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Jones Lang LaSalle mandatada para a venda das instalações da Grunenthal

O imóvel dispõe de área de escritórios, armazenagem, zona de cantina, além de um logradouro com capacidade para 10 estacionamentos

Ana Rita Sevilha
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Jones Lang LaSalle mandatada para a venda das instalações da Grunenthal

O imóvel dispõe de área de escritórios, armazenagem, zona de cantina, além de um logradouro com capacidade para 10 estacionamentos

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O Departamento de Office Agency da Jones Lang LaSalle foi mandatado para proceder à comercialização, em opção de venda, das instalações da Grunenthal, empresa que actua na área da saúde e farmácia.

Em comunicado de imprensa a consultora revela que o imóvel se localiza na zona industrial de Alfragide, nomeadamente na Rua Alfredo Silva, 16, e tem uma área bruta de construção de aproximadamente 5.080 m², conjugando zona de escritórios e de armazém.

Mariana Seabra, Directora do Departamento de Office Agency da Jones Lang LaSalle, destaca: “Trata-se de um imóvel multifuncional que foi alvo de uma intervenção há cerca de dois anos para modernizar as instalações, constituindo-se como uma boa oportunidade quer na perspectiva de compra para uma empresa ocupante quer na lógica de investimento imobiliário”.

Com boas acessibilidades viárias, junto ao IC19 e a curta distância da Auto-Estrada A5 Lisboa-Cascais, o imóvel dispõe de área de escritórios, armazenagem, zona de cantina, além de um logradouro com capacidade para 10 estacionamentos, distribuindo estas áreas em três pisos acima do solo e um piso em cave.

 

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Otovo entra em Portugal e contrata Manuel Pina

Com a entrada em Portugal, a Otovo reforça a sua liderança como fornecedor número um de soluções solares residenciais na Europa

 A Otovo, o principal marketplace da Europa para instalações solares e baterias residenciais, entrará em Portugal dentro de um mês, tendo contratado Manuel Pina, ex-director geral da UBER em Portugal, para liderar a operação portuguesa desta plataforma fundada na Noruega em 2016.

Com acesso a mais de 500 empresas de instalação, a empresa já ajudou mais de 11 mil famílias europeias a fazer a transição para energia solar doméstica em sete mercados europeus.

As instalações solares que os europeus já contrataram através da plataforma Otovo vão reduzir 600 mil toneladas de CO2 na sua vida útil e a empresa planeia aumentar o volume de vendas anual em 8 a 9 vezes até 2025.

Portugal é o oitavo país a receber a empresa norueguesa, cotada na Euronext Growth com uma capitalização bolsista de cerca de 350 milhões de euros.

“A nossa entrada em Portugal foi uma decisão natural. É um país na vanguarda da transição energética, com mais de 300 dias de sol por ano, portanto um dos países da Europa que mais podem beneficiar da energia solar”, reforça Andreas Thorsheim, CEO da Otovo.

Segundo o CEO da empresa, “com o preço da energia a disparar, os portugueses podem fazer poupanças significativas e ao mesmo tempo reduzir a emissão de gases poluentes causados ​​pelas soluções energéticas tradicionais. Queremos ajudar Portugal a atingir o seu potencial energético solar.” O mercado solar residencial do País espera mais de 30 mil instalações em 2022, crescendo mais de 50% desde 2019.

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CBRE ganha gestão e comercialização do LeiriaShopping

Inaugurado em 2010, o centro comercial conta com dois pisos, 116 lojas e 7 salas de cinema

Ao portefólio de centros comerciais e retail parks já gerido e comercializado pela CBRE, junta-se agora o LeiriaShopping. Inaugurado em 2010, o centro comercial conta com dois pisos, 116 lojas e 7 salas de cinema.

Com os novos e recentes mandatos de gestão e comercialização, a plataforma ibérica da CBRE chega aos 53 centros comerciais e retail parks na Península Ibérica, dos quais 18 em Portugal, ultrapassando assim os 2 milhões de metros quadrados de área bruta locável. Desta forma, a consultora inicia 2022 com o reforço da sua posição de liderança na gestão imobiliária em Portugal, nomeadamente no sector de retalho e grandes espaços comerciais.

