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Bastonário da Ordem dos Engenheiros em entrevista à Construir TV

Carlos Matias Ramos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, vem à Construir TV para discutir o novo Estatuto da Ordem, o ensino da Engenharia em Portugal, os desafios que se colocam ao novo Executivo. Mas há mais. Para ver em Construir Entrevista

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Carlos Matias Ramos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, vem à Construir TV para discutir o novo Estatuto da Ordem, o ensino da Engenharia em Portugal, os desafios que se colocam ao novo Executivo. Mas há mais. Para ver em Construir Entrevista

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Ferca marca presença na Tektónica

Sistema Ferca CBX, produzido a partir de plástico 100% reciclado, assim como o produto Cupolex, estarão em destaque na feira

A Ferca volta a marca presença na edição de 2022 da feira da construção Tektónica de 12 a 15 de Maio, onde será exibido o sistema Ferca CBX, valorizado pelo seu carácter ecológico, uma vez que é produzido a partir de plástico 100% reciclado, assim como o produto Cupolex, que terá especial destaque.

Depois do produto Cobiax CLS ter sido um dos quatro eleitos com uma Menção Honrosa, no concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021, foi agora a vez da Ferca ser distinguida como PME Líder’21 e receber a certificação TÜV Rheinland, que garante a conformidade com a norma ISO 9001.

Hugo Ornelas, CEO da FERCA, reforça a sua satisfação pela atribuição desta categoria e revela quais os próximos passos. “Parte da estratégia da empresa passa por desenvolver novas parcerias no âmbito de produtos e sistemas relacionados com a nossa área de actividade, que permitam incorporar sustentabilidade, racionalidade e inovação na construção. Nem sempre as inovações resultam de forma tão clara e penso que o papel dos nossos colaboradores e o know-how que reside na empresa sejam determinantes para mais um passo importante”.

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Roca vence prémios internacionais de design

Duas das mais recentes criações da Roca, a colecção Ona e as smart toilets In-Wash, foram reconhecidas com três prémios de design internacionais — iF Design Award, Red Dot Design Award e “Best in Show”, na Expo Revestir

A coleção Ona recebeu três prémios internacionais — um iF Design Award e dois prémios “Best in Show”, na Expo Revestir. O design do novo lavatório da coleção Ona da Roca foi galardoado com um iF Design Award 2022 e dois prémios “Best in Show”, na Expo Revestir, nas categorias de “melhor lavatório” e “melhor produto fabricado em porcelana vitrificada”.

Criado em 1969, o prémio iF Design Award é reconhecido pelo sector como um dos mais prestigiados prémios de design a nível mundial. Este ano, o júri foi composto por 132 especialistas em design independentes, provenientes de mais de 20 países. O lavatório da colecção Ona foi considerado o design que mais se destacou entre um total de 3518 candidaturas. Já a Expo Revestir é uma das feiras mais prestigiadas na América Latina que reúne arquitectura, design de interiores e o sector da construção.

Desenvolvida pela equipa do Roca Design Center em colaboração com os estúdios internacionais de design Noa Design e Benedito Design, a colecção define-se por um design de inspiração mediterrânica, com formas suaves e linhas geométricas. Os lavatórios Ona, destacam-se pelas diversas possibilidades apresentadas pelo Fineceramic, o material cerâmico exclusivo desenvolvido pela Roca, que permite a produção de peças mais finas, leves e resistentes, que se adaptam a qualquer tamanho. Além disso o Fineceramic permite um processo de produção mais sustentável, sem desperdício, uma vez que todos os componentes têm origem natural.

As smart toilets da Roca receberam um iF Design Award 2022 e dois Red Dot Awards 2022

As smart toilets da Roca continuam a evoluir e a incluir novas funções e tecnologia integrada num design minimalista. Estas caraterísticas contribuíram para que a smart toilet Insignia In-Wash da marca conquistasse o prémio internacional iF Design Award 2022, bem como o Red Dot Award 2022 na categoria de melhor design de produto do ano. Este último prémio foi igualmente atribuído à smart toilet Khroma In-Wash da marca.

Insignia In-Wash, a smart toilet mais recente e sofisticada da Roca, inclui uma tecnologia avançada desenvolvida pela equipa de investigação, desenvolvimento e inovação da empresa. Equipada com soluções concebidas para assegurar uma higiene e desinfecção exigente, a smart toilet Insignia In-Wash é a mais completa desta linha de produtos: o tratamento Supraglaze torna a sanita numa superfície antibacteriana mais resistente e segura, enquanto a luz ultravioleta integrada e o sistema de eletrólise da água assegura uma elevada capacidade de desinfeção. Além do sistema de poupança de água, estas caraterísticas juntam-se a outras funções inteligentes como a luz noturna, o sistema de autodescarga com detecção de movimento, controlo por voz e controlo remoto.

