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Fotografia: Do mal o menos

Arquitectura

“Pode uma casa ter duas pelo meio?”

A pergunta é feita pela própria equipa do gabinete Aurora Arquitectos, e a resposta está na solução encontrada para o Edifício nos Prazeres

Ana Rita Sevilha

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A pergunta é feita pela própria equipa do gabinete Aurora Arquitectos, e a resposta está na solução encontrada para o Edifício nos Prazeres

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Sofia Couto e Sérgio Antunes são os fundadores do atelier Aurora Arquitectos, um gabinete que nasceu em 2010 e que surgiu no legado da experiência que ambos tiveram no atelier Kaputt!. Em seis anos o gabinete foi desenvolvendo trabalho nos mais variados programas – da habitação aos equipamentos culturais, passando por, escolas e edifícios culturais. Em todos eles a mesma metodologia: “agarrar as singularidades das condições que assistem cada projecto como o princípio de cada um”. O Edifício nos Prazeres é um dos trabalhos que compõem o portfólio do colectivo. A construção deste projecto foi da responsabilidade da MAP Engenharia.

 Projecto
“Quando se intervém num edifício de apartamentos há uma questão que se repete com frequência. Para ter um jardim é necessário abdicar da vista. Por sua vez, para ter vista opta-se pelo último piso ou próximo deste, normalmente longe dos pisos onde está o jardim”, começam por explicar Sofia Couto e Sérgio Antunes.

Neste caso, o cliente comprou um prédio para transformar em casa própria e onde a intenção foi a de incluir dois apartamentos independentes para alugar. Nesse sentido, explicam, “a ideia fundadora do projecto partiu do cliente que não queria abdicar de nada. O desafio seria compatibilizar o desenho dos apartamentos simultaneamente com o desejo de ter um jardim e vista na sua habitação”.

A solução, contam Sofia Couto e Sérgio Antunes, “passou por localizar a área social da casa ao nível térreo, onde está o jardim, e a área privada no último piso, para que possa usufruir da vista”, sendo que a ligação privada entre estes dois pisos é feita através de elevador, enquanto que as escadas são partilhadas com os ocupantes dos pisos intermédios.

Como explicam no sítio da Internet do gabinete, “em cada projecto podemos reconhecer ou criar/acrescentar momentos de excepção (…) operar sobre situações regulares transformando-as em experiências ricas, com qualidade de vida. Momentos dentro de um edifício que dão sentido ao resto e onde todos os esforços se concentram”. “Pode uma casa ter duas pelo meio?, perguntam os arquitectos. A resposta é: sim.

 

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Regresso da BAU a 100%

A feira mundial de arquitectura, materiais e sistemas de construção, BAU 2023, estará de regresso a Munique entre 17 a 22 de Abril. Portugal terá cerca de 20 empresas e mais de 1000 m2 de recinto

Depois de uma pausa forçada de mais de quatro anos, a BAU regressa ao centro de exposições de Munique com um nível de adesão similar ao registado em 2019, data de realização da última edição. As novas datas da BAU foram bem aceites pelas empresas expositoras que vão ocupar uma área total de 200.000 m² e irão compor oferta que se estende por 19 pavilhões de exposição. A edição de Abril irá contar com mais de 2.000 expositores, vindos de 45 países, que esperam visitantes profissionais de todo o mundo, grande parte proveniente de gabinetes de arquitectura e de engenharia.

Portugal aumentou no número de empresas presentes e na área de exposição, a BAU 2023 irá receber 19 empresas portuguesas que irão ocupar mais de 1.000 m² com propostas que vão desde as áreas de revestimentos/pavimentos e ferragens até às madeiras, alumínio, vidro, janelas e portões.

Entre os nomes já confirmados constam a Alualpha, EM Living, Flexidoor, Flexpur, Gardengate, Gres Panaria Portugal, JNF J. Neves & Filhos, MVC Mármores de Alcobaça, Otiima, Panoramah, Polo JCP, Sosoares e Viroc a participar na BAU 2023, bem como as Associações ABIMOTA (Portugal Building Hardware) e APICER (Portugal Ceramics) que se estreiam em Munique em 2023.
Quatro empresas, A Cimenteira do Louro, EPW, Fátima Stones e S-Vitech, participarão igualmente com stands individuais e contam com o apoio da Associação AEP no âmbito do programa PORTUGAL2020 e Compete2020.
Outras empresas portuguesas aguardam ainda por vagas para se estrearem na feira líder mundial de arquitectura, materiais e sistemas de construção.

