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Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Ilha das Flores acaba de lançar um concurso público com vista à empreitada de requalificação do Serviço de Apoio ao Domicílio, um investimento estimado em 1,7 milhões de euros. Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, terá um prazo de execução de… Continue reading Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

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Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Ilha das Flores acaba de lançar um concurso público com vista à empreitada de requalificação do Serviço de Apoio ao Domicílio, um investimento estimado em 1,7 milhões de euros. Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, terá um prazo de execução de… Continue reading Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

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Fercopor alcança mais de 90% de vendas em novo projecto imobiliário de luxo

Resultados “validam não apenas a aposta estratégica da empresa na zona da Boavista”. Mário Almeida, administrador da Fercopor, destaca, ainda, um novo projecto habitacional e um edifício de escritórios com 17 andares previsto para a mesma zona

A comercialização do Pure, o novo projecto imobiliário da Fercopor, localizado na Boavista, já ultrapassou os 90%. Estão já vendidos 31 dos 34 apartamentos distribuídos pelos três edifícios. 30 deles foram vendidos logo nas primeiras duas semanas, após a apresentação oficial deste novo condomínio de luxo.

Entre os novos residentes, maioritariamente, portugueses, estão famílias e alguns investidores privados. “A localização, a apenas 100 metros da Avenida da Boavista, as generosas áreas marcadas pela privacidade, a excepcionalidade dos detalhes e a arquitectura” são alguns dos atributos que têm levado à procura pelo empreendimento. Com inspiração nas obras de Piet Mondrian, a assinatura está a cargo do arquitecto José Carlos Cruz.

Recorde-se que ainda em Junho, e também nesta avenida, a Fercopor apresentou o projecto Enlight, igualmente assinado por José Carlos Cruz. A comercialização dos 21 apartamentos ficou concluída em Janeiro de 2023, mas 70% das vendas foram feitas em menos de dois meses. O edifício de sete andares, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, está já em construção e conta com habitações T1 a T4.

De acordo com Mário Almeida, administrador da Fercopor, “estes impressionantes resultados, alcançados nos dois projectos e em tão curto espaço de tempo, validam não apenas a aposta estratégica da empresa na zona da Boavista como também o trabalho de uma grande equipa dedicada à dinamização de áreas residenciais com arquitectura diferenciadora e construção de elevada qualidade”. Em relação ao futuro, acrescenta que “há ainda muito potencial por explorar nesta zona da cidade do Porto e, por isso, a Fercopor tem novos projectos em desenvolvimento”.

Entre os planos da promotora imobiliária de luxo para o primeiro semestre de 2023, está um novo projecto habitacional, no cruzamento entre a Rua António Cardoso e a Avenida da Boavista. Metros abaixo, em plena avenida, está previsto um edifício de escritórios com 17 andares, projectado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Trienal acolhe kick-off da Representação Oficial Portuguesa

Com curadoria de Andreia Garcia, Fertile Futures problematiza a escassez da água doce, a partir de sete distintas hidro-geografias do território português. A apresentação da representação oficial portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza 2023, acontece nos dias 28 e 29 de Janeiro no Palácio Sinel de Cordes

A Trienal de Arquitectura de Lisboa acolhe o lançamento de Fertile Futures, a representação oficial portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza 2023, no Palácio Sinel de Cordes, no fim-de-semana de 28 e 29 de Janeiro. Com curadoria de Andreia Garcia, Fertile Futures problematiza a escassez da água doce, a partir de sete distintas hidro-geografias do território português.

As cinco assembleias de pensamento que compõem Fertile Futures são momentos de debate, sensibilização e mediação abertos ao público e de acesso gratuito que se realizam em Lisboa, Veneza, Braga, Faro e Porto Santo. Estas visam alimentar a reflexão em torno da água doce como elemento vital às espécies humana e não-humana, funcionam como espaços de (re)aprendizagem recíproca assente na coexistência entre saberes.

Fertile Futures convida equipas de arquitectura, em colaboração com especialistas de outras áreas, para problematizar e desenhar soluções especulativas que procuram inverter a memória recente de sobreposição e imposição de modelos, interesses e formas de actuação.