O outro design galardoado com o prémio Red Dot Design é o Khroma In-Wash, uma sanita que combina tecnologia inteligente e uma larga variedade de cores e texturas, podendo assim adaptar-se a qualquer estilo. Disponível em alguns mercados em vermelho, branco brilhante, preto e bege.

Para a Roca, os prémios iF Design Award e Red Dot Design representam o reconhecimento do seu forte compromisso para com a investigação e o desenvolvimento em nova tecnologia que torna a experiência no espaço de banho em algo confortável, seguro e higiénico.

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O ano de arranque da Logística

Em 2022, o investimento imobiliário no sector logístico e industrial deverá disparar, impulsionado pela entrada de novos players no mercado e acompanhando o crescimento do sector a nível europeu, assim haja activos para comercializar

O segmento de Indústria e Logística na Europa recebeu, no ano passado, um volume de investimento de 62 mil milhões de euros, um valor 79% acima da média dos últimos cinco anos. De acordo com o estudo da Savills European Logistics Outlook, de Fevereiro, o ano passado terminou com a absorção de 40 milhões de m2 na Europa, um valor sem precedentes que se coloca 40% acima da média da área absorvida nos últimos cinco anos.

Em Portugal, o sector segue a tendência de crescimento, mas esbarra com a falta de activos para comercializar. “Ao contrário do que se verificou em diversos países europeus nos últimos anos, o investimento em activos de logística teve uma reduzida expressão em Portugal, não pela falta de interesse por parte dos investidores, mas principalmente por não existir produto disponível para venda”, refere Michael Costa Gabriel, consultor de Industrial e Logística da CBRE Portugal. Segundo o responsável, “efectivamente, em 2021, o investimento no sector Industrial & Logístico totalizou apenas 65 milhões de euros, ou seja 3% do investimento total em imobiliário comercial em Portugal (no conjunto dos países europeus representou 17% do investimento total)”. Contudo, este especialista não tem dúvidas: “Em termos de volume transaccionais, Portugal parte de uma posição abaixo dos níveis europeus, no entanto, acompanha efectivamente a tendência europeia em termos de crescimento e interesse no segmento, registando já um investimento acelerado em 2022, directamente associado à grande procura de activos logísticos”.

A opinião tende a ser unanime ao sector. “O mercado imobiliário tem vindo a sofrer mudanças bastante positivas, nomeadamente no sector logístico e já em 2021 verificámos um recorde nos valores de ocupação na ordem dos 700 000 m2”, sublinha Sérgio Nunes. O responsável, Head of Industrial, Logistics & Land da Cushman & Wakefield, afirma que “neste momento Portugal está a acompanhar a tendência de crescimento da Europa no sector. Contudo ainda existe um longo caminho pela frente para que possamos acompanhar o investimento dos outros países europeus no segmento logístico”.

O ano de 2022 arrancou da melhor forma para o segmento I&L, com um volume de investimento de aproximadamente 170 milhões de euros. Em apenas três meses mais do que duplicou o valor do investimento total do segmento registado o ano passado. “Encontram-se actualmente em negociação diversos outros activos, incluindo portefólios, e a CBRE estima que no total do ano serão canalizados para esta classe de activos mais de 750 milhões de euros, o que será certamente um valor recorde em Portugal”, avança Michael Costa Gabriel.

Os drivers do crescimento

O crescimento do segmento de I&L em Portugal tem sido impulsionado pelo aumento do comércio do e-commerce, mas também pela necessidade de as empresas aumentarem os seus stocks, de forma a poderem cumprir o normal funcionamento da sua cadeia de distribuição. Uma preocupação especial depois das dificuldades sentidas no transporte e distribuição internacionais nos anos de pandemia. “O e-commerce foi um dos principais drivers que contribui para o crescimento da indústria logística em Portugal, visto que os players necessitaram procurar espaços e armazéns que garantissem a disponibilidade dos seus produtos, no menor tempo possível, aos clientes. Contudo, este crescimento tenderá a ser influenciado, e impactado, pela guerra na Europa, uma vez que este acontecimento veio alterar trocas comerciais, as necessidades das empresas e, sobretudo, suscitar alguma preocupação nos investidores”, justifica Sérgio Nunes.

Nesse sentido, “há uma procura robusta por diversos produtos logísticos, desde naves logísticas a distribution centres. Perspectiva-se a contínua penetração do e-commerce no mercado nacional, aumentando consequentemente o interesse em activos dedicado a este segmento”, refere Michael Costa. “Registamos um maior número de operadores logísticos no panorama nacional, associado à expansão da actividade e reorganização de empresas, que inclui a restruturação de activos. Consequentemente, existe um flee to safety, com a procura de activos modernos que oferecem melhores condições de segurança e conforto aos colaboradores, com impacto na produtividade dos mesmos”, continua o mesmo especialista.

