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AIMMP leva mobiliário e design portugueses ao Brasil

Mood, ZAGAS-AEF Meubles, Antarte, Laskasas Interiores, Decorpaços e KARPA-Albino Miranda, são as empresas que estarão presentes na mostra

Ana Rita Sevilha
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AIMMP leva mobiliário e design portugueses ao Brasil

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A AIMMP – Associação das Industrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, vai realizar uma mostra de mobiliário e design na cidade brasileira de São Paulo, de 3 a 10 de Setembro, que estará patente na Galeria Romero Britto.

Mood, ZAGAS-AEF Meubles, Antarte, Laskasas Interiores, Decorpaços e KARPA-Albino Miranda, são as empresas que estarão presentes na mostra, anunciou a associação.

Em comunicado de imprensa a associação recorda que “a economia brasileira está numa rota de crescimento e sustentabilidade. As reformas económicas que têm vindo a ser implementadas deram ao país a capacidade de assumir uma posição de relevo a nível internacional, integrando-se no grupo das quatro economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC)”.

“O Brasil é a primeira economia na América Latina e ocupa o ranking das dez mais elevadas a nível mundial. O forte avanço de subsectores industriais como a Construção Civil, estimulada por grandes eventos como o mundial de futebol em 2014 e os jogos olímpicos em 2016, fazem deste um mercado com oportunidades para os empresários portugueses”, sublinha.

A AIMMP revela ainda que para além desta mostra em São Paulo, mais duas serão realizadas até ao fim do ano: Buenos Aires, Argentina (1O a 14 Outubro) e Miami, Estados Unidos (28 Novembro a 3 Dezembro).

De acordo com a mesma fonte, “estas acções de promoção e comunicação daquilo que de melhor é produzido em Portugal na área da casa e decoração serão realizadas em locais de grande prestígio e notoriedade – Galeria Romero Britto (São Paulo), Galerias Pacifico (Buenos Aires) e no Design District (Miami) – e visitadas por milhares de pessoas, desde arquitectos, designers e outros profissionais, até ao consumidor final”.

As empresas participantes nestas acções, além da exposição dos seus produtos durante vários dias nos locais referidos, beneficiarão de uma base de dados com informação detalhada de todos os contactos estabelecidos durante a realização das mostras.

 

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União Europeia vai destinar 100M€ à recuperação de escolas na Ucrânia

Von der Leyen recordou que os ataques russos danificaram ou destruíram mais de 70 escolas e que meio milhão de crianças ucranianas tiveram que começar o ano letivo em países da UE

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A presidente da Comisssão Europeia, Ursula von der Leyen discursou no Parlamento Europeu esta quarta-feira sobre a guerra na Ucrânia e a crise energética que está a afetar a UE e anunciou que vai entregar 100 milhões de euros para a reconstrução de escolas naquele País.

“Hoje anuncio que vamos trabalhar com a primeira dama (da Ucrânia, Olena Zelenska) para apoiar a reabilitação das escolas ucranianas danificadas. E por isso iremos contribuir 100 milhões de euros. Porque o futuro da Ucrânia começa nas suas escolas”, disse Von der Leyen durante o seu discurso sobre o estado da União no Parlamento Europeu em Estrasburgo (França).

A política alemã, que elogiou o trabalho com as famílias afetadas pela guerra realizado por Zelenska, presente como convidada na sessão parlamentar de hoje, recordou que a UE já contribuiu mais de 19.000 milhões de euros em ajuda financeira à Ucrânia, à margem do apoio militar que está a dar.

Mas deixou claro que a União manterá seu apoio “a longo prazo” e apontou que a reconstrução de Ucrânia “vai requerer enormes recursos”.

Von der Leyen recordou que os ataques russos danificaram ou destruíram mais de 70 escolas e que meio milhão de crianças ucranianas tiveram que começar o ano letivo em países da UE, enquanto muitos outros dentro da Ucrânia “simplesmente não têm uma sala a onde ir”.

“Não só apoiaremos com financiamento, como também capacitaremos a Ucrânia para que aproveite ao máximo o seu potencial”, resumiu a presidente comunitária.

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O plano de investimentos do Grupo Vila Maior, a estratégia da Otovo e a revista de arquitectura TRAÇO no CONSTRUIR 466

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Maia Living com conclusão prevista para o final de 2024

Promovido pela Mysa Capital, empreendimento integra a área de negócio Obra Nova ERA e está a ser comercializado pela agência ERA Maia Centro

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O empreendimento Maia Living. localizado no centro da cidade da Maia, encontra-se em fase de comercialização, a cargo da agência ERA Maia Centro. A conclusão da sua obra está prevista para o final de 2024.

