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Requalificação do Bairro Padre Cruz e Mouraria recebem apoio do QREN

Depois de candidaturas aprovadas

Pedro Luis Vieira
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António Costa

As candidaturas dos programas de requalificação urbana do Bairro Padre Cruz e da Mouraria ao QREN foram aceites, revelou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), António Costa.

Por conseguinte, o projecto para o Bairro Padre Cruz vai levar à construção de 908 fogos, 783 dos quais para realojamento, e a construção de uma residência assistida para idosos, uma creche e espaços para novas actividades económicas de apoio ao auto-emprego.

Ainda de acordo com o portal da CML, o projecto para a Mouraria prevê a criação de um equipamento destinado à infância e juventude, para além de um ninho de empresas para actividades económicas de pequena dimensão.

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Vogue Homes lança comercialização da West House em Cascais

Com assinatura do gabinete RRA Project, o projecto conta com cinco unidades residenciais e jardins privativos. Estima-se que o empreendimento esteja concluído em 2024

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Um dos mais recentes empreendimentos da Vogue Homes, o projecto West House, em Cascais, já entrou em fase de comercialização. Com cinco unidades residenciais, três T3 duplex com áreas entre os 230m² e os 250m², que incluem jardins privativos, e dois T2 com áreas aproximadamente de 160m², também com áreas exteriores privadas, estima-se que o empreendimento esteja concluído em 2024.

Com assinatura do gabinete RRA Project, o projecto destaca-se pela eficiência do edifício, até a simbiose entre a riqueza plástica, bem como o desenho dos espaços exteriores, permite evidenciar a singularidade de cada uma das frações.

Localizada no centro de Cascais e apenas a 2 Km do Parque Natural Sintra-Cascais, a West House é um edifício de habitação colectiva com traços contemporâneos e urbanos, embora, cada um dos seus cinco apartamentos apresente uma personalidade intimista.

Cada habitação tem as suas particularidades, na medida em que, a configuração interior advém de uma estreita ligação com as áreas exteriores privativas adstritas a cada uma das unidades. A escala do edifício permite que todas as tipologias agreguem espaços exteriores de dimensões generosas, facto que diferencia este empreendimento, de outros tipologicamente semelhantes.

“A linguagem contemporânea adotada na West House é plasticamente rica ainda que muito depurada, tendo-se optado pela simplicidade da fachada principal e tardoz cujo contraponto com a variação volumétrica das fachadas laterais confere ao edifício uma notória harmonia e um inequívoco charme pela subtileza das formas” reforça Raul Reis, CEO do RRA Project.

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IP com lucros de 14M€ em 2021

IP termina 2021 com resultado líquido de 14 milhões de euros e EBITDA positivo de 497 milhões de euros, o que reflecte a redução do impacto da covid-19 nas receitas de utilização das infraestruturas rodoferroviárias

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A Infraestruturas de Portugal (IP) registou em 2021 um resultado líquido positivo de +14 milhões de euros (2020: -56 milhões de euros) e um EBITDA de +497 milhões de euros verificando-se um aumento de 12% face ao valor registado em 2020 (+445 milhões de euros).

Esta evolução deveu-se principalmente “ao aumento do rendimento com as principais receitas, designadamente: da Contribuição do Serviço Rodoviário (+52 milhões de euros) e da Tarifa de Utilização da Infraestrutura Ferroviária (+5 milhões de euros)”. Segundo a empresa, “a redução do impacto da pandemia COVID-19 sobre o nível de utilização da infraestrutura rodoferroviária sob gestão da IP durante ano de 2021, face a 2020, foi determinante para o aumento daqueles rendimentos, apesar de ainda não se terem atingido os níveis de utilização de 2019”.

Já relativamente à receita de portagens, verifica-se uma diminuição de -5% (-15milhões de euros), apesar do aumento da utilização da infraestrutura, em resultado da introdução nas AE ex-SCUT, em 1 de Julho de 2021, do novo regime de descontos previsto nos artigos 425.º e 426.º da LOE (50% nas tarifas de portagem).

