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FUNDEC promove formação para Código de Contratos Públicos

Os objectivos desta formação centram-se na análise e desenvolvimento “dos temas relacionados com o novo enquadramento dado pelo decreto-lei 18/2008, de 29 de Janeiro e respectivas portarias”

Pedro Cristino
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FUNDEC promove formação para Código de Contratos Públicos

Os objectivos desta formação centram-se na análise e desenvolvimento “dos temas relacionados com o novo enquadramento dado pelo decreto-lei 18/2008, de 29 de Janeiro e respectivas portarias”

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A FUNDEC está a promover a sétima edição do curso “Código de Contratos Públicos: Controlo da Fase de Execução do Contrato, sob coordenação de Pedro Gameiro Henriques e Pedro Chichorro Rodrigues.

Os objectivos desta formação centram-se na análise e desenvolvimento “dos temas relacionados com o novo enquadramento dado pelo decreto-lei 18/2008, de 29 de Janeiro e respectivas portarias, na contratação e execução dos contratos de empreitada de obra pública”.

Assim, são apresentados os modelos de contratação de empreitada de obra pública, “a preparação dos concursos electrónicos e respectivas formalidades suportadas e disponibilizadas pelas plataformas electrónicas de contratação, que passarão a ser obrigatórias a partir de 29 de Julho de 2009”.

Serão também abordadas as questões referentes à fase de contratação e as consequências “na fase de execução do contrato da empreitada de obras públicas, as obrigações de cada interveniente nesta fase e a necessidade de desenvolvimento e entrega dos elementos obrigatórios à formação do contrato, à consignação da obra e a gestão do contrato”.

Em fase de execução, a abordagem recairá sobre as questões de responsabilidade dos intervenientes, bem como os prazos de apresentação de elementos e as respectivas “aprovações e validações dos elementos contratuais e de alterações ao contrato”.

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Porto: Reabilitação das ‘Ilhas da Lomba’ dará origem a 47 novas casas

No decorrer da assinatura do protocolo, Rui Moreira revelou que “existe a expectativa que sejam oito as ilhas privadas da cidade que possam vir a ser reabilitadas, no âmbito do PRR, estando a ser trabalhadas as respetivas candidaturas”

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Já foi assinado o protocolo que permite avançar com a reabilitação das Ilhas da Lomba, na freguesia do Bonfim, com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na ordem dos 7,7 milhões de euros.

O acordo, assinado pelo vereador do Urbanismo, Espaço Público e Habitação, Pedro Baganha, e a presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), Isabel Dias, pressupõe a reabilitação de 47 habitações, qualificadas através de um projecto dos arquitectos Maria Souto de Moura, Francisco Pina Cabral, Francisco Amoedo Pinto e Luís Vitorino Caleiro. O investimento é de aproximadamente 7,7 milhões de euros e vai reconfigurar o edificado actualmente existente, adequando a oferta de tipologias às necessidades dos inquilinos. O projecto prevê que o novo complexo habitacional disponha de 34 T1, 10 T2 e 3 T3.

Para Rui Moreira, a assinatura do protocolo é “um importante passo, na estratégia do município do Porto, para acabar com a indignidade habitacional na cidade”. Já para Pedro Nuno Santos, “este é um dia histórico. Este é um bom exemplo do que é responsabilidade da administração central para com os municípios”.

Rui Moreira revelou que “existe a expectativa de, das 954 ilhas privadas da cidade, oito poderem vir a ser reabilitadas, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, estando a ser trabalhadas as respetivas candidaturas”.

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Jungheinrich com “resultados sólidos” apesar das condições do mercado

O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento

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A Jungheinrich conseguiu um sólido terceiro trimestre do ano fiscal de 2022. O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento. Com 3594 milhões de euros, o valor dos pedidos recebidos esteve alinhado com o do ano anterior. As vendas foram 12,5% mais elevadas do que as registadas no mesmo período do ano anterior, com 3397 milhões de euros.

