilarinho revelou que o ponto de partida para esta proposta foi, "para além de provar eficazmente a exequibilidade do Decreto-Lei n.º 163/06, tentar levantar e dar resposta a questões sociológicas contemporâneas". Nesse sentido, o arquitecto partiu das seguintes questões, "as necessidades de vida dos idosos em relação ao modo de habitar o fogo, não estarão em parte a ser alteradas? O tipo de idoso actual é o idoso do século XX?". O resultado foi uma proposta que, de acordo com o seu autor, "amplia o conceito de mobilidade", na medida em que não o interpreta apenas no âmbito das acessibilidades, mas sim nas relações interpessoais, mediante um reforço dos laços sociais através da arquitectura. Este lado da mobilidade foi explorando mediante a criação de espaços e mobiliário de interacção no edifício, tais como jardins temáticos, salas polivalentes, varandas, terraços, entre outros elementos que propiciam o contacto entre pessoas. Para Cláudio Vilarinho a criação destes espaços permite a existência de diferentes ambientes e atmosferas, bem como a criação de fluxos e movimentos que se traduzem em mobilidade. O tema é ainda explorado através do uso de painéis amovíveis que possibilitam uma compartimentação interior dinâmica e versátil, adequada às necessidades de cada indivíduo, "possibilitando inúmeras vantagens ao usuário do fogo", explica Cláudio Vilarinho.

Imagem de marca

Tendo a mobilidade e as acessibilidades como tema principal no desenvolvimento das propostas, Cláudio Vilarinho optou por compor a volumetria do edifício mediante a utilização de um elemento caracterizador deste mesmo tema, a rampa. Desta forma, para aceder à entrada dos apartamentos existe um percurso composto por três rampas, cada uma delas contendo o que o autor da proposta chama de "lâmina de natureza", isto é, bambus, gravilha e flores, que se diluem na composição do volume originando um único corpo. Materializadas em betão branco com cofragem perdida em tábuas de madeira, as rampas funcionam como "um mecanismo que dita as regras de expressão simbólica", criando uma proposta que do ponto de vista do autor do projecto é coerente e interessante "do ponto de vista formal e arquitectónico". Quanto às preocupações que estiveram na génese do projecto, Cláudio Vilarinho revela que foi pensar num "programa do fogo adaptável a este tipo de novos sujeitos urbanos". Relativamente aos desafios e dificuldades sentidas durante o desenvolvimento do projecto, o arquitecto enumera como desafio o facto de "conseguir incluir a sociologia como disciplina de apoio à da arquitectura", e como dificuldade "conseguir parar o entusiasmo da investigação inicial".

Desafio

Nesta segunda edição do Prémio Mobilidade, a Ordem dos Arquitectos e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lançaram aos arquitectos o desafio de pôr à prova a exequibilidade do Decreto-Lei 163/06, que alarga a sua aplicação aos edifícios habitacionais, introduzindo a partir de Janeiro de 2008 um conjunto de normas de maior exigência, dimensão, complexidade e abrangência. Desta forma, as duas entidades procuraram reunir um conjunto de estudos e experiências que constituam soluções que possam no futuro servir de inspiração ao sector da construção. O júri do prémio, composto por Jorge Falcato Simões, Maria Manuela Tiago, Pedro Homem de Gouveia, Vasco Folha e Peter James Colwell, atribuiu ainda uma menção honrosa a Nuno Miguel Tavares da Costa e uma menção especial a Maria Cristina Chicau e João Carlos Silva. Para Cláudio Vilarinho ter ganho este prémio foi, "antes de mais, o agrado do ego", sublinhando ainda que, "nesta fase de tentativa de implementação deste jovem atelier no mercado, a sua viabilização em termos de um projecto construído seria a cereja em cima do bolo".

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Socicorreia investe 6,2M€ em complexo habitacional na Madeira

A empreitada, que se insere num projecto que vai abranger todos os concelhos da Madeira, num esforço global de €128,4M e com o contributo do PRR, vai para o terreno ainda este Verão e deverá ficar concluída em 2024

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A Socicorreia apresentou, esta segunda-feira, em Câmara de Lobos, um complexo de habitação a custos controlados, composto por 4 edifícios, num total de 34 fogos, no sítio da Torre, orçado em €6,2M.

