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OE22: AEP alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas”

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP

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Recentemente anunciado, o Orçamento de Estado (OE) para 2022 não encontra eco nas Pequenas e Médias Empresas que não se revêm nas medidas apresentadas. Em comunicado a Associação Empresaria de Portugal (AEP) alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas e melhorar de forma duradoura a competitividade”, considerando, ainda, que a segunda proposta de OE é “um misto da primeira proposta − onde não havia qualquer foco no apoio ao potencial produtivo − com as recentes medidas apresentadas pelo Governo para mitigar a crise, que apesar de positivas, são tardias, insuficientes e apenas conjunturais”.

“Para a AEP continuam a faltar medidas decisivas para apoiar as empresas nesta difícil conjuntura e para melhorar de forma mais duradoura a sua competitividade”. Alguns aspectos como o regresso do lay-off simplificado e do banco de horas individual, suspensão do pagamento de moratórias e reorientação de verbas do PRR para os sectores mais afectados, assim como a redução significativa da carga fiscal, nomeadamente ao nível do IRC e impostos sobre energia, continuam a falhar nos apoios às empresas.

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, mesmo que à custa de um défice público mais alto, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, reforça, também, a importância de melhorar aspectos da primeira proposta orçamental, em particular o Incentivo Fiscal à Recuperação, cujas exigências e limitações penalizadoras devem ser eliminadas. “Só desta forma se evitará uma escalada de falências e desemprego e uma potencial espiral inflacionista e de perda de poder de compra, que penalizaria o consumo e poderia mesmo levar a uma recessão”.

Sendo a melhor estratégia de resposta à crise a redução dos custos das empresas, a AEP considera fundamental que o Governo afaste totalmente ou adie várias propostas do seu programa que agravam fortemente a rigidez e os custos laborais, como é o caso de vários aspectos da Agenda do Trabalho Digno e outras propostas penalizadoras da competitividade, nomeadamente a subida do peso dos salários no PIB, que em 2021 estava já acima da UE, e a discussão extemporânea da semana de trabalho de quatro dias.

Estas medidas laborais são contraditórias face às recentes propostas de mitigação dos custos das empresas, que são incorporadas no Orçamento do Estado, sendo que a reduzida flexibilidade do trabalho outros dos aspectos penalizadores, considera a Associação. Por outro lado, aumentar os salários não será possível sem que sejam adoptadas medidas decisivas para aumentar a produtividade das empresas, onde Portugal compara mal no contexto da UE – o PIB por hora trabalhada em paridade de poderes de compra é de apenas 64,2% da média europeia, o terceiro valor mais baixo a nível europeu”, recorda o presidente da AEP. “O aumento da produtividade é crucial para elevar de forma sustentada o nível de vida e impedir que Portugal continue a cair para a cauda da Europa. Recorde-se que em 2021, foi já o sétimo mais baixo da União Europeia”, destaca.

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Longa vida ao ‘novo’ Castelo de Leiria [c/ galeria de imagens]

Tal como quando Isabel de Aragão saiu do Castelo de Leiria para entregar pães aos mais desfavorecidos, a autarquia propôs, séculos mais tarde, nova ‘oferenda’ à população, promovendo um conjunto profundo de intervenções naquele património. A equipa liderada por Nuno Santos Pinheiro e Vasco Santos Pinheiro conferiram ao ‘novo’ Castelo uma valorização arquitectónica, arqueológica e paisagística que permitem um alargado uso deste equipamento ao serviço do turismo e da cultura

Ricardo Batista

É inquestionável que se trata de um dos símbolos máximos da cidade e o cuidado na sua preservação não deixa grandes dúvidas sobre a delicadeza e a pertinência da intervenção. A realidade é que aproximadamente dois anos após o inicio dos trabalhos, o Castelo de Leiria
voltou a abrir as suas portas aos visitantes e à cidade que, em 1300, viu D. Dinis doar a Isabel, Rainha Santa, este importante património.

A coordenação dos trabalhos esteve a cargo dos arquitectos Nuno Santos Pinheiro e Vasco Santos Pinheiro que, em mãos, tiveram o arranjo dos espaços exteriores do recinto do Castelo, a recuperação da Casa do Guarda, a recuperação das Cisternas Medievais, assim como a
recuperação e a cobertura da Igreja da Nossa Senhora da Pena. Da equipa fazem igualmente parte o arquitecto paisagista João Junqueira e as empresas PMP Consultores e CORE Projects nas áreas de engenharia.

