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Ferpinta lança ferramenta web para dimensionamento de estruturas metálicas

Ferramenta pernite fazer cálculo de verificação da resistência de vigas e colunas em tubo

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Construcao-metalicaA Ferpinta desenvolveu e disponibilizou para “download” uma ferramenta “web” para o dimensionamento de estruturas metálicas com tubo estrutural.

Segundo o comunicado da empresa portuguesa de construção metálica, esta ferramenta visa garantir o acesso ao catálogo e características dos tubos Ferpinta, a identificação dos tubos equivalentes, que substituam perfis do tipo I e H, e o cálculo de verificação da resistência de vigas e colunas em tubo.

A aplicação encontra-se disponível gratuitamente para “download” em computadores, smartphones e tablets.

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Empresa municipal de habitação tem nova casa em Campanhã

A Porto Vivo, SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana) deixou as instalações no Centro Histórico, onde esteve durante duas décadas, e mudou-se para uma nova casa na freguesia de Campanhã

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As novas instalações da empresa municipal de habitação foram inauguradas esta semana. Um momento onde o vereador com o pelouro correspondente, Pedro Baganha, aproveitou para reforçar “a importância que a Porto Vivo, SRU tem na reabilitação e na criação de soluções impactantes para a cidade, no que diz respeito à habitação”. Na mesma ocasião Ricardo Valente, vereador da Economia, Emprego e Empreendedorismo, lembrou “a reestruturação bem-sucedida da municipalização da empresa, em 2019”.

Pensada para promover o trabalho colaborativo, a nova sede insere-se numa estratégia que pretende uma actuação mais próxima dos cidadãos e das áreas em que a empresa intervém, promovendo a reabilitação urbana e também soluções para o mercado de arrendamento acessível, adequadas às necessidades habitacionais da população.

Até ao momento, o Município do Porto já atribuiu 150 habitações através do programa Porto com Sentido, e a ambição é de angariar mil fogos até ao final de 2025 para colocação no mercado de arrendamento acessível.

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APEGAC discute futuro do sector em Congresso

A Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios irá apresentar 10 propostas para o futuro do sector da administração de condomínios no decorrer do V Congresso pela Regulação e Sustentabilidade da Actividade de Administração de Condomínios, agendado para os dias 10 e 11 de Novembro

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(na imagem: Vítor Amaral, presidente da APEGAC)
A discussão e apresentação das referidas propostas está marcada para a primeira sessão do congresso na mesa redonda com o tema “O estado do sector da actividade profissional de gestão e administração de condomínios, as grandes perspectivas para o futuro”, que engloba nomes como Vítor Amaral, presidente da APEGAC, Fernando Batista, presidente do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção e João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, conhecida por ser a maior confederação empresarial do país.

O evento tem como objectivo definir novos conceitos e soluções a nível nacional e afirma-se como o mais importante encontro sobre a temática dos condomínios, contribuindo para juntar, no mesmo espaço, administradores profissionais de condomínios que representam todo o território nacional, tal como membros do Governo, como a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, e associações ligadas ao sector, aos quais se juntará uma vasta delegação internacional brasileira de empresas de condomínios.

“Esta é uma oportunidade para valorizar e projectar a actividade que envolve cerca de cinco milhões de portugueses, quase metade da população nacional, e dar voz aos administradores profissionais de condomínios,” afirma o presidente da APEGAC, Vítor Amaral. “Uma das maiores dificuldades do sector é o desconhecimento sobre o que é um condomínio, quais os direitos e deveres dos condóminos e quais as funções do administrador. É nossa pretensão alterar essa perspectiva”, conclui.

O evento é aberto ao público em geral, podendo as inscrições serem feitas através do website da APEGAC.

