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    Gama Vynil da CIN tem nova imagem

    A CIN lançou uma nova imagem da gama Vinyl, a nova abordagem visual desta gama pretende reforçar a qualidade optimizada deste produto. As novas embalagens de VinylMatt, VynilSoft e VynilSilk […]

    Marina Bertolami
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    Gama Vynil da CIN tem nova imagem

    A CIN lançou uma nova imagem da gama Vinyl, a nova abordagem visual desta gama pretende reforçar a qualidade optimizada deste produto. As novas embalagens de VinylMatt, VynilSoft e VynilSilk […]

    Sobre o autor
    Marina Bertolami
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    A CIN lançou uma nova imagem da gama Vinyl, a nova abordagem visual desta gama pretende reforçar a qualidade optimizada deste produto. As novas embalagens de VinylMatt, VynilSoft e VynilSilk já estão disponíveis em pontos de venda CIN por todo o país.

    Considerando o produto-estrela da CIN, VynilMatt é um tinta extra mate desenvolvida pelos laboratórios de I&D da CIN, com acabamentos disponíveis em milhares de cores e que permite disfarçar as imperfeições nas paredes.

    VynylMatt, VynilSoft e VynilSilk mereceram já a classificação máxima (A+) por parte do Laboratório de Qualidade do Ar Interior (LQAI), no que se refere ao cumprimento das mais exigentes normas europeias de protecção da qualidade do ar interior (LQAI).

    A palete de cores Vynil possui diferentes níveis de brilho: VynilMatt é uma tinta com um aspecto mate profundo; VynilSpft tem um acabamento semi-mate e sedoso ao tacto; e o VynilSilk apresenta um acabamento acetinado.

    Sobre o autorMarina Bertolami

    Marina Bertolami

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    Ando Living Liberdade Clubhouse (Lisboa) – Piscina Rooftop

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    Ando Living Group garante 67 M€ de capital para prosseguir expansão

    Com capitais do Prima Europe Fund, gerido pela Stag Asset Managers, até 2029, as branded residences pretendem consolidar a sua presença em Portugal, mas chegar, também, a Espanha, França, Itália, Grécia, Alemanha e Reino Unido

    Cidália Lopes

    Ando Living Liberdade Clubhouse (Fachada)

    Fundado em Portugal, o Ando Living Group, que inclui as marcas Ando Living e Lovely Stay, garantiu, recentemente, um total de 67 milhões de euros de capital do Prima Europe Fund, gerido pela Stag Asset Managers, para prosseguir a sua expansão.

    Com um total de dois mil apartamentos na Europa, em operação e em desenvolvimento, o Grupo tem como objectivo multiplicar por seis o seu volume de negócios até 2028, aumentando o número de apartamentos para seis mil em oito países europeus e consolidando-se como o “principal grupo de hospitalidade premium” na Europa. Actualmente a operar em Lisboa, Porto e Istambul, e brevemente em Madrid, o Ando Living Group pretende chegar, também, a países como o Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha.

    A estratégia passa por fazer, sempre que possível, parcerias com promotores e fundos de investimento que desenvolvam os projectos, aos quais a Ando Living dará o nome e fará toda a parte conceptual e de gestão.

    Esta opção estratégica foi, igualmente, cimentada pelos bons resultados alcançados em 2023. Com um volume de negócios de 32 milhões de euros, o que representa um crescimento “significativo” face ao ano anterior, que se reflecte num aumento de 94% em relação à actividade de 2022.

    Com diversos imoveis sob gestão da Ando Living no centro histórico de Lisboa e Porto, está em reabilitação o futuro Ando Living Liberdade Clubhouse, na Avenida Alexandre Herculano e que será o primeiro clubhouse do Grupo a inaugurar em 2025.

    Ao combinar apartamentos com serviços (serviced apartaments) de elevado padrão em localizações prime com um conjunto de comodidades – restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados – a oferta da Ando Living foi criada para promover uma “atmosfera vibrante” de bairro e “elevar” a experiência local dos hóspedes.

    “Continuamos empenhados em proporcionar experiências únicas aos nossos hóspedes, ao mesmo tempo que expandimos a nossa presença em novos mercados por toda a Europa”, diz William Tonnard, presidente e COO do Ando Living Group. ” Vamos concentrar-nos na expansão internacional dos nossos apartamentos de marca Ando Living, que segundo as nossas estimativas geram o dobro das receitas face às propriedades ‘sem marca’”.

    Com base nas projecções de crescimento em 65% do segmento dos serviced apartaments, que deverá atingir 49 mil milhões de dólares até 2029, este mercado deverá ser o que regista um crescimento mais rápido na indústria da hospitalidade”.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
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    “Vamos continuar na Alta de Lisboa com um novo investimento de 300M€”

    Quase 10 anos depois de iniciarem a sua actividade, a Solyd Properties adaptou a sua estratégia às necessidades do mercado. Posiciona-se como um promotor de ‘mini-cidades’ para a classe média, com o foco no bem-estar e na qualidade. É também um dos primeiros promotores a ter políticas muito concretas de ESG e a criar uma estratégia de actuação em torno desses objectivos, onde acredita que a construção off-site vem dar respostas a muitos destes desafios

    Cidália Lopes

    Ao CONSTRUIR, Gonçalo Cadete, co-fundador da Estoril Capital Partners e chief executive officer da Solyd Property Developers revelou os investimentos previstos em novos projectos na Alta de Lisboa e em Loures, assim como a intenção de recuperar uma ideia já antiga – o Built to Rent

    Na promoção imobiliária desde 2015, ou seja, quase 10 anos depois de terem iniciado a vossa actividade, que balanço fazem?

