Edição digital
Assine já
Arquitectura

Prémio Arquitectos Agora já tem vencedores

O Prémio é uma iniciativa da OASRS e procura mobilizar os novos membros da Ordem dos Arquitectos (com inscrição em vigor a partir de 2010) a elaborarem relatos criativos em relação ao seu período de aquisição de experiência profissional

CONSTRUIR
Arquitectura

Prémio Arquitectos Agora já tem vencedores

O Prémio é uma iniciativa da OASRS e procura mobilizar os novos membros da Ordem dos Arquitectos (com inscrição em vigor a partir de 2010) a elaborarem relatos criativos em relação ao seu período de aquisição de experiência profissional

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Galp entra no negócio dos renováveis no Brasil
Empresas
Jardins históricos de Santar distinguidos pelo European Garden Award
Arquitectura
Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos
Imobiliário
Fusões e Aquisições em Portugal movimentam 9,5bi€ até Setembro
Empresas
Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia
Imobiliário
4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores
Empresas
Roca lança ‘The Gap D-Trit’
Empresas
Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito
Empresas
BMI adquire totalidade da Argibetão
Empresas
Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit
Imobiliário

prémio aaLuís Duarte Ferro, Helena Barros Barroco, José Pedro Cano, João Pedro Quintela Lopes e Simão Silveira Botelho foram os cinco vencedores da 4ª edição do Prémio Arquitectos Agora.

O júri do galardão, composto pelos arquitectos Luís Tavares Pereira e Nuno Mateus (presidente) e pelo fotógrafo Luís Casanova, destacou na acta da reunião "a importância do período de formação profissional e de entrada na profissão, pelas experiências diversificadas e pelos ensinamentos recolhidos, determinantes para os caminhos profissionais dos jovens arquitectos".

Após análise das doze propostas a concurso, o júri decidiu por unanimidade atribuir cinco prémios escolhidos pela sua qualidade de registo, reflexão e distinção.

Segundo a SRS da Ordem dos Arquitectos, Luís Duarte Ferro fez uma “reflexão rica e poética/sedutora, numa combinação de escrita e desenho reveladores, focada num aspecto específico da profissão, gerada pela experiência proporcionada pelo estágio, a partir do trabalho de levantamento de um apartamento em Lisboa, conduzindo à exploração do seu potencial arquitectónico, e à relação imprescindível entre medir, observar e desenhar”.

A proposta de Helena Barroco “focou-se no registo crítico de experiência de deslocação para o interior rural e de integração no serviço público no contexto das responsabilidades de Câmara Municipal, recorrendo à experiência concreta para sinalizar aspectos relevantes do trabalho do arquitecto, começando pela importância (e ambiguidade) da legislação, passando pela memória oral dos mais velhos (face à ausência de cartografia histórica), concluindo pela consciência de que “todas as obras necessitam da totalidade da nossa atenção”.

José Pedro Cano, “partiu de uma fotografia fortuita, de um contexto familiar – a casa da avó – para falar sobre a valorização da contribuição do olhar do outro, capaz de introduzir renovadas leituras, a consciência da imprevisibilidade dos momentos de revelação e a confirmação que o processo de aprendizagem dura toda a vida”.

João Pedro Quintela “registou em video, de forma concisa e pertinente, a experiência de acompanhamento de obra de uma habitação/atelier, revelando a presença e o enquadramento dos momentos chave da obra e, consequentemente, da relação crucial entre desenho e execução”.

E por ultimo, Simão Botelho utilizou “um misto de descrição e reflexão, apesar de eivada de equívocos, incoerência e contradição, que introduz apontamentos relevantes relativamente a experiências de organização do atelier, e ao papel e função do arquitecto estagiário, comparando modelos com características próximas mas distintas”.

Recorde-se que o Prémio é uma iniciativa da OASRS e procura mobilizar os novos membros da Ordem dos Arquitectos (com inscrição em vigor a partir de 2010) a elaborarem relatos criativos em relação ao seu período de aquisição de experiência profissional, em Portugal ou no estrangeiro, distinguindo textos, fotografias, vídeos e/ou desenhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Empresas

Galp entra no negócio dos renováveis no Brasil

A empresa adquiriu dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp

A companhia petrolífera portuguesa anunciou a compra de dois de projectos solares no Brasil com capacidade total de 594 MWp, “cumprindo as ambições de expansão nas energias renováveis e dando um salto importante na transformação do seu perfil de negócio e na redução da sua pegada carbónica”, afirma em comunicado enviado à CMVM.

A operação envolve a aquisição de dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp, respectivamente.

