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Porto de Leixões alarga prazo de entrega de propostas para novo edifício do Terminal

Avaliado em 28,3 milhões de euros, o novo terminal de cruzeiros é a face mais visível da aposta estratégica do Porto de Leixões no turismo de cruzeiros

Ricardo Batista
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Porto de Leixões alarga prazo de entrega de propostas para novo edifício do Terminal

Avaliado em 28,3 milhões de euros, o novo terminal de cruzeiros é a face mais visível da aposta estratégica do Porto de Leixões no turismo de cruzeiros

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A Administração do Porto de Leixões prolongou até ao próximo dia 14 de Abril o prazo para a entrega de propostas no concurso público para construção do novo edifício do Terminal do Porto de Leixões.

Avaliado em 28,3 milhões de euros, o novo terminal de cruzeiros é a face mais visível da aposta estratégica do Porto de Leixões no turismo de cruzeiros. Com esta nova estrutura, o Porto de Leixões passará a ser capaz de acolher os navios de cruzeiro até 300 metros, transformando-se assim num novo porto de escala para milhares de turistas.

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Governo prepara nova legislação sobre Habitação

O anúncio foi feito esta semana pelo Primeiro-Ministro, António Costa. A nova legislação versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de promover o arrendamento

A actividade do Plano de Recuperação e Resiliência na construção de habitação tem de ser complementada “com outras medidas de política”, avançou o Primeiro-Ministro. “Tenho estado a trabalhar com Ministra da Habitação para brevemente apresentarmos uma lei que responda a várias necessidades”, sublinhou António Costa.

Em cima da mesa de trabalho do Primeiro-Ministro está a nova legislação que versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de adoptar “um conjunto de medidas fiscais que dêem os incentivos adequados para que os proprietários, com segurança, coloquem mais casas no arrendamento”, precisou António Costa.

O Governo “está a executar a todo o vapor o Plano de Recuperação e Resiliência”, sublinhou o Primeiro-Ministro, reafirmando as metas de construir “26 mil novos fogos para 26 mil famílias que vivem em situação carenciada e que não têm acesso a habitação condigna» e de reforçar a habitação acessível para jovens e famílias da classe média”.
António Costa falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra do novo empreendimento de habitação do Alto da Montanha, em Carnaxide, Oeiras, que decorreu esta semana, marcando o arranque oficial dos Novos Programas de Habitação no âmbito do PRR. O edifício do Alto da Montanha prevê a construção de 64 casas e implica um investimento de 12,8 milhões de euros.

Presente na cerimónia, a Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, referiu “a oportunidade que o PRR representa para o sector da habitação”, sublinhando a importância da sua aplicação em todo o território e em articulação com o poder local.

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Promotores belgas investem em novo projecto em Lisboa

Com 200 unidades, o empreendimento Arcoverde, em Paço d’Arcos, deverá estar concluído em 2024

Arcoverde é o mais recente empreendimento promovido pela Krest Real Estate investments e da Revive. O projecto, dos dois promotores imobiliários belgas, está situado numa área em reabilitação em Paço d’Arcos, no município de Oeiras e é composto por oito edifícios, totalizando 200 unidades com estacionamento subterrâneo e unidades comerciais. Além disso, haverá um conjunto de amenities para os residentes e para a comunidade em geral.

O desenvolvimento desta área está no epicentro de uma iniciativa de renovação da Câmara Municipal de Oeiras e visa promover a biodiversidade e a natureza da área em que se encontra. A sustentabilidade é o lema do projecto que procura beneficiar a eficiência energética dos edifícios, permitindo uma redução do custo da energia.

“Estamos muito entusiasmados por iniciar este primeiro projecto conjunto com a Revive em Portugal. Este projecto segue o objectivo Krest de contribuir para o bem-estar social, ambiental e económico. Arcoverde irá contribuir para a qualidade de vida de toda a comunidade envolvente. É isto que nos move: investir e desenvolver projectos sustentáveis que criem valor para a área e para as comunidades”, diz Claude Kandiyoti, ceo da Krest.

Alexandre Huyghe, ceo da Revive, acrescenta que “este será um dos nossos primeiros projectos na área da Grande Lisboa, que irá criar novas formas de vida e de interacção, sempre focalizado nas pessoas e no ambiente. Estamos muito ansiosos por ver o resultado final e contribuir para a regeneração desta área do concelho de Oeiras, que tem tanto para oferecer aos seus residentes e potenciais residentes”.

