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A estratégia da COBA para o crescimento da carteira de encomendas

A empresa portuguesa de engenharia enfrenta a conjuntura desafiante com um “prudente optimismo” em virtude de uma carteira de encomendas que o mercado internacional trata de rechear

Pedro Cristino
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A estratégia da COBA para o crescimento da carteira de encomendas

A empresa portuguesa de engenharia enfrenta a conjuntura desafiante com um “prudente optimismo” em virtude de uma carteira de encomendas que o mercado internacional trata de rechear

Pedro Cristino
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Plano Nacional da Água
Em Angola, destaca-se a conclusão do Plano Nacional da Água (PNA), que contou com a participação do Grupo COBA, que lhe dedicou, “ao longo dos últimos três anos, várias das suas valências técnicas e de toda a sua muito longa experiência decorrente da elaboração de estudos e projectos no domínio hídrico” no país. Com a finalização da terceira e última fase do PNA, designada por “Objectivos, Medidas e Acções e Programação Física e Financeira”, o relatório deste programa foi entregue para apreciação. A empresa explica que este programa se constitui como um documento que define, “de forma técnica, social, económica e ambientalmente sustentada, integrada e articulada, as linhas de orientação e estratégias relativas à gestão dos recursos hídricos, a inventariação das questões significativas, a definição de cenários de planeamento e a definição das medidas e acções de curto, médio e longo prazo (2040) para o “cluster” da água”. No desenvolvimento do PNA foram tidos em consideração, como eixos fundamentais de acção e intervenção, o planeamento integrado dos recursos hídricos do país a curto (2017), médio (2025) e longo prazos (2040) e o estabelecimento de um programa de investimentos infra-estruturais, de carácter nacional, apoiando o desenvolvimento do “cluster da água”, adequadamente sustentado sob o ponto de vista técnico, social, ambiental e político. Outro eixo fulcral consiste na necessidade de reforço da investigação e desenvolvimento relacionados com as diversas vertentes da utilização da água, procurando a adequação do desenvolvimento relacionados com as diversas vertentes da utilização da água, procurando a adequação do desenvolvimento técnico e científico à realidade de Angola e assegurando a formação de técnicos dos organismos centrais e provinciais, através da ligação a instituições de ensino e centros de investigação de “reconhecida credibilidade”. Ao mesmo tempo, foi considerado o fortalecimento e modernização do quadro institucional, legal e regulatório relativo à questão da água, bem como a promoção da criação de mecanismos económico-financeiros de apoio ao investimento público, privado e resultantes de modelos assentes em parcerias público-privadas (PPP).


Carteira “engorda” no Magrebe


O Norte de África foi outra região que proporcionou à COBA novos projectos para a sua carteira de encomendas. Na Argélia, o grupo venceu contratos para elaborar o projecto de execuçao da auto.estrada de ligação entre o Porto de Skikda e a auto-estrada Este-Oeste, e os estudos de consultoria e de reforço das barragens de Fontaine des Gazelles e de Ighil Emda. Já na Tunísia, o consórcio que integra viu ser-lhe adjudicado o projecto de reabilitação das barragens de Bou Heurtma e de Laroussia, juntamente com a modernização do canal geral de rega Medjerda-Cap Bon. Na Argélia, um consórcio empreiteiro luso-argelino adjudicou à COBA o projecto de execução da auto-estrada que liga o Porto de Skikda à auto-estrada Este-Oeste, com cerca de 31 quilómetros de extensão. Esta rodovia terá uma orientação Norte-Sul, permitindo assegurar a ligação entre a zona portuária e industrial de Skikda e o “principal eixo rodoviário argeliuno”.

Projectada para uma velocidade de 110 quilómetros por hora, esta auto-estrada possui um perfil transversal tipo constituído por duas faixas de rodagem de três vias por sentido. Os estudos referentes a este projecto decorrerão num prazo de seis meses, enquanto que a assistência técnica à obra terá uma duração de 24 meses. Por sua vez, a Agence Nationale des Barreges et Transferts, da Argélia, adjudicou à COBA os estudos de consultoria e de reforço das barragens de Fontaine des Gazelles e Ighil Emda, ficando a cargo do grupo o estudo dos problemas de segurança verificados nestas barragens e a definição de um programa de trabalhos, visando a correcção e reparação das patologias detectadas, por forma a garantir a segurança das mesmas. No âmbito destes contratos, a COBA elaborará ainda a preparação do caderno de encargos.