Destaque positivo para o facto da IP ter incrementado o nível de intervenções na infraestrutura face ao registado em 2020. Com efeito, em 2021, o gasto com as actividades de conservação das redes rodoviária e ferroviária ascendeu a 196 milhões de euros, mais 5% do que o registado em 2020.

Relativamente ao resultado financeiro verificou-se uma melhoria de 24 milhões de euros, cujo principal contributo se deve à redução de -21 milhões de euros na componente dos juros afectos às subconcessões, em virtude da descida do passivo associado, a que acresce a redução do impacto dos encargos financeiros associados à dívida sob gestão directa da IP em -5 milhões de euros. Esta evolução positiva apenas é contrariada pelo aumento dos outros gastos financeiros, de que se destacam os associados à obtenção de garantias bancárias para processos fiscais, em +2milhões de euros.

O resultado líquido da IP regressa assim a terreno positivo, fixando-se em +14 milhões de euros, reflectindo, fundamentalmente, a redução do impacto extraordinário, global e não previsível da COVID-19 face a 2020, e que contrasta com o resultado líquido negativo de -56 milhões de euros verificado nesse ano.

De destacar ainda o crescimento do investimento, com particular ênfase o desenvolvimento do programa Ferrovia 2020, e que permitiu atingir os 278 milhões de euros de execução no ano, significando um crescimento de 36% face a 2020, seguindo assim a forte tendência de crescimento já verificada nos anos anteriores.

A IP manteve, ao longo do ano, a aceleração da liquidação da respectiva facturação, sempre que possível. Esta medida veio permitir que em 2021, o prazo médio de pagamentos (PMP) da IP se tenha fixado em 15 dias.
Em 2021, assistiu-se à redução do stock de dívida financeira da IP em 640 milhões de euros, fixando-se este agregado no final de Dezembro de 2021 em 4.145 milhões de euros. As amortizações realizadas respeitaram essencialmente à amortização do Eurobond 0621 (500 milhões de euros) e às amortizações dos empréstimos contraídos junto do BEI (129 milhões de euros).

Por fim, destaca-se a manutenção da política de financiamento prosseguida pelo accionista de capitalização da Empresa através de operações de aumento de capital que, em 2021, ascenderam a 1.613milhões de euros.

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Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022

Segundo a Predibisa, comparativamente ao período homólogo, verificou-se um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas

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Apesar destes últimos dois anos extremamente desafiantes e um actual cenário de incerteza marcado pelo contexto de conflito internacional, o mercado de escritórios do Grande Porto, no primeiro trimestre registou uma maior dinâmica comparativamente ao período homólogo, registado um crescimento tanto ao nível de área colocada, operações registadas e área média contratualizada.

“O mercado de escritórios do Porto e Grande Porto iniciou o ano de 2022 com um total de 5.818 m² contratualizados, num total de 12 operações registadas no primeiro trimestre. Comparativamente ao período homólogo, verificamos um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas (mais quatro operações face ao mesmo período de 2021), explica João Leite de Castro, director do departamento “corporate” da Predibisa.

Ao longo dos primeiros três meses do ano, a Predibisa foi responsável por mais de metade das operações registadas (7 em 12), o correspondente a 58% do total de operações apuradas, onde três das doze transacções registadas são operações com áreas brutas locáveis superiores a 500 m², o correspondente a cerca de 55% da área colocada.

“O Porto mantém a elevada tendência de procura de área de escritórios, absorvendo cerca de 2/3 da área total colocada no trimestre, num total de 3.883 m².

O Central Business District da Boavista continua a ser a zona com maior dinâmica na região, sendo responsável pela maior absorção, com mais de 54% da área total colocada na cidade (2.107 m²) e por mais de metade das operações registadas (cinco em nove).

Segue-se a zona Oriental com 998 m² e duas operações registadas, a zona “Outros Porto” com 526 m² e também duas operações e, por fim, o CBD Baixa com 252 m² e apenas uma operação.