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Export Home e IDF Spring regressam à Exponor

O projecto conceptual de um hotel, com curadoria de Fabián Pellegrinet Conte, o novo prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”, em parceria com a Universidade de Aveiro, talks sobre tendências dos materiais, pegada ecológica e casas inteligentes e o desafio “Makers Showcase”, lançado à nova geração de marcas e designers são algumas das iniciativas previstas

Mobiliário, design e decoração são os temas que vão compor o cenário da Exponor – Feira Internacional do Porto, entre os dias 2 e 5 de Março. Export Home e IDF Spring são as feiras que protagonizam as novidades e as tendências destes sectores, em contexto nacional e internacional.

Há 30 anos que a Export Home se apresenta como ponte entre os principais fabricantes portugueses e os prescritores e potenciais compradores, oriundos de todo o mundo. Este ano, regressa para apresentar ao mercado as novas ofertas da fileira casa e design de interiores, sob um tema que remete ao futuro: “Designing Tomorrow”.

Uma das inovações trazidas pela Export Home, em 2022, regressa nesta edição. Traduz-se na apresentação de um projecto conceptual de um hotel, com a curadoria de Fabián Pellegrinet Conte. O designer de interiores e mobiliário recria variadas propostas através das soluções presentes na feira, num exercício criativo e envolta das tendências, conduzindo o visitante a uma experiência diferenciadora e imersiva.

Mostrar o que de melhor se tem realizado no sector é um dos principais motes desta feira, por isso, a Exponor aliou-se à Universidade de Aveiro para criar o prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”. Este concurso, que celebra a sua terceira edição, visa estimular a adopção de boas-práticas de sustentabilidade nos processos de produção e desenvolvimento de novos produtos. Podem concorrer todas as empresas expositoras na Export Home e na IDF Spring 2023 e as inscrições estão já a decorrer.

A edição de 2023 contará, ainda, com momentos de talks que vão percorrer variados temas, passando pelas tendências dos materiais, sem esquecer a pegada ecológica do sector. A temática das casas inteligentes estará, também, presente em debate.

Paralelamente, acontece a IDF Spring. Com duas edições por ano – Spring e Fall – a edição de primavera vai fazer da natureza o cenário principal, através do tema “Blended with Nature”. Desta forma, a IDF “afirma-se com a disponibilização de espaços-tendência, adaptados aos diferentes públicos”. “Makers Showcase” é um deles, que surge do desafio lançado à nova geração de marcas e designers para apresentarem conceitos criativos e novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Juntam-se a esta edição os seguintes Makers: Joana Nogueira, Teresa Branco, Silvia Couto, bem como os projetos Pássaro de Seda, Pedras de Papel e Luzita

Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração.

Em 2023, a instalação preparada tem como tema “Plantscaping”, conceito que tem vindo a marcar presença em projectos de design de interiores. A arquitecta e criadora de conteúdos Joana Luís vai protagonizar este desafio, num exercício de criatividade que combina a importância das plantas na criação de distintas atmosferas, aliadas às novas coleções apresentadas no evento.

Nesta Feira vai ainda celebrar-se o concurso “Presente – A Melhor Loja”, organizado pela Exponor. O concurso tem como objetivo premiar o melhor retalhista em Portugal no âmbito dos setores de decoração, utilidades domésticas, design, papelaria ou gift. A concurso podem submeter-se todas as pessoas singulares ou coletivas que explorem estabelecimentos comerciais de venda de artigos de decoração, design e utilidades para a casa, junto do consumidor final, com atividade em funcionamento.

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ENOR lança 9ª edição dos Prémios de Arquitectura Ascensores

Os Ascensores ENOR lançam uma nova edição dos seus prémios de arquitectura. Vinte anos depois do lançamento da iniciativa, continua viva a vontade de promover a “melhor arquitectura desenvolvida na Península Ibérica”

Passados agora 20 anos sobre a realização da primeira edição do Prémio de Arquitectura Ascensores Enor, a sua nona edição terá lugar em 2023.