Um mercado alimentado por players internacionais
A Cushman & Wakefield perspectiva um ano com muitas transacções – desde a aquisição de terrenos para desenvolvimento de novos parques logísticos, à compra de armazéns activos com rendimento e de armazéns vazios para serem ocupados nos principais eixos, de Lisboa e Porto. “A par disso, a aposta em novos parques logísticos irá traduzir-se em mais oferta aos ocupantes, bem como um mercado mais estruturado para os players do sector logístico”, sustenta Sérgio Nunes. Para o Head of Industrial, Logistics & Land da consultora os principais “players que têm vindo a investir no mercado logístico nacional são, essencialmente, internacionais, de grande dimensão, com um perfil value-added e, cujo objectivo, consiste em reposicionar e acrescentar valor aos activos, bem como apoiar parceiros locais”.

Para Michael Costa Gabriel a procura e o interesse é partilhada tanto por investidores nacionais como internacionais alimentados, e muito, pela “grande margem de progressão do sector logístico. Para o Consultor de I&L há ainda “muito a fazer em termos de novos e melhores activos logísticos. O sucesso registado por parte destes investidores na colocação e venda de activos traduz-se numa renovada vontade de investir no sector. Há novos players que estão em Portugal para ficar, e que procuram aumentar a sua oferta.

Mas nem tudo é fácil, persiste a escassez de produto disponível uma vez que existe um grande volume em pipeline que não deverá estar concluído antes de 2023. Pelo que a escassez de oferta disponível deverá alimentar a tendência de adaptação dos espaços já existentes. O aumento de custos, quer dos combustíveis, mas também da energia e dos materiais de construção tenderão a impactar o segmento de I&L em Portugal. “Diria que a lentidão burocrática, associada a atrasos nos licenciamentos, representa a maior ameaça à expansão do sector logístico em Portugal. Em paralelo, as indefinições dos custos de construção levam a cuidados acrescidos, que podem limitar o crescimento”, alerta Michael Costa Gabriel.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Projecto da Vanguard na Comporta avança para nova fase

As vendas da componente residencial e hoteleira do condomínio Dunas deverão arrancar a partir de Julho e as primeiras moradias deverão estar concluídas em 2024. Ainda este ano, o campo de Golfe pode começar a receber os primeiros jogadores

Um dos mais emblemáticos projectos da Vanguard Properties, o Terras da Comporta, está prestes a entrar numa nova fase. Com as infraestruturas do condomínio Dunas concluídas no Verão deste ano, a promotora “estima dar início às vendas em planta da parte residencial e hoteleira a partir do segundo semestre de 2022”. Ao Construir, Duarte Zoio, head of corporate communications da Vanguard Properties, confirmou, ainda, “que até 2024 estão previstas terem dezenas de moradias prontas a habitar”. Os preços esses rondam os 1,7 e os 20 milhões de euros.

Também no Dunas, o campo de golfe com 18 buracos, par 72, desenhado por David McLay-Kidd, “que já está na fase final de growing, estará apto a ser jogado em Setembro deste ano”.

Refira-se que o condomínio Dunas inclui hotelaria e condomínios turísticos, uma componente comercial e cultural bem como um conjunto de serviços, entre os quais uma clínica médica, assim um Clubhouse com capacidade para eventos.

Já o condomínio Torre deverá ter as suas infraestruturas concluídas entre o final do ano e início de 2023. Também neste, inserido num pinhal com 365 hectares, estão previstas moradias, hotelaria e condomínios turísticos bem como campo de golf de 18 buracos par 72. Desenhado por dois campeões do US Open este percurso terá um Clubhouse dimensionado para eventos desportivos, culturais e corporativos.

Quanto à componente hoteleira, a Vanguard Properties “estima ter um ou dois hotéis prontos entre 2024 e 2025”.

Com um investimento global superior a três mil milhões de euros, este é um projecto para desenvolvimento a médio e longo prazo. O projecto de arquitectura dos lotes esteve a cargo da AO – LX e da OODA, tendo o atelier Saraiva + Associados assinado o Clubhouse do Dunas e da Torre, assim como a coordenação geral do restante projecto. O paisagismo do Clubhouse do Dunas coube a PB ARQ e da Torre foi da responsabilidade de Hipólito Bettencourt. A empreitada está a cargo da DST e a fiscalização é da Tecnoplano. A TPF assume os trabalhos de projectista das infraestruturas dos condomínios.

