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Steel Talk debate peso da construção metálica na sustentabilidade em Coimbra

Conferência, organizada em parceria com o Cluster Habitat Sustentável, no âmbito do projecto Portugal Steel propõe-se a lançar o debate sobre as potencialidades da construção metálica na sustentabilidade e a avaliar o ciclo de vida das soluções desenvolvidas por este sector.

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Steel Talk debate peso da construção metálica na sustentabilidade em Coimbra

Conferência, organizada em parceria com o Cluster Habitat Sustentável, no âmbito do projecto Portugal Steel propõe-se a lançar o debate sobre as potencialidades da construção metálica na sustentabilidade e a avaliar o ciclo de vida das soluções desenvolvidas por este sector.

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Construcao-metalica“A Construção Metálica e a Sustentabilidade” será o tema da próxima Steel Talk, que a CMM – Associação Portuguesa da Construção Metálica e Mista realizará no próximo dia 10 de Maio, na Universidade de Coimbra.

Esta conferência, organizada em parceria com o Cluster Habitat Sustentável, no âmbito do projecto Portugal Steel propõe-se a lançar o debate sobre as potencialidades da construção metálica na sustentabilidade e a avaliar o ciclo de vida das soluções desenvolvidas por este sector.

Em comunicado de imprensa, a CMM sublinha o desenvolvimento sustentável como “uma questão essencial” na actualidade, destacando as suas implicações “em todos os sectores da nossa sociedade”. “A indústria da construção desempenha um papel fundamental nos objectivos do desenvolvimento sustentável”, frisa a associação, apontando a contribuição deste sector para a economia global, bem como os “impactos significativos” que aporta para o ambiente e para a sociedade.

Para a CMM, o contributo da construção metálica para a sustentabilidade é “uma aposta a ter em conta”, pela utilização de materiais sustentáveis, por um lado, e pela eficiência energética deste tipo de construção, por outro.

“As empresas do sector da construção metálica têm registado, nos últimos anos, um crescimento anual dos valores superior a 20% ao ano, reforçando o reconhecimento por parte do mercado nacional e internacional da qualidade da indústria nacional”, refere o presidente da CMM.

Segundo Luís Simões da Silva, as empresas deste sector garantiram, em 2015, “26 mil postos de trabalhos directos e representaram um volume de negócios superior a 3.500 milhões de euros”, dos quais 45,5% correspondem à exportação.

Para o professor, que revela que as exportações do sector representam cerca de 2% do valor das exportações nacionais e 2,19% do PIB, estes dados permitem “assegurar que a construção metálica portuguesa se afirmou claramente como um motor de inovação e de internacionalização na indústria nacional”.

“Este ritmo de crescimento vai continuar a aumentar nos próximos anos, porque são, cada vez mais, necessárias soluções sustentáveis como a construção metálica, que prevê a reutilização da matéria prima e consequente redução de extracção do minério”, reforça.

Para Victor Ferreira, “a sustentabilidade constitui o mote para a inovação e para a transformação pretendida pelo Cluster, com os desejados impactos em termos económicos, sociais e ambientais”. Nas palavras do presidente da direcção do Cluster Habitat Sustentável, “foi neste âmbito que desenvolvemos uma estratégia para potenciar oportunidades e um programa de especialização inteligente (RIS3) da região Centro, que assenta em quatro áreas focais como soluções industriais sustentáveis, valorização e uso eficiente dos recursos endógenos naturais, tecnologias ao serviço da qualidade de vida e inovação territorial”.

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Desde Janeiro que as exportações e importações entre Angola e Portugal cresceram 50%

O crescimento do comércio bilateral foi avançado pelo secretário de Estado para a Economia português durante a visita de trabalho que realiza a Angola

João Neves, que se encontra em Luanda em visita de trabalho, assinalou a recuperação da colaboração económica entre Angola e Portugal neste ano, depois de dois anos considerados muito difíceis, devido à pandemia. “Este ano está a ser marcado por um forte crescimento das relações. Temos quer do lado das importações quer do lado das exportações um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior e a perspectiva que temos é de continuar a reforçar a colaboração entre os dois países e as empresas de ambos”, afirmou o governante português.