Actualização histórica
Apontado como um dos ilustres exemplares da arquitectura militar medieval da região e do país, tendo desempenhado um papel de relevo, a par de outros castelos vizinhos, na defesa de Coimbra e ofensivas afonsinas de conquista de territórios mouros a sul da linha do Mondego, o Castelo de Leiria chegou a receber, em 2019, perto de 100 mil visitantes. A pandemia acabaria por baixar consideravelmente os números e tornou evidente a importância de ‘actualizar’ este importante património, adaptando-o a usos mais actuais de forma a promover a captação de público, a valorização do património arquitectónico, arqueológico e paisagístico, adaptando a situação actual a uma utilização mais fácil e mais informada do visitante, promovendo a descoberta e a sua permanência no castelo.

Protecção cuidada do património
Nos dados revelados à Traço pela Santos Pinheiro Arquitectos Associados, pode perceber-se que a premissa da actuação das equipas envolvidas assenta sobre a importância da protecção, conservação, recuperação e revitalização dos valores arqueológicos, históricos, arquitectónicos, estéticos e urbanísticos do Castelo de Leiria. Na descrição dos trabalhos, a equipa liderada por Nuno Pinheiro e Vasco Santos Pinheiro assegura que “foram respeitados os princípios vigentes em conservação do património, nomeadamente a utilização de materiais reversíveis e compatíveis, e o recurso a técnicas diferenciadas para a identificação da intervenção”. “Para
além de criar um ambiente que transporta o visitante e utilizador para a beleza de um castelo de origem medieval, procurou-se dar resposta às comodidades exigidas na actualidade, oferecendo não apenas conforto e qualidade, mas tornando o castelo mais acessível e
inclusivo, para fruição de todos”.

Igreja da Pena coberta
Uma das intervenções mais relevantes deste conjunto de trabalhos passou pela recuperação, restauro e construção de uma cobertura para o edifício da igreja de Nossa Senhora da Pena, “possibilitando dotar o espaço de novas funcionalidades de carácter cultural”. De acordo com a descrição dos trabalhos, a intervenção partiu desde logo de um edificado com sinais evidentes
de degradação, “causado não apenas pela acção do tempo, como pela do próprio Homem”. “Intervir nesta estrutura patrimonial, face ao seu actual estado de conservação constituiu uma obrigação natural e necessária face ao imperativo de garantir a travagem do processo de
degradação”, pode ler-se na descrição da intervenção, onde a equipa de arquitectos acrescenta que foi pretensão do município, enquanto promotor da obra, dotar o edifício de novas condições, proporcionadas por uma nova cobertura, que permitissem assegurar a utilização
continuada do espaço, ao longo do ano, contrariando a sazonalidade a que, até então, se encontrava sujeito, conseguindo, também com isso, diversificar a sua utilização e vocacionar o espaço para actividades diversas de carácter cultural, devidamente adequadas à dignidade e história do monumento. Em rigor, é a primeira vez que, exceptuando os registos históricos, a Igreja da Pena é vista com a cobertura completa, numa estrutura que tem a particularidade de privilegiar, entre outras funcionalidades, a entrada de luz natural pela acção de clarabóias.