Sustentabilidade

A preocupação ambiental tem sido uma das bandeiras da promotora para este projecto que, desde que concluiu o negócio para a sua aquisição, sempre se quis distanciar de um tipo de construção massiva e abusiva. É nesse sentido, que a aposta ao nível da sustentabilidade, da economia circular e respeito das tradições locais são alguns dos pilares do Terras da Comporta.

Ao nível da qualidade e eficiência das infraestruturas, a Vanguard Properties optou por um método construtivo inovador e menos invasivo, em madeira, NZEB e C02 negativas, integradas numa Comunidade Energética.

Neste sentido, e por forma a permitir “uma autonomia energética de pelo menos 80% através da produção própria a partir de fontes renováveis”, a Vanguard Properties e a Energia Unida, do Grupo Greenvolt, anunciaram, recentemente, uma parceria para desenvolver uma comunidade de produção descentralizada de energia para o Terras da Comporta. Todos os edifícios que serão construídos no projecto estarão ligados à comunidade energética descentralizada, o que significa que serão simultaneamente produtores e consumidores de energia, o que inclui os dois campos de golfe, loteamentos residenciais, hotéis, hotéis-apartamento, aldeamentos turísticos e equipamentos logísticos e comerciais.

De acordo com a promotora, “esta será a maior comunidade energética de Europa” e deverá contar com uma produção estimada de cerca de 7MW através da instalação de 35.000 m² de painéis fotovoltaicos.

O investimento previsto é de até 11 milhões de euros, sendo que até sete milhões de euros serão investidos por parte da Energia Unida e até quatro milhões nas estruturas de car-park, a cargo da Vanguard Properties, sobre os quais serão instalados os painéis.

O conceito de comunidade energética consiste na produção descentralizada de energia e partilha com os membros da comunidade. A título de exemplo, no caso do “Terras da Comporta”, cada casa, cada unidade hoteleira ou espaço comercial terão instalados painéis fotovoltaicos que estarão a produzir energia para consumo próprio ou para partilha com a comunidade, sempre que não haja necessidade de consumo ou em caso de excesso de produção. Desta forma, há uma optimização da produção e do consumo com benefícios muito significativos para os consumidores que podem atingir uma redução do custo de energia de cerca de 40%. Por outro lado, tratando-se de produção de energia a partir de fontes renováveis vai contribuir para o grande objectivo de sustentabilidade do projeto, que passa por garantir que todos os edifícios construídos sejam neutros em emissões de carbono (Net Zero Carbon Buildings).

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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“Estamos optimistas que dinâmica do sector se reflectirá no SIL”

Pela primeira vez a decorrer no mês de Maio e sem quaisquer retrições relacionadas com a pandemia de Covid-19, a edição de 2022 do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) recupera o seu formato totalmente presencial e pretende reforçar o seu lugar enquanto “marketplace e ponto de encontro do sector”. Em conjunto com a Tektónica, totalizam uma área superior a 30 mil m2 e 250 expositores

Em entrevista ao CONSTRUIR, Sandra Bértolo Fragoso, gestora do SIL, destaca a resiliência do sector e o facto de, “apesar de todos os constrangimentos”, o Salão nunca se ter deixado de realizar. Mesmo com a incerteza provocada, actualmente, pela guerra na Ucrânia, com reflexos nas presenças internacionais, a responsável considera que esta edição superou todas as expectativas e, em menos de seis meses da última edição, conta já com um maior número de expositores e uma maior área de exposição. Outro “ponto alto” são as conferências, um espaço que permite aos profissionais do sector o debate dos temas da actualidade, organizadas em conjunto com a APPII.

A participação do Salão foi antecipado para Maio. Qual o motivo dessa decisão e de que forma isso poderá significar uma mais valia para o SIL?
A Fundação AIP decidiu antecipar o SIL para o primeiro semestre do ano, considerando que há uma maior apetência nesse período para aquisição de activos imobiliários. Para além disso, esta nova data alarga as potencialidades do Salão em segmentos específicos do sector, designadamente no sector Residencial Turístico. Este segmento, retirará maior retorno da participação no SIL, apresentando os seus activos quer para venda quer para aluguer temporário (Verão).
De referir que se mantém a simultaneidade com a Tektónica, salão líder da Construção em Portugal. Sendo os dois eventos complementares, existe um incremento de sinergias que irão beneficiar expositores e visitantes. O bilhete de acesso ao SIL é válido para a Tektónica e vice versa.

Quais as expectativas para a edição deste ano, depois de dois anos muito atípicos?
As nossas expectativas são que o SIL continue a ser o marketplace do sector, o ponto de encontro de investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e público potencial comprador. Esperamos que, como salão líder do Imobiliário em Portugal, proporcione network, concretização de negócios e debate sobre as tendências e o futuro do imobiliário.
Estamos confiantes, na medida em que os indicadores do inquérito de satisfação realizado aos expositores da edição anterior foram muito gratificantes para a organização. Assim, 91,7% afirmaram ter atingido ou ultrapassado os seus objectivos e 83,3 % consideraram que a sua participação no SIL gerou retorno ou perspectivava que gerasse retorno nos próximos seis meses.

