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Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Ilha das Flores acaba de lançar um concurso público com vista à empreitada de requalificação do Serviço de Apoio ao Domicílio, um investimento estimado em 1,7 milhões de euros. Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, terá um prazo de execução de… Continue reading Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

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Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Ilha das Flores acaba de lançar um concurso público com vista à empreitada de requalificação do Serviço de Apoio ao Domicílio, um investimento estimado em 1,7 milhões de euros. Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, terá um prazo de execução de… Continue reading Misericórdia de Santa Cruz das Flores investe 1,6M€ na requalificação de Lar de Idosos

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açoresA Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz da Ilha das Flores acaba de lançar um concurso público com vista à empreitada de requalificação do Serviço de Apoio ao Domicílio, um investimento estimado em 1,7 milhões de euros.
Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, terá um prazo de execução de cerca de 13 meses e representa um investimento global do Governo dos Açores financiado pela Secretaria Regional da Solidariedade Social, através da Direcção Regional da Solidariedade Social.
A obra visa a requalificação do edifício da Santa Casa da Misericórdia onde funcionam diversas valências da instituição, nomeadamente o Serviço de Apoio ao Domicílio, que irá apoiar todas as valências da Misericórdia.
Com esta iniciativa, e segundo a comunicação daquele organismo, o Governo dos Açores pretende continuar o seu trabalho no desenvolvimento de respostas sociais de qualidade.

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Docapesca inicia obra de meio milhão de euros no Porto de Pesca de Aveiro

A obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando o reforço da segurança das embarcações, a capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões

A Docapesca – Portos e Lotas, tutelada pelo ministério da Agricultura e Alimentação e pelo ministério das Finanças, iniciou a obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro, que representa um investimento de cerca de 483 mil euros.

Esta intervenção vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando assim o reforço da segurança das embarcações, da capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões neste porto.

As operações vão decorrer entre a face norte da ponte-cais n.º 1 e o cais de abastecimento de combustíveis e junto ao cais de descarga da lota.

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Bondex assinala 120 anos de protecção das madeiras

A Bondex assinala 120 anos de existência no mercado sempre com o mesmo propósito: tratar e proteger as superfícies de madeira. A marca lança nova imagem alinhando-se com todo o mercado internacional

Com origem na Dinamarca, a sua fórmula foi pensada para o clima com condições extremas, sobretudo em ambiente húmido e temperaturas negativas, tornando o Bondex num produto resistente às mais diversas mudanças de temperatura e intempéries. Ao longo do tempo, o sucesso da marca foi notório, resultando no aumento do portefólio da sua gama de produtos, actualmente, destinada à preparação, tratamento, protecção e decoração de todo o tipo de madeiras.

Para assinalar este marco histórico, a Bondex aposta estrategicamente numa nova imagem, que respeita a sua herança escandinava. Mais simples, modernas e atractivas, as novas embalagens da marca foram uniformizadas a nível internacional, com um rótulo de fácil identificação, que reforça a sua origem e disponibiliza toda a informação pertinente na parte frontal da lata. Com esta mudança, também a sua categoria é agora mais fácil de identificar, permitindo a compreensão e a utilização cada vez mais correcta do produto.

A sua chegada a Portugal marcou a década de setenta, e desde a sua origem que Bondex é uma das marcas estrelas do grupo PPG no país. Com uma receptividade histórica no mercado, Bondex manteve foco na qualidade e oferta de portefólio diferenciado, destacando-se e mantendo-se líder de mercado.

“A Bondex é já uma marca que desde início acompanha as famílias portuguesas – marcou a geração dos nossos avós e pais que também a utilizaram. Chegou a altura de assinalarmos este marco centenário, que celebra a herança e a passagem de testemunho que permitiu manter viva esta marca junto dos consumidores. A nova imagem transmite-nos a essência de Bondex – simples e com uma utilização eficaz – reforçando assim a continuidade como referência no tratamento e proteção das suas madeiras”, refere João Galvão, brand manager da PPG Dyrup.

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Cushman & Wakefield assume gestão do edifício Lumnia

A consultora assumiu recentemente, a gestão do edifício Lumnia, o primeiro dos três edifícios que integram o projecto EXEO Office Campus em Lisboa, a ficar concluído

Promovido pela Avenue, o projecto EXEO Office Campus inclui 3 edifícios de escritórios, totalizando 70.000m2, e compreende além de jardins, vários espaços comerciais. Os três edifícios, Aura, Lumnia e Echo, aliam modernidade, eficiência, tecnologia e sustentabilidade, introduzindo um novo conceito de trabalho e bem-estar na cidade.