Segundo o responsável político as importações e exportações entre Angola e Portugal atingiram este ano um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior, admitindo João Neves o “reforço contínuo” da cooperação.
Em declarações após inaugurar e visitar as novas instalações do grupo ISQ APAVE em Luanda, João Neves disse que está em Angola em busca de soluções para que a colaboração entre Angola e Portugal, sobretudo no ramo económico, seja “mais intensa”.

“Está é uma visita de trabalho, teremos com certeza oportunidades (para assinar acordos), em função do trabalho que vamos realizar a partir de agora e ter ao longo do próximo ano acordos firmados em diferentes áreas”, frisou em declarações à Lusa.

Portugal “quer muito reforçar os instrumentos de qualificação profissional em Angola em função dos objectivos de investimento que as empresas portuguesas possam ter no país”. “E temos com certeza muitos investimentos que as empresas estão a ponderar em diferentes áreas para que este processo de qualificação profissional tenha concretização efectiva”, salientou.

Mais de quatro mil empresas portuguesas exportam produtos e serviços para Angola e têm as “preocupações naturais” de um mercado com características diferentes do mercado europeu, frisou o secretário de Estado português,
“Temos de lidar com aquilo que é o ambiente económico e a perspectiva é encontrar soluções para os problemas que existem. Foi esse o sentimento que encontrei nas conversas com as empresas portuguesas que aqui estão”, realçou.
Para o governante português, as preocupações das empresas portuguesas em Angola são ultrapassáveis, perspectivando para os próximos anos uma forte recuperação do seu nível de actividade no mercado angolano.

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ITeCons discute estratégias para a transformação digital das PME do sector da construção

O ITeCons, em Coimbra, vai receber a sessão Estratégias para a transformação digital de PMEs do Sector da Construção, no dia 3 de Novembro, no âmbito do projecto PEACOC

O projecto PEACOC – PErsonAlised e-Business Coaching for Construction SMEs é um projecto ERASMUS+ cujo objectivo é promover a adopção do comércio electrónico pelo sector da construção, em particular através do desenvolvimento e fornecimento de uma estrutura de formação inovadora para apoiar a qualificação das Pequenas e Médias Empresas (PME).

Neste evento serão apresentadas ferramentas digitais desenvolvidas ao longo do projecto PEACOC, as quais pretendem oferecer uma formação personalizada indo ao encontro dos desafios e necessidades características das empresas. Serão também debatidos os principais desafios inerentes ao processo de digitalização de PME do sector da construção.

Entre os oradores convidados estarão João Gabriel. do Instituto Pedro Nunes, Paulo Duarte, da Plataforma Ferroviária Portuguesa, Rita Moura, da Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção e Vasco Lagarto, do Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónico.

Actualmente, verifica-se que a adopção do comércio electrónico é vantajosa tanto para as empresas, com a possibilidade de aumento do volume de negócio, como para os consumidores, com o aumento da facilidade de compra e de troca de informação. Contudo, esta transformação digital, a qual requer recursos não só recursos materiais (TICs), como também recursos humanos qualificados, representa actualmente um investimento que poderá não estar facilmente ao alcance das pequenas e médias empresas. Neste contexto, surge a necessidade de se desenvolverem estratégias que as auxiliem esta transição.

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CML destina 200 casas para programa de renda apoiada

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023

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A Câmara Municipal de Lisboa destinou ao Programa de Arrendamento Apoiado (PAA) 200 fogos já em processo de reabilitação pela empresa de gestão da habitação municipal, Gebalis. A entrega das casas deverá ocorrer ainda este ano.

Das casas disponibilizadas, 28 são de tipologia T3 e 12 T4, um conjunto maior do que o total afecto desde o início do programa. Até ao presente foram atribuídos 18 T3 e 3 T4, procurando assim aumentar a capacidade de resposta para as famílias de maior dimensão.

“Com a disponibilização deste grande pacote de casas municipais, dá-se mais um passo no esforço por aumentar a oferta pública de habitação na cidade de Lisboa e concretiza-se o objectivo pelo qual se dotou a Gebalis de 19 milhões de euros”, esclarece Filipa Roseta, vereadora da Habitação. Permitir intervenções de reabilitação de fogos municipais e devolvê-los à sua função social é o objectivo.

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023.

