Edição digital
Assine já
Construir TV

Cobert Telhas aposta em bibliotecas BIM

Rui Vieira, director geral da Telhas Cobert, explica à ConstruirTV a aposta da empresa nas Bibliotecas BIM, tornando-se a primeira da área das telhas a disponibilizar toda a sua gama numa biblioteca de materiais

admin
Construir TV

Cobert Telhas aposta em bibliotecas BIM

Rui Vieira, director geral da Telhas Cobert, explica à ConstruirTV a aposta da empresa nas Bibliotecas BIM, tornando-se a primeira da área das telhas a disponibilizar toda a sua gama numa biblioteca de materiais

admin
Sobre o autor
admin
Artigos relacionados
Sitio lança conceito de hybrid office
Empresas
sla, reuniões, mesa, cadeiras
Antologia: Nova colecção da CIN “é uma ode ao património cromático da marca”
Empresas
Baixa e centro histórico do porto recuperam investimento
Imobiliário
Residências Sénior: Mais de 185 M€ investidos desde 2018
Imobiliário
Isover lança ferramentas de comunicação para os profissionais do sector
Empresas
KW Portugal abre novo market center e reforça posicionamento a Norte
Imobiliário
Huawei ganha contrato para maior projecto de armazenamento de energia do mundo
Engenharia
Primeiro Panasonic Lab inaugurado em Portugal
Empresas
Teka lança novas soluções de lava-louças
Empresas
Venda do malparado triplica para 3500 M€ em 2021
Imobiliário

Rui Vieira, director geral da Telhas Cobert, explica à ConstruirTV a aposta da empresa nas Bibliotecas BIM, tornando-se a primeira da área das telhas a disponibilizar toda a sua gama numa biblioteca de materiais

Sobre o autoradmin

admin

Mais artigos
Artigos relacionados
sla, reuniões, mesa, cadeiras
Sitio lança conceito de hybrid office
Empresas
Antologia: Nova colecção da CIN “é uma ode ao património cromático da marca”
Empresas
Baixa e centro histórico do porto recuperam investimento
Imobiliário
Residências Sénior: Mais de 185 M€ investidos desde 2018
Imobiliário
Isover lança ferramentas de comunicação para os profissionais do sector
Empresas
KW Portugal abre novo market center e reforça posicionamento a Norte
Imobiliário
Huawei ganha contrato para maior projecto de armazenamento de energia do mundo
Engenharia
Primeiro Panasonic Lab inaugurado em Portugal
Empresas
Teka lança novas soluções de lava-louças
Empresas
Venda do malparado triplica para 3500 M€ em 2021
Imobiliário
sla, reuniões, mesa, cadeiras
Empresas

Sitio lança conceito de hybrid office

Novo produto ajustado às necessidades das empresas que optam por um modelo permanente de escritório híbrido, com redução de custos, maior flexibilidade e capacidade de resposta à mobilidade dos colaboradores

O sitio, empresa do Grupo Himo especializada na gestão de espaços partilhados, desenvolveu um novo produto, hybrid office. Trata-se de um novo produto que, de acordo com a empresa, “responde à procura de soluções de utilização de um escritório próprio, mas que oferecem condições competitivas quer ao nível dos custos associados ao aluguer de espaço, quer à flexibilização do número de dias a contratar”.

Assim, o novo produto da rede sitio – hybrid office permite que as empresas escolham o escritório que querem utilizar, dentro da rede sitio disponível, que compreende 13 localizações em Lisboa e 3 no Porto, bem como a quantidade de dias por semana que pretendem ocupá-lo e quais os dias da semana nos quais pretendem fazê-lo, em regime de exclusividade.

Com contratos de um período mínimo de um mês, os valores desta solução variam conforme o número de pessoas e o número de dias de utilização por semana, começando nos 500€/mês.

“Os novos produtos como o hybrid office têm como objectivo responder à procura, por parte das empresas, por soluções que permitam criar novos espaços de trabalho, nos quais a flexibilidade, a mobilidade dos colaboradores e a redução de custos, assumem posições estratégicas”, justifica Miguel Ricardo, general manager da rede.

