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Imobiliário

“Turismo e reabilitação vão continuar a dinamizar o mercado”

“Indicadores mostram que 2016 continua a ser sinónimo de reabilitação urbana no Porto e de aumento da procura por parte de investidores estrangeiros”

Pedro Cristino
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“Indicadores mostram que 2016 continua a ser sinónimo de reabilitação urbana no Porto e de aumento da procura por parte de investidores estrangeiros”

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Em 2015, a empresa registou um crescimento de 40%, com um volume de concretização de negócios de cerca de 60 milhões de euros. A que atribui este resultado e esta performance tão fortes?
A Predibisa é uma consultora multidisciplinar, que se destaca pelo know-how de vertentes, que praticamente não estão implementadas no Norte do país, concretamente, nos sectores de investimento e promoção. Nos últimos anos e nesta área temos sido responsáveis pela identificação e negociação de espaços para multinacionais, que optam cada vez mais pela região, para fixar os seus projectos industriais e de serviços. Obviamente, isso coloca-nos em evidência no mercado imobiliário nortenho, que está cada vez mais apetecível e que nos possibilita uma boa performance nos negócios.

Quais as áreas de negócio que se destacaram neste período?
Podemos afirmar que em 2015 todas as áreas de negócio registaram uma evolução positiva. Contudo, foi o investimento, de capital estrangeiro, o segmento que mais evoluiu, fruto do ano recorde de investimento imobiliário em Portugal, com a região Norte a ser considerada uma zona muito atractiva para grandes transacções, afirmando-se as áreas comerciais, as industriais, as de hotelaria e os espaços de escritórios.

A que se deve este perfil de empresa “especializada no Norte do país”? Que vantagens trazem para a vossa actividade?
Somos, efectivamente, especializados no Norte do país, onde operamos há mais de 25 anos, o que nos posiciona como uma equipa com experiência e know-how nesta região, que tão bem conhecemos. Porém, não deixamos de nos assumir como uma consultora imobiliária que actua no mercado a nível nacional. Relativamente a vantagens para a nossa actividade, podemos afirmar que nos últimos anos, temos sido responsáveis pela identificação e negociação de espaços para multinacionais, que procuram o Norte do país para instalarem projectos industriais e de serviços.

Num período em que são registados valores recorde no campo do investimento imobiliário, como se comportou o mercado do norte do país no ano transato?
No ano passado, o mercado imobiliário do Norte do país registou um incremento no volume de investimentos no sector imobiliário, essencialmente por parte de investidores estrangeiros, que encaram o Norte, particularmente o Porto, uma região que além de estar na moda é um mercado atractivo ao investimento. Consideramos que o Grande Porto está em alta e não só para o turismo, mas ao nível de capacidade de atracção de empresas quer nacionais, quer multinacionais.

Num mercado com uma dimensão tão pequena como o português, a decisão de se especializarem numa área geográfica do país não limita a vossa ação? Que riscos acarreta?
Tal como já referimos, somos especialistas na região Norte, concretamente no Grande Porto, mas isso não limita a nossa acção, uma vez que a nossa actividade é transversal a todo o território nacional: norte, centro ou sul do país. Abraçamos todas as áreas de negócios como residencial, hotelaria, escritórios, comércio, indústria, bem como promoção, investimento e consultoria/ avaliação.

Como se tem desenvolvido o mercado imobiliário no norte de Portugal nos últimos anos? Que fatores têm contribuído para tornar este mercado tão apetecível?
Desde 2013 que o Norte reflecte tendência de crescimento, continuando a ser apontado como uma região muito atractiva ao investimento, quer nacional, quer internacional.
O mercado imobiliário nortenho é apetecível e exemplo disso tem sido a procura sustentada de espaços comerciais na Baixa do Porto, que tem evoluído de forma crescente nos últimos anos. O crescimento do turismo e os projectos de reabilitação, actualmente em desenvolvimento, nomeadamente na zona Aliados/Sá da Bandeira, devido à sua dimensão, têm contribuído para dinamizar o mercado, atraindo clientes e novos operadores, nomeadamente marcas internacionais que procuram instalar-se no Porto e que até ao momento ainda não o fizeram.

Em termos de actividade, quais são os pólos mais fortes da região? A indústria é um “player” de peso?
Principalmente o ramo da indústria automóvel que está fortemente implementado no Norte do país, devido ao know-how e à facilidade de mão-de-obra.