Está, também, em preparação a proposta de uma nova edição do Programa de Renda Acessível (PRA) dirigido às famílias com baixos rendimentos que nem conseguem obter casa por via do PAA nem por via do PRA normal. Para este novo programa foram já destinadas 50 casas.

Até Setembro deste ano, a Câmara Municipal entregou 549 casas, das quais 279 em regime de renda acessível (PRA) e 270 em regime de arrendamento apoiado (PAA). Foi, também, aprovada a atribuição de cerca de 250 subsídios municipais ao arrendamento acessível (SMAA).

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Margem Sul no radar dos promotores

Localizado a 20 minutos de Lisboa, da serra da Arrábida e das praias da Caparica, JaBa – Jardim Barreiro apresenta-se ao mercado e disponibiliza 68 novos apartamentos

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O novo projecto residencial é composto por três edifícios, integrados num único empreendimento e vai erguer-se em frente ao conhecido Jardim dos Franceses, em pleno centro histórico desta cidade e com os pés no rio, disponibilizando para venda 68 unidades, num exclusivo a cargo da equipa de Residencial da JLL.

Promovido pela Mazarik e pela Bastidor, a partir de um projecto da Muto – Arquitectura, o JaBa – Jardim Barreiro foi desenhado ao pormenor, oferecendo apartamentos modernos e 100% equipados, e mais de 2.000 m² de espaços exteriores, entre rooftop, varandas e terraços. Disponível nas tipologias T1 a T4, todas as unidades contam com um terraço individual, estacionamento e arrecadação privativos, além de vários equipamentos comuns de lazer, incluindo piscina, ginásio outdoor e pista de corrida no último piso. Adicionalmente, o empreendimento contará ainda com 1.200 m² destinados a lojas, bem como com estacionamento com carregamento para viaturas eléctricas e bicicletas.

“Há uma clara aposta dos promotores de habitação no eixo ribeirinho da margem Sul do Tejo, onde é possível desenvolver projectos de elevada qualidade, ainda em níveis de preços inferiores a Lisboa e aos mercados vizinhos. Os preços e a qualidade de vida que estes mercados proporcionam compensam, para muitos compradores, viver mais longe do centro da cidade. Nesse contexto, o Barreiro tem sido uma das cidades com maior procura para investimento em novos projectos, pois é um território com uma excelente localização e acessibilidades, que está a reinventar-se a partir do seu passado industrial. Afirma-se, cada vez mais, como uma alternativa à vida agitada da capital”, sustenta Patrícia Barão, Head of Residential da JLL.

A mesma responsável acrescenta que “o Jardim do Barreiro é um excelente exemplo desta aposta. É um condomínio que oferece uma qualidade de vida superior, não só pelas características dos apartamentos e valências que oferece, mas também pela sua localização privilegiada. Está no centro histórico do Barreiro, a poucos minutos a pé do rio, numa frente ribeirinha requalificada, próximo a escolas, supermercados, hospitais, recintos desportivos e todo o tipo de serviços para o dia a dia. E tem a vantagem de estar a cerca de 20 minutos de Lisboa, de Azeitão ou das praias da Costa da Caparica”.

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Passadiços do Mondego abrem ao público a 6 de Novembro

O percurso de 12 km pelas margens do rio Mondego e seus afluentes custou 4 milhões de euros e promete “marcar” o turismo da Guarda e da região do Alto Mondego

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(foto: Rui Neto, CMG)
A data de abertura para os Passadiços do Mondego foi anunciada pelo presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa. “Garanto-vos que haverá um antes e um depois dos Passadiços do Mondego. Este é um investimento fundamental para o Turismo da Guarda e para toda a Região. Esta obra será a referência para o turismo e lazer do nosso Concelho e de todo o nosso território, com a qual poderemos pensar positivamente no seu sucesso futuro. A Guarda está pronta para começar a sua viagem, para o sucesso na atracção do turismo e da actividade económica a nível nacional e internacional”, referiu o autarca no anúncio da data de.