O edifício Lumnia, é o primeiro edifício a ser concluído, as obras terminaram em Dezembro de 2021, sendo também o de maior dimensão. O projecto conta com cerca de 30.000 m2 de escritórios e 830 m2 dedicados a comércio. A área de escritórios está dividida por oito pisos, incluindo sete terraços e 300 lugares de estacionamento privativo em cave.

A nível de arrendamento, o edifício tem atraído grandes players internacionais sendo que a comercialização do edifício, entregue em co-exclusivo à C&W e à CBRE, tem sido bastante positiva.

“O edifício Lumnia é um excelente representante de uma nova geração de edifícios de escritórios, combinando tecnologia e sustentabilidade com pisos de grande dimensão e elevada eficiência. A atribuição do mandato à Cushman & Wakefield é para nós um motivo de orgulho e o reconhecimento da capacidade de gestão da nossa equipa, evidenciada ao longo dos anos, nos melhores edifícios de escritórios da cidade de Lisboa”, afirma Francisco Loureiro, Partner da Cushman & Wakefield.

Por sua vez, Aniceto Viegas, CEO da Avenue, refere que “a experiência na área e o histórico de boa parceria com a Cushman & Wakefield foram pontos valorizados na sua escolha para a gestão do Lumnia. Estamos confiantes na sua capacidade de desenvolver um excelente trabalho e assim acrescentar valor a um activo que tanto representa para a Avenue”, sustenta.

A equipa de gestão de imóveis da Cushman & Wakefield conta agora com mais de 500,000m2 sob gestão, entre edifícios de escritórios e espaços comerciais e de logística.

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Antas Green conta já com 50% das unidades vendidas

Lançado oficialmente, pela Norfin e Whitestar, esta quinta-feira, dia 27 de Outubro. o empreendimento está na fase de acabamentos, tendo a sua conclusão prevista para Setembro de 2023

A Whitestar e a Norfin, ambas empresas do Grupo Arrow Global, são copromotoras do empreendimento Antas Green que é, oficialmente, lançado esta quinta-feira, dia 27 de Outubro. Com um investimento de mais de 40 milhões de euros, o empreendimento conta já com 50% das unidades vendidas das 182 unidades disponíveis. Em fase de acabamentos, a conclusão do projecto está prevista para Setembro de 2023.

“Este é um projecto que reflecte a diversidade do negócio da Whitestar, uma vez que no terreno, outrora um NPL, vai nascer um novo condomínio, a pensar no bem-estar e qualidade de vida das famílias”, explica Marco Freire, ceo da Whitestar.

 

Antas Green

O Antas Green ocupa um terreno de 4.180 m2, com 182 fracções de habitação e tipologias de T0 a T4 duplex, cerca de 16.300 m2 de área bruta privativa e quatro fracções comerciais. As áreas variam entre os 45m2 e 200m2, com preços entre €77.000 e 712.000.

O edifício terá uma certificação ambiental LíderA, sendo que os apartamentos têm certificado de classificação hídrica “Aqua+”. A construção recorre essencialmente a materiais locais e certificados por forma a diminuir a emissão de CO2. O edifício está ainda dotado de infraestruturas para futura instalação de mobilidade eléctrica.

“Estamos muito satisfeitos por termos arrancado recentemente com a fase de acabamentos, com todo o empreendimento a ganhar forma à medida que o tempo passa e com os prazos a serem cumpridos, o que nos deixa muito confiantes relativamente à conclusão no final do verão do próximo ano, conforme previsto”, considera Francisco Sottomayor, ceo da Norfin e head of Real Estate da Arrow Global em Portugal.

Entre os principais destaques na fase de acabamentos, estão o jardim paisagístico privativo com mais de 1.500 m2, parque infantil e equipamentos outdoor, e área polivalente interior dotada de copa totalmente equipada e balneários. A tudo isto juntam-se as varandas e terraços privativos com vista jardim, arrecadações individuais, sala de condomínio com espaço de co-working e parque de estacionamento com mais de 300 lugares.