Casa do Guarda e arranjos exteriores
Além da intervenção na Igreja da Pena, deste conjunto de trabalhos coordenado pelos arquitectos Nuno e Vasco Santos Pinheiro faz igualmente parte a recuperação da Casa do Guarda. Na descrição da proposta, os arquitectos da Santos Pinheiro Arquitectos Associados
explicam que a intervenção, além da recuperação geral do edifício, teve como principal finalidade dotar o espaço do castelo de uma estrutura para o acolhimento dos visitantes centralizando uma recepção, um posto de atendimento e bilheteira, instalações sanitárias
públicas, loja, apoio administrativo e uma cafetaria e zona de estar. “A proposta desenvolvida considerou a reabilitação do edifício existente e a sua ampliação sobre um pátio existente onde, inicialmente teria existido outro edifício”, pode ler-se na descrição dos trabalhos. Neste conjunto de contractos estabelecido com o município consta ainda o projecto de recuperação das Cisternas Medievais que teve como finalidade a “conservação e consolidação da estrutura existente e a possibilidade de tornar o seu espaço acessível sem uma utilização específica. No âmbito da intervenção no Castelo, este espaço reabilitado passou a considerar-se como lugar
simbólico e espaço interpretativo”. Relevante foi também a intervenção ao nível dos espaços exteriores do recinto do Castelo, uma intervenção que visou, sobretudo, a valorização do património arquitectónico, arqueológico e paisagístico, adaptando a situação actual a uma utilização mais fácil e mais informada do visitante, promovendo a descoberta e a sua permanência no castelo. “A metodologia de intervenção pautou-se pela salvaguarda das estruturas existentes com valor patrimonial e cultural e pela introdução de novos elementos
que contribuíssem para a sua valorização permitindo a utilização plena dos espaços”, asseguram os arquitectos, para quem “a introdução de novos elementos, ao nível dos pavimentos, protecções, mobiliário, sinalética, iluminação, entre outros, foi feita com materiais
idênticos aos existentes ou que permitissem uma integração adequada, sem nunca se imporem”. Os responsáveis pelos diversos projectos acreditam que há um efeito ‘matriz’ nesta intervenção, desde logo porque pode ser encarada como “um modelo de intervenção em
estruturas patrimoniais semelhantes, na medida em que, por um lado foram respeitados os valores artísticos, históricos e culturais do monumento seguindo metodologias de intervenção apropriadas e validadas pela comunidade científica e de acordo com os princípios
estabelecidos pelas Cartas Patrimoniais e convenções internacionais”. “Por outro, com a conclusão da obra, verificou-se que a intervenção atingiu os principais objectivos estabelecidos, tendo contribuído positivamente para o desenvolvimento da Cidade e do
Concelho, demonstrando dessa forma a sua relevância sócio-económica para a cidade e população em geral”, asseguram, acrescentando que “a intervenção permitiu comprovar a possibilidade de intervir num monumento nacional recorrendo a tecnologias e materiais
contemporâneos preservando a autenticidade e identidade do lugar”

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BEI apoia investimentos na recuperação da Ucrânia

O Banco Europeu de Investimento vai destinar 668 milhões de euros a favor da Ucrânia e será aplicado em projectos de infra-estruturas, abrangendo investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Espanha e Bélgica vão também receber verbas comunitárias

Ricardo Batista

O Banco Europeu de Investimento vai dedicar 668 milhões de euros a um conjunto de investimentos fundamentais na Ucrânia, verbas que se juntam a outros investimentos previstos no contexto europeu e que serão aplicadas na área das renováveis, saúde, água, bem como ao desenvolvimento rural e urbano. No total, o montante anunciado ascende a 791 milhões de euros.

A decisão do conselho de administração daquele organismo, explicada pelo presidente Werner Hoyer, surge como uma resposta do BEI, por via dos fundos de resposta solidária, à “guerra ilegal e implacável que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, com atrocidades levadas a cabo contra civis inocentes”. “Não podemos deixar-nos paralisar pelo horror, mas temos de continuar a trabalhar incansavelmente para dar mais apoio à Ucrânia e aos seus países vizinhos, acolhendo milhões de refugiados. Já desembolsámos 668 milhões de euros à Ucrânia e mais verbas estão a caminho”, assegura Hoyer.

O presidente do BEI confirma que as verbas disponibilizadas por aquele que é o accionista maioritário do Fundo Europeu de Investimento serão destinados a acelerar o investimento em energias renováveis, saúde e água e melhorar os serviços e oportunidades nas cidades e regiões rurais de toda a Europa. “Isto ajudará a Europa a enfrentar os desafios sociais, económicos e de segurança colocados pela guerra na Ucrânia”, revela Werner Hoyer.

O apoio está dedicado ao financiamento de infra-estruturas essenciais na Ucrânia mediante a reafectação de dotações autorizadas para projectos de infraestruturas, de modo a suprir necessidades imediatas de investimento e reconstrução. Este financiamento abrangerá investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Estas verbas podem ser disponibilizadas muito rapidamente, assim que as autoridades ucranianas estejam em condições de aprovar as alterações aos contratos em vigor. O BEI vai igualmente promover ajuda à reconstrução de tudo o que for destruído pelo exército russo através do financiamento de novas infra-estruturas sociais e económicas essenciais, que serão necessárias logo que a Ucrânia recupere a sua liberdade e independência após a guerra. Para este efeito, o BEI tirará partido da experiência adquirida com o Programa de Recuperação Rápida da Ucrânia que, após a ofensiva russa de 2014, apoiou 238 projectos de reconstrução de infra-estruturas municipais e sociais, como escolas e infantários, hospitais e habitações sociais.