Aproveitamento
de Caculo Cabaça

Ainda em Angola, o grupo destaca o início da construção do novo aproveitamento hidroeléctrico de Caculo Cabaça, no Rio Kwanza. Nesta obra, a COBA elaborou o projecto base e especificações técnicas para a construção, projecto que serviu de referência à contratação da construção do aproveitamento em regime de projecto-construção (EPC). Situado no curso médio do Rio Kwanza, a montante das quedas de Caculo Cabaça, a barragem localiza-se a cerca de 19 quilómetros a jusante do aproveitamento de Laúca, actualmente em construção. Os estudos e projectos desenvolvidos pelo grupo português iniciaram-se por uma análise das soluções de concepção retidas na fase anterior de estudo prévio, concluída em 2012, tendo resultado como alteração mais significativa o tipo de barragem, optando-se, após análise técnica e económica, por barragem de betão gravidade em betão compactado (BCC), ao invés da solução de barragem de enrocamento com cortina de betão, escolhida em fase de estudo prévio. Segundo a COBA, o aproveitamento hidroeléctrico de Caculo Cabaça é constituído, fundamentalmente, por uma barragem de betão com 103 metros de altura e 553 metros de desenvolvimento de coroamento, permitindo o armazenamento de um volume total de cerca de 440 milhões de metros cúbicos. Tem como órgãos hidráulicos um descarregador de cheias frontal com cinco vãos controlados por comportas, estando projectado para um caudal de dimensionamento de 10.020 metros cúbicos por segundo e uma descarga de fundo constituída por duas condutas de 6 metros de diâmetro. Além do corpo central da barragem existem duas portelas, ambas na margem esquerda, fechadas com diques em betão com 525 metros e 192 metros de desenvolvimento e 36 e 4 metros de altura máxima, respectivamente. Este aproveitamento, que utiliza a queda disponível de 215 metros entre a albufeira e a restituição a jusante das quedas naturais de Caculo Cabaça, integra uma central e um circuito hidráulico previstos para um caudal equipado de 1.100 metros cúbicos por segundo, repartidos por qautro grupos turbina – alternador de 530 MW de potência nominal. O circuito hidráulico de alimentação das turbinas é constituído por uma tomada de água na albufeira, a cerca de 2,4 quilómetros a montate do encontro esquerdo da barragem, circuito de adução com quatro túneis de 9 metros de diâmetro interior e 300 metros de desenvolvimento, revestidos com betão armado, central em cavernam, com 26,5 metros de largura, 221 metros de desenvolvimento e 68 metros de altura máxima e dois túneis de restituição igualmente revestidos a betão armado, de 16 metros, com cerca de 5.150 metros de desenvolvimento. O aproveitamento integra ainda uma segunda central hidroeléctrica em pé de barragem, destinada a turbinar o caudal ecológico de 60 metros cúbicos por segundo. Serão ainda construídas duas subestações, sendo a principal de 400 kV e a auxiliar de 220 kV.

Segurança e transportes no Brasil
No Brasil, o grupo presta serviços de consultoria em segurança de barragens para a Agência Nacional de Águas (ANA) e elabora o projecto executivo do Corredor BRT Transbrasil, no Rio de Janeiro. O grupo concluiu recentemente um contrato estabelecido com o Banco Mundial, com a duração de dois anos e meio, com o objectivo de apoiar a organização internacional na elaboração de toda a documentação considerada necessária para a ANA poder actuar adequadamente na implementação da Política Nacional, de Segurança de Barragens do Brasil. “Atendendo à complexidade e extensão dos serviços pretendidos, o Grupo COBA, através do consórcio estabelecido pela COBA Portugal com a COBA Brasil, convidou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para constituir o Agrupamento COBA/LNEC que conduziu todas as actividades previstas no contrato com o Banco Mundial”, refere o comunicado do grupo. A equipa deste agrupamento foi constituída por especialistas nas várias áreas de segurança de barragens, que foram responsáveis pela elaboração de toda a documentação produzida. Essa documentação foi discutida com os especialistas do Banco Mundial coordenadores do contrato e em numerosas reuniões em Brasília, também com os especialistas da ANA responsáveis pelas actividades de segurança em barragens. Otrabalho consistiu na elaboração de um conjunto de manuais e guias, onde ficaram patentes propostas de boas práticas, a serem utilizados pelas entidades fiscalizadoras e pelos empreendedores de barragens, bem como documentação relativa à classificação de barragens quanto ao risco e ao dano potencial associado e ao Sistema Nacional de Informação sobre Segurança de Barragens. No Rio de Janeiro, o grupo participa na implantação do sistema de Bus Rapid Transit (BRT), que está a ser estabelecido em cidades “de grande porte em que o transporte colectivo precisa de ganhar o seu espaço e atender um número bastante elevado de passageiros de maneira rápida e confortável”. Para a realização do projecto, foi constituído o Consórcio Projectista Transbrasil, constituído por quatro empresas brasileiras e liderado e coordenado pela COBA Brasil, que assegura também as especialidades de geometria, geotecnia, obras de arte e iluminação. A COBA Portugal participa também na elaboração do projecto com as especialidades de geometria e obras de arte. Projecto está a ser realizado para um consórcio construtor constituído pela Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão, para o dono de obra a Prefeitura do Rio de Janeiro. Esta obra foi adjudicada por cerca de 1,4 mil milhões de reais (323 milhões de euros) e tem uma duração prevista de dois anos. O projecto de consiste na implantação de um corredor exclusivo de autocarro no canteiro central da Avenida Brasil, com uma extensão de cerca de 23 quilómetros, contemplado 16 estações, cerca de 1.500 metros de viadutos de acesso e 600 metros de alargamentos de pontes e viadutos existentes.