Os serviços abrangidos por este novo produto incluem mobiliário, morada fiscal, Wifi, sala de reunião (4h), CCTV, electricidade, água, impressora (pack 50 impressões/mês), ar condicionado/climatizado, copa, limpeza, chá, bolos, fruta, descontos/parcerias na rede de parceiros sitio, acesso à APP sitio network, 30% desconto em salas de reunião, recepção e notificação de correspondência.

Actualmente, a empresa disponibiliza esta solução em escritório privado até 14 pessoas, no sitio Bairro Azul, localizado na Rua Marquês da Fronteira, em Lisboa.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Antologia: Nova colecção da CIN “é uma ode ao património cromático da marca”

“Antologia” apresenta 126 novas cores numa paleta de nove colecções, que “eternizam elementos singulares do passado”. Este novo lançamento está disponível em seis lojas, no Porto, Lisboa e Algarve, e na loja online

O novo projecto de cor da CIN “é uma ode ao património cromático da marca” e à herança das várias disciplinas artísticas da história da arte e das artes decorativas. Os tons da colecção Antologia “eternizam elementos singulares do passado, com uma densidade inspiradora e contemporânea que perdurará pelo presente e pelo futuro da cor”.

“Antologia” apresenta 126 novas e exclusivas cores numa paleta de nove colecções que variam entre cores luminosas, neutras e apagadas, intensas e mais escuras e profundas e que permitem criar ambientes icónicos nas casas de hoje e de amanhã.

Céline de Azevedo, colour designer da CIN, explica que “cada uma das cores da colecção Antologia estabelece uma ligação com um determinado imaginário, seja a mitologia grega, a pintura impressionista, a arquitectura renascentista, a ourivesaria modernista, decoração barroca ou a poesia romântica”.

Nesta colecção existem, ainda, “referências com sotaque português, numa homenagem evidente às origens da CIN, que se materializam numa selecção de cores resgatadas de arquivos históricos da marca”, acrescenta Céline de Azevedo.

Também Liliana Leis Soares, directora-adjunta de Marketing da CIN, ressalva que “A colecção Antologia é uma colectânea que se quer intemporal e que marca não só uma posição única no mercado, mas um legado de uma marca centenária”.

Resultado de anos de pesquisa e de desenvolvimento, este é um projecto “icónico” para a marca, já que “mais do que cor”, a nova colecção “oferece inspiração, requinte e história a cada lugar”.

Além do catálogo, a nova colecção apresenta-se, também,  com uma box especialmente dedicada à prescrição, em edição limitada, com 126 amostras de cor. Este novo lançamento está disponível em seis lojas, no Porto, Lisboa e Algarve, e na loja online, com um móvel expositor exclusivamente desenvolvido para esta colecção, assim como um novo formato de tester de 50ml. As cores Antologia estão disponíveis na tinta CIN Premium.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Baixa e centro histórico do porto recuperam investimento

As Áreas de Reabilitação Urbana da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 286 transacções de aquisição de imóveis nos primeiros seis meses deste ano, o que representa um crescimento 40% em número de operações

As Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs) da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 286 transacções de aquisição de imóveis nos primeiros seis meses deste ano, actividade que se traduziu num investimento de €86 milhões. Em número de imóveis verifica-se um aumento de 40% face às 204 operações registadas no semestre anterior, ao passo que em montante, a evolução semestral é de 14%. Em termos homólogos, o investimento cresceu também 40% em número de imóveis e 20% em montante.

Esta recuperação do investimento imobiliário na Baixa e do Centro Histórico acontece num contexto de quebra de actividade no agregado das nove ARUs, o que resultou num reforço da quota deste território central no mapa de investimento da cidade. As duas ARUs registavam no 2º semestre de 2020 uma quota de 38% do montante de investimento contabilizado nas nove ARUs, peso que evolui agora para 49%, semelhante ao observado no final de 2019.