“A inovação é um dos valores que abraçamos e que constitui uma parte central da nossa cultura empresarial. Assim é desde 1951, ano em que iniciámos a nossa actividade, e continua a sê-lo hoje, 70 anos depois. Só assim se explica porque continuamos a ser uma das empresas de referência no sector da acessibilidade e mobilidade sustentável e que, ininterruptamente desde 2005, continuamos a apostar na organização deste Prémio que reconhece, divulga e promove a melhor arquitectura construída. Na Península Ibérica”, justifica a organização.

Para a Enor a melhor arquitectura é a que dá resposta “às necessidades do presente sem desaprender tudo o que o passado nos pode oferecer e (…) abraça os desafios colectivos da sociedade, melhorando a qualidade dos espaços que habitamos, tornando-os mais acessíveis e incorporando a sustentabilidade ambiental como elemento inalienável nas fases de projecto e construção”, pode lêr-se no site oficial da iniciativa.

“Quando pensamos em organizar este Prémio, há oito edições, sempre levamos em consideração o que poderíamos aprender e nos enriquecer a nível empresarial com esta experiência. A realidade dos últimos 17 anos, com crises globais e pandemias ao longo do caminho, não apenas confirmou nossas intuições e expectativas, mas as superou em muito. Passados tantos anos, a resiliência do tecido profissional da arquitectura como um todo não deixa de nos surpreender: a capacidade de incorporar novas ideias, novas linguagens e novas formas de viver; também novas materialidades e novos compromissos éticos e ambientais e, porque não, novas condições económicas a nível global, que nos obrigam a todos a reposicionarmo-nos constantemente e a trilhar novos caminhos. Tudo isso é, sem dúvida, inovação”, justifica a Enor.

O prazo para a apresentação dos projectos a concurso termina a 14 de Fevereiro de 2023. Como é habitual, após as deliberações do júri e a entrega de prémios, será publicado um livro que apresentará em detalhe e com material gráfico todas as obras premiadas e finalistas.

O júri desta 9ª edição é presidido por Inês Lobo, e integra os arquitectos Carlos A. Pita Abad (Grande Prémio Enor 2020 ex-aequo), Francisco Vieira de Campos (Grande Prémio Enor 2020 ex-aequo), Anatxu Zabalbeascoa e Carlos Quintás.

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SunEnergy regista crescimento de 50% em 2022

Em 2022 o volume de negócios da SunEnergy somou 12 milhões de euros. Valor que representa um aumento de 50% face ao período homólogo

A SunEnergy manteve a tendência de crescimento dos últimos anos e instalou, em 2022, 17.000 painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica a partir do sol em modelo de autoconsumo, o que correspondeu a 7 MW de potência instalada, num total de energia produzida de 10 MWh, que daria para alimentar mais de 3 mil casas. Estes projectos vão permitir uma poupança anual acumulada de 1.400.000€ e uma redução de 3.000 toneladas de emissões de CO2 por ano.

No ano transacto, a SunEnergy iniciou também uma nova área de negócio, que passa pela instalação e operação de Postos de Carregamento de Viaturas Eléctricas, a qual deu um forte contributo para o crescimento do seu volume de negócios. Ainda durante este ano, foram inauguradas novas delegações, num total de 20, que vão contribuir decisivamente para o crescimento futuro da marca.

O ano de 2022 ficou igualmente marcado pela entrada de um novo accionista de referência, o Grupo Sorigué, o qual permitirá à empresa portuguesa aproveitar as sinergias e oportunidades associadas a um Grupo que factura cerca de 700 milhões de euros por ano.

“Em 2022 reforçámos o nosso posicionamento enquanto marca de referência da energia solar em Portugal. As nossas perspectivas para 2023 continuam a ser positivas, apesar das incertezas que poderão impactar negativamente a Economia Mundial”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Em termos de projectos, em breve pretendemos abrir uma nova delegação na área metropolitana do Porto e também uma sucursal na Galiza. Temos também como objectivo relançar a campanha “Vem Ligar Portugal ao Sol” e, dessa forma, expandir a nossa presença no território nacional, o que nos permitirá crescer a um bom ritmo nos próximos anos”, avança o responsável.