No conjunto dos quatro edifícios, os 34 fogos serão distribuídos por 12 T1, 14 T2 e 8 T3, contando também com espaços verdes e outros equipamentos de utilização colectiva. No total, o empreendimento terá uma área bruta de construção de 3.033,80m2 destinada exclusivamente ao uso habitacional.

A empreitada, que se insere num projecto que vai abranger todos os concelhos da Madeira, num esforço global de €128,4M e com o contributo do PRR, vai para o terreno ainda este Verão e deverá ficar concluída em 2024.

De recordar que o PRR reserva €136M para o reforço da oferta de habitação apoiada na Região Autónoma da Madeira.

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Caterpillar promove nova geração de retroescavadoras

De acordo com a STET, que representa a Cat em Portugal, os quatro novos modelos (428, 432, 434 e 444) reflectem a aposta da companhia na “modernização dos equipamentos e tecnologias”

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A Caterpillar acaba de anunciar o lançamento de uma nova geração de retroescavadoras, um conjunto de novos equipamentos que, segundo a empresa, garante “maior produtividade, menor consumo, menos custos, maior versatilidade, oferece mais tecnologia e conforto”.

De acordo com a STET, que representa a Cat em Portugal, os quatro novos modelos (428, 432, 434 e 444) reflectem a aposta da companhia na “modernização dos equipamentos e tecnologias”.

Os responsáveis da fabricante de equipamentos para a construção asseguram que as novas motorizações, além de respeitar os regulamentos mais recentes em relação a emissões, permite poupanças de combustível em torno dos 10%. A nova geração de retroescavadoras “permite trabalhar confortavelmente com controlos ergonómicos eletro-hidráulicos montados no assento, projetado para oferecer mais domínio e maior controlo em cada movimento”, pode ler-se na nota de imprensa, onde a Cat acrescenta que os novos modelos oferecem uma tela de exibição para que o utilizador possa definir as suas preferências de utilização, de modo a permitir que o trabalho seja realizado ao ritmo do operador. Dependendo do modelo, a tela de exibição interativa “permitirá manter a sua máquina segura com software de segurança; definir a velocidade hidráulica; alterar a capacidade de resposta da máquina; obter atualizações sobre diagnósticos de maquinaria; consultar os próximos lembretes de manutenção. A tela de exibição LCD pode ser fornecida como padrão com teclas programáveis, ou também pode escolher a tela de função touch opcional.

O novo Motor Cat C3.6 proporciona maior tranquilidade e confiabilidade ao operador por ser um motor potente e eficiente. Este motor Cat atende aos regulamentos para emissões do Stage V da UE. Embora consuma 10% menos combustível, oferece a mesmo potência e densidade de torque. Além disso, o sistema pós-tratamento não precisa de manutenção. Já a transmissão Powershift redesenhada permite ao operador desfrutar de uma troca de marchas suave e eficiente sem parar. Basta girar a alavanca do vaivém para mudar de marcha. A alavanca apresenta um design ergonómico, permitindo que o operador troque de marcha de uma forma fácil e con-
fortável. A alavanca de troca não está instalada no chão, o que dá mais espaço para trabalhar.

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Preços na produção industrial crescem 25,7% em Junho

A forte subida dos custos de energia e dos bens intermédios foram decisivos para a forte subida dos custos na produção industrial avança o Instituto Nacional de Estatística

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O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento 25,7% em Junho, face a igual período do ano passado. Já em Maio esse crescimento tinha sido de 24,5%.

A subida de preços manteve-se “fortemente influenciado pela evolução dos preços da Energia e dos Bens Intermédios, sem os quais o índice cresceu 10,9% (10,3% no mês precedente)”, sublinha o Instituto Nacional de Estatística.
A variação mensal do índice agregado foi 2,5% mais um 1,1, p.p, que em Junho de 2021.

Na análise por trimestre, o INE revela que no segundo trimestre os preços na produção industrial aumentaram 25,0% face ao trimestre homólogo, sendo que nos primeiros três meses do ano esta variação tinha sido 22,0%, um “resultado também fortemente determinado pelos agrupamentos de Energia e de Bens Intermédios. Excluindo estes agrupamentos, o índice total aumentou 10,2% (6,6% no 1.º trimestre)”.