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AMCO adquire instalações para nova sede em Famalicão

A AMCO Intermediários de Crédito comprou novas instalações para a sua sede nacional em Vila Nova de Famalicão. A nova sede irá agregar as várias empresas do grupo. A mediação da transacção foi conduzida pela agência imobiliária Medium, através do seu departamento Corporate

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O imóvel, que era propriedade do Novo Banco e do Millennium BCP, é composto por cave, rés-do-chão e dois pisos, ocupando uma área total de cerca de 3.715 metros quadrados, com acesso directo a uma rotunda sobre a variante nascente à cidade de Famalicão e à rede de autoestradas.

“A compra das novas instalações da AMCO significa um grande investimento no futuro, que vai permitir agregar as várias empresas do grupo, nomeadamente AMCO Intermediários de Crédito, AMCO Recuperação e Gestão de Crédito e Andreia Neto Advogados”, informou Altino Osório, fundador e presidente do grupo AMCO.

A AMCO é uma empresa especializada na prestação de serviços de intermediação de crédito e consultoria, autorizada e supervisionada pelo Banco de Portugal. Tem os seus escritórios na Avenida do Marechal Humberto Delgado, no centro de Vila Nova de Famalicão. Em 2023, a AMCO deverá deixar esse espaço, passando a ocupar as antigas instalações da extinta Avetel, após a realização de obras de adaptação.

“A futura sede nacional do grupo AMCO prima pela excelente visibilidade e acessibilidades muitos boas às autoestradas A3 e A7”, explica Pedro Fernandes, CEO da Medium Imobiliária, que fez a mediação da transacção, com o contributo do departamento Corporate, liderado por Miguel Marques.

Fundado em Vila Nova de Famalicão, em 2006, o grupo AMCO tem actualmente uma equipa composta por 25 colaboradores.
A AMCO trabalha com os maiores bancos e instituições financeiras portuguesas, possuindo actualmente uma rede de mais de 25 parceiros de negócio que ajudam “a oferecer as melhores soluções do mercado e a potenciar e contribuir para o crescimento sustentado dos clientes”, tanto empresariais como particulares.

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Marca hoteleira Selina cotada na Bolsa de Nova Iorque

Com a integração na bolsa de valores, Selina garante 55 M€ em receitas de PIPE, até 235 M€ em dinheiro da conta fiduciária de BOA e 120 M€ das subscrições

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A Selina Hospitality PLC (Selina), empresa do sector hoteleiro, em expansão, focada na experiência direcionada aos viajantes Millennials e Geração Z, tem a partir de hoje as suas acções cotadas na segunda maior bolsa de valores de Nova Iorque, a NASDAQ – National Association of Securities Dealers Automated Quotations, sob os símbolos “SLNA” e “SLNAW”.

A entrada na bolsa NASDAQ tem vindo a ser preparada desde o final de 2021, através da celebração de um acordo de fusão com a BOA Acquisition Corp., uma empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto. Com a fusão e consequente integração na bolsa de valores, Selina garante assim 55 milhões de euros em receitas de PIPE, até 235 milhões de euros em dinheiro da conta fiduciária de BOA, e 120 milhões de euros das subscrições de 150 milhões de euros de capital de 6% de notas convertíveis não garantidas com vencimento em 2026.

“Fechamos um ciclo que há muito temos vindo a preparar, e assinalamos um novo marco na história de Selina, ao estarmos cotados na bolsa. Continuamos focados em alcançar a rentabilidade à medida que crescemos, escalarmos o nosso negócio, e progredirmos no sentido de obter margens cada vez mais rentáveis, sempre com a ligação do nosso espírito e da nossa marca a hóspedes locais, trabalhadores remotos e nómadas digitais, a nossa oferta de hospitalidade diferenciada”, considera Rafael Museri, co-fundador e ceo Selina.

Para reforçar a estabilidade e o crescimento da empresa, para além do co-fundador e director executivo Rafael Museri, e o co-fundador e director de Crescimento Daniel Rudasevski, Selina conta agora com mais cinco directores nas áreas de liderança, finanças, operações, marketing e tecnologia.