O principal impulsionador do crescimento da receita do grupo foi a área dos equipamentos novos, em parte devido ao sólido crescimento dos sistemas automatizados. A situação da cadeia de fornecimento manteve-se muito desafiante, especialmente como resultado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e a pandemia de covid-19. Devido às interligações globais nas cadeias de fornecimento, os efeitos dos congestionamentos no fornecimento espalharam-se em todo o portfólio de fornecedores e materiais, bem como nas capacidades de logística associadas. Até agora, as interrupções na produção foram amplamente bem-sucedidas, ao serem evitadas através de uma gestão específica da cadeia de fornecimento.

“A Jungheinrich teve um bom desempenho nos primeiros três trimestres do actual ano fiscal, tendo registado excelentes receitas”, afirma Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG. “Num contexto de condições difíceis, os números que estamos a publicar comprovam a resiliência da nossa empresa”, acrescenta.

Ao utilizar uma gestão consistente da cadeia de fornecimento, a Jungheinrich foi extremamente bem-sucedida ao evitar interrupções na produção durante os últimos três trimestres. Simultaneamente, os aumentos consideráveis no custo dos materiais foram parcialmente compensados através de medidas adequadas. Os pedidos com stock no negócio de equipamentos novos aumentaram 23% desde 30 de Setembro de 2022 relativamente ao final de 2021, tendo alcançado o valor de 1756 milhões de euros, resultante de uma disponibilidade continuamente limitada de materiais de produção para o processamento. 

Tendo em consideração o sólido desenvolvimento do negócio nos últimos meses, a Jungheinrich já fundamentou a sua previsão de 2022. A empresa espera agora pedidos recebidos de valores entre 4,6 mil milhões de euros e 4,9 mil milhões de euros para o actual ano fiscal. Espera-se que a receita do grupo fique entre 4,6 mil milhões de euros e 4,8 mil milhões de euros. De acordo com as estimativas actuais, o EBIT ficará entre 340 milhões de euros e 380 milhões de euros. Espera-se um intervalo de 7,2% a 8,0% para a rentabilidade das vendas com base no EBIT.

Desde o Outono de 2020, a Jungheinrich tem vindo a implementar com determinação a Estratégia 2025+ com o objectivo de criar um valor sustentável para as partes interessadas. Todas as iniciativas e medidas actuais e futuras desta estratégia irão continuar conforme planeado, tendo em consideração a deterioração das condições gerais, resultantes do início da guerra na Ucrânia. Espera-se que a receita do grupo, um dos objectivos centrais, atinja os 5,5 mil milhões de euros até 2025 e que a rentabilidade das vendas com base no EBIT se encontre entre 8% e 10%.

Um campo de ação central da Estratégia 2025+ é a sustentabilidade. A Jungheinrich definiu que todas as localizações do Grupo deverão funcionar com neutralidade climática até 2030 (áreas 1 e 2). Adicionalmente, pretendem conseguir zero resíduos para aterro em todos os locais do grupo alemão até 2025, além de que está, também, empenhada em aumentar significativamente a segurança no trabalho do grupo até 2025.

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Lisboa: Carta Municipal de Habitação propõe soluções para pobreza energética

Dados recentes da monitorização feita pela Lisboa-E-Nova revelam que a pobreza energética no município se concentra no centro histórico e nas freguesias onde existem mais bairros sociais, em que o número de beneficiários da tarifa social de energia é mais expressivo

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Na terceira reunião do Conselho Municipal de Habitação de 2022, que decorreu na Sala do Arquivo dos Paços do Concelho, Filipa Roseta, vereadora da Habitação, revelou que o combate à pobreza energética é uma dimensão que estará presente na primeira Carta Municipal de Habitação de Lisboa.

Neste âmbito, foram apresentados dados recentes da monitorização feita pela Agência de Ambiente e Energia de Lisboa, Lisboa-E-Nova, que revelam que a pobreza energética no município se concentra no centro histórico e nas freguesias onde existem mais bairros sociais, zonas em que o número de beneficiários da tarifa social de energia é mais expressivo. No encontro estiveram também em destaque os contributos do urbanismo e dos direitos sociais para a política de habitação na cidade, os quais serão também vertidos na Carta Municipal de Habitação de Lisboa.

No âmbito do Urbanismo, Joana Almeida, vereadora com o pelouro, apresentou as linhas de acção que têm impacto na política de habitação. “Na construção de casas novas foram implementadas medidas para tornar o licenciamento mais célere e na reabilitação de fogos estamos a conseguir aprovar projectos de arquitectura em dois meses no âmbito do serviço ‘As Minhas Obras’”, sublinhou a vereadora, acrescentando: “estamos focados em quatro linhas de acção: celeridade, clareza, comunicação e transparência”.