Composto por 12 moradias contemporâneas de tipologia V4, com terraço de 50 m2, jardim exterior e com preços a partir de 540 mil euros, o Maia Living é promovido pela Mysa Capital, uma empresa de investimento imobiliário de capital nacional e que privilegia a utilização de materiais sustentáveis nos projectos que promove.

“Trata- se de uma oportunidade única para viver em moradias novas no centro da cidade da Maia, pois há décadas que não é apresentado, com esta centralidade, um projecto com estas características.” conclui António Ferreira, responsável pela ERA Maia Centro.

Recorde-se que o Obra Nova ERA anunciou recentemente que passou a ser  uma área de negócio autónoma “dedicada a orientar os promotores imobiliários para investimentos mais rentáveis e que se ajustem às preferências dos clientes, ao mesmo tempo que os apoia na comercialização”.

Nos  primeiros  seis  meses de  2022, a  ERA lançou 154  novos  empreendimentos,  angariando mais  de  3.400  imóveis  novos  ou  em  construção,  o  que  se  traduz  em  28%  do  portfólio habitacional  angariado  pela  ERA neste  período  em  análise. Registou-se  igualmente  um aumento de 36% na facturação face ao período homólogo.

Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros.

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SUMOL+COMPAL prevê investir 3M€ em central fotovoltaica na fábrica de Almeirim

A instalação da central fotovoltaica em Almeirim insere-se no âmbito da estratégia de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL, que prevê a transformação e diversificação de fontes energéticas

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A SUMOL+COMPAL considera investir três milhões de euros numa central fotovoltaica para tornar a sua unidade de produção e distribuição em Almeirim, mais sustentável do ponto de vista energético, com a produção de energia renovável para autoconsumo.

De acordo com o jornal HIPERSUPER, o projeto será realizado em várias fases, devendo atingir a potência instalada de 3MWp. Se esta energia fosse produzida através de energias fósseis, seriam emitidas cerca de 984 toneladas de CO2e por ano, o que é equivalente à captação de CO2e por 44.643 árvores.

A primeira fase já está concluída e conta com a instalação de 1.850 painéis fotovoltaicos, numa área de 11.000 m2, e uma potência instalada de 1MWp. Esta primeira fase já responde a 15% das necessidades energéticas da fábrica em Almeirim, valor que será incrementado para 25%, com o início da produção de energia da segunda fase do projeto, que deverá estar concluída no início do próximo ano.

A instalação da central fotovoltaica em Almeirim insere-se no âmbito da estratégia de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL, que prevê a transformação e diversificação de fontes energéticas, assente nos eixos da diversificação e independência energética, da descarbonização e da melhoria da eficiência dos custos energéticos. A empresa está também a avaliar a instalação de centrais fotovoltaicas noutras instalações, nomeadamente em Pombal, Vila Flor e no edifício da sede, em Carnaxide.
Esta central fotovoltaica na fábrica de Almeirim abre ainda a oportunidade de, em conjunto com a Câmara Municipal de Almeirim, avaliar formas de disponibilizar os excedentes de produção de energia ao serviço da comunidade.

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Hawk ‘vende’ quarteirão no Cais do Sodré que será transformado em hostel premium

O novo hostel Room007 Pink Lisboa, que vai criar cerca de 25 novos postos de trabalho, tem como data prevista de abertura 2025

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A Hawk Real Estate Collective, consultora de mediação imobiliária especializada em ativos de grandes dimensões, acaba de concretizar mais um importante negócio, a venda do quarteirão formado por três das ruas mais conhecidas de Lisboa, Rua Cor-de-Rosa, Rua do Alecrim e a Rua de São Paulo, que durante largos anos acolheu as saudosas discotecas Jamaica e Europa. O edifício será agora convertido num hostel premium que promete dar uma nova vida e história a esta carismática zona da cidade.

A operar maioritariamente nas regiões da grande Lisboa, Comporta, Melides e Alcácer do Sal, a Hawk posiciona-se como parceira ideal, tanto para vendedores como para investidores, por reunir uma equipa sólida com larga experiência no sector imobiliário e com fortes ligações a estas localizações, que entende verdadeiramente o potencial dos vários ativos e assim consegue valorizá-los da melhor forma e encontrar as melhores oportunidades.