Os casos em estudo exemplificativos da acção antropocêntrica sobre recursos hídricos, naturais e finitos são: o impacto da Gigabateria na bacia do Tâmega; a quebra da convenção no Douro Internacional; a extração mineira no Médio Tejo; a imposição de interesses na Albufeira do Alqueva; a anarquia no perímetro de rega do Rio Mira; a sobrecarga das lagoas na Lagoa das Sete Cidades e o risco de aluviões nas Ribeiras Madeirenses.

Nesta primeira sessão, que decorre sábado (entre as 10h20 e as 13h30 e as 15h00 e 17h30) e domingo (das 10h20 às 13h30), participam, como consultores, Álvaro Domingues, Ana Salgueiro Rodrigues, Ana Tostões, Andres Lepik, Aurora Carapinha, Eglantina Monteiro, Érica Castanheira, Francisco Ferreira, João Mora Porteiro, João Pedro Matos Fernandes, Luca Astorri, Margarida Waco, Marina Otero, Patti Anahory, Pedro Gadanho e Pedro Ignacio Alonso.

Organizada e comissariada pela Direcção-Geral das Artes, a representação oficial portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza 2023 propõe-se discutir e apresentar estratégias para a gestão, reserva e transformação da água doce e contribuir para uma discussão que é comum e global, em resposta directa à convocatória de Lesley Lokko, curadora da 18ª Exposição Internacional de Arquitectura – La Biennale di Venezia, que tem como título e tema “O Laboratório do Futuro”.

Expandindo a existência efémera de uma representação nacional na Bienal, Fertile Futures envolve as novas gerações no desenvolvimento de soluções para reservatórios de futuro e pretende defender, entre Portugal e Veneza, a pertinência do contributo da arquitectura no redesenho do futuro descarbonizado, descolonizado e colaborativo.

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Nova direção da ASMIP reforça “aposta na dignificação da classe”

Do conjunto de desafios da direcção presidida por Luís Lopes destaca-se a aposta em garantir uma posição credível e reconhecida da ASMIP, de forma a permitir apresentar e defender os interesses, quer dos seus associadas, quer da classe em geral, com especial destaque para o exercício ilegal da actividade

A nova direcção da Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP), cuja cerimónia de Tomada de Posse dos Corpos Sociais, para o triénio de 2023/25, terá lugar pelas 17h00 do dia 26 de Janeiro, no Lisboa Story Centre, no Terreiro do Paço, em Lisboa, identificou como um dos grandes objectivos a atingir a “dignificação da classe”.

Do conjunto de desafios da direcção presidida por Luís Lopes destaca-se a aposta em garantir uma posição credível e reconhecida da ASMIP, junto das empresas que representa e de todas as entidades com quem se relaciona, de forma a permitir apresentar e defender os interesses, quer dos seus associadas, quer da classe em geral, com especial destaque para o exercício ilegal da actividade, e sobretudo para os ataques que a classe tem sofrido com o aparecimento de diversas ideias, plataformas, portais, serviços complementares, que procuram agrilhoar as empresas a inúmeras obrigações financeiras, que a prazo muitas não conseguirão suportar.

A nova direcção continuará, também, a dar atenção máxima à formação, “o primeiro e mais importante serviço desde a admissão de uma empresa associada”. Luís Lopes destaca, ainda, que “para aumentar a qualidade e diversidade dos níveis de formação dos profissionais será decisivo que a nova legislação veja a luz do dia. Sabemos que depois das nossas propostas, ainda em 2020, exaustivas e devidamente justificadas, e depois de uma fase de consulta do IMPIC a diversos organismos, incluindo a ASMIP, foi elaborado e enviado ao ministério, no verão passado, um projeto de lei. A expectativa era de termos nova lei antes do fim do ano passado, mas com os desenvolvimentos políticos recentes, com a criação do novo Ministério da Habitação, continuamos a aguardar, agora sem data à vista, que saiam novidades sobre o tema”.

Alargar o leque de benefícios aos associados com mais parcerias, algumas já em preparação, é outro dos objectivos. Entre elas destacamos a criação de um portal imobiliário inclusivo para todas as empresas de mediação, e referência na criação de leads e de partilhas entre as imobiliárias, com a garantia da exclusividade de empresas devidamente credenciadas, uma forma de garantir ao cliente final maior segurança na sua busca por um negócio imobiliário.

