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IST desenvolve sistema de autocarros à semelhança do metro de superfície

Um consórcio internacional no qual participa o Instituto Superior Técnico (IST) está a desenvolver um sistema de autocarros de elevado rendimento, que funciona de forma semelhante à do metro de superfície. A equipa do grupo de Transportes do CESUR – Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST integra uma equipa internacional que vai reunir… Continue reading IST desenvolve sistema de autocarros à semelhança do metro de superfície

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IST desenvolve sistema de autocarros à semelhança do metro de superfície

Um consórcio internacional no qual participa o Instituto Superior Técnico (IST) está a desenvolver um sistema de autocarros de elevado rendimento, que funciona de forma semelhante à do metro de superfície. A equipa do grupo de Transportes do CESUR – Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST integra uma equipa internacional que vai reunir… Continue reading IST desenvolve sistema de autocarros à semelhança do metro de superfície

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Um consórcio internacional no qual participa o Instituto Superior Técnico (IST) está a desenvolver um sistema de autocarros de elevado rendimento, que funciona de forma semelhante à do metro de superfície.

A equipa do grupo de Transportes do CESUR – Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST integra uma equipa internacional que vai reunir pela primeira vez, esta sexta feira, para “selecionar as principais tarefas e escolher as cidades onde se vai começar a trabalhar”, explicou o investigador e especialista em transportes.

Este sistema de autocarros de alto desempenho, conhecido como Bus Rapid Transit (BRT), tem “um rendimento próximo do dos metros de superfície”, e funciona de forma semelhante, com corredores exclusivos, mas sai muito mais barato, disse José Manuel Viegas, que lidera a equipa portuguesa.

De acordo com este responsável, já existem cem projetos BRT em todo o mundo, dos quais cerca de 40 na América Latina.

O consórcio é liderado pela Universidade Católica de Santiago do Chile, e integra ainda o Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Universidade de Sydney e o Embark, departamento do World Resources Institute, uma organização não governamental com sede em Washington.

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Entre o interesse dos investidores e os condicionalismos do mercado, 2023 será um ano desafiante

No mercado apenas desde 2019, a Hawk Real Estate Collective ultrapassou a prova de fogo provocada pela pandemia com distinção. Hoje, está presente nas regiões da grande Lisboa, reforçou a sua posição no eixo Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides e fixou-se no Algarve

No seguimento do crescimento registado nos primeiros anos de actividade, no final de 2022 deverá atingir um volume de negócios superior a 30 milhões de euros. Um dos seus últimos negócios, a entrada do hostel espanhol Room007 na capital, com a aquisição de um dos edifícios mais icónicos da Noite lisboeta, deu-lhe destaque na imprensa.
“Tinha acabado de chegar de Angola e comecei a olhar para o mercado imobiliário, em especial da grande Lisboa e percebi que havia potencial e interesse para vender grandes activos e imóveis destinados à promoção imobiliária, mas havia um gap na informação que chegava aos investidores. Para vender um terreno para construção de um empreendimento não basta tirar simplesmente fotografias e falar da vista, mas é preciso fazer analise urbanísticas, falar do potencial construtivo… basicamente ‘calçar os sapatos dos investidores’ e fazer algumas contas para perceber se esse investimento vale a pena, ou não”, conta Miguel Freitas, CEO da Hawk em conversa com o CONSTRUIR.
O primeiro negócio da consultora foi um terreno no Guincho e daí a juntar uma equipa experiente no sector imobiliário, composta por arquitectos, engenheiros e designers, foi um passo, sempre com foco em grandes activos para promoção.

A ligação pessoal a Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides potenciou o desenvolvimento da actividade, neste que é uma das “zonas mais dinâmicas do país a nível de transacções”, refere Miguel Freitas.