Projectos a Ocidente

O Conselho do BEI aprovou igualmente 310 milhões de euros de novos financiamentos para expandir a produção de energias renováveis nos Bálticos e melhorar a distribuição de água e a segurança da água para 2,5 milhões de pessoas na Bélgica. O apoio ao investimento em água em larga escala na Valónia irá modernizar o abastecimento de água potável, aumentar a resiliência a um clima em mudança, reduzir o consumo de energia e aumentar a utilização de energias renováveis para o fornecimento e tratamento de água. Werner Hoyer anunciou ainda 316 milhões de euros para o desenvolvimento urbano e rural. O BEI concordou em financiar investimentos para melhorar os serviços e instalações municipais na Polónia e o apoio ao investimento agrícola em Espanha.

O apoio do BEI a novos investimentos na Zielona Góra, no oeste da Polónia, melhorará os transportes urbanos, melhorará as escolas e as instalações desportivas e reduzirá o consumo de energia. Na Andaluzia, no sul de Espanha, o BEI apoiará o investimento na modernização da agricultura, melhorará a biodiversidade e adoptará uma melhor gestão da água em 12.000 explorações agrícolas, ligará as regiões rurais à banda larga de alta velocidade e aumentará o acesso ao financiamento por parte das empresas locais. Também em Espanha, o BEI vai destinar 150 milhões de euros para apoiar a modernização de dois hospitais universitários em Pontevedra e Ferrol, na Galiza. Isto permitirá um melhor tratamento, aumentará a capacidade e reduzirá o risco de infecção nos hospitais que actualmente prestam cuidados a 1.000 doentes.

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Ricardo Batista

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Export Home: Países que procuram visitar nova edição da feira aumentam 58% face a 2019

“Estamos expectantes com esta edição da feira, que marca o regresso ao seu formato presencial, e que espera mais de mil visitantes oriundos dos quatro cantos do mundo”, refere Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor

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Três décadas depois da sua primeira edição, a Export Home regressa à Exponor entre 21 a 24 de Abril 2022, para dar a conhecer as últimas novidades e tendências em mobiliário, iluminação e estofo. Sobre o tema “Reconnect”, a próxima edição da exposição vai centrar-se na resposta aos desafios da pandemia e do mercado. Outro aspecto a destacar é o grande interesse de compradores estrangeiros para participarem na feira que,  este ano, atingiu um valor record, com um aumento de 58% de países inscritos na feira face à sua última edição. A Export Home prepara-se, assim, para receber mais de mil profissionais provenientes de todos os continentes.

“Estamos expectantes com esta edição da feira, que marca o regresso ao seu formato presencial, e que espera mais de mil visitantes oriundos dos quatro cantos do mundo. Sentimos muito o impacto da crescente procura de compradores no mercado nacional e assistimos a um interesse e a uma valorização real no sector do mobiliário. Temos inscritos oriundos de países tão distintos como a África do Sul, a Argélia, Brasil, Estados Unidos da América, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Israel, Dinamarca, Turquia e mesmo a Austrália não fica de fora”, explica Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

Destaque, para o espaço “Talk The Future”, dedicado à descoberta, interação e (re)conexão entre profissionais do setor, com um programa rico e diversificado de workshops e conferências. Este programa reflete o propósito de promover o diálogo entre talentos estabelecidos e jovens designers, líderes da indústria e jornalistas.

Uma das inovações da nova edição da Export Home é uma área conceptual, com a curadoria do reconhecido designer de interiores e mobiliário Fabián Pellgrinet Conte, que recria várias propostas de espaços num exercício de pura criatividade e visão de tendências, que envolve o visitante e o instiga a conhecer, de forma diferenciadora, produtos e soluções de empresas portuguesas. O designer, servindo-se de várias marcas que estarão presentes no certame, desenvolverá conceitos para vários ambientes, dos quartos aos espaços lounge, incluindo diversas soluções de mobiliário, iluminação, têxtil e soluções de banho.

A apresentar algumas ofertas inovadoras que têm para hotelaria, estarão a exibir neste espaço empresas como a Fenabel, a Anaric, a Brifour, a Mercado da Madeira, o Atelier do Estofo, a Pombo, a Torneiras Roriz, a W7, a Banhoazis, a Vispring, a Metalurgica Recor, a New Terracota, a Elaston e a Pedro Tavares Têxteis.