Qual o número de presenças esperado?
Nesta edição vamos ocupar os dois pavilhões da FIL, o Pavilhão Multiusos, a área exterior entre pavilhões e ainda o PT Meeting Center, onde vão decorrer as Conferências do SIL, iremos ocupar mais de 30.000 m2, num total superior a duzentos e cinquenta expositores, que mais uma vez voltam a juntar-se: Tektónica – Feira Internacional da Construção e SIL – Salão Imobiliário de Portugal.
Que temas vão estar em destaque nas conferências, que são sempre um ponto forte do Salão?
As conferências do SIL Investment Pro, são um dos pontos altos do salão, dedicadas aos profissionais do sector, teremos dois dias de reflexão e debate sobre os novos desafios que o sector enfrenta. No dia 12 de Maio iremos debater temas dedicados às Cidades, com a presença dos presidentes da Câmara de Lisboa, Porto, Funchal, Vila Nova de Gaia, Santarém e Alenquer. O 1º painel será sobre “O passado, o presente e o futuro das cidades” e o 2º painel sobre o “Business plan para uma cidade sustentável”. Teremos a participação cidades com características diferentes, mas que partilham as mesmas preocupações.
No dia 13 de Maio, no SIL Investment Pro powerd by APPII, serão debatidos os seguintes temas: “Como está o Imobiliário a lidar com as novas Directivas Europeias no desempenho energético?” e “ O Impacto geopolítico no imobiliário e o aumento dos custos na construção”.

Considera que esta edição poderá ser, de certa forma, a prova de fogo para que o SIL volte a acontecer de forma autónoma? Estamos ainda numa fase de transição, tendo em conta a fase pandémica recente?

O SIL nunca deixou de se realizar apesar de todos os constrangimentos gerados pela Pandemia. E já em 2021 o SIL se realizou de forma autónoma e foi considerado pelos participantes um grande sucesso. Vamos acompanhando edição a edição a evolução no mercado, somos resilientes, o sector continua dinâmico, e sabe que pode contar connosco para contribuir para a recuperação rápida da economia. Estamos optimistas com esta capacidade do sector imobiliário, que se reflectirá por certo no SIL, e podemos desde já destacar o incremento de expositores face à edição anterior, que se realizou há menos de seis meses.

Os recentes acontecimentos da guerra na Ucrânia e todos os efeitos que dela têm advindo em termos de instabilidade económica tem-se reflectido, pelos menos naquilo que poderiam ser um maior numero de presenças internacionais?
Este novo contexto geopolitico, tem efeitos na maioria dos sectores da economia e obviamente também se reflecte no sector e nas presenças internacionais, não estando assim o SIL imune aos efeitos da guerra na Ucrânia. Mas importa igualmente considerar que este cenário de guerra também gera novas oportunidades de investimento no sector imobiliário nacional por via da deslocalização de investimentos de outras geografias mais expostas ao conflito.

Sobre os vossos Prémios do Imobiliário quantos projectos estão a concurso, quais as categorias e quais as categorias a concurso este ano?
A adesão aos Prémios SIL do Imobiliário 2022 superou as nossas expectativas. Ultrapassámos a meia centena de candidatos nas diversas categorias a concurso, demonstrando o mérito que os profissionais reconhecem a esta iniciativa do Salão.
Mantemos as categorias, na medida em que consideramos que são as que se inserem no mercado imobiliário actual. Assim temos as categorias da “Construção Sustentável e Eficiência Energética”, do “Melhor Empreendimento Imobiliário”, nas sub – categorias Comércio, Serviços e Logística, Habitação e Turismo, da “Reabilitação Urbana”, nas sub – categorias de Habitação, Turismo, Espaços Públicos, Escritórios e Comércio e Serviços. Iremos ainda atribuir o Prémio Personalidade e o Prémio Excelência.
Podemos, ainda, adiantar que atendendo à qualidade dos projectos apresentados iremos ainda entregar duas menções honrosas. No dia 12, serão revelados os vencedores na Cerimónia de Entrega de Prémios SIL do Imobiliário 2022.