    Na verdade, para ser mesmo correcto, começámos em 2014. E começámos como Estoril Capital Partners no dia 3 de Julho, sendo que, no entanto, o primeiro investimento só foi formalizado em Maio de 2015. Entretanto, em Portugal, estávamos a sair da crise depois de anos muito complicados como foram 2012, 2013 e 2014 e começou a haver alguma actividade de reabilitação. Já existiam pelo menos dois promotores mais especializados que tinham começado a comprar e a desenvolver projectos. E, nesse sentido, achamos que era uma área onde valia a pena investir.

    Começámos, então, em 2015, na reabilitação a fazer o percurso normal: comprar edifícios degradados ou em mau estado e depois reabilitá-los. Os primeiros projectos foram em Lisboa e no Monte Estoril.

    Houve, portanto, uma primeira fase da nossa existência, digamos assim, onde apostámos nesse tipo de projectos, até 2019. Entretanto, começámos a ter uma perspectiva de escala diferente e que não seria possível com projectos de reabilitação no centro das cidades, onde no, máximo, conseguíamos ter 40 apartamentos. Até porque o nosso parceiro, a Oaktree, enquanto investidor institucional, precisava de um volume de investimento, que se tornava mais difícil atingir apenas com projectos de reabilitação.

    Então, a partir de 2018, pensámos que o mercado estava a ficar um bocado saturado. Era um mercado que estava muito dependente dos compradores estrangeiros e dos Golden Visa. Foi quando pensámos: “Vamos diversificar”. Começámos, então, a olhar para construção nova, para o segmento médio, médio-alto. Havia muita disponibilidade de terrenos, custos de entrada bastante baixos e um desequilíbrio brutal entre procura e oferta.

    No fundo, isso acabou por ser um percurso natural do vosso crescimento também, não é?

    Sim. No fundo, perante uma análise dos diferentes segmentos de residencial, obviamente que nós começámos a desenvolver esta expertise. Na nossa equipa, todos tínhamos experiência, fosse na óptica do investidor, ou na óptica mesmo do promotor e do desenvolvimento ou da gestão imobiliária, mas, como empresa digamos, de promoção, não tínhamos.

    Começámos na reabilitação e depois, então, foi muito natural evoluir para a construção nova porque, lá está, em busca de escala, em busca de um segmento de mercado onde, estruturalmente, houvesse um maior desequilíbrio entre procura e oferta e onde pudéssemos investir com escala e com margem. E também, de alguma forma, responder a uma necessidade do mercado, que se irá continuar a verificar.

    Sim, até porque este tipo de projectos têm de ser pensados, também, a longo prazo…
    Sim. Isso é uma questão que nós temos tido no nosso País, enfim, e que agora temos esperança, que com o novo Governo e o Simplex estes processos possam ser melhorados. A verdade é que temos tido sempre uma instabilidade legislativa relativamente grande, à qual se junta a questão de processos de licenciamento muito longos.

    É curioso que quando começámos e, porque ainda havia poucos projectos a vir para o mercado ou em processo de licenciamento, as câmaras eram muito rápidas. Mas depois, rapidamente, entupiram e os processos começaram a demorar muito tempo e, obviamente, isso é muito frustrante na óptica do ciclo de desenvolvimento do projecto e que leva, muitas vezes, à necessidade de rever os planos de investimentos.

    Como se posicionam neste momento no mercado?
    A nossa estratégia tem sido ir ao encontro das necessidades do mercado. Iniciamos no segmento alto, com a reabilitação. Depois o empreendimento Mirear, em Miraflores é para um segmento, claramente, de classe média alta. O Altear é classe também média / média alta, eu diria, abaixo desta. E Loures, Santo António dos Cavaleiros, claramente, segmento mais médio.
    Mas o nosso desígnio é ir ao encontro, digamos, da maior massa de portugueses, que são famílias de classe média. E, portanto, estamos muito atentos aos programas todos das câmaras, do Governo, e o nosso desígnio é ir nesse sentido.

    Quando entraram no mercado da habitação nova começaram a ter projectos apenas em Lisboa ou na Grande Lisboa. O que procuram quando desenvolvem um projecto?
    Não temos muitas localizações, mas nas localizações onde estamos, temos uma dimensão significativa e, de alguma forma, dominamos ou somos o promotor preponderante nessa localização. E, sim, tem sido de facto uma estratégia.

    A ideia é escolher uma localização que vá ao encontro, digamos, das tendências, tendências estas que até acabaram por ser muito acentuadas com o Covid, ou seja, o facto de as pessoas passarem cada vez mais tempo nas suas casas.

    Não só em lazer, mas também a trabalhar, portanto, em inglês, ‘homification’, em que a casa passou a ter uma importância muito maior do que tinha.