Programa BAU 2023

Os temas que movem a indústria são levados aos palcos e à discussão. “O Desafio das Alterações Climáticas”, “A Transformação Digital” e “O Futuro da Habitação”, assim como o tema da “Construção Modular” serão apresentados e debatidos no Centro Internacional de Congressos (ICM) e no Hall B0 com o espaço Innovation Hub.

Estratégias e tecnologias para correspondermos a conceitos de vida modernos e acessíveis, serão abordadas na BAU 2023, com o claro propósito de fazer frente à escassez e subida dos preços da habitação, dos materiais e da energia. Os expositores irão apresentar soluções tecnológicas para construir de forma mais económica e rápida.

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Cantanhede vai ter uma nova estação de tratamento de águas residuais

Além da construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) agora consignada, que representa um investimento de cerca de 9,1 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, a AdCL tem já em curso a Empreitada de aumento da capacidade das infraestruturas, num valor de 3,7 milhões de euros, igualmente cofinanciado pelo POSEUR, obras que visam reforçar o Sistema de Saneamento da Ria Sul-Aveiro e solucionar o saneamento nos municípios de Mira e Cantanhede

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A Águas do Centro Litoral (AdCL) vai investir perto de nove milhões de euros na construção de uma nova estação de tratamento de águas residuais em Cantanhede, intervenção que complementa outra obra já em curso, envolvendo também o município de Mira, representando um investimento total de 12,8 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR.

A empresa que gere a captação, o tratamento e o abastecimento de água para consumo público e a recolha, o tratamento e a rejeição de efluentes domésticos e urbanos no Centro Litoral do País está a promover um conjunto de obras que vão permitir tratar efluentes domésticos e industriais de Cantanhede. Trata-se da consignação da Empreitada de Concepção-Construção da ETAR de Cantanhede, uma obra cofinanciada pelo POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, ao consórcio “Espina & Delfin/ Factor Ambiente”, estando a fiscalização dos trabalhos a cargo da empresa RIOBOCO .

A cerimónia simbólica contou com a presença do Conselho de Administração da AdCL, dos presidentes de Câmara de Cantanhede e de Mira, do Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente, do Administrador da AdP Valor, e ainda dos representantes da Junta de Freguesia da Tocha e das empresas do empreiteiro e da fiscalização.

Além da construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) agora consignada, que representa um investimento de cerca de 9,1 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, a AdCL tem já em curso a Empreitada de aumento da capacidade das infraestruturas, num valor de 3,7 milhões de euros, igualmente cofinanciado pelo POSEUR, obras que visam reforçar o Sistema de Saneamento da Ria Sul-Aveiro e solucionar o saneamento nos municípios de Mira e Cantanhede.

As duas empreitadas, que representam um valor total de cerca de 12,8 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, incluem a construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Cantanhede e de 1,2 km de emissários de saneamento e ainda o aumento de capacidade das cinco (5) estações elevatórias existentes (Pocariça (CT1); EE Pisão (CT2); EE Catarinões (CT3); EE Taboeira (CT5); EE Casal dos Netos (CT6)).

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Promiris: Coimbra, Aveiro e Faro são mercados atractivos para o segmento das residências de estudantes

Em parceria com a belga Cetim, a Promiris tem já em desenvolvimento projectos neste segmento no Porto e em Lisboa. O primeiro, o Odalys Porto Granjo Centro, com assinatura do atelier Fragmentos, já se encontra em operação

Cidália Lopes

O primeiro projecto da belga Odalys entrou em Portugal através da Promigranjo, representante das empresas de origem belga, Promiris e Cetim, em 2022, com a inauguração da Odalys Porto Granjo Centro, no Porto e cuja projecto de reabilitação tem assinatura da Fragmentos. Este foi também o primeiro projecto concluído da promotora, numa parceria que será para continuar.

“Tendo em conta a imensa procura que este tipo de equipamento tem tido durante os últimos anos”, Carlos Marnoto, project manager da Promiris, revelou ao CONSTRUIR quais os próximos projectos neste segmento, confirmando tratar-se de uma estratégia de investimento do Grupo para os próximos anos.