Como tem evoluído o sector da reabilitação urbana na região?
Os indicadores mostram que 2016 continua a ser sinónimo de reabilitação urbana no Porto e de  aumento da procura por parte de investidores estrangeiros. Temos contribuído para a renovação da zona mais nobre da cidade, não só porque isso permite apoiar a dinamização económica do Porto, mas porque está inerente a preservação e reabilitação de um valioso património histórico. Há já alguns anos que a reabilitação urbana no centro do Porto é uma das nossas apostas, daí a abertura do escritório na Baixa, que veio garantir-nos um profundo conhecimento sobre a oferta existente, traduzido em sucesso nos diversos pedidos de clientes nacionais e estrangeiros.

Que tipo de clientes procuram mais activamente este mercado?
A reabilitação urbana no centro do Porto tem sido uma aposta da Predibisa, fortemente ligada ao sector residencial, mas também ao retail, à promoção e à hotelaria, o que representou um crescimento em 2015, resultante de vários negócios com clientes investidores, que procuram rendimento nos ramos da restauração, do comércio, dos escritórios, da hotelaria e do short-rental. Temos também alguns negócios ligados a promotores/construtores que compram edifícios para clientes finais, baseados no conceito chave-na-mão.
Os edifícios reabilitados possuem caraterísticas e valências com as quais o comprador, nacional, mas particularmente o estrangeiro se identifica, cada vez mais atraídos por espaços de refúgio, em zonas de grande centralidade e de riqueza histórica.

Qual é o peso do investimento estrangeiro no valor total investido em imobiliário nesta zona do país?
Em Portugal, o segmento do “capital market”, atingiu um valor recorde no ano passado. Já desde 2013 que houve muitas empresas estrangeiras, em particular, as inglesas, as alemãs e as norte-americanas a comprar grandes ativos imobiliários numa base de rendimento. A opção de comprar em Portugal deve-se ao facto de termos um metro quadrado dos mais baratos a nível europeu e porque o rendimento desse metro quadrado é dos mais altos na Europa. Assim, esta situação foi factor de atracção para o investimento estrangeiro, concretamente para Lisboa. Todavia, como agora a “zona prime” da Capital está toda vendida, os investidores voltam-se para a segunda maior cidade portuguesa, no caso a Invicta.

Em termos de dimensão e concorrência, como caracterizariam o mesmo?
A Predibisa é uma mediadora multidisciplinar, cujo segmento residencial não é a única prioridade, uma vez que temos o know-how de outras vertentes, que praticamente não estão implementadas na zona Norte do país, nomeadamente no sector industrial, retail, escritórios e obviamente nos sectores de investimento e promoção. Somos conhecedores profundos destas áreas de actuação na zona do grande Porto, fruto dos mais de 25 anos de experiência, sempre com a mesma equipa.

Qual será a vossa estratégia para este ano?
A nossa estratégia passa por continuarmos a trabalhar na mesma linha de actuação, ou seja, com o máximo profissionalismo e dando sempre a melhor resposta possível a quem nos procura para realizar negócios, sejam eles clientes nacionais ou internacionais. Da nossa estratégia fazem parte o dar continuidade a contactos e algumas negociações, que já começaram no ano transacto.

Que previsões e objectivos têm para 2016/2017?
Actualmente, a economia portuguesa é pautada pelas dificuldades de acesso ao crédito e pela necessidade de redução do endividamento, todavia o mercado imobiliário nacional é marcado por uma boa qualidade de oferta e uma relativa estabilidade de preços, o que nos posiciona como uma opção de investimento sólido e de atracção do investimento directo estrangeiro em Portugal. Estamos optimistas nas previsões 2016/2017 e os indicadores mostram isso mesmo. A tendência de crescimento do turismo, com o retalho a colher os resultados que derivam do fluxo turístico e os projectos de reabilitação, em desenvolvimento, vão certamente continuar a dinamizar o mercado, atraindo clientes e novos operadores.

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Uber investe mais de 90 M€ em novo hub em Lisboa

Há sete anos em Portugal, o mercado português tem sido um pólo de inovação e crescimento como é o exemplo do Uber Green ou a expansão do serviço a 100% do território

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tagsUber

A Uber inaugurou a sua nova sede em Portugal e em Lisboa, um novo hub que será a sua principal fonte de conhecimento sobre utilizadores, motoristas e parceiros de entrega e de desenvolvimento de produto e tecnologia da Uber na região do Sul da Europa. O novo hub da Uber e a sede de operações representam um investimento de mais de 90 milhões de euros e já gerou mais de 400 empregos directos com perspectivas de recrutar 200 colaboradores adicionais até ao final de 2021.