    Para nós que fazemos habitação nova, esta tem que ser confortável e tem que oferecer uma série de infraestruturas que permitam também tornar essa vivência mais agradável. Por estes motivos faz-nos sentido apostar em projectos maiores.

    No fundo, como uma ‘mini cidade’ ou as chamadas cidades dos 15 minutos…
    Exactamente. Sim, no fundo é que tentamos recriar. Para a Solyd este conceito já é o presente. Temos de olhar para a localização e pensar no que se consegue criar nessa localização, tanto na nossa casa como na infraestrutura do condomínio e na envolvente.

    Por exemplo, o Mirear, aqui em Miraflores. De um lado temos um parque municipal, de outro lado temos Monsanto, perfeitamente acessível, porque tem uma passagem subterrânea. Ao mesmo tempo, no que diz respeito ao condomínio, temos uma série de infraestruturas que nos permite, se quisermos, sair de casa e estar a trabalhar no condomínio, ou ir dar um mergulho numa piscina, ou ir correr no ginásio, e depois, ao mesmo tempo, na nossa casa, temos varandas muito grandes, janelas com vãos também muito generosas e, portanto, eu estou em casa, mas tenho quase um prolongamento para a rua, obviamente, numa lógica de apartamentos, que é o que nós fazemos.

    Estamos sempre a olhar para novas localizações nesta lógica e em zonas que permitam, também uma lógica de continuidade, como é o caso da Alta de Lisboa, que se desenvolveu muito a partir do momento que começámos ali a construir, em particular porque estamos numa área que percepcionada como sendo pouco segura e que estava abandonada há anos.

    Em que fase se encontra actualmente o Altear?
    O Altear conta com 10 edifícios, dos quais sete já estão concluídos e entregues. Temos um que até ao final do ano ficará, também, concluído e depois vamos ter mais dois. São no total 536 apartamentos e 27 espaços comerciais e está praticamente todo vendido. Temos muito poucas unidades que restam no Altear Jardins 1 e 2, que são os últimos dois edifícios que ainda se encontram, digamos, numa fase intermédia de construção. A ideia é, que até ao próximo ano, consigamos entregar a totalidade dos dez edifícios.

    E prevêem continuar a investir na Alta de Lisboa?
    Sim, na realidade vamos avançar para uma segunda fase do Altear e que será ainda maior. Prevemos um investimento na ordem dos 300 milhões de euros [o do Altear I foi de 225 milhões de euros], porque se trata de um plano ainda maior, mas que neste momento se encontra em diferentes fases de licenciamento.

    Dado que o vosso plano de construção nova continua, que outras localizações vos poderiam, igualmente, despertar interesse?
    Eu diria que não somos um promotor do centro de Lisboa e indo ao encontro da ideia de fazer empreendimentos para o segmento de classe média alta e de classe média, com as tais características que já falámos, procuramos localizações na periferia, nomeadamente Área Metropolitana de Lisboa, tanto na margem Norte como na margem Sul.

    Zonas com uma boa rede de transportes, educação, saúde, serviços, que tenham escala e que permitam, no fundo, desenvolver de forma continuada, para o futuro, a localização.

    Neste sentido, ainda temos capacidade para desenvolver mais projectos tanto na Alta de Lisboa, como em Santo António dos Cavaleiros, onde temos o Élou.

    Como é que se processa essa continuidade?
    Vamos comprando lotes, vamos aprovando projectos e vamos desenvolvendo. Nós temos o desígnio, mas, enfim, como gostamos de fazer as coisas de forma
    sustentada e já analisámos várias oportunidades, mas nunca acabámos por concretizar, tanto na área Metropolitana do Porto, como no Algarve. Mas, portanto, vemo-nos nessas três localizações.

    Os vossos projectos têm, também, uma grande preocupação com sustentabilidade e a mobilidade. De que forma estes aspectos são hoje determinantes para o tipo de habitação que querem desenvolver?
    Tentamos, por um lado, que as infraestruturas de transporte sejam muito boas e depois também apostar em tudo o que é mobilidade eléctrica. Em todos os nossos empreendimentos temos pré-instalação para a instalação de carregadores eléctricos e gestão inteligente desses carregadores.

    Claro, hoje há todo um novo paradigma ao qual não é possível ficar alheio. Aliás, temos uma parceria com a EDP para termos acesso às soluções mais sofisticadas, tanto a nível de carregamento, como depois da gestão.

    E essa parceria está presente em todos os vossos empreendimentos?
    Sim, em todos eles. Há uma preocupação grande a vários níveis. Por um lado, com a eficiência energética e neste sentido, o Élou é NZEB. Não obstante, tratar-se de um projecto para a classe média, existe um conjunto de equipamentos como painéis solares, bombas de calor, elevadores de alto rendimento, com poupança de energia e que geram a sua própria energia no movimento descendente. Também os revestimentos, assim como as caixilharias com todas as janelas a apresentarem um comportamento térmico e acústico também de elevado desempenho.