‘Vistos gold’ incutem dinamismo
Os investidores, em especial os que são atraídos pelas vantagens dos Vistos Gold são um dos motores desse dinamismo. “Alcácer e Grândola assim como Évora e Óbidos são geografias que os investidores priorizam e é uma área que continua a registar em forte crescimento. Começamos a desenvolver bastante negócio nessa zona e conseguimos posicionar a Hawk de uma forma bastante interessante”, refere o CEO e fundador da consultora imobiliária.
Compreender o que motiva este investidor foi, em última análise um dos segredos desse posicionamento, o qual anda a par e passo com o potencial turístico que a região oferece. E a tendência irá manter-se
“Um investidor, e em especial, aquele que vem através dos Vistos Gold, compra uma casa e espera um retorno. Não se vendem apartamentos para Vistos Gold em Chaves, por exemplo, porque depois as pessoas compram, mas percebem que não há qualquer tipo de rentabilidade. Mas naquela zona costeira umT0 ou um T1 facilmente oferece um bom retorno e é isso que estes investidores procuram. Pela minha experiência, é raro o comprador que quer, simplesmente, obter o certificado de residência e que não espere uma rentabilidade”, sustenta Miguel Freitas.
Na carteira de activos da consultora imobiliária estão edifícios devolutos, localizados em zonas históricas em Grândola e Alcácer, e que estão na mira de promotores imobiliários. Para além de portugueses, é cada vez maior o leque de nacionalidades que surge entre os seus compradores. “Temos muitos espanhóis, mas começam a surgir também norte-americanos, franceses, etc… Um crescimento do investimento estrangeiro que está associado ao novo paradigma mundial e há guerra que está a afectar a Europa. Também existe um crescimento do número de investidores brasileiros, em virtude da instabilidade que o país está a viver neste ano de eleições”, inúmera Miguel Freitas.
O objectivo próximo da consultora imobiliária é, para além de aumentar o volume de negócios em Lisboa, continuar o trabalho desenvolvido nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, potenciando a enorme dinâmica gerada pela Comporta e Melides e as suas consequentes oportunidades, e crescer no Algarve.

2023 desafiante
Não obstante, o próximo ano será desafiante. “É verdade que Portugal, e em especial o sector imobiliário, tem beneficiado desta instabilidade mundial, sendo um país de refúgio. A procura continua em alta, há investidores que estão ávidos por investir, mas a oferta não é abundante e isto começa a ser um problema porque os preços depois também não baixam e os custos de construção também estão mais altos. O que começamos a assistir é que apesar do entusiasmo e do interesse do mercado, temos alguns players a refrear o seu investimento porque todos estes aumentos vão reflectir-se no preço final”, considera Miguel Freitas.
Seguindo as tendências, outra das apostas da Hawk Real Estate Collective, será no blockchain e na negociação de activos em criptomoedas. “Ainda é um nicho de mercado, mas com tendência para crescer e queremos estar presentes. Temos que estar preparados. Vamos ver como esse mercado lida com a instabilidade que se passa no mundo real, com a inflação, com as altas taxas de juro e com as alterações geopolíticas, por outro lado existem benefícios para investimentos em cripto moedas e investidores com esse perfil”, resume.

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Brico Depôt Iberia reconhecida como melhor retalhista do ano pelos consumidores

A especialista em bricolage e renovações, recebeu o prémio, tanto no canal físico como online, na 12ª edição dos prémios espanhóis “Comércio do Ano”

A Brico Depôt Iberia, especialista em bricolage e renovações, recebeu o prémio de Melhor Retalhista do Ano na categoria bricolage, tanto no canal físico como online, na 12ª edição dos prémios espanhóis “Comércio do Ano”, uma iniciativa na qual os consumidores votam nas suas marcas favoritas e escolhem a marca vencedora.

O prémio procura distinguir as empresas que se destacam pela sua excelência empresarial, inovação e compromisso social, entre outros aspectos, bem como oferecer às marcas um verdadeiro feedback do consumidor sobre vários factores que influenciam as escolhas dos clientes, como serviço ao cliente, experiência, confiança e qualidade.

De acordo com a Brico Dêpot o facto de ter “posicionado o consumidor como o eixo central de todas as decisões da empresa” contribuiu para esta distinção, um posicionamento que ficou marcado com o lançamento, em 2021, da campanha “Duplamente Orgulhosos”, na qual presta homenagem aos seus clientes personalizando os produtos da marca com os seus nomes.

“Através da escuta activa conseguimos antecipar as necessidades dos consumidores e mostrarmo-nos se como o seu parceiro ideal, fornecendo-lhes tudo o que precisam para realizar as suas renovações e projectos de bricolage”, indica a empresa em comunicado.

Por outro lado, como parte do seu forte empenho na digitalização, a empresa impulsionou o seu canal online durante a pandemia, proporcionando aos consumidores uma experiência omnicanal com o objectivo de melhorar a sua satisfação e experiência de compra.

