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Engenharia

A400 distinguida como melhor empresa de engenharia na Projekta Angola

Após declarações à Televisão Pública de Angola, os representantes da A400 sublinharam a importância do mercado angolano para a estratégia de internacionalização do grupo

Pedro Cristino
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A400 distinguida como melhor empresa de engenharia na Projekta Angola

Após declarações à Televisão Pública de Angola, os representantes da A400 sublinharam a importância do mercado angolano para a estratégia de internacionalização do grupo

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A A400 – Projectistas e Consultores de Engenharia anunciou que recebeu o prémio de Melhor Participação para Gabinete de Engenharia da edição de 2011 da Projekta Angola – Feira Internacional de Equipamentos e Materiais para Construção Civil, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura.

Após declarações à Televisão Pública de Angola, os representantes da A400 sublinharam a importância do mercado angolano para a estratégia de internacionalização do grupo, referindo que a participação na feira constituiu, após a criação da subsidiária A400 Angola em 2010, “mais uma prova da grande aposta no país”.

Segundo o comunicado da A400, a Projekta by Constrói Angola é o “maior evento do país orientado para o sector da construção e materiais”. Este certame contou com a participação de 372 expositores de Portugal, Brasil, Turquia, Espanha, entre outros.

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Teixeira Duarte com lucros de 3,6M€ no primeiro semestre

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021

A Teixeira Duarte totalizou 3,6 milhões de euros de lucro no primeiro semestre, valor que compara com um prejuízo de aproximadamente 18,6 milhões de euros apurado em igual período do ano anterior.

Segundo a informação remetida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), neste período, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) da empresa avançou 68,3% para 43 milhões de euros. Entre Janeiro e Junho, os rendimentos operacionais cresceram 38,3% para 429,4 milhões de euros.

Já os gastos operacionais ascenderam a 386,3 milhões de euros, traduzindo um aumento de 35,6%. Na primeira metade do ano, os resultados financeiros da empresa foram negativos em 7,6 milhões de euros, quando em igual período do ano passado tinham sido negativos em 18,3 milhões de euros.

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021, atingindo 241.255 milhares de euros. Em Portugal este indicador cresceu 57,6% face ao mesmo período do ano anterior, atingindo 108.395 milhares de euros nos primeiros seis meses de 2022. Os mercados externos, na sua globalidade, registaram um aumento de 56,6% face a Junho de 2021, o que corresponde a mais 48.006 milhares de euros, dos quais 15.617 milhares de euros resultam do crescimento da actividade no Brasil e de 40.313 milhares de euros da actividade no Kuwait.

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Cleanwatts desenvolve nova Comunidade de Energia para Bombeiros de Arcos de Valdevez

Com a criação desta CER os bombeiros passam a consumir, durante as horas de sol, a energia produzida a partir dos painéis solares, cujo custo mensal da electricidade será cerca de 40% inferior ao actual

A empresa Cleanwatts assinou um contrato com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez para a criação de uma Comunidade de Energia Renovável (CER), cujo objectivo será “a produção local de energia verde e mais barata”.

“Além de fazer face aos elevados custos da electricidade, a criação desta CER vai ao encontro do nosso compromisso com a descarbonização e a defesa do planeta”, explica Germano Amorim, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, acrescentando que “a possibilidade de produzir energia dentro da comunidade, e para a comunidade, ajudando a combater algumas desigualdades, nomeadamente a pobreza energética, é outra das grandes vantagens deste projecto e uma das nossas maiores motivações”.

A criação desta CER não implicou qualquer investimento da parte dos bombeiros, sendo o investimento assumido, na totalidade, pela Cleanwatts – nem qualquer alteração da instalação eléctrica. Com a criação desta CER os bombeiros passam a consumir, durante as horas de sol, a energia produzida a partir dos painéis solares. O custo da electricidade consumida, mensalmente, pelos bombeiros será cerca de 40% inferior ao actual.