    Por exemplo, o tema da água e da poupança da água é importantíssimo e neste capítulo temos uma parceria com a Grohe, já que é uma empresa que têm uma serie de sistemas com poupanças de até 70% do consumo de água. Por exemplo, os chuveiros têm injecção de ar para terem pressão e, ao mesmo tempo, consumir menos água, sem que se perca a experiência do duche.

    Depois, temos também uma preocupação muito grande ao nível dos resíduos, da utilização de materiais reciclados e que possam, por sua vez, ser também recicláveis. Este aspecto está cada vez mais presente nos nossos projectos, até porque somos dos poucos promotores com relatórios de sustentabilidade publicados e onde detalhamos tudo o que fazemos em termos de sustentabilidade e ESG.

    Como é que isso se traduz na prática?
    Por exemplo, todos os nossos contratos com os empreiteiros, com os fornecedores, têm uma série de cláusulas que obrigam à gestão de resíduos, a uma série de preocupações, também, com a mão de obra. Portanto, com todas as fases. Temos, também, promovido, a industrialização, tanto fora, como na própria obra. Para quê? Para termos menos resíduos, para aumentar o nível de reciclagem.

    Existe uma série de medidas que vão no sentido de fazer com que haja menos emissões, menos resíduos, um tratamento muito mais eficaz desses resíduos, uma incorporação muito maior de materiais reciclados e recicláveis.

    E, depois, uma série de componentes de eficiência energética, tanto ao nível da electricidade, como quanto à água. A incorporação de bombas de calor, painéis solares ou fotovoltaicos. Somos um promotor com uma grande preocupação técnica. Mais de metade da nossa equipa são engenheiros e arquitectos, o que acaba por nos dar outra visão dos projectos.

    O que é que muda?
    Temos muito cuidado com os projectos, com a contratação desses projectos, com o acompanhamento próximo dos empreiteiros e do produto final. O facto de fazermos parte de uma organização internacional, imputa-nos essa responsabilidade. Estamos agora a preparar o nosso terceiro relatório. Tudo isto é um processo, em que estamos continuamente a melhorar.

    Mas ter poucos projectos também nos permite ter um maior impacto, uma maior intervenção no próprio território. E trabalhar com as várias entidades. E fazer a diferença no fim do dia. É isso que nós queremos.

    Há aqui uma ‘democratização’ da qualidade?
    Exactamente. Ou seja, não estamos a fazer um produto diferente só porque tenho públicos-alvo diferentes, seja em termos de conceito arquitectónica, seja ao nível das comodidades, das áreas ou dos materiais. Queremos padronizar e julgo que neste caso a industrialização veio dar um importante impulso.

    Acompanhar as diferentes tendências, tanto em termos de materiais, como de industrialização e de padronização, permite ir nesse sentido?
    Porque é que para nós a escala é importante? Obviamente, é nesta perspectiva de criar cidade, mas também é no sentido de ter uma escala grande que permita diluir os custos e, portanto, permite-nos também ter um melhor produto.

    Sabemos que os custos de construção têm um peso enorme e que isso se reflecte no preço final. É muito mais difícil oferecer o produto de Loures ao preço que está, do que o preço em Miraflores. É por isso que poucos promotores investem nesse segmento.

    É necessário fazer uma grande gestão ao nível dos custos e a industrialização permite-nos isso. Por exemplo, no Élou o desafio foi criar um produto funcionalmente muito agradável e com padrão alto e por isso desenvolvemos um projecto em que determinados elementos pudessem ser padronizados. Isto acontece, por exemplo, ao nível de todas as grades das varandas ou com os armários ou, até, com as casas de banho que são pré-fabricadas e instaladas posteriormente.

    Há um conjunto de técnicas industriais e de escolha de materiais modernos que fazem com que a percepção seja de grande qualidade, tanto em termos de durabilidade e que, ao mesmo tempo, seja eficiente em termos de custos.

    Nós começámos os ensaios no segmento alto, mas queremos ir, cada vez mais, para um segmento popular, mas não é uma coisa muito fácil de fazer. É uma discussão que temos muitas vezes com as Câmaras, muitas vezes com os bancos e que todas essas entidades nos têm apoiado neste movimento, mas é um desafio.

    Sobre o Simplex, como olham para as alterações que este programa está a trazer?
    Estamos todos bastante optimistas. Mas da nossa parte, que temos projectos com dimensão e que, por isso, desenvolvemos uma relação relevante com as Câmaras, mas também com os bancos, que não se irá alterar com estes novos processos.
    Obviamente que, tudo o que diminua prazos de licenciamento, de regulamentações e de procedimentos é muito positivo para o mercado.

    Também ao nível da exigência de um maior acompanhamento da obra não nos parece problemático, até porque na maior parte dos financiamentos bancários, já tínhamos fiscalização externa alinhada com as entidades financiadoras.

    Mas isso já existe noutros países, já é assim noutros países, e de alguma forma também era o que a indústria pedia há muitos anos. No fundo, há aqui algumas ‘dores de crescimento’, mas que é normal.

    Ainda no residencial, que outros segmentos não descartam e que é uma possibilidade de investimento?
    Há um que é natural e que nós, no fundo, estamos a analisar. No passado até dissemos que gostávamos de entrar, que é o Build to Rent. Portanto, o desenvolvimento de projectos voltados para arrendamento.