 

Sobre o autorPedro Cristino

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Atraso no licenciamento pode “inviabilizar” primeiro projecto da Vanguard para a classe média

O arranque do Riverbank Tejo, em Lisboa, está ainda longe de se concretizar já que aguarda, ainda, pelo respectivo licenciamento. Sem saber quando poderão ter início as obras, a promotora antecipa custos acrescidos com este atraso e que terão “um impacto directo no preço final”

Cidália Lopes

Anunciado em finais de 2019 e com arranque da construção previsto para 2020, o Riverbank Tejo é o primeiro projecto da Vanguard Properties direccionado para a classe média. Localizado na Avenida Marechal Gomes da Costa, nas antigas instalações da Air Liquide, o pedido de licenciamento do loteamento já deu entrada no departamento urbanístico da Câmara Municipal de Lisboa, contudo, a promotora continua a aguardar notícias concretas sobre esse mesmo procedimento não tendo, até ao momento, uma data concreta a avançar. “Por ora, não conseguimos ter uma perspectiva real sobre quando haverá um despacho oficial que nos permita antecipar o início da construção das infra-estruturas”, confirmou ao CONSTRUIR, José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties

Embora confiante na aprovação do projecto, o que segundo José Cardoso Botelho “cumpre na íntegra as disposições legais tendo o arquitecto responsável desenvolvido diversos estudos de várias soluções todas elas oferecendo soluções de continuidade urbana com o território envolvente, incluindo preocupações quanto à morfologia, volumetria envolvente e corredores visuais”, o mesmo não se passa quanto à viabilidade da oferta final a que se propunham, já que a promotora antecipa custos imprevistos com este atraso e que irão ter “um directo impacto no preço final”.

Plano de investimento mantém-se

Com um amplo portfolio no imobiliário residencial e turístico de luxo, a Vanguard Properties espera conseguir investir, também, em larga escala em projectos para a classe média exactamente pela “vertente social e dimensão do mercado”. Até porque este é um investimento core do Grupo na Suíça, onde mais de 95% dos activos imobiliários em gestão e promoção são destinados à classe média.

O objectivo passa por arrancar primeiro com o projecto em Lisboa, e depois “avançar para outras urbes”, estando o Grupo já a analisar eventuais investimentos noutras cidades. Ainda assim, o CEO do Grupo em Portugal considera que são vários os factores que dificultam tornar mais acessível a habitação em Portugal e aponta o dedo ao “excessivo” tempo que é necessário para os licenciamentos, assim como ao IVA de 23%. José Cardoso Botelho, considera, ainda, os impostos a que os promotores estão sujeitos, tais como o AIMI e o IMT “excepcionalmente elevados”, o que torna “quase impossível apresentar um projecto abaixo dos 3.500 euros por m2”. “A este factor acresce, ainda, a dificuldade de encontrar terrenos compatíveis com este mercado”, acrescenta.

