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Universidade de Évora instala tecnologia Wattguard

a Wattguard explica que esta instalação visa alcançar “uma maior eficiência energética e poupança de energia na ordem dos 40%”

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A Wattguard Portugal e a Universidade de Évora estabeleceram um protocolo de cooperação do qual resulta a instalação da tecnologia Wattguard nos edifícios da universidade.

No seu comunicado de imprensa, a Wattguard explica que esta instalação visa alcançar “uma maior eficiência energética e poupança de energia na ordem dos 40%”.

O protocolo envolve também o apoio à elaboração de teses de mestrad nesta área da energia e o apoio à investigação da universidade com a disponibilização de equipamentos para os laboratórios.

 

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JLL celebra 25 anos no imobiliário em Portugal

A marcar o quarto de século no país a consultora imobiliária organizou uma conferência que serviu para debater os desafios do sector

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“Há precisamente 25 anos que a JLL está ao lado dos seus clientes a concretizar ideias e projectos, ajudando a transformar os espaços e as cidades. É um marco incontornável para fazermos um balanço de tudo o que tem acontecido no mercado nacional, mas também para celebrar o futuro. E hoje, mais do que nunca, temos um futuro que se adivinha desafiante, com a certeza – como nos mostraram os dois últimos anos – de que tudo pode mudar, de forma muito rápida e intensa. Vamos reunir toda a nossa equipa e stakeholders neste evento, para debater os temas que vão marcar o futuro do imobiliário, sem esquecer o admirável percurso que o nosso mercado fez até hoje”, realça Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal.

“O imobiliário nacional percorreu um longo caminho, mas continuamos a ter muitos quilómetros por descobrir. Mesmo com os desafios que todos enfrentamos hoje – com o aumento dos custos de construção e dos combustíveis, o impacto da subida da taxa de inflação e a incerteza e complexidade do conflito Ucrânia/Rússia – o mercado imobiliário em Portugal vai continuar a liderar o caminho da projecção internacional do nosso país. Este é um sector que já deu provas da sua resiliência e atractividade, enfrentando, com distinção, diferentes ciclos económicos ao longo das duas últimas décadas e mostrando que tem capacidade de se reinventar”, acrescenta Pedro Lancastre.

A tecnologia, sustentabilidade e os novos espaços onde vamos viver e trabalhar, foram alguns dos temas de um debate que contou com várias intervenções de directores nacionais e internacionais da JLL, a par da apresentação das oportunidades de investimento em Lisboa e Porto pelos responsáveis máximos das duas cidades, Carlos Moedas e Rui Moreira. A Paulo Portas coube uma reflexão sobre a situação geopolítica e geoeconómica actual.

Em termos de retrospectiva, o evento fez um balanço da evolução do sector imobiliário em Portugal, num percurso com vários momentos marcantes vividos pela consultora. Desde logo, no final dos anos 90, quando a JLL se estabelecia em Portugal (1997) e o país vivia uma conjuntura especialmente positiva, animada pela Expo 98 e pelo forte investimento que este acontecimento mobilizou. O imobiliário dava, então, passos firmes na profissionalização e este evento foi um importante trampolim para a exposição internacional do mercado, com a revitalização urbana de um grande território da cidade a ganhar protagonismo além-fronteiras.

Retalho foi a estrela dos anos 2000
A primeira década do novo milénio deu sequência a este bom momento, num período de grande dinâmica para o sector imobiliário, que tinha no retalho o seu segmento estrela, com a JLL a conseguir vários projectos premiados internacionalmente. Os centros comerciais portugueses eram, então, o principal foco da atenção dos investidores estrangeiros em Portugal, numa altura em que o mercado era ainda fortemente dominado por operadores, promotores e investidores domésticos. Este segmento atravessava um forte crescimento, prevendo-se que fossem inaugurados mais 700.000 m2 de centros comerciais entre 2005 e 2007, o que representava um aumento de 25% do stock. Nesta altura, vários projectos de referência do país e em que a JLL esteve envolvida, como o primeiro centro comercial da IKEA ou o Alegro Alfragide, abriam portas com ocupações a 100%, ao mesmo tempo que começavam a proliferar os projectos de retalho em cidades secundárias e que os retail parks emergiam em força, com Portugal a registar um dos maiores crescimentos deste formato no contexto europeu. Nesse período, o investimento em imobiliário terciário rondava os 1.400 milhões de euros, impulsionado precisamente pelo sector de retalho, e a ocupação de escritórios também estava forte, com mais de 200.000 m2 tomados em 2007 e as multinacionais a começarem a seleccionar Portugal com mais interesse.

O ano de 2010 foi já de conjuntura marcadamente adversa, depois de um 2009 em que o volume de investimento imobiliário passou pouco de 350 milhões de euros e o take-up de escritórios se situou em torno dos 130.000 m2. Nos centros comerciais e retail parks, o boom de aberturas estava ultrapassado e começava a desenhar-se a tendência de renovação do stock, com remodelações, reposicionamentos ou ampliações, identificando-se mais de 400.000 m2 de stock passível de intervenções desse tipo.

