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“BIM Centro” 2017 volta ao Politécnico de Leiria

A “Transformação digital na Indústria da Arquitectura, Engenharia e Construção (AEC)” é o tema do seminário da 2ªedição do “BIM Centro” 2017

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“Nesta 2ª edição, pretendemos contribuir para a consolidação da relevância da metodologia BIM – Building Information Modeling na Indústria AEC, e em particular no contexto das transformações digitais inerentes à Indústria 4.0”, salienta Ricardo Gomes, docente e coordenador do departamento de Engenharia Civil da ESTG/IPLeiria.

O seminário divide-se em duas sessões direccionadas para a aplicação de tecnologias inerentes ao processo de colaboração e implementação BIM durante todo o ciclo de construção dos edifícios, da concepção até à manutenção e sustentabilidade dos empreendimentos. Do programa, constam as intervenções de oradores representantes de empresas como a A400, a Top Informática, a Leica Geosystems, a StratBIM, entre outras.

O evento termina com uma mesa redonda, onde participam diversas entidades para debater a premência e importância da adopção da metodologia BIM, em especial o papel do Estado, do ensino e formação profissional, e a transposição para o contexto empresarial.

A iniciativa destina-se a estudantes, académicos e profissionais que desenvolvam actividades nas áreas relacionadas com a indústria AEC. Segundo a organização, “haverá espaço para partilha de ideias e experiências entre os participantes”. A inscrição é gratuita e os interessados podem inscrever-se através da página do evento em https://www.bimcentro.pt/

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Ansell aposta em painéis solares para autoconsumo

São mais de 1000 os painéis que a SunEnergy vai instalar na unidade industrial da Ansell, em coimbra, os quais vão permitir uma redução anual da factura energética de 70 m€

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Apostando numa maior sustentabilidade a Ansell Portugal vai investir na auto produção de energia para a sua unidade industrial localizada em Coimbra. A empresa é uma das líderes mundiais na produção de luvas e outros equipamentos de protecção.

“Acreditamos que a sustentabilidade é o caminho para alcançarmos mudanças positivas na nossa sociedade, sendo algo que faz parte da nossa estratégia de negócio e que tentamos refletir na nossa atividade. Este projeto com a SunEnergy procura reforçar esta nossa ambição de contribuir para um mundo melhor e mais seguro, reduzindo a nossa pegada ecológica”, justificou Hélder Fonseca, General Manager da Ansell Portugal.

O projecto será executado pela SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol. O novo projeto contará com a instalação de 1 012 painéis solares fotovoltaicos de 450W para a produção de energia elétrica a partir do sol, que será consumida pelo edifício. Com 455 kW de potência, a instalação vai permitir uma poupança anual de 70 mil euros, bem como a diminuição de 320 toneladas de emissões de CO2 por ano.

“Este é mais um projecto que enche de orgulho toda a equipa da SunEnergy, que consegue garantir a confiança de uma multinacional com esta dimensão à escala global. Vamos continuar a trabalhar diariamente para obter este tipo de reconhecimentos, em projectos desafiantes em várias zonas do país, com empresas nacionais e multinacionais”, sublinhou Rui Oliveira, Diretor Comercial da SunEnergy.

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Município do Porto lança concurso para ligação entre Restauração e o Palácio de Cristal

A intervenção no Palácio de Cristal visa alargar os pontos de ligação entre os jardins do Palácio e a sua envolvente, especialmente o grande morro sul na sua relação com a Rua da Restauração

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A Câmara do Porto está já a promover o concurso público para as ligações mecanizadas no Palácio de Cristal, que prevê a instalação de um elevador para ligar à Rua da Restauração, com um valor base do procedimento de 1,19 milhões de euros.

O concurso público para a empreitada dos “Percursos Pedonais, Ligações Mecanizadas – Palácio de Cristal” foi agora lançado, com publicação do anúncio no Diário da República (DR).