    A rentabilidade desses projectos é mais baixa do que o Build to Sell, portanto, de projectos para venda. E, portanto, quer dizer, quando nós pesamos na balança, tem sido economicamente muito mais favorável. Mas é qualquer coisa que está no nosso radar e não descartamos, inclusivamente, fazer um piloto para ensaiar um projecto para arrendamento.

    E procuram alguma parceria para esse tipo de projecto?
    Não, não. Nós temos as competências para fazer. E depois o que acontece, tipicamente, é que esses projectos, depois de estarem feitos e com os apartamentos arrendados, são adquiridos por investidores institucionais, como seguradoras, fundos de pensões, esse tipo.

     

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    Construção

    50M€ para obras no Aeroporto do Porto

    A ANA Aeroportos de Portugal assinou com a Acciona, o contrato de empreitada da obra de reforço estrutural da pista do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no valor de 50 milhões de euros. Esta intervenção visa o desenvolvimento do aeroporto do Porto, permitindo acomodar o crescimento do tráfego futuro

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    A ANA Aeroportos de Portugal assinou com a Acciona, o contrato de empreitada da obra de reforço estrutural da pista do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no valor de 50 milhões de euros.  A empreitada vai ter início no próximo 31 de Julho e vai prolongar-se durante 19 meses. Todas as intervenções serão feitas entre as 00h00 e as 06h00, de segunda a sábado, para minimizar o impacto nas operações aeroportuárias. Adicionalmente, vai ser necessário encerrar a pista a 10 de Setembro para a execução de trabalhos mais complexos.

    Com este investimento, a ANA vai reforçar as condições operacionais do Aeroporto do Porto, sendo esta a maior intervenção realizada na pista desta infraestrutura.

    A intervenção será realizada na pista e áreas adjacentes e envolve os trabalhos de: reforço estrutural do pavimento da pista; ajustamento dos perfis longitudinais e horizontais da pista; substituição do sistema luminoso de aproximação; ajustamento dos perfis das faixas de segurança da pista; substituição do sistema de luzes de pista por LED’s; substituição de toda a rede de colectores instaladas na área de intervenção; instalação do sistema de luzes de precisão na pista 35, para permitir operações em baixa visibilidade.

    Para Thierry Ligonnière, CEO da ANA, este “é um investimento estrutural relevante que vai contribuir para o desenvolvimento do Aeroporto do Porto e para que continue a ser um dos melhores aeroportos da Europa, de acordo com as opiniões dos passageiros”. “Este é mais um investimento que fazemos nos aeroportos portugueses que demonstra o empenho das equipas da ANA e da VINCI Airports na promoção da conectividade aérea do país e das regiões e da segurança das operações”, sublinha o CEO da ANA.

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    MCA conclui quarto parque solar em Angola

    Com uma potência instalada de 25,3 MWp, foram montados cerca de 44 mil painéis solares no parque solar do Luena, em Angola. Este é o quarto projecto, de um total de sete, que a MCA está a construir em Angola

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    Foi inaugurado o Parque Fotovoltaico do Luena, na província de Moxico, em Angola. Esta infraestrutura, com uma potência instalada de 25,3 MWp, foi construída pela MCA e irá abastecer 59 483 pessoas. Este é o quarto parque solar entregue, de um total de sete, que a empresa portuguesa está a construir em Angola.

    “É com enorme orgulho que entregamos o quarto parque solar em Angola. As nossas equipas reconhecem o impacto que estes projectos têm na melhoria da qualidade de vida da população e estão a realizar um excelente trabalho. Identificamo-nos muito com este projecto, sentimos orgulho em fazer parte, em contribuirmos, com o nosso know-how”, afirma Manuel Couto Alves, chairman da MCA.

    Com a entrada em funcionamento deste parque fotovoltaico, que representa um investimento de 36,9 milhões de euros e compreende um total de 43.680 painéis solares, o sistema beneficia de uma capacidade de produção de energia renovável considerável. Este investimento conjugado com a nova linha de interligação da central térmica da Wartsilla com a SE do Luena, vai permitir, por um lado, um maior aproveitamento da produção renovável e uma maior estabilidade do sistema, reduzindo a possibilidade de blackouts, e, por outro, a redução do consumo de combustível por parte da central térmica.

    Construído pela portuguesa MCA, em consórcio com a norte americana Sun Africa, para o Governo de Angola, este projecto faz parte de um conjunto de sete parques solares fotovoltaicos, que deverão estar operacionais até ao final do ano, totalizando uma capacidade de 370 megawatts (MWp). Esta energia é suficiente para fornecer mais de dois milhões de pessoas, e tratando-se de uma energia “limpa”, evita a emissão de mais de 900.000 toneladas de CO2 por ano.

    À semelhança de que aconteceu nos projectos anteriores, a construtora desenvolveu projectos de responsabilidade social com impacto económico e social nas comunidades em que se inserem. Assim, foram construídos mercados, pavilhões de formação, doadas cadeiras de rodas e dada formação nas escolas com a finalidade de consciencializar os mais jovens para cuidarem do planeta. Além disso, estão também a ser formados carpinteiros que reutilizam a madeira que transporta os painéis solares e constroem mobiliário, que já está a equipar escolas e unidades de saúde.