No âmbito dos Direitos Sociais foram reveladas pela vereadora com o pelouro, Sofia Athayde, as metas no âmbito da estratégia para as Pessoas em Situação de Sem Abrigo. “Aumentaremos o número de apartamentos partilhados, e as respostas de apoio local serão reforçadas”, afirmou, acrescentando que terão início as obras de requalificação do centro de acolhimento do Beato, projecto aprovado para financiamento pelo PRR.

A vereadora Filipa Roseta destacou a maior afectação de sempre de 200 casas para as famílias mais pobres da cidade, tornada possível pelo investimento de 40 milhões de euros na Gebalis de modo a reabilitar edifícios e casas vazias nos bairros municipais.

“Enquanto avançamos na cocriação da Carta Municipal de Habitação, não estamos parados. O relógio da habitação está a andar. Entre estudo, projecto, construção e atribuição das casas, estamos a dinamizar um potencial que a cidade tem de cerca de 9500 fogos”, sublinhou.

Destaque também para o segundo acordo assinado recentemente com IHRU no âmbito do programa 1.º Direito, para a construção e reabilitação de cerca de 3450 casas até 2028: 1450 para construção e 2000 para reabilitação. “O tempo é um factor. Para que isto possa acontecer é preciso ter uma ideia, verba e capacidade de execução”, concluiu.

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Carmo Wood reforça aposta no mercado espanhol

A portuguesa Carmo Wood segue a sua aposta no mercado espanhol. A empresa marcou presença na Construte, a feira internacional que decorreu em meados do mês em Madrid

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(na imagem:Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood)
“O mercado espanhol é um mercado muito interessante para a Carmo Wood, particularmente no que respeita ao sector da Construção que continua a crescer exponencialmente, com uma aposta clara na madeira como material privilegiado tanto para estruturas como para revestimentos”, refere Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood. “A presença na Construtec é uma oportunidade fantástica para dar a conhecer a capacidade das nossas equipas para a edificação de grandes obras em madeira”, acrescenta.

Recorde-se que a Carmo Wood, através da Carmo Estruturas em Madeira, detém já uma obra emblemática em território espanhol, o Centro de Acolhimento a Visitantes do Caminito del Rey, a famosa passagem de 3km nas paredes dos desfiladeiros de Chorro e Gaitanejo, a norte de Málaga, que todos os anos é visitada por milhares de turistas de todo o mundo. O edifício, totalmente realizado em madeira de lamelado colado em pinho Douglas, sem borne, tem um total de 550m2 e é composto por 70m3 de madeira Carmo Wood.

Ao longo de todo o ano de 2022, a Carmo Wood apostou fortemente na presença em feiras internacionais, em diferentes mercados e geografias, com vista a dar a conhecer ao mundo a qualidade e diversidades dos seus produtos.

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Efacec finaliza novos projectos de mobilidade na Noruega e Espanha

Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz, em Espanha, e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen, na Noruega

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tagsEfacec

A Efacec finalizou nas últimas semanas dois novos projectos internacionais de metros ligeiros na Noruega e em Espanha. Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, aberto ao público em Maio deste ano, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz (Espanha) e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen (Noruega).

Iniciada em 2017, a participação da Efacec na construção da nova extensão do sistema do Metro Ligeiro de Bergen surgiu na sequência dos trabalhos desenvolvidos pela empresa nas Fases 2 e 3 deste mesmo projecto, iniciado em 2011. O desenvolvimento desta rede de metro tem permitido reduzir o congestionamento rodoviário e aumentar a eficiência do sistema de transporte alternativo às viagens de automóvel na segunda maior cidade da Noruega, com uma população de cerca de 260 mil pessoas.

Mais a Sul, o projecto de Cádiz “é outro exemplo da capacidade da Efacec de realizar projectos complexos no âmbito do transporte urbano ferroviário”. Nesta cidade da Andaluzia, a Efacec finalizou o projecto do novo metro, com uma extensão total de 14 km, que permite a ligação das cidades de Cádiz, São Fernando e Chiclana de la Frontera, num percurso urbano e suburbano, que integra 17 estações de superfície, quatro subestações de tracção e um centro de comando.