Recorde-se que se trata de um investimento na ordem dos 4 milhões de euros, em parte co-financiados a 85 por cento por fundos europeus, no âmbito do Centro 2020, FEDER. A inauguração contará com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Com um percurso pelas margens do rio Mondego e os seus afluentes de cerca 12 km, os Passadiços começam junto à Barragem do Caldeirão, estendendo-se depois pelo vale, nos territórios das localidades de Trinta, Vila Soeiro e terminando já na montanha, em Videmonte.

O percurso aproveita 5Km de caminhos já existentes e integra uma zona de 7km de travessias, passadiços e três pontes suspensas com paisagens de cortar a respiração e onde abundam as veredas, açudes, cascatas, levadas e moinhos. Os Passadiços do Mondego estão integrados no Parque Natural da Serra da Estrela e no Estrela Geopark Mundial da UNESCO.

O Itinerário compreende Geossítios como o Miradouro do Mocho Real, escombreiras e cascalheiras, do Alto Mondego e ainda os vestígios de património industrial de antigas fábricas e engenhos de lanifícios ou de produção de electricidade, nos Trinta, testemunhos de um passado ligado à indústria têxtil deste território, onde teve origem o afamado cobertor de papa. Mas também vestígios mais antigos como uma ponte medieval (entre Pêro Soares e Mizarela) que se acredita ter surgido sobre uma ponte já existente da época romana. Muito para descobrir e aprender num local onde podemos ver a Natureza em harmonia com a passagem humana pela paisagem.
Esta é uma obra de valorização do património natural da Guarda que pretende mostrar a importância deste rio para a região e para o país, destacando o valor cultural e paisagístico das aldeias de montanha que atravessa.

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Ombria Resort vence prémio internacional de cinco estrelas com Oriole Village

Empreendimento do interior algarvio vence prémio de “Melhor Empreendimento Residencial” nos European Property Awards 2022/2023

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O aldeamento turístico Oriole Village no Ombria Resort, cujo início da construção está previsto para breve, acaba de ser distinguido com prémio de cinco estrelas na categoria de Melhor Empreendimento Residencial da Europa – “Best Residential Development 20+ units” – da edição 2022/2023 dos European Property Awards.

Este evento, que já vai na 29º edição, é considerado o mais prestigiado e amplamente reconhecido programa de prémios imobiliários internacionais. O júri, independente, é composto por mais de 80 peritos da indústria, e analisou cada projecto com base na concepção do projecto, na qualidade, nos serviços, na originalidade e no compromisso com a sustentabilidade.

Inserida no coração dos 153 hectares do Ombria Resort, cujo investimento global ronda os 300 milhões de euros, a Oriole Village é um aldeamento turístico constituído por 21 apartamentos, 50 moradias geminadas e 12 moradias isoladas. Com um design contemporâneo, mas inspirado nas aldeias locais, os imóveis estão todos orientados a sul ou oeste e têm vistas deslumbrantes para o campo de golfe do Ombria.

“Esta nova fase do Ombria Resort, a Oriole Village, é um aldeamento muito esperado que já atraiu um elevado número de pedidos de informação por parte dos compradores. Estamos entusiasmados e muito contentes por a Oriole Village ter sido tão bem classificada nos “European Property Awards”, uma verdadeira confirmação de que é um produto atractivo para os compradores que procuram investir numa casa que lhes proporcione paz de espírito e um estilo de vida tranquilo”, indica João Richard Costa, director de Vendas & Marketing do Ombria Resort.

Tal como nas anteriores fases do Ombria Resort, a arquitectura bioclimática da Oriole Village, um sistema de geotermia em algumas moradias, a baixa densidade de construção e a perfeita integração na natureza confirmam o compromisso com a sustentabilidade, um dos princípios fundamentais do grupo finlandês Pontos, proprietário do Ombria Resort.

Os seus proprietários terão acesso ao restaurante da Oriole Village e às duas grandes piscinas comuns do aldeamento bem como a todos os serviços de gestão do condomínio, incluindo recepção, segurança e manutenção dos jardins e piscinas. Além disso, poderão também aceder às instalações do hotel que está localizado junto à Oriole Village, o 5 estrelas ‘Viceroy at Ombria Resort’, actualmente em construção e que tem abertura prevista para a Primavera de 2023, aos cinco restaurantes exclusivos, ao spa, kids club, biblioteca, loja gourmet, Golf Clubhouse e centro de conferências. Beneficiam, ainda, de vantagens e descontos na utilização do restaurante da Oriole Village e no golfe e outras instalações do Ombria Resort, tais como a horta biológica, apicultura, observatório astronómico, caminhos/trilhos para passeios pela natureza ou BTT e um clube de praia numa das praias próximas.