“Este é sem dúvida um ativo emblemático que ocupa um lugar de destaque na cidade de Lisboa. É um edifício que estava «esquecido» nesta zona, que como sabemos tem vindo a beneficiar de uma requalificação de qualidade, razão pela qual estamos muito orgulhosos de fazermos parte do futuro deste edifício cheio de carisma e que em breve terá uma nova história para contar”. Outro motivo que nos traz grande satisfação, é o facto de terem estado as principais mediadoras a trabalhar este ativo, e ter sido a Hawk a concretizar com sucesso o negócio. Uma evidência do nosso elevado compromisso e preparação para este tipo de transações.”, refere Miguel Freitas, CEO da Hawk.

O novo hostel Room007 Pink Lisboa, que vai criar cerca de 25 novos postos de trabalho, tem como data prevista de abertura 2025 e contará com 80 quartos distribuídos pelos seis pisos do edifício. Pensado para acolher um público millenial e da geração Z, este novo hostel é o mais recente investimento da cadeira espanhola em Portugal. Recorde-se que a marca detém já duas unidades abertas em Lisboa, sob as marcas Bluesock Lisboa e Room007 Select Liberdade, ambas na Avenida da Liberdade, tendo previstas mais quatro novas unidades em Lisboa e no Porto, ainda em construção.

“Apostámos na Hawk exatamente por se tratar de uma agência local, com vasto conhecimento do mercado português e composta por profissionais competentes e experientes que têm valências em diferentes áreas possibilitando o acompanhamento cuidado e rigoroso de todo o processo, da consulta ao fecho do negócio”, acrescenta Ignacio Requena, CEO da Room007.

A Hawk, criada em 2019, tem crescido de forma consistente e a bom ritmo, superando de ano para ano os seus objetivos tanto em volume como em valor. O objetivo da consultora imobiliária é, para além de aumentar o volume de negócios em Lisboa, continuar o trabalho desenvolvido nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, potenciando a enorme dinâmica gerada pela Comporta e Melides e as suas consequentes oportunidades.

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Tuneladora H2OLi já está em Lisboa

As diferentes peças que a compõem este equipamento chegaram esta semana ao Porto de Lisboa. Esta é a peça fundamental que irá permitir a construção dos túneis previstos no Plano Geral de Drenagem de Lisboa

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Chegaram esta semana ao Porto de Lisboa as diversas peças que compõem a tuneladora H2OLi – a fundamental ferramenta na escavação dos túneis de drenagem de Lisboa. Na ocasião da chegada marcaram presença o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, a vereadora Filipa Roseta e representantes do consórcio construtor liderado pela Mota-Engil / Spies-Batignolles International e da concessionária portuária Ership Lisboa.

A H2OLi tem cerca 130 metros de comprimento, 6,4 metros de diâmetro externo e uma cabeça de corte que pesa 70 toneladas. Atingindo os 70 metros abaixo do solo durante os trabalhos de perfuração / escavação, vai construir dois túneis: um ligando Monsanto a Santa Apolónia (4,6 km) e outro ligando Chelas ao Beato (1,0 km). Ao longo dos trabalhos, a tuneladora irá colocar 3300 anéis e um total de 19 mil aduelas (cada uma com quatro toneladas).

As peças componentes da H2OLi vão ser montadas no estaleiro de Campolide, assim que estiver terminada a contenção e escavação do poço de ataque – cujas dimensões são idênticas a um campo de futebol com 26 metros de profundidade. Os trabalhos da tuneladora, propriamente dita, iniciar-se-ão previsivelmente no início de 2023 e a obra total prevê-se que termine no primeiro trimestre de 2025.

Como o Construir já noticiou, este conjunto de obras do PGDL destina-se a controlar as águas pluviais e assim reduzir os riscos de cheias e inundações em Lisboa, mitigando os previsíveis efeitos das alterações climáticas, enquanto permitirá a reutilização das águas pluviais para rega de espaços verdes, reforço das redes de incêndio e lavagem de ruas. Curiosamente, a tuneladora chegou a Lisboa no preciso momento em que os efeitos da tempestade Danielle se fizeram sentir realçando, mais uma vez, as dificuldades dos actuais sistemas de drenagem e escoamento das águas, situação que esta obra pretende evitar.