    O projecto de electrificação de zonas rurais, inserido no plano “Energia Angola 2025”, tem como objectivo diversificar a matriz energética do país, a fim de garantir que cerca de 77% da população rural tenha acesso a electricidade, bem como contribuir para a redução anual de emissões poluentes em cerca de um milhão de toneladas de dióxido de carbono.

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    Altis inaugura investimento de 27M€ no coração do Porto

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”

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    O Grupo Altis acaba de inaugurar a sua mais recente unidade na cidade do Porto, um investimento estimado em 27 milhões de euros que, segundo os responsáveis da cadeia hoteleira, representa o compromisso do Grupo Altis Hotels com a excelência e a inovação no setor hoteleiro.

    Com 95 quartos e 7 suites “meticulosamente decoradas”, o Altis Porto Hotel oferece um oásis de conforto, com um ambiente intemporal e contemporâneo, “é complementado por uma gama de comodidades de excelência, incluindo um sundeck panorâmico com cocktail bar no rooftop, uma piscina que se estende até ao horizonte com uma vista deslumbrante sobre o Rio Douro e um restaurante liderado pelo talentoso Chef André Cruz, o Exuberante”.

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”.

    Em comunicado, o grupo hoteleiro salienta que “o Altis Porto Hotel é uma promessa de experiências memoráveis e impacto positivo na comunidade local. Com iniciativas de responsabilidade social e ambiental integradas na sua filosofia, o hotel procura não apenas proporcionar uma estadia excecional aos seus hóspedes, como também contribuir para o desenvolvimento sustentável da região e o bem-estar da comunidade”. “Além disso”, acrescentam, o Altis Porto Hotel implementou práticas eco-friendly em todas as áreas do hotel, desde a gestão de resíduos até a eficiência energética, demonstrando um firme compromisso com a preservação do meio ambiente.

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    Italiana Molteni&C chega a Lisboa com a Cushman & Wakefield

    A nova flagship store da marca italiana Molteni&C em Portugal encontra-se no número 254 da Avenida da Liberdade, uma loja com 358 metros quadrados (m2), tendo a C&W representado o proprietário Revilla

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    A Cushman & Wakefield (C&W) foi responsável pela colocação de uma flagship store da marca italiana Molteni&C em Portugal, no número 254 da Avenida da Liberdade. A loja, com uma dimensão de 358 metros quadrados (m2), foi inaugurada no passado dia 15 de Maio. Neste processo, a C&W representou o proprietário Revilla.

    A Molteni&C é uma marca de mobiliário de categoria “topo de gama”, fundada em 1934, em Itália. Produz móveis e acessórios para casas projetadas pelos principais designers da indústria. Ao longo dos anos, a Molteni&C construiu uma “sólida” reputação como uma das principais marcas de mobiliário topo de gama do mundo. A marca é amplamente reconhecida pelo design sofisticado e qualidade excecional dos seus produtos, bem como pela atenção ao cliente.

    “A escolha para a abertura da Molteni&C vem confirmar a diversidade de actividades de luxo a Avenida da Liberdade pode acomodar, sendo, sem dúvida, o local de compras mais sofisticado e exclusivo da cidade de Lisboa e os clientes poderão agora explorar todas as colecções desta marca de topo”, comenta Maria José Almeida, associate do departamento de Retalho, Cushman & Wakefield.

    A Molteni&C em Portugal oferece uma “elegante” gama de produtos para uma decoração de interiores, destacam-se os armários, sofás, poltronas, mesas, camas, escritórios entre outros diversos artigos de decoração.

    “Para mim, a Molteni&C, marca com que trabalho e tenho uma relação há mais de 20 anos, é uma pedra preciosa rara que merece estar entre as grandes marcas que habitam a Avenida da Liberdade. Temos acompanhado a evolução de Lisboa como centro cosmopolita e, perante este cenário, considerámos que fazia também sentido brindar a cidade com um novo ponto de design de qualidade e requinte”, refere Ana Kurash, fundadora e CEO da Servànt, representante da Molteni&C em Portugal.

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    DIGITALBuilt o balcão único de apoio à transição digital do sector

    O pólo de inovação digital para o sector AEC, DIGITAL Built, arrancou oficialmente em Maio e pretende ser uma “one stop shop” de apoio às empresas do sector no seu percurso de transição digital. Formar, financiar e validar são alguns dos serviços que irá prestar

    Os pólos de inovação digital são consórcios que visam ser uma one-stop-shop, um balcão único, para as pequenas e médias empresas, facilitando-lhes uma porta de entrada no ecossistema de inovação, da digitalização, da automação e, por esta via, da sustentabilidade. A rede portuguesa de pólos de inovação digital é composta por 17 consórcios, dos quais três pertencem à rede europeia (European Digital Innovation Hub, EDIH), com a qual a iniciativa portuguesa está em linha. A medida é financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência, componente C16 – Empresas 4.0, que reúne os investimentos que visão reforçar a digitalização das empresas. Esta medida conta com uma dotação de 60 milhões de euros do PRR e tem como metas a criação de 16 pólos de inovação digital e prestar serviços a 4000 empresas até 2025.