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IPS constrói residências no Barreiro e Sines e amplia unidade em Setúbal

As candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas, tendo obtido o financiamento do PRR num montante de cerca de 9 M€

O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) vai avançar com “a ampliação e remodelação da residência de estudantes de Setúbal” e a “construção de duas novas, em Sines e no Barreiro”, passando a dispor de “um total de 476 camas”, avançou o jornal O Setubalense. O IPS prevê que as novas residências possam começar a ser ocupadas a partir de Dezembro de 2023.

De acordo com o IPS, “as candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, obtendo assim financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) num montante de cerca de 9 milhões de euros”.

Os três projectos correspondem a um reforço de “182 novas camas” ao nível da oferta de alojamento estudantil, o que permitirá “proporcionar uma melhor qualidade de vida aos estudantes deslocados e, por outro lado, dar resposta de alojamento temporário a alguns investigadores e docentes em mobilidade”, sublinha Ângela Lemos, presidente do IPS.

Em comunicado emitido pelo IPS, para a Residência de Estudantes de Santiago, em Setúbal, está prevista “a renovação do edifício existente e a sua ampliação”, sendo que a intervenção deverá estar concluída “até Fevereiro de 2025”. Este alojamento ganhará “85 camas adicionais”, aumentando a sua capacidade para um total de “379 vagas”.

No Barreiro, onde o IPS tem instalada a Escola Superior de Tecnologia, vai ser construída de raiz em terreno cedido pelo município uma área residencial “com capacidade para 50 camas”.

Em Sines será construída uma residência “que pretende servir os estudantes da nova Escola Superior a erigir no Alentejo Litoral”, para acolher 45 alunos. O terreno para a construção foi cedido pelo município siniense.

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Sintra investe 10M€ em novo edifício municipal

O projecto para o novo edifício municipal resulta da reconversão da antiga Fábrica da Messa, em Mem Martins, representa um investimento de 10 M€ e deverá estar concluído em 2025

A Câmara Municipal de Sintra apresentou o projecto para o novo edifício municipal da Messa, num investimento de mais de 10 milhões de euros e com prazo de conclusão previsto para o início de 2025.

O edifício existente no antigo complexo da Fábrica da Messa, numa zona central de Mem-Martins e confinante com actual o Centro de Saúde, está inserido num lote de 1,6 hectares e com área de construção aproximada de 5000m2, dividida em 3 pisos que poderá acolher 600 trabalhadores e possui, entre outras valências áreas pensadas para atendimento ao público, refeitório, arquivo, salas de formação, áreas de lazer e salas de reunião.

“A transformação deste espaço é pensada para um universo municipal vasto, com mais de 4000 trabalhadores. A pandemia veio ajudar a repensar as necessidades dos espaços de trabalho e a explorar novas metodologias de trabalho. Este projecto contempla uma série de valências e necessidades com que nos deparámos nos últimos dois anos, com o teletrabalho e as plataformas de trabalho colaborativo”, justificou Basílio Horta, presidente da autarquia.

De forma a albergar o programa estabelecido, é proposto a ampliação do actual edifício, agora em estado devoluto, em 4500m2. A abordagem arquitectónica teve em conta a envolvente edificada e as funcionalidades pensadas para o edifício. Este novo edifício municipal foi pensado para facilitar o trabalho colaborativo (cowork) entre equipas e serviços, salas tecnologicamente dotadas de equipamentos facilitadores da comunicação e interacção entre serviços, facilitando reformulação de procedimentos, no sentido da sua simplificação, agilização e celeridade em resposta ao cidadão.

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Facturação da Century 21 Portugal aumenta 47%

Negócios mediados crescem 59% e ultrapassam os 1 807 M€, o valor dos imóveis transaccionados aumentou 14% e as transacções do segmento internacional disparam 69%. Estes são alguns dos números registados no 1º semestre de 2022 que revelam o dinamismo do mercado. De salientar ainda a quebra de 3% do valor médio dos imóveis vendidos em Lisboa

Nos primeiros seis meses de 2022, a Century 21 Portugal registou uma facturação superior a 45,7 milhões de euros, o que revela um aumento de 47% face aos cerca de 31 milhões de euros reportados no período homólogo de 2021. Já o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – que integra também a partilha de transacções com outros operadores – superou os 1 807 milhões de euros, num aumento de 59% em comparação com os quase 1 135 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2021.