“São projectos estruturantes e mobilizadores que tiveram na base a experiência da Efacec de mais de 25 anos no fornecimento de sistemas electromecânicos para metros e metros ligeiros e que elevam a engenharia e a tecnologia da empresa ao nível do que de melhor é feito mundialmente. Ao longo de mais de duas décadas temos desenvolvido vários projectos nesta área, demonstrando a mais-valia das nossas soluções técnicas nas áreas da sinalização, telecomunicações e energia”, afirma Pedro Pinto, director da Unidade de Transportes da Efacec.

Em 1997, a Efacec teve uma participação muito significativa na construção da rede do Metro do Porto, que este ano celebra 20 anos de início de operação, projecto ao qual se seguiram múltiplos outros semelhantes em diversas geografias: Messina (Itália), Tenerife e Cádiz (Espanha), Argel, Oran e Constantine (Argélia), Nottingham (Reino Unido), Rio de Janeiro (Brasil), Bergen (Noruega) e Dublin (Irlanda).

Adicionalmente à conclusão destes projectos, a Efacec está a participar, actualmente, na construção da Linha Sydavnen do Metro de Copenhaga (Dinamarca) e da extensão da Linha Amarela e nova Linha Circular do Metro do Porto (Portugal).

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“Ética e Trabalho Híbrido” em Portugal em discussão na Católica Porto Business School

Até 2030 metade das pessoas passarão a trabalhar a partir de casa, alterando as interacções dos trabalhadores nas empresas. Isto é o que revela o estudo anual do Fórum de Ética da Católica Porto Business School sobre “Ética e Trabalho Híbrido” que será apresentado amanhã, 22 de Novembro

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As interacções entre os membros das empresas irão sofrer alterações nos próximos anos. A verdade é que já temos vindo a assistir a algumas dessas alterações desde o início da pandemia, no entanto, segundo este estudo anual, sob o mote “Ética e Trabalho Híbrido” “pensa-se que, até 2030, metade das pessoas trabalharão a partir de casa e, por isso, as interacções entre os membros da organização mudarão em frequência, tempo e método, o que terá implicações profundas na gestão da ética e da compliance”, como refere Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School.

A especialista salienta ainda que “embora sendo um estudo exploratório, há algumas certezas: 4 em cada 5 pessoas trabalharão a partir de casa numa parte de semana; a autenticidade nas relações laborais estimulará a produtividade e o bem-estar, mas com impacto desigual na prosperidade ou sobrevivência das pessoas, dependendo do tipo de trabalho, idade ou situação familiar; um dos mais fortes preditores comprovados da eficácia das equipas, a segurança psicológica, terá de ser repensado”.

Após análise dos mais de 1200 inquéritos respondidos, anonimamente, serão apresentados na conferência no próximo dia 22 de Novembro, na Católica porto Business School, os principais resultados deste estudo, que ficam registado num livro colectivo e num inquérito, complementados também com reflexões e testemunhos académicas e empresariais. “A realização do inquérito, “Ética e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”, permitiu obter dados importantes e interessantes sobre o nível satisfação com o modelo de trabalho híbrido, sobre as principais motivações, dificuldades e oportunidades subjacentes à adopção deste modelo. Quando confrontados com a questão sobre o impacto do modelo de trabalho nas dimensões da saúde e bem-estar, verifica-se que, num universo de 1226 respondentes, há uma percepção de melhoria muito mais significativa nos que estão a trabalhar em modo híbrido. De facto, cerca de 70% dos que estão em trabalho híbrido percepcionaram melhorias a nível financeiro, mental e físico em comparação com apenas cerca de 20% dos que estão em modo presencial. Na dimensão social as diferenças não são tão significativas (54% vs 38%)” sublinha Helena Gonçalves.

A conferência contará com a presença de Rui Sousa, Dean da Católica Porto Business School; Helena Gonçalves, Helena Gil da Costa, Henrique Manuel Pereira e Susana Magalhães, coordenadores do Estudo e Inquérito Ético e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”.