    Sendo o esforço de digitalização transversal aos vários sectores da economia os diferentes pólos divergem nos sectores a apoiar. Para as empresas do sector AEC, Arquitectura, Engenharia e Construção, o “balcão único” dá pelo nome de DIGITALBuilt. Este consórcio integra o cluster AEC, via Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) que é a entidade líder de consórcio, e os clusters da Ferrovia (via Portuguese Railway Cluster Platform Association, ou Plataforma Ferroviária Portuguesa) e dos Recursos Minerais (Associação Cluster Portugal Mineral Resources). Aos três clusters juntam-se ainda as entidades prestadoras de “serviços”: o Itecons, a Associação Centro de Competências Ferroviário (CCF), StoneCITI, BUILT CoLAB, INESC TEC, FI Group e a FNWAY Consulting & Innovation. O pólo de inovação digital do sector AEC é um dos três pólos que integram, simultaneamente, a rede europeia EDIH.

    Testar antes de investir, validar, capacitar e financiar
    Em primeiro lugar importa desde logo salientar que o DIGITALBuilt, bem como qualquer um dos outros pólos de inovação digital, não têm como missão realizar actividades de inovação e desenvolvimento per si, antes ajudar o ecossistema nacional. “O objectivo é criar um hub que ajude as empresas no caminho da inovação, da sustentabilidade e eficiência, com incentivos financeiros muito significativos. Os verdadeiros actores são as entidades a quem compete prestar os serviços, cabendo aos clusters disseminar este hub entre o seu universo de empresas”, sublinhou Rita Moura, presidente da comissão executiva da PTPC, na recente apresentação pública do DIGITALBuilt.

    A ideia é “possibilitar a testagem e experimentação, facilitar a criação de ecossistemas e sinergias, facilitar e apoiar o financiamento, a formação e capacitação dos seus recursos e disponibilizar as infraestruturas para que as empresas possam criar competências digitais”, sintetizou.

    Os sete parceiros irão dividir entre si os serviços a prestar os quais estão agrupados em torno de cinco grandes áreas: “Capacitação e treino; diagnóstico de maturidade digital; serviços de incubação; apoio à procura de investimento; e ‘test before invest’”.

    “A capacitação e treino é uma das principais valências, para o sector AEC estamos a falar, por exemplo, da capacitação em BIM, programação aplicada à construção, Autocad, que continua a ser um desafio para muitas empresas, de gestão de projectos. O diagnóstico de maturidade digital, a ‘awereness’ que cada empresa terá das suas capacidades digitais é fundamental para saber para onde devem ir “, explicou João Moutinho, director do BUILT CoLAB. “A incubação será prestada sobretudo pelo parceiro INESC TEC, estamos a falar de mentoria para start-ups, laboratórios de co-criação. Financiamento, há um grande potencial na procura destes serviços e estudos financeiros e de mercado, de identificação de negócios, grande potencial na procura de serviços. E, por fim, o ‘test before invest’, porque é crucial testar antes de investir, e estamos a falar de montantes elevados e de investimentos que podem mudar o curso de uma empresa”, sublinhou o responsável do BUILT CoLAB, que é também um dos parceiros do consórcio DIGITALBuilt.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Empreendimento Aurios da Emerge com soluções de interior da Vicaima

    Promovido pela Emerge, o projecto combina um design “excepcional” com funcionalidades de “última geração”, onde se incluem soluções em portas de interior Portaro EI30 AC40dB e Portaro Inverse. Tanto as portas como os painéis têm acabamento lacado NCS 1005 Y50R

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    O novo empreendimento Aurios, situado na histórica Quinta da China, beneficia de vistas “deslumbrantes” para o rio Douro e é parte integrante dos esforços para revitalizar esta zona, que preveem também a construção de uma nova ponte, entre outros projectos.

    Concebido pelo gabinete VMA Arquitetura, o Aurios é um projecto que combina um design “excepcional” com funcionalidades de última geração, onde se incluem soluções em portas de interior da Vicaima.

    O Portaro EI30 AC40dB é a escolha para as portas de entrada dos apartamentos, destacando-se pela sua capacidade de combinar resistência ao fogo e isolamento acústico, proporcionando um ambiente “seguro e tranquilo” para os residentes. Esta solução, certificada por entidades internacionais acreditadas, atende rigorosamente aos requisitos de segurança e conforto exigidos.

    Com elevado destaque em todas as divisões, é integrado o Portaro Inverse, uma solução que inclui porta, aro e acessórios numa peça única, sendo que através do conceito Inverse é ainda possível incorporar a porta faceada pela guarnição ou painéis, criando uma superfície rectilínea e contínua que se alinha de forma harmoniosa com a estética contemporânea do empreendimento.

    As portas e painéis do Aurios apresentam um acabamento lacado NCS 1005 Y50R, pensado para espaços que combinam “sofisticação e amplitude visual”, realçando a “qualidade e o design superior” do projecto.

    Com conclusão prevista para 2025, o Aurios afirma-se como um projecto distintivo no portfolio de projectos residenciais da Vicaima.