O Riverbank Tejo

O projecto contempla a construção de três edifícios – um com nove andares e os outros dois com quatro pisos cada um, com uma pequena componente de comércio e serviços. No total estão previstos 86 apartamentos, com tipologias T1 a T3, com áreas compreendidas entre os 60 e os 130 m2. O projecto contempla, ainda um jardim, que funcionará como charneira entre os edifícios e a sua envolvente.

Uma das características do empreendimento foi a preocupação em utilizar materiais que permitam baixos custos de manutenção, tal como a fachada, que é revestida a tijolo. Outro elemento marcante da arquitectura são as grandes varandas que permitem usufruir, a partir do exterior, das vistas do estuário do Tejo.

Muito próximo do empreendimento, encontramos ainda novo jardim público da zona ribeirinha do Parque das Nações, várias escolas e colégios como o United Lisbon International School, para além de várias grandes superfícies comerciais como o Decathlon, Staples, Leroy Merlin, Pingo Doce, Lidl e o Centro Comercial Vasco da Gama.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Descofrante de betão da FUCHS recebe EU Ecolabel

O descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos isentos de poros e “ninhos de britas”

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Graças à sua sustentabilidade, o descofrante de betão PLANTO Schalungsöl N foi distinguido com o EU Ecolabel. Com este produto, a FUCHS prova que a performance e a sustentabilidade são perfeitamente compatíveis: Este descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos de qualidade superior, isentos de poros e “ninhos de britas”. Na sua aplicação, o filme do descofrante garante uma protecção anticorrosiva temporária, o que melhora o acabamento superficial do betão.

Com o PLANTO Schalungsöl, a FUCHS disponibiliza ao sector da construção um descofrante ideal para cofragens de aço que é um verdadeiro amigo do ambiente. A formulação à base de óleo vegetal faz com que seja rapidamente biodegradável. De sublinhar que ultrapassa de longe os requisitos da OECD relativos à rápida biodegradabilidade. É biodegradável a mais de 60% em vez da exigida percentagem de 50% e tem mais de 50% de matérias-primas renováveis em vez dos 25% exigidos.

Já em 2010 a FUCHS assinou um compromisso com a sustentabilidade e em 2016 foi distinguida como a empresa média mais sustentável da Alemanha. A Fundação Prémio Alemão de Sustentabilidade e o Governo Alemão escolheram a FUCHS, entre 800 participantes, por conseguir combinar, de forma exemplar, sucesso económico com responsabilidade social e protecção ambiental.

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Nómada Chiado na shortlisted FRAME e Restaurant & Bar Design Awards

Com assinatura do Spacegram Studio, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado é finalista em dois prestigiados concursos internacionais

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Com a assinatura do Spacegram Studio, de Ana Ferrão, Bruno Pereira e Gilberto Pedrosa, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado, em Lisboa, é finalista em dois concursos internacionais. O projecto integra a shortlisted da edição de 2021 dos FRAME Awards, na categoria Hospitality/Restaurant of the Year. A nomeação coloca o Nómada Chiado entre os cinco melhores projectos de interior em todo o mundo, na sua categoria. Distribuídos nas categorias de retail, hospitality, work, living, institutions e shows, os vencedores serão anunciados a 14 de Outubro.

O Nómada Chiado integra também a shortlisted do prestigiado Restaurant & Bar Design Awards 2021. Entre projectos de design oriundos de cerca de meia centena de países o Nómada Chiado concorre na categoria Multiple.

Na categoria Hotels o CURA, restaurante do icónico hotel Ritz em Lisboa, cuja renovação tem a assinatura do arquitecto Miguel Câncio Martins, é o outro espaço português entre “os restaurantes e bares mais criativos e influentes do mundo”.

Os resultados serão conhecidos também a 14 de Outubro, finalizando uma semana de debates e encontros que começa a 12 de Outubro.

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EDPR assinou mais de meia centena de projectos com o Walmart

Os projectos, que vão desde projectos em telhados a projectos de montagem no solo, geram um total de 38,3 MW de energia e estão distribuídos por sete estados dos EUA

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A EDP Renováveis através da sua subsidiária EDP Renewables North America LLC assinou com o retalhista norte americano 51 projectos de energia solar. Os projectos, que vão desde projectos em telhados a projectos de montagem no solo, geram um total de 38,3 MW de energia e estão distribuídos por 7 estados dos EUA. Destes, 39 foram assinados entre 2020 e 2021.