A aposta passa também pela criação de bases distritais de associados, incentivando ao seu empenho na actividade da ASMIP, e na sua condução ao nível de novas propostas que possam melhorar os seus serviços, apoio e influência.

Não menos importante é a recente integração da ASMIP no Conselho Nacional de Habitação que se pretende venha a contribuir activamente nas ideias e projectos que possam melhorar o cenário actual.

A nova direcção da ASMIP é presidida por Luís Lopes, da Forma de Saída, tendo como vice-presidente Francisco Bacelar, da Forma Régia, que ocupou a presidência nos últimos dois mandatos. Luís Ribeiro, da Figueira Center Imobiliária, preside à Assembleia Geral e Mário Matos, da IMA, estará à frente do Conselho Fiscal.

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Cristina Almeida assume Markets & Capital Markets da JLL na região do Porto

Cristina Almeida, que integra a equipa da consultora imobiliária desde 2016 é agora a representante da unidade de negócio no norte do país

Os escritórios do Porto da consultora imobiliária JLL têm uma nova responsável dos segmentos de Markets & Capital Markets. Cristina Almeida, que assumia anteriormente a função de Senior Consultant Office and Retail Leasing, é agora a representante da unidade de negócio no norte do país, assumindo a função de Markets & Capital Markets Porto Director.

Licenciada em Direito pela Universidade Católica do Porto, iniciou o seu percurso profissional como advogada, tendo ingressado na área de Fashion Retail em 2008 e, desde 2016 que integra a equipa da JLL.
“Este é um exemplo claro da aposta contínua da JLL nas suas pessoas, uma realidade que tem, em grande parte, contribuído para os elevados níveis de retenção de talento da empresa”, refere a consultora.

“Ao longo destes últimos anos, a Cristina tem vindo a desenvolver um trabalho notável nas áreas de Leasing Market Advisory e também em Capital Markets pelo que tem sido, inegavelmente, uma peça fundamental nesta equipa. O seu percurso na JLL tem contribuído para o crescimento e reforço do posicionamento da empresa e marca no Porto e, por isso, é com grande satisfação que vemos a Cristina alcançar este marco na sua carreira”, sublinha Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory na JLL Portugal.

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Lusoproa adquire edifício Forte 9 e estreia-se no segmento de escritórios

Anteriormente conhecido enquanto antigas instalações da Cervejaria Lusitânia, o edifício Forte 9 será totalmente destinado a serviços. A operação contou com a assessoria da CBRE, que actuou do lado do vendedor, a M7 Real Estate

O investidor e asset manager pan-Europeu, M7 Real Estate, vendeu o edifício de escritórios Forte 9, na Avenida do Forte, em Carnaxide, ao promotor imobiliário Lusoproa, numa operação que contou com a assessoria da CBRE, que actuou do lado do proprietário e ficou responsável por gerir e concluir o processo de alienação do imóvel.

Anteriormente conhecido enquanto antigas instalações da Cervejaria Lusitânia, “trata-se de um activo muito bem localizado, com características que permitem o desenvolvimento de um projecto muito interessante, que passará pela total reconversão do existente num edifício totalmente adaptado às atuais necessidades e exigências do mercado”, indica Miguel Batista, da Lusoproa.

Este investimento representa, ainda, a estreia da Lusoproa no segmento de escritórios, “na medida em que até ao momento a nossa estratégia de investimento tem passado maioritariamente pelo desenvolvimento de ativos residenciais”, acrescenta.

Leonardo Peres, Managing Director da M7 Real Estate Portugal, refere, também, que a venda deste activo está em linha com o nosso plano de negócios e acompanha a conclusão da nossa estratégia de gestão de activos. Isto permitiu-nos incrementar a área arrendável, definir um produto e garantir uma licença para renovar o edifício, aumentando assim a liquidez do activo”.

“Trata-se de um edifício icónico na zona de Carnaxide, com grande visibilidade desde a Avenida do Forte, e com potencial de reposicionamento por parte do novo proprietário. Devido às suas caraterísticas e flexibilidade, acreditamos muito no sucesso de um projecto de uso alternativo”, concluiJosé Hermozilha, head of Investment Properties da CBRE Portugal.