Olhando para as diferentes componentes, o custo da energia voltou a atingir um novo pico tendo aumentado 63,6%, face a igual período do ano passado, depois de em Abril e Maio ter crescido 61,5% e 58%, respectivamente. Nos bens intermédios, a subida foi de 22,3%, enquanto os bens de consumo e os bens de investimento somaram, respectivamente 13% e 5,3%. Na variação mensal, face a Maio de 2022, os preços na produção industrial cresceram 2,5% em Junho.

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GLOVO instala-se no nº50 da Alexandre Herculano

A tecnológica espanhola vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio

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A tecnológica espanhola Glovo escolheu o Edifício Alexandre Herculano 50, em Lisboa, para o seu novo escritório. Esta operação acontece com o apoio da CBRE, que representou o proprietário do imóvel, o Fundo Imotur, gerido pela Interfundos – Sociedade Gestora de Organismo de Investimento Colectivo, S.A.

A empresa vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio.

“O Edifício Alexandre Herculano é a aposta ideal para a Glovo estabelecer o seu espaço de trabalho. A localização escolhida reforça a aposta das empresas por locais centrais e com uma vasta oferta de serviços e transportes, que dêem resposta às actuais exigências dos colaboradores. É mais uma prova de que as empresas estrangeiras continuam a querer manter o seu negócio no nosso país e a estabelecerem-se em zonas-chave, que lhes permitam melhorar as suas condições de trabalho”, afirma André Almada, senior director offices advisory & transaction da CBRE Portugal.

“A equipa da Glovo em Portugal mais do que duplicou no último ano e, para tal, procurámos um espaço permanente, que reflicta por um lado os valores Glovo e, por outro, consiga acolher os nossos mais de 100 colaboradores. Estamos muito entusiasmados com esta mudança, que está prevista para o último trimestre deste ano”, acrescenta Joaquín Vazquez, general manager da Glovo em Portugal

O Edifício Alexandre Herculano 50 conta com uma área de 11 mil metros quadrados repartidos por 13 pisos. Os pisos 8, 9 e 10 têm ainda terraços com vistas para a cidade de Lisboa e para o rio Tejo.

A Glovo está em Portugal desde outubro de 2017 e foi uma das primeiras empresas de entregas a estabelecer-se no país. Presente em mais de 90 cidades a nível nacional, é a única app no mercado português que apresenta uma proposta multicategoria e conta, como parceiros, com algumas das maiores marcas a operar em Portugal, as quais incluem Worten, note!, Wells, Continente, Minipreço, Auchan, Aldi, entre muitos outros.

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Roca promove exposição “Esperar sentado…o design da cadeira em Portugal”

A nova exposição cultural do Roca Lisboa Gallery, “Esperar sentado…o design da cadeira em Portugal” surge no seguimento do ciclo de conversas que decorreram entre 2021 e 2022 e, procura desenhar o percurso histórico do design da cadeira em contexto nacional

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A Cadeira nas suas mais variadas versões é, nesta exposição, a personagem principal. Através dos testemunhos de vários criadores deste móvel de assento, pretende-se construir a evolução e desenhar o percurso histórico do design da cadeira em contexto nacional. Desta forma, reporta alguns dos exemplos mais importantes e já com significado histórico, dos participantes, neste núcleo de conversas que agora se converte em exposição.

Através das peças da autoria de Carmo Valente, António Garcia, Daciano da Costa, Nuno Ladeiro, Toni Grilo, Marco Sousa Santos, Paulo Parra, Pedro Silva Dias ou Daniel Caramelo, olha-se para a cadeira enquanto barómetro das condições culturais e sociais que atravessaram o país em diferentes épocas e tenta-se esboçar um traço da segunda metade do séc. XX, em torno do design de cadeiras.

Inspirada no núcleo de conversas “Esperar sentado…o design da cadeira em Portugal”, a exposição não só permite observar as peças, como também assistir às entrevistas dos seus criadores onde explicam a origem e inspiração das suas peças em conversa com o arquitecto Pedro Novo, curador da exposição.