O total de 51 projectos de energia instalados até à data pela EDPR NA DG para o Walmart estão distribuídos em 7 estados que vão desde o Arizona, Califórnia e Illinois até Nova Jersey, Louisiana, Maryland e Carolina do Sul.
No seu conjunto, os projectos geram um total de 38,3 MW de energia, o que equivale a compensar 27,1 toneladas métricas de dióxido de carbono ou 9,2 toneladas de resíduos reciclados em vez de depositados em aterros, de acordo com a Calculadora de Equivalências de Gases com Efeito de Estufa da EPA dos EUA.

Utilizando o mais recente em termos de inovação ambiental, a EDPR trabalhou com o Walmart para apoiar o seu compromisso com o polinizador solar ecológico, construindo uma matriz solar de montagem no solo no seu centro de distribuição de Laurens, SC, com misturas de polinizadores que restauram a biodiversidade regional. Este esforço, que faz parte do que é o maior esforço sanitário polinizador de um retalhista de supermercado dos EUA até à data, visa reduzir várias ameaças aos polinizadores através da promoção de práticas de gestão integrada de pragas (MIP) e da melhoria e expansão de habitats polinizadores. O projecto também diminui o impacto das águas pluviais e aumenta o apelo visual da instalação.

Em 2019, a carteira da DG de Nova Jersey da EDPR NA, que era composta por cinco instalações solares para o Walmart, ganhou o prémio Projecto de Grande Escala do Ano da Solar Builder Magazine. O Walmart Bayonne Supercenter foi o vencedor em destaque do prémio.

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iCapital Network instala-se em Lisboa

A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade

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A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade, numa operação imobiliária intermediada pela Cushman & Wakefield e pela CBRE.

O edifício de escritórios conta com 4.600 metros quadrados, distribuídos por seis pisos, onde a iCapital vai ocupar 1.825 metros quadrados.. A CBRE representou a iCapital nesta transacção enquanto que a Cushman & Wakefield actuou do lado da Revilla, sociedade imobiliária espanhola proprietária do edifício.

Em Outubro do ano passado, a iCapital anunciou Lisboa como localização principal para desenvolvimento tecnológico e de operações após a aquisição de uma equipa de tecnologia à Runtime Group, empresa de desenvolvimento de produtos sediada em Lisboa. Esta equipa de 79 pessoas é composta por engenheiros, programadores e designers na área da inovação tecnológica, e conta ainda com funções nas áreas financeira, de recursos humanos e facilities. O novo espaço de escritórios apoiará o crescimento da iCapital e a contínua expansão a nível global.

“Estamos entusiasmados com o nosso novo espaço localizado no coração de Lisboa, um vibrante centro de tecnologia global com um vasto conjunto de talentos”, refere Tom Fortin, Chief Information Officer e Managing Partner da iCapital Network. “Estas instalações representam uma oportunidade para novos talentos se juntarem a uma das empresas mais empolgantes e de crescimento acelerado na área das Fintech, à medida que continuamos a expandir a nossa equipa de ponta para desenvolver soluções líderes de mercado que melhor sirvam os nossos clientes”, acrescenta.

“A colocação da iCapital neste edifício de escritórios do Café Lisboa é um testemunho não só do seu estatuto icónico como edifício histórico, mas também do espaço contemporâneo e da sua invejável localização na Avenida da Liberdade”, sublinha André Almada, Director de Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.
“O arrendamento destes escritórios vem reforçar a localização acessível e de qualidade do Edifício Café Lisboa. Estamos muito satisfeitos em receber a equipa da iCapital neste espaço”, conclui Vera Roquette Geraldes, Associate for Offices Department da Cushman & Wakefield.

O Edifício Café Lisboa é um edifício do século XIX onde funcionou o célebre Café Cristal, um projecto de 1940/42, do arquitecto Cassiano Branco. Uma intervenção por parte dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Mário Costa e Crespo, na década de 90, conferiu-lhe o Prémio Eugénio dos Santos de 1995.

A transacção foi concluída no primeiro trimestre de 2021.

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Exportações de Metal Portugal com um dos melhores resultados de “sempre”

As exportações nacionais de metal seguem em alta, após o crescimento acumulado de 32% das vendas ao exterior no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo

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“Depois de meses em que os constrangimentos crescentes afectaram a acção e o possível crescimento do sector do metalúrgico e do metalomecânico, com possíveis danos irremediáveis para a economia nacional, as empresas do Metal Portugal continuam numa recuperação surpreendentemente acentuada, tendo registado, até à data, um ano de 2021 cheio de recordes e dos melhores resultados de sempre”, refere a Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) em comunicado.