O montante investido em imobiliário nas nove Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) do Porto ascendeu a €175,3 milhões nos primeiros seis meses de 2021, contabilizando-se 680 operações. Esta actividade apresenta uma quebra de 12% em volume de investimento face ao semestre anterior, enquanto em número de transacções apresenta um aumento de 6%. Relativamente ao 1º semestre de 2020, o investimento aumentou 5% em montante e 15% em número de operações.

Os dados são apurados no âmbito do SIR-Reabilitação Urbana, sistema estatístico gerido pela Confidencial Imobiliário que cobre o território delimitado pelas nove ARUs em vigor na cidade do Porto.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Residências Sénior: Mais de 185 M€ investidos desde 2018

Segundo a JLL, só nos primeiros seis meses de 2021 foram alocados 65,5 milhões de euros a este segmento. Procura em crescimento e escassez de oferta adequada motivam interesse

CONSTRUIR

A JLL acaba de lançar o mais completo estudo sobre residências sénior em Portugal, destacando que este tipo de imobiliário irá crescer bastante enquanto alvo de investimento nos próximos anos, beneficiando do desequilíbrio entre uma procura em forte expansão e uma escassez estrutural de oferta.

Em termos de investimento, só nos primeiros seis meses de 2021 foram alocados 65,5 milhões de euros a este segmento, entre aquisições de produto já concluído e investimento em novos projectos. Este montante equivale a 36% de todo o investimento no segmento desde 2018 e sucede a um ano recorde em que foram transaccionados pouco mais de 73 milhões de euros. Nos últimos três anos e meio, a JLL contabiliza 185 milhões de euros investidos neste tipo de activo, dos quais 63% em aquisição de imóveis já em operação e outros 37% em projectos de desenvolvimento. O distrito de Lisboa recebe 67% deste investimento, seguido pelo distrito de Faro, com outros 24% e o Distrito do Porto, com 9%.

“No âmbito dos segmentos alternativos, o subsegmento do Senior Living está com uma dinâmica muito forte e que tende a crescer bastante nos próximos anos”, diz Gonçalo Santos, Head of Capital Markets da JLL. “É um tipo de activo que permite actualmente diversificar bastante o investimento, pois devido à escassez de stock adequado, as operações de promoção são uma parte importante da alocação de capital. O desenvolvimento de novos projectos, seja através de investimento em renovações ou em construção de raiz, recorre muito ao modelo de forward funding, o que comprova o elevado apetite dos investidores por estes activos. Quer dizer que os investidores estão dispostos a assumir mais risco, entrando logo na fase de promoção. Em termos futuros, este investimento à cabeça vai ter também um impacto muito positivo no mercado, pois a linha de investimento institucional vai crescer bastante à medida que o stock de novo produto vá sendo concluído”, acrescenta.

O intervalo estimado do investimento comercial por cama em projectos concluídos é de cerca de €100.000-€110.000, sendo as yields geradas neste tipo de activos bastante atractivas, ao estarem associadas a contratos de arrendamento de longo-prazo e ao situarem-se em patamares mais elevados do que os observados noutras classes de activos tradicionais.  De acordo com a JLL, a prime yield de imobiliário de Senior Living em Portugal foi de 5,5% no 3º trimestre de 2021, que já sofreu uma contracção de 25 pontos percentuais desde o início do ano o que reforça o apetite por este tipo de activo.

A consultora estima que até 2025 sejam necessárias mais 17.000 camas para atingir a taxa de cobertura de 5% definida pela Organização Mundial de Saúde. Este número resulta das previsões de crescimento da população idosa que se estima que chegue a 2.5 milhões de habitantes neste ano. Tendo em consideração o stock actual de camas e o número de camas em pipeline neste horizonte temporal – 8.000 – em 2025 a taxa de cobertura estaria nos 4.3% abaixo do target definido pela OMS. Neste sentido, existe um défice de 17.000 camas para serem desenvolvidas no mercado no curto prazo para Portugal responder ao rácio apontado pela OMS.