Imobiliário como motor da economia
“O arranque da década de 2010 pressionou os níveis de actividade do imobiliário em baixa, ficando muito aquém dos registos de 2007, que tinha sido um dos melhores anos do sector. E quando todos tínhamos a esperança de que a retracção poderia durar pouco, fomos confrontados com a chegada da Troika, ainda no 1º semestre de 2011” relembra o CEO da JLL. “Adivinhavam-se tempos difíceis, mas a verdade é que foi um momento de reformas estruturais que alteraram o panorama imobiliário, de tal forma que este sector acabaria por ser um dos motores da recuperação económica na segunda metade da década”, acrescentou.

Entre as reformas implementadas destacou-se a alteração à lei do arrendamento, uma medida que permitiu impulsionar a reabilitação urbana dos centros da cidade, com forte impacto nos mercados de habitação e do comércio de rua. Na sequência deste movimento, Lisboa e Porto foram alvo de um círculo virtuoso de revitalização, acolhendo cada vez mais pessoas, mais empresas e mais marcas, com uma enorme projecção internacional.

“Estávamos sob os holofotes de todo o mundo pelo facto de sermos intervencionados pela Troika pela segunda vez em menos de trinta anos, mas daqui surgiu a oportunidade de mostrarmos que estávamos a avançar de forma muito positiva. Começámos a ser vistos com outros olhos por todo o mundo e ganhámos um lugar de destaque a nível internacional, em que o imobiliário foi o grande íman de atracção de investimento. O nosso sector foi o espelho mais fiel da transformação positiva das cidades e foi o trampolim para a recuperação económica do país”, reforçou Pedro Lancastre.

Além do retalho, que sempre foi o grande foco do investimento estrangeiro, o imobiliário nacional passou a estar no mapa global, também como destino sólido para instalação de empresas, para viver e para visitar. Assim, em 2015, mais de 80 nacionalidades compravam casa em Lisboa, numa diversificação que se tem mantido. A projecção internacional valeu também ao mercado, nos últimos anos, um investimento médio anual em torno dos 3 mil milhões de euros, ou seja, quase dez vezes mais do que os níveis registados no final da primeira década. Este ano, essa marca deverá ser de novo atingida e os escritórios mostram também a sua vitalidade, com cerca de 150.000 m2 ocupados em Lisboa nos primeiros cinco meses.

Pedro Lancastre terminou concluindo que “o sector mostrou, na pandemia e agora já neste novo ciclo, que esta é a realidade consolidada do mercado. O percurso que fizemos nos últimos anos, de diversificação em termos de fontes de procura, segmentos, localizações e origem dos investidores já não se desfaz. Portugal está no radar mundial do imobiliário de forma definitiva e tem provado, cada vez mais, que é um mercado preparado, não só para enfrentar desafios, como para estar na linha da frente”, sublinhou.

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Colt reforça investimento em Portugal e espera chegar aos 140 colaboradores no final do ano

A empresa pondera novos investimentos em novas rotas e ligações nas zonas de amarração dos cabos submarino, em particular em Sines. Para já, prossegue a sua estratégia de crescimento ligando 8 parques industriais em Lisboa, Porto, Oeiras, Sintra, Vila Nova de Gaia e Maia

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(na imagem: Carlos Jesus, Country Manager da Colt Portugal e VP Global Service Delivery da Colt)

A celebrar 20 anos de presença no mercado nacional, a Colt vai continuar a reforçar o investimento em Portugal e contratar mais pessoas. A empresa tem feito investimentos significativos no país, quer em infraestruturas e rede para ajudar as empresas portuguesas a concretizarem os seus processos de transformação digital e internacionalização dos seus negócios, quer em pessoas. Neste sentido, está em marcha uma campanha de recrutamento para reforçar a equipa e permitir que a subsidiária portuguesa chegue ao fim do ano com 140 colaboradores.

O reforço do investimento da Colt em Portugal tem em conta a posição estratégica do país no contexto da expansão da conectividade entre a Europa, a América Latina, a América do Norte, a África e a Ásia, quer através da ampliação das rotas da sua rede terrestre, quer do potencial disponibilizado pelos cabos submarinos que aterram em Sines, Sesimbra, Seixal, Lisboa e Carcavelos.

Com 2 Redes de área Metropolitana (MAN – Lisboa e Porto) em Portugal, 830 km de rede de fibra ótica,1.700km adicionais de rede de longa distância através da sua IQ Network, ligando mais de 777 edifícios, 12 centros de dados, a Colt prossegue a sua estratégia de crescimento em Portugal ligando mais oito parques industriais em Lisboa, Porto, Oeiras, Sintra, Vila Nova de Gaia e Maia. A empresa está também a avaliar neste momento a possibilidade de realizar novos investimentos na criação de mais rotas entre Portugal e Espanha, assim como de novas ligações em Portugal, nomeadamente em Sines e nas restantes zonas de amarração dos cabos submarinos.
A aceleração da transformação digital e o aumento do trabalho remoto provocados pela pandemia, bem como a emergência dos novos modelos de trabalho híbrido no pós-pandemia e as mudanças decorrentes da guerra na Ucrânia, transformaram os serviços de rede num factor ainda mais crítico para o funcionamento diário das empresas em todo o mundo. Entre as tecnologias que garantem o funcionamento destes serviços destacam-se os cabos submarinos que ligam continentes e países e que já são responsáveis por 99% do tráfego global.