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Melom iniciou internacionalização para Espanha e Itália

A empresa seleccionou o sul da Europa como alvo do seu processo de expansão. Em Itália, a marca conta actualmente com 13 franchisados e em Espanha o número ascende 22 com previsão de 30 até ao final do ano

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Impulsionada pelos bons resultados em Portugal, a Melom irá internacionalizar a sua operação para Espanha e Itália. A primeira experiência “piloto” decorreu entre 2018 e 2020 em Espanha para permitir a adaptação do conceito ao mercado espanhol. O número de franchisados neste mercado é actualmente de 22, na Comunidade de Madrid, com a previsão de terminar o ano com 30 unidades

Mas a empresa olha com atenção também para o mercado do norte de Itália. Em 2021 foi lançada a operação na região de Emília Romana, onde a insígnia soma já 13 franchisados em cidades como Bolonha, Modena, San Lazzaro, Montagna, entre outras. A estratégia numa fase inicial inclui a implantação naquela região italiana para depois expandir passo-a-passo o negócio. O plano de desenvolvimento prevê em dois anos uma rede com 40 franchisados na Emília Romana, no prazo de dois a cinco anos a aposta numa nova região com 60 franchisados e depois o crescimento para toda a Itália.

“Estamos convictos que é uma aposta ganha, tem um mercado muito similar ao português e por isso o modelo de negócio não teve que sofrer alterações de fundo. Neste país não existe uma marca que opere a nível nacional e o mercado das obras em casa é muito atomizado, constituído por micro e pequenas empresas com dificuldades de organização semelhantes às portuguesas”, sublinha João Carvalho, co-fundador da MELOM.

A aposta da marca em internacionalizar o conceito nestes dois países do sul da Europa está relacionada com os pontos em comum no mercado de obras e remodelações de imóveis, caracterizado por lacunas na profissionalização, falta de mão-de-obra qualificada e uma ampla desconfiança dos consumidores. “O sector deve evoluir para um contexto profissional onde os processos de orçamentação, adjudicação, obra e sua conclusão são detalhados, claros e precisos. Na MELOM temos trabalhado neste sentido, proporcionando não só formação, mas disponibilizando tecnologia para ajudar os profissionais do sector e clientes”, acrescenta João Carvalho.

Quanto às diferenças, o responsável aponta a tendência dos consumidores espanhóis e italianos para privilegiar o conforto em detrimento da estética ou design.

Tanto em Espanha como em Itália, o modelo de franchising da MELOM é idêntico ao que está a ser aplicado em Portugal, ou seja, existem dois tipos de franquia, uma vocacionada para renovações integrais e mais orientada para empresas de construção e gabinetes de arquitectura e engenharia e uma outra voltada para pequenas reparações e dirigida aos profissionais que executam eles próprios a obra ou reparação.

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Grupo Neolith reforça distribuição na Península Ibérica

Grupo Neolith integra rede de distribuição em Espanha, intensificando investimento na Península Ibérica. Novo director geral ficará responsável pelo negócio em Espanha, Portugal e Andorra

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(na imagem: da Esquerda para a Direita: José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith; Joan Regada, que passará a fazer parte da estrutura do Grupo como Managing Director Iberia; e Daniel Sánchez, Chief Commercial Officer e Vice President Europe do Grupo Neolith)

Com esta operação, o Grupo Neolith ampliará a sua abrangência e a cobertura nos mercados da Península Ibérica, acelerando os planos de crescimento, respondendo à procura crescente de pedra sinterizada Neolith, tanto por parte da comunidade de arquitectos e designers de interiores, como dos consumidores finais, para todo o tipo de projectos residenciais e comerciais.

O Grupo Neolith, que detém uma forte posição na indústria da pedra sinterizada, acaba de acordar a integração total da sua principal rede de distribuição em Espanha de modo a intensificar o seu investimento na Península Ibéria e assim alavancar o crescimento e cimentar a sua posição na Europa.

Com este acordo, o Grupo Neolith intensificará, em especial, o seu investimento no mercado ibérico, consolidando a sua presença directa e reforçando a sua actividade numa região que é essencial para o Grupo. Esta integração advém de uma estreita colaboração iniciada há mais de uma década com o Grupo Joan Regada, que actualmente conta com mais de 80 colaboradores directos, os quais passarão nos próximos dias a integrar o Grupo Neolith.