“Além da diversificação dos investimentos e do risco, bem como os retornos face a outros classes de activos, a conjugação de uma procura com elevado potencial de crescimento e de uma oferta escassa é um dos grandes motivadores do interesse crescente neste tipo de imobiliário. A procura tenderá a crescer devido ao envelhecimento da população, entre outros factores demográficos e sociais, mas existe uma escassez estrutural de oferta no nosso país, que apresenta uma oferta muito pulverizada e ainda abaixo das metas propostas pela Organização Mundial de Saúde”, nota Gonçalo Santos.

Actualmente a oferta deste tipo de equipamentos, considerando-se apenas os estabelecimentos com registo de ERPIs – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, ascende a cerca de 100.000 camas para um total de 2.700 estabelecimentos, posicionando o rácio de cobertura de camas em 4,3%. Esta oferta é dominada por equipamentos de pequena dimensão (71% tem menos de 50 camas) e muito granular, com o distrito de Lisboa a receber 18% das camas e o Porto outros 9%. Estes dois territórios acolhem as maiores fatias do stock actual, mas continuam a ter a maior escassez de respostas face à população sénior, com rácios de 3,2% e 2,4%, respectivamente. Apenas 10% das camas são geridas por operadores privados internacionais.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Isover lança ferramentas de comunicação para os profissionais do sector

O Manual Técnico de Isolamento Isover e o Guia de Isolamento Isover são os dois documentos disponibilizados

CONSTRUIR

Tendo em que conta que as lãs minerais de rocha são as que têm maior procura, a Saint-Gobain Portugal pretende não só mostrar as soluções alternativas no que diz respeito ao isolamento de origem mineral, como também demonstrar a diferenciação dos seus produtos. Neste sentido, e com o objectivo de “reforçar a posição de especialista no sector, realçando o know-how e a diversidade de soluções de isolamento”, a Isover, especialista no campo da climatização, e pertencente ao grupo Saint-Gobain, lançou no mercado duas novas ferramentas para profissionais do sector: o Manual Técnico de Isolamento Isover e o Guia de Isolamento Isover.

Dirigido a prescritores e instaladores o Manual Técnico de Isolamento disponibiliza informação não só de produto, como pretende também ser um documento didáctico que proporcione conhecimento mais aprofundado sobre cada uma das áreas de Edificação, Indústria e Climatização. O Manual Técnico de Isolamento apresenta a história e contextualização da marca Isover, a definição e o processo produtivo das lãs minerais, focando, seguidamente, em cada um dos campos de aplicação, onde está também presente informação mais específica e dicas de utilização dos produtos.

Paralelamente, a empresa divulga agora o Guia de Isolamento Isover, composto por soluções de isolamento para a edificação, com informação simplificada de apoio à venda. Este meio de consulta permite ao distribuidor conhecer e aconselhar a melhor solução para um projecto, tendo em conta os locais de utilização, características gerais de cada produto, dados técnicos e informação relativa às lãs minerais Isover, tanto de rocha como de vidro.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

KW Portugal abre novo market center e reforça posicionamento a Norte

Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, localizado em Matosinhos, liderado pelo operating partner Daniel Teixeira. O objectivo da KW é alcançar os 50 Market Centers no País

CONSTRUIR

A Keller Williams Portugal acaba de inaugurar um novo Market Center, o KW Mar, localizado em Matosinhos. Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, o que reforça o objectivo de incrementar a rede de actuação da KW e alavancar novas oportunidades de negócio a nível nacional.

Para Eduardo Garcia e Costa, regional owner da Keller Williams Portugal, “a abertura da KW Mar personifica o que a Keller Williams pode oferecer a um empreendedor que encontra na área da mediação e consultoria imobiliária uma oportunidade para construir um negócio de sucesso”.

A KW Mar é liderada pelo operating partner Daniel Teixeira que entra agora no sector da mediação e consultoria imobiliária após uma carreira consolidada na área da música.  Daniel completou os seus estudos de Violoncelo entre a Universidade de Aveiro e o Conservatório de L’Haÿ-les-Roses em Paris, estudou, também, Direcção de Orquestra e fundou o Colégio de Música do Porto. Nos últimos anos o Daniel tem vindo a apostar e a desenvolver negócios em diferentes áreas, nomeadamente no âmbito do alojamento turístico e reabilitação.