Com o licenciamento aprovado, o edifício Forte 9 será totalmente destinado a serviços, totalizando cerca de 3.500 metros quadrados de ABC distribuídos por três pisos, a que se somam 116 lugares de estacionamento distribuídos por quatro pisos em cave. Beneficia de uma localização privilegiada no Corredor Oeste, em plena Avenida do Forte, possuindo uma elevada oferta de comércio e serviços na envolvente, sendo esse um factor essencial para a instalação de um futuro inquilino.

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Casavo fecha o seu primeiro ano em Portugal com expansão para Oeiras e Cascais

A tecnológica europeia arranca agora 2023 com a entrada nos concelhos de Oeiras e Cascais e a ambição de quadruplicar o número de unidades adquiridas em Portugal. Só no primeiro ano, mais de 2.200 vendedores utilizaram esta solução para avaliar a sua casa.

tagsCasavo

A plataforma digital Casavo entrou, há um ano, no mercado imobiliário português e, desde então, já realizou meia centena de transacções de compra e venda de imóveis, que representam cerca de 20 milhões de euros. A tecnológica europeia arranca agora 2023 com a entrada nos concelhos de Oeiras e Cascais e a ambição de quadruplicar o número de unidades adquiridas em Portugal.

A Casavo lançou-se em Lisboa, em Janeiro de 2022, com o objectivo de transformar a experiência de compra e venda de casas através da sua plataforma de avaliação instantânea de imóveis. Só no primeiro ano, mais de 2.200 vendedores utilizaram esta solução para avaliar a sua casa.

Adicionalmente, a proptech lançou também a plataforma Casavo for Agents, dedicada exclusivamente a profissionais do sector, e que é já utilizada por mais de 100 consultores imobiliários em Lisboa. Através desta solução, estes podem receber ofertas de compra da Casavo para os imóveis que estão a promover, vender casas detidas pela plataforma e ainda anunciar no website da Casavo, de forma gratuita e através de uma só interface digital, os imóveis do seu portefólio.

“Fazemos um balanço muito positivo do primeiro ano da Casavo em Portugal. Para além do volume de transacções e do número de utilizadores que conseguimos alcançar, temos sentido muita receptividade à nossa proposta de valor, tanto por parte dos compradores e vendedores como também por parte de outros agentes de mercado que procuram acompanhar as tendências de digitalização do sector. Todas as pessoas reconhecem que o sector imobiliário precisa de soluções inovadoras que tornem o processo de compra e venda de casa mais simples e cómodo e que aumentem a transparência do mercado.”, declara Duarte Ferreira dos Santos, city manager da Casavo em Portugal.

A previsão para 2023 é de crescimento, já que a Casavo ambiciona quadruplicar o número de aquisições face ao ano anterior. Além disso, prepara-se agora para expandir o seu serviço para os concelhos de Cascais e Oeiras. “Como resultado da pandemia e dos novos modelos híbridos de trabalho, a procura por casas de maior dimensão em zonas periféricas de Lisboa tem vindo a crescer e as zonas de Oeiras e Cascais são muito procuradas pela qualidade de vida que proporcionam. À semelhança de Lisboa, a grande maioria dos edifícios foi construída antes da década de 80, o que nos permite ter um impacto positivo na sua recuperação. Adicionalmente, estas regiões irão permitir-

nos abranger uma audiência mais diversificada e oferecer as nossas soluções a um número cada vez maior de clientes”.

Fundada, em 2017, em Itália, esta plataforma digital realiza avaliações de imóveis de forma instantânea e gratuita e apresenta ofertas em até 48 horas, comprando as casas directamente aos vendedores em apenas alguns dias. Depois de adquirir as casas, renova-as e encontra os seus compradores finais. A quem deseja comprar casa, a plataforma disponibiliza casas prontas a habitar, com elevada eficiência energética e um design moderno e atraente.

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Linha Violeta estende Metro a Odivelas e Loures

O projecto da Linha Violeta que irá ligar, à superfície, os concelhos de Loures e Odivelas está em consulta pública até meados de Fevereiro. Fomos conhecer os detalhes desta linha que terá 13 km de extensão e 19 estações, representando um investimento global de 400 milhões de euros. A linha deverá inaugurar no final de 2025

A nova linha de metro ligeiro, Linha Violeta, irá ligar, à superfície, os concelhos de Loures e Odivelas. O projecto é liderado pelo Metropolitano de Lisboa em articulação com os municípios de Loures e Odivelas. A Linha Violeta apresenta um desenvolvimento com cerca de 13 km de extensão, predominantemente à superfície (8,6km), mas também com troços em trincheira (0,4km), em viaduto (0,4km) e quatro troços em túnel (aproximadamente 3,7km).