Além da proximidade ao Estádio do Dragão, o Antas Green está muito próximo de supermercados, comércio tradicional, centros comerciais (Alameda Shop e Spot, um dos maiores da cidade), clínicas médicas, caixas multibanco, assim como a uma ampla rede de transportes.

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Trienal: As Talks arrancam esta quarta-feira

As Talks, Talks, Talks, as conferências da Trienal, reúne diferentes vozes com um contributo fundamental para os temas de Terra, com figuras que vão da arquitectura à agricultura, antropologia ou ao activismo social. Acontece de 26 a 28 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian

Porquê? Como? Para quem? São estas as questões orientadoras de três dias de apresentações e debates que enriquecem as temáticas desenvolvidas nas exposições centrais de Terra.

O arranque deste ciclo de conferências dá-se esta quarta-feira, dia 26 de Outubro, pelas 18 horas, com um trio de vozes com saberes disciplinares complementares para responder à questão: “Porquê construir uma visão transversal dos problemas que enfrentamos?”

Através de um diálogo irreverente e reivindicativo traça-se o diagnóstico e propõem-se modos de acção colectiva. Para este painel são chamados à acção Arjun Appadurai, antropólogo e professor, Alexander D’Hooghe, urbanista e investigador e Keller Easterling, arquitecta e escritora (que vem em substituição de Vandana Shiva que não poderá comparecer). A moderação está a cargo de Marta Sequeira, arquitecta e investigadora.

“Como reimaginar os instrumentos da arquitectura em prol da economia circular?” é o tema do segundo dia de Talks, dia 27 de Outubro. Esta sessão traz a debate investigações que se debruçam sobre contextos urbanos complexos. A comparação entre os lados opostos do actual sistema de extracção e exploração de recursos é o catalisador para uma nova geração de modelos alternativos. Marcam presença Marc Angélil, investigador e professor, Charlotte Malterre-Barthes, arquitecta e investigadora e Rahul Mehrotra, urbanista e professor. A moderação é do autor e curador, Pedro Gadanho.

O terceiro dia é dedicado às comunidades, através de três práticas que procuram recuperar o equilíbrio em ecossistemas sociais diversos, do Brasil aos Países Baixos e à Índia. Através da pergunta “Para quem são mais urgentes soluções arquitectónicas?” e de exemplo recentes procura-se encontrar pistas para uma verdadeira mudança à escala global. Para o debate do dia 28 estarão presentes Anupama Kundoo, arquitecta e professora, Erik Stenberg, arquitecto e professor e Ernst Götsch, agricultor e investigador, e Marc Leiber, agrónomo e consultor. Inês Dantas, arquitecta e investigadora, faz a moderação.

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“Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância”

Depois de uma edição forte em 2021, a organização da feira espera “superar as expectativas” com a 5ª edição da DecorHotel. Um evento que irá “primar pela diferença e qualidade das empresas expositoras” e que espera vir a receber “mais de 15 mil visitantes profissionais”

Ao CONSTRUIR, José Frazão, administrador da Exposalão, falou sobre a evolução do sector, as dificuldades, mas também a facilidade de adaptação e resiliência. Além das marcas e os empresários que trabalham neste sector, a Decorhotel procura que, também, os arquitectos estejam cada vez mais presentes, pela forma empenhada como têm contribuído para a “requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências”

Depois do interregno provocado pela Covid e a edição do ano passado ainda com constrangimentos, que feira podemos esperar este ano? E que novidades?
Acreditamos que este é um evento que está em constante evolução e resulta de um esforço muito grande por parte dos arquitectos, que têm ao longo dos últimos anos trabalhado de forma muito empenhada nos novos projectos, oferecendo-lhes novo valor, e também na requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências. Estes são os profissionais que queremos que estejam presentes na Decorhotel.
Privilegiamos as oportunidades de negócio e acreditamos que essa é a principal matriz da Decorhotel. Todos os aspectos que visam melhorar o evento são tidos em conta. Ouvimos aquilo que são as expectativas das empresas expositoras e dos profissionais e tentamos responder-lhes da melhor forma possível.
Estamos a preparar a nova edição da Decorhotel há vários meses e percebemos desde o início, que este ano tínhamos de elevar a fasquia e chegar mais longe. A última edição em Lisboa foi um verdadeiro sucesso e mantemos a confiança de que vamos superar as expectativas acumuladas. Os expositores elogiaram, os profissionais também. Estamos certos de que temos as empresas mais prestigiadas do sector connosco e aquelas que despertam particular interesse aos visitantes, que participam em fóruns desta dimensão.