Haverá ainda espaço para uma mesa-redonda sobre “Ética e Trabalho Híbrido: Perspectivas em Diálogo com moderação de Sofia Salgado Pinto, docente da CPBS e Administradora Independente em empresas cotadas que contará com as presenças de Gonçalo Quadros, Fundador e Chairman da Critical Software; José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup; Maria Manuel Araújo Jorge, Investigadora no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Sofia Reis Jorge, Administradora da ALTRI.

O Fórum de Ética tem como principais objectivos desenvolver e apoiar a reflexão sobre ética empresarial; promover a troca de experiências entre organizações; criar conhecimento no domínio da ética no contexto português e apoiar a gestão do desempenho ético por parte das empresas
A conferência decorre a 22 de Novembro.

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – GRUPO Prime Yield

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Prime Yield inaugura novo escritório em Lisboa

A empresa transferiu-se para um novo piso do edifício Pórtico, na zona da Praça da Espanha, com vista a adaptar as suas instalações à realidade das novas formas de trabalho híbrido

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Com o objectivo de melhorar a experiência dos seus colaboradores, a Prime Yield mudou de instalações em Lisboa, investindo num novo espaço de escritórios adaptado de raiz à realidade das novas formas de trabalho híbrido. A empresa especialista em avaliações e consultadoria imobiliária continua a ter morada no edifício Pórtico, no nº75 da Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, onde passa agora a ocupar o 9º piso.

Com uma equipa fixa de 30 profissionais alocados à sua sede em Lisboa, no início de 2022 a Prime Yield ofereceu aos seus colaboradores a opção de adoptar um regime de trabalho híbrido, com a possibilidade de trabalhar dois dias da semana remotamente e os restantes três a partir do escritório da empresa. Consciente da importância do escritório como espaço de produtividade para o trabalho colaborativo e de ponto de encontro e partilha entre as equipas, este investimento surge no seguimento desta estratégia, materializando a aposta da consultora na melhoria do bem-estar e satisfação da sua equipa.

Tratando-se de uma zona bastante central da cidade, bem servida ao nível de comércio e serviços e de fácil acesso quer por transportes públicos quer por automóvel, a opção da empresa recaiu por manter a morada, mudando apenas de piso.

“A pandemia veio acelerar uma enorme mudança no mundo corporativo, comprovando que o regime de trabalho híbrido é um modelo que funciona, com claras vantagens do ponto de vista da satisfação dos colaboradores sem perda de produtividade. Após termos adoptado este regime em definitivo nos nossos escritórios em Lisboa, ficou evidente a necessidade de os adaptarmos a esta nova realidade o que, no nosso caso, implicou uma mudança de pisos para podermos fazer uma total reformulação da forma como ocupávamos o espaço. Adoptámos um layout totalmente diferente, com espaços distintos vocacionados para trabalho colaborativo e trabalho imersivo, ao mesmo tempo que proporciona à nossa equipa uma experiência com valor-acrescentado e totalmente diferenciada daquela que têm ao trabalhar remotamente”, justifica Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield.

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Porto, Gaia, Matosinhos e Maia debatem habitação no arranque da X Semana da Reabilitação Urbana

A X Semana da Reabilitação Urbana do Porto arranca amanhã, 22 de novembro, e decorre até dia 24

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A X Semana da Reabilitação Urbana do Porto realiza-se de 22 a 24 de Novembro no Palácio da Bolsa e apresenta uma ampla programação que integra conferências, workshops e seminários. Ao todo são 12 sessões plenárias, a decorrer no Pátio da Nações, no Palácio da Bolsa, a que acrescem três seminários jurídicos e outras sessões paralelas, envolvendo mais de 100 oradores ao longo de três dias.

Entre os temas centrais da edição deste ano da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o acesso à habitação, a habitação multifamiliar para arrendamento ou built to rent, mas também dinâmicas de mercado tão importantes para a cidade, e para o país, como são o turismo e o investimento imobiliário.
No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estará também de forma transversal o tema da sustentabilidade e da energia com foco, nomeadamente, no desafio que representam os edifícios NZEB e no potencial da estratégia do Porto “Pacto do Porto para o Clima”. Incluem-se também vários temas da tecnologia, desde logo o potencial do BIM (Building Information Modeling), da construção modular e dos novos materiais.