Referindo-se aos valores de exportações referentes a Julho, a associação sublinha que o registo “entra directamente para o top 10, sendo a oitava melhor marca de sempre”. Um resultado que surge após o crescimento acumulado de 32% das exportações do Metal Portugal no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a AIMMAP, esta evolução resulta da “recuperação dos mercados tradicionais, que representam 76% das exportações, como Espanha, França, Itália e Reino Unido e Alemanha, sendo que Alemanha e Itália ainda se encontram aquém dos valores apresentados em 2019”. “Por outro lado, a importância que os mercados extraeuropeus assumiram é muito relevante, quando vemos que mercados como Marrocos e Japão tiveram um aumento de cerca de 45%”, acrescenta a associação.


“Estes resultados, mês após mês, acabam por ser surpreendentes”, tendo em conta o cenário pandémico, a “grave crise no que diz respeito à escassez de matérias-primas”, o “aumento exponencial do custo das matérias-primas e do transporte” e o mais recente “aumento galopante nos preços da energia” que as empresas têm enfrentado, sublinha Rafael Campos Pereira, vice-presidente da AIMMAP

“Conseguimos, com todos estes constrangimentos, mostrar a resiliência das empresas portuguesas, que conseguiram fazer com que o sector crescesse 0,1% face ao período homólogo em período pré-pandemia, ou seja, em 2019, que foi o melhor ano de sempre nas exportações do Metal Portugal. Todos estes factores fazem-nos crer que, a manter a tendência de crescimento, o ano de 2021 vai ser um ano de recorde para o sector”, adianta o responsável.

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APREN e APESF fundem-se para promover as energias renováveis

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal

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A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal (de grande e pequena escala).

Em comunicado as duas associações explicam o processo que “culminou com a sua fusão debaixo da chancela ‘APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis’” e que surge da “necessidade de unificar esforços e competências e seguir a dinâmica e nova visão de modelo energético” e de simultaneamente “abraçar o nosso paradigma de um sistema energético cada vez mais integrado que exige um planeamento e funcionamento coordenados do sistema como um todo, envolvendo todos os diferentes vectores energéticos, infraestruturas e consumidores finais”.

A APREN surgiu em 1988 com a missão de defesa dos produtores independentes de energias renováveis. Evoluiu, com o passar dos anos, face à necessidade de responder ao crescente desenvolvimento do sector em paralelo com o agravamento das alterações climáticas e respectivo desenvolvimento de políticas de sustentabilidade. Assim, apesar de inicialmente a APREN representar pequenas centrais hídricas, que surgiram com a introdução da actividade de produção independente de energia eléctrica estabelecida no Decreto-Lei n.º 189/88, de 27 de Maio, rapidamente cresceu, incorporando um vasto portfolio de centrais electroprodutores de larga escala e passando, não só a representar a empresas de detentoras de centrais, mas todas as empresas que contribuem para a promoção do sector.


Já a APESF foi fundada em 2008 com a missão de promover exclusivamente o desenvolvimento e a dinamização do mercado da energia fotovoltaica em Portugal, que iniciava o seu crescimento com a introdução da microprodução de electricidade estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de Novembro, dedicada principalmente ao consumo próprio, que vinha estabelecer um novo paradigma de funcionamento do sistema eléctrico com geração local através de unidades ligadas a pontos de consumo. Foi também expandindo com a evolução regulamentar e crescendo com o mercado da produção descentralizada.

“Com a crescente necessidade de mitigar os efeitos climáticos e adaptar em conformidade o sistema energético, que evoluiu, entretanto, para um modelo conectado, flexível e mais circular, cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada, em que todos os vectores são interdependentes”, justificam.

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Carlos Dias Coelho reeleito presidente da Faculdade de Arquitectura de Lisboa

Arquitecto e professor universitário, Carlos Dias Coelho foi reeleito esta segunda-feira, dia 13 de Setembro. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023

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Carlos Dias Coelho, arquitecto e professor universitário, foi reeleito, esta segunda-feira, dia 13 de Setembro, para o cargo de presidente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu novamente o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023.

Carlos Dias Coelho, licenciou-se em Arquitectura em 1984, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, onde também se doutorou em Planeamento Urbanístico em 2002, com a tese intitulada “A Complexidade dos Traçados”.