O traçado proposto tem como objectivo servir os grandes núcleos populacionais de Loures e Odivelas, fazendo a ligação entre as freguesias com maior densidade urbana e ligando os mais importantes polos de serviços e comércio. Estendendo-se num corredor em “C”, ligando o Hospital Beatriz Ângelo ao Infantado, com ligação a Lisboa na estação de Metro de Odivelas (actual Linha Amarela), esta Linha de metro ligeiro engloba das 19 estações, sendo três estações subterrâneas, duas em trincheira e 14 à superfície. Onze estações serão no concelho de Loures e oito no concelho de Odivelas.

O percurso
A Linha Violeta irá começar à superfície junto ao Hospital Beatriz Ângelo, com uma estação mesmo ao lado deste equipamento hospitalar e que será compatibilizada com o chamado Plano de Pormenor da Quinta do Correio-Mor. Deste ponto, a linha segue em trincheira e túnel para vencer uma área de relevo mais acentuado em direcção à Ramada. A estação seguinte será a do Planalto da Caldeira, à superfície. A linha prossegue à vista de todos com a estação Torres da Bela Vista, onde estão previstos cerca de 150 lugares de estacionamento, aí entra em túnel com as estações Jardim da Radial, numa área predominantemente residencial e com uma elevada densidade de ocupação no norte do concelho de Odivelas, e Ramada Escolas, que servirá uma zona também densamente povoada. Daqui seguirá para a Estação Ribeirada, em trincheira, para onde está previsto parque com 98 lugares de estacionamento. Está prevista ainda a requalificação do espaço de implantação através da criação de um espaço público verde na envolvente à estação que permitirá uma efectiva ligação entre os vários espaços urbanos. Após a Estação Ribeirada, o traçado desenvolve-se em trincheira sobre área de matos sem construções, até à estação seguinte, a Estação Jardim do Castelinho que se desenvolve a cerca de 10m de profundidade. O último troço do traçado da Linha Violeta em túnel NATM desenvolve-se entre a Estação Jardim do Castelinho até à Odivelas Estação, fazendo a ligação à Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa.

Daqui o traçado sai em trincheira e segue sempre pela estrada nacional N8 onde estão localizadas as estações Heróis de Chaimite, Chafariz d’el-rei e, num canal paralelo à nacional N8, a estação da Póvoa de Santo Adrião. Estando prevista a demolição das oficinas aí existentes. Daqui o traçado da Linha de metro ligeiro atravessa terrenos livres de edificações do concelho de Loures, onde se implanta em viaduto de reduzida altura com uma extensão total de 184 metros. A sua ligação à N8 obrigará à demolição do alinhamento de edifícios aí existentes, seguindo-se a Estação Flamenga e a Estação Santo António dos Cavaleiros. Aqui a linha segue, em túnel para atravessar uma área urbana residencial, comercial e de serviços, o traçado volta de novo à superfície para a estação Quinta do Almirante, segue-se estação Conventinho, Loures, Várzea de Loures, Infantado, terminando na Quinta de São Roque.

A Linha Violeta deverá custar 250 milhões de euros, sendo financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), adicionalmente estima-se que o reordenamento urbano e as expropriações necessárias custem às autarquias de Loures e de Odivelas entre 80 e 70 milhões de euros, respectivamente.
Neste momento, estão concluídas as fases de diagnóstico e de viabilidade do projecto, bem como o Estúdio Prévio, tendo sido analisadas alternativas de traçado e de localização das estações. O projecto está agora em Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) que decorre até 14 de Fevereiro em consulta pública.