A sede em Portugal reúne talento proveniente de 28 países com mais de 10 áreas de especialização como Qualidade, Formação & Desenvolvimento, Analytics, Gestão de Projecto, Operações, Marketing, Comunicação entre outras. Além disso, presta apoio ao cliente complexo, como é o caso, por exemplo, do apoio prestado pelas equipas de fraude ou de resposta a incidentes e de segurança da Uber.

“Hoje queremos reforçar o nosso compromisso para com Portugal e a vontade de continuar a investir neste país. Já fizemos um investimento de 60 milhões de euros e pretendemos investir mais 30 milhões nos próximos quatro anos. Portugal tem profissionais de excelência e também capacidade para atrair os melhores talentos para trabalhar na Uber e viver em Lisboa.” partilhou Régis Haslé, director sénior de Operações de Cliente EMEA.


“Desde que chegámos, há sete anos, o mercado português tem sido um pólo de inovação e crescimento onde pudemos criar e testar produtos como o Uber Green ou a expansão do serviço a 100% do território, entre tantos outros projectos e iniciativas inovadoras. Isso tem sido possível graças ao talento de excelência e uma parceria positiva e produtiva com Portugal e os portugueses” acrescentou Anabel Diaz, directora Geral Regional de Rides EMEA.

O Hub irá oferecer suporte para nove países europeus, incluindo França, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Israel, Turquia, Alemanha e Croácia, entre outros.

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Portugal apoia abastecimento de água em Moçambique com 1M€

Portugal vai contribuir com um milhão de euros para apoiar Moçambique na realização dos estudos necessários à viabilização do plano de expansão do abastecimento de água do país

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O Ministro do Ambiente e da Acção Climática, Matos Fernandes, afirmou a abertura de Portugal para partilhar experiências com Moçambique na expansão dos sistemas de abastecimento de água no país, à margem da conferência internacional de financiadores que se realizou em Maputo.

Ao longo dos próximos 10 anos o plano de expansão dos sistemas de abastecimento de água em Moçambique prevê um investimento de 1,5 mil milhões de euros na construção e modernização de infraestruturas com o objectivo de garantir um acesso mais universal à água. Portugal está disposto a contribuir com um milhão de euros para, ao longo dos próximos três anos, apoiar Moçambique na realização dos estudos necessários à viabilização do plano.

Em Moçambique para participar na Conferência Internacional de Financiadores que se realizou no início da semana, o ministro português do Ambiente e da Acção Climática, Matos Fernandes, referiu “que a experiência que Portugal adquiriu com a transformação do sector nos últimos 25 anos será partilhada com Moçambique, embora seja importante perceber que as realidades e desafios são diferentes”. “As questões ambientais estão sempre ligadas aos territórios e não há dois territórios iguais”, sublinhou.


Portugal vai ainda apoiar dois outros projectos em Moçambique: 150 mil euros serão destinados à reserva de elefantes de Maputo, da responsabilidade do Serviço de Parques e Reservas de Moçambique, e outros 150 mil euros vão para a recuperação dos mangais de Marromeu, a cargo do Parque da Gorongosa.

Matos Fernandes relembrou que, em 2017, quando teve início o Fundo Ambiental português, o país manifestou a intenção de financiar projectos nos países africanos lusófonos e em Timor-Leste, valor que ultrapassou este ano 11,5 milhões de euros. Destes, 1,8 milhões foram investidos em Moçambique. O apoio foi canalizado para sete projectos de reforço ao abastecimento de água na província de Maputo.

Até 2026 Portugal conta investir outros 20 milhões de euros para a cooperação no domínio ambiental e do combate às alterações climáticas.

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Escritórios no Porto com forte recuperação em Agosto

Segundo a JLL, o mercado tenderá a reactivar-se e o seu ritmo de recuperação deverá acelerar até final do ano. Agosto é já uma prova desta tendência

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O mercado de escritórios do Porto registou cinco operações em Agosto, atingindo 12.200 m2 de absorção, revela a JLL no seu relatório mensal sobre este segmento, o Office Flashpoint.

A recuperação face aos meses anteriores e homólogo é assinalável, já que em qualquer dos períodos a ocupação não tinha alcançado os 1.000 m2. Tal também significa que o mercado acelerou fortemente o seu ritmo de recuperação face a 2020, passando de uma contracção de 55% no final de Julho para uma de apenas 15% no final de Agosto.

A actividade do mês praticamente duplicou o volume de absorção acumulada que se registava até final de Julho, posicionando o take-up anual em cerca de 26.000 m2.