“Esperar sentado…o design da cadeira em Portugal”, que inaugurou no passado dia 30 de Junho, é de entrada livre e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 10h30 e as 17h30, no Roca Lisboa Gallery, até Outubro de 2022.

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Praça do Rossio tem duas novas lojas disponíveis

Integrados no Rossio 93, os espaços têm mais de 200 m2 cada e estão a ser comercializados pela JLL nesta localização emblemática da Baixa de Lisboa

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A equipa de Retail Leasing da JLL foi seleccionada para encontrar os futuros ocupantes das duas lojas que acabam de ficar disponíveis na praça do Rossio, ponto nevrálgico e emblemático da Baixa de Lisboa.

“Em Lisboa, temos assistido a uma procura crescente por parte de várias marcas em zonas prime. Estes espaços no Rossio são uma oportunidade única pois encontram-se num ponto de forte interesse turístico, num local de grande fluxo de residentes e de pessoas que trabalham em Lisboa”, sublinha Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL.

Os espaços integram-se no Rossio 91-93, um edifício residencial e comercial localizado nesta praça, oficialmente designada de Praça D.Pedro IV. Estendendo-se por 227 m², uma das lojas tem a sua área distribuída em partes iguais pelos pisos 0 e 1, ao passo que na outra loja, de maior dimensão, os seus 275 m² distribuem-se por três pisos, com 119 m² no piso térreo, 98 m² no piso 1 e os restantes 58 m² no piso -1.

Disponível para ocupação imediata, estes espaços são ideais para marcas e operadores que ambicionem uma nova localização de referência e de grande visibilidade na Baixa lisboeta, um dos eixos comerciais mais movimentados e dinâmicos para o comércio de rua em Portugal. Popularmente conhecida como Rossio, esta praça é uma das zonas com maior afluência da capital portuguesa, e nela tanto se encontra comércio tradicional e marcas internacionais, como restaurantes e âncoras de lazer e cultura, com destaque para o emblemático Teatro Nacional D. Maria II. De fácil acesso, beneficia de uma boa rede de transportes públicos, com metro, comboio e autocarros, destacando-se a proximidade à icónica Estação do Rossio, além da existência de vários parques de estacionamento na envolvente.

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Solyd lança Jardins Altear

Este é o 8º lançamento do projecto residencial da Solyd na Alta de Lisboa. O novo empreendimento é constituído por 2 edifícios e arranca agora a comercialização do primeiro, o JARDINS ALTEAR I

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A promotora imobiliária SOLYD Property Developers acaba de apresentar o seu mais recente projecto residencial na Alta de Lisboa. O Jardins Altear é o oitavo lançamento do projecto residencial da Solyd na Alta de Lisboa.
A comercialização do primeiro de dois edifícios do empreendimento, o Jardins Altear I, já arrancou, oferecendo ao mercado mais 58 novos apartamentos de tipologias T2 a T4 e 4 espaços comerciais. Os modernos apartamentos contam com áreas amplas, agradáveis varandas, excelentes acabamentos e características técnicas que cumprem critérios ambientais rigorosos, reforçando a aposta na promoção de um estilo de vida equilibrado e sustentável no “novo centro” de Lisboa.

Assim como os outros empreendimentos Altear, o projecto oferece materiais de elevada qualidade, criteriosamente seleccionados, como por exemplo pavimento de alta durabilidade – resistente à água e antialérgico, ar condicionado com alta eficiência energética e roupeiros embutidos com espaço para a organização e a arrumação. As cozinhas são totalmente equipadas com electrodomésticos de topo e móveis de grande capacidade e as casas de banho incluem louças e torneiras de marcas de referência.

O empreendimento foi pensado com foco na eficiência e possui uma estrutura antissísmica de betão armado, acompanhada de um elevado conforto térmico e acústico, fruto do excelente nível de isolamento em fachadas, cobertura e áreas comuns e da caixilharia e vidros com características técnicas com os mais altos padrões de qualidade. Os sistemas de arrefecimento e aquecimento de elevado rendimento, de aquecimento de águas com apoio de painéis solares e de ventilação individualizada, contribuem igualmente para a certificação energética A de todos os apartamentos. É possível ainda usufruir de estacionamento privativo (com pré-instalação para veículos eléctricos), incluindo para pessoas de mobilidade reduzida e bicicletas.