No primeiro semestre de 2022,  Selina obteve receitas recorde de 86 milhões de dólares, um aumento de 142% comparativamente a período homólogo de 2021, impulsionado sobretudo pela melhoria do desempenho operacional em todo o portfólio, assim como pela abertura de 13 novos espaços com mais 3.368 camas na Grécia, Austrália, Portugal, Panamá, Estados Unidos, Marrocos e Israel.

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Trienal apresenta nova ronda de ‘Projectos Independentes’

A partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, o novo ciclo arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes, assim como mais dois espaços expositivos nas Carpintarias de São Lázaro e Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia

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A Trienal de Lisboa apresenta, a partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, um novo ciclo de ‘Projectos Independentes’ que arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes. 

The Clothed Home, exposição da artista Alicja Bielawska com curadoria de Aleksandra Kedziorek, organizada pelo Adam Mickiewicz Institute, explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para reflectir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos. A exposição foi recentemente apresentada no MAO, em Liubliana. 

Cidades (Des)Feitas por Infra-estruturas de Transporte Segregadas, da autoria de Filipe Temtem (Organização Elemental Chair, PUC Chile), apresenta um protótipo de um viaduto que funciona como infraestrutura retroactiva, no contexto de uma cidade chilena (des)feita por ferrovias e autoestradas. O projecto inclui ainda uma conferência a 25 de Novembro.

E, por fim, Terra-Collar Work, com curadoria de Gregg Tendai, Juaniko Moreno e Nastia Volynova é uma instalação criada a partir de um workshop realizado no Palácio dias antes da inauguração que aborda a urgência de reimaginar a concepção do trabalho no contexto das alterações climáticas.

Além destas três exposições, o Palácio Sinel de Cordes vai ainda acolher, esta sexta-feira, dia 4, e 25 de Novembro, o primeiro dia das duas últimas sessões do workshop Terra como Casa (que se estende à Casa da Cerca nos dias 5, 6, 26 e 27 de Novembro) e, a 22 e 23 de Novembro, o workshop Tracing Data Exhaust in Conflict Zones, que explora a relação dos seres humanos com a sua pegada digital, seguindo o rasto de metadados que expandem e condicionam as relações humanas.

O programa deste novo ciclo marca também presença em mais dois espaços de Lisboa. De 17 de Novembro a 30 de Dezembro vai estar patente a exposição River Somes nas Carpintarias de São Lázaro. Criada por um colectivo de autorias e colaborações, o projecto propõe a regeneração e renaturalização fluvial para interligar as diversas comunidades que habitam a cidade de Cluj-Napoca, na Roménia.

Nas Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia, será possível visitar, de 17 de Novembro a 26 de Março de 2023, a exposição Disquietude: Arquitectura e Energia em Portugal. Com curadoria de Lars Fischer e Kim Förster, esta aborda o emaranhado entre arquitectura e energia no século XXI, utilizando Portugal como exemplo e tendo em conta as transformações actuais

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NTT Data cria Hub dedicado a Experience Design em Óbidos

Esta unidade está integrada nos serviços de criatividade e comunicação da empresa, que reúne dezenas de criativos e pretende tirar partido da ligação à Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha

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A NTT Data Portugal, consultora global de negócios e tecnologia, criou em Óbidos mais um Hub de conhecimento específico, desta vez, focado em Experience Design. Esta unidade está integrada nos serviços de criatividade e comunicação da empresa, que reúne dezenas de criativos e pretende tirar partido da ligação à Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, integrada no Instituto Politécnico de Leiria, para atrair e captar talento, aumentando dessa forma a capacidade para desenvolver projectos nacionais e internacionais orientados à melhoria da experiência dos utilizadores no uso de soluções de base tecnológica e no desenvolvimento de estratégias de comunicação 360º e de marketing digital.

O novo Hub está instalado nos edifícios centrais do Parque Tecnológico de Óbidos, distinguidos com inúmeros prémios de arquitectura e design, o que representa uma fonte de inspiração para o trabalho criativo que se desenvolverá neste novo Hub. É, igualmente, um símbolo da estratégia de alargamento territorial da NTT Data em Portugal, na medida em que está instalado num centro de media / baixa densidade populacional, com ligação à academia e uma envolvente que privilegia a qualidade de vida.