Entre Janeiro e Junho deste ano, a rede imobiliária realizou 9 804 transacções de venda, o que representa um aumento de 40% face às 7 008 transacções efectuadas no primeiro semestre do ano anterior. As tipologias de imóveis mais procuradas pelas famílias portuguesas continuam a ser os T2 e T3.

No primeiro semestre do ano, o valor médio dos imóveis transaccionados na rede Century 21 Portugal aumentou 14% para os 184 192 euros, em comparação com a média de 161 371 euros registada no mesmo período do ano passado. Apesar do nível de imprevisibilidade do actual contexto macroeconómico, a nível nacional e internacional, os preços de venda de habitações mantiveram uma trajectória ascendente no mercado português.

Quanto ao mercado de arrendamento, no primeiro semestre deste ano foram realizadas 2360 transacções, mais 38% que as 1 708 transacções no segmento de arrendamento registadas em igual período do ano passado. A nível nacional, o valor médio de renda atingiu os 1 038 euros, ao longo do primeiro semestre de 2022, o que revela um aumento de cerca de 27% face à média de 817 euros no valor médio de arrendamento verificada nos primeiros seis meses de 2021.

“Os elevados níveis de procura de casa, tanto para comprar como para arrendar, conjugados com as limitações na oferta de soluções de habitação, em linha com o poder de compra dos portugueses, continua a sustentar uma subida de preços persistente. A excepção é já a cidade de Lisboa, onde o valor médio dos imóveis transaccionados no primeiro semestre deste ano apresentou uma evolução negativa, com muitas famílias a deslocarem-se para a periferia da capital em busca de casas ajustadas aos seus rendimentos. Já o arrendamento começa a recuperar para valores pré pandemia, impulsionado pelo regresso do turismo e pelos muitos jovens que estão a optar por arrendar casa, tendo em conta a dificuldade de cumprir com todos os critérios e requisitos para acesso ao crédito à habitação”, salienta Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal

Zoom aos concelhos de Lisboa, Porto e Algarve

Nas contas apresentadas a imobiliária faz uma análise mais detalhada dos concelhos de Lisboa, Porto e Algarve, onde a Century 21 Portugal regista a esmagadora maioria das transacções imobiliárias. Sobre estes mercados “foi feito o exercício de observar, com maior detalhe, as suas dinâmicas e as evoluções registadas nas comparações com o período homólogo do ano anterior na cidade de Lisboa, Porto e na região do Algarve”, justifica a imobiliária.

No primeiro semestre de 2022, o valor médio de uma habitação transaccionada na rede Century 21 Portugal no Concelho de Lisboa fixou-se nos 293 037 euros, o que representa uma queda de 3% face ao valor médio de 302 117 euros dos imóveis transaccionados no período homólogo do ano anterior.

No Concelho do Porto, o valor médio dos apartamentos vendidos situou-se nos 203 496 euros, enquanto no primeiro semestre de 2021 este valor atingia os 176 316 euros, o que representa uma subida de 15% no valor médio das habitações, na Invicta

No Algarve, o valor médio dos imóveis vendidos nos primeiros seis meses de 2022 foi de 178 565 euros, o que revela uma acentuada subida de 17% face ao valor médio de 152 824 euros dos imóveis transaccionados no período homólogo do ano passado.

No segmento de arrendamento, o Concelho de Lisboa apresentou um valor médio de renda de 1 170 euros, no primeiro semestre de 2022, numa expressiva subida de 15% face ao valor médio de 1 018 euros registados no mesmo período do ano passado. O Concelho do Porto atingiu rendas médias de 1 022 euros, o que traduz um impressionante aumento de 23% relativamente à média de 828 euros de arrendamento verificada no primeiro semestre de 2021. Já no Algarve, o valor médio de renda fixou-se nos 735 euros, o que revela um acréscimo de 9% face aos 675 euros de renda média registada em 2021.

