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DST garante carteira de empreitadas de 9M€ em Angola

Este conjunto de obras reforça a capacidade instalada do grupo no país presidido por José Eduardo dos Santos

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O Grupo DST garantiu, através da sua empresa DTE, um conjunto de empreitadas em Angola que totaliza cerca de 12 milhões de dólares (quase 9 milhões de euros).

Através da DST Angola, a DTE tem a seu cargo a execução das instalações eléctricas, segurança e telecomunicações do Armazém Central de Medicamentos de Luanda, em Kifangondo Funda.

A empresa bracarense ressalva também o novo edifício de escritórios da Somoil em construção em Luanda. Neste projecto para a petrolífera angolana, a DTE é responsável pelos sistemas de segurança, instalações eléctricas, telecomunicações e circuito fechado de TV.

A DTE está a executar também, “em prazo recorde”, a empreitada de instalações eléctricas, segurança e telecomunicações da Autostar, na estrada Viana/Catete, junto à Zona Económica Especial.

A empresa teve ainda adjudicadas as empreitadas de instalações eléctricas, segurança e telecomunicações e instalações de AVAC do complexo da Bromangol, na zona de Camama, Luanda.

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dstelecom lança cabo submarino inteligente em Tróia

E se além de autoestradas de dados, os cabos submarinos tivessem capacidade de monitorização? A questão esteve na base do projecto do K2D – Knowledge and Data from the Deep to the Space, desenvolvido pela dstelecom, em colaboração com a Marinha Portuguesa e com o INESC-TEC. O primeiro protótipo foi lançado na Zona Livre Tecnológica Portuguesa Infante D. Henrique, em Tróia

Com um sistema único no mundo, este cabo submarino inteligente vai permitir monitorizar os dados vitais da terra e validar a arquitectura do sistema, composto por um repetidor de sinal e nós de monitorização que permitem a instalação de um número alargado de sensores.

Neste protótipo foram instalados quatro sensores, para captar imagens e recolher dados de temperatura, pressão e acústica marítima, possibilitando a localização de cetáceos como baleias e golfinhos.

A aquisição de dados potenciados pelo sistema irá permitir criar modelos de análise baseados em geoinformática e inteligência artificial, de forma a ampliar o alcance da monitorização e do espectro do conhecimento até ao interior dos oceanos.
A dstelecom iniciou este projecto tendo em vista a criação do smartcable como um produto diferenciador e de valor acrescentado, que ainda não existe a nível mundial. “A nossa estratégia passa por aumentar o valor acrescentado dos cabos submarinos, convertendo-os não só em autoestradas de dados, mas também acrescentar a capacidade de monitorização, associando uma camada de sensorização a estes elementos que estão alojados no fundo do oceano. Isto vai permitir-nos apresentar uma solução única a este mercado e que esperamos uma disseminação global”, afirma Sérgio Fernandes, CTO da dstelecom.

A estrutura já foi instalada no início de Setembro e ficou submersa durante várias semanas para validar o conceito. “Já estamos a trabalhar num novo protótipo, com mais sensores, que poderá ser instalado a maiores profundidades, de forma a testar a resistência a condições mais adversas de profundidade e pressões elevadas. Adicionalmente, nesta segunda fase, o espectro de monitorização será alargado de forma a permitir a recolha de dados adicionais, nomeadamente da actividade sísmica”, conclui o mesmo responsável.

O projecto liderado pela dstelecom, em co-promoção com a Universidade do Minho e o INESC-TEC e em parceria com o CINTAL, o AIRCentre e a Universidade dos Açores, conta com um investimento de cerca de 1.4 milhões de euros e está a ser desenvolvido com o objectivo de monitorizar as condições físicas e biológicas das profundezas dos oceanos, dados que os actuais sistemas de previsão meteorológica – satélites, aviões e estações terrestres – não conseguem recolher. O projecto K2D, desenvolvido em parceria com o MIT – Massachusetts Institute of Technology, deverá estar concluído em Junho de 2023.