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Aerial view of Vilamoura with charming marina and wide sandy beach, Algarve, Portugal

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Engexpor regista o melhor ano de sempre na área de Advisory Services

A aposta crescente da empresa na área de Advisory Services, a par com a forte actividade do mercado na transacção de imóveis e promoção imobiliária, mais do que duplicou a facturação desta área de negócio desde 2019

Após quatro anos de crescimento consecutivo, a área de Advisory Services da Engexpor registou em 2022 o melhor ano de sempre, consolidando a sua actividade face a 2021, altura em que a reorganização dos serviços de advisory e reforço da equipa deram um enorme impulso a este negócio.

Em quatro anos, a empresa que tem como actividade principal a gestão de projectos e de construção, mais do que duplicou a sua facturação na área de advisory services, liderada pela actuação em serviços de technical due diligence (auditoria técnica), com um crescimento que ultrapassou os 114% entre 2019 e 2022. O ano de 2022 foi ainda de crescimento desta actividade, embora condicionada pela redução do número de transacções de investimento imobiliário a que se assistiu no quarto trimestre.

A compra e venda de activos comerciais e a promoção imobiliária (reabilitação e construção nova) suportam a área de tecnical due diligence da Engexpor e, só no ano passado, a empresa esteve envolvida em auditorias que somam uma área aproximada de 1,2 milhões de metros quadrados (m²). Já entre 2019 e 2021, a empresa realizou due diligences para activos e portefólios com uma área agregada que ultrapassa os 2,7 milhões de m².

Neste seu histórico, e entre outras operações, contam-se as auditorias técnicas que apoiaram algumas das maiores transacções de investimento realizadas no mercado português, entre as quais o maior negócio de 2022, respeitante à compra de uma parte significativa do portefólio da ECS Capital pela Davidson Kempner, a venda de um portefólio de supermercados Continente à ORES Capital, anunciada também em 2022;, a compra do Vilamoura World por um grupo de investidores nacionais incluindo a Norfin, em 2021, a aquisição de activos na Herdade da Aroeira por um investidor estrangeiro representado pela Norfin e ainda a due diligence técnica de um portefólio de supermercados para a LCN Capital Partners, operações estas anunciadas já este ano. Da sua carteira de clientes fazem parte, entre outros, a Square Asset Management, Avenue, Norfin, BNP Paribas, Explorer, Quantico ou CGD.

“Desde sempre que a Engexpor está comprometida em disponibilizar um serviço 360º aos seus clientes e, como tal, faz todo o sentido fortalecer cada vez mais a área de advisory services. Esta aposta, juntamente com a intensa actividade do mercado imobiliário em Portugal nos últimos anos, seja no desenvolvimento de novos projectos ou na transacção de imóveis, tem-nos permitido crescer muito nesta área através da qual apoiamos investidores, promotores, proprietários ou entidades que medeiam negócios de compra e venda de activos”, explica Miguel Alegria, CEO da Engexpor.

Em linha com a actividade do mercado nacional, os sectores da hotelaria, residencial e escritórios são os que têm maior peso nos serviços de Advisory da Engexpor, ainda que ao longo dos últimos quatro anos (2019-2022) as auditorias técnicas efectuadas pela empresa abranjam todas as áreas do imobiliário.

A hotelaria foi a mais activa, contabilizando uma área superior a 1,7 milhões de m², seguida do segmento residencial, um dos mais dinâmicos dos últimos anos, no qual foram concretizadas due diligences para uma área conjunta superior a 510.000 m², que incidiram essencialmente sobre edifícios para reabilitação e terrenos para promoção imobiliária. No sector de escritórios foram efectuadas auditorias que agregam uma área próxima dos 280.000 m².

O sector logístico tem vindo a ganhar cada vez mais expressão no mercado imobiliário português e na actividade da Engexpor, e as auditorias técnicas realizadas, no período em questão, compreendem uma área agregada de 815.000 m², reflectindo não só o bom momento deste sector mas também a dimensão dos imóveis industriais e logístico.

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Mercado de escritórios em Lisboa regista o melhor ano de sempre em 2022

Capital portuguesa assinala a absorção histórica de 272 mil m2 e Porto mantém uma performance positiva com absorção de 60 mil m2, revela análise da CBRE

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A CBRE registou uma absorção recorde de 272 mil metros quadrados em 2022, tornando-se este um valor histórico para o sector de escritórios em Lisboa.