Neste momento, a Keller Williams conta com mais de 30 anos no sector imobiliário. Em Portugal conta com mais de 31 representações e mais de 2.400 associados, e tem como objectivo alcançar 50 Market Centers, com cerca de 200 consultores em cada um deles.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Engenharia

Huawei ganha contrato para maior projecto de armazenamento de energia do mundo

Este projecto de armazenamento de energia off grid de 1300 MWh é o maior de seu género a nível mundial e assume-se como um marco no sector

CONSTRUIR

A Huawei Digital Power assinou um contrato com a SEPCOIII no âmbito do Red Sea Project, com 400 MW PV e mais 1300 MWh de battery energy storage solution (BESS), que é, actualmente, o maior projecto de armazenamento de energia a nível mundial. As partes envolvidas neste processo vão partilhar know how e tecnologias no sentido de colaborar com a Arábia Saudita no desenvolvimento de um centro global de energia limpa e economia verde.

O Red Sea Project, que que faz parte a chamada cidade do futuro NEOM, mega-projecto urbano futurista e totalmente sustentável localizado na costa do Mar Vermelho e que está a ser construído na região fronteiriça entre a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito, tendo sido classificado pela Saudi Vision 2030 como um projecto-chave, cujo desenvolvimento está a cargo da ACWA Power, enquanto os trabalhos de Engineering, Procurement & Construction são da responsabilidade de SEPCOIII.

De acordo com a Huawei Digital Power este projecto enquadra-se na estratégia de “integração das tecnologias da informação digital com tecnologias fotovoltaicas e de armazenamento de energia, de forma a desenvolver um sistema mais eficiente e estável e sistemas de armazenamento de energia de string inteligente e seguro, sempre recorrendo a designs inteligentes e modulares de string”, com o qual a empresa está comprometida.

Publicidade


Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Primeiro Panasonic Lab inaugurado em Portugal

Espaço, localizado no Porto e o primeiro no país, destina-se a profissionais da área de climatização

CONSTRUIR

A Panasonic Heating & Cooling Solutions inaugurou um novo Panasonic Lab no Porto, o primeiro a abrir em Portugal. Um centro de formação dirigido a profissionais da área de climatização envolvidos na instalação e manutenção das soluções domésticas e profissionais da Panasonic, as mais inovadoras do mercado. O Panasonic Lab está localizado nas instalações da AIPOR (Associação dos Instaladores de Portugal), situadas na Rua Óscar da Silva, no Porto.

A necessidade de constante inovação tecnológica obriga a Panasonic a oferecer sistemas avançados, eficientes e sustentáveis, incorporando as mais recentes tecnologias em climatização e aquecimento, mas também a oferecer cursos e seminários para apresentar os seus lançamentos de produtos e a ampla gama de serviços, além de melhorar as habilidades técnicas e know-how de projectistas, especificadores, engenheiros e instaladores no sector de climatização para que possam tirar o máximo partido de todos os equipamentos da Panasonic.

Com capacidade para 15 pessoas, o novo Panasonic Lab estará focado em sessões técnicas e comerciais sobre instalação, manutenção e assistência a equipamentos para os SAT, AUTOSAT e Instaladores. Em breve, será anunciada a programação específica das próximas sessões onde os profissionais se poderão inscrever no ProClub.

Este novo centro em Portugal junta-se aos quatro Panasonic Lab existentes actualmente em Espanha, localizados em Cornellà de Llobregat (Barcelona), Peligros (Granada), Alcorcón (Madrid) e Manises (Valência). Nestes centros, são ministrados cursos regulares de instalação, arranque e programação de equipamentos e cursos de interpretação de erros e reparação de equipamentos, tanto para clientes como para empresas colaboradoras, como os nossos Key Services (Serviços Técnicos Oficiais). Também são organizadas visitas com pequenos grupos para que possam apresentar fisicamente os equipamentos a arquitectos, empresas de engenharia ou promotores.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Teka lança novas soluções de lava-louças

PureClean, PVD, Tegranite+ e Universe são as quatro novas gamas no mercado

CONSTRUIR

A especialista em cozinhas Teka apresenta as quatro novas gamas de lava-louças: PureClean, PVD, Tegranite+ e Universe.