À semelhança de toda a companhia, o Hub de Óbidos segue um modelo de trabalho flexível, híbrido e dinâmico, que assenta na confiança e no compromisso de cada colaborador. Reflecte-se num registo de trabalho tendencialmente remoto, pontuado por momentos de colaboração presencial, que são muito importantes para promover o espírito de equipa e para revitalizar energias.

‘Na NTT Data colocamos as pessoas no centro da nossa actuação. Apostamos na contratação do melhor talento e no seu desenvolvimento, valorizando a generosidade, a liberdade responsável a energia criativa para construir uma proposta de valor focada na concepção, implementação e operacionalização de soluções de base tecnológica. Para isso, conjugamos o domínio de tecnologias de vanguarda, com o conhecimento de negócio, em diferentes sectores de atividade, para dar a vida a soluções criativas, de base digital e focadas na melhor experiência do utilizador. Por tudo isto, a área de experience design, à qual o novo Hub de Óbidos se vai dedicar, é central para a evolução da nossa actividade. Especialmente, porque a natureza deste tipo de trabalho nos permite acrescentar à organização, já de si diversa e multicultural, talento com diferentes backgrounds e bases de conhecimento, que enriquecem a nossa proposta de valor”, afirma Paulo Silva, partner & head of Emerging Business Areas and Delivery Models da NTT Data Portugal.

A par do novo Hub de Óbidos, a NTT Data tem já outros sete em funcionamento em quatro localidades: Braga, Castelo Branco, Coimbra, Porto e Évora.

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Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei que prevê o Programa Nacional de Habitação. O PNH tem um horizonte temporal até 2026, uma dotação de 2.377 milhões de euros e contempla 22 medidas

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O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei sobre o Programa Nacional de Habitação (PNH), previsto na Lei de Bases da Habitação e que congrega o quadro de políticas para o sector da habitação, identificando as principais carências, instrumentos e objectivos para a sua progressiva eliminação. O Programa tem um âmbito temporal de 2022-2026 e abrange todo o território nacional.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referiu que os desafios actuais nas políticas de habitação consistem em «garantir que todos os agregados têm acesso a uma habitação digna e adequada aos seus rendimentos e à sua dimensão» e «garantir que, a médio prazo, o peso da oferta pública no mercado habitacional é capaz de dar resposta às necessidades e contribuir para a regulação do mercado».

O Programa Nacional de Habitação (PNH) é acompanhado de um compromisso orçamental plurianual, com reflexo já no ano de 2023, abrange todo o território anual, tem um âmbito temporal até 2026 e um investimento previsto de 2.377 milhões de euros. Como avançou o ministro da Habitação e das Infraestruturas, tem como objectivo central o alargamento do parque publico português, uma matéria onde Portugal “compara mal com o resto da Europa”. Apenas 2% do alojamento em Portugal é público quando em vários países europeus essa percentagem é de 30%.

Ao todo estão previstas 22 medidas, com o ministro a salientar aqueles que são os quatro pilares do programa. Entre eles está o 1.º direito, que visa apoiar as famílias mais carenciadas e contando com um envelope financeiro de 1.311 milhões de euros até ao final de 2026. Nesse contexto, o ministro sublinhou que “a esmagadora maioria dos municípios conta com estratégias locais de habitação”, soma já cerca de 300 pedidos de financiamento, respeitantes a 5600 habitações e a 65 municípios, das quais cerca de 1 200 casas já entregues.

Outra das medidas contempla o apoio a população de rendimentos intermédios, classe média, para a qual está a ser construído “um parque publico dirigido à população de rendimentos intermédios e aqui o objectivo principal é mobilizar imóveis do estado que estejam devolutos (incluindo edifícios e terrenos) destinados para a construção ou reabilitação de imóveis. Actualmente estão em curso 870 habitações em projecto em Lisboa, 1.250 em Almada, 200 em Matosinhos e 600 em Oeiras. “Este é um programa que arrancou e dará acesso a 6.800 famílias de classe média”, sublinhou o governante. O investimento previsto para esta alínea é de 859 milhões de euros.