Mariana Rosa, head of Leasing Market Advisory da JLL, sublinha que “o mercado do Porto tem sido bastante limitado pela escassez de oferta de qualidade disponível para ocupação imediata, porque há bastantes empresas activamente à procura de instalações, especialmente para áreas de grande dimensão. À medida que os projectos em carteira forem sendo concluídos, o mercado tenderá a reactivar-se e o seu ritmo de recuperação deverá acelerar até final do ano. Agosto é já uma prova desta tendência”.

A actividade em Agosto no Porto registou duas operações de grande dimensão, nomeadamente uma com 7.000 m2 e outra com 3.500 m2, o que colocou a área média por operação nos 2.400 m2. A expansão de área foi a principal motivação para a ocupação em Agosto, sendo a zona 6-Matosinhos a mais dinâmica (57% da absorção) e as empresas de “Outros Serviços” as que geraram maior take-up (57%).

Em termos acumulados, a ocupação situa-se agora em 26.000 m2 num total de 32 operações, com uma área média de 800 m2. Neste período de oito meses, as zonas 1-CBD Boavista e 6-Matosinhos lideraram a procura, com quotas de 33% e 36% no take-up, respectivamente. As empresas de “Outros Serviços” são o sector da procura mais dinâmica, gerando 42% da área ocupada.

Lisboa, ao contrário do Porto, observou baixos níveis de actividade em Agosto. Neste mês, o mercado registou 8 operações num total de 5.600 m2, numa queda de 58% face quer ao mês anterior, quer ao mês homólogo. Todas as operações foram para ocupação imediata e a maior diz respeito à tomada de 1.600 m2 pela CME no Lagoas Park (Corredor Oeste), um negócio mediado pela JLL, que actuou ainda noutras duas operações. Neste mês, a área média por operação foi de 700 m2, sendo a zona 6 – Corredor Oeste a mais activa em termos de área absorvida (36% da actividade) e a “Construção e Imobiliário” o sector que mais absorveu espaço (54%).

No período de Janeiro a Agosto, as empresas tomaram 74.500 m2 de escritórios em Lisboa, uma actividade que fica 24% abaixo do mesmo período de 2020. Nestes oito meses realizaram-se 75 operações, ficando a área média pouco abaixo dos 1.000 m2. A zona 5 – Parque das Nações é o destino mais robusto ao longo do ano, concentrando 29% de toda a ocupação, ao passo que a procura é claramente liderada pelas empresas de “TMT’s & Utilities”, responsáveis por 44% da área tomada.

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25 M€ para indústria electrointensiva

O Governo aprovou o mecanismo de compensação dos custos indirectos de CELE (Comércio Europeu de Licenças de Emissão). O montante da ajuda a atribuir em 2021 é de 25M€

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O Ministro do Ambiente e da Acção Climática assinou hoje a portaria que cria o mecanismo de compensação dos custos indirectos de CELE, o qual irá beneficiar um universo estimado de 28 instalações industriais electrointensivas. O montante de auxílio a atribuir em 2021 está avaliado em 25 milhões de euros.

Esta iniciativa insere-se no apoio dado pelo Governo no contexto de elevados preços de electricidade no mercado grossista, que se tem verificado.

O mecanismo destina-se a instalações abrangidas pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão de CO2 (CELE) que desenvolvem actividade em sectores expostos a um risco significativo de fuga de carbono e muito expostos ao comércio internacional. “O objectivo é evitar distorções no mercado e a saída de empresas para geografias com menores exigências ambientais”, justifica nota do governo.

Este mecanismo prevê que os custos em cada ano sejam compensados no ano seguinte, mediante candidatura ao Fundo Ambiental com a informação necessária, a qual inclui os consumos de electricidade e dados sobre a produção efectiva. “Depois de aferido, o montante máximo de auxílio é descontado do valor relativo a benefícios fiscais que cada instalação aufere, garantindo-se que este desconto não ultrapassa 50% do montante máximo de auxílio estabelecido para cada instalação”.

É ainda introduzido um ajustamento decorrente da dotação orçamental disponível no Fundo Ambiental, a qual é determinada anualmente.

De modo excepcional, em 2021 será possível apresentar até 30 de Outubro uma candidatura, recorrendo a uma estimativa dos custos indirectos este ano, de forma a antecipar o pagamento da compensação.