De forma a garantir que a segurança parte de casa, desenvolveu os lava-louças com tratamento PureClean, projectados para transformar a sua superfície texturizada numa área que repele água (hidrofóbica) conseguindo manter a cuba limpa e seca e evitando a proliferação de bactérias, o calcário e a sujidade. É a primeira gama de lava-louças com sistema autolimpante que, por ser em aço inox, se torna uma opção ideal para a cozinha. Uma vez que não são apenas resistentes à água, mas também ao vapor de água, à humidade, aos ácidos alimentares e aos ácidos orgânicos e inorgânicos fracos.

Para complementar a sua cozinha, os lava-louças em PVD (Deposição Física de Vapor) prometem proporcionar um toque de distinção e classe. A cor do material é obtida pela evaporação do metal que adere à superfície, criando uma camada de cor. Seja com uns apontamentos em dourado ou com uma cor tendência como o titânio, com certeza poderá decorar a sua cozinha pronta para surpreender.

Extremamente resistentes a impactos e temperaturas altas, possuindo uma superfície à prova de riscos, a Teka lançou também os lava-louças Tegranite+ nas suas gamas Stone, Square e Forsquare, concebidos com 80% de quartzo de alta qualidade combinado com resinas acrílicas. Por fim, a gama Universe, vencedora do European Product Design Award 2021, pela sua “resistência e durabilidade”. Constituídos por um aço inoxidável extremamente resistente, os lava-louças Universe definem-se pelo seu design único e vanguardista, proporcionando a utilização de recipientes até 195 mm de altura e garantindo uma vasta gama de soluções, aplicável aos mais versáteis formatos de cozinha, assegurando que a sua utilização e manutenção seja prática e eficiente pela facilidade de limpeza que oferecem.

A Teka Portugal, fundada em 1978, iniciou a sua actividade apenas com a produção e comercialização de lava-louças em aço inoxidável, mas tem vindo a fazer uma forte aposta na diversificação das suas áreas de intervenção. Dedicada à comercialização de equipamentos para cozinha, espaços de banho e telecomunicações, a Teka Portugal produz actualmente microondas, fornos de vapor, fornos combi, exaustores, chaminés decorativas, gavetas de aquecimento e máquinas de café e comercializa outros produtos importados quer das diversas fábricas do Grupo, quer de outros fabricantes cuidadosamente seleccionados.

Actualmente, o grupo dispõe de 15 fábricas e 4.000 trabalhadores em todo o mundo, com presença em mais de 120 países, produzindo mais de 15 milhões de equipamentos por ano.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Venda do malparado triplica para 3500 M€ em 2021

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado acelerou em Portugal, mas fica, ainda assim, abaixo (-56%) dos 8.000M€ registados em 2019

CONSTRUIR

A Prime Yield lançou uma nova edição do estudo “Investing in NPL in Iberia”, onde analisa o desempenho do mercado transacional de Non-Performing Loans em Portugal e Espanha.

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado (na sigla inglesa, Non-Performing Loans, NPL) acelerou em Portugal, estimando-se a conclusão de operações no valor de €3.500 milhões em 2021, considerando os negócios já concluídos e os processos actualmente activos e com conclusão prevista até final do ano.
Este valor triplica face aos menos de €1.000 milhões transaccionados no total de 2020, mas fica ainda assim abaixo (-56%) dos €8.000 milhões registados em 2019, no pré-Covid. Contudo, as expectativas para 2022 são bastante optimistas, prevendo-se um crescimento acentuado nas transacções à medida que o mercado continue a acelerar a sua reactivação ao longo dos próximos meses e novas carteiras surjam em oferta.

Esta é uma das principais conclusões da edição de 2021 do estudo anual “Investing in NPL in Iberia”, produzido pela Prime Yield, parte da Gloval, e divulgado, por ocasião do maior evento ibérico desta indústria, o “NPL Iberia 2021”. Organizado pela Smith Novak e realizado em Madrid, o evento debate esta semana os principais desafios deste sector.