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Lousã no top 8 dos municípios com melhores índices de sustentabilidade

A Lousã foi distinguida como um dos municípios mais sustentáveis do país, com um índice superior a 80%, estando no “top 8” das autarquias com melhores índices de sustentabilidade municipal, de acordo com o galardão de Bandeira Verde ECOXXI

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O ECOXXI é um Programa implementado desde 2005 pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), que visa reconhecer as melhores práticas de sustentabilidade ao nível municipal, através da avaliação, por um conjunto de peritos, de 21 indicadores e 70 subindicadores nas áreas ambiental, social e económica.

A avaliação destes indicadores permite aferir a grande maioria das metas estabelecidas nos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incidindo no planeamento e gestão de recursos, bem como na protecção e salvaguarda do património cultural e natural, dando particular ênfase ao cumprimento do ODS de Cidades e Comunidades Sustentáveis e ao da Produção e Consumo Sustentáveis.

Para a edição deste ano foram apresentadas 59 candidaturas e o município da Lousã destacou-se pelas boas práticas, com um índice superior a 80% no conjunto dos indicadores em avaliação.

Depois de escrutinado por aquele grupo de peritos que integram a Comissão Nacional (envolvendo 34 entidades, entre as quais se contam a Agência Portuguesa do Ambiente, a Agência para a Energia, Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, entidades reguladoras e universidades), a Lousã ficou posicionada num grupo restrito de 10 municípios que obtiveram mais de 80%, e que inclui os municípios de Pombal, Santo Tirso, Torres Vedras, Águeda, Braga, Oeiras, Sintra, Leiria e Valongo.

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Investidores imobiliários traçam prioridades

Os sectores de living e logística juntam-se aos escritórios nas zonas CBD na lista de investimentos mais apetecíveis dos principais investidores europeus, revela inquérito da Savills

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De acordo com um inquérito realizado pela Savills a investidores imobiliários com um total de activos na região EME sob gestão superior a 500 mil milhões de euros, os projectos Multifamily na Europa, big box, logística urbana, escritórios da zona CBD e residências de estudantes são os cinco sectores onde os investidores prevêem um maior investimento ao longo dos próximos 12 meses.

Quando questionados sobre o avanço da sua estratégia, mais de 55% dos inquiridos indicaram que procuram agora seguir uma abordagem mais defensiva, concentrando-se nos denominados sectores de “beds and sheds”, juntamente com os escritórios localizados em zonas CDB, nos mercados com maior liquidez da Europa. Isto deve-se, em grande parte, ao facto de mais de 76% dos inquiridos terem confirmado que o refinanciamento terá um impacto significativo nos seus rendimentos totais nos próximos dois anos.

Em termos de países, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido e Espanha são os cinco principais locais de interesse europeu.

“O nosso survey confirma que certos segmentos imobiliários continuarão a registar procura por parte dos investidores enquanto outros têm, actualmente, sentido um decréscimo significativo desta procura. Os segmentos que apresentam um maior potencial de crescimento do arrendamento estão no topo da lista, associados, por exemplo, a uma indexação mais forte no mercado continental europeu de escritórios”, sublinha Chris Gillum, head of offices, European Capital Markets.

Por outro lado, “mais de 90% dos inquiridos relataram que a adopção de certificações de edifícios verdes, tais como BREEAM e LEED e as melhorias em termos de eficiência energética, incluindo o investimento em energias renováveis, fazem parte das suas estratégias de investimento imobiliário. 97% confirmaram que já dispõem de uma estratégia ESG que mostra a importância crescente de tais planos para os investidores imobiliários”, refere Mike Barnes, associate director european research, Savills.

Os resultados do inquérito chegam numa altura em que a pesquisa preliminar da Savills sugere que o volume total do investimento imobiliário europeu para o terceiro trimestre do ano atingirá os 55 mil milhões de euros, o que elevaria os valores acumulados desde o primeiro trimestre a mais de 200 mil milhões de euros. Estes números, no entanto, representam uma queda de 10-11% em comparação com o mesmo período do ano passado.