Logo a seguir ao SIL irá acontecer o SIL Paris 2022. Pode falar-me um pouco deste evento? Como surgiu esta oportunidade, em que moldes vai acontecer, quais as expectativas?
A organização do SIL Paris decidiu adiar o mesmo para Setembro face ao contexto internacional e criando um intervalo de tempo mais confortável com o SIL em Lisboa que, sendo habitualmente em Outubro, foi antecipado para Maio. A próxima edição do SIL Paris será de 23 a 25 de Setembro próximo e é ainda possível as empresas interessadas reservarem o seu espaço na exposição.
O SIL sempre investiu na internacionalização do sector imobiliário português em diversos mercados, tais como Brasil, República Popular da China, Reino Unido, Angola e França. E, desde 2012, que apostamos no mercado francês, sendo parceiros na organização do evento em Paris.
O Salão em Paris, é um evento internacional exclusivamente português, criado em 2012, direccionado para o público francófono que quer residir, investir, empreender, estudar ou visitar Portugal. Na bagagem tem já um portfólio extenso de sucessos, tendo contribuído fortemente, desde a sua formação, para o ‘boom’ da procura francófona de bens imobiliários e de investimento em Portugal. Os franceses continuam no topo da lista de compradores de activos imobiliários em Portugal.

A nona edição do Salão vai contar com três dias de exposição, para um público de particulares e de profissionais. Desde 2012, o Salão já reuniu 75 mil pessoas e pretende receber nesta nona edição cerca de 10 mil visitantes. Com uma área de 5.000 metros quadrados, contará com a presença de cerca de 150 expositores. Além dos expositores, o Salão do Imobiliário e do Turismo Português em Paris terá ainda um programa composto por 40 conferências e apresentações, com temas que vão do investimento às novas tendências do imobiliário, passando pela saúde, empreendedorismo, fiscalidade, sustentabilidade e turismo.

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Coldwell Banker promove talks para debater futuro do sector

A sustentabilidade, tecnologia como benefício para os proprietários ou o papel da formação no desenvolvimento profissional são alguns dos temas, que terão lugar no SIL 2022

A Coldwell Banker está presente, pela primeira vez, no Salão Imobiliário de Portugal (SIL), de 12 a 15 de maio, na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações e uma das suas principais iniciativas é um ciclo de talks onde serão abordados temas actuais para o sector.

A sustentabilidade na construção, tecnologia como benefício para os proprietários ou o papel da formação e dos líderes no desenvolvimento profissional são alguns dos temas destas conversas, que terão lugar no stand da Coldwell Banker.

A última talk, que contará com a presença de Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPI) e de Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal fará um balanço do mercado imobiliário a nível nacional e perspectivará o que poderá ser 2022.

Durante os dias em que vai decorrer o Salão, os visitantes terão acesso a uma vasta oferta de imóveis e serviços. Os melhores empreendimentos imobiliários, os palacetes mais exclusivos, as quintas mais procuradas e outras novidades a nível nacional – de Norte a Sul e nos Açores – podem ser encontradas no stand da Coldwell Banker.

Graças à parceria com a ComparaJá, todos clientes Coldwell Banker poderão ainda simular ofertas de crédito à habitação de todas as instituições de crédito a operar em Portugal, sem qualquer custo ou compromisso, e ter acesso às melhores ofertas, com spreads a partir de 0,85%.

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O retorno do investimento ao sector hoteleiro

Este aumento foi impulsionado pelo aumento da actividade transaccional em vários dos principais mercados europeus, nomeadamente Espanha, Itália e Reino Unido, onde os volumes de investimento aumentaram 211%, 122% e 84%, respectivamente. A tendência manteve-se no primeiro trimestre deste ano, sendo que os volumes europeus totalizaram um investimento de 3,5 mil milhões de euros, mais… Continue reading O retorno do investimento ao sector hoteleiro

Este aumento foi impulsionado pelo aumento da actividade transaccional em vários dos principais mercados europeus, nomeadamente Espanha, Itália e Reino Unido, onde os volumes de investimento aumentaram 211%, 122% e 84%, respectivamente.

A tendência manteve-se no primeiro trimestre deste ano, sendo que os volumes europeus totalizaram um investimento de 3,5 mil milhões de euros, mais 29,9% comparativamente ao primeiro trimestre de 2020.

Embora a taxa de variação homóloga para o primeiro trimestre deste ano tenha sido muito positiva, a mesma reflecte um abrandamento com os 2º e 4º trimestres de 2021 a atingirem uma média de 141% de crescimento comparativamente ao ano anterior. A Savills atribui estes resultados, em parte, à incerteza dos compradores e fornecedores que se fez sentir em Janeiro, devido à prevalência da variante Ómicron associada à Covid-19.

Os volumes de investimento registados em 2021 foram 14,8% inferiores à média anual pré-pandémica de 18,9 mil milhões de euros, o que indica uma trajectória positiva para a recuperação do mercado, factor que está em linha com o aumento do número de turistas internacionais em vários mercados europeus. Por exemplo, o número de visitantes internacionais que viajaram para Espanha em Fevereiro de 2022 estava 28% abaixo dos níveis equivalentes de 2019.