“A Promiris foi um dos primeiros players a identificar, em Portugal, a necessidade de residências estudantis que fossem construídas por operadores profissionais e internacionais, de forma a garantir o melhor conforto, segurança e apoio aos alunos e aos pais. Esta forma de alojamento é predominante no Norte da Europa e acreditamos que gradualmente, irá substituir a opção de alojar estudantes de forma local e sem controle. Além disso, privilegiamos sempre a reabilitação de edifícios e a eficiência energética, acessibilidade e qualidade de vida”, referiu Christian Terlinden, managing partner da Promiris, à data da inauguração do espaço.

Sem revelar valores de investimento, o Grupo tem neste momento mais dois projectos de residências de estudantes em desenvolvimento. Um também no Porto, no campus universitário da Asprela, com projecto do atelier de Miguel Saraiva, a ser desenvolvido com o operador Xior Student Housing, que, entretanto, adquiriu, numa operação de forward funding, os restantes 50% que pertenciam aos grupos Promiris e Cetim, já que a primeira aquisição aconteceu em 2019 aquando da constituição da parceria. A operação foi assessorada pela PLMJ.

Em Lisboa, nas Lamas (Junqueira) está também já aprovado o projecto para 124 quartos, que conta com a assinatura do arquitecto Capinha Lopes e que também será desenvolvido com o grupo belga Cetim.

Futuro aponta para Coimbra, Aveiro e Faro

Carlos Marnoto refere que “estão a analisar outros possíveis investimentos nesta área” Coimbra, Aveiro e Faro são outras “potenciais localizações” de forma a “avançarmos com a nossa estratégia de desenvolvimento deste tipo de produto” sem, contudo, deixar de parte as cidades de Lisboa e Porto, onde futuramente poderão vir a surgir mais projectos.

Esta estratégia tem vindo a avançar “de forma concertada no mercado português”, em parceria com o operador Odalys, cujo produto “profissional e diferenciado” é fruto da sua especialização neste tipo de operação desde 2011, onde tem actuado em mercados como França, Bélgica ou Espanha.

As diferentes valências que este tipo de equipamento oferece em complemento ao alojamento aos estudantes, nomeadamente, segurança, videovigilância, ligação à internet, limpeza e cafetaria, recepção, espaço de coworking, ginásio, espaços para convívio, estudo e refeições, e ainda, um jardim exterior. Estão também disponíveis serviços opcionais, como televisão, lavandaria e serviços de pequeno-almoço.

“Reabilitação sempre que possível”
Localizada a 600 metros da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (UP), a 2,5kms da Faculdade de Direito da UP e de diversas outras instituições e pontos centrais da cidade, a Odalys Porto Granjo Centro oferece uma localização privilegiada, com fácil acesso à rede de transportes públicos e perto de escolas e universidades.

Composta por 212 quartos, 20 deles com carácter de alojamento turístico, totalmente equipados e mobilados, os espaços estão divididos entre zona de dormir, casa de banho, espaço para refeições com kitchenette e zona de trabalho com ligação a internet de alta velocidade. Na Residência, os estudantes podem ainda usufruir de vários outros serviços e espaços, que incluem recepção e segurança 24h, serviço de limpeza, lavandaria, cafetaria, ginásio, sala de convívio, áreas de coworking e um jardim com 2.000m2.

Esta nova residência, para além de responder ao forte crescimento do número de estudantes nacionais e internacionais do ensino superior no Porto, vem também potenciar o espaço onde está inserido, reconstruindo um local que estava devoluto e dando-lhe uma nova vida e dinâmica. Mantendo a arquitectura original do edifício, inclusivamente a fachada e a chaminé industrial existente, o espaço foi reabilitado de forma a manter a sua identidade original, mas tornando-o num edifício moderno e jovem.

Gaia Hills

Habitação de luxo mantém-se no ADN
Além dos projectos pensados para os estudantes, o segmento residencial de luxo tem sido outro dos ‘core business’ da Promiris. Aliás, foi em Lisboa com o projecto ‘The Bivart Residences’ que se estreou em Portugal. Com assinatura de Capinha Lopes, o edifício já se encontra concluído. Não muito longe deste, encontra-se em fase final de construção o ‘Conde de Lima’, que resulta da “junção delicada de dois edifícios numa ilha dentro da cidade”. Saraiva + Associados assina o projecto.