É, desde 1988, docente de Projecto da área de urbanismo da Faculdade de Arquitectura (que em 2013 integrou a actual Universidade de Lisboa), onde coordena uma equipa de investigação sobre a temática da Forma Urbana. É desde 2008 professor visitante da École Supérieure d’ Architecture Paris-La Villette e Fellow da Tokyo University.

Com diversos trabalhos distinguidos, entre quais se destaca o Premio José de Figueiredo 2008, conferido pela Academia Nacional de Belas Artes, o Prémio Internacional Inácio de Lecea 2007/2008, conferido pelo Public Art and Urban Design Observatory da Universitat de Barcelona e a Distinção por Mérito, conferida pelo reitor da Universidade Técnica de Lisboa em 2009. Coordenou variados projectos editoriais, destacando-se o da “Praça em Portugal – Inventário Morfológico”, obra em quatro volumes publicada pela Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, os primeiros dois volumes da colecção “Cadernos de Morfologia Urbana e “Estudos sobre a cidade portuguesa”, publicados pela Argumentum.

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Número de fogos reais de AL contrastam com os números legais

Apartamentos activos para alojamento local são apenas 15% dos registos existentes em Lisboa e 27% no Porto. Em Julho no conjunto das duas cidades eram apenas 5 mil os fogos em actividade

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Em Julho de 2021, o número de fogos com actividade efectiva no Alojamento Local (AL) perfazia pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta, apurou a Confidencial Imobiliário.

Os actuais 2.800 fogos activos em Lisboa representam apenas 15% do universo de 19.000 unidades que possuem registo, o que quer dizer que em Julho se encontravam registados para AL mais de 16.200 alojamentos sem qualquer actividade. No Porto, os fogos activos pesam 27% no total dos 8.600 registos, o que significa que outras 6.300 unidades que têm registo de AL não praticam actividade neste mercado.

“Esta redução na oferta efectivamente activa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, avançou Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário
A Confidencial Imobiliário apurou ainda que a actual dimensão do mercado contrasta fortemente com o padrão pré-Covid, quando Lisboa registava cerca de 8.800 fogos activos no AL e o Porto cerca de 4.100 fogos. Tal traduz a saída de cerca de 6.000 fogos do circuito de actividade em Lisboa e de 1.800 fogos no Porto.

“De qualquer forma, ainda que este gap esteja agora muito mais acentuado, esta realidade não é um exclusivo da pandemia. Já anteriormente os alojamentos com actividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%). Os números de Dezembro de 2019 mostram que em Lisboa o mercado de AL rondava os 8.800 fogos, um volume muito inferior aos mais de 19.000 fogos então registados no Turismo de Portugal. No Porto, estavam registados cerca de 9.000 fogos, quando de facto em actividade estavam somente 4.100”, explicou o mesmo responsável.

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Condomínio fechado The Brick nasce em Marvila

Com promoção de Bxxi Project e traço do atelier ACTS Arquitectos, a comercialização é da JLL

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Marvila, um dos principais eixos de expansão urbana dentro da cidade de Lisboa, vai ter um novo condomínio residencial. The Brick, promovido pelo Bxxi Project e com traço do atelier ACTS Arquitectos, cuja herança industrial daquele bairro lisboeta serviu de inspiração. A consultora JLL assume a comercialização do empreendimento em exclusivo. O montante de investimento não foi revelado.

“O design inteligente e contemporâneo é um dos traços distintivos do novo condomínio fechado que homenageia a memória do bairro de Marvila, integrando elementos como as grandes janelas de inspiração industrial, linhas depuradas e tijolos maciços”, refere a consultora.

Os 10 apartamentos que compõem o The Brick, disponíveis nas tipologias T1 a T3 e T3 Duplex, foram desenhados de acordo com os mais elevados padrões de bem-estar e conforto, simultaneamente apostando em espaços sofisticados e modernos. As generosas áreas abertas para o exterior, com amplos terraços e jardins privados que funcionam quase como uma extensão das zonas de estar, são outro trunfo do The Brick, que contará ainda com um jardim comum.

Para Patrícia Barão, head of Residential da JLL, “o The Brick é uma adição icónica a um dos bairros mais promissores da cidade de Lisboa. Marvila está em pleno desenvolvimento e tem um enorme potencial de valorização, estando a afirmar-se como um destino incontornável para viver, trabalhar e investir. Este novo projecto residencial dá um contributo muito importante para esta afirmação”.

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