Com estas transacções, “a Galp ganha acesso a activos de elevada qualidade num país onde a Empresa está presente há mais de 20 anos e que se encontra entre os dez principais países no mundo com maior procura de energia e com a ambição de duplicar a sua capacidade instalada actual de geração de energia solar e eólica para 40 GW em 2030”, justificou a empresa.

Os projectos deverão atingir a Data de Operação Comercial antes de 2025.

Estes acordos inserem-se na estratégia da Galp que visa o crescimento de um portefólio competitivo de geração renovável, bem como prosperar ao longo da transição energética, e estão alinhados com as orientações de alocação de capital e planos de diversificação geográfica apresentados em Junho no Capital Markets Day.

Com esta expansão de portefólio, a capacidade total a 100% de produção de energia renovável da Galp aumenta para c.4,7 GW, em Portugal, Espanha e agora Brasil, o que representa mais um passo na ambição da Empresa de ter mais de 4 GW em operação até 2025 e 12 GW até 2030.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Jardins históricos de Santar distinguidos pelo European Garden Award

O Santar Vila Jardim, foi um dos três vencedores na categoria Protection and Development of a Cultural Landscape – Protecção e desenvolvimento de paisagens culturais

Os jardins históricos de Santar, uma vila portuguesa do Dão, foram distinguidos no prémio European Garden Award atribuído pela European Garden Heritage Network (EGHN) e a Schloss Dyck Foundation. O Santar Vila Jardim foi um dos três vencedores na categoria Protection and Development of a Cultural Landscape – Protecção e desenvolvimento de paisagens culturais.

A atribuição deste prémio tem como base critérios como a utilização de métodos inovadores de implementação e gestão, a relevância para o desenvolvimento urbano, sustentabilidade ou envolvimento da comunidade, bem como a elevada qualidade na construção, restauro e manutenção.

Até à data apenas o Parque de Monserrate, localizado em Sintra, foi premiado por esta instituição.

O paisagista Fernando Caruncho, cujas obras minimalistas evocam a qualidade monumental da land art dos anos 1970, veio “acrescentar uma nota contemporânea para complementar o formal jardim de 400 anos, situado na propriedade ancestral em Santar, integrada na região do Dão, a 90 minutos da cidade do Porto.” A ligação à tradição do vinho desta região é conseguida ainda com a criação de “um pavilhão elevado, em pinho silvestre, com vista para a recém-plantada vinha da Casa das Fidalgas”. Agora acessível a todos os interessados em jardins, viticultura e à aristocracia, este projecto vem recuperar propriedades antigas, numa tentativa de dar nova vida à vila de Santar.
O projecto de recuperação nasceu em 2013 para quebrar muros, construir pontes, unir vontades e juntar jardins, que poderão agora ser visitados pelo grande público.

Santar Vila Jardim alberga os jardins senhoriais da Casa dos Condes de Santar e Magalhães, Casa da Magnólia, Misericórdia, Linhares, Casa Ibérico Nogueira, Casa do Miradouro, Paço dos Cunhas e Casa das Fidalgas.


Uma referência a nível mundial, o European Garden Awards não se foca apenas em jardins espectaculares ou com elevados padrões de manutenção, mas sim numa abordagem muito mais vasta, baseada em experiências, conhecimentos e objectivos específicos. O European Garden Awards atribui prémios em três categorias: Best Development of a Historic Park or Garden, Contemporary Park OR Garden e Special Award of the Schloss Dyck Foundation, que premeia um grupo ou iniciativa que apoie a criação ou restauro de um parque ou jardim, ou um evento bem-sucedido de artes em jardins.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

A Turismo Fundos, em colaboração com a Turismo do Centro de Portugal e com as Câmaras Municipais da Marinha Grande, Vila Velha de Rodão, Figueira da Foz e Alenquer, vai promover a realização de quatro sessões de esclarecimento, com o objectivo de dar a conhecer o Fundo e as condições dos concursos para a exploração de cada imóvel. Desta forma o organismo espera “proporcionar às empresas o acesso à informação relevante para formalizarem correctamente as suas candidaturas”.

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. Na Marinha Grande estão em aberto os concursos do Chalet de São Pedro e da Casa do Pinheiro Manso. Em Vila Velha de Rodão está a concurso o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo. A Casa Florestal de Sul e a Antiga Sede da Administração Florestal são os concursos abertos na Figueira da Foz e o sexto imóvel a concurso é Edifício Florestal da Abrigada, localizado em Alenquer.

Os interessados em participar terão que se inscrever na plataforma “Evenbrite” (inscrição obrigatória e gratuita). As sessões, online, realizam-se entre os dias 25 a 27 de Outubro e as candidaturas à exploração dos imóveis terminam a 19 de Novembro.