Em simultâneo, Miguel Saraiva é também o autor de um dos mais emblemáticos projectos que estão previstos para Vila Nova de Gaia, entre um parque verde e a via marginal junto ao Douro. O futuro ‘Gaia Hills’, que resulta da parceria entre a Thomas& Piron e a Promiris, encontra-se em fase de licenciamento e deverá dar início à sua comercialização no segundo trimestre deste ano. Com uma área de cerca de 30 500 metros quadrados, o empreendimento irá acolher 256 apartamentos.

Mira Douro

Em fase mais avançada encontra-se, também no Porto, o Mira Douro. Os 54 apartamentos, divididos por dois blocos habitacionais, deverão ser entregues no decorrer do primeiro trimestre deste ano.

Com assinatura do arquitecto Carlos Castanheira, o empreendimento localiza-se na Travessa das Antas com a Rua Agostinho José Freire, junto ao Parque de São Roque, que se caracteriza pela “valorização da interacção entre o exterior e o interior”, assim como pela adopção de estratégias que garantam “o máximo conforto e mínimo consumo de energia”.

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ANIET promove Pedra Portuguesa nos Estados Unidos

No âmbito do projecto “Portuguese Stone – The Natural Path”, a ANIET esteve nos Estados Unidos para reunir com stakeholders da indústria e divulgar o potencial da pedra natural portuguesa no mercado americano

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A Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora rumou aos Estados Unidos para mais uma acção de promoção no mercado americano, tendo aproveitado ainda para promover o sector da pedra natural portuguesa na Feira The International Surface Event, o maior evento da indústria de pavimentos e revestimentos da América do Norte.
No âmbito do projecto “Portuguese Stone – The Natural Path”, cofinanciado pelo Portugal2020, a ANIET esteve nos Estados Unidos, de 30 de janeiro a 2 fevereiro, para reunir com diversos stakeholders da indústria e divulgar o potencial da pedra natural portuguesa no mercado americano.

Resultando numa grande oportunidade de networking e de conquistar potenciais clientes deste mercado, Jorge Mira Amaral, Presidente da ANIET, acredita que “somos um país rico em quantidade e diversidade de minerais e que temos capacidade para colocar a nossa pedra em monumentos e obras por todo o mundo. É por isso que ANIET procura estar presente e estudar os potenciais mercados, como os Estados Unidos, um dos principais importadores de pedra.”

De ressaltar que, em 2021, os Estados Unidos importaram mais de 3 mil milhões de dólares em pedra natural e representam o quinto mercado para onde o sector extractivo português mais exporta. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, nesse mesmo ano, Portugal exportou para o país 28 milhões de euros de rocha ornamental, principalmente Pedras de cantaria e de construção (83,8%), um crescimento de 24% comparativamente com 2020.

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EDIA lança concurso de Gestão e Fiscalização da Construção do Circuito Hidráulico de Reg. de Monsaraz

O concurso lançado pela EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva, tem um valor base de 830 mil euros (+IVA) e prevê um prazo de execução de 20 meses

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A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva lançou o concurso público para “prestação de serviços para Gestão e Fiscalização da Empreitada de Construção do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz (Estrada do Peral ao Reservatório da Bragada) e Bloco de Rega do Peral”.
O procedimento agora lançado tem um valor base de 830 mil euros (+IVA) e prevê um prazo de execução de 20 meses.

De acordo com a informação disponibilizada, “constitui objecto do contrato a celebrar a empreitada de Construção do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz (Estrada do Peral ao Reservatório da Bragada) e Bloco de Rega do Peral, incluindo a coordenação em matéria de segurança e saúde e o acompanhamento ambiental, que se distribui pelo distrito de Évora, estando inseridas nos concelhos de Évora, União das freguesias de São Manços e São Vicente do Pigeiro e no concelho de Portel, freguesia de Monte do Trigo”.

Recorde-se que o circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz tem origem no canal Álamos-Loureiro. O primeiro troço (T1) do Sistema Adutor Primário do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz, estabelece a ligação entre a obra de derivação para o circuito hidráulico (obra de tomada de água, que será objecto de outra empreitada).

Da empreitada fazem partem as obras da conduta adutora gravítica, ligação da estrada do Peral ao Reservatório da Bragada; a travessias especiais do rio Degebe e da ribeira da Azambuja; e o bloco de Rega do Peral.