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Riportico vai fiscalizar obras do Projecto de Transmissão Regional de Temane

A Riportico, assegurou um novo contrato em Moçambique. Localizado entre Vilanculos e Maputo, O TTP é um dos investimentos mais significativos do sector energético moçambicano e está avaliado em 506 milhões de dólares.

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A Riportico, assegurou um novo contrato em Moçambique, adjudicado pela Sociedade Nacional de Transporte de Energia, para a fiscalização dos trabalhos de construção das casas modelo, casas de reassentamento e infraestruturas associadas, do Projecto de Transmissão Regional de Temane (TTP). Localizado entre Vilanculos e Maputo, é um dos investimentos mais significativos do sector energético moçambicano e está avaliado em 506 milhões de dólares.

Para a empresa portuguesa, o adjudicação do novo contrato confirma a aposta estratégica da empresa no mercado não obstante “os desafios da Covid-19 e outros eventos desestabilizadores no país”. “Moçambique mantém-se como um mercado de grande potencial, sendo uma prioridade para a Riportico continuar a consolidar a sua actividade neste mercado e a contribuir para o seu desenvolvimento”, defende Carlos Vieira, country manager da Riportico em Moçambique.

O projecto, cujo financiamento é assegurado pelo Banco Mundial, visa o fornecimento de electricidade a Maputo, capital de Moçambique, a partir das centrais eléctricas de Temane, através da construção de uma linha aérea de transporte com 561 quilómetros de extensão a 400 quilovolts, que passará a ligar estas duas cidades. O TTP inclui ainda a construção de três novas subestações, em Vilanculos, Chibuto e Matalane, e a expansão da subestação de Maputo. A implantação do TTP terá um significativo impacto na vida das comunidades que vivem ao longo do traçado da linha e nas subestações a serem construídas, havendo a necessidade de se proceder ao seu reassentamento noutras regiões.

A Riportico Engenharia foi a consultora escolhida para fiscalizar os trabalhos de construção das 11 casas modelo e 212 casas de reassentamento, incluindo os trabalhos de infraestruturas associadas. Os trabalhos de construção estarão divididos em quatro lotes, distribuídos pelos 11 distritos e três províncias atravessadas, nomeadamente Inhambane, Gaza e Maputo. Os trabalhos incluem ainda a construção de esquadra, escola, centro de saúde, arruamentos e electrificação em dois dos lotes. Os trabalhos de construção estão previstos iniciar no último trimestre deste ano, com uma duração de oito meses.

“Somos uma consultora de vocação internacional e temos vindo a registar, ao longo dos últimos anos, um forte crescimento nos mercados externos onde actuamos, nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Não só queremos continuar a crescer nestes mercados, como pretendemos expandir-nos para outros países”, destaca David Borges, gestor da Riportico Engenharia.

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Hilti aposta na prevenção da inalação de poeiras

Desde Julho de 2020, que o Decreto-Lei nº 35/2020 estabeleceu uma classificação das poeiras segundo um valor limite de exposição profissional, que corresponde à concentração no ar de poeiras que uma pessoa pode respirar durante 8 horas de trabalho

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Quando se fala em segurança no trabalho, o tema remete, na maioria das vezes, para situações de perigo físico como quedas ou acidentes, mas há também trabalhos que provocam, a longo prazo, consequências desagradáveis ou até mesmo perigosas para a saúde. Neste âmbito, destacam-se a inalação de poeiras, que podem provocar dificuldades respiratórias, alergias, lesões nasais, efeitos nos pulmões e cancros.

Em Portugal, existem directrizes oficiais sobre os limites de exposição. O Decreto-Lei nº 35/2020 de 13 de Julho de 2020 estabeleceu uma classificação das poeiras segundo um valor limite de exposição profissional (VLEP). Isto corresponde à concentração no ar (miligrama de poeiras/metro cúbico de ar) de poeiras que uma pessoa pode respirar durante 8 horas de trabalho, sem que isso represente um risco para a sua saúde. No caso da poeira de sílica cristalina respirável o valor limite de exposição profissional é de 0,025 mg/m3.

Ferramentas adequadas e formação

Neste sentido, a Hilti tem vindo desde há cerca de 25 anos a apostar no desenvolvimento de “soluções de gestão de pó” através de ferramentas e serviços concebidos para reduzir as poeiras em obra, mas, também, através da sensibilização dos riscos da exposição ao pó.

Ao longo de mais de duas décadas, a Hilti desenvolveu diversos sistemas de aspiração de poeiras (DRS) nomeadamente acessórios e aspiradores, o que lhes permite “contribuir para a manutenção de um local de trabalho mais limpo e sem poeiras”.