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Manuela Sousa Guerreiro

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IP e Câmara de Coimbra apresentam Plano de Pormenor da futura estação

A futura estação, que irá integrar a Nova Linha de Alta Velocidade Porto – Lisboa, “terá um carácter multimodal agregando várias valências, e constituir-se-á como o centro de um novo polo de actividade social e económica da cidade”

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No âmbito da Nova Linha de Alta Velocidade Porto – Lisboa, a Estação de Coimbra B será objecto de uma intervenção para integrar o novo serviço de alta velocidade e reforçar a sua centralidade, logo na Fase 1 – Porto – Soure da Linha de Alta Velocidade (LAV), cujo início de operação se encontra planeado para 2028.

Neste contexto, a futura estação “terá um carácter multimodal agregando várias valências, e constituir-se-á como o centro de um novo polo de actividade social e económica da cidade”, de acordo com o Plano de Pormenor (PP) da Estação de Coimbra B, apresentado esta semana no Salão Nobre do Município e onde assinado o protocolo entre a Câmara Municipal de Coimbra e a Infraestruturas de Portugal, para o desenvolvimento dos estudos necessários para a concretização deste projecto.

Os estudos urbanísticos do Plano de Pormenor, que abrange a área da estação e respectiva zona envolvente num total de 143 hectares, foram adjudicados ao gabinete do professor Joan Busquets, BLAU-B Landscape arquitectura y Urbanisme, urbanista catalão com experiência em planos de desenvolvimento urbano associados a grandes projectos de infraestruturas ferroviárias.

O âmbito dos estudos inclui igualmente o apoio à IP na definição do programa preliminar da estação que integrará o caderno de encargos do procedimento de concurso da Fase 1.

As reuniões de trabalho com o urbanista e Câmara Municipal de Coimbra permitiram já estabelecer linhas orientadoras no que diz respeito à rede viária, mobilidade suave, conceito geral da estação, áreas de expansão urbana e integração paisagista.

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Schneider Electric lança versão minimalista dos mecanismos D-Life

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos

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Para acompanhar as novas tendências, a Schneider Electric (SE), especialista na transformação digital da gestão e automação da energia, lançou uma nova versão dos seus mecanismos D-Life, que se destaca pelo design elegante, discreto e contemporâneo, em acabamento branco mate.

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos e funcionalidades para satisfazer qualquer necessidade decorativa e funcional. “O resultado é um produto que se integra facilmente em qualquer ambiente interior, tanto em projectos residenciais como em ambientes comerciais e de lazer”, refere a empresa.

Todos os mecanismos desta gama contam com o selo Green Premium, o programa de sustentabilidade de produtos da Schneider Electric que disponibiliza informação transparente sobre substâncias perigosas, impacto ambiental e instruções para o fim de vida dos produtos. O Green Premium garante o cumprimento das regulamentações mais recentes e a transparência em termos de impactos ambientais, apostando em produtos circulares e com emissões de CO2 reduzidas.

A D-Life é, ainda, compatível com as soluções de automação residencial KNX e Wiser da SE.

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Engenheiros e Economistas adoptam posição conjunta sobre Alta Velocidade

A Ordem dos Engenheiros, em articulação com a Ordem dos Economistas, organiza no próximo dia 27 de Janeiro a Conferência “Portugal e a Alta Velocidade Ferroviária”. A iniciativa visa avaliar o impacto dos investimentos na Alta Velocidade

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O encontro, que decorrerá no Porto, no Auditório da Região Norte da Ordem dos Engenheiros, contará com a presença do novo Secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, para além do Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, e do Bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça. No final da conferência, as duas Ordens assumirão uma posição conjunta sobre o tema.

A iniciativa conjunta vai avaliar o impacto nacional da execução dos investimentos em Alta Velocidade, tal como está previsto na proposta de Plano Ferroviário Nacional (PFN). O PFN prevê a ligação por Alta Velocidade das 10 maiores cidades a nível continental – Lisboa, Porto, Leiria, Aveiro, Coimbra, Braga, Guimarães, Viseu, Évora e Faro, estando ainda previstas ligações ferroviárias de qualidade a 28 centros urbanos com tempos de percurso e frequência que permitirão concorrer com o automóvel.

Estes investimentos terão uma forte componente técnica a nível das competências em Engenharia, bem como um significativo investimento financeiro por parte da República Portuguesa, pelo que se justifica um olhar crítico sobre decisões políticas que vão influenciar a coesão territorial e o desenvolvimento económico e social do país.

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