De acordo com Ricardo Sousa, a interpretação das dinâmicas nestas regiões revela que” são os mercados periféricos de Lisboa e do Porto, bem como outras cidades secundárias, que estão a influenciar a actual subida de preços, um efeito que se regista também noutros mercados mais turísticos e de segunda residência, como o Algarve e a Madeira. Esta é uma consequência da elevada taxa de esforço para comprar casa em Lisboa, Oeiras, Cascais e Porto, tendo em consideração a oferta de imóveis residenciais actualmente disponíveis para venda nestas zonas. É também muito importante destacar que nesta análise de mercado estamos a efectuar uma comparação com os indicadores do primeiro semestre de 2021, um período que foi ainda muito marcado pela pandemia e pelos confinamentos, o que limitou bastante os preços de arrendamento, que agora, em 2022, estão a recuperar de dois anos de ajustes de preço causada pelo factor pandemia”, sublinha-

Segmento internacional

Entre Janeiro e Junho de 2022, foram efectuadas 1 863 transacções de clientes internacionais na rede Century 21 Portugal, o que revela um aumento exponencial de 69% relativamente às 1 102 efectuadas no período homólogo do ano anterior. O peso das transacções do segmento internacional representou já 19% do volume de transacções efectuadas nesta rede imobiliária, o que demonstra a retoma dos negócios com clientes de outras geografias e confirma que o mercado imobiliário português se mantém muito atractivo, quer para investidores estrangeiros, quer para clientes de diversas nacionalidades que escolhem Portugal para viver e trabalhar.

Outro aspecto a salientar no primeiro semestre de 2022 é a confirmação das alterações do perfil dos clientes internacionais, com os Estados Unidos da América a manterem-se como nacionalidade dominante, seguidos pela França, Reino Unido e Brasil.

Muitos dos negócios suspensos durante os anos mais críticos da pandemia estão agora a ser concretizados, o que explica o crescimento tão acentuado de transacções no segmento internacional. O aumento da procura por parte dos clientes norte americanos justifica-se pela popularidade que o Portugal está a ganhar nos EUA, enquanto destino turístico.

Evolução da rede a nível nacional

No primeiro semestre de 2022 a Century 21 Portugal continuou a registar a consolidação do crescimento da sua rede nacional, com o início de operação de mais 13 agências, em todo o país. Actualmente, a marca conta com 201 unidades em operação suportadas por uma equipa de mais de 3 700 consultores imobiliários e 250 intermediários de crédito.

“O reduzido nível de desemprego, a poupança acumulada de muitas famílias durante a pandemia, as baixas taxas de juro – mesmo considerando as subidas previstas- o financiamento disponível, o baixo peso do financiamento no volume total de transacções – que actualmente ronda os 50% – são alguns dos factores que continuam a impulsionar e sustentar a procura, aliados ao reduzido stock de imóveis disponíveis para venda, neste momento. Este contexto minimiza o efeito dos níveis de incerteza económica que se vivem actualmente e dão-nos alguma segurança relativamente ao comportamento do mercado imobiliário e à evolução dos preços, em 2022. Contudo, é importante monitorizar bem o impacto da evolução geopolítica da guerra na Europa e dos factores macroeconómicos internacionais na economia nacional”, conclui Ricardo Sousa.

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Obras360 by Sotecnisol abre loja em Vila Nova de Gaia

Com esta nova loja a marca prossegue a sua estratégia de “diversificar a oferta, a presença física e abranger novas zonas de acção”. Além desta, a marca está também presente em em Lisboa, Coimbra, Maia e Olhão

O Obras360 by Sotecnisol abriu uma nova loja em Vila Nova de Gaia, aumentando assim para cinco o número de lojas em Portugal.