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Flower Tower “Camellia” inicia construção no 1º trimestre de 2023

Este é o mais recente empreendimento lançado pela Nexity, que vai contar com 134 apartamentos, distribuídos por 21 andares e varandas com vista para o mar de Leça da Palmeira

A construção da Torre “Camellia” terá início no primeiro trimestre 2023. Esta é a segunda torre do projecto Flower Towers, situado em Leça da Palmeira, com assinatura do gabinete de arquitectura ODDA, e que representa um investimento de mais de 27 milhões de euros. O valor dos apartamentos começa nos 134.650 euros até 302.820 euros, e oferece diferentes tipologias: T1 Studio e T1 Smart (T0+1), T1 Smart (T1+ 1) e T2.

Este novo empreendimento foi pensado para quem pretende viver tranquilamente e criar uma família numa vila com história, de espírito jovem e cosmopolita, que privilegia fáceis acessos à cidade e que procura um local para viver a apenas 15 minutos do centro do Porto.

A primeira fase de vendas privadas arrancou em Setembro com o lançamento de um sistema pioneiro que permite fazer a reserva de apartamentos com pagamento 100% online, e que gerou um volume de 20 reservas em apenas 48 horas e já soma mais de 40 reservas em menos de um mês.

“Trouxemos inovação pois somos o primeiro promotor imobiliário em Portugal a ter um site onde se podem fazer reservas 100% online. Tivemos 20 reservas em dois dias e 32 reservas em duas semanas. A possibilidade de acesso 24 horas por dia e de qualquer dispositivo permite aos clientes facilidade e comodidade. No site podem conhecer e ter acesso a todas as informações sobre o projecto, às plantas e detalhes dos apartamentos, fazer a sua escolha com privacidade e tempo e assegurar a reserva do seu apartamento no momento mediante o pagamento online. Estes motivos fazem da experiência 100% digital um facilitador do processo de escolha e reserva”, conta Carolina da Costa Cabral, directora de marketing da Nexity Portugal.

Com a conclusão da construção da primeira torre das Flower Towers, prevista para 1º trimestre de 2023, e o arranque da torre “Camellia”, a Nexity, soma já três projectos em comercialização e cinco em desenvolvimento no território nacional, num investimento total de 337 milhões de euros.

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Imocionate 2022: O futuro do imobiliário passa pela tecnologia

O evento, organizado pela UCI, com o apoio da APEMIP, juntou mais de 500 profissionais do sector para abordar os actuais e futuros desafios em Portugal e no mundo

O evento global da mediação imobiliária, Imocionate, juntou mais de 500 profissionais do sector para abordar os actuais e futuros desafios em Portugal e no mundo. Organizado pela UCI, com o apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), o evento decorreu a 20 de Outubro no Centro de Congresso do Estoril.

“Entramos num novo ciclo económico, mais volátil, com mudanças mais rápidas e onde os períodos de adaptação às novas realidades também devem ser mais rápidos”, destacou Pedro Megre, ceo da UCI Portugal. Também Paulo Caiado, presidente da APEMIP, traçou o quadro actual, falando nas incertezas geradas pela guerra, inflação e subida de taxas de juro, a par da cada vez maior exigência dos consumidores, deixando a mensagem de que “o sucesso do sector está dependente de todos nós, que nele atuamos”.

O evento contou com a participação de vários nomes do imobiliário nacional e internacional, como Jared James, empreendedor norte-americano nas áreas de coaching, marketing e tecnologia aplicadas ao imobiliário, que deu várias recomendações para os agentes imobiliários conseguirem destacar-se num sector que é altamente competitivo. Nadim Habib, economista e professor na NOVA SBE, falou também sobre como “vencer em tempos de mudança”, afirmando que a mudança deve ser normalizada, uma vez que os indivíduos têm grande facilidade de mudar, mesmo que as organizações tenham mais resistência.

Luciane Serifovic, ceo e fundadora da Luxian International Realty, foi a primeira mulher a construir uma imobiliária de luxo virtual do mundo e partilhou a sua história com o público do Imocionate, bem como recomendações para entrar no mercado de luxo. A oradora fez, ainda, parte de outra mesa-redonda, dedicada às tendências do sector, onde falou da sua experiência de transacções imobiliárias com criptomoedas e blockchain. Durante esse painel, do qual também fez parte Diogo Dantas da Cunha, ceo da Flexty, foi abordado o impacto que a inteligência artificial e o metaverso poderão ter no futuro, incluindo no mercado português.