A CBRE gere activos de retalho há cerca de 10 anos em Portugal e, em vários centros comerciais, foi levado a cabo um trabalho de reposicionamento no sentido de garantir que os activos se mantinham relevantes na sua zona de influência, garantindo assim uma experiência de visita única através de processos de reforma e rebranding, repensando a estratégia de comercialização dos centros.

“É um orgulho continuar a ampliar a carteira de activos sob gestão. Esta nomeação revela confiança na CBRE e nas suas equipas e é, acima de tudo, o resultado do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos em estreita parceria com os nossos clientes. O nosso objectivo para o futuro passa por garantir a implementação da nossa estratégia focada em ESG (Environmental, Social & Governance) e hospitality e criar experiências realmente diferenciadoras maximizadas pela melhores ferramentas tecnológicas e, claro, pelo expertise das nossas pessoas no terreno”, sublinha Luís Arrais, Property Management Director para a Península Ibérica.

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Governo cria regime excepcional de revisão de preços na construção

O regime excepcional, “facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços” entre o empreiteiro e o dono de obra

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O Governo vai avançar com um novo regime excepcional para impedir que as obras públicas parem devido ao aumento do preço dos materiais. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros e a proposta vai apresentada à Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), assim como às regiões autónomas e às empresas de construção.
O Decreto-Lei que cria “um regime excepcional, facultativo e temporário” visa permitir “a revisão de preços nas empreitadas de obras públicas e nos contratos de aquisição de bens e serviços”, disse afirmou Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, por ocasião da conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, em Lisboa, que acrescentou, ainda, que as disposições do diploma poderão também “ser aplicadas de forma facultativa às obras particulares”.
Pedro Nuno Santos referiu que perante o “crescimento muito acentuado do preço de
matérias-primas, algumas delas duplicando o seu valor, houve necessidade de criar este regime excepcional que permita rever os preços em contratos para garantir que não há interrupção no investimento público que está em curso em Portugal”.

“Sempre que o preço de um determinado material aumentar, o empreiteiro pode apresentar ao dono de obra, por exemplo, a IP, uma proposta de revisão de preço. Desta forma, a IP faz a avaliação dessa proposta e, em seguida, pode aceitá-la, rejeitá-la ou apresentar uma contra-proposta e se, entretanto, as duas partes chegarem a acordo há uma revisão do preço. Isso permitirá ao empreiteiro poder receber mais para fazer face ao custo adicional que tem”, explicou, ainda, Pedro Nuno Santos.

O regime irá vigorar até 31 de Dezembro de 2022.

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MELOM lança projecto Casa de Sonho Eco

Com o Casa de Sonho ECO, a marca passa a dispor de packs ecológicos para moradias mais sustentáveis e com ganhos resultantes de um menor consumo de água potável e uma factura energética mais baixa

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Depois de, em 2021, o número de pedidos no projecto Casa de Sonho, um serviço chave na mão que assegura o licenciamento e construção de moradias, ter registado um crescimento de 16,8% face a 2020, a MELOM, lança agora o projecto Casa de Sonho Eco, que aposta em casas mais eficientes, através de soluções amigas do ambiente.

Assente na importância de melhorar a qualidade e aproveitamento das habitações, a marca passa a dispor de packs ecológicos para moradias mais sustentáveis e com ganhos resultantes de um menor consumo de água potável e uma factura energética mais baixa. O valor dos packs acresce ao preço base da construção da moradia, com a MELOM a prever um retorno estimado a partir do terceiro ano da instalação das respectivas soluções.

A Casa de Sonho Eco materializa-se assim em soluções ecológicas e económicas para adaptar a construção de moradias a um futuro mais verde. Alicerçado ao projecto de construção de raiz de moradias unifamiliares com serviço chave na mão, foram desenvolvidas soluções para tornar estas construções mais ecológicas e eficientes, com garantias de eficiência ecológica longo da vida da habitação. O projecto é composto por packs com soluções ecológicas, das mais simples às mais complexas, como é exemplo os materiais de construção, a opção de um painel solar para um piso radiante ou até o aproveitamento de água das chuvas.