Localizada na Rua do Seara 491, Oliveira do Douro, em Vila Nova De Gaia, a loja está a 2 minutos da A1, a 5 minutos do centro de Gaia e a 10 minutos do centro do Porto, juntando-se, assim às lojas já existentes em Lisboa, Coimbra, Maia e Olhão. Com esta nova loja a marca prossegue a sua estratégia de “diversificar a oferta, a presença física e abranger novas zonas de acção para melhorar a proximidade com os clientes”.

O Obras360 é pioneiro na venda online de materiais de construção através da plataforma www.obras360.pt, que permite chegar a todo o País de uma forma rápida (máximo 48h) e muito próxima. Com mais de 10 mil produtos, um apoio técnico especializado e entregas em todo o país, o Obras360 possibilita ainda o acompanhamento em tempo real do estado das encomendas, com avisos automáticos por email para saber sempre o que se passa com a sua encomenda.

O Obras360 faz parte do Grupo Sotecnisol, empresa com 52 anos de experiência no mercado da construção em Portugal e presente em vários países.

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Almada: Já são conhecidos os vencedores dos 4 lotes para Habitação a Custos Controlados

Campos Costa arquitectos, Lima & Paixão, Furo Circular e MassLab são os vencedores do mais recente concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada para a construção de 95 fogos de habitação a custos controlados. O concurso foi dividido em quatro lotes (Lote A, B, C e D), sendo que a cada um deles corresponde um… Continue reading Almada: Já são conhecidos os vencedores dos 4 lotes para Habitação a Custos Controlados

Cidália Lopes

Campos Costa arquitectos, Lima & Paixão, Furo Circular e MassLab são os vencedores do mais recente concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada para a construção de 95 fogos de habitação a custos controlados. O concurso foi dividido em quatro lotes (Lote A, B, C e D), sendo que a cada um deles corresponde um projecto de arquitectura.

Lote A – 1º classificado Campos Costa Arqº

“Integração da proposta com a envolvente”, sem descurar “a qualidade espacial associada à prossecução dos conteúdos programáticos” foi um dos pontos em destaque pelo júri quanto ao primeiro classificado para o Lote A. O projecto de Campos Costa arquitectos distingue-se, ainda, pelos sistemas construtivos preconizados, “aliando à racionalidade construtiva exigível a empreendimentos deste género, a correcta e eficiente proposta da correspondente materialidade”.

Lote B – 1º Classificado Lima & Paixão – Gestão e Projecto

Para o Lote B, a escolha recaiu no atelier Lima & Paixão – Gestão e Projecto, cujo proposta “explora inteligentemente a ideia de construção dum edifício assente sobre ‘pilotis’, permitindo, simultaneamente, libertar o edifício do contacto com o terreno”. A proposta evidencia, também “uma eficiente escolha de materiais, contemplando a utilização de painéis pré-fabricados de betão leve nas fachadas”.

Lote C – 1º Classificado Furo Circular

“Clareza e consistência formal da solução conceptual” foram os aspectos salientados pelo júri para a proposta ganha para o Lote C pela Furo Circular. A “sustentabilidade da solução”, aliada à “racionalidade construtiva e à correcta e eficiente utilização dos materiais e sistemas construtivos” foram, também, valorizados.

Lote D – 1º Classificado MassLab

Já o atelier MassLab assina a proposta escolhida para o último Lote do concurso, o D, e que segundo o júri “resultou no desenho dum edifício de elevadíssima qualidade arquitectónica”. Aproveitando o objecto da intervenção, o autor avançou, ainda, para uma proposta de desenho para o parque e praça adjacentes, “numa clara aposta em conferir uma dimensão e escala urbana à intervenção”.

O concurso, que contou com a assessoria técnica da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos, contou com um total de 35 trabalhos recebidos dentro do prazo fixado para o efeito.

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Obras de construção da nova Secundária de Cascais arrancam em 2023

Com a construção da nova escola, o Município de Cascais assume, assim, o objectivo de modernização da infraestrutura e equipamentos da Escola Secundária, que vai poder acolher um maior número de alunos e dispor de melhores serviços

Ricardo Batista

Está em marcha o concurso público, promovido pela Câmara de Cascais, com vista à construção da nova escola secundária, um procedimento avaliado em 24,5 milhões de euros que vai, desde logo, dar uma solução definitiva às antigas instalações, provisórias há mais de 40 anos.