Na mesa-redonda “Sustentabilidade na habitação”, destacou-se a importância da classificação energética, num contexto em que apenas 12% dos portugueses sabem indicar a classe energética da sua casa, segundo dados do estudo “Casa_PT”, que a UCI Portugal realizou em parceria com o Centro de Estudos Aplicados da Universidade Católica Portuguesa. Cátia Alves, directora de sustentabilidade e responsabilidade corporativa da UCI Espanha, destacou que as instituições financeiras devem ser aceleradoras desta mudança, numa sessão em que também se abordou as comunidades energéticas, uma tendência para o futuro e que já dá os primeiros passos em Portugal.

A edição de 2022 do Imocionate contou, ainda, com pitch talks de agentes imobiliários, que partilharam dicas para melhores resultados, bem como intervenções de Massimo Forte, real estate influencer, consultor e formador; e do Chef Henrique Sá Pessoa, que apresentou o “ingrediente secreto” do seu percurso de sucesso, entre outros.

O Imocionate foi organizado pela UCI com o apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

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Pedro Carrilho assina nova sede da RFF & Associados

“De forma a ir ao encontro da marca, apostámos numa palete de cores e materiais que reflectissem os valores da RFF & Associados e que consistem na conjugação da madeira, do branco ou dos apontamentos em aço corten”, refere o arquitecto Pedro Carrilho

A Pedro Carrilho Arquitectos, atelier de arquitetura e urbanismo, especializado em reabilitação urbana, é responsável pela concepção arquitectónica dos interiores e estruturação funcional da nova sede dos escritórios da RFF & Associados, na emblemática Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Para quebrar com a linha arquitectónica de sobriedade comum a todos os espaços de circulação, de trabalho e de reunião, e também por se tratar de um espaço de pausa e convívio entre colaboradores, pretendeu-se criar um ambiente mais descontraído.

O espaço, com uma área de 500 m2, divide-se por dois pisos e foi pensado tendo por base a correspondência de diferentes tipos de funções. O piso superior é destinado à recepção principal, acolhimento dos clientes, salas de reunião sobre a Avenida e ainda algumas zonas de escritórios com vista para o Jardim do Torel. No piso inferior distribuem-se os restantes espaços de trabalho, divididos entre gabinetes comuns, espaço open space e ainda um espaço de copa que comunica com um terraço interior, muito acolhedor e agradável.

“De forma a ir ao encontro da marca, apostámos numa palete de cores e materiais que reflectissem os valores da RFF & Associados e que consistem na conjugação da madeira, do branco ou dos apontamentos em aço corten”, refere o arquitecto Pedro Carrilho.

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Arquitectura flutuante num futuro marcado pelas alterações climáticas

A Go Friday, empresa dedica à arquitectura flutuante do grupo Ecosteel em parceria com a Miami School of Architecture, lançaram o concurso “Floating House Design Competition”, que envolveu estudantes de aquitectura de diversos países

(Na imagem: “The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, vencedora do concurso)

A competição teve como objectivo promover a investigação relacionada com importantes aspectos que têm contribuído para o desenvolvimento da arquitectura flutuante em todo o mundo. De que forma poderá a arquitectura flutuante contribuir para uma maior habitabilidade num futuro marcado pelas mudanças climáticas? Esta foi uma das questões que esteve na base deste concurso que colocou em evidência algumas das preocupações partilhadas pela Go Friday e pela Miami School of Architecture, SOA, como seja a adaptação ao calor extremo e o aumento do nível do mar.

Neste concurso, no qual participaram 16 alunos com trabalhos individuais e em grupo, foram apurados três vencedores, os quais, além de um prémio monetário, tiveram oportunidade de conhecer o departamento de I&D da Go Friday, em Portugal. “The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, foi o projecto vencedor, seguindo-se em segundo lugar “The Mangroon”, da dupla Vanessa Crespo e Anan Yu e, em terceiro lugar, “Aria”, de Tiffany Agam e Isacio Albir. As propostas apresentadas pelos jovens estudantes de arquitectura têm em comum a resposta a um desafio: criar casas flutuantes, projectadas a partir de estruturas capazes de fazerem face às alterações climáticas, adaptando-se ao meio ambiente.

“A ideia de morar em casas flutuantes é algo que devemos levar em consideração, principalmente morando em Miami”, relembra Veruska Vasconez, professora da Miami School of Architecture, acrescentando que “as inundações tendem a agravar-se e o desenvolvimento excessivo de arranha-céus é esmagador”, pelo que ”o bom arquitecto deve ser capaz de pegar no conceito de casa-barco e criar espaços que proporcionem qualidade de vida”.