“Os cabos submarinos são a espinha dorsal da infraestrutura global de comunicações. Actualmente existem mais de 400 cabos submarinos em serviço em todo o mundo e até 2025 serão 445. Portugal detém uma posição única no contexto do desenvolvimento das comunicações a nível mundial: beneficia de uma posição geográfica estratégica com os seus 5 centros de amarração (Sines, Sesimbra, Seixal, Lisboa e Carcavelos) de cabos submarinos que ligam a Europa à África e às Américas, e possui inúmeras rotas de comunicações terrestres que permitem e potenciam as ligações da Península Ibérica ao Norte da Europa. Temos, por isso, um papel fulcral a desempenhar na diversificação da conectividade e no que diz respeito a evitar a saturação das redes. Além disso, o nosso país é uma verdadeira porta de entrada para a Europa, uma via direta de acesso das empresas de todo o mundo a um mercado de mais de 750 milhões de potenciais consumidores.” afirma Carlos Jesus, Country Manager da Colt Portugal e VP Global Service Delivery da Colt.

A capacidade de Portugal no que toca aos cabos submarinos que ligam a Europa à África e às Américas irá aumentar significativamente nos próximos anos. Ao novo Ellalink já em funcionamento, irão juntar-se mais 3 novos cabos: o Equiano da Google, o 2Africa do Facebook e o Medusa da AFR-IX. O que, segundo aquele responsável da Colt, “representa um importante reforço do poder do hub de conectividade português. Acresce que nos últimos anos em Portugal os investimentos em infraestrutura de banda larga e na transformação digital têm sido muito intensos e a economia digital nos últimos 10 anos registou uma evolução sem precedentes. Factores que se conjugam para estarmos perante uma oportunidade única para fomentarmos o investimento em centros de dados, serviços de cloud e de edge computing – as tecnologias do futuro, em Portugal. A Colt está atenta a esta evolução e a equacionar a possibilidade de fazer novos investimentos nas zonas de amarração portuguesas”.

Visando fortalecer a sua presença em Portugal e na Península Ibérica, bem como ampliar o poder do seu hub de conectividade português à escala mundial, a Colt fez no ano passado investimentos muito importantes na sua rede de comunicações reforçando-a com mais 600kms adicionais de fibra entre Portugal e Madrid, com a criação de novas ligações entre Madrid, Paris, Toulouse e Marselha (+ 2400km), que potenciaram uma ligação directa entre Lisboa/Porto/Bilbao/ e entre Lisboa/Madrid/Toulouse/Marselha através dos Pirenéus. A capacidade das ligações com o Norte da Europa e destas com os EUA foi novamente potenciada este ano com a implementação de um novo PoP no Data Center BX1 da Equinix em Bordéus. Uma ligação vital no contexto da instalação do novo cabo transatlântico de fibra óptica de nova geração, o “AMITIE” – uma nova porta de entrada para o tráfego de dados entre os EUA e a Europa.

A Colt escolheu também a ligação Lisboa/Madrid para implementar, pela primeira vez, uma tecnologia única da Ciena, que duplica a capacidade de transmissão dos dados na rede de fibra óptica. O que vem sublinhar a importância que a empresa atribui às suas operações na Península Ibérica, nomeadamente em Portugal. “Esta decisão é ainda mais relevante se tivermos em conta que a Colt foi o primeiro operador do mundo a implementar a tecnologia 800 G na banda L da rede terrestre, utilizando o controlador de domínio Reconfigurable Line System (RLS) da Ciena, e o Manage, Control and Plan (MCP) da Ciena na sua rede ótica, e o primeiro fornecedor de telecomunicações a oferecer serviços 100G/400G Wave, devidamente comprovados, utilizando tecnologia coerente e líder de mercado nas duas bandas C+L,” conclui Carlos Jesus.

Chegar aos 140 colaboradores até ao final do ano
Para responder ao aumento da procura que a empresa está a registar tanto em Portugal, como no resto do mundo, a subsidiária portuguesa prossegue com a sua estratégia de contratação de mais talentos em Portugal, de modo a chegar aos 140 colaboradores até ao final 2022. O reforço das equipas no nosso país tem como objectivo aumentar a capacidade de resposta da empresa face às necessidades crescentes dos clientes nacionais e internacionais, e que decorrem do incremento da mão-de-obra remota e da procura acrescida por soluções mais duradouras, resilientes, seguras, elásticas e preformantes.

