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“Espera-se que a Reabilitação possa transformar-se finalmente num factor estratégico para iniciar um novo ciclo da economia”

A propósito do 3º Encontro Nacional do Sector das Janelas e Fachadas, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes explica, ao CONSTRUIR, os desafios que se colocam a este sector e fala do potencial da Reabilitação no crescimento da actividade destas industrias

Ricardo Batista
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“Espera-se que a Reabilitação possa transformar-se finalmente num factor estratégico para iniciar um novo ciclo da economia”

A propósito do 3º Encontro Nacional do Sector das Janelas e Fachadas, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes explica, ao CONSTRUIR, os desafios que se colocam a este sector e fala do potencial da Reabilitação no crescimento da actividade destas industrias

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Os dois Encontros anteriores foram um enorme sucesso. Conseguimos ter um espaço de apresentação e debate sobre os principais desafios e oportunidades que o sector das janelas e das fachadas tem no presente. Com a presença dos mais importantes parceiros da ANFAJE no desenvolvimento de projectos em várias áreas de interesse para a actividade das nossas empresas, o balanço que fazemos destes eventos é extremamente positivo e indispensável para a promoção e reforço do papel imprescindível do nosso sector na fileira da construção e do imobiliário.

Que necessidades identificaram para chegar ao tema deste ano, nomeadamente “Mais Reabilitação. Mais Janelas Eficientes. Mais Conforto”?
Este ano estamos num quadro de crescente actividade na reabilitação de edifícios, sobretudo nas duas principais cidades portuguesas (Lisboa e Porto). Espera-se que a Reabilitação Urbana possa transformar-se finalmente num factor estratégico para iniciar um novo ciclo de crescimento da economia portuguesa. Dentro desta crescente actividade de reabilitação, é necessário dar a conhecer as vantagens da substituição de janelas antigas por novas janelas eficientes. Por esse motivo, a ANFAJE pretende promover um maior conhecimento, sobre o contributo da instalação de janela eficientes para a melhoria do conforto térmico e acústico, bem como para a melhoria da eficiência energética dos edifícios portugueses.

Que análise do actual estado em que se encontra o mercado e, de um modo global, o País no que respeita às janelas eficientes?

Actualmente, assiste-se a uma lenta recuperação da actividade das empresas portuguesas do nosso sector. O crescente investimento na reabilitação de edifícios e o aumento da confiança dos proprietários na melhoria das suas casas, tem ajudado à retoma do mercado de instalação de novas janelas eficientes. Esperamos que esta dinâmica de crescimento se mantenha e possa assentar numa base sustentável, sendo para isso necessário que a reabilitação se estenda a todo o país, através da execução de novos programas e medidas de apoio, tais como o já anunciado Programa Casa Eficiente, no âmbito de financiamento através do Banco Europeu de Investimento e enquadrado pelo Plano Juncker. Cremos aliás que a reabilitação das nossas vilas e cidades, deve assentar na execução de um dos principais eixos de desenvolvimento, previstos pelo actual Governo português no Programa Nacional de Reformas.

Que desafios se colocam às empresas que actuam neste segmento?

Os principais desafios que se colocam às empresas portuguesas estão relacionados com: a necessidade de maior qualificação dos seus trabalhadores, a necessidade de adaptação das empresas e suas estruturas a um mercado com clientes mais bem informados e mais exigentes. Por outro lado, se as microempresas devem assentar a sua actividade em obras de âmbito local, existem médias e grandes empresas que devem continuar a ter uma importante fatia da sua facturação no mercado de exportação.

No anúncio deste encontro, a ANFAJE revela que os propósitos passam pela sensibilização para “políticas dinâmicas” e “programas que reforcem a reabilitação de edifícios”. Estas medidas propostas dizem respeito a programas públicos ou medidas que toquem no cliente particular?
Para a ANFAJE é necessário que o Governo possa executar programas públicos de promoção e apoio à reabilitação do nosso património. Para isso, existe a possibilidade de executar os programas e medidas já anunciados de apoio, mas que se tenham um carácter que se estenda a toda a população portuguesa. A ANFAJE espera que seja lançado o Programa Casa Eficiente, e que através dele se possa criar uma dinâmica de crescimento da actividade de reabilitação dos edifícios portugueses, sobretudo os residenciais. A necessidade de aumento do conforto térmico e acústico é necessário em cerca de 3 milhões de fogos, os quais ainda têm problemas ao nível do isolamento térmico da sua envolvente (paredes e janelas). Esta enorme quantidade de fogos está dotada de janelas com caixilhos ineficientes e com vidro simples.