O Jardins Altear está localizado entre o Parque Oeste e o Parque da Quinta das Conchas e oferece bons acessos e transportes, proximidade a diversos serviços, comércio e lazer, junto de infraestruturas e espaços verdes que promovem o exercício e o bem-estar.

“O Jardins Altear vem trazer mais uma oferta distintiva à Alta de Lisboa. Perfeitamente enquadrado no projecto ALTEAR, este novo edifício proporciona todas as exigências associadas aos projectos residenciais contemporâneos. Aqui, oferecemos também um estilo de vida que se foca no equilíbrio e no respeito pelo ambiente, directrizes cada vez mais solicitadas pelo mercado e pelo cliente”, refere a Administração da SOLYD Property Developers.

O preço dos apartamentos inicia-se nos 369.000 euros (T2).

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OLI cresce 15% e atinge os 41M€ no primeiro semestre

Nos primeiros seis meses do ano, a OLI obteve um volume de negócios de 41,3 M€, um aumento de 15% face ao mesmo período de 2021. Este resultado representa o melhor primeiro semestre de sempre da empresa portuguesa que comemora este ano 68 anos de vida

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A Europa foi a principal responsável pelo crescimento crescido entre Janeiro e Junho deste ano. Na Europa do Sul (Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia), o principal destino das suas exportações, registou um crescimento de 11% e na Europa Central (Bulgária, Croácia, República Checa, Roménia, Albânia, Sérvia e Polónia) aumentou 12% em termos homólogos.

No primeiro semestre, a OLI exportou para 82 países, dos cinco continentes, mais de 75% da produção (autoclismos interiores e exteriores, placas de comando, torneiras de bóia e válvulas de descarga) do complexo industrial de Aveiro, que labora ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana.

“De Janeiro a Junho, a OLI viveu um período fortemente condicionado pela volatilidade de preços e disponibilidade das matérias primas, o que obrigou a empresa a adaptar-se continuamente aos diferentes condicionalismos sempre imprevisíveis. O impacto da Guerra na Ucrânia provocou o abrandamento das exportações para o leste da Europa, porém a OLI continuou a intensificar a sua estratégia de internacionalização e, ao longo do primeiro semestre, encontrou novas oportunidades em diversas latitudes, como por exemplo o Egipto”, revela António Ricardo Oliveira, administrador da OLI.

Para o exercício de 2022, a OLI mantém o objectivo de alcançar um volume de negócios de 80 milhões de euros, que representa um crescimento de 15% face a 2021. “Ainda na actividade comercial, acompanhámos a consolidação da OLI em projectos de arquitectura e de imobiliário nacionais e internacionais de referência, que reflecte a percepção positiva e de valor acrescentado que a marca aufere junto de prescritores, nomeadamente arquitectos”, refere o responsável.

Assim, “aa actividade industrial, prosseguimos com a ampliação do complexo industrial em Aveiro com o objectivo de aumentar a capacidade instalada e a eficiência logística e, consequentemente, oferecer uma melhor capacidade de resposta aos nossos clientes”, refere António Ricardo Oliveira.

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Construção e habitação com “crescimento significativo”

De acordo com o INE, em 2021 foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Já o volume de transacções verificado o ano passado estabeleceu um novo recorde