Sessão do dia 25 10H Marinha Grande

Sessão dia 25 15H Vila Velha de Rodão

Sessão dia 26 10H Figueira da Foz

Sessão dia 27 10H Alenquer

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Fusões e Aquisições em Portugal movimentam 9,5bi€ até Setembro

Até Setembro deste ano, foram registadas 361 transacções. As empresas norte-americanas aumentaram em 141% suas aquisições no mercado português e o sector de Tecnologia dominou as operações

O mercado transaccional português registou, até Setembro de 2021, um total de 361 operações e movimentou 9,5bi de euros, no qual 47% do total das transacções possuem os valores revelados, de acordo com o relatório trimestral do TTR.

Apesar destes números representarem um aumento de 25% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2020, verificou-se uma diminuição de 38% do capital mobilizado, como refere o relatório.
No terceiro trimestre do ano, foram registadas 141 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que movimentaram 4,1bi de euros.

No que se refere às operações transfronteiriças, o relatório destaca a movimentação feita por empresas norte-americanas, que aumentaram em 141% as suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de 1,1bi de euros, até o terceiro trimestre de 2021.

Quanto à número de transacções, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 47 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 29 operações e o Reino Unido em terceiro, com 20 transacções.
As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 19 transacções. Seguido pelo Brasil e Reino Unido, com cinco operações cada.

As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram 176% em comparação ao mesmo período de 2020. Já em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma queda de 21% até Setembro de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até o terceiro trimestre de 2021, foram contabilizadas 22 transacções de Private Equity com um total de 1,9bi de euros. Tendo se registado uma diminuição de 15% no número de transacções, em comparação com o mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 76 operações com um total de 1,2bi euros, representando um aumento de 90% no número de transacções.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 83 transacções com um valor de 3,3bi de euros, representando um aumento de 45% no número de transacções.

A transacção destacada pelo TTR no terceiro trimestre de 2021 foi o IPO (oferta pública inicial) da Greenvolt cuja oferta de acções alcançou o valor de EUR 177,59m. Nesta operação a Greenvolt contou com a assessoria legal do escritório VdA – Vieira de Almeida.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia

A subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Nesse mês a valorização acumulada foi de 3,5%, em Junho atingiu os 7,2%, acelerando para os 9,5% agora em Setembro

Os preços de venda das casas em Portugal continental aumentaram 9,5% desde o início da pandemia, em Março de 2020. A conclusão é da Confidencial Imobiliário, que acaba de lançar o seu mais recente Índice de Preços Residenciais.

“Após um período de estabilização no primeiro ano de pandemia, com variações acumuladas que não foram muito além dos 2,0%, a subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Assim, se nesse mês a valorização acumulada desde Março de 2020 era de 3,5%, no final do Junho esse indicador atingia já os 7,2%, acelerando para os 9,5% registados agora em Setembro”, refere a análise.

Em termos mensais, os preços das casas em Setembro de 2021 aumentaram 0,9%, numa diferença marginal face à variação mensal de 0,6% observada quer em Junho quer em Julho. Decorrente deste registo de variações mensais residuais, o 3º trimestre acumula uma variação trimestral de 2,1%, em desaceleração face aos 4,5% registados no 2º trimestre.

Em termos homólogos, os preços subiram 9,4% em Setembro, indicador que fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% de subida homóloga observados no início deste ano.

O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895€/m2 no 3º trimestre de 2021, ficando em 2.438€/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905€/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032€/m2 no Algarve.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

CONSTRUIR

A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

CONSTRUIR

Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

BMI adquire totalidade da Argibetão

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata

CONSTRUIR

A BMI concluiu a aquisição de 100% da Argibetão, fabricante de telhas de cimento com presença nos mercados espanhol e português, pertencente ao grupo industrial português SECIL.

Com esta aquisição, a BMI reforça a sua posição de liderança no mercado ibérico de soluções para coberturas inclinadas e, mais especificamente, no mercado de telhas de cimento em Portugal e Espanha.

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata.

As telhas de cimento são reconhecidas pela sua facilidade de instalação, além de oferecerem extraordinária resistência à geada, vento, salitre e grande capacidade de escoamento de águas pluviais.

Devido ao facto de fazer parte de um Grupo com mais de 60 fábricas de telhas de cimento em todo o mundo, e ainda por deter um centro de tecnologia único no sector, a BMI dispõe de uma linha da mais alta qualidade testada sob padrões exigentes, os quais são superiores às regulamentações locais.

Nas palavras de Carlos Hernández, director executivo da BMI para o Sul da Europa, “esta aquisição é mais um passo na estratégia da BMI de oferecer as melhores soluções para coberturas, através da aquisição de empresas que proporcionem valor a longo prazo para os nossos clientes”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

CONSTRUIR

A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.