Em que medida é que os programas já anunciados pelo Governo e dedicados à reabilitação ou, em último recurso, os investimentos contemplados no Portugal 2020 podem beneficiar este segmento das janelas eficientes?
Os programas já anunciados e o que programa Casa Eficiente previsto, é extremamente positivo para o nosso sector. Os produtos comercializados e instalados pelas nossas empresas, são imprescindíveis para a melhoria do conforto dos edifícios pelo que a substituição de janelas antigas por novas janelas eficientes, é uma das principais necessidades sentidas pelos portugueses.

Que balanço faz do seu mandado à frente da ANFAJE e quais as prioridades da associação para os próximos anos?
Neste momento, a Direcção da ANFAJE cumpre o seu terceiro mandato. Um mandato apostado no desenvolvimento de projectos que possam servir todo o sector e que continuem o caminho de fortalecimento da actividade da associação. Nos próximos anos, a ANFAJE seguirá a trabalhar para que novos projectos possam ser criados e executados em várias áreas: na criação e adaptação de novas normas e exigências para Portugal que tenham em conta a inovação constante dos nossos produtos; no reforço e continuidade das acções de formação e qualificação de trabalhadores e na promoção e defesa do nosso sector nos mais diversos fóruns nacionais e internacionais.

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Construção

Viseu investe 4,5M€ em Área de Acolhimento Empresarial

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço

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O Executivo municipal de Viseu aprovou, em reunião de Câmara, o lançamento do concurso para a construção da primeira fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa (AAEL). O prazo definido para a execução da obra é de 12 meses e representa um investimento global superior a 4,5 milhões de euros.

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço. Por exemplo, serão incluídas na empreitada infraestruturas hidráulicas, ETAR, plano de acessibilidades, arquitectura paisagista, plano de segurança e saúde ou o plano de prevenção e gestão de resíduos, entre outras peças. Saliente-se que o investimento contará com financiamento através de fundos europeus (CCDR – Centro) na ordem dos 85%.

“O Município de Viseu definiu, como um dos seus eixos prioritários, transformar o concelho num polo de atractividade de investimento, no domínio da Competitividade Empresarial. A AAE de Lordosa é uma obra fundamental para fomentar é um passo decisivo para cumprir este objectivo”, explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu. A estrutura é ainda fundamental para a dinamização do Norte do Concelho, que poderá desta forma aumentar o emprego qualificado na região e, consequentemente, a fixação das populações.

Numa primeira fase, a AAEL irá suprir uma clara falha de mercado existente na região, atendendo à escassez de oferta de solo para a instalação de empresas, em contraponto com a elevada procura. Posteriormente, proporcionará às empresas um ambiente de negócios favorável e propício à melhoria da sua competitividade e ao aumento da cooperação empresarial. A infraestrutura deverá começar a receber empresas a partir de 2022. “Com mais este importante investimento, esperamos potenciar a centralidade geográfica de Viseu e, dessa forma, captar para o concelho e para a região, investimento directo estrangeiro qualificado”, adianta a autarca.

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Braga recupera Escola Francisco Sanches para construir Centro Cultural

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativa

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A Câmara Municipal de Braga vai abrir o concurso público para a reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A abertura de procedimento concursal é submetida à próxima Reunião do Executivo Municipal.

Com um preço-base de 1,7 milhões de euros, o projecto vai transformar a antiga escola Francisco Sanches num equipamento de referência, alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030 e com a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultural em 2027.

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativas. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. Recorde-se que o edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração da Freguesia de S. Victor, estabelecendo a ligação entre o Centro Histórico e a Universidade do Minho.

Após a reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, serão criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

A ideia é que o público se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. A Autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício e incorporar novas dinâmicas que possam resultar o debate em torno da estratégia cultural 2030.

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Odivelas: “Casa da Quinta” vale prémio de Arquitectura a Catarina Alves

“Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, explica a arquitecta

Ricardo Batista

O projecto Casa da Quinta, em Caneças, assinado pela arquitecta Catarina Alves, foi o grande vencedor do galardão municipal de arquitectura do concelho de Odivelas, uma iniciativa promovida pela autarquia e que procura “honrar construções novas, ou que estejam em recuperação, que privilegiem a qualidade arquitectónica e o enquadramento urbanístico do projecto, e que contribuam para a valorização do património arquitectónico e urbanístico do Concelho de Odivelas.

Segundo a organização, o projecto da Casa da Quinta “surge com o intuito de elevar as características de uma zona rural, em Caneças. Da sua narrativa fazem parte as linhas tradicionais e o telhado de duas águas, as fachadas lisas brancas, pontualmente rasgadas por vãos de alto a baixo, com as suas portadas de ar rústico inspiradas nos antigos celeiros”.