O ministro disse também que 48 milhões de euros vão ser destinados à reabilitação do parque habitacional do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como outros 159 milhões de euros “para aquisição de imóveis por parte do Estado”.

Um terceiro pilar destina-se “encontrar soluções temporárias para situações inesperadas sejam calamidades ambientais, fluxos migratórios ou violência de género”, onde se inclui a Porta de Entrada e a Bolsa de Alojamento Temporário. Neste âmbito serão construídos cerca de 2 mil imóveis, financiados pelo PRR.

O quarto pilar é o da “mobilização do sector privado” onde se inclui “um conjunto de incentivos à oferta privada e social de arrendamento a custos acessíveis”.

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Sebrae tem no WTC ponto de apoio para alavancar entrada de empresas brasileiras na Europa

O espaço criado com o propósito de desenvolver negócios por todo o mundo, terá em Lisboa uma representação do Sebrae, uma localização considerada estratégica para alavancar e apoiar a internacionalização das pequenas empresas brasileiras nos mercados português e europeu.

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Com o objectivo de impulsionar negócios em Portugal, o Sebrae, instituição correspondente à Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) no Brasil, aposta no intercâmbio com Portugal e formaliza a sua adesão ao World Trade Center Lisboa (WTC).

O Sebrae elaborou uma estratégia de actuação com foco em Portugal, que visa estimular a inserção das micro e pequenas empresas brasileiras no mercado internacional, em sinergia com o propósito de disseminar a cultura empreendedora com empresas competitivas e sustentáveis, fomentando um ambiente favorável para o desenvolvimento dos pequenos negócios.

A partir do dia 3 de Novembro, o Sebrae estará no WTC, em Lisboa, com o propósito de integrar comités estratégicos e acções de matchmaking, tendo as startups brasileiras, a partir dessa data, um espaço integrado num ambiente que fomenta oportunidades de comércio e investimento para empresas que procuram ligar-se globalmente.

“É com grande orgulho que recebemos no nosso espaço, o primeiro escritório do Sebrae em Portugal. É com total sentido de responsabilidade que acolhemos uma instituição tão estratégica no Brasil, na expectativa que o WTC seja uma via para a realização da sua estratégia de internacionalização. O Sebrae junta-se agora a nós e vem reforçar o modelo inteligente e colaborativo que o nosso hub empresarial oferece”, afirma Vasco Fonseca, COO do FVC Group

Por sua vez, o presidente do Sebrae, Carlos Melles sublinha que a aposta da instituição no potencial da cooperação Brasil X Portugal se materializa também nesta parceria com o WTC. “Portugal é um ecossistema vibrante, com vocação para o empreendedorismo e para a inovação. Junto ao WTC, vamos aproximar as empresas brasileiras dos maiores players do mundo, oferecendo um ambiente propício e suporte técnico à expansão desses negócios para que, de fato, a internacionalização seja bem-sucedida”, afirma.

Desde 2018, Portugal tornou-se um país prioritário para a estratégia de acções internacionais do Sebrae, através do programa StartOut Brasil. Em 2021, ainda no contexto de pandemia da Covid-19, 15 startups brasileiras movimentaram cerca de meio milhão de euros (498.158 USD), em negócios em Lisboa. Estes resultados confirmam que as startups olham para Portugal como um mercado estratégico para a expansão na Europa.

O WTC contempla 320 unidades, em 92 países. Em Portugal, conta com uma área total de 70 000 m2 divididos em áreas de escritórios, retalho e espaços verdes e ao ar livre, foi pensado para receber novos conceitos de negócio, favorecendo um lifestyle flexível, adaptável e evolutivo, focado no empreendedorismo, nas novas ideias, na sustentabilidade e no bem-estar.