No que respeita aos principais negócios concluídos na Europa nos últimos 12 meses, estes incluíram:
– O Holiday Inn Kensington Forum que, com 906 quartos, é o maior negócio single asset vendido por £135 milhões;
– O Grand Hotel em Estocolmo vendido por 355,4 milhões de euros;
– O projeto Conrad (12 hotéis da marca Hilton do Reino Unido), vendido por £555 milhões;
– O Selenta ESP Hotel Portfolio 2021 (uma cadeia de quatro hotéis espanhóis), transacionado por 440 milhões de euros.

“Em Portugal, no ano 2021 foram transaccionados 297 milhões de euros em activo hoteleiros, o que representa uma descida de 30% face ao ano 2020 e de 34% comparativamente a 2019, período pré-pandemia. O mercado mantém-se na trajectória de recuperação, com os resultados dos principais KPI´s a aproximarem-se de valores pré-pandemia, dando força a Portugal como um destino internacional para reconhecidas marcas hoteleiras, atraindo investidores institucionais com perfil core e estratégias de longo prazo”, afirma Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

Richard Dawes, Director, Hotels team, Savills EMEA refere que “é expectável que a actividade de investimento continue a experimentar compressão de yields em algumas partes do mercado, enquanto alterações nos custos de financiamento, os custos crescentes dos serviços públicos e de pessoal assim como a crise na Ucrânia, possam abrandar a actividade noutras regiões”.

“Apesar destes factores, 2022 parece ser o ano em que a recuperação operacional se tornará mais evidente nos principais mercados de destino da Europa, à medida que os turistas internacionais regressam, o que foi demonstrado por alguns destinos que já ultrapassaram a performance do período homólogo de 2019. Associada aos fundamentos a longo prazo que impulsionam a procura, esta situação poderá significar que o interesse dos investidores pelos hotéis europeus perdurará, apesar das actuais perspectivas adversas”.

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Especial Tektónica e SIL na edição 458 do CONSTRUIR

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Construção metálica: entre a expansão e as incertezas da conjuntura
Desde 24 de Fevereiro até 6 de Maio, o preço do aço aumentou 45%. O preço da matéria-prima, a que se junta o aumento da energia, está a condicionar o crescimento de um sector que se prepara para reforçar os planos de internacionalização

“O tema da sustentabilidade foi incluído desde o início na concepção do Olaris”
Rosana Sousa e Sofia De Francesco Vieira desenharam um lavatório que responde à necessidade de usos simultâneos, numa versão a 360º que mereceu, por parte do júri do One Day Design Challenge, o primeiro prémio na iniciativa promovida pela Roca. As criadoras da solução explicaram ao CONSTRUIR os passos seguidos para esta solução

EUmies Awards premeia “a contribuição da arquitectura para melhorar o bem-estar dos cidadãos”
Foram dois os vencedores do Mies van der Rohe Awards 2022, escolhidos entre um total de 532 trabalhos a concurso. Pela primeira vez, o prémio coube a um edifício universitário “reforçando a importância de projectos públicos de qualidade”. The Town House, na Universidade de Kingston, em Londres, tem a assinatura dos arquitectos Grafton. Já o Emerging Arquitecture Prize foi atribuído à cooperativa de habitação La Borda, do colectivo Lacol

Salk Properties promove “Alcácer Vintage”
Pensado para satisfazer a procura do mercado internacional de longa duração, mas também o cliente nacional para fins-de-semana e férias, o “Alcácer Vintage” tem como tema o enoturismo. Com assinatura da Promontório, o projecto visa manter a sua identidade rural e de proximidade à natureza

Entrevista Tektónica: “É nas crises que surgem novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar”
Em entrevista ao CONSTRUIR, o novo gestor da Tektónica antecipa as linhas fortes da edição deste ano de uma das feiras de referência do Sector em Portugal. José Paulo Pinto sublinha o regresso de algumas empresas no sector do Banho e Cozinha e reforça a importância do evento enquanto plataforma de negócios do sector

Tektónica 2022 é para resilientes!
O CONSTRUIR foi ouvir o que pensam as empresas que vão marcar presença edição de 2022 da Tektónica, a forma como estão a adaptar a sua estratégia à nova realidade e o que esperam deste certame. Testemunhos marcados pela preocupação com a actual conjuntura económica, mas onde se destacam o espírito resiliente, a aposta na inovação e a vontade de crescer

Entrevista SIL: “Estamos optimistas que dinâmica do sector se reflectirá no SIL”
Pela primeira vez a decorrer no mês de Maio e sem quaisquer retrições relacionadas com a pandemia de Covid-19, a edição de 2022 do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) recupera o seu formato totalmente presencial e pretende reforçar o seu lugar enquanto “marketplace e ponto de encontro do sector”. Em conjunto com a Tektónica, totalizam uma área superior a 30 mil m2 e 250 expositores