A realidade e futuro da região do Grande Porto marcam igualmente a agenda do evento, que integra um debate sobre a Estratégia de Desenvolvimento Económico do Porto – Pulsar, reunindo Municípios, promotores, investidores numa reflexão ampla e aberto à cidade. Outro destaque na programação será a apresentação da intervenção de reabilitação e modernização do Mercado do Bolhão.

A actual edição marca o 10º aniversário da Semana da Reabilitação Urbana. Os eventos da Semana da Reabilitação Urbana mantêm a sua filosofia de acesso livre e gratuito (sujeito a registo), dirigindo-se a todos os stakeholders da cidade e da indústria do imobiliário.

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Prémios CONSTRUIR 2022 vão ser entregues esta segunda-feira

A lista de nomeados reflecte a transversalidade dos prémios, e distingue igualmente promotores e profissionais que, pela sua actividade, pelo seu trabalho, pelo resultado da obra, se destacam de forma significativa dentro da sua área. Os galardões serão entregues esta segunda-feira, no Capitólio, em Lisboa

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Terminada a votação e apurados os resultados, chegou a hora de revelar quem são os melhores do ano. A partir das 21h, no emblemático e renovado Cine Teatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, vão passar pelo palco os vencedores de cada uma das 18 categorias que estiveram a votação, repartidas pelas áreas de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

Estas quatro áreas têm nomeadas obras e empresas que se destacaram pelo trabalho desenvolvido ao longo do período em apreciação; capacidade de inovação, visibilidade mediática, distinções nacionais e/ou internacionais, dados estatísticos oficiais, entre outros; Obra pública, obra privada, Internacionalização, Reabilitação, Sustentabilidade são apenas algumas das áreas que os leitores do jornal CONTRUIR puderam reconhecer.

Recorde-se que os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos dos assinantes da newsletter do CONSTRUIR (40%) e dos votos dos assinantes do CONSTRUIR na versão impressa (60%). A lista de nomeados reflecte a transversalidade dos prémios, e distingue igualmente promotores e profissionais que, pela sua actividade, pelo seu trabalho, pelo resultado da obra, se destacam de forma significativa dentro da sua área. São nomeadas empresas, ou obras, que representam algo de diferenciador para as envolventes, que reflictam uma lógica de trabalho própria, o respeito pela reabilitação e pelo existente, a importância para a zona, a sustentabilidade e eficiência energética ou o rasgo com o existente, e naturalmente o mediatismo, próprio de quem tem de fazer do acompanhamento do sector uma ferramenta de trabalho.

Os Prémios CONSTRUIR 2022 contam com a Ledvance como mainsponsor. Bosch, Cimpor, Efaflu, Jung, KNX, OLI, Otis, Recer, Saint-Gobain, Umbelino Monteiro e Victoria Seguros são os patrocinadores da edição deste ano dos prémios que distinguem os melhores de 2022 naquela que é a única iniciativa a reconhecer as principais áreas da Fileira da Construção.

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A lista de nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 em destaque na edição 470

A lista completa dos candidatos a melhor do ano na gala de Prémios CONSTRUIR 2022 numa edição que conta com suplemento dedicado à reabilitação. Mas há muito mais para ler nesta edição

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Crescimento na Construção abranda
em 2023, segundo consultora

Crescimento global do sector deverá desacelerar de 6,1%, em 2021, para 3,6% em 2022 e
2023 devido aos efeitos da pandemia da COVID-19. Segundo um estudo da Deloitte, as maiores
empresas de construção do Mundo geraram receitas superiores a 1,819 biliões de dólares em 2021,
representando um aumento de 14,1%

A modularidade ou a inversão do processo
criativo da arquitectura

A construção modular ganha protagonismo no trabalho desenvolvido pelo
gabinete de arquitectura Summary, onde a forma e a função são não o fim, mas o princípio
de tudo. Paradinha, Creches de Lisboa ou o Centro Desportivo de Aveiro são três exemplos da
arquitectura despojada e pragmática deste atelier que ousou romper com o tradicional processo
criativo do arquitecto

Palbit está a desenvolver
ferramentas mais sustentáveis

Em conjunto com a universidade de Aveiro, a metalúrgica está a desenvolver um projecto tecnológico de I&D
que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento
de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante

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