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Interesse de estrangeiros na compra de casa aumenta 29% no 2º trimestre

Segundo o Imovirtual, Brasil, França e Estados Unidos são os países com mais utilizadores a procurar casa em Portugal

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O tráfego internacional relativo à procura de casa em Portugal cresceu +29% no segundo trimestre do ano, em comparação com o período homólogo, segundo o portal Imovirtual. Segundo os dados disponíveis na plataforma, além do aumento exponencial do tráfego americano, destaca-se o aumento do tráfego francês no mesmo período de análise (+84%).

Os utilizadores estrangeiros que mais procuraram casa em Portugal neste período são oriundos do Brasil (28% do tráfego internacional total), França (14%), Estados Unidos (9%), Suíça (9%) e Reino Unido (8%). “Face a igual período de 2021, há um aumento generalizado da procura vinda dos principais países analisados”, destacando-se também a Bélgica (+25%), Reino Unido (+19%), e Angola (+16%). Apenas há decréscimo no caso da Suíça (-17%) e Alemanha (-2%).

“Este é um sinal do regresso do investimento estrangeiro na nossa oferta imobiliária. Apesar do sector se ter mantido sempre dinâmico, sentimos alguma quebra do interesse estrangeiro associado às limitações da circulação entre países que foram uma condicionante. No entanto, estes valores de crescimento em comparação com o ano passado demonstram um momento de retoma completa e um futuro com múltiplas oportunidades para potenciar negócios” explica Ricardo Feferbaum, director geral do Imovirtual.

Em relação ao primeiro trimestre de 2022, o segundo trimestre deste ano revela um ligeiro decréscimo da procura (-12%). Há uma quebra generalizada do interesse no mercado nacional por parte dos países que mais procuram casa em Portugal, com excepção do crescimento significativo vindo dos Estados Unidos (+64%).

Lisboa, Porto, Braga, Leiria e Aveiro são as cidades mais procuradas por estrangeiros que querem comprar casa em Portugal.

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Empresas Sonae criam compromisso para evitar desflorestação até 2030

Várias empresas do grupo Sonae assinaram o compromisso “Zero Desflorestação”, visando assegurar a conservação das florestas no decorrer das suas actividades e operações, um compromisso que se irá estender também aos seus fornecedores

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As empresas Sonae assumem o compromisso de promover a conservação das florestas naturais a nível mundial através do compromisso “Zero Desflorestação”, que visa assegurar, até 2030, a ausência de desflorestação associada às actividades e operações directas das empresas subscritoras, bem como nas suas cadeias de abastecimento.

“O combate à desflorestação requer uma acção urgente e integrada de todos. É necessária uma mobilização global para assegurar a conservação das florestas, que têm um papel crucial ao nível da promoção da biodiversidade e do combate às alterações climáticas, através da retenção de carbono. Nas empresas Sonae, estamos comprometidos em crescer com responsabilidade, por isso, promovemos a defesa do planeta e das florestas. Esperamos poder inspirar outros a seguir este caminho e, em conjunto, conseguirmos fazer a diferença”, sustenta Isabel Barros, presidente do Grupo Consultivo de Sustentabilidade das empresas Sonae.

O compromisso “Zero Desflorestação” reflecte o compromisso assumido no combate à desflorestação através da adopção de metas que garantem a preservação das florestas no decorrer da actividade das suas cadeias de abastecimento associada à produção de matérias-primas críticas – gado bovino, madeira, óleo de palma e soja. Adicionalmente, tem como objectivo assegurar “zero desflorestação” no desenvolvimento de novas infraestruturas e de contribuir positivamente para a conservação e restauro das florestas.

Para alcançar os objectivos propostos, as empresas Sonae vão colaborar com as suas cadeias de abastecimento, com enfoque na produção local onde a ausência de desflorestação deve ser assegurada. Neste sentido, está previsto um esforço concertado com os vários intervenientes para assegurar a rastreabilidade e monitorização dos materiais que são adquiridos, nomeadamente através da adopção de mecanismos de controle e de outros procedimentos, incluindo, por exemplo, a certificação de matérias-primas.

As empresas Sonae que subscrevem este compromisso são a MC, a Zeitreel, a Worten e a Sierra, a que se juntam também a Sonae Capital e a Sonae Arauco.

A urgência de adotar o compromisso Zero Deflorestação
As florestas desempenham um papel vital no combate às alterações climáticas e na preservação da biodiversidade. A nível global, aproximadamente metade das florestas estão localizadas nas regiões tropicais e subtropicais, onde são altamente produtivas e albergam pelo menos dois terços da biodiversidade mundial.

Nestas regiões, a desflorestação ocorre a um ritmo acentuado de 10 milhões de hectares por ano, dos quais a maioria se deve à expansão do comércio internacional e à conversão do uso do solo associado à produção de matérias-primas como gado, óleo de palma, soja e madeira.

A elevada desflorestação e as suas repercussões ao nível da perda de biodiversidade, e por sua vez de impacto nas alterações climáticas, reforçam a necessidade e o carácter de urgência de desenvolver e implementar um compromisso que seja ambicioso e cuja implementação garanta resultados efectivos.