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Arquitectos portugueses distinguidos nos WATA 2022

O atelier Multiprojectus e o arquitecto Paulo Martins foram distinguidos nas categorias “Working” e ”Restoring Residential’, respectivamente. Os WATA são organizados pela Technal

A segunda edição dos World Architecture Award (WATA) 2022 decorreu no passado dia 4 de Outubro, em Paris, e das nove categorias existentes, o projecto “Edifício Industrial”, projectado em Santo Tirso pela Multiprojectus, arrecadou o primeiro prémio na categoria  “Working”, enquanto que, o projecto “Casa Beira Mar”, em Aveiro, com assinatura de Paulo Martins, foi distinguido com a menção honrosa na categoria ”Restoring Residential’’.

Os WATA são um concurso bienal dedicado a arquitectos que premeia os melhores projectos recentes em termos de qualidade arquitectónica em que são utilizados produtos de caixilharia Technal.

Neste edição dos WATA foram distinguidos 17 projectos internacionais, seleccionados por um júri internacional composto por sete elementos, de renome mundial, nomeadamente, Brian Kleiver (SOM – Skidmore, Owings & Merrill, Dubai), Lucía Ferrater (OAB, Barcelona), Vasco Leónidas (NLA Arquitetos, Lisboa), Sylvie Bruyninckx, (VIVA ARCHITECTURE, Belgica), Moheb Marcos (ECG, Egipto), Afsar Mirza, (GENSLER, Reino Unido) e Patrick MITON (SOHO ATLAS IN FINE, França).

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Coca-Cola Europacific Partners instala parque fotovoltaico na fábrica em Azeitão

A empresa está a dotar a sua fábrica em Azeitão com um parque fotovoltaico visando melhorar a eficiência e o desempenho energético da unidade industrial. O investimento representa uma poupança de 2750 MWH que evitará a emissão de 500 toneladas de CO2 por ano

A primeira fase deste projecto já se encontra concluída, com a instalação de painéis fotovoltaicos numa área de 10.682 m2, no topo das instalações fabris. Prevê-se que a segunda fase de instalação possa iniciar-se durante o próximo ano, com a ocupação de mais 11.000 m2.

“Este é um passo muito importante na estratégia de sustentabilidade com particular incidência na acção sobre o clima e na redução de emissões de CO2. Desde 2018 que 100% da energia eléctrica contratada na fábrica de Azeitão é de origem renovável certificada. Agora evoluímos para energia solar produzida directamente pelos painéis fotovoltaicos na nossa fábrica”, justifica Márcio Cruz, head of public affairs, communication & sustainability da CCEP Portugal

Com efeito, o modelo integrado de gestão de energia já permitiu alcançar, em Portugal, uma melhoria sustentada na eficiência energética de 33%, desde 2010 e uma redução global de 25,7% na emissão de gases de efeito de estufa, desde 2019.

“Em 2021 trocámos toda a nossa frota comercial por veículos híbridos e nos últimos três anos investimos cerca de 3,857M€ em novos equipamentos de frio energeticamente mais eficientes, o que resultou numa redução de 46% neste tipo de equipamentos e uma poupança de cerca de 42.000Mwh (-41%)”, adianta Márcio Cruz.

A CCEP continua a avançar no sentido da redução progressiva da sua pegada de carbono até atingir o objectivo de emissões zero, ainda antes de 2040. Está previsto que em 2030 a redução tenha chegado, pelo menos, a 30% face a 2019.

Veja o vídeo da instalação aqui

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Grandes temas das renováveis em análise na conferência da APREN

A Portugal Renewable Energy Summit 2022 terá como mote “Transição energética – dos planos à acção”, com destaque para as renováveis offshore, hidrogénio verde e desenho do mercado de electricidade

Os grandes temas da energia renovável vão estar em análise na conferência da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis, a Portugal Renewable Energy Summit 2022, que decorre nos próximos dias 16 e 17 de Novembro no Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa.