Inserida numa envolvente de 2 hectares de campo, a área onde hoje surge a Casa da Quinta, constituiu no passado um conjunto de construções das quais faziam parte: casas de caseiros e de animais. ​

Com cerca de 200m2 de implantação a Casa da Quinta desenvolve-se num único piso térreo, desenhado e pensado para um contacto constante com o exterior, repleto de oliveiras centenárias.​

No design de interiores adoptou-se uma linha que alia antigo e moderno, seja através dos revestimentos, texturas, cores, mobiliário ou elementos decorativos utilizados.

“Ver o projecto da Casa da Quinta distinguido com o prémio municipal de arquitectura do concelho de Odivelas é para mim motivo de grande orgulho e emoção”, começa por revelar Catarina Alves. “Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, sustenta.

“Este prémio é também um passo muito importante para a marca que criei. A Casa da Quinta foi o pretexto, o começo e a engrenagem para a concepção da CATE, que pretende dar alma às casas portuguesas”, concluiu a arquitecta, citada em comunicado. Recorde-se que Catarina Alves é fundadora da marca CATE que está vocacionada para a arquitectura, design de interiores e lifestyle.

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MAN lança novas carroçarias para eTGE

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos

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A MAN, especialista em produtos e serviços inovadores para a indústria de veículos pesados de mercadorias e passageiros, está já a promover um conjunto de novas carroçarias associadas ao modelo eTGE, nomeadamente uma carroçaria com caixa.

Com a introdução da solução a ser feita junto de uma empresa de mobiliário na Holanda, a opção, segundo a MAN, permite a entrega local, sem emissões, de móveis geralmente volumosos na metrópole de Amesterdão. Com este passo, a empresa contribui para a melhoria da qualidade do ar na cidade e, simultaneamente, responde ao aumento do número de entregas ao domicílio desde o início da pandemia, o que torna o transporte limpo ainda mais importante.

O facto de cada vez mais empresas pensarem desta forma também se reflecte nas actuais estatísticas de registo na Europa (UE 27 + 3). De Janeiro a Maio de 2021, o número de vans eléctricas a bateria (BEV) entre 3 e 6 t GVW duplicou em comparação com o período homólogo para cerca de 2.200 unidades (+ 135%).

Anteriormente, a MAN eTGE estava disponível como furgão na área de transporte de mercadorias e como minibus no sector de transporte de passageiros. Com o objectivo de oferecer aos seus clientes uma gama ainda mais ampla na classe de veículos comerciais eléctricos leves, a MAN Truck & Bus, em cooperação com conceituados fabricantes, oferece a eTGE com caixa, com plataforma ou basculante trilateral.

“Na nova versão, a eTGE torna-se ainda mais atraente para os motoristas de entrega. Porque muitos clientes de negócios de entregas urbanas estão interessados num grande volume de carga, seja para entregas de pedidos online de grande volume ou para entregas de móveis. Ao mesmo tempo, está a tornar-se cada vez mais importante, especialmente na cidade, reduzir de forma sustentável as emissões de gases de escape e ruídos. A MAN eTGE com caixa oferece a combinação ideal para isso”, explica Martin Imhoff, director de Marketing de Produto Van na MAN Truck & Bus.

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos. A altura é de 1.050 mm. A área de carga pode ser facilmente alcançada através de um auxílio de entrada extensível de 4 partes na traseira. No interior, existem calhas laterais e frontais para o armazenamento seguro da carga. A carroçaria de carga vem da empresa SPIER Fah-rzeugwerk de Steinheim, Alemanha, e é montada na eTGE pelo fabricante.

A segunda novidade da gama MAN eTGE tem um propósito diferente: os serviços municipais, a indústria da construção, da jardinagem e paisagismo. Aqui, uma plataforma ou um basculante trilateral costumam ser os formatos de corpo mais procurados. A MAN oferece agora em cooperação com o fabricante Schoon Fahrzeugsysteme de Wiesmoor, Alemanha. A plataforma mede 3.255 mm de comprimento e 2.040 mm de largura. As paredes laterais rebatíveis têm 300 mm de altura. 10 olhais de amarra, cada um com uma força de tracção de 500 daN, estão integrados na plataforma. Com a plataforma, a carga útil é de 820 kg, com a basculante trilateral é de 750 kg.