As ferramentas eléctricas da Hilti são projectadas com sistemas de aspiração de poeira (DRS), o que permite maximizar a quantidade de poeira prejudicial removida na fonte e colectá-la, de forma eficiente, com aspiradores de alto desempenho. As brocas ocas, uma das soluções disponibilizadas, permitem uma perfuração e limpeza de furos num só passo no betão e betão armado, resultando assim numa perfuração praticamente sem poeiras”, reforça a empresa.

O trabalho de prevenção quanto à inalação de poeiras faz-se sobretudo no campo da formação que a Hilti disponibiliza sobre a protecção de poeiras. Sendo uma entidade certificada pela DGERT, a formação centra-se nos potenciais riscos, a curto e longo prazo, das poeiras no local de trabalho e o que se pode fazer para ajudar a prevenir o impacto das mesmas. Para cada tipo de trabalho ou aplicação em obra, em que exista pó de sílica no ar, existe, associado, um valor limite de exposição profissional (VLEP). Por exemplo, nos trabalhos de corte, abrir roços e polir, quando o pó de sílica no ar atinge é até 15 mg/m3, o VLEP é excedido 600 vezes o limite. Ao furar paredes ou chão, com valores até 2,5 mg/m2 de pó no ar, o VLEP é excedido em 100 vezes o limite e ao varrer o chão, embora com menor grau mas que pode levantar poeiras até 1 mg/m2, o valor de VLEP excedido é de 40 vezes o limite.

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Saint-Gobain Weber com novo conceito de betumação cerâmica

A Saint-Gobain através da marca Weber relançou no mercado nacional o webercolor evolution, um produto para betumação de cerâmica, com um impacto ambiental reduzido

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A Saint-Gobain através da marca Weber, que se dedica à produção e comercialização de argamassas industriais, relançou no mercado nacional o webercolor evolution. Trata-se de um produto para betumação de cerâmica, com um impacto ambiental reduzido, fácil de usar e pronto a aplicar. O produto caracteriza-se pela sua resistência aos fungos, estando apto para a aplicação em zonas húmidas, tais como paredes e pavimentos interiores.

Segundo a marca, a webercolor evolution está disponível numa ampla gama de cores tendência, “constituídas por areias coloridas e isentas de cimento, a solução não provoca manchas depois da utilização e não necessita de mistura prévia ou adição de água. O processo de aplicação é rápido e intuitivo, permitindo o uso e limpeza imediata”, explicam.

A solução está indicada para o sector habitacional – cozinhas, casas de banho ou outros espaços interiores – mas também para o segmento hoteleiro e comercial, em locais como quartos e casas de banho sujeitos a uma utilização mais intensiva.

“Reiterando o compromisso com a melhores práticas ambientais”, o webercolor evolution está apto para a reutilização, sendo possível aplicar uma parte do produto, fechar a embalagem e voltar a aplicar mais tarde o restante.

A Weber integra o universo de empresas Saint-Gobain. Em Portugal, o grupo está presente com as marcas Sekurit, Glassdrive e Norton para os profissionais da indústria, e com a Climalit, Isover, Leca, PAM, Placo e Weber, para os profissionais da construção.

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Digitalização e e-commerce salvaram logística e indústria

De acordo com o Guia do Mercado Laboral (GML), a digitalização e o forte crescimento do e-commerce contribuíram significativamente para o balanço positivo do sector

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O sector da Indústria e Logística foi um dos mais afectados pela pandemia de covid-19, levando as empresas a ter que recorrer a processos de lay-off e a ter que parar sucessivamente a sua actividade económica. No entanto, nem todos os sectores foram afectados da mesma forma e, de acordo com informação do Guia do Mercado Laboral (GML), a digitalização e o forte crescimento do e-commerce contribuíram significativamente para o balanço positivo do sector.

“Em 2020, devido à pandemia, grande parte das indústrias pararam e o sector foi afectado de forma geral. Mesmo a indústria alimentar foi prejudicada com cortes na produção e quedas de facturação. O mesmo aconteceu na indústria farmacêutica, embora menos, tendo em conta que se destaca por manter as perspectivas de crescimento, com grande parte das fábricas a prosseguirem os projectos de expansão previsto”, refere Tiago Sousa sénior consultant na Hays Portugal.