Por sua vez, a cidade do Porto verificou um forte dinamismo com uma absorção de 60 mil metros quadrados, que se mantém em linha com os anos anteriores, e mostra o caminho de consolidação que a cidade invicta tem feito. Num total de 158.071 metros quadrados transaccionados por agentes no mercado de escritórios nacional, em 2022, cerca de 68 mil foram assessorados pela CBRE, o que resultou numa participação de mercado de 43%.

A consultora registou nesta área o seu melhor ano de sempre com um crescimento de 87% face a 2021, tendo participado em transacções emblemáticas, como a colocação da Galp, que irá ocupar 20 mil metros quadrados no ALLO – Alcântara Lisbon Offices -, localizado na frente ribeirinha. Esta transação foi a maior operação de arrendamento em 2022. No mesmo empreendimento, a consultora foi também responsável pelo arrendamento de 8.500 metros quadrados à EY e de 6 mil à Cloudflare.

“Estivemos activamente envolvidos em quatro das cinco maiores transacções do mercado de escritórios de Lisboa, o que certamente contribuiu para a consolidação da nossa liderança de mercado. O sector dos escritórios, em 2022, teve uma performance incomparável, e se havia dúvidas sobre o fim dos escritórios, em consequência das alterações nos formatos de trabalho resultantes da pandemia, as mesmas estarão totalmente dissipadas. Também o poder de atracção de Portugal como um mercado de excelência para se viver e trabalhar voltou, como em anos recentes, a ser um factor muito relevante no resultado alcançado pelo mercado de escritórios“, sublinha André Almada, Senior Director de Advisory & Transactions Offices da CBRE Portugal.

No segmento de FLEX Offices, a CBRE revela que o mercado se tem mostrado bastante dinâmico e que os operadores deste tipos de espaços mantêm o interesse nas duas principais cidades portuguesas, muito sustentado pelo estilo de vida que as mesmas oferecem e a competitividade do talento encontrado localmente.

Nesta área, a consultora assessorou as três operações mais relevantes no mercado, nomeadamente com a colocação de 5.800 metros quadrados referentes ao primeiro espaço da WeWork em Portugal, no edifício Alexandre Herculano 50, e do LACS, no edifício 24 de Julho, ocupando a totalidade do imóvel com 4.400 metros quadrados, ambas em Lisboa. No Porto, acompanhou também a colocação de 5 mil metros quadrados para a Spaces, no edifício Joana D’Arc, sendo este o primeiro espaço do operador na zona Norte do país.

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O Palco-Altar e os outros custos da JMJ

O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa justificou os investimentos a realizar no Parque Urbano Tejo-Trancão, principal palco das Jornadas Mundiais da Juventude, os quais terão um custo global de 21,5 M€ e onde se inclui o Altar-Palco

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O projecto foi apresentado pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, que afirmou que esta é uma estrutura que “não tem nada a ver com outro palco feito em Portugal”, preparada para receber 2 000 pessoas, equipada com dois elevadores, uma escadaria central, numa área de 5.000 metros quadrados.

A empreitada terá um custo de 4,24 milhões de euros, atribuída por ajuste directo à Mota-Engil, em face da “excecionalidade do evento”, assegurando a “preocupação” por parte da autarquia no sentido de que o processo decorra de forma “mais transparente”.

“Foram feitas três consultas de mercado”, adiantou aos jornalistas Filipe Anacoreta Correia, “a primeira delas a sete empresas, com valores de propostas entre 4,4 milhões e 8,4 milhões de euros”, referiu o responsável.

Após o evento, que vai decorrer de 1 a 6 de Agosto, o palco poderá ser “utilizado para futuros eventos” musicais e culturais. “A grande parcela de todo o investimento que é feito não se esgota, vai além do evento e fica no futuro da cidade”, justificou o autarca.

Ao todo, e de acordo com as contas apresentadas pela Autarquia o Parque Urbano Tejo-Trancão terá um custo total de 21,5 milhões de euros, dos quais: 1,6 M€ em estudos, projectos e fiscalização; as obras de reabilitação do aterro sanitário de Beirolas, a cardo da Oliveiras, têm um custo de 7,1M€; ensaios e fundações custarão 1,6 M€; as infraestrururas e equipamentos (incluindo saneamento, abastecimento de água e electricidade) estão avaliadas em 3,3M€. Acresce à lista de investimentos a construção da Ponte Pedonal sobre o Rio Trancão avaliada em 4,2 M€.