“Enquanto líderes do sector de obras residenciais em Portugal, temos a responsabilidade de sensibilizar os nossos clientes para uma mais eficiente utilização dos recursos naturais e energéticos. O projecto Casa de Sonho, no qual a MELOM disponibiliza modelos de moradias de sonho, assegurando a grande maioria das soluções, tem como objectivo principal proporcionar aos clientes ganhos de tempo, desde o projecto à entrega das casas. Nesse sentido, incluir soluções amigas do ambiente é algo imprescindível, sendo nosso foco sensibilizar todos os nossos clientes para esta questão que contribuirá para termos casas melhores e mais eficientes”, salienta João Carvalho, co-fundador da MELOM.

O responsável ressalva ainda que “apesar de não estarmos a falar de casas auto-sustentáveis, acreditamos que este projeto nos ajudará a desmistificar e democratizar as soluções de eficiência energética e redução da pegada carbónica de forma simples, através da introdução de packs ecológicos que adicionamos às nossas moradias”.

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Open House Lisboa 2022 põe à vista a Rebeldia do Invisível

No fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, o evento que anualmente promove o livre acesso à arquitectura, volta a abrir portas de espaços públicos e privados, entre Lisboa e Almada

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Em 2022, o Open House Lisboa regressa mais cedo do que o habitual. No fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, o evento que anualmente promove o livre acesso à arquitectura da cidade, volta a abrir portas de espaços públicos e privados, contemporâneos ou históricos, através de visitas guiadas, percursos urbanos desvendados por especialistas e um passeio sonoro para se fazer em qualquer altura.

Na sua 11.ª edição, o Open House Lisboa apresenta 69 espaços em Lisboa e Almada, 40 dos quais em estreia absoluta. Comissariado pelos Aurora Arquitectos, tem como tema A Rebeldia do Invisível.

A proposta do atelier fundado por Sofia Couto e Sérgio Antunes passa por pensar a dualidade entre a intervenção interior e exterior. Numa cidade em permanente transformação, cada novo projecto contribui para um património colectivo. Os exteriores, mais limitados pelas normas urbanísticas que procuram preservar essa identidade colectiva, contrastam com espaços surpreendentes nos interiores, cuja transformação invisível no domínio do privado mostra novas formas de habitar.

Sofia Couto e Sérgio Antunes (Atelier Aurora)

Nesta 11.ª edição coube ao artista Daniel Blaufuks presentear-nos com o Passeio Sonoro de tom intimista Do Cais do Sodré ao Rossio, que nos acompanha por uma Lisboa feita arquivo de recordações cristalizadas com nitidez fotográfica. Este passeio –  tal como os passeios sonoros das edições anteriores – estão disponíveis no SoundCloud e no Spotify do Open House Lisboa.

Destaque para as Visitas Acessíveis e actividades Júnior que este ano oferecem um conjunto de visitas sensoriais para pessoas cegas e com baixa visão, com deficiência cognitiva, crianças dos 6 aos 12 anos e famílias. O programa inclui uma visita em Língua Gestual Portuguesa à sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa, o Palácio Sinel de Cordes.

O Open House Lisboa propõe ainda cinco Percursos Urbanos acompanhados em Lisboa por Flávio Lopes, Joana Stichini Vilela, Lucinda Correia e Vítor Belanciano e em Almada por Paula Melâneo.

As colecções são roteiros temáticos com a sugestão de espaços com visitas livres ou para explorar bairros, de modo a simplificar a experiência neste evento e o programa Plus, que complementa e valoriza as visitas com performances, concertos, ensaios e exposições.

O Open House Lisboa é co-produzido pela Trienal de Lisboa e a EGEAC e conta uma vez mais com as parcerias estratégicas da Câmara Municipal de Lisboa e da Câmara Municipal de Almada

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Savills coloca UON Consulting no CCB

O novo espaço, correspondente a duas salas, tem uma área total superior a 1.400 m2

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A consultora imobiliária internacional Savills assessorou a Fundação CCB no arrendamento da nova sede da UON Consulting. Os espaços, inseridos no Centro Cultural de Belém (CCB), são duas salas uma com 1.232 m2 e outra com 226 m2 e dispõem de acesso privilegiado a um pátio interior com 242 m2 e de lugar de estacionamento coberto.

Os novos escritórios da UON situam-se numas das zonas mais emblemáticas da cidade de Lisboa, permitindo uma sinergia única entre os novos escritórios e a sua actividade. O CCB é uma das maiores referências culturais a nível nacional e internacional, que proporciona uma dinâmica cultural a todos aqueles que ali se encontram.