Em simultâneo, decorre a IDF Spring – Feira de Design e Decoração, que se apresenta com quatro “espaços-tendência”, adaptados aos diferentes públicos, que juntam novas marcas àquelas que dão os primeiros passos no mercado. O espaço “Makers Showcase” surge do desafio lançado pela Exponor Exhibitions a marcas e designers para apresentarem os seus conceitos criativos, numa iniciativa que pretende destacar novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Por outro lado, a feira apresenta o “Makers Spot” que, numa era marcada pela valorização do design de autor e da manufatura, pretende apoiar uma nova geração de criativos na consolidação dos seus contactos. Já a área “Pure Collection” resulta de um espaço colectivo de empresas de segmento médio-alto de cerâmica e têxteis-lar, que retrata a reinvenção de formas de exposição e apresentação de produtos. Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração. Aqui, será desenvolvida uma instalação com tecidos de decoração recorrendo à técnica de moulage, num exercício de criatividade da autoria do estilista Eduardo Amorim, que permite conjugar os vários padrões, cores e texturas das colecções a apresentar durante o evento.

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Arquitectos portugueses em destaque no Urban Garden Award’22

O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim e pretendeu homenagear o centenário de arquitecto Ribeiro Telles e os seus estudos para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia

Ricardo Batista

Arquitectos portugueses e dos Estados Unidos destacam-se na primeira edição do Urban Garden Award’22. O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim, que decorreu em Lisboa, de 7 a 9 de Abril, para acolher os profissionais do sector dos espaços verdes.
Numa organização conjunta da Exposalão, da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e da plataforma de arquitectura IF-Ideasforward, e aproveitando o facto de o evento coincidir com o centenário do nascimento do arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, o concurso internacional teve como tema “From de port to the airport”, com o objectivo de lançar um debate de ideais que “promova a reflexão sobre os eixos de ligação para a cidade de Lisboa, desde o porto ao aeroporto, incidindo no eixo Estação Fluvial Sul e Sueste – Praça das Partidas do Aeroporto Humberto Delgado”, refere a organização.

O programa para este concurso tem por base os estudos feitos pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia, nomeadamente o Plano Verde de Lisboa e o Parque Periférico. O corredor de sustentabilidade que se pretende desenvolver, forma um eixo de ligação entre a zona da Estação Fluvial Sul e Sueste e a Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado.

Assim, na categoria dos concorrentes profissionais, os arquitectos tiveram que apresentar uma proposta de arquitectura paisagista inovadora que contemplasse o desenvolvimento de um conceito geral integrador e de articulação funcional do corredor e definição de ideias em pelo menos três pontos de intervenção fundamentais ao longo do eixo definido e para os quais devem ser considerados as seguintes zonas: Praça da Estação Fluvial Sul e Sueste, Martin Moniz, Avenida Almirante Reis, Praça do Chile, Alameda Afonso Henriques, Praça do Areeiro, Avenida Gago Coutinho, Rotunda do relógio e Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado. Além dos percursos, elementos urbanos como mobilidade, pedonalização, ciclovias; estacionamento de automóveis e bicicletas; carregamento para viaturas eléctricas; zonas verdes e zonas de estadia; espaços de jogo e recreio; espaço de desporto (formal ou informal) e infraestruturas sustentáveis deveriam ter integrado a proposta a apresentar.

Na categoria Estudantes, o objectivo pretendeu-se o desenvolvimento de um equipamento urbano inovador, o Espaço de Jogo e Recreio (PLAYGROUND). Propõe-se, assim, a reflexão sobre este tipo de espaços na medida em que maioritariamente são “ilhas” isoladas, vedados e standardizados. Este equipamento deverá contemplar espaços adequados para várias gerações e estar devidamente inserido e enquadrado num dos pontos de intervenção referidos anteriormente, à escolha do concorrente.
Os materiais a propor e ambas as categorias tiveram em consideração todos os aspectos relevantes na perspectiva ambiental, durabilidade e custos de manutenção.