Superar a marca dos 15 mil visitantes
Qual o número de expositores esperado e que área irá ocupar esta 5ª edição?

Contamos com grande adesão do sector e isso deixa-nos muito confiantes em relação aquilo que será o evento. Este ano, a Decorhotel conta cerca de 300 empresas expositoras e mais de 500 marcas. Esperamos superar a marca dos 15 mil visitantes profissionais e o preenchimento prévio das acreditações para os profissionais do sector dão-nos já garantia de que teremos uma forte de participação da hotelaria e do turismo.
Se falarmos no evento de uma forma mais abrangente, incluindo as feiras Expoalimenta e Expocarne, falamos de um espaço com cerca de 16 mil m2, 500 empresas e quase 1000 marcas. Dois espaços a funcionar durante todo o dia para receber todos os profissionais que fazem parte da indústria e querem ficar a par das novas propostas do mercado e aprender para melhorar os seus negócios.

Apesar da sua ‘tenra idade’ a Decor Hotel tem já o seu espaço firmado no sector, não só como uma das feiras mais importantes, mas também como uma “incubadora de tendências”. Neste sentido, e pelo perfil de expositores que a feira vai ter, quais as principais tendências que podemos antecipar?
Temos um evento que serve as necessidades do sector e ainda acrescenta valor. Acreditamos que a Decorhotel prima pela diferença e qualidade das empresas expositoras. Actualmente, o sector tem mais desafios para responder e por isso há uma necessidade de encontrar novas soluções e propostas para cada cliente. As empresas que vão estar na Decorhotel estão preparadas para responder a todos os desafios que lhes forem lançados. Isto traduz a facilidade de adaptação e resposta por parte das empresas.
Em Portugal são produzidos produtos de grande qualidade, desenhados pelos nossos arquitectos e decoradores, que concedem qualidade e design, e os nossos eventos têm ajudado a prová-lo. As características da produção portuguesa são reconhecidas em todo o Mundo pela sua excelência. Temos profissionais qualificados de muita competência na linha da frente das cadeias de produção e por isso conseguimos garantir que aquilo que é feito em termos de design no nosso País é de elevada qualidade em qualquer parte do Mundo.

Depois de ter sido um dos sectores mais afectados com a pandemia, o turismo recuperou os números de 2019. Na vossa opinião e apesar dos custos dos materiais e de energia é expectável que o sector cresça? De que forma é que questões como a energia e a sustentabilidade poderão impactar o sector?
O sector já está a sentir inevitavelmente estes desafios dos tempos actuais e na verdade somam-se aqueles que têm marcado os últimos dois/três anos. O que podemos concluir é que embora haja dificuldades, há uma enorme resiliência e vontade da indústria hoteleira e dos profissionais que nela trabalham com grande empenho em melhorar o serviço. Não há dúvidas que Portugal sabe receber. Fazemo-lo de forma única e para quem chega pela primeira vez ao País e é surpreendido com um serviço de elevada qualidade e que supera quaisquer expectativas anteriores.
Enquanto empresário hoteleiro, acredito que essa filosofia vai manter-se no presente e no futuro, embora as actuais dificuldades sejam uma realidade. O espírito é positivo e o ambiente de trabalho quer-se igual. Se trabalharmos todos com o mesmo objectivo, conseguiremos com certeza superar todas as dificuldades que apareçam.

No que diz respeito à Decorhotel podemos contar com uma próxima edição em 2023 e em Lisboa? O sistema rotativo Porto – Lisboa irá manter-se?
A Decorhotel regressa a Lisboa em Outubro de 2023. A última edição na capital correu muito bem e ficámos de imediato com a certeza de que era importante voltar para atingir novos resultados. Agora, estamos focados e empenhados na organização na edição de 2022, que acreditamos que será um grande sucesso. Estamos ao lado das empresas e os seus empresários, que também contribuem para esta dinâmica. Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância por isso a sua localização pode acompanhar as necessidades do mercado, dos expositores e dos próprios profissionais que visitam a feira.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Reservas crescem 200% no alojamento local para a Homing Group

O alojamento local gerido pela Homing Group registou, este Verão, um dos maiores crescimentos de procura de sempre em Lisboa, Porto e Algarve. O portfólio da empresa atingiu as 400 propriedades e não irá ficar por aqui, já que o grupo quer expandir o número de unidades sob gestão

O alojamento local gerido pela Homing Group registou, este Verão, um dos maiores crescimentos de procura, de sempre, sendo Junho o mês mais expressivo com aumentos traduzidos em 218.02% em Lisboa, 1239.63% no Porto e 408% no Algarve, face a Junho de 2021. Entre Janeiro e Setembro, a empresa portuguesa de gestão de alojamento local registou 15.000 reservas em Portugal, ficando três vezes acima do valor de 2021.