Fora da cidade do Porto é a zona da Maia aquela que capta maior volume de área com um total de 1.935 m², sendo também responsável pela maior transação operada no trimestre com 1.562 m²”, explica João Leite de Castro.

No que diz respeito à procura e número de operações, são as empresas de “TMT’s & Utilities” que representam a maior quota de mercado, com seis das doze operações (50%). O setor destas empresas foi também responsável pela maior taxa de ocupação (61%), seguindo-se os “Serviços a Empresas” com 24%, as “Farmacêuticas e Saúde” com 8% e as empresas ligadas aos “Outros Serviços” com 7%.

“Mais de metade da área absorvida (3.122 m²) e 1/3 das operações registadas prende-se com a necessidade de expansão de área, sendo este o principal factor de motivação para a procura de novos espaços de escritórios na região ao longo do primeiro trimestre. Segue-se o motivo de mudança de instalações com 29% e quatro operações registadas e, por último, o motivo da chegada de novas insígnias à região com 17% e também quatro operações”, conclui.

De salientar, ainda, o aumento na procura por parte de novas empresas que pretendem instalar-se no Porto, prevendo- se um crescimento nos níveis de ocupação ao longo dos próximos meses, uma vez que, os novos projectos cumprem com os requisitos actuais da procura, através de espaços com implantações superiores a mil metros quadrados, que denotam uma atenção especial à temática ambiental e à certificação energética.

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Hipoges com aumento de 150% no volume de vendas em Portugal no primeiro trimestre do ano

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%

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O servicer de referência em Asset Management, Hipoges, com presença em Portugal, Grécia, Itália e Espanha, fechou o primeiro trimestre de 2022 com um aumento de 150% no volume de vendas face ao mesmo período homólogo. Este crescimento notável reflectiu-se também no número de operações encerradas com sucesso pela empresa, onde registou um aumento de 87%, comparativamente aos primeiros três meses do ano anterior.

Especificando por tipo, o sector terciário tem demonstrado um forte impulso de actividade com um aumento homólogo superior a 189% no volume de vendas e 106% das transacções fechadas, o que reflecte o compromisso da empresa com este segmento através do recente lançamento do Portal do Investidor para os mercados de Portugal e Espanha.

No que ao sector residencial diz respeito, a empresa registou também um aumento de 206% no número de operações fechadas com sucesso. Um crescimento que representou um volume de vendas 221% superior ao do mesmo trimestre de 2021 e colocou o sector residencial como o mercado que mais cresceu no primeiro trimestre de 2022.

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%. A capital lisboeta representa 34% do total de vendas, Faro 12%, Santarém 12% e Setúbal 10%. Estes dados reflectem o crescimento exponencial que o servicer está a viver ano após ano.

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Sistema 38 PLUS da Ecosteel distinguida com Red Dot 2022

A OTIIMA foi distinguida com o prémio Red Dot 2022 na categoria Product Design, pelo seu sistema 38 PLUS, o qual voltou a apresentar-se a concurso com um novo conceito de design e um novo sistema de engenharia: o fecho oculto no perfil central

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Pela segunda vez, a Ecosteel vê a OTIIMA ser destacada com o prémio Red Dot 2022 na categoria Product Design, atribuído ao sistema 38 PLUS, o qual voltou a apresentar-se a concurso com um novo conceito de design e um novo sistema de engenharia: o fecho oculto no perfil central. Com uma linha de visão de apenas 22 mm, este perfil central, com fecho invisível, proporciona à janela uma essência ainda mais minimalista, oferecendo toda a protecção contra intrusão, bem como uma melhoria da acústica e da inércia do perfil.

O fecho encontra-se perfeitamente integrado na capa central, o que lhe confere um carácter invisível, salvaguardando assim a estética e o aspecto minimalista inerente às janelas OTIIMA. Esta inovação traduz-se também num conjunto de melhorias a nível dos fechos das capas centrais.