A área a beneficiar pelo Bloco de Rega do Peral localiza-se nos concelhos de Évora, na União das freguesias de São Manços e São Vicente do Pigeiro, concelho de Portel, freguesia de Monte do Trigo, com uma área total de 1 315 ha, é servido a partir da conduta adutora gravítica que, com origem no canal Álamos-Loureiro, abastece o reservatório da Bragada (R1).

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Sun Cliffs Resort inicia 2ª fase de vendas

A primeira fase de vendas ficou concluída em Dezembro de 2022, com a venda de 100% das unidades disponíveis. Mais de metade dos compradores são estrangeiros. O resort, com localização privilegiada na Ponta da Piedade, em Lagos, conta com 72 apartamentos, SPA, piscina e ginásio

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A Portugal Sotheby’s Realty, abriu a segunda fase de vendas depois de ter alcançado a meta de 40% do volume de vendas na primeira fase. O Sun Cliffs Resort, em Lagos, é um resort composto por duas imponentes torres, com apartamentos mobilados e decorados e vista privilegiada sobre o oceano.

No total contam-se 72 unidades, de tipologias T1 a T3, com áreas dos 82 aos 146 m2, cujos horizontes domésticos são prolongados pelas varandas panorâmicas. Os apartamentos oferecem um ambiente confortável numa arquitectura sofisticada, perfeitamente integrada na paisagem natural.
Rodeado pelas praias Dona Ana, Camilo e Canavial, o Sun Cliffs Resort destaca-se pelo seu design sofisticado e moderno. Com comodidades como piscinas, SPA ou ginásio, o resort deverá estar pronto a habitar no primeiro semestre de 2024.

A localização e comodidades estão a cativar nacionais e estrangeiros, sendo que os últimos constituem mais de metade das vendas desta primeira fase. Para a segunda fase que agora se inicia existem 30 unidades disponíveis.
“O Sun Cliffs está a cumprir com as expectativas e a assumir-se um sucesso de vendas pelas suas características, quer de localização quer de comodidades. Trata-se de um empreendimento exclusivo para viver, visitar e desfrutar”, explica Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s Realty.

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Nhood Portugal comercializa mais de 100 lojas em 2022

Num total de 124 lojas, entre aberturas e renovações, a Nhood alcançou uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos activos geridos, resultado de uma estratégia de melhoria do tenant-mix e de uma maior adequação às preferências do consumidor

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A Nhood Portugal, plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, terminou o ano de 2022 com mais de uma centena de novas lojas comercializadas nos seus activos sob gestão, que incluem o portefólio de centros comerciais Alegro, Sintra Retail Park e outros activos imobiliários.

Num total de 124 lojas, entre aberturas e renovações, a Nhood alcançou uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos activos geridos, resultado de uma estratégia de melhoria do tenant-mix e de uma maior adequação às preferências do consumidor. Inserida nessa estratégia está a entrada de novas marcas, como a Normal ou a Rock’s, que iniciaram a sua operação em Portugal, ou expansão para novos formatos de outras, como a Gleba, que abriu a sua primeira loja em centro comercial no Alegro Alfragide.

Para Susana Maia Antunes, Head of Leasing da Nhood Portugal, “um centro comercial é hoje um espaço multifuncional onde se pretende que o consumidor tenha uma experiência diferenciada e que, em última análise, se sinta “em casa”, com tudo ao seu alcance: compras, entretenimento, serviços essenciais. Daí que os espaços comerciais, como os próprios lojistas, tenham evoluído e apostado, ainda mais, na criação de serviços facilitadores da experiência do consumidor”. E, acrescenta a responsável, “foi com esse racional que seleccionámos os actuais e potenciais parceiros de retalho e, é dessa forma que, vamos continuar a abordar o mercado em 2023”.

“Diversificar e melhorar os serviços que disponibilizamos aos nossos clientes, trabalhando de forma ágil para testar em permanência e perceber que aprendizagens e ajustes rápidos devemos fazer, mantendo uma atitude de inovação contínua, é o que nos distingue. Ambicionamos continuar a inovar no mix comercial e a potenciar a entrada de marcas que tragam valor acrescentado para os clientes”, finaliza esta responsável.