Com esta transacção, a Neolith passará a ter mais 10 centros de distribuição directa em Espanha, cobrindo quase 10.000 pontos de venda, e dezenas de showrooms em todo o país. “Esta integração, resulta de uma excelente e profícua cooperação iniciada há mais de uma década, e permitir-nos-á acelerar os nossos ambiciosos planos de crescimento para a Península Ibérica e para a Europa, beneficiando todo o canal através do reforço do nosso nível de serviço directo”, afirma José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith. “Damos as boas-vindas a todos os novos colaboradores que passam a integrar o nosso Grupo através desta importante operação. Investir em mercados tão importantes como o ibérico, e desenvolver a nossa pegada no mercado europeu do ponto de vista dos negócios, inovação e sustentabilidade, é e será sempre o nosso maior compromisso para os próximos anos”, conclui aquele responsável. Com esta integração a empresa prevê alcançar níveis recorde de mais de 40 milhões de euros de volume de negócio

Como consequência desta integração, Joan Regada passará a fazer parte da estrutura do Grupo como danaging director para a Península Ibérica, e terá a responsabilidade de liderar os negócios da Neolith nos mercados de Espanha, Portugal e Andorra. Aquele responsável sublinha que: “sempre acreditei no valor do Grupo Neolith. É com enorme orgulho que passo a fazer parte da equipa. Na Neolith era um sonho captar um mercado que não existia há 12 anos e congratulo-me com os resultados alcançados e que iremos impulsionar ainda mais com esta integração. Este é um enorme desafio que mostra o espírito de colaboração que sempre existiu com o Grupo Neolith. Esta integração permitir-nos-á acelerar o nosso crescimento em múltiplas frentes e continuar a fazer da Neolith a marca de eleição de milhares de profissionais e utilizadores finais para uma multiplicidade de projectos tirando partido de todas as possibilidades que a pedra Neolith oferece”, afirmou o empresário.

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Lagos vai construir edifício multifamiliar a custos controlados; investimento ronda 1,5M€

Para além desta empreitada, a autarquia tem em fase final de projeto mais 100 novos fogos a construir na mesma urbanização, em terreno de maior dimensão previamente adquirido para o efeito

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A Câmara Municipal de Lagos adjudicou a execução da empreitada de construção de mais um edifício multifamiliar a custos controlados. O novo empreendimento habitacional irá ser edificado no lote 14 da Urbanização CHESGAL, na cidade de Lagos, acrescentando, quando estiver concluído, mais 12 fogos ao parque habitacional municipal. A obra tem uma duração prevista de 540 dias, representando um investimento de 1.422,761,14€ (acrescido de IVA).

Para além desta empreitada, a autarquia tem em fase final de projeto mais 100 novos fogos a construir na mesma urbanização, em terreno de maior dimensão previamente adquirido para o efeito.

Estas ações têm enquadramento na Estratégia Local de Habitação (ELH) de Lagos e estão previstas nas Grandes Opções do Plano para 2022, que identifica a habitação como uma das principais prioridades políticas, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida da população, a competitividade do município e a coesão social e territorial.

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Belga Atenor adquire terreno no Campo Grande

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício de escritórios e retalho. A transacção foi assessorada pela Cushman & Wakefield

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A belga Atenor adquiriu um terreno junto ao interface de transportes do Campo Grande, em Lisboa, tendo a consultora Cushman & Wakefield actuado em representação da promotora.

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício com cerca de 14.000 m2 de escritórios, 450 m2 de retalho e ainda estacionamento. Muito próximo do estádio Alvalade XXI e do campus universitário do Campo Grande, o terreno “conta com excelentes acessibilidades e está integrado numa das áreas mais dinâmicas da cidade de Lisboa”, reforça a consultora.

Cotada na Euronext de Bruxelas, e com actividade em vários países europeus, a Atenor já se encontra a desenvolver um outro projecto de referência de escritórios em Portugal – WellBe, no Parque das Nações, cuja comercialização também está a cargo da Cushman & Wakefield.

“Apesar do actual contexto internacional, os mercados portugueses de ocupação e de investimento em escritórios continuam a dar sinais de grande resiliência. Promotores como a Atenor constituem uma garantia de qualidade, perenidade e sustentabilidade e os principais beneficiários serão não só os futuros ocupantes, mas também a própria cidade de Lisboa”, afirma Paulo Sarmento, partner e head of Transactional Services da Cushman & Wakefield Portugal,

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