Como explica Ricardo Cortês, responsável do departamento de ID&T “este conceito, que já havia sido pensado entre portas, foi melhorado e posto funcional, o que lhe valeu um reconhecimento que veio reforçar a credibilidade da marca OTIIMA, a quem é atribuído pela segunda vez este prémio, depois de ter sido destacado em 2017.

38 PLUS é um sistema exclusivo minimalista, caracterizado por um sistema de correr inovador. Trata-se de uma tecnologia que proporciona aos painéis envidraçados uma estabilidade superior, utilizando rolamentos verticais, oferecendo também um excelente desempenho em impermeabilidade, permeabilidade ao ar e resistência a cargas de vento.

Equipado ainda com um inovador sistema anti-freeze exclusivo, este tipo de solução permite anular o processo de condensação nos painéis de vidro, potencia o descongelamento de qualquer formação de gelo no interior do sistema de calhas, proporcionando uma melhor drenagem de água, mesmo sob condições climáticas extremas.

Investigação Desenvolvimento & Tecnologia na Ecosteel

Constituído por uma equipa jovem, cujo foco é a inovação, o departamento de ID&T da ECOSTEEL tem objectivos claros para 2022: caminhar no sentido da optimização, desenvolvendo os mais variados projectos e prestando apoio no trabalho desenvolvido em obra, fábrica ou comercialmente. A principal missão do departamento de ID&T é pensar “fora da caixa”, criar o que não existe, o que também passa por agarrar uma ideia ou um projecto pensado anteriormente e transformá-lo num produto inovador. Ricardo Cortês, Mário Molho e André Almeida, que coordenam este departamento, sublinham que “desta forma, a carga de trabalho é maior do que se fosse algo construído de raiz, mas que o resultado final se revela recompensador. Foi seguindo esta linha de pensamento que nos levou a melhorar o sistema 38PLUS com o fecho oculto: uma ideia que conseguimos concretizar e que foi reconhecida com o Prémio Red Dot, na categoria Product Design”.

Os Prémios Red Dot Design são considerados um dos mais prestigiados concursos internacionais na área do design de produto. Em 2022, designers, escritórios de design e fabricantes de cerca de 60 países inscreveram os seus produtos nos Prémios Red Dot na categoria de Design de Produto. Sob o lema “Em busca do bom design e inovação”, os 48 membros internacionais do júri Red Dot avaliaram cada um dos produtos, tendo em conta, não só a funcionalidade e inovação dos mesmos, como também o design.

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AICCOPN: Concursos de obras públicas caem 8% no primeiro trimestre

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021

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O volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos no primeiro trimestre deste ano baixou 8% face aos primeiros três meses de 2021, atingindo os 892 milhões, divulgou esta quinta-feira a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)

Segundo a associação, e de acordo com o Barómetro das Obras Públicas, a variação entrou em terreno negativo depois de uma variação nula no mês anterior.

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021, “prolongando-se uma variação negativa em termos homólogos acumulados que se regista desde Dezembro”.

Os contratos de empreitada celebrados no âmbito de concursos públicos, neste período de análise, por sua vez, situaram-se em 315 milhões de euros, valor inferior em 52% ao observado em igual período do ano anterior.

Já os contratos celebrados através de ajustes directos e consultas prévias recuaram 36% em termos homólogos, para 79 milhões de euros, conclui a associação do sector.

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Braga recebe congresso sobre digitalização da indústria da construção

“Até aqui fazíamos desenhos para construir casas, pontes e outros edifícios, mas a tendência internacional é fazê-lo através de modelos, navegáveis por realidade virtual, onde se vê muito além das paredes, como as redes hidráulicas e até as propriedades dos materiais

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Braga recebe, entre 4 e 6 de Maio, o 4º Congresso Português de Building Information Modelling (ptBIM), iniciativa promovida pelas Escolas de Engenharia e de Arquitectura, Arte e Design da Universidade do Minho, com o apoio das universidades do Porto e de Lisboa. A meta é debater, divulgar e adequar directrizes sobre construção virtual, em especial nos países lusófonos, que vão estar bem representados no evento que se realiza no Espaço Vita.