Opinião
Manuel Reis Campos (AICCOPN)
Jorge Meneses (APPC)
Hugo Santos Ferreira (APPII)
António Carlos Rodrigues (Grupo Casais)
Paulo Caiado (APEMIP)
Rui Furtado Marques (HCI)
João Ferreira Gomes (ANFAJE)
José de Matos (APCMC)
Jorge Reis (APEB)
Francisco Bacelar (ASMIP)
Rui Horta Carneiro (Associação KNX Portugal)
Nuno Malheiro da Silva (Focus Group)
Francisco Horta e Costa (CBRE)
Diogo Guerra Abecasis (MAP Engenharia)
Carlos Baião (TPF Consultores)
Gonçalo Sousa Soares (afaplan)
Carlos Oliveira (DDN)

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Multinacional alemã instala centro tecnológico no Latino Coelho 152

A multinacional vai ocupar um total de mil metros quadrados e é o primeiro inquilino deste edifício de escritórios no Porto. Nesta operação, a CBRE assessorou o proprietário do imóvel, a NIPA Capital

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tagsCBRE

Uma multinacional alemã de transportes e logística acaba de instalar o novo centro tecnológico no Edifício Latino Coelho 152, no Porto. Nesta operação, a CBRE assessorou o proprietário do imóvel, a NIPA Capital.

A multinacional vai ocupar um total de mil metros quadrados e é o primeiro inquilino deste edifício de escritórios localizado no centro do Porto, muito próximo da estação de Metro do Marquês, a poucos minutos da baixa e com bons acessos à VCI.

Este centro tecnológico destina-se ao desenvolvimento de soluções digitais e vai receber novos colaboradores da empresa, expandindo assim a sua actividade no País.

“A cidade do Porto é um destino cada vez mais atractivo para empresas internacionais que optam por entrar no País pela região Norte ou simplesmente expandir as suas operações. Não é por acaso que o Porto compreende já uma elevada concentração de startups, centros de Investigação & Desenvolvimento e especialistas em novas tecnologias de computação e informação, o que torna a cidade um verdadeiro polo tecnológico de dimensão internacional”, destaca André Almada, senior director Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.

A CBRE já tinha assessorado a NIPA Capital, uma sociedade de investimentos imobiliários originária dos Países Baixos, na operação de financiamento para aquisição e reabilitação do imóvel, assim como no desenvolvimento do design e projectos do novo edifício, e na Gestão de Projecto, que permitiu dotá-lo de inúmeras características, transformando-o num atractivo e moderno edifício de escritórios no Porto.

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Hotel Meliã Lisboa entra na segunda fase de construção

A gestão da obra é assegurada pela Engexpor, que acompanha o desenvolvimento do projecto desde o estágio inicial de estudo e conceito, incluindo a coordenação a nível do BIM

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Foi iniciada a segunda fase de construção do hotel Meliã Lisboa, a primeira unidade de cinco estrelas a ser gerida pela cadeia hoteleira espanhola em Portugal, que está a ser erguida no cruzamento da Avenida Fontes Pereira de Melo com a Avenida António Augusto de Aguiar, junto ao Marquês de Pombal, em Lisboa.

Nesta nova fase será construída a estrutura elevada do edifício – que conta com 14 pisos acima do solo – bem como as instalações técnicas e acabamentos, prevendo-se que a unidade hoteleira esteja concluída na segunda metade de 2023.

Na execução da estrutura até ao piso 0, referente à primeira etapa de construção, foi usada a técnica top down, que inverte a ordem de construção dos pisos no subsolo com o objectivo de limitar a movimentação do solo, minimizando os impactos negativos nas edificações vizinhas. A gestão da obra é assegurada pela Engexpor, que acompanha o desenvolvimento deste projecto desde o estágio inicial de estudo e conceito, incluindo a coordenação a nível do BIM (Building Information Modelling), tendo apoiado a equipa projectista com directrizes na execução e verificação dos modelos das várias especialidades.

A promoção imobiliária do empreendimento está a cargo do Discovery Portugal Real Estate Fund – assessorado pela Explorer Investments – e resulta de uma parceria firmada entre esta entidade e a Meliã Hotels International.

Quando finalizado, o Meliã Lisboa irá disponibilizar cerca de 240 quartos, restaurante, bar-lounge na cobertura com vista panorâmica sobre a cidade, salas de convenções e centro de congressos com capacidade até 550 pessoas. Ao todo, são 22.220 m² de área bruta de construção, distribuídos por 14 pisos acima do solo e ainda 6 pisos subterrâneos.

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