A Portugal Renewable Energy Summit, que ao longo dos últimos dez anos já se impôs como o grande fórum de debate na área da energia trará mais uma vez a debate os temas chave do sector. Entre eles o REPowerEU, a nova ambição europeia. A situação geopolítica gerada pela ilegítima invasão da Ucrânia por parte da Rússia trouxe para a agenda a urgência da autonomia da Europa em termos energéticos e, por consequência, a necessidade de acelerar a transição energética e diversificar as fontes de abastecimento.
No plano REPowerEU, lançado este ano, a Comissão Europeia propõe aumentar a meta de consumo final de energia a partir de fontes renováveis, dos actuais 40%, previstos no pacote FIT for 55, para os 45% em 2030. O plano passa por duplicar a capacidade instalada de energia solar e aumentar a potência instalada de energia eólica, em terra e no mar, dos 190 GW para 480 GW nos próximos oito anos. Também por isso estão no programa da conferência as renováveis oceânicas e o hidrogénio verde que fazem parte integrante e significativa desta estratégia europeia. As oportunidades e ameaças do desenvolvimento destas tecnologias, particularmente no contexto ibérico, serão analisadas em dois dos painéis dedicados da conferência.

O desenho do mercado europeu de electricidade e o modelo europeu de contenção dos preços da electricidade – pontos nevrálgicos da mudança que está a ser operada em termos europeus – são dois outros grandes temas a focar, com o objectivo de analisar a efectiva adaptabilidade do mercado actual ao presente e ao futuro.

A ambição que o REPowerEU trouxe exige entidades licenciadores mais robustas e apetrechadas, com os meios necessários, mas também mais flexibilidade e menos burocracia na hora do licenciamento de projectos renováveis. A revisão do “simplex ambiental” vai por isso ser analisada ao pormenor na conferência que trará igualmente novidades sobre o guia de licenciamento de projectos renováveis onshore, que a APREN está a desenvolver.

Outro desafio é a necessidade de densificar territorialmente a rede eléctrica de serviço público para receber toda a nova potência renovável e por isso não passará em claro a discussão sobre a capacidade e acesso à rede, e as interligações.

A matriz eléctrica portuguesa na próxima década será alvo de análise por algumas das entidades mais relevantes do sector. Serão debatidas as tecnologias centrais para o cumprimento das metas de descarbonização e também será dado destaque ao papel fulcral das comunidades de energia e autoconsumo individual e colectivo no quadro da transição para um modelo energético mais verde, mais democrático e mais seguro.

Na conferência deste ano marcará presença o ministro do Economia e do Mar, António Costa Silva, e o secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba, bem como várias entidades europeias relevantes, como a WindEurope, a SolarPower Europe, a EREF ou a Hydrogen Europe, entre outras.

“Acreditamos que esta será mais uma oportunidade de fazer luz sobre os temas que interessam ao sector, à semelhança do que já tem acontecido nas edições anteriores, sinalizar constrangimentos e ajudar a encontrar respostas para fazer fluir a energia renovável para acelerar a transição energética que todos ambicionamos”, antecipa o Presidente da direcção da APREN, Pedro Amaral Jorge.

A conferência inclui também a atribuição do Prémio APREN 2022, uma iniciativa que visa distinguir as melhores dissertações académicas de mestrado e doutoramento relacionadas com electricidade de origem renovável.

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APCMC realiza seminário ‘Integração Digital nos Materiais de Construção’

Além da apresentação das principais conclusões sobre os processos de digitalização da construção, o seminário vai dar a conhecer o guia digital, integrado no projecto “MC Digital, construção”, apoiado pelo Norte2020

A APCMC – Associação Materiais de Construção, vai realizar o seminário “MC Digital – Acelerar a Digitalização dos Processos nos Materiais de Construção”, na próxima quarta-feira, dia 26 de Outubro, no Sheraton Porto Hotel & Spa, com início às 10 horas.

O encontro vai permitir mostrar o conjunto de ferramentas em desenvolvimento, que se destinam a promover a integração digital dos processos nas empresas deste sector, com destaque para apresentação do guia “Integração Digital nos Materiais de Construção”, um trabalho que é parte integrante do projecto “MC Digital” e que visa melhorar a eficiência dos processos comerciais e logísticos das empresas através de actividades que se interligam e aumentar os seus níveis de qualificação, fundamentais para a competitividade da oferta, assim como promover a visibilidade e o posicionamento da oferta endógena da região Norte nos mercados internacionais.