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Portugal prepara presença na Hannover Messe 2022

Cerca de 40 empresas confirmaram já formalmente a sua participação na edição da Hannover Messe 2022, da qual Portugal será País-parceiro

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Portugal irá apresentar-se em Hannover com uma forte presença expositiva, com um pavilhão central e três pavilhões temáticos, além de uma vasta programação de conferências, colóquios e iniciativas culturais.

Sob o mote “Portugal Makes Sense”, a presença portuguesa será focada nas áreas Engineered Parts & Solutions, Energy Solutions e Digital Ecosystems, representativos da oferta nacional de clusters de excelência nos sectores de equipamentos e metalomecânica, mobilidade, automóvel e aeronáutico, têxteis e plásticos técnicos, moldes, tecnologias de produção e energias renováveis.

A participação portuguesa é uma organização conjunta da AICEP, da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã. As inscrições das empresas são feitas junto da AIMMAP.

A feira Hannover Messe 2022, a decorrer de 25 a 29 de abril do próximo ano na Alemanha, serve de ‘farol’ à indústria alemã e, simultaneamente, de referência para o sector industrial de outros países, já que 40% dos seus visitantes são estrangeiros.

Várias empresas portuguesas participaram em workshops realizados em Braga, Aveiro e Lisboa, com o objectivo de prepararem as respeptivas presenças nesta que é a maior feira mundial da indústria, de que Portugal é país-parceiro.

A dinamização dos workshops foi uma promoção conjunta da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, AIMMA – Associação dos Industriais Metalúrgicos e Afins, e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã.

A organização contou também com a colaboração da Associação Empresarial do Minho, da Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro e também da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas.

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“Matosinhos Casa Acessível” investe 16,5M€ em habitação no concelho

O investimento é destinado à construção de 140 novos apartamentos no âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação de Matosinhos

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No âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação, a MatosinhosHabit vai celebrar um contrato de arrendamento habitacional para subarrendamento de imóveis ao abrigo do programa “Matosinhos: Casa Acessível” com a portuguesa GHF. A empresa será responsável pela construção e promoção imobiliária, que vai possibilitar a construção de 140 apartamentos em regime de renda cessível. na zona de São Mamede de Infesta.

“A concretização deste novo contrato vai permitir progredir na meta definida pelo município, de 500 contratos de arrendamento acessível até 2025. Este acordo prevê a concretização de 28% desse objetivo. Estamos também a responder de forma objectiva às necessidades habitacionais identificadas na Estratégia Local de Habitação de Matosinhos, sublinhou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit.

Com um investimento de 16,5 milhões de euros, o empreendimento, localizado em São Mamede de Infesta, será composto por três blocos e englobará apartamentos de tipologia T1 a T3. A localização deste projecto também contribuirá para o aumento da oferta de habitação, numa freguesia onde a inflação imobiliária, tem prejudicado a garantia de habitações a preços acessíveis.

A construção irá iniciar-se no final do corrente ano, estando a sua conclusão prevista até final do segundo trimestre de 2023.

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CBRE lança flash report dedicado ao Porto

“Porto at a Glance” é o mais recente flash report criado pela consultora para atrair investidores e ocupantes. Uma aposta no potencial de atracção de investimento

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Nos últimos anos a cidade do Porto tem atraído a atenção dos visitantes e investidores. Para dar a conhecer as potencialidades da cidade a CBRE acaba de lançar o ‘Porto at a Glance’, um flash report anual direcionado a investidores e ocupantes, com informação sobre a cidade do Porto e o seu potencial enquanto mercado de investimento imobiliário.

O documento foi elaborado pela equipa da CBRE no Porto e pela equipa de Research, e oferece uma visão 360º sobre a cidade, desde dados demográficos chave, a matéria relacionada com os segmentos de escritórios, retalho e residencial, bem como informação acerca do sector do turismo.

“O Porto tem, desde há muitos anos, um peso importante na estratégia de crescimento da CBRE. É um mercado atrativo, que nem com a pandemia abrandou o interesse por parte dos investidores, mantendo uma dinâmica associada aos vários segmentos muito positiva. Este relatório que agora lançamos exclusivamente dedicado a esta cidade pretende ser um breve e curto guia orientador e fornecer, de uma forma breve e resumida toda a informação relevante sobre a cidade”, explica Francisco Horta e Costa, Diretor Geral da CBRE Portugal.

Entre outros dados, a análise refere a vocação industrial do norte e a sua atractividade para o investimento estrangeiro, indica as localizações privilegiadas da cidade e o crescimento do preço do m2, não esquecendo o forte crescimento que o turismo tem registado.