A sessão de abertura realiza-se no dia 4, às 9h, com intervenções previstas do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do vereador do Urbanismo de Braga, João Rodrigues, dos directores da Região Norte da Ordens dos Arquitectos e dos Engenheiros, respectivamente Conceição Melo e Bento Aires, e do coordenador do congresso, Miguel Azenha.

O programa inclui sessões plenárias e paralelas, seminários, reuniões e um prémio a melhor tese de mestrado na área, entre outros. Os oradores principais são o norte-americano Patrick MacLeamy (BuildingSMART International), a canadiana Susan Keenliside (House of Commons), o francês Christophe Castaign (European Federation of Consulting Associations), o esloveno Veljko Janjic (Bexel Consulting) e o português Décio Ferreira (Foster+Partners). As inscrições estão abertas em www.ptbim.org. Neste site também se pode ver, por curiosidade, a representação 3D ou BIM dos espaços do congresso.

“Até aqui fazíamos desenhos para construir casas, pontes e outros edifícios, mas a tendência internacional é fazê-lo através de modelos, navegáveis por realidade virtual, onde se vê muito além das paredes, como as redes hidráulicas e até as propriedades dos materiais. Esses benefícios vão reduzir muitas despesas de mau planeamento, aproximar os vários envolvidos na obra e permitir edifícios mais sustentáveis na certificação energética, no conforto e na segurança”, resume o professor Miguel Azenha, que está ligado ao Departamento de Engenharia Civil da UMinho e ao centro de investigação ISISE.

“O método BIM é colaborativo, baseado num modelo digital que integra a informação de formas que eram impensáveis até há alguns anos e a sua utilidade na arquitectura/construção exprime-se de muitas maneiras”, frisa. No entanto, acrescenta, “há desafios importantes para os profissionais, pois exige novos modos de trabalhar e colaborar, obrigando a um processo de aprendizagem; e há também um conjunto de novas normas, como a ISO19650, às quais o tecido empresarial do sector se está a adaptar”.

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Epiroc apresenta a nova fresadora V

Com o seu design em V, a mais recente fresadora da Epiroc define um novo padrão em abertura de valas e pedreiras. Uma solução aparentemente simples com uma eficácia extraordinária que permite poupanças de energia até 40%

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“Os problemas de eficiência relacionados com a abertura de valas foram resolvidos com soluções avançadas, mas dispendiosas. Apresentamos uma alternativa que irá poupar tempo e dinheiro em praticamente todos os aspectos, do investimento à energia e ao desgaste da máquina portadora. E tudo é conseguido pelos ângulos do tambor”, explica Gordon Hambach, global business manager de acessórios hidráulicos na Epiroc.

Graças ao design em V, que permite um corte com uma base plana, nenhum material é deixado intocável entre os tambores. Uma fresadora de tambor regular tem de deslocar-se lateralmente para criar uma vala uniforme, uma abordagem que causa desgaste adicional no braço da máquina portadora, o VC 2000 pode atingir o mesmo resultado simplesmente a direito. Basicamente, funciona como um balde, o que facilita a sua utilização, é mais agradável para a máquina portadora e é necessária menos energia e tempo. Tendo em conta a redução dos períodos de inactividade e da manutenção, os cálculos são ainda mais atractivos.

As características distintivas das fresadoras de tambor Epiroc clássicos, como as engrenagens rectas robustas, o motor de engrenagem de binário elevado adaptável e o sistema de retenção QuickSnap para uma troca rápida e fácil, podem ser encontradas no nova VC 2000. Também está equipado com o suporte Pro, que conduz todas as mangueiras hidráulicas através do centro da lança e para locais seguros, como padrão. Também estão disponíveis suportes mecânicos e hidráulicos giratórios, bem como um sistema de pulverização de água que previne as poeiras. O sistema HATCON que monitoriza as horas de funcionamento, a localização e os intervalos de assistência e apresenta esses dados em praticamente qualquer ecrã através de My Epiroc é outra opção que aumentará a eficácia geral.