As reservas em alojamento local no distrito do Porto foram as que mais cresceram face ao período homólogo de 2021 com taxas de 340.69% em Julho, 216.92% em Agosto e 185.06 % em Setembro, seguido do Algarve que registou um aumento de 298% em Julho, 264.85% em Agosto e 243.73% em Setembro.

Também em Lisboa, o cenário foi de expansão com os valores a atingirem 182.06% de crescimento em Julho, 81.8 % em Agosto e 91.33% em Setembro.

A acompanhar todos estes aumentos, o portfólio da empresa atingiu as 400 propriedades, duplicando desde o último ano o número de casas que são geridas pelo grupo.

“A crise da Covid-19 (e mais recentemente a guerra,) provocou uma queda brutal nas vendas do Alojamento Local, no entanto, passados mais de dois anos desde o início da pandemia, já existem condições para afirmar que o alojamento local em Portugal está a viver um período de grande procura. E é por isso que também continuamos a apostar na expansão do nosso portfólio de propriedades e na melhoria contínua do nosso serviço”, afirma João Bolou Vieira, CEO de Grupo Homing.

A empresa garante aos seus clientes a optimização dos seus rendimentos ao máximo através de softwares especializados e a presença em mais de 20 plataformas mundiais.

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Horizonte Urbano Group investe 85M€ em hotel no Douro

O projecto envolve a criação de uma unidade hoteleira de 5 estrelas e de 90 villas individuais, além da aquisição e ampliação da Marina Angra do Douro. As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses

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A Horizonte Urbano Group, empresa portuguesa de construção, reabilitação e promoção imobiliária, vai investir 85 milhões de euros na edificação do empreendimento “Porto Douro Marina & Villas” e na compra da Nordzee Náutica, empresa que actualmente explora a Marina Angra do Douro.

Com uma área de 213 mil m2 e localizado no concelho de Gondomar, nas margens do rio Douro, a montante da barragem Crestuma-Lever, o projecto prevê a construção de um hotel de 5 estrelas com 120 quartos, salas de conferência, SPA e piscinas. Contempla ainda a edificação de 90 villas, com áreas de construção compreendidas entre 250 e 500 m2, caracterizadas por uma arquitectura contemporânea e acabamentos de luxo.

A gestão e exploração da Marina de Angra do Douro e o aumento da sua capacidade de ancoragem em 40% – de 300 para 500 embarcações – fazem parte integrante do plano, pelo que a Horizonte Urbano acaba de formalizar a aquisição da Nordzee Náutica, empresa gestora da Marina.

As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses.

A 15 minutos do Porto e com ligação directa às principais vias de comunicação de entrada e saída da cidade, o empreendimento constitui-se como um grande atractivo para as famílias. “O projecto surge como uma excelente solução para quem quer viver fora dos grandes centros urbanos, mas dentro de um perímetro razoável, que permita aceder de forma rápida à oferta de produtos, serviços e cultura. Acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram um tipo de vida tranquilo, em maior contacto com a natureza e rodeadas por uma bela paisagem. E a nossa oferta é, sem dúvida, uma resposta para esta nova postura de vida”, refere Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano.

Para além da criação de emprego qualificado e outros benefícios para a comunidade em que se insere, esta construção trará inevitavelmente uma valorização ao local e à região e um natural aumento do turismo, dada a proximidade à cidade do Porto e à sua localização estratégica na rota da região do Douro.

A integração de todo o projecto com o meio ambiente, a preservação das características naturais do lugar e das espécies nativas, a utilização de materiais sustentáveis, a colocação de painéis fotovoltaicos e de vidros com protecção solar, as coberturas ajardinadas e a criação de amplas áreas verdes utilizáveis, são alguns exemplos de uma construção sustentável e que obedece a um conjunto de práticas que caracterizam de forma transversal a postura da empresa em toda a actividade que desenvolve.