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Hipoges: mercado de arrendamento com tendência positiva

A empresa está a investir no desenvolvimento da sua actividade no mercado português, com o reforço de meios humanos e tecnológicos

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Em vários países, os mercados de locação têm crescido nos últimos anos, muito suportado pelo investimento de grandes empresas que procuram oportunidades de negócios que lhes permitem obter bons retornos com menores riscos.

As grandes carteiras de activos construídas necessitam de uma gestão profissional para maximizar a rentabilidade, o denominado Build to Rent. Em países como Espanha este tem se tornado um importante vector de investimento, com 6.000 casadas desenvolvidas em pouco mais de dois anos.

Em Portugal o mercado segue mais lento mas grandes operações começam a ser desenvolvidas.

“Dados de diferentes consultoras destacam que cerca de 15% do total de imóveis do mercado português passarão a fazer parte do mercado de arrendamento, o que reflete o interesse por este tipo de activo”, sublinha a Hipoges. A empresa actua no sector de Asset Management, gerindo actualmente uma carteira de arrendamento residencial com mais de 4.400 activos.

Um número que surge em virtude da aposta e investimento da empresa na criação de um departamento próprio “composto por mais de 20 profissionais que se dedicarão exclusivamente à gestão deste tipo de activos em Portugal e em Espanha”.

Simultaneamente, a Hipoges desenvolveu uma plataforma de gestão” que é uma novidade no mercado e que, aliada à capacidade de gerir todo o tipo de activos, tem sido fundamental na adjudicação por parte do cliente”.

“Esta aposta é mais um passo na consolidação da Hipoges como uma referência em gestão de activos em Portugal e evidencia a posição de liderança no mercado”, sublinhou Luís Silveira, Diretor de Real Estate Portugal.

A empresa está a trabalhar para colocar os primeiros activos à disposição de possíveis consumidores ou investidores nas próximas semanas, oferecendo o serviço de arrendamento por meio do seu portal imobiliário online: portalnow.com.

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Extrusal apresenta sistema de janelas B.095 Light View

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado

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O grupo Extrusal, especialista no desenvolvimento de sistemas sustentáveis para a arquitectura, está a promover uma nova solução que vai, segundo a companhia, “ao encontro do que o público já procurava”: um sistema de janelas e sacadas robusto, elegante e com excelentes desempenhos. O B.095 Light View apresenta-se enquanto solução intermédia entre os sistemas de correr com uma maior expressão da vista de alumínio e os sistemas minimalistas tradicionais.

Caracterizado pela vista reduzida do perfil central, com uma vista de apenas 30 mm, o sistema B.095 LV contempla soluções de até 6 folhas em carril triplo, perfazendo um envidraçado com uma largura de 18 m e uma área extensível aos 54 m2, possibilitando ainda a abertura útil de 2/3 do vão, ou seja 12 m. Para reforçar a redução das vistas dos perfis, o sistema B.095 LV oferece a possibilidade da soleira ser embutida na construção, ficando nivelada com pavimento, conferindo ao sistema uma maior acessibilidade.

Relativamente às esquadrias, existe a opção de aro com união a 45º (solução perimetral) e, com um perfil de ombreira, a 90º com uma vista reduzida de 20 mm, perfazendo um total de 96 mm ao contemplar a vista da folha.

A Extrusal assegura a robustez do sistema B.095 LV pelo reforço do perfil central para as construções expostas a condições climatéricas mais agressivas, sobretudo à acção do vento. O B.095 Light View incorpora a nova linha de fechos e puxadores URBAN que confere ao sistema uma maior segurança, pelo fecho de dois ou três pontos com ou sem fechadura dependendo do nível de segurança desejado, e uma maior versatilidade de soluções em termos estéticos pela possibilidade desta linha poder assumir a cor, o acabamento e a textura do caixilho.

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado. O sistema está concebido para a obtenção de resultados significativos de poupança no consumo de recursos energéticos. O B.095 LV de ruptura térmica, possui perfis com poliamidas de 24 mm e 28 mm e permite a aplicação de vidro duplo com espessura nominal compreendida entre 28 mm a 36 mm.

Assim, os elevados desempenhos do sistema B.095LV, conjugados com vidros adequados, permitem obter a classificação A+ de acordo com o sistema de etiquetagem energética Classe+ da ADENE. Termicamente, a solução permite obter um Uw = 1,36 W/m ²K, com um vidro Ug = 1,0 W/m²K e acusticamente, resultados de atenuação até 31 dB.

O sistema B.095 Light View é mais uma das respostas do Grupo Extrusal no desenvolvimento de soluções para a Arquitectura que cumpre com os mais rigorosos padrões de qualidade em termos de design, conforto, eficiência energética e segurança, e com uma forte participação para uma economia circular.

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