Categoria Profissionais
1º Classificado
Equipa: Duarte Natário, Joana Azevedo, João Coelho
Lisboa (Portugal)
“Proposta muito bem fundamentada, com princípios interessantes bem aplicados, expressamente baseados na obra escrita e construída de Gonçalo Ribeiro Telles, tal como o programa sugeria. Excelente proposta, completo e interessante para todo o corredor de intervenção, sobretudo no que se relaciona com a mobilidade suave e a relação com o peão. Bem estruturada, hierarquizada, ligando a estrutura verde principal com espaço de estar. É de especial destaque a proposta elaborada para a Av. Gago Coutinho que releva conhecimento no sentido de compatibilizar todas as variáveis hoje necessárias a um desenho urbano bem dimensionado e sustentável, dando resposta aos desafios que a cidade actualmente no exige”

2º Classificado
Equipa: Astrid Haryati, Theresia Purnomo, Susanti Indrarajasa, Paul Sidharta,
Ajie Tresnoharry
Los Angeles (EUA)
“Conceito bem estruturado e fundamentado. Proposta inovadora e de grande alcance, abrangendo todos os aspectos solicitados no programa, apresentada de forma simples e clara. Incorpora soluções tradicionais e ao mesmo tempo sistemas inovadores sem cair em contradição. Note-se que algumas das ideias propostas exigem algum nível de artificialização o que não se deveria privilegiar”

3º Classificado
Equipa: Amália Souto de Miranda, Ana Rita Gonçalves, Gabriela Magalhães
Lisboa (Portugal)
“Conceito ambientalmente consistente, privilegiando o arvoredo, as superfícies verdes e a sombra. Proposta inovadora para o novo desenho da Alameda Afonso Henriques, com uma nova interpretação potenciando maior utilização do relvado principal. No entanto, subsistem dúvidas em relação ao traçado dos caminhos e à orgânica do desenho”

Categoria Estudantes
Equipa: Paulina Manríquez, Juan Pablo Vazquez, Víctor Alonso Zamudio, Luis Enrique Romero
Zapopan (México)
“Proposta muito criativa, lúdica e apelativa com muita personalidade e coragem por transformar um lugar seco, num espaço predominantemente permeável. Com um forte carácter identitário e inclusivo, que pode estabelecer boas ligações com o contexto do bairro e da cidade em geral. De fácil execução e muito funcional. O facto de ser efémera pode ser considerado um ponto contra em termos de sustentabilidade, mas um ponto a favor em temos de criatividade e possibilidade de actualização, não devendo, portanto, prejudicar a sua avaliação global”

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Grupo Electrolux reduz em 78% as emissões de gases com efeito de estufa

Segundo o Relatório de Sustentabilidade de 2021, a redução das emissões apresentadas são comparativas a 2015 e, segundo a empresa revelam esta “está 4 anos à frente do seu plano, com uma meta de redução de 80% até 2025”

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No final de 2021, a Electrolux reduziu as emissões de gases com efeito de estufa (directas e indirectas) em 78% em relação a 2015, anunciou o Grupo. Isto significa que “a empresa está quatro anos à frente do seu plano, com uma meta de redução de 80% até 2025”, segundo o novo Relatório de Sustentabilidade do Grupo Electrolux referente a 2021, apresentado recentemente.

Outro dos destaques do relatório recai sobre as emissões de âmbito 3 do Grupo (quando os produtos estão em uso), que também diminuíram cerca de 20% em relação a 2015, o que coloca o Grupo Electrolux no caminho certo para cumprir a sua meta. O relatório abrange, ainda, os progressos da companhia no que se refere às suas metas de sustentabilidade, de acordo com o seu programa de sustentabilidade For the Better 2030.

“O programa de sustentabilidade orienta a nossa jornada no sentido de nos tornarmos numa melhor empresa, com melhores soluções e que procura construir uma vida melhor para todos, de forma que nos tornemos neutros em termos climáticos até 2050”, diz Jonas Samuelson, CEO do Grupo Electrolux. “O nosso foco e empenho colocaram-nos quatro anos à frente do objectivo de reduzir as nossas emissões de gases com efeito de estufa nas operações e continuaremos a caminhar nesta direcção, com base neste fantástico resultado”.

Durante o ano, o Grupo foi também reconhecido pela sua liderança em sustentabilidade com uma pontuação de prestígio atribuída pelas suas acções sobre o Clima e a Água, tendo sido considerado um líder de contratação de fornecedores pela CDP, uma entidade sem fins lucrativos.