Eu reunião de câmara, o executivo liderado por Carlos Carreiras assegura que este será “um passo importante”, mas ressalvando que “após este passo ainda muitos outros virão”. Apesar de ter as instalações muito deterioradas, “é a escola pública do concelho melhor valorizada nos rankings nacionais”, garantem os responsáveis autárquicos.

Para atingir este objectivo e na sequência de um programa preliminar elaborado em estreita articulação entre a Câmara Municipal de Cascais e a Comunidade Educativa que, como refere o presidente da autarquia, “foi essencial ser o mais participativo possível, ou seja, neste caso, em concreto, ouvindo a comunidade escolar, desde professores aos alunos, aos pais em sessões de esclarecimento”, nas quais estiveram presentes “os próprios técnicos e a comunidade escolar para manifestarem as suas sensibilidades”.

Com a construção da nova escola, o Município de Cascais assume, assim, o objectivo de modernização da infraestrutura e equipamentos da Escola Secundária, que vai poder acolher um maior número de alunos e dispor de melhores serviços, permitindo a esta comunidade escolar usufruir de um programa educativo contemporâneo com as respectivas valências.

Se tudo correr como previsto, a obra iniciar-se-á no final do primeiro trimestre 2023, em simultâneo com as actividades lectivas, e decorrerão dois anos até que o edifício escolar esteja concluído (primeira fase). Seguir-se-á uma segunda-fase com cerca de ano e meio de duração, para demolição da escola existente, construção do pavilhão desportivo e arranjos exteriores que englobam o pinhal adjacente, o qual ficará disponível para usufruto da população.
Esta operação de requalificação decorre em paralelo com o processo de recuperação de outras escolas: Fernando Lopes Graça, Parede, S. João do Estoril e Ibn Mucana, Alcabideche.

Projecto de Matos Gameiro
O concurso agora lançado vai materializar um projecto assinado pelo arquitecto Matos Gameiro e Bugio II, que ganharam, em 2019, o concurso de ideias promovido pelo município.

O júri que avaliou as propostas destacou a “grande coerência tipológica e morfológica, apresentando uma clara separação dos núcleos funcionais, mantendo uma forte e eficaz ligação entre a totalidade os espaços”. O Júri acrescenta ainda que “a aparente simplicidade da proposta – baseada num pátio central, com galerias exteriores em torno deste, através das quais se acede às salas de aulas nos pisos superiores – é enriquecida pela disposição dos volumes no piso térreo onde se instalam as áreas comuns”.

De acordo com o projectista, a estratégia de projecto funda-se na criação de um páteo que se constitui como o centro da escola – um espaço quadrangular de 60x60m, definido por um corpo elevado de dois pisos que revela e enfatiza um conjunto arborizado que, em boa verdade, já existe e aqui se salvaguarda. Este conjunto de plátanos, emoludurado, é assim reinventado, ganhando uma nova e muito intensa vivência, possibilitando a sombra e o resguardo e dando enquadramento ao páteo.
Por outro lado, as copas frondosas contribuirão para a vibrante reflexão de luz indirecta nas salas, suscitando um ambiente plácido e vívo, favoráveis a uma atmosfera colhedora a tranquilizante.

E se o páteo se funda como o novo centro da escola, originando a principal área de recreio e de distribuição do edifício, também o facto de poder facilmente abrir-se à comunidade contribui para que a escola, no seu conjunto, se constitua como a nova centralidade urbana desta área. Pela natureza própria do desenho do edifício e pela permeabilidade que dele resulta, o páteo central poderá converter-se numa praça do bairro, assim a circunstância o suscite. Nessas ocasiões todo o páteo poderá comunicar com as ruas adjacentes, gerando um amplo espaço público e aproximando a escola e as suas actividades da vida da comunidade.
Quando assim ocorrer, o carácter introspectivo do páteo e o seu desenho garantirão, ainda assim, a privacidade e a autonomia dos espaços de ensino, com assinaláveis vantagens para a gestão do edifício e controle de segurança.