O guia vai ser apresentado por Júlia Brito, da Pamésa Consultores, entidade que trabalhou na sua elaboração e que tem como propósito “contribuir para ajudar as empresas a ganhar consciência sobre os desafios tecnológicos e digitais nos materiais de construção, a dar indicações sobre como desenvolver modelos de negócio nos canais digitais, a implementar a classificação de produtos de acordo com os standards internacionais já vigentes em diversos mercados de referência e a obter ganhos de eficiência organizativa pela automatização dos processos”.

Como segundo painel destaca-se o “Sistema de Classificação ETIM e a construção de fichas técnicas harmonizadas para os materiais de construção”, que ficará a cargo de Pedro Mêda, investigador do Instituto da Construção, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O instrumento ETIM permite a identificação de produtos de forma rápida e concisa, facilitando assim a troca de dados e características técnicas dos produtos entre as partes que operam internacionalmente, independentemente do idioma.

Segue-se a apresentação da ferramenta PIM para os materiais de construção, a cargo de António Lima, da consultora Dogoodtoo. A Gestão de Dados do Produto (em inglês, Product Information Management) permite a recolha, tratamento e valorização das informações de cada produto, que podem depois ser distribuídos pelas diferentes entidades em formato digital.

O encontro termina com a apresentação das principais conclusões sobre os processos de digitalização da construção.

De salientar que a APCMC tem também em desenvolvimento, na área da digitalização, um outro projecto, o “Speed Up” Materiais de Construção 4.0, cofinanciado pelo COMPETE 2020, onde se destaca a plataforma digital APCMC Datacheck, que assegura, de forma gratuita, um serviço para que os fabricantes partilhem com os seus clientes o acesso a toda a informação sobre os respectivos produtos, fazendo que esta chegue também aos construtores, projetistas e clientes finais. Neste momento a plataforma conta a participação de seis fabricantes, contudo mais de 30 empresas estão a preparar os dados para avançar com a adesão.

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A caixa de derivação estanque da Hensel: Uma história de sucesso!

A Hensel desenvolveu a caixa de derivação “ENYCASE” para uma proteção superior contra a humidade, resistência ao impacto e às poeiras.

 

Os produtos Hensel garantem a máxima segurança sempre que as condições ambientais de pó e humidade coloquem elevados requisitos nas instalações elétricas.

De acordo com o projeto, selecione a caixa mais indicada:

  • Para espaços interiores em ambientes normais e exteriores protegidos
  • Para espaços exteriores com resistência a intempéries
  • À prova de água, para enchimento
  • Aprovadas para integridade funcional em ambiente de fogo e para integridade de isolamento

A CAIXA DE DERIVAÇÃO DA HENSEL: VERSATILIDADE, ROBUSTEZ E FLEXIBILIDADE

 

Vantagens funcionais das caixas Hensel:

Entrada de cabos versátil: inserção e vedação simples

  • Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas para uma rápida eletrificação com índice de proteção até IP66.
  • Possibilidade de colocação de bucins como alternativa, removendo as membranas elásticas e o anel de expansão.
  • Entrada de cabos pela base da caixa.

 

Tecnologia moderna de ligadores: inovadora e flexível

  • Mais espaço para eletrificação.
  • Diferentes posições de ligadores.
  • Possibilidade de colocação de dois ligadores.
  • Todos os bornes com 2 pontos de ligação por polo.
  • Ligadores compatíveis com diferentes tipos de secções e condutores.

 

Muitos acessórios para uma instalação perfeita

  • Acessório de fixação contra a queda e perda da tampa.
  • Abas de fixação laterais fornecidas em todas as referências.
  • Fecho rápido com um quarto de volta.
  • Personalização de etiquetas via Internet.

 

CAIXAS DE DERIVAÇÃO DK  – PARA A INSTALAÇÃO PROTEGIDA

Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas ou entradas métricas pré-marcadas:

  • Com membranas elásticas integradas para entrada de cabos até IP66, opcionalmente removíveis para colocação de bucins;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Índice de proteção: IP66;
  • Material: polipropileno ou policarbonato;
  • Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente IEC 60695-2-11:750 ºC, resistente à chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035.

