Broadway Malyan projecta condomínio de luxo em Cascais

Por a 11 de Junho de 2012

A Broadway Malyan (BM) foi a autora do novo condomínio privado e de luxo do Grupo HN. O condomínio que representa um investimento de 30 milhões de euros já iniciou a sua construção e contempla 11 moradias isoladas em condomínio fechado em Cascais.

De acordo com o gabinete as obras de infra-estruturas comuns do empreendimento ficaram concluídas em Maio e as moradias privadas com uma área total de 9.600m2 estão já em fase de comercialização, assumindo valores previstos de vendas que poderão atingir os 5,5 milhões de euros de euros para a moradia de maior dimensão.

O projecto foi entregue à Broadway Malyan no seguimento de um concurso limitado de ideias que venceu em 2009, tendo desde então sido responsável pelo desenvolvimento dos projetos de arquitectura, design de interiores e conceito de arquitectura paisagista, explica a BM em comunicado de imprensa.

Stuart Rough, chairman da empresa e líder da equipa de projecto, afirma que: “ o início da construção representa um marco importante no desenvolvimento desta nova comunidade sofisticada e contemporânea. O projecto foi criado com base no conhecimento e experiência da nossa equipe interdisciplinar de especialistas que trabalharam em parceria com o nosso cliente de longa data, o Grupo HN. ”

Segundo a BM o projecto do condomínio de luxo desenvolve-se “em torno de um conceito global arquitectónico que privilegia a divisão entre áreas privadas e semi-públicas, através de uma parede central que forma um eixo organizacional, e separa os usos diurno e noturno da habitação”.

Esta solução, “permite estar em plano aberto no lado virado a Sul das moradias, com compartimentos de quartos particulares que enfrentam o Norte, e envolveu o uso de técnicas passivas de controle solar através de grandes palas sobre os telhados e painéis de madeira de correr para proporcionar espaços de sombra”, pode ler-se no mesmo documento.

“Esta filosofia simples, define um design forte que permite criar espaços abertos e transparentes, vivenciados durante o dia, que corresponde ao lado social de lazer das casas, viradas a Sul”, revela a BM.

Já o lado Norte, mais intimista e privado, “incorpora os espaços de usos individualizado como os quartos, com um uso dominantemente noturno”. O gabinete assegura ainda que “o conforto proporcionado foi fundamental, usando técnicas passivas de controle solar, com grandes palas e painéis de madeira deslizantes, para proteção das grandes salas de estar envidraçadas, proporcionando espaços ensombrados para uma vivência exterior”.

Tirando partido da cércea e do número limitado de pisos acima do solo (1 piso), a BM explica que foram concebidos “espaços com um pé direito maior nos espaços de lazer/uso diurno, e um pé direito menor nas áreas de uso mais intimista/noturno.

Para além disso, outros usos adicionais foram integrados num piso inferior, “com grandes pátios que proporcionam iluminação natural para os diversos espaços familiares, com forte presença de espaços verdes”. Neste piso está também previsto o estacionamento de acesso directo às casas, explica a mesma fonte.

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