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Mineiro Aires vai presidir ao Conselho Superior de Obras Públicas

A constituição deste organismo, que agora será presidido pelo antigo bastonário dos Engenheiros, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros

Ricardo Batista

Carlos Mineiro Aires é o novo presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, órgão independente de consulta em matéria de infraestruturas que passa agora a ser liderado pelo antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros.

Carlos Mineiro Aires exerceu as funções de bastonário da Ordem dos Engenheiros durante seis anos consecutivos, entre 2016 e 2022, tendo terminado o seu último mandato no dia 31 de Março deste ano altura em que, por limitação de mandatos, foi substituído no cargo pelo recém-eleito Fernando de Almeida Santos.

Durante a sua permanência na liderança desta Associação Profissional, a recuperação do Conselho Superior de Obras Públicas (CSOP), enquanto entidade independente de referência e dotada de competências técnicas e científicas em matéria de obras públicas, em linha com o relevante serviço que prestou ao País durante várias décadas, foi propósito pelo qual sempre pugnou.

Carlos Mineiro Aires é engenheiro civil, formado no Instituto Superior Técnico (IST). O engenheiro civil foi ainda eleito presidente do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) para o período 2020-2023, é membro do Conselho Económico e Social e do Conselho Económico e Social Europeu (2020-2025) e foi também presidente do Metropolitano de Lisboa.

A constituição deste organismo, que data de 2018, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros. Do CSOP fazem parte representantes do Governo, concertação social, ordens profissionais, municípios, freguesias e ambientalistas. Por ocasião da apresentação deste organismo, o primeiro-ministro assegurava que Conselho Superior de Obras Públicas “vai pronunciar-se obrigatoriamente sobre os investimentos de maior montante, de forma a que a decisão seja informada e suportada não apenas num consenso político alargado, mas também num consenso social e territorial”.

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Schneider Electric vence diversos prémios de design

Vários produtos do portefólio da Schneider Electric receberam alguns dos mais importantes prémios de design internacionais. Os especialistas premiaram a inovação no design, a ergonomia precisa e o foco no utilizador

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A Schneider Electric recebeu sete iF Design Awards e três Red Dot Awards nas edições de 2022 das duas instituições. Os prémios de design celebram o “conceito de design e funcionalidade dos produtos da Schneider Electric, bem como o seu papel na capacitação da sociedade para que tire o máximo partido da nossa energia e recursos, de forma a conseguir um mundo com impacto positivo no clima”, sustenta a empresa.

Entre os produtos vencedores dos iF Design Award encontramos produtos capazes de produzir e gerir energia, adaptar-se ao estilo de vida, proporcionar segurança e contribuir para uma vida sustentável Tendo sido reconhecida por 132 peritos de design de alto nível de mais de 20, a Schneider Electric recebeu sete prestigiados iF Design Awards em várias categorias, incluindo “Hardware and Building”, “Industry/Tools” e “Interface for Digital Media”.

Os produtos vencedores dos iF Design Awards de 2022 são o detector de fumo Wiser DC, a série de controladores SpaceLogic, o dispositivo de cablagem New Ovalis, o disjuntor de média tensão EvoPact, o Facility Expert for Small Business Advisor, o dispositivo de protecção contra sobretensões Jueshi e o circuito de protecção Clipsal Max9.
“O detetor de fumo Wiser DC foi concebido para proteger as vidas humanas do risco de incêndios domésticos. Pode ser facilmente integrado e conectado sem fios com o sistema Wiser para casas inteligentes. As características de design inteligentes, como a iluminação LED oculta e o botão de grande dimensão, contribuem para um aspecto minimalista e um produto fácil de utilizar”, explica a Schneider Electric. Já a série de controladores SpaceLogic “é uma parte importante do EcoStruxure Building Operation, que oferece aos clientes a oportunidade de conseguir melhores gestão e análise da energia, e cujo design compacto e integração de funções reduz o volume e o custo da instalação”.
Por sua vez, a gama New Ovalis de dispositivos de cablagem acessíveis foi concebida para trazer apelo estético, conectividade e ergonomia aos clientes, bem como uma fácil instalação para os electricistas.

“Apesar da qualidade e da fiabilidade serem marcas registadas dos produtos e soluções da Schneider Electric, o design é o elemento único que melhora a experiência dos nossos clientes. O nosso design intuitivo cria um ambiente que estabelece uma ligação com os nossos produtos e soluções e permite-lhes atingir o seu máximo potencial,” afirmou Frederic Beuvry, SVP of Industrial Design and Ergonomics da Schneider Electric. “Através do nosso processo de design exclusivo, construímos experiências de ponta a ponta que são verdadeiramente valiosas para os nossos clientes, e inspiramo-los a contribuir para uma vida sustentável e a repensar os seus negócios com as nossas soluções inovadoras e eficientes”, sustentou.