Luísa Noronha, offices senior Consultant da Savills Portugal, refere que “esta é uma empresa que valoriza particularmente a interacção entre as suas equipas e as áreas generosas, iluminação aprazível, contacto com arte, criando um ambiente de trabalho onde todos se sintam parte de uma grande equipa. O CCB proporciona e potencia todas estas sensações, seja pelo que representa do ponto de vista da oferta cultural, seja pelo espaço arquitectónico em si mesmo. Este é, pois, o local certo para o desenvolvimento da sua actividade, permitindo, assim, uma simbiose natural entre ambos”.

Após dois anos de pandemia, em que o mote foi o teletrabalho, a UON está já plenamente instalada no novo espaço no CCB, disfrutando das condições que considera privilegiadas para o desenvolvimento das suas diversas actividades. Segundo a UON Consulting, trata-se de “um excelente local para retomar em pleno o trabalho presencial. Localização desafogada, espaço interior amplo, rodeados de beleza, história, jardins, arte. Poderemos assim dar continuidade ao desenvolvimento do nosso grupo, proporcionando aos nossos colaboradores condições de excelência”.

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2ª Fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis ultrapassou as 106 mil candidaturas

A dias do encerramento e para responder à elevada procura, foi decidido aumentar a dotação para um total de 96 M€ deste Programa, financiado pelo Fundo Ambiental com verbas do PRR

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Encerrada a 2 de Maio, a segunda fase do Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis recebeu mais de 106 mil candidaturas. Foram consideradas elegíveis até ao final da manhã desta quarta-feira, dia 4 de Maio, mais de 26 mil candidaturas, que representam um apoio de 43,7 milhões de euros.
A dias do encerramento e para responder à elevada procura, foi decidido aumentar a dotação em 21 milhões de euros para um total de 96 milhões de euros deste Programa, que é financiado pelo Fundo Ambiental com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O aumento da dotação vai abranger as candidaturas consideradas elegíveis e submetidas até às 23h59 de 2 de maio, sendo as prioridades actuais a análise e a avaliação, com celeridade, das candidaturas submetidas para efectuar o pagamento daquelas que forem consideradas elegíveis e, posteriormente, reavaliar o Programa.
Das candidaturas elegíveis, as tipologias mais solicitadas para apoio foram painéis fotovoltaicos, janelas mais eficientes e bombas de calor, com vista a uma melhoria do desempenho ambiental e energético dos edifícios de habitação, permitindo às famílias a possibilidade de aumentar o conforto térmico e reduzir a factura energética das suas habitações.
Através desta medida, o cidadão torna-se um aliado na melhoria do desempenho energético e no combate à pobreza energética do edificado habitacional, ao ser um agente activo para a resiliência climática, contribuindo para os objectivos nacionais da descarbonização.
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CML cria comissão para simplificar e acelerar licenciamento urbanístico

A criação da Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo é a primeira medida concreta do novo executivo para travar o problema do licenciamento na autarquia

A Câmara Municipal de Lisboa criou a Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo, para dar resposta ao volume de processos de licenciamento que carecem de pareceres internos dos vários Serviços Municipais. O objectivo é simplificar e desburocratizar os procedimentos internos e assegurar uma resposta concertada e mais célere, através da maior articulação dos serviços na obtenção de uma decisão final, “com ganhos para os requerentes em termos de melhoria dos prazos de resposta da autarquia, assim como de maior qualidade e objectividade da apreciação”.
“O principal objectivo é simplificar e desburocratizar os procedimentos internos e assegurar uma resposta concertada e mais célere aos requerentes. Para isso, esta Comissão vai sentar à mesma mesa os vários Serviços que têm de se pronunciar sobre os processos urbanísticos e garantir a comunicação de uma forma célere e eficaz inter-serviços, com impacto na redução dos prazos de apreciação”, assegura Joana Almeida, Vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa.
Assim, irá ser da competência desta comissão a “ponderação e compatibilização da análise técnica das propostas de pareceres internos, garantindo a coerência, clareza e objectividade necessárias às propostas de decisão.”
Consoante o tipo de processo, e as suas especificidades, são convocados para reunião de concertação representantes de diferentes unidades orgânicas do município, desde a área do ambiente à gestão patrimonial, ao ambiente e/ou desporto, entre outros. A primeira reunião está agendada para 6 de Maio.
A criação desta equipa interdepartamental é o primeiro passo para resolver o problema do licenciamento na câmara municipal de Lisboa. Mas a estratégia para acabar com o atraso e os problemas nos processos de licenciamento incluem ainda a digitalização dos processos e, por fim, a criação da figura do ‘gestor do processo’.