“Não há outra forma de estar hoje neste sector. A sustentabilidade, juntamente com a inovação, o profissionalismo e a dedicação, faz parte integrante do ADN da Horizonte Urbano e é um dos valores que mais preservamos”, sublinha Nuno Esteves.

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New elevator GEN360 from OTIS, Lyon, France. Advertising not included.

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OTIS apresenta elevador “totalmente digital” ao mercado nacional

O elevador Gen360 foi desenhado para “atender às necessidades actuais e expectativas futuras de um mundo cada vez mais conectado” e adequado para edifícios residenciais e comerciais, novos ou já existentes, e de diferentes dimensões

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A empresa mundial de fabrico, instalação e manutenção de elevadores e escadas rolantes, OTIS, apresenta agora ao mercado nacional, o Gen360, um novo elevador totalmente digital. Desenhada para “atender às necessidades actuais e expectativas futuras de um mundo cada vez mais conectado”, esta nova plataforma de mobilidade vertical é um sistema inteligente que reinventou o conceito dos elevadores.

Desenhado para ser projectado em edifícios residenciais e comerciais, novos ou já existentes, e de diferentes dimensões, o elevador Gen360 está disponível em diferentes países como: Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Espanha, Suíça, Holanda, Reino Unido e agora em Portugal.

A plataforma digital Otis ONE IoT é nativa desta plataforma, fornecendo a inteligência conectada que define este elevador. Ao colectar e analisar grandes quantidades de dados dos sensores inteligentes dos elevadores, a plataforma é capaz de fornecer informações de desempenho em tempo real, comunicação proactiva e insights preventivos. A tecnologia Otis ONE também permite resolver muitos problemas de forma remota e segura. E, com APIs baseadas na cloud (Application Programming Interface), a plataforma integra-se facilmente com outros sistemas de construção inteligente para criar valor aprimorado tanto para instaladores como passageiros.

Com este elevador, os arquitectos ganham liberdade para projectar edifícios com coberturas planas mais atraentes e fáceis de construir, não sendo necessário que haja saliências no topo dos edifícios, o que permite um espaço de refúgio acima do elevador. Isso deve-se a uma plataforma dobrável no tecto da caixa que faz com que a maioria das operações de manutenção sejam realizadas com segurança dentro da cabine, e não em cima da mesma.

Muitos componentes de segurança mecânica foram substituídos pela tecnologia digital “drive by wire”, reconhecida nas indústrias automóvel e aeroespacial, permitindo uma monitorização 24 horas por dia, 7 dias por semana, aumentando a fiabilidade geral e libertando espaço do poço para acomodar cabines maiores. A nova arquitectura electrónica também reduz significativamente o potencial de ocorrências. Se o elevador parar involuntariamente, em muitos casos, o novo sistema de segurança digital é capaz de levar o elevador suavemente até ao andar mais próximo.

O elevador também contempla o novo ecrã eView, com um design de som imersivo que amplia a percepção do espaço, e com uma nova e cuidada iluminação, contendo um interior com mais de 400 mil configurações de design, bem como um conjunto de ferramentas online para oferecer suporte a todas as exigências, desde o design ao serviço e/ou à integração de API.

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Carmo Wood lança gama de Hortas Urbanas para a casa

A Carmo Wood continua a apostar no segmento particular com soluções em madeira tratada para as casas das famílias portuguesas e lança agora uma nova gama de Hortas Urbanas para permitir criar espaços de cultivo dentro ou fora de casa

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Ao todo são três novos modelos de Hortas Urbanas, com diferentes estilos e dimensões, para poder adaptar a qualquer espaço.

A Horta Socalcos é composta por três módulos que permitem criar níveis distintos para possibilitar a criação de três culturas diferentes. A Mesa Cultivo também permite a criação de três tipos diferentes de culturas, mas na horizontal e todas ao mesmo nível. Por último, a Horta Vertical, inclui os mesmos três níveis de cultivo, na vertical, e ainda um espaldar para suportar o crescimento de cultivo em altura.

Duradouras, resistentes e sustentáveis, as novas Hortas Urbanas Carmo Wood são vendidas em Kits de montagem muito simples. Todas têm os nichos revestidos com tela geotêxtil, que permite boa ventilação e boa drenagem.

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