A empresa recebeu também três distinções nos Red Dot Awards 2022. Os produtos vencedores incluem o detector de fumo Wiser, mais uma vez, o dispositivo de protecção contra picos de tensão SEMC-I e o Putuo MT – Motor Mechanism, um motor eléctrico que pode operar disjuntores de caixa moldada à distância ou manualmente O seu novo design de grande dimensão impressionou o júri pela facilidade de utilização e eficiência ao permitir aos utilizadores alternar facilmente entre os modos automático e manual.

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Cushman & Wakefield alerta para o impacto do ESG no custo dos imóveis

Os investidores procuram imóveis “à prova do futuro”, e isso será fortemente determinado pela adesão estrita a critérios ESG – não só na questão ambiental, mas também nos âmbitos social e de governança”, indica Paulo Sarmento, da Cushman & Wakefield Portugal

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Em Portugal, à medida que são implementados requisitos regulamentares para o aumento das normas de eficiência na energia, qualidade do ar ou emissões de carbono, a sustentabilidade torna-se um tema imprescindível.

Segundo a Cushman & Wakefield, existem vários factores que levam a um maior investimento em políticas ESG. Desde logo, a mudança de paradigma regulatório quanto às emissões de dióxido de carbono e às mudanças climáticas. A chegada dos millennials – sobretudo das mulheres – a posições de topo é também uma mudança geracional importante.  As iniciativas ESG ajudam a mitigar o risco de obsolescência dos imóveis, melhoram as relações das empresas com a comunidade e, consequentemente, o impacte social do imobiliário. Tudo isto ajuda a atrair e reter talento, e também capital – já que este tema é hoje a primeira prioridade dos grandes investidores. O próprio financiamento bancário ao imobiliário estará, também ele, cada vez mais condicionado ao cumprimento de critérios ESG.

Para Paulo Sarmento, international partner & head of Transactional Services da Cushman & Wakefield Portugal, “os edifícios que não cumpram os requisitos ESG terão maior dificuldade em obter investidores e ocupantes, num mercado em que a sustentabilidade é uma aposta essencial. Com efeito, o valor dos imóveis será muito condicionado pela sua resiliência a longo prazo. Os investidores procuram imóveis “à prova do futuro”, e isso será fortemente determinado pela adesão estrita a critérios ESG – não só na questão ambiental, mas também nos âmbitos social e de governança”.

Esta é uma das principais conclusões do estudo sobre ESG (Environmental, Social and Governance), o seu impacto na economia e a influência no sector imobiliário, que consultora publicou recentemente.

Com mais de 30 anos de história em Portugal, a Cushman & Wakefield foi considerada pelos Euromoney Awards, a melhor consultora imobiliária em 2015, 2018, 2020 e 2021 e no mundo em 2018, 2019, 2020 e 2021.

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Exportação: Cimenteira do Louro com 2M€ de mercadoria afectada por problemas logísticos

A Cimenteira do Louro tem em atraso, em armazém, o equivalente a 450 camiões. São cerca de 2 milhões de euros de mercadoria que a empresa não consegue colocar nos mercados de destino por falta de transporte. O aumento dos custos e as dificuldades logísticas ameaçam o crescimento e o investimento realizado não só no aumento da produção, mas também em I&D e o problema agrava-se a cada semana

Pelo terceiro ano consecutivo a conjuntura internacional está a condicionar, e muito, a vida às empresas nacionais pondo em risco o seu crescimento e o investimento realizado. O disparar do preço dos combustíveis fez aumentar os custos com o transporte, agravando ainda mais os problemas logísticos.

Com mais de 45% da sua facturação dependente dos mercados externos A Cimenteira do Louro (ACL) tem visto a situação agravar-se nos últimos meses. Actualmente, por falta de transporte a empresa tem em armazém mais de 450 camiões de produtos que não consegue fazer chegar aquele que é o seu principal mercado de exportação, a França. “O mercado da bricolagem, do DIY, francês é um importante mercado, onde conquistámos uma importante presença. Por ano exportamos cerca de três mil camiões para França”, refere Dinis Silva, administrador da ACL em declarações ao CONSTRUIR.

De acordo com o responsável, os constrangimentos estão a afectar as vendas naquela que é a época do ano mais forte para a ACL. “Este é um mercado muito sazonal sendo que as campanhas lançadas no início da Primavera são as mais importantes para os nossos produtos neste mercado. O que está a acontecer agora é que nos preparámos, produzimos, fizemos o stock da mercadoria para conseguirmos responder a essa procura sazonal e não estamos a conseguir fazer chegar a mercadoria ao seu local de destino”, explica Dinis Silva.
Nos armazéns da ACL estão a aguardar transporte mercadoria no valor a dois milhões de euros e a situação agrava-se a cada semana que passa, uma vez que “o ritmo de escoamento dos produtos é muito lento, apesar de trabalharmos com todas as grandes empresas logísticas nacionais. São 450 camiões em atraso, com mercadoria que deveria estar nas lojas e que está a acumular-se semana após semana”.
A falta de resposta por parte da logística é explicada pelo disparo dos custos de combustível, pela falta de mão-de-obra e pelas dificuldades de garantir o transporte de mercadorias no regresso dos camiões a Portugal. Sob pena de ficarem com os motoristas retidos no estrangeiro à espera de carga, muitas preferem nem efectuar o serviço. A alternativa é aumentar ainda mais os custos para o exportador, duplicando a factura com o transporte.