“Prevemos que o volume total de investimento imobiliário europeu deste ano oscile entre os 275 mil milhões de euros e os 280 mil milhões de euros. Tal como confirmado pelo nosso inquérito, acreditamos que os “sheds and beds” continuarão a ser as classes de activos preferidas. Em ambos os sectores, um desequilíbrio estrutural da oferta e da procura acaba por favorecer o crescimento do arrendamento”, avança Lydia Brissy, director, european research da consultora.

Em Portugal o valor acumulado entre o 1º e o 3º trimestre de 2022 está bastante próximo dos dois mil milhões de euros, um resultado acima de 30% do mesmo período do ano passado e muito assente em transacções fechadas no sector industrial & logístico. “Ainda que a actual conjuntura económica possa conduzir a processos de tomada de decisão mais prolongados e cautelosos, o mercado nacional permanece particularmente atractivo e o ano irá fechar acima dos valores do ano transacto”, refere Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

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GesConsult expande-se para o Norte do País

Aproveitando a remodelação do Auchan na cidade da Maia como projecto de lançamento, a empresa volta-se para Norte e acompanhar a tendência de descentralização

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A GesConsult, empresa de gestão e fiscalização de obras, expande a sua actividade para o Norte do País, aproveitando a remodelação do Auchan na cidade da Maia como projecto de lançamento.

Responsável por projectos de marcas de referência na área do retalho, hotelaria e residencial, a GesConsult procura acompanhar a tendência de descentralização e abrir caminho para a construção em locais como Braga, Guimarães, Viseu, Vila do Conde, Espinho e Famalicão. Até ao final do primeiro semestre de 2023, a empresa pretende alcançar um volume de negócios entre os 200 mil euros e os 300 mil euros, o que se traduzirá numa carteira de obras capaz de alavancar o crescimento contínuo da equipa.

“Esta expansão é um passo estratégico que está a ser preparado há algum tempo. Acreditamos que existe muito potencial de negócio a Norte e queremos acompanhar a descentralização a que se assiste nesta fase. No fundo, queremos estar em todo o País e este é mais um passo importante nesse sentido”, afirma Nuno Garcia, director-geral da GesConsult.

Em termos de estratégia, o responsável adianta que a GesConsult vai ”numa primeira fase, investir no imobiliário comercial, por se tratar de uma área de negócio em crescimento e na qual já temos um primeiro projecto em fase de execução.”

Fundada em 2014, a GesConsult é especialista no sector da construção e disponibiliza serviços de gestão e fiscalização de obra, acompanhando todas as fases das empreitadas. Através de uma equipa experiente, a empresa coordena as áreas de qualidade e segurança, gestão de prazos e custos, além do serviço de due diligence, a análise técnica de riscos em oportunidades de investimento.

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Zome eleita melhor empresa para trabalhar no sector imobiliário

A Zome conquistou, pelo quarto ano consecutivo, o prémio de Melhor Empresa Para Trabalhar no sector imobiliário, pela EXAME, em parceria com a ManpowerGroup e a AESE Business School

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A mediadora imobiliária conta, actualmente, com mais de 1.500 consultores – distribuídos por mais de 34 hubs em Portugal e Espanha.

“É com um enorme orgulho que recebemos novamente este reconhecimento público que reflecte o resultado do esforço colectivo de toda a incrível equipa da rede Zome.”, partilha Patrícia Santos, CEO da Zome. “Estes prémios são uma forma de evidenciar o trabalho que temos feito com as nossas equipas desde o primeiro dia, e demonstram como queremos continuar a avançar para o futuro, focados em proporcionar a melhor experiência aos nossos colaboradores e prestar o melhor serviço a quem nos procura, todos os dias”, acrescenta.

Em 2021, a Zome foi a grande vencedora da categoria “Inovação na Mediação” dos Prémios do Imobiliário Expresso/SIC Notícias, e em Janeiro deste ano, conquistou o Prémio Cinco Estrelas, na categoria de “Melhor Rede de Franchising”.
As Melhores Empresas Para Trabalhar são uma iniciativa da EXAME, em parceria com a ManpowerGroup e a AESE.

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