Pela transparência e o fim da corrupção
Também em marcha está já em curso a segunda fase do “urbanismo digital”, um trabalho interno e “profundo” no seio da autarquia, que irá resultar na desmaterialização dos processos, permitindo que os seus requerentes possam, a qualquer momento, consultar em que fase está o seu processo e quais os entraves que estão a bloquear que o processo decorra no tempo contratado.
O presidente da autarquia falou recentemente sobre este processo perante uma plateia de especialista e reconheceu que é preciso imprimir uma maior transparência no processo.
A digitalização dos procedimentos irá concorrer para uma maior accountability e transparência do processo. Com o presidente a assumir que esta “é uma marca que queremos deixar”. Para isso a actual vereadora do Urbanismos conta com todo o apoio de Carlos Moedas e “passou a deter também o pelouro do combate à corrupção. A melhoria digital é um passo gigantesco e é preciso tempo. É algo que não se resolve em dois dias, sendo necessário implementar estruturalmente na camara municipal todos os novos procedimentos. A transparência digital é a capacidade de ter as nossas próprias feridas expostas e isso significa que os nossos erros passam a estar visíveis e que nos podem criticar. Significa assumirmos as culpas e resolvermos. É duro ter a ferida exposta, mas é a única luta que conheço para trazer a transparência”, sublinhou Carlos Moedas.
Neste que é o primeiro ano de mandato o foco recai em dois grandes eixos: na melhoria da fase de instrução dos processos e, segundo, na maior clarificação das normas do PDM que mais entraves colocam nos processos gerando indeferimentos. Nesse sentido, as medidas a implementar compreendem a melhoria da informação disponível no site da Câmara, criação de uma “academia de urbanismo” que irá, entre outras tarefas, organizar sessões de esclarecimento para instrução e submissão de processos, e o lançamento de um guia de boas práticas.

2000 fogos para recuperar “Já!”
Outro dos eixos de actuação da política de Habitação está relacionado com a criação do que Carlos Moedas chamou de “malha social equilibrada”. E este será o princípio base da política de Habitação da autarquia ao nível, por exemplo da habitação acessível, um problema para o qual “não há uma solução, há várias e é da responsabilidade de todos, públicos e privados”, reiterou Carlos Moedas. De acordo com o presidente do município nestes primeiros meses a sua equipa identificou cerca de dois mil fogos, não atribuídos ou em estado devoluto em Lisboa. “Temos que os reabilitar e resolver o problema imediatamente e temos que continuar a fazer novos e a construir novos. E só conseguirmos se olharmos para o problema desta maneira: juntos. Seja em cooperativa, seja em parcerias público privadas, seja com investimento privado”, sublinhou o responsável.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Cidade BI4ALL integra roteiro do Open House Lisboa 2022

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público

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A Cidade BI4ALL, a nova sede da empresa líder em serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, inaugurada em 2021, foi um dos espaços seleccionados para integrar o roteiro da 11ª edição da iniciativa “Open House Lisboa 2022”, uma coprodução Trienal de Arquitectura de Lisboa e EGEAC, que irá decorrer no fim-de-semana de 14 e 15 de Maio.

A Cidade BI4ALL será um dos 70 espaços a serem visitados no roteiro denominado “A Rebeldia do Invisível”, que pretende mostrar espaços de arquitectura exemplar da cidade de Lisboa, habitualmente escondidos do olhar do público e cuja transformação invisível no domínio privado mostra novas formas de habitar, contrastando com os exteriores que procuram preservar uma identidade colectiva.

A nova sede da tecnológica portuguesa foi um dos edifícios escolhidos, por ser um espaço de trabalho inovador, cosmopolita e vanguardista, que responde às expectativas dos clientes actuais e futuros e oferece um conjunto de benefícios associados ao bem-estar aos mais de 300 colaboradores que trabalham diariamente para entregar um serviço de excelência.