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Em 2021, foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Comparando com o ano de 2019 (período pré-pandemia), os edifícios licenciados cresceram 4,3%. No mesmo ano foram licenciados 36 731 fogos no país, correspondendo a um acréscimo de 8,7% em relação ao ano anterior (33 806 fogos em 2020, -3,9%).
Segundo o INE, os edifícios licenciados para construção nova foram de novo predominantes em 2021, representando 74,6% do total de edifícios licenciados (72,7% em 2020). Por sua vez, as obras de demolição corresponderam a 6,1% das obras licenciadas em 2021 (6,7% em 2020).
No total dos edifícios licenciados, 59,3% corresponderam a edifícios em construções novas para habitação familiar, +2,3 p.p. face à proporção verificada no ano anterior (57,0%). Os edifícios licenciados em construções novas para habitação familiar totalizaram assim 15 065, observando-se crescimentos de 12,6% face a 2020 e 14,1% comparando com 2019.
Em 2021, estima-se que tenham sido concluídos 15 262 edifícios, correspondendo a um acréscimo de 3,6% face ao ano anterior (+7,8% em 2020; 14 732 edifícios) e 22 384 fogos, representando um acréscimo de 10,2% (+27,6% em 2020, correspondendo a 20 320 fogos).
Compra e venda de habitações batem recordes
Foram transaccionadas 165 682 habitações, o que constitui um novo máximo da série disponível e um crescimento de 20,5% relativamente a 2020. O valor das habitações transaccionadas em 2021 ascendeu a 28,1 mil milhões de euros, mais 31,1% que em 2020. O preço mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal foi 1 297 €/ m2, tendo aumentado 9,0% relativamente ao ano anterior. O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões do Algarve (2 000 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1 813 €/ m2), Região Autónoma da Madeira (1 436 €/ m2) e Área Metropolitana do Porto (1 370 €/ m2).
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 €/ m2, aumentando 7,7% face a 2020 (+5,5% no ano anterior). Também se verificou um aumento de 9,4% no número de novos contratos celebrados.

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NextBITT acelera internacionalização com contrato de 5M€ com fundo gerido pela Explorer Investments

O investimento estratégico tem como principal objectivo reforçar a presença internacional da empresa, numa primeira fase para a Europa, e expandir o seu negócio, com especial foco na área de sustentabilidade

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A NextBITT, empresa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de plataformas de gestão e optimização de activos físicos, viu a sua estratégia de crescimento reconhecida com um contrato de 5 milhões de euros com um fundo gerido pela Explorer Investments. Esta operação terá como principal objectivo a internacionalização da NextBITT, numa primeira fase no mercado Europeu, através da criação e fixação de novos escritórios, com o foco no desenvolvimento e promoção da área de sustentabilidade enquanto oferta estratégica de valor acrescentado na gestão de activos físicos. A Explorer Investments é uma sociedade independente de gestão de fundos de Private Equity.


(na imagem: os sócios fundadores Miguel Salgueiro, André Calixto e Pedro Morais)

Este reforço da NextBITT irá permitir consolidar o investimento estratégico da empresa nas novas áreas e geografias de aposta, mantendo a autonomia da equipa de gestão, com os sócios fundadores Miguel Salgueiro, André Calixto e Pedro Morais. A empresa prevê reforçar a sua capacidade de investigação e desenvolvimento e reforçar a sua equipa, nacional e internacional, com profissionais de excelência.

“Com este investimento conseguiremos acelerar a nossa presença internacional e reforçar os serviços de Sistemas de Gestão Energética e Sistemas de Gestão Ambiental da plataforma NextBITT, através da expansão da equipa e de um reforço da aposta em Investigação e Desenvolvimento. A NextBITT aposta na sustentabilidade com o objectivo de ser considerada uma referência internacional nos próximos cinco anos.”, refere Miguel Salgueiro, Founder & Partner da NextBITT. “Nesse sentido, a parceria com a Explorer Investments surge naturalmente, pela visão partilhada sobre a relevância da tecnologia para uma estratégia bem-sucedida de sustentabilidade, suportada na optimização dos activos físicos.”

Por sua vez, António Rocha Silva, partner da área de Growth Capital da Explorer Investments, sublinha que “temos objectivos claros para os nossos investimentos, em projectos com elevado potencial de crescimento, resiliência e solidez do seu negócio, mas que sejam também projectados para os desafios do futuro. A aposta na criação de uma plataforma de excelência, já em utilização em diversos clientes de reconhecida exigência, a que se junta uma visão alicerçada na sustentabilidade, princípio que também partilhamos, e sustentada num forte investimento na área de investigação&desenvolvimento, estão na base de uma decisão que, esperamos, venha a permitir elevar a NextBITT ao próximo nível de crescimento e traduzir-se num investimento com elevada rentabilidade para os nossos investidores ”.

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