Do betão à inovação: a estratégia para conquistar mercados

“Temos uma forte ligação ao saber técnico, ao design inovador, e apostamos na qualidade, na performance e na resistência dos nossos materiais e soluções”, sublinha o administrador. Esta é a segunda geração da família ao leme da ACL, uma empresa fundada na freguesia do Louro, Vila Nova de Famalicão, por Manuel Leitão, em 1975. De empresa especializada na produção de blocos em betão e canalizações em betão para infraestruturas, a empresa foi-se especializando e apostando na inovação e design.
“Temos um percurso de duas décadas de exportação, o que não é fácil porque estamos a falar de produtos em betão para construção que são pesados, pelo que o factor transporte tem uma grande componente na formação do preço. O mercado mais explorado é, sem dúvida, o francês graças ao mercado de bricolage, que tem já uma grande tradição neste país. Sendo que actualmente exportamos para mais de 40 países”, conta Dinis Silva.

A entrada em mercados maduros como o Reino Unido, Itália (onde detém uma presença física) ou os Estados Unidos foi favorecida pela aposta na diferenciação e na inovação. As suas linhas exclusivas de revestimentos e pavimentos em betão têm conquistado os mercados mais exigentes, o que não é alheio à aproximação de um público profissional composto por arquitectos e designers internacionais.
“Temos produtos únicos, desenvolvidos por nós como o Marmocim, um pavimento mono betão que hoje está presente no nosso parque escolar, na rede do metro em Portugal e no Panamá. Os nossos produtos inovadores estão em mercado distintos e é um dos factores que nos faz crescer no exterior face à concorrência nacional que tem níveis mais baixos de exportação”, explica Dinis Silva.

O ano passado a ACL facturou 22 milhões de euros, tendo crescido, pelo segundo ano consecutivo, cerca de 20%, consolidando a sua já forte posição na produção de pavimentos, revestimentos e outros produtos em betão, produzindo marcas próprias para alguns dos seus produtos exclusivos.

O Médio-Oriente é outro dos mercados de aposta do grupo, responsável por cerca de 25 milhões de facturação. “São empresas distintas que seguem linhas estratégicas diferentes. Em Omã temos duas unidades produtivas que produzem o que denominamos de commodities, os blocos de betão, os produtos para saneamentos, os lancis para as estradas, enfim tudo o que é mais tradicional e que tem uma forte procura graças ao desenvolvimento e crescimento das infraestruturas que esta região conhece”, explica o administrador.

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Geberit actualiza sistema de tubagens multicamada Mepla

O Geberit Mepla combina as vantagens das tubagens de plástico e as de metal, assim como a instalação fácil e segura para o abastecimento de água

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A Geberit, especialista em louça sanitária e tecnologia para a casa de banho, tem vindo a desenvolver há quase 20 anos o seu sistema de tubagens multicamada Geberit Mepla que permite a instalação fiável, segura e rápida de água potável e sistemas de aquecimento. Agora, o sistema apresenta, ainda, mais variedade de diâmetros de tubagem (de 16 a 75 mm) e 300 acessórios (fabricados em PVDF e em bronze industrial) de união por compressão que facilitam todos os trabalhos de instalação.

Mais resistentes à corrosão e mais leves do que as tubagens de metal, mais estáveis e resistentes do que as tubagens de plástico, a Geberit Mepla combina as vantagens de ambos os tipos de tubagem. A camada de plástico exterior é fabricada em polietileno (PE-RT de segunda geração) e serve de protecção contra a corrosão e os danos mecânicos. A grossa camada central de alumínio, soldada longitudinalmente, consegue que a tubagem seja estável e flexível, ao mesmo tempo que reduz o grau de dilatação dos tubos e são necessários menos pontos de fixação do que com as tubagens de plástico. A camada interior, também fabricada em PE-RT de segunda geração, é resistente à corrosão e segura para uso alimentar. Tem uma rugosidade da superfície de apenas 0,7 μm, de modo que é mais difícil que o calcário e as películas biológicas adiram ao interior do tubo.

Graças à sua flexibilidade, as tubagens com as dimensões d16 e d20 podem curvar-se manualmente muito facilmente. Com uma máquina curvadora curvam-se os tubos de até d50. Por outro lado, o modelo dentado dos acessórios de união plásticos e os anéis de fixação dos acessórios metálicos permitem atingir uma elevada força de retenção dos acessórios na tubagem e evitam que estes saiam da tubagem durante a instalação. Desta forma, o sistema instala-se, alinha-se e comprime-se muito facilmente e poupa-se tempo e custos durante o processo de instalação.