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Brico Depôt Iberia estreia marketplace

A nova plataforma, lançada em Portugal e Espanha, incluirá mais de 20 mil novas referências ao longo dos próximos meses e espera-se que as vendas obtido através deste canal representem 25% do total de vendas online

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Com o objectivo de dar continuidade à sua aposta na digitalização e assegurar a escolha certa aos consumidores, a Brico Depôt, especialista em construção, renovações e bricolage, acaba de estrear o seu modelo de Marketplace, simultaneamente em Portugal e Espanha.

A nova plataforma, integrada no e-commerce da Brico Depôt, incluirá mais de 20 mil novas referências nos primeiros meses, que complementarão as gamas próprias da empresa, seleccionadas por uma equipa de peritos para garantir que cumprem os critérios de qualidade, responsabilidade e preço. Espera-se igualmente que as vendas obtidas através deste canal representem 25% do total de vendas online.

Com esta nova aposta, a Brico Depôt continua o seu processo de digitalização, acelerado desde o início da pandemia com a implementação do seu e-commerce, em março de 2020, integrando os serviços de entrega ao domicílio Click&delivery através das suas lojas e o serviço Click&collect para recolha na loja em 30 minutos. A empresa desenvolveu ainda a aplicação Brico & Go que possibilita agilizar o processo de compra em lojas de bricolage.

Como resultado de tudo isto, a Brico Depôt recebeu, recentemente, o prémio de Melhor Comércio do Ano na categoria de bricolage por parte dos consumidores, tanto no seu canal físico como online, um reconhecimento que consolida o objectivo de tornar-se no parceiro de referência do consumidor na hora de realizar os seus projectos e desenvolver ferramentas que permitam desfrutar de uma experiência de compra óptima através de qualquer canal.

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INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração

A iniciativa é da Universidade Católica Portuguesa e da Planetiers New Generation e vai reunir profissionais, académicos e líderes nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração que estão envolvidos em projectos disruptivos, circulares e sustentáveis

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Inspirar, desafiar e promover a mudança nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração são os grandes objectivos do INSURE.hub. Uma iniciativa da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das Faculdades – Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia – e da Planetiers New Generation.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub estará dividida em dois momentos: de manhã será apresentado pela academia o estado de arte da Sustentabilidade e Regeneração, e de tarde serão debatidos vários casos de estudo inovadores a nível nacional e internacional. O melhor artigo científico, apresentado durante a manhã, será distinguido com o MDS Best Paper Award.

“Pretendemos que esta conferência demonstre a importância do INSURE.hub como iniciativa transformadora e de partilha de conhecimento transdisciplinar e inovador, essencial para o cumprimento das metas da Europa para 2030 e do Pacto Ecológico Europeu”, reitera João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

“Inovação circular e disruptiva”, “Transformação digital e negócios sustentáveis”, “Investimento e financiamento sustentável”, e “Do lixo ao produto” são alguns dos casos de estudo que serão apresentados na 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub. Estarão presentes John Melo (CEO da Amyris), Sónia Cardoso (diretora de Sustentabilidade da SONAE SGPS), Martim Santos (Senior Manager KPMG Advisory) e Benedita Chaves (diretora da Unidade de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da LIPOR). A mesa redonda “Construir um futuro robusto e sustentável em tempos turbulentos” contará com a presença de Fernando Leite (CEO LIPOR), Filipe Araújo (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto), de Mário Vinhas (COO da MDS), e de Paul Hodges (Chairman da New Normal Consulting & Infinity Recycling, The World Economic Forum Global Expert).

Alinhado com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, das metas definidas para a Europa em 2030 e com a Estratégia do Pacto Ecológico Europeu. o INSURE.hub ambiciona contribuir para tornar Portugal num dos mais progressivos países da União Europeia nas áreas da Sustentabilidade e da Regeneração.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub decorrerá a 17 de Novembro na Universidade Católica Portuguesa no Porto.

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