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    Garcia Garcia lança programa de estágios de Verão

    Estão abertas as candidaturas ao “Garcia Summer Internship”, uma iniciativa direccionada a estudantes de licenciatura e mestrado e que decorre durante os meses de Verão. As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão

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    As candidaturas para o programa de estágios de Verão, “Garcia Summer Internship” da Garcia Garcia, estão de volta. Até 30 de Junho, a construtora nacional está à procura de estudantes de licenciatura e mestrado, oferecendo-lhes estágios remunerados que podem ir de um a três meses e que serão acompanhados por uma bolsa mensal, assim como subsídio de alimentação.

    A iniciativa “Garcia Summer Internship” tem como foco as novas gerações enquanto impulsionadoras do futuro nas diversas áreas de negócio do grupo. Esta é uma oportunidade para os estudantes experienciarem o contexto real de trabalho, permitindo-lhes adquirir conhecimentos com profissionais experientes da construtora nacional.
    Os jovens serão integrados nas equipas da Garcia Garcia e poderão estagiar entre um a três meses. Os estudantes serão integrados numa das áreas do grupo, estreitando, assim, a sua relação com o mercado de trabalho.

    Durante o decorrer do estágio, os participantes serão designados a um orientador que os acompanhará ao longo de todo o período, proporcionando-lhes uma visão abrangente das responsabilidades diárias associadas à sua área de estudo. Esta imersão no mundo real permite não só o desenvolvimento de competências práticas, mas também uma melhor compreensão das suas ambições profissionais após a conclusão dos estudos.

    As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão.

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    Empreendimento Vila do Tijolo

    Imobiliário

    NOS Smart Home estreia-se em Lisboa e Porto

    Vila do Tijolo, em Lisboa, e Asprela Living Lofts, na zona de Paranhos, no Porto, são os primeiros dois empreendimentos a implementar as casas inteligentes NOS Smart Home

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    A NOS acaba de assinar os dois primeiros contratos para a implementação das NOS Smart Home, em Lisboa, na “Vila do Tijolo”, e no Porto, Asprela Living Lofts. Entre os dois empreendimentos compreendem um total de 65 casas inteligentes e conectadas pela tecnologia NOS, as primeiras das quais deverão ser lançadas para comercialização até ao Verão.

    Cada casa será equipada com soluções inteligentes que simplificam as tarefas diárias e promovem uma utilização eficiente do consumo energético, garantindo uma vida mais sustentável e consciente.

    “Estes primeiros contratos demonstram o interesse dos promotores em inovar e apostar em soluções sustentáveis também dentro de casa, com a NOS trazendo anos de experiência e suporte para elevar a experiência de habitação, agora mais inteligente, completa e satisfatória”, sustenta Daniel Beato, administrador da NOS.

    Em Lisboa, a Vila do Tijolo, localizada na Estrela, o novo projecto residencial que tem a Overseas na gestão de projecto e cujo lançamento está previsto para breve, será um dos primeiros projectos equipados com o sistema NOS Smart Home. O edifício de finais do século XIX, que serviu de habitação aos operários da Cerâmica Junça (Fábrica Progresso Artístico) é reconhecido como Monumento de Interesse Municipal. O edifício será agora restaurado, preservando a sua história e características únicas.

    O projecto, que contempla 30 apartamentos e cinco moradias, oferecerá um ambiente singular, com jardins interiores amplos e cuidadosamente planeados, além de espaços de lazer, ginásio, piscina comum e muito mais. Entre as funcionalidades NOS a implementar contam-se os módulos de segurança, protecção, fechadura inteligente, controlo de iluminação e, adicionalmente nas moradias, controle de estores, climatização e tomadas inteligentes.
    Nuno Coelho, um dos promotores do projecto, justifica a escolha pela tecnologia NOS Smart Home “motivada pelo desejo de combinar tradição e inovação num mesmo espaço, oferecendo aos proprietários a confiança e o suporte contínuo da marca”.

    No Porto, o projecto Asprela Living Lofts, na freguesia de Paranhos, oferecerá 30 apartamentos T0, idealmente localizados próximo ao polo universitário. Este empreendimento, desenvolvido pelo fundo Sapore Sic Imobiliária Fechada., é destinado a estudantes universitários, pós-doutorados e jovens profissionais que procuram uma vida prática e confortável. Com lançamento previsto para o Verão, o projecto contará com segurança e funcionalidades de automação, como válvulas de água inteligentes para evitar eventuais danos por fugas, e estores automáticos que contribuem para a eficiência energética.

    Miguel Moreira, investment manager da Point Capital Partners (gestora do fundo), refere que “a solução NOS Smart Home foi escolhida pela afinidade do nosso público-alvo com a tecnologia e a NOS, além de reconhecida por possuir o DNA da inovação garantiu a competitividade que precisávamos para incluir esta alavanca no projecto”.

    A nova área de negócios do grupo, a NOS Smart Home, foi lançada oficialmente em Novembro de 2023 e é direccionada para promotores imobiliários. A NOS trabalha em parceria desde a conceção do projeto, passando pela instalação, apoia na comercialização e garante suporte para que cada casa seja uma vivência imersiva e futurista para os seus moradores.

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