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Ricardo Batista

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Autarquia de Arcos de Valdevez investe 1,5M€ na recuperação de vias municipais

Através destas intervenções serão realizados trabalhos de renovação de pavimentos betuminosos, requalificação e correção de traçados, beneficiação de bermas e sobrelarguras em diversos troços de vias municipais

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A Câmara Municipal adjudicou e tem a concurso obras de reabilitação, construção e beneficiação de vias municipais nas freguesias do Couto, Ázere, Vale, Extremo, Santar, Aboim das Choças, Parada, Guilhadeses, Aguiã e Gondoriz. São quatro blocos de obras no valor de cerca de 1,5 milhões de euros.

Fazem parte destas obras intervenções em estradas municipais como na EM 202, de Guilhadeses/Tabaçô até ao Parque Empresarial de Mogueiras; na EM 202-2 entre Ázere e Couto; na ligação municipal entre a EN 101 na Prova (Paçô) e a EN 202 em Guilhadeses/Tabaçô; na nova ligação entre a EN 101 (Aguiã) e o pontão de Pogido (Gondoriz), bem como na ligação em Ázere, entre a EM 202-2 e a EN 202 (estrada que liga a Soajo).

Através destas intervenções serão realizados trabalhos de renovação de pavimentos betuminosos, requalificação e correção de traçados, beneficiação de bermas e sobrelarguras em diversos troços de vias municipais, a fim de garantir vias rodoviárias locais condicentes com as necessidades atuais das populações, em condições de comodidade e segurança.

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A Casa da Praia é finalista na categoria office design dos Society of British Interior Design Awards

A Casa da Praia integra o leque de finalistas, entre os 85 países a concurso, aos prémios atribuídos pela Society of British Interior Design

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O projecto foi conceptualizado e desenvolvido por uma equipa interdisciplinar da WYcreative, agência do grupo, que combinou as suas valências com a equipa de arquitectura da MOA Arquitectos e Rita Andringa, Designer de Interiores e fundadora do Andriga Studio, que foi a responsável por toda a decoração do interior da Casa da Praia.

Esta estrutura colaborativa esteve na génese do Projecto, recebeu como indicação fundamental por parte do WYgroup a necessidade de criar um local de referência para a sua forte identidade e cultura colectiva. Foi isso que conduziu à idealização da Casa de Praia, um experience hub com mais de 2000m2 em frente à praia de Santo Amaro de Oeiras. Uma casa pensada para todos os colaboradores, um espaço vivo, onde todos se sentem confortáveis e que recebe de braços abertos quem a visita.

Carlos Castelo Branco, 3D Director na WYcreative, refere que “a Casa de Praia é representativa da cultura e identidade do WYgroup. Foi inspirada no próprio ecossistema – o mar, a criatividade – e orientada à sustentabilidade, através de uma cultura de consciência ambiental e de promoção de um estilo de vida sustentável, de forma a reduzir o impacto no meio ambiente e a ampliar o impacto no bem-estar. Valorizámos ambientes fluidos e ágeis, que acomodam as várias tarefas e estilos de trabalho e esse é um ponto crucial.”

Muito satisfeita com esta nomeação, , acrescenta “Acreditamos que o futuro do trabalho coexiste com o home office, e que para a criação de um ambiente de trabalho positivo, os escritórios deverão ser cada vez mais humanizados e preparados para a aprendizagem, o crescimento, e a partilha de cultura. Na idealização da Casa da Praia a aposta focou-se na promoção da experiência dos colaboradores in loco, privilegiando o bem-estar, a sustentabilidade, a colaboração, a interacção e proximidade entre as pessoas porque equipas felizes e saudáveis são produtivas e os melhores activos de qualquer organização que quer ser bem-sucedida no futuro. E no WYgroup, acreditamos que a melhor forma de evoluir, é construir o futuro todos os dias.”, acrescenta Rita Baltazar, Co-fundadora e partner do WYgroup

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