“Estamos particularmente orgulhosos dos progressos que fizemos em 2021 em direção ao nosso objetivo de base científica e do reconhecimento da liderança que recebemos da CDP”, diz Vanessa Butani, VP Group Sustainability. “Além disso, o nosso trabalho com uma perspectiva de futuro mais aproximada dos jovens foi muito importante, uma vez que contribuirá para moldar a nossa abordagem de inovação sustentável nos próximos anos, de modo a satisfazer as necessidades das gerações futuras”.

Neste sentido, o Grupo realizou, em 2021, um inquérito a aproximadamente 14 mil jovens de 13 países distintos, para conhecer as suas perspectivas e preocupações para o futuro nos temas-chave da alimentação, cuidados com a roupa e bem-estar em casa. O Relatório dos Produtores de Mudança permitiu identificar um elevado número de preocupações para o futuro entre os jovens, resultando também numa profunda compreensão dos desafios enfrentados pela sociedade e na convicção de que as novas gerações podem fazer parte da solução.

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Cleanwatts lança “Clean Talks”

Empresa vai organizar duas sessões por mês para ligar os cerca de 70 colaboradores espalhados pelo mundo, estando ainda previsto abrir este espaço ao público

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts e responsável pela implementação da primeira CER em Portugal, está a organizar uma série de sessões internas de partilha de conhecimento, aberta a todos os funcionários e em formato online, as Clean Talks. “A ideia é aproveitar as diversas áreas de conhecimento que há dentro da Cleanwatts e partilhar esse activo entre todos”, explica Luísa Matos, cofundadora responsável pelas áreas da inovação e das operações da empresa.

“Depois da pandemia, todos nós sentimos uma necessidade ainda maior de partilha. O teletrabalho tem várias vantagens, mas é preciso continuar a encontrar espaço, tempo e lugar para partilhar conhecimento e experiências de forma descontraída entre as equipas. E é isso que nos propomos a fazer e a fomentar com as Clean Talks”, explica a CIO/COO, acrescentando: “Já somos uma equipa de quase sete dezenas de pessoas, de variadíssimas áreas de actividade e conhecimento, o que para além de melhorar muito o trabalho do dia-a-dia, também permite uma troca de aprendizagens, boas práticas e a discussão aberta de novas ideias que muito nos podem enriquecer pessoalmente e profissionalmente”.

As Clean Talks irão ocorrer em duas sessões por mês, com temas variados e com espaço para perguntas, dúvidas e troca de ideias. “E não há um modelo fechado”, garante Luísa Matos. “A ideia é que as sessões evoluam com os contributos de todos”. Para já, as sessões são online, mas a empresa espera que, com o tempo, seja possível passar ao modelo presencial ou misto. A primeira sessão esteve a cargo do CEO da empresa, Michael Pinto, que, com mais de vinte anos de experiência como executivo, partilhou “exemplos e boas práticas na configuração de OKRs”. Embora as Clean Talks tenham sido pensadas numa lógica interna, o objectivo é abri-las à comunidade. “Não queremos que as sessões aconteçam em circuito fechado, o nosso objectivo é trazer convidados de fora, de outras organizações e de outras áreas de actividade, que possam vir cá dentro, partilhar experiências e conhecimentos connosco”. “Quanto mais holística, melhor será a partilha e é esse o nosso objectivo”, conclui a responsável.

A Cleanwatts foi fundada em 2020 com a missão de “simplificar, amplificar e acelerar a descarbonização energética para empresas e comunidades em todo o mundo”. Para isso, assenta a sua oferta nas plataformas avançadas de gestão de energia e know-how da Virtual Power Solutions, agora uma subsidiária dedicada à área de Digital Services. Para isso, a empresa fornece soluções “chave na mão” às empresas e comunidades que procuram energia verde e económica.

 

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NEBLab lança inquérito para análisar contexto regulamentar no sector da construção

“Que contributos pode trazer o quadro regulamentar para o ambiente construído e sector da construção?” pode ser respondido até respondido até 30 de Junho. O objectivo é recolher experiências de técnicos no terreno

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O NEBLab, lançado a 7 de Abril último pela Comissão Europeia, é um espaço virtual de co-criação ao serviço da comunidade do New European Bauhaus (NEB), para a realização de projectos concretos que integrem os “princípios” NEB no quotidiano.

Um dos primeiros projectos do NEBLab é uma análise regulamentar e de experimentação para explorar como o contexto regulamentar, desde o nível local, regional, nacional até ao nível europeu, pode apoiar o desenvolvimento de projectos NEB.