A digitalização, o crescimento exponencial do e-commerce e a aposta na melhoria dos processos e dos fluxos foram factores cruciais para o impacto ter sido mais atenuado nas áreas alimentar e farmacêutica. Em sentido oposto, os mercados mais penalizados pela pandemia foram o das indústrias automóvel e aeronáutica, segundo dados do GML 2021.
“Neste contexto de digitalização, que se verifica sobretudo na área da Logística, notamos um aumento da procura por perfis com valências tecnológicas. Neste sector, verificamos uma maior procura por profissionais especializados na coordenação de transportes, devido à sobrecarga dos canais de transporte expresso”, acrescenta Tiago Sousa.

Perfis mais e menos procurados

Segundo o GML, a função de procurement manager está também na lista dos cargos mais procurados. neste caso, o objectivo é dar resposta à gestão de compras e sourcing, como um factor estratégico das empresas numa óptica de optimização de custos. além disso, para a eficiência de todo o fluxo da cadeia de fornecimento, desde a aquisição até à expedição, destacou-se ainda a função de supply chain manager. à semelhança de anos anteriores, a indústria continuou a apostar em perfis da área de produção e manutenção para atender a necessidades de renovação de quadros ou reforço das estruturas. designadamente perfis como responsável de produção ou responsável de manutenção e técnico de manutenção, sendo este último particularmente difícil de identificar no mercado português.

Tiago Sousa destaca que “o arranque de novas unidades industriais, levaram uma dinâmica interessante na procura por directores industriais. Ao mesmo tempo, o reforço das equipas ligadas à qualidade, ambiente e segurança no sector automóvel e especificamente nas regiões Norte e Centro, levaram a uma procura considerável por responsáveis de direcção de qualidade. Sem esquecer o processo de digitalização, a Indústria 4.0 e o reforço das estruturas de manutenção colocou também em destaque o perfil de engenheiro de automação. Este e ainda os cargos de manutenção e responsável de R&D com componente técnica específica foram os mais difíceis de identificar”.

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Novo Bauhaus Europeu vai ter 85 milhões de euros para projectos em 2021-2022

CE anuncia também a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projeto que “visa acelerar a transformação de vários setores económicos”

Ricardo Batista

O Novo Bauhaus Europeu, iniciativa lançada em Janeiro deste ano, que visa enquadrar a transição climática com uma mudança cultural, vai dispor de 85 milhões de euros destinados a projectos, no período 2021-2022, anunciou esta quarta-feira a Comissão Europeia.

O valor é adiantado pela Comissão, no âmbito da comunicação sobre o conceito do Novo Bauhaus Europeu, e na qual anuncia igualmente a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projecto que “visa acelerar a transformação de vários sectores económicos, como os da construção e dos têxteis, a fim de facilitar o acesso de todos os cidadãos a bens circulares e com menor intensidade de carbono”.

A iniciativa foi lançada pela Comissão, em Janeiro, com o objectivo de enquadrar a transição climática com um movimento cultural e estético, através da mobilização de ‘designers’, arquitectos, engenheiros e cientistas, que possam “reinventar um modo de vida sustentável”.

“O Novo Bauhaus Europeu introduz uma dimensão cultural e criativa no Pacto Ecológico Europeu a fim de demonstrar de que modo a inovação sustentável se pode traduzir, no nosso dia-a-dia, em experiências concretas e positivas”, escreve esta quarta-feira a Comissão.

No âmbito do financiamento previsto, muitos programas da União Europeia (UE) irão contribuir para “o Novo Bauhaus Europeu como elemento de contexto ou prioritário, sem um orçamento específico predefinido”, adianta esta quarta-feira a Comissão.

O financiamento provirá assim “de diferentes programas” europeus, “incluindo o Horizonte Europa, um programa de investigação e inovação (e, em especial, as missões Horizonte Europa), o programa LIFE, para o ambiente e a acção climática, e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional”.

A Comissão convidará igualmente os Estados-membros a incluir “os valores fundamentais do Novo Bauhaus Europeu nas respectivas estratégias de desenvolvimento territorial e socioeconómico e a mobilizar os elementos pertinentes dos seus planos de recuperação e resiliência, bem como dos programas relacionados com a política de coesão, a fim de criar um futuro melhor para todos”.

Entre as medidas anunciadas esta quarta-feira pela Comissão está a criação de “um laboratório do Novo Bauhaus Europeu”, assim como de “um grupo de reflexão e de acção que se destine a co-criar, desenvolver protótipos e a testar ferramentas, soluções e acções que permitirão facilitar a transformação no terreno”.

“O laboratório retomará o espírito colaborativo que está na base deste projecto, a fim de harmonizar diferentes perspectivas, estabelecer ligações com a sociedade, a indústria e a política entre os cidadãos, e inventar novas formas de criação conjunta“, especifica a Comissão.