O concurso refere-se à segunda empreitada no âmbito dos Percursos Pedonais – Ligações Mecanizadas, projecto que tem como objectivo criar melhores condições de mobilidade pedonal através da melhoria dos percursos existentes e da criação de ligações mecanizadas entre a zona ribeirinha e as cotas altas do Porto.

A intervenção no Palácio de Cristal visa alargar os pontos de ligação entre os jardins do Palácio e a sua envolvente, especialmente o grande morro sul na sua relação com a Rua da Restauração e conexão com os percursos pedonais – ligações mecanizadas de Miragaia, através da colocação de um elevador que fará a ligação das cotas.

Esta é a segunda empreitada no âmbito dos Percursos Pedonais – Ligações Mecanizadas, que já tem em funcionamento, desde junho de 2020, as escadas rolantes da primeira empreitada, no setor de Miragaia.

O concurso gerido pela empresa municipal de Gestão e Obras do Porto – GO Porto, estima um prazo global de obra de 365 dias, ou seja, um ano.

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“Fit for 55” define novas metas europeias

São 14 peças legislativas para permitir o alargamento da meta de redução de GEE de 40% para 55%, oficializado em Dezembro de 2020. Seguem-se agora vários meses de discussão entre os estados-membros.

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A Comissão Europeia (CE) lançou recentemente o pacote legislativo “Fit for 55%”, desenhado com vista ao alcance da nova ambição climática europeia, de concretização de uma redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 55% para 2030, face a 1990. Uma decisão aplaudida pela Associação de Energias Renováveis, APREN. “O pacote legislativo «Fit for 55%» vai ser o nosso guia até 2030, que positivamente surpreende, logo à partida, por definir em 40% a nova meta de incorporação de fontes renováveis (face aos anteriores 32%) no consumo final de energia para a União Europeia (UE), mantendo-a obrigatória ao nível co conjunto dos países da EU”, sublinhou Pedro Amaral Jorge, presidente da Direcção da APREN.

São 14 peças legislativas para permitir o alargamento da meta de redução de GEE de 40% para 55%, oficializado em dezembro de 2020. Seguem-se agora vários meses de discussão entre os estados-membros.

“Destacamos também, nesse sentido, a revisão da Diretiva das Energias Renováveis II (RED II), que, para além da nova meta, estabelece importantes melhorias ao nível do enquadramento das garantias de origem e dos PPAs, a imposição de novas regras para o regime do comércio de licenças de emissão da EU (EU-ETS), com um alargamento do seu âmbito ao transporte marítimo e a criação de um sistema ETS paralelo e independente para o sector dos edifícios e da mobilidade rodoviária. Embora haja sempre espaço para melhorar e aumentar a ambição para a redução de emissões, a Europa está agora num caminho melhor em direção à neutralidade carbónica”, reforçou Pedro Amaral Jorge.

O pacote “Fit For 55%” inclui, para além da revisão da RED II e da EU-ETS, a reformulação de várias peças legislativas que estavam desenhadas para dar cumprimento à meta anteriormente definida de redução das emissões de GEE, nomeadamente: Regulamento de Partilha de Esforços, Diretiva da Tributação da Energia (EED) e a Diretiva da Infraestrutura para Combustíveis Alternativos. Inclui ainda novas peças, das quais a APREN destaca o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM).

Ao nível da revisão da RED II, destaca-se então a nova meta de incorporação de 40% de fontes renováveis na energia final consumida, em comparação com a anterior de 32%. A meta é obrigatória ao nível do conjunto dos países da União Europeia, sendo ainda complementada com a definição das contribuições indicativas para cada estado-membro necessárias ao seu cumprimento. É definida também uma meta obrigatória ao nível do Aquecimento & Arrefecimento, que exige que os estados-membros aumentem, anualmente, em 1,1% a incorporação de fontes de energia renovável neste sector. Será também introduzida uma nova meta que prevê a redução em 13% de intensidade de emissões de GEE no sector dos transportes até 2030, bem como um novo benchmark de pelo menos 49% de incorporação renovável nos edifícios.