Tendo como ponto de partida, a pergunta “Que contributos pode trazer o quadro regulamentar para o ambiente construído e sector da construção?”, a organização do NEBLab lançou um inquérito, que pode ser respondido até 30 de Junho. O objectivo é recolher experiências de técnicos no terreno, que possam indicar “se a legislação os impediu ou os ajudou a transformar o ambiente construído num ambiente mais sustentável, inclusivo e belo”.

Os resultados deste inquérito serão analisados em workshops com a comunidade para identificar maneiras de melhorar o ambiente regulamentar em linha com os princípios NEB.

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Lisboa aprova concurso extraordinário Renda Acessível

A Câmara de Lisboa aprovou um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), de modo a abranger famílias cujos rendimentos são insuficientes para uma candidatura ao PRA mas são superiores aos que lhes permitem a afectação de uma casa no Programa de Arrendamento Apoiado

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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), de modo a abranger famílias cujos rendimentos são insuficientes para uma candidatura ao PRA e são superiores aos que lhes permitem a afectação de uma casa no Programa de Arrendamento Apoiado (PAA), dirigido aos mais carenciados.

Este concurso extraordinário é dirigido a famílias com uma faixa de rendimentos entre os 6000 e 8000 mil euros, com a redução da taxa de esforço a aplicar na renda de 30 para 23%, de modo a aliviar o peso no rendimento. O valor de 23% corresponde ao valor da taxa de esforço máxima a aplicar no programa de arrendamento apoiado (PAA). O contrato de arrendamento será válido por 2 anos, renováveis por mais 3.

A vereadora da habitação, Filipa Roseta, saudou o envolvimento de todos os partidos na construção da versão final da proposta e concluiu que fica demonstrado que é possível unir esforços entre todo o executivo para encontrar soluções para a habitação em Lisboa: “Fico muito feliz por ver que podemos trabalhar todos juntos”.
O contributo do PS, aceite por todos, delimita esta edição do concurso ao conjunto específico de 38 casas que estava em cima da mesa, para em seguida avaliar a continuidade desta solução. Estas casas estão dispersas pela cidade, localizando-se em bairros municipais e no património disperso municipal. As tipologias também são diferenciadas (prevalecendo T1 e T2).

O BE propôs retirar a condição de ter candidatura aberta no programa de arrendamento apoiado (PAA), tendo esta medida sido aprovada com a abstenção da coligação Novos Tempos.

Recorde-se que o universo-alvo da proposta inicial incluía pessoas que concorreram ao PAA e que não conseguem a afectação de uma casa, número que se situa em 2 208 pessoas, sendo que o número de pedidos de habitação ronda os 6750.

Com a alteração, o concurso deixa de ser dirigido especificamente a estas pessoas que têm candidatura formalizada ao PAA, que no entanto se mantêm elegíveis, tendo o PCP sugerido que a CML as notifique aquando da abertura do concurso.

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Academia APEMIP lança Bolsa de Agentes Imobiliários

Para integrarem esta Bolsa, os formandos devem completar os três níveis das novas formações: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI)

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A Academia APEMIP prepara-se para lançar uma Bolsa de Agentes Imobiliários para as empresas suas associadas que pretendem contratar profissionais com competências comprovadas.

Os formandos devem completar os três níveis das novas formações da Academia APEMIP dedicadas ao setor: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

O primeiro nível de formação – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API) – tem como objectivo garantir a aquisição e a atualização de conhecimentos essenciais ao exercício da actividade, como o código deontológico da actividade.

Já o nível de formação seguinte, Agente Imobiliário (AGI), que será lançado a 29 de Abril, pretende ajudar os profissionais a desenvolver os melhores métodos e técnicas de angariação imobiliária. Por último, os formandos devem realizar a formação Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

Após a frequência com aproveitamento destas três formações, os formandos que tiverem interesse em fazer parte deste serviço devem autorizar a APEMIP a utilizar os seus dados, para que as suas informações constem da Bolsa de Agentes Imobiliários da Associação.

Posteriormente, os Associados da APEMIP terão acesso à base de dados dos formandos que autorizarem a divulgação das suas informações, com o objectivo de encontrarem profissionais com competências comprovadas.

O serviço estará disponível ainda no decorrer deste ano, após o lançamento das formações seguintes ao primeiro nível – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API).

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