“É com grande orgulho que vemos a nossa Cidade ser reconhecida por esta iniciativa de prestígio internacional, que pretende celebrar a boa arquitectura. A Cidade BI4ALL foi idealizada para ser um espaço disruptivo, criativo, internacional e cosmopolita, sempre com a preocupação de manter o conceito industrial original. A importância da arte, nomeadamente a arquitectura, é algo que está muito presente nesta nossa nova casa, e em que queremos continuar a apostar no futuro”, refere José Oliveira, CEO da BI4ALL.

Situada na Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, a Cidade BI4ALL foi inaugurada no Verão de 2021, e é resultado de um investimento que ronda os oito milhões de euros. O projecto de arquitectura e decoração do edifício esteve a cargo do atelier Pedra Líquida Arquitectura e Engenharia, que manteve o conceito industrial na renovação do edifício, elevando a experiência com elementos arquitectónicos únicos e uma decoração vintage.

Composta por dois edifícios que perfazem uma dimensão de 7 mil metros quadrados, a Cidade BI4ALL tem capacidade para mais de 500 postos de trabalho, inclui várias áreas de trabalho colaborativas, auditório, ginásio, zona de restauração onde está integrado um campo de padel, quartos para clientes e colaboradores, terraço e outras zonas de lazer e bem-estar.

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AM|48 conclui Promenade [com galeria de imagens]

O empreendimento, que representou um investimento no valor de 50 M€ foi alvo de grande procura de investidores estrangeiros, que representam 80% das vendas do edifício localizado na avenida 24 de Julho em Lisboa

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Encontra-se concluído o empreendimento Promenade, um dos projectos da promotora imobiliária AM|48. Localizado em plena Avenida 24 de Julho, na frente ribeirinha de Lisboa o edifício representou um investimento total na ordem de 50 milhões de euros, tem cinco pisos pelos quais estão distribuídos apartamentos de tipologias T1 a T3 e penthouses de tipologias T3 a T6, e ainda espaços comerciais no piso térreo.

Com a maioria dos apartamentos já comercializados, encontrando-se neste momento a aguardar a emissão da licença de utilização pelas autoridades competentes, o edifício, que conta com a assinatura do premiado arquitecto Frederico Valsassina e construção pela Mota-Engil, foi alvo de grande procura por parte de investidores estrangeiros, que representam 80% dos compradores.

No âmbito de uma aposta na criação de oferta residencial de nova construção numa das zonas mais trendy da cidade, oferta esta muito pouco expressiva até então, o Promenade veio abrir novos horizontes com as suas linhas de modernidade inseridas num contexto citadino tradicional. Integra-se esteticamente na sua localização, com uma fachada marcada por lâminas horizontais de betão branco, com planos de vidro recuados, num estilo de arquitectura contemporânea.

Os amplos vãos permitem que todos os apartamentos disponham de generosas varandas com vistas para o rio Tejo ou para a colina de Santa Catarina. Os apartamentos apresentam soluções, materiais, acabamentos e equipamentos de elevada qualidade, que permitem uma experiência de conforto, modernidade e excelência, sem igual.

No último piso encontram-se as quatro exclusivas penthouses (com tipologias de T3 a T6). Com acesso directo à cobertura do edifício, terraços privativos com piscina e vista panorâmica sobre Lisboa e o Tejo, cada uma das penthouses é dotada de elevador dedicado e ainda de box de estacionamento com características únicas, equipadas com uma pequena copa, casa de banho e carregador para veículos elétricos. Os restantes 36 apartamentos de tipologia T1 a T3 encontram-se distribuídos pelos quatro pisos inferiores.

A sua localização é privilegiada pela centralidade que ocupa e proximidade a locais de interesse, além de se adaptar a uma vivência urbana atual numa zona requalificada, com ciclovias, amplos passeios e ofertas variadas de lazer e comércio. O empreendimento dispõe ainda de um exclusivo SPA e ginásio.

A AM|48 é responsável pela promoção de vários empreendimentos não só a nível de nova construção, mas também de reabilitação urbana. Do seu portfólio fazem parte o empreendimento “Ópera Lx”, em plena Avenida da Liberdade, o “Focus Lx” na Avenida António Augusto Aguiar, o “The Boulevard”, na Praça dos Restauradores, entre outros que se encontram em desenvolvimento em Lisboa, mas também em Aveiro e no Algarve.

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