“O fornecimento de soluções que podem ajudar os nossos clientes a atingir novos níveis é gratificante, não menos importante no que diz respeito à poupança de energia e à sustentabilidade. Inspiram-nos a repensar constantemente todos os aspectos da nossa oferta, e VC 2000 é certamente o resultado disso”, conclui Gordon Hambach.

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Instituto de Formação Vulcano estreia curso de instalação e manutenção de ar condicionado

Com a duração de dez dias, a formação será ministrada nos centros de Formação de Aveiro, em 2 a 31 de Maio, e em Lisboa, em duas sessões, de 23 a 31 de Maio e de 6 a 28 de Junho

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O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, estreia o curso de Instalação e Manutenção de Ar Condicionado. Com a duração de dez dias, a formação será ministrada às segundas e terças-feiras nos centros de Formação de Aveiro e Lisboa. A sessão em Aveiro terá lugar de 2 a 31 de Maio. Em Lisboa, o curso irá decorrer de 23 a 31 de Maio e de 6 a 28 de Junho. Destina-se a instaladores, recém-licenciados, e técnicos que tencionam dar os primeiros passos na área ou aprofundar conhecimentos.

Com uma duração de 80 horas, este curso irá proporcionar aos formandos várias aprendizagens, como: conceitos básicos de termodinâmica, princípios da climatização e refrigeração, componentes dos sistemas de ar condicionado e também procedimentos de instalação, funcionamento e manutenção. Os inscritos ficarão capacitados para compreender conceitos fundamentais como circuito frigorífico, e diagrama psicométrico, assim como identificar, seleccionar e instalar o equipamento mais adequado de acordo com o perfil do consumidor e a legislação vigente. Além disto, os formandos irão desenvolver aptidão para executar os procedimentos de funcionamento e manutenção de ar condicionado e ainda adquirir conhecimentos úteis para colocar em prática uma negociação de sucesso.

O Curso de Instalação e Manutenção de Ar Condicionado comporta conteúdos programáticos com base teórica, apresentando em simultâneo uma componente prática. Mais informações aqui

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“Lisboa Circular” da Roca reflecte sobre Energia

Focado numa Lisboa mais sustentável, o Roca Lisboa Gallery lança a 5ª e última sessão do workshop ligado a esta área. O tema deste mês é a Energia

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O Roca Lisboa Gallery lança a sua última sessão do Workshop “Lisboa Circular.” O tema será a energia e terá lugar no dia 3 de Maio no Roca Lisboa Gallery. “A energia é um recurso utilizado por todos nós mas nem sempre valorizado e reconhecido. O crescimento populacional contínuo e a maior procura de recursos, assim como os agravantes efeitos das alterações climáticas, exigem novas abordagens para as cidades com foco numa gestão de energia mais eficiente e sustentável”, justifica a empresa em comunicado.

Nesta sessão será analisado o sistema de energia da cidade, de forma holística, apresentando soluções sustentáveis e regenerativas, que possam contribuir para a descarbonização energética. Este workshop colaborativo contará com a presença de especialistas da área que irão apresentar projectos de referência, comunitários e de maior escala na cidade Lisboa.

A sessão dedicada ao tema da Energia vai contar com o contributo de Gonçalo Correia, da Sustainable Energy Youth Network (SEYN), e de Sara Freitas, da Lisboa E-Nova – Agência de Energia e Ambiente de Lisboa.

Organizado por Laura Korčulanin, consultora e fundadora do “Give a Shit Project”, “Lisboa Circular” é um ciclo composto por cinco workshops dedicados a temas essenciais da cidade e que definem o bem-estar para todos os cidadãos. O Roca Lisboa Gallery já contou com quatro sessões, a primeira focada no tema dos Resíduos Urbanos e a segunda na Mobilidade, Fevereiro foi o mês de falar na Alimentação, Março na Água e agora, por último, em Maio o foco é a Energia.

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