 

OUTRAS OPÇÕES DA GAMA DK

KF – Caixas de derivação DK, resistentes a intempéries, para a instalação no exterior

 

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Testadas de acordo com a VDE, n.º de certificado DNV GL: TAE00000EE
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo;
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo

WP – Caixas de derivação DK para submersão na água até 20 metros

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Índice de proteção não aplicável: para caixas de derivação completamente vedadas, o índice de proteção IP não é aplicável de acordo com a norma DIN EN 60529;
  • Gel de vedação para enchimento adequado ao produto: a quantidade de gel de vedação necessário, estando sempre ajustado à caixa – não deve ser colocado em falta ou em excesso;
  • Medições e reajustes: a tampa pode ser retirada para efetuar medições. O gel de vedação pode ser retirado facilmente para reparações ou inspeções subsequentes, sem oxidação dos terminais;
  • Material: Policarbonato com GFS Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente de acordo com IEC 60695-2-11: 960 °C, retardador de chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035 ou preto, RAL 9011.

 

FK – Caixas de derivação DK com integridade funcional

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Integridade funcional de acordo com a Norma DIN 4102, parte 12, em combinação com os cabos com retenção funcional;
  • Integridade de isolamento PH120 de acordo com a Norma BS EN 50200 em combinação com cabos isolados com retenção; Parafusos de fixação, ligador em cerâmica resistente a elevadas temperaturas E30 a E90 e bucins incluídos em todas as referências da gama;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Material: Policarbonato com GFS;
  • Cor: cor de laranja, RAL 2003.
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Painéis Steni dão nova vida ao edifício Solmar nos Açores

O espaço, que acolhe agora uma loja Pingo Doce, encontrava-se bastante degradado e foi alvo de uma profunda intervenção, tendo as gamas Steni Colour e Steni Nature sido escolhidas para este projecto

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Especialista em painéis de revestimentos de fachadas, a marca reforça a sua presença em Portugal com o projecto de reabilitação do edifício que acolhe agora o Pingo Doce em Vila Franca do Campo, em São Miguel.

O espaço, que acolhe agora uma loja Pingo Doce, encontrava-se bastante degradado e foi alvo de uma profunda intervenção com vista à sua renovação e adequação à actividade do grupo de distribuição português, num projecto promovido pela Finançor e assinado pelo arquitecto Óscar Catarino, da Box Arquitectos.

Caracterizada pela facilidade de instalação, durabilidade de baixo custo, facilidade de limpeza, resistência ao impacto e, cada vez mais importante, pela reduzida pegada de carbono, as gamas Steni Colour e Steni Nature foram a solução escolhida para este projecto.

“Para além dos aspectos formais, relacionados com a própria arquitectura, as texturas oferecidas pela gama Steni Colour / Nature foram uma das principais razões na base desta escolha, pois permitiram destacar o edifício numa posição diferenciada na paisagem, contribuindo para lhe conferir uma personalidade própria e distinta”, explicou o arquitecto Óscar Catarino, sublinhando que “o facto de terem combinações quase ilimitadas é uma mais valia, pois confere-nos a capacidade criativa de formalizar um desenho de fachada de acordo com o método do atelier”.

Do ponto de vista técnico, “surpreendeu-nos o bom resultado da aplicação dos painéis Steni Nature / Colour em fachadas muito extensas e deformadas, como era o caso do edifício existente, e a rapidez de execução apoiada nas caraterísticas dimensionais dos painéis, em que o binómio peso / dimensão é muito favorável às exigências da construção moderna. É um material que nos confere grande confiança a vários níveis, estrutural e formal, transmitindo uma enorme sensação de robustez; e que certamente nos acompanhará em futuros projectos desenvolvidos pelo ateliê”, garante o arquitecto.

De fácil instalação, por serem fornecidos em formato cortado à medida, os painéis Steni são montados num sistema de fachada ventilada, podendo ser colados ou aplicados por fixação mecânica, o que permite que possam ser instalados em qualquer altura do ano, independentemente das condições meteorológicas, o que foi bastante vantajoso num clima insular como o dos Açores.

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Portugal marca presença em feira mundial de equipamentos para a construção

A Bauma Munique está de regresso, depois de um interregno de três anos. A feira que arrancou hoje, dia 24, decorre até 30 de Outubro

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Considerado o mais importante ponto de encontro da indústria da construção, materiais de construção e interiores a Bauma está de regresso depois de um interregno de três anos. A presença portuguesa neste certa contou, pela primeira vez, com a organização da Associação Empresarial de Portugal, AEP.