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Greenvolt desenvolve Comunidade de Energia Renovável em Setúbal para empresas do Grupo Sapec.

O Parque Industrial Sapec Bay vai receber um total de 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 m2. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente

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A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt, vai criar uma Comunidade de Energia Renovável (CER) com várias empresas do Grupo Sapec que desenvolvem a sua actividade no Parque Industrial Sapec Bay na Zona Industrial da Mitrena, em Setúbal. Posteriormente, o objectivo é alargar os benefícios da CER a outras empresas.

Vão ser instalados 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 metros quadrados. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente. A energia gerada permitirá alimentar a unidade de produção de sulfato de alumínio e outras actividades da Sapec, proporcionando uma independência face à energia da rede de cerca de 22%, numa primeira fase, sendo que o projecto terá mais UPAC’s no futuro.

“Este é um projecto particularmente relevante para a Greenvolt Comunidades já que está localizado no Parque Industrial Sapecbay. Proporcionaremos energia mais barata e limpa às empresas do Grupo Sapec, mas sabemos que essa mesma energia chegará tanto a outras empresas do grupo como às restantes, instaladas num parque e zona altamente industrializada”, refere José Queirós de Almeida, ceo da Greenvolt Comunidades.

Numa fase inicial serão instalados painéis em duas das empresas do Grupo Sapec, que desenvolvem a actividade no Parque Industrial Sapecbay, onde recentemente foi também anunciado o projecto Aurora (Galp/NorthVolt). A Greenvolt Comunidades e a Sapec têm como objectivo alargar esta comunidade a outras empresas presentes na Península da Mitrena, desde que localizadas num raio até 4 km.

“Com este projecto, o Grupo Sapec pretende, na sequência dos investimentos nas suas actividades tradicionais e em novos negócios que recentemente tem integrado no seu portfolio, continuar a reforçar o seu contributo para a sustentabilidade”, diz António Marques, CEO da Sapec.

A Greenvolt Comunidades, que resulta da decisão estratégica do Grupo Greenvolt de apostar na promoção da geração distribuída de energia renovável, tanto para autoconsumo como através do conceito de comunidades de energia, actua no mercado desde Abril de 2022, com mais de 40 projectos de norte a sul do país, correspondendo a mais de 30MWp.

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TUU responsável pelo projecto de arquitectura do RESA

O antigo Estabelecimento Prisional de Santarém vai albergar uma residência de estudantes. O projecto de reabilitação e reconversão do edifício, classificado de monumento nacional, já arrancou, tendo a TUU – Building Desing Management sido seleccionada para executar o projecto de arquitectura

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Desactivado desde 2006 e dado como abandonado em 2009, o antigo estabelecimento prisional, agora sob a alçada da ESTAMO – Participações Imobiliárias, vai dar lugar a uma residência de estudantes. O RESA, Residências ESTAMO de Santarém, terá capacidade para albergar 200 alunos. O edifício construído na segunda metade do século XIX, tem uma área aproximadamente de 7000 m2.

“Podermos estar envolvidos num projecto de reabilitação e reconversão do antigo estabelecimento prisional de Santarém, não só nos desafia como profissionais, mas também como equipa. Temos o compromisso de nos envolvermos neste trabalho com toda a dedicação por forma a conseguirmos criar uma atmosfera positiva num edifício que albergou tantas histórias de vida difíceis e onde se sente uma carga bastante negativa. Este é talvez o maior desafio de todos”, sublinha Hugo Tocha de Carvalho, fundador da TUU e director do departamento de Arquitectura. Fundada em 2016, a TUU é uma empresa de serviços de Arquitectura, Engenharia e Gestão de Projecto, especialista em modelação e serviços de arquitectura BIM.

Para a empresa um dos principais desafios será o de manter “a identidade única” do monumento localizado no centro da cidade de Santarém.

O RESA é um dos projectos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES). Dos 131 projectos contratualizados pelo PNAES em setembro e novembro de 2022, estão já em curso 54 projectos, num valor total de 158 332 133 milhões de euros, que permitirão a intervenção em 7271 camas, das quais 3765 são novas e 3506 são renovações de residências de estudantes em funcionamento.

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