A cerimónia que reuniu os alunos e professores da Miami School of Architecture contou ainda com a presença de José Maria Ferreira, CEO da Ecosteel, para quem “as casas-barco são a prova que há sempre espaço para inovar, nunca esquecendo as crescentes preocupações com soluções que primem pela eficiência energética e sustentabilidade ambiental”. Para José Maria Ferreira, as casas-barco da Go Friday são fruto do pioneirismo, abordagem visionária e de uma aposta no estabelecimento das melhores relações e parcerias na área da indústria, design, tecnologia e I&D.

“Acaba por ser gratificante assistir ao talento de jovens futuros arquitectos que acreditam naquele que é o conceito da Go Friday e no potencial que possui enquanto solução para viver e desfrutar em ambientes únicos como seja o rio Douro, em Portugal, o rio Mystic em Massachusetts, nos Estados Unidos ou as margens Porto Rico, cenário que surgiu de inspiração para um dos projectos vencedores”, acrescenta.

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20% dos espaços de escritórios europeus podem tonar-se flexíveis nos próximos 10 anos

Lisboa é um dos mercados europeus em destaque, ocupando o 3º lugar da tabela de mercados mais activos em termos de procura de flex offices sublinha estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere

Estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere, prevê que 20% do stock de escritórios na Europa se torne flexível durante os próximos 10 anos. Contudo, esta previsão irá variar significativamente em função da localização e da cultura de trabalho, à medida que a definição de “espaços flexíveis” também evolui.

A procura de espaços de escritórios flexíveis na Europa atingiu 193.000 m2 durante o primeiro semestre de 2022, em linha com os níveis registados nos anos completos de 2020 e 2021, de acordo com as últimas análises de Savills. Amesterdão, Paris CBD e Lisboa têm sido os mercados mais activos ao longo dos últimos 18 meses.

“Entre 2021 e a primeira metade de 2022, os espaços flexíveis foram responsáveis por aproximadamente 8% do volume de absorção no mercado de Lisboa. A capital portuguesa continua a ser um destino que tem sentido uma crescente procura por espaços flexíveis, essencialmente derivado por empresas internacionais que pretendem estabelecer-se no mercado de Lisboa em timings muito reduzidos, procurando espaços plug & play, mas também pela atracção dos nómadas digitais”, explica Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions Savills Portugal.

A procura de escritórios considerados flexíveis representou 5% da ocupação global em todas as cidades europeias durante o primeiro semestre de 2022, contra 3% durante a pandemia, e mantém-se numa trajectória de recuperação gradual até aos 8-9% observados antes deste período pandémico.

“A recuperação do segmento de espaços de escritórios flexíveis tem sido mais visível devido ao aumento dos níveis de ocupação. De acordo com o nosso mais recente relatório, Flexmark, as taxas de ocupação voltaram aos níveis pré-pandémicos, registando um valor superior a 80% nos escritórios privados e mais de 65% em espaços partilhados”, refere Ed Bouterse, head of Workthere Europe.

Em tempos de incerteza esta tendência aumenta. “Olhando para o futuro”, sublinha Mike Barnes, associate director, Savills European Research, “se os níveis de contratação por parte dos empregadores diminuírem e as taxas de desemprego aumentarem, isto pode reduzir o espaço de escritório necessário. No entanto, a incerteza económica irá impulsionar a procura de modelos de arrendamento mais flexíveis, assim como uma mudança em termos da qualidade de amenities sendo que, uma gama cada vez maior de modelos de trabalho, irá apoiar uma maior procura por espaço designado como flexível”. O mesmo especialista continua, “a par do aumento do custo e também do prazo de fit-out dos espaços, prevemos que a ocupação de escritórios flexíveis representará 5% da ocupação de escritórios europeus em 2023, 6% em 2024, e será responsável por 20% do stock de escritórios a longo prazo”.

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Novos arrendamentos em Lisboa e Porto pagam mais 10% nas rendas

As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados no 3º trimestre deste ano aumentaram 10% quer em Lisboa quer no Porto face às rendas praticadas nos contratos fechados no trimestre anterior. “Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude”

Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Rendas Residenciais, ferramenta que acompanha a evolução das rendas de habitação tendo por base os novos contratos realizados.

“Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude. O timing deste aumento na actual conjuntura e o facto de se verificar em simultâneo nos dois mercados, sugere uma tomada de posição dos proprietários em relação ao limite de actualização das rendas para o próximo ano. Este aumento trimestral inédito de 10% poderá ser uma forma de cobrir a inflação por via dos novos contratos, antecipando as perdas que possam decorrer da impossibilidade de o fazer nos contratos vigentes devido ao tectos impostos à actualização das rendas”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial.

Depois de quase dois anos a cair, as rendas dos novos contratos em Lisboa estão a subir desde meados de 2021, com variações trimestrais superiores a 2,5%, que agora galopam para os 10%. Esta trajectória tem tido um forte impacto na intensificação da variação homóloga das rendas, de tal forma que este indicador passou de terreno negativo (-6,0%) no 3º trimestre de 2021 para 23% no 3º trimestre deste ano.

No Porto, a trajectória é semelhante, exibindo apenas um pequeno desfasamento temporal. A recuperação das rendas de habitação iniciou-se no final do ano passado, sucedendo a um ano de quebras. Desde então, as variações trimestrais foram sempre superiores a 3,5%, atingindo este máximo assinalável de 10% e igualmente culminando na aceleração expressiva das variações homólogas. No final de 2021, as rendas no Porto registavam uma descida homóloga de 2%, em forte contraste com o aumento homólogo de 24% observado no 3º trimestre deste ano.

De acordo com o SIR-Arrendamento que acompanha as rendas praticadas em cada momento em ambos os mercados, os novos arrendamentos concretizados em Lisboa no 3º trimestre atingiram uma média de 16,8€/m2 e no Porto os 12,6€/m2. Em qualquer caso são níveis inéditos.

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Docapesca inicia obra de meio milhão de euros no Porto de Pesca de Aveiro

A obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando o reforço da segurança das embarcações, a capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões

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A Docapesca – Portos e Lotas, tutelada pelo ministério da Agricultura e Alimentação e pelo ministério das Finanças, iniciou a obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro, que representa um investimento de cerca de 483 mil euros.

Esta intervenção vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando assim o reforço da segurança das embarcações, da capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões neste porto.

As operações vão decorrer entre a face norte da ponte-cais n.º 1 e o cais de abastecimento de combustíveis e junto ao cais de descarga da lota.

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Bondex assinala 120 anos de protecção das madeiras

A Bondex assinala 120 anos de existência no mercado sempre com o mesmo propósito: tratar e proteger as superfícies de madeira. A marca lança nova imagem alinhando-se com todo o mercado internacional

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Com origem na Dinamarca, a sua fórmula foi pensada para o clima com condições extremas, sobretudo em ambiente húmido e temperaturas negativas, tornando o Bondex num produto resistente às mais diversas mudanças de temperatura e intempéries. Ao longo do tempo, o sucesso da marca foi notório, resultando no aumento do portefólio da sua gama de produtos, actualmente, destinada à preparação, tratamento, protecção e decoração de todo o tipo de madeiras.

Para assinalar este marco histórico, a Bondex aposta estrategicamente numa nova imagem, que respeita a sua herança escandinava. Mais simples, modernas e atractivas, as novas embalagens da marca foram uniformizadas a nível internacional, com um rótulo de fácil identificação, que reforça a sua origem e disponibiliza toda a informação pertinente na parte frontal da lata. Com esta mudança, também a sua categoria é agora mais fácil de identificar, permitindo a compreensão e a utilização cada vez mais correcta do produto.

A sua chegada a Portugal marcou a década de setenta, e desde a sua origem que Bondex é uma das marcas estrelas do grupo PPG no país. Com uma receptividade histórica no mercado, Bondex manteve foco na qualidade e oferta de portefólio diferenciado, destacando-se e mantendo-se líder de mercado.

“A Bondex é já uma marca que desde início acompanha as famílias portuguesas – marcou a geração dos nossos avós e pais que também a utilizaram. Chegou a altura de assinalarmos este marco centenário, que celebra a herança e a passagem de testemunho que permitiu manter viva esta marca junto dos consumidores. A nova imagem transmite-nos a essência de Bondex – simples e com uma utilização eficaz – reforçando assim a continuidade como referência no tratamento e proteção das suas madeiras”, refere João Galvão, brand manager da PPG Dyrup.

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