A Nhood Portugal tem como propósito criar, revitalizar e transformar activos imobiliários de uso misto, bairros e cidades, contribuindo para uma nova visão urbana e para a evolução dos novos modos de vida, sob o conceito da cidade dos 15 minutos. Na sua estratégia a médio prazo para Portugal, a Nhood tem previstos projectos em mais de 15 localizações de norte a sul, divididas em diferentes áreas, como retalho comercial, escritórios, residencial, entre outros.

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Covilhã recebe congresso ‘Cirmare 2023’

Com o tema “Resiliência e Adaptação de Edifícios e Cidades para as Mudanças Climáticas”, o VI congresso é organizado pelas Universidades da Beira Interior e Federal do Rio de Janeiro

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A Universidade da Beira Interior e a Universidade Federal do Rio de Janeiro vão organizar em Portugal o VI Congresso Internacional na “Recuperação, Manutenção e Reabilitação de Edifícios”.

O ‘Cirmare 2023’, com o tema “Resiliência e Adaptação de Edifícios e Cidades para as Mudanças Climáticas”, tem data prevista para os dias 5, 6 e 7 de Dezembro de 2023, na Covilhã.

Contribuir para o conhecimento e promoção de práticas na reabilitação que impulsionem a resiliência e adaptação dos edifícios e cidades e identifiquem novas soluções para atender as necessidades futuras de uma sociedade contemporânea, que se pretende mais sustentável nos seus princípios e na sua acção é algum dos objectivos do congresso.

Assim, o ‘Cirmare 2023’ promoverá uma oportunidade ideal para a troca de informações entre profissionais e investigadores que actuam na área de recuperação, manutenção e reabilitação dos bens edificados e das cidades.

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CBRE reforça áreas de marketing com duas novas contratações

Maria Portela irá reforçar a equipa de marketing do Lagoas Park e Francisca Tenreiro irá apoiar o Marketing Corporativo

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A consultora CBRE anuncia duas novas contratações com vista a reforçar o seu departamento de marketing. Maria Portela irá para a área de Property Management e integrará a equipa de marketing do Lagoas Park. Já Francisca Tenreiro irá apoiar o Marketing Corporativo.

Maria Portela é licenciada em Administração de Empresas pela Hotelschool The Hague, na Holanda, e conta também com uma pós-graduação em Digital Marketing & Analytics, pela Nova IMS. Ao longo do seu percurso passou por várias funções na área da hotelaria e dos eventos, tendo tido a sua primeira experiência na área de marketing na empresa Cityden, em Amesterdão. Posteriormente, já de regresso a Portugal, assumiu funções de marketing manager, no Grupo Lowfat (restauração), tendo mais tarde assumido a função de public relations manager.

Francisca Tenreiro é licenciada em Direito, pela Universidade Católica Portuguesa, e tem ainda uma especialização na área da negociação pela Nova School of Business and Economics. A sua primeira experiência profissional começou na Asseco PST onde, durante quase dois anos, desempenhou funções como analista de crédito, risco e compliance em projectos nos PALOP. Esteve, ainda, na consultora EY, como tax consultant. O seu primeiro contacto com a área do marketing acontece no St Julian’s School, onde, durante um ano, esteve como community services manager. Antes de integrar a equipa da CBRE Portugal, esteve cerca de cinco anos na Casa da Moira, como head of operations.

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Zome debate Habitação & Mediação

Debater a habitação na capital lisboeta e zona envolvente, bem como o impacto e a perspectiva dos principais players é o objectivo do evento que acontece dia 9 de Fevereiro, no Auditório Ramada Hotel by Wyndham, em Lisboa

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A Zome Grupo PR1ME, com dinamização pelo HUB Lisboa Amoreiras, em associação com a Massimo Forte (Real Estate Influencer), organiza a conferência “Habitação & Mediação na Grande Lisboa: desafio ou oportunidade?”.

Debater a situação da habitação na capital lisboeta e zona envolvente, bem como o impacto e a perspectiva dos principais players do mercado na mesma é o objectivo do evento que acontece dia 9 de Fevereiro, pelas 16h30, no Auditório Ramada Hotel by Wyndham, em Lisboa.

Fazem parte do painel de oradores o António Ramalho, gestor e ex-ceo do Novo Banco, Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais da Camara Municipal de Lisboa; Patrícia Santos, ceo Zome Real Estate e associada WIRE Portugal (Women in Real Estate) e, ainda, Renata Queirós, do Board Member JPS Group e fundadora WIRE Portugal.

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