“Não temos dúvidas que a actividade transaccional de carteiras de malparado irá aumentar de forma sustentada em 2022 quer em Portugal quer em Espanha, confirmando que este é um sector que continua a atrair investidores”, começa por dizer Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield. “Há a clara evidência de que as quebras na actividade em 2020, que em Portugal foram de 90%, resultaram da paralisação pandémica. Este ano há uma reactivação muito forte do mercado, ainda que em níveis inferiores ao pré-Covid, e 2022 deverá trazer um novo impulso a este mercado no nosso país”, nota.

Em linha com a tendência europeia, o volume de malparado na posse da banca portuguesa continuou a reduzir ao longo do último ano, diminuindo cerca de €5.400 milhões entre Junho de 2020 e Junho de 2021, o que significa ter passado de €14.200 milhões para €8.800 milhões nesse período de 12 meses. Da mesma forma, o rácio de NPL (isto é, o peso do malparado no conjunto do volume total de crédito concedido) também continuou a comprimir, reduzindo de 5,7% para 4,2% no período em análise. Ainda assim, e apesar destas melhorias, o nosso país continua a deter o 5º rácio de NPL mais elevado da Europa, sendo apenas superado pela Grécia (14,8%), Chipre (9,1%), Bulgária (6,4%) e Polónia (5,2%), e quase duplicando os 2,3% da média europeia.

No que respeita à colocação de carteiras de NPL para venda, o estudo conclui que não é para já possível avaliar o real impacto do final das moratórias no sistema financeiro português e em que medida isso irá resultar, ou não, numa nova vaga massiva de malparado no mercado. De qualquer forma, ainda que o impacto do final das moratórias deva ser mais claro apenas no próximo ano, Portugal mantinha no 2º trimestre de 2021 cerca de €27.000 milhões de crédito sob moratória, o que representa 13% do total dos empréstimos concedidos pela banca nacional. Este volume apresenta, não obstante, uma redução de 37% face aos €42.900 milhões contabilizados em igual período do ano passado.

Nesta fase, além de ainda não ser evidente qual será a extensão do impacto das moratórias ao nível do aumento do malparado na posse da banca; persiste também um conjunto de factores macroeconómicos – que tem na base a actual crise no fornecimento e na cadeia de produção de matérias-primas, bens e serviços, e cujo final não se avizinha para breve – que deverá ter um impacto negativo neste cenário, resultando numa maior dificuldade quer de pessoas quer de empresas em cumprir os compromissos financeiros e, consequentemente, a um aumento do malparado.

Estes indicadores mostram que há ainda um longo caminho a percorrer em direcção à melhoria da qualidade das carteiras de crédito na posse da banca portuguesa, e que uma das soluções mais eficazes continuará a ser, precisamente, através da venda de carteiras de NPL. As estimativas para 2022 são que que o mercado acelere consideravelmente na transacção deste tipo de carteiras, provando que 2020 foi um ano atípico e fortemente afectado pela conjuntura pandémica. Em paralelo às vendas concluídas e em processo estimadas para 2021, é evidente uma corrida ao mercado nesta recta final do ano, com vários processos de venda a serem lançados e que colocam as expectativas em alta para o próximo ano, em que se estima que os níveis de transacção possam retomar ou até superar os padrões pré-Covid.

“A dinâmica observada nesta recta final do ano é um sinal dessa possível aceleração. Nestes últimos dois meses, temos registado muitos portfólios de NPL a entrar ou a estudar entrada no mercado para venda, sendo evidente um esforço da Banca portuguesa em alienar o NPL que ainda tem em stock, legado do pré-Covid. Esta estratégia permitirá aos bancos prosseguir as suas metas de redução de malparado, mas funciona também como prevenção para uma eventual nova vaga de NPL que possa surgir nos próximos dois anos devido à moratória e ao enfraquecimento das condições económicas. Posto isto, em 2022 antecipamos um forte aumento no volume de vendas de NPL em Portugal, que poderão atingir os níveis observados no pré-Covid ou mesmo superá-los”, conclui Nelson Rêgo.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.