Relativamente ao hidrogénio, a nova proposta da directiva estende o sistema de certificação europeu para combustíveis renováveis, para que este passe a abrangê-lo. É também definida uma meta de 50% de incorporação renovável no consumo de hidrogénio para a indústria e de 2,6% de RFNBOs (Renewable Fuels on Non Biological Origin – combustíveis renováveis de origem não biológica) nos transportes, dos quais se inclui o hidrogénio verde.
No que concerne os processos de licenciamento de centrais de produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, e por forma a colmatar a complexidade e morosidade dos processos administrativos, a CE irá definir novas regras para o licenciamento em linha com resultados reportados pelos EM nos seus relatórios de progresso para 2023, que devem incluir medidas de otimização dos processos administrativos.
Por outro lado, e relativamente à EED, destaca-se a nova meta de eficiência energética de 36-39% para redução do consumo de energia final e primária, em comparação com os anteriores 32,5%. Esta meta, anteriormente indicativa, passa a obrigatória ao nível da do conjunto dos países da UE.

Sobre a revisão do EU-ETS, destaca-se que os sectores abrangidos devem reduzir as suas emissões de GEE em 61% em comparação com valores de 2005. Nesse sentido, o limite máximo de emissões anuais será reduzido em linha com a nova ambição.

Será também criado um EU-ETS paralelo e independente do actual, dedicado aos sectores dos transportes rodoviários e dos edifícios, a aplicar a partir de 2026. O sistema será dedicado aos fornecedores de combustível a montante, colocando a responsabilidade sobre os produtores de combustível para cumprir o sistema, em vez de se traduzir num envolvimento direto por parte do consumidor final.

Foi também revista a AFID, que estabelece metas obrigatórias para instalação de infraestruturas de abastecimento e carregamento de energéticos renováveis, para apoiar a penetração de veículos menos poluentes e o crescimento contínuo deste mercado, que apresenta oportunidades extraordinárias para a indústria automóvel da UE. Para o carregamento eléctrico, estabelece-se uma distância máxima entre carregadores de 60 km e para os postos de abastecimento de hidrogénio, esta distância assume os 150 km, a implementar nas principais autoestradas.

No que toca ao novo CBAM (Carbon Border Adjustment Mechanism), a proposta envolve a aplicação do mesmo preço de carbono para produtos importados e para produtos domésticos. A sua implementação será faseada, e irá incidir inicialmente em apenas alguns produtos importados – aço, alumínio, cimento, fertilizantes e eletricidade – e traduzir-se-á num mecanismo simplificado ao início, para possibilitar uma suave transição. Nos setores abrangidos, haverá um phase-out gradual das licenças gratuitas, alinhado com um phase-in também gradual do CBAM.

A APREN referiu ainda que o principal obstáculo para uma rápida expansão da centrais de produção de electricidade a partir de energias renováveis permanece: regras e procedimentos complexos para permitir o cumprimento das metas, agora ainda mais ambiciosas. Apelando a uma maior assertividade, a APREN apela “à Comissão Europeia e aos Estados-Membros que trabalhem em estreita colaboração para reforçar a simplificação das regras e procedimentos de licenciamento”.

O pacote “Fit for 55%” será agora discutido no Parlamento Europeu e no Conselho da União Europeia na fase de negociação em trílogo, processo que deverá demorar vários meses e que encerra com a publicação oficial das peças legislativas, já acordadas entre as partes.

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CCDR apresenta bases algarvias do Plano Ferroviário

No ano assinalado como Ano Ferroviário Europeu avança o debate sobre o Plano Ferroviário Nacional (PFN), um instrumento que irá definir a rede ferroviária de interesse nacional e internacional

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*A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve, em parceria com o Gabinete do Ministro das Infraestruturas e Habitação e com o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT), promove na próxima segunda feira, dia 19 de julho, pelas 15 horas, uma sessão de apresentação das bases do Plano Nacional Ferroviário.