As medidas agora anunciadas têm em conta os mais de 2000 contributos, provenientes dos 27, recebidos durante a fase de concepção conjunta, que decorreu de Janeiro a Julho, e que foi aberta a todos os cidadãos do espaço da União.

“O Novo Bauhaus Europeu combina a grande visão do Pacto Ecológico Europeu com mudanças concretas no terreno: mudanças que contribuam para tornar o nosso quotidiano mais aprazível e que as pessoas possam ver e sentir nos edifícios e espaços públicos, bem como artigos de moda ou mobiliário. O Novo Bauhaus Europeu visa criar um novo estilo de vida que combine sustentabilidade e design de qualidade, que exija menos carbono e que seja inclusivo e acessível para todos”, disse hoje a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, citada pelo comunicado sobre a iniciativa.

A comissária Elisa Ferreira, da Coesão e Reformas, destacou por seu lado o impacto local do Novo Bauhaus Europeu, com “a abordagem transdisciplinar e participativa”, uma vez que “contribui para reforçar o papel das autoridades locais e regionais, das indústrias, dos inovadores e das mentes criativas que colaboram entre si, a fim de melhorar a qualidade de vida”.

“A política de coesão transformará ideias novas em acções locais”, garantiu Elisa Ferreira.

A comissária da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, sublinhou “as pontes entre ciência e inovação e arte e cultura, ao adoptar uma abordagem holística”. Assim, concluiu, “o Novo Bauhaus Europeu desenvolverá soluções não só sustentáveis e inovadoras, mas também acessíveis e enriquecedoras para todos”.

Em Abril, quando o Novo Bauhaus Europeu foi apresentado em Lisboa, durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, o primeiro-ministro, António Costa, destacou “a importância crucial” do projecto para a UE atingir os objectivos climáticos.

Recordou igualmente o movimento estético Bauhaus, fundado em 1919 na Alemanha e que dá o nome à iniciativa, para referir que o projecto actual “volta a dar à arte e à arquitectura a sua missão social, ao adaptar as cidades às necessidades humanas e ao trazer o Pacto Ecológico Europeu” para as “vidas e as casas” das pessoas.

Ursula von der Leyen afirmou então, na intervenção em Lisboa, que “o novo Bauhaus Europeu é sobre esperança, inspiração e novas perspectivas. É sobre acções concretas contra as alterações climáticas”, garantiu a presidente da Comissão.

Na quinta-feira, serão anunciados os vencedores do primeiro concurso do Novo Bauhaus Europeu, que distingue projectos locais e estéticos já desenvolvidos, em dez categorias, de “produtos e estilo de vida” à “reinvenção dos locais de encontro e partilha”.

Serão também distinguidas “estrelas em ascensão do Novo Bauhaus Europeu”, que envolve jovens com menos de trinta anos.

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Victor Moure é o novo Country Manager da SE Portugal

Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”

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A empresa Schneider Electric anunciou Victor Moure como novo Country Manager de Portugal. Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”.

Com 15 anos de experiência profissional na área comercial, parte deles orientada para o mercado da banca e das seguradoras, e cerca de uma década dedicada a soluções de automação e gestão de energia, já na Schneider Electric, Victor Moure, integrou a empresa em 2010 para dar suporte a funções de desenvolvimento de negócios e foi, em 2014, promovido a KNX and Datacom Sales Manager.

Em 2017, acumulou, também, o cargo de Electricians Channel Manager, tendo desenvolvido inúmeras iniciativas para ajudar os fornecedores de electricidade a implementar medidas de transformação digital, com foco em automação, IoT e gestão eficiente de energia. Desde 2019 desempenhava funções de Area Sales Director para quatro regiões distintas na Península Ibérica: Catalunha, Ilhas Baleares, Andorra, Aragão e Comunidade Valenciana.


Licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Aberta da Catalunha (UOC), o executivo completou a sua formação com um MBA em Gestão pela IESE Business School (Universidade de Navarra). Victor Moure considera-se um verdadeiro apaixonado por Portugal, viajando frequentemente por toda a Península Ibérica.

“Estou muito entusiasmado com esta nomeação e preparado para colocar a minha experiência em prática,” afirma o novo Country Manager de Portugal da Schneider Electric. “Enquanto Country Manager para Portugal, pretendo continuar a nossa caminhada em direcção à digitalização e à sustentabilidade, fortalecendo as capacidades de inovação e competitividade do território”, acrescentou.

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