“Apesar da AEP trabalhar o mercado da Alemanha já há uns anos, esta é a primeira participação na BAUMA. Consideramos uma excelente oportunidade para as empresas nacionais mostrarem os seus produtos e descobrirem as últimas novidades. A Alemanha tem um sector industrial com uma dimensão importante e uma forte dependência das exportações, recorda Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP.

A Bauma Munique decorre de três em três anos e esgota o recinto, num total de 614 mil m2 de exposição. A edição de 2019 contou com 3700 expositores e 627 mil visitantes.

A comitiva da associação empresarial integra oito empresas portuguesas: Arcen Engenharia, fabricação de centrais de betão, Catari Indústria, estruturas de construções metálicas (andaimes), Cruz Martins & Wahl, fundição de ferro, Dune Bleue importação exportação de artigos têxteis, Fravizel, equipamentos metalomecânicos, Ilmar, fábrica de máquinas para artigos de cimento, OSM, oficinas de metalomecânica, e a Produtiva, fabricação de produtos de arame.

A Alemanha é um dos principais parceiros de Portugal, mas é, de acordo com a AEP “um mercado que obriga a uma abordagem estratégica, estruturada e persistente. Continua a apresentar oportunidades de negócio em diferentes áreas, tanto nas mais tradicionais (têxtil, calçado, agroalimentar e vinhos) como em sectores industriais de ponta (bens de equipamento, componentes para automóveis, TIC, saúde, ambiente, entre outros)”, refere a associação empresarial em comunicado.

Segundo o INE, a Alemanha foi o 3º cliente das exportações portuguesas de bens em 2021, com uma quota de 11% no total, ocupando a 2ª posição ao nível das importações (12,4%). Ao longo do período 2017-2021 verificou-se um crescimento médio anual das exportações de 3,2% e de 2,5% nas importações. Em 2021, a balança comercial de bens foi desfavorável a Portugal, tendo apresentado um défice de 3 285 milhões de euros.

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Explorer e Pedro Seabra adquirem gestora de fundos imobiliáros Refundos

A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer

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A Explorer e Pedro Seabra adquiriram a Refundos SGOIC à Rivercrown Real Estate Management. A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer.

A nova sociedade passa a ser investment advisor do Explorer Real Estate Fund I, fundo criado em 2017, e co-investidor responsável pela gestão do activo da CPHP (Penha Longa Resort). Na sua nova actividade de entidade gestora de veículos de investimento colectivo encontra-se já neste momento a constitur três SICAFIs que ficarão sobre a sua gestão.

A Refundos-Explorer vai ser liderada por Pedro Seabra, responsável pela área de Real Estate, fazendo parte do conselho de administração Elizabeth Rothfield e Frederico Arruda Moreira, que transita da gestão da Refundos.

A equipa acompanha de forma contínua o mercado para identificação de novas oportunidades e conta com inúmeros casos de sucesso nas várias áreas em que tem actuado, entre os quais se podem destacar a renovação e reposicionamento de edifícios de escritórios como é exemplo a nova sede da Cuatrecasas em Lisboa.

Para Pedro Seabra “esta aquisição e este reposicionamento, dando-nos  a capacidade de gerir veículos regulados pela CMVM, dá-nos uma maior projecção e abrangência como gestores de imobiliário. A junção das duas equipas dá-nos mais força e solidez para actuar neste mercado que continua atractivo para investidores nacionais e internacionais e com enorme potencial”.

Criada em 2003 por Rodrigo Guimarães e Elizabeth Rothfield, a Explorer gere e assessora fundos com activos superiores a 1,4 mil milhões de euros, divididos em três áreas de negócio: Private Equity, Turismo e Imobiliário.

Já a Refundos foi fundada em 1993 e, em 2007, adquirida pela Sonagi SGPS (Grupo Queiroz Perreira – Semapa) e depois, em 2019, pelo Grupo Rivercrown, com Frederico Arruda como sócio. A principal actividade da Refundos foi a gestão do Maxirent Fundo De Investimento Imobiliário Fechado cotado na Euronext, Lisboa.

A Refundos foi distinguida com o MSCI European Property Investment Award pela carteira especializada com melhor desempenho no mercado português por atingir o maior retorno total (8,67%) relativamente ao benchmark do sector imobiliário anualizado ao longo de três anos até dezembro de 2021.

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