A ligação dos tubos e dos acessórios faz-se por compressão sem casquilho, comprime-se directamente na tubagem, o que permite um controlo total da profundidade de inserção. Isto é possível graças à camada de alumínio do interior da tubagem e ao design inovador dos acessórios que garantem uma união fiável e duradoura. Além disso, assim que o sistema estiver pronto para a compressão, é possível verificar cada ligação imediatamente para garantir que cada tubagem está na posição correcta. O sistema é totalmente fiável dado que, durante os testes de estanquidade, os acessórios que não estão prensados apresentam fugas. Ou seja, o teste final de pressão só poderá realizar-se se se tiverem prensado correctamente todas as uniões, o que garante a estanquidade da instalação.

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Jamestown altera nome do edifício JQOne para IDB Lisbon – Innovation & Design Building

Edifício de escritórios com 48 mil m2, conhecido como antigo Entreposto, será reposicionado como polo de inovação e centro para a comunidade local

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A empresa de investimento e gestão imobiliária Jamestown que ingressou no mercado português em 2021, anunciou o rebranding do edifício JQOne para IDB Lisbon – Innovation & Design Building Lisbon. O novo nome “reflecte a visão da empresa” para o edifício de escritórios com 48 mil metros quadrados, anteriormente conhecido como Entreposto, e que “agora passará a ser um hub para empresas inovadoras e com um forte foco em design”, explica a empresa.

“A nossa visão para o IDB Lisbon passa por tornar este espaço num ecossistema de interconexão de negócios, onde um ambiente colaborativo e inclusivo permitirá gerar inovação e criatividade”, explica Michael Phillips, presidente da Jamestown. “Além dos espaços de trabalho revolucionários, o IDB Lisbon será também um ponto de encontro para a comunidade local, onde serão proporcionadas experiências de arte e cultura. Contamos com um histórico de desenvolvimento de ambientes criativos e dinâmicos nos Estados Unidos, e estamos ansiosos por trazer este conceito para Lisboa”.

Nos Estados Unidos, a Jamestown é conhecida pelos seus projectos de reabilitação de edifícios, tais como o Industry City em Brooklyn, o Ponce City Market em Atlanta, e o The Innovation and Design Building (The IDB) em Boston. Na sequência das iniciativas de curadoria de espaços da Jamestown, o The IDB em Boston tornou-se uma âncora da economia de inovação da cidade e o lar de centenas de inquilinos de diversos sectores de actividade, incluindo design, biotecnologia, investigação e engenharia. A Jamestown pretende recriar esse sucesso com o IDB Lisbon, que consiste no primeiro investimento da empresa no mercado ibérico.

O novo nome é o primeiro passo de uma série de mudanças que a Jamestown planeia para o edifício, quer ao nível das suas funcionalidades, quer da sua imagem global. A empresa pretende melhorar a experiência global do edifício através da oferta de melhores instalações e áreas comuns mais envolventes, para além de utilizações adicionais em toda a propriedade, como forma de criar um melhor ambiente para inquilinos e visitantes.

As mudanças incluem, também, uma nova utilização do rooftop do edifício, que incluirá um restaurante, actividades desportivas e culturais. A abertura ao público deste novo rooftop está prevista para Julho. O IDB Lisbon será, também, palco de uma exposição do MUDE FORA DE PORTAS intitulada “O mundo vai continuar a não ser como era! – 100 anos de design de publicidade na Colecção Carlos Rocha”. Organizada pela Câmara Municipal de Lisboa/MUDE – Museu do Design e da Moda, a mostra gráfica irá estar disponível ao público, de 21 de Julho a 27 de Novembro reunindo uma selecção de obras que evidenciam as grandes mudanças na vida quotidiana em Portugal e os seus diferentes contextos políticos e socioeconómicos, desde 1930 até ao início do século XXI.

A aposta da Jamestown nesta colaboração com o MUDE – Museu do Design e da Moda realça a estratégia definida pela empresa em tornar o IDB Lisbon num espaço promotor da arte nacional, evidenciado também pelo conjunto de instalações artísticas presentes no edifício que fazem parte do Collision Project. utilização do espaço construído como tela, tornando a arte numa experiência.

O IDB Lisbon faz parte da estratégia de expansão da Jamestown na Europa, que agora inclui mais de 1,1 mil milhões de euros em activos sob a sua gestão desde 31 de Março de 2022. No ano passado, a empresa garantiu um mandato para administrar um portefólio de propriedades em toda a Europa em nome de um de seus parceiros de investimento institucionais e co-investidores, o E.ON Pension Trust, fundo de pensões de uma das maiores empresas de energia alemãs. Já em 2020, a Jamestown havia comprado dois edifícios em Amesterdão e um activo de escritórios composto por três edifícios em Colónia, na Alemanha e, em 2019, adquiriu o icónico Groot Handelsgebouw em Roterdão, um dos maiores edifícios de uso misto na Holanda, que actualmente acolhe mais de 450 empresas.

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