O sector dos transportes representa 25% das emissões de gases com efeito de estufa da União Europeia, enquanto o transporte ferroviário é responsável por apenas 0,4% dessas emissões. O sector dos caminhos-de-ferro é, em grande parte, electrificado, tendo sido o único modo de transporte a reduzir consideravelmente as suas emissões desde 1990. Este sector também pode desempenhar um papel significativo no âmbito do turismo sustentável.

No Algarve, as Infraestruturas de Portugal têm previsto para este ano de 2021 a adjudicação da electrificação da Linha do Algarve, no âmbito do Programa Ferrovia 2020.

No ano assinalado como Ano Ferroviário Europeu avança o debate sobre o Plano Ferroviário Nacional (PFN), um instrumento que irá definir a rede ferroviária de interesse nacional e internacional. Com este plano, pretende-se conferir estabilidade e previsibilidade ao planeamento da rede ferroviária para um horizonte de médio e longo prazo. A adopção de um Plano Ferroviário Nacional está prevista no programa do XXII Governo Constitucional, que também estabelece como objectivos levar a ferrovia a todas as capitais de distrito, reduzir o tempo de viagem entre Lisboa e Porto e promover melhores ligações da rede ferroviária às infraestruturas portuárias e
aeroportuárias. Além desses, o PFN deverá assegurar uma cobertura adequada do território e a ligação dos centros urbanos mais relevantes, bem como as ligações transfronteiriças ibéricas e a integração na rede transeuropeia. Deverá ainda garantir a integração do modo ferroviário nas principais cadeias logísticas nacionais e internacionais.

Na Estratégia de Desenvolvimento Regional – Algarve 2030 destacam-se como muito relevantes a melhoria das ligações modais intrarregionais, em particular na ligação ao aeroporto internacional de Faro, bem como o desenvolvimento do estudo de ligação a Andaluzia, posição partilhada e recentemente reiterada por ambas as regiões através de manifesto assinado por associações empresariais e autarcas.

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Quadrante integra consórcio do projecto da Mina da Lagoa Salgada

O projecto da Lagoa Salgada prevê a extracção de minério através de métodos subterrâneos, com posterior enchimento dos vazios criados com os rejeitados da própria operação

Ricardo Batista

A Quadrante, em consórcio, é responsável pela Análise de Lacunas (Gap Analysis), Estudo Comparativo de Soluções (Trade-off Study) e Avaliação Económica Preliminar (Preliminary Economic Assessment – PEA) do projecto de extracção e beneficiação de minérios da Mina Subterrânea da Lagoa Salgada. O projecto localiza-se na extremidade Noroeste da Faixa Piritosa Ibérica (FPI), que é uma das faixas mineralizadas hospedando a maior concentração de depósitos de sulfuretos maciços no mundo, estendendo-se desde a zona de Alcácer do Sal (Portugal) até Sevilha (Espanha).

Mark Brennan, Executive Chairman da Ascendant congratula-se com o inicio do projecto da Lagoa Salgada, referindo que “a Ascendant acredita que a Quadrante e a IGAN, que irão completar os estudos, estão bem posicionados pela sua experiência em consultoria de engenharia para o sector mineiro e conhecimento local, nomeadamente de trabalho na Faixa Piritosa Ibérica, que lhes permite desenvolver os melhores cenários considerando os actuais recursos da Mina da Lagoa Salgada.”

“A exploração dos recursos existentes na Mina é essencial para os esforços globais de transição energética, contribuindo para a produção de veículos eléctricos e outros equipamentos necessários para maximizar o aproveitamento das energias renováveis”, explica Nuno Martins, responsável pela área de Industria e Energia da Quadrante, acrescentando que “um dos pilares estratégicos do Grupo é a Sustentabilidade, pelo que procuramos desde a nossa fundação que as soluções que projectamos garantam a maximização dos recursos dos nossos clientes, seja numa vertente económica, social ou ambiental.”

O projecto da Lagoa Salgada prevê a extracção de minério através de métodos subterrâneos, com posterior enchimento dos vazios criados com os rejeitados da própria operação. O minério extraído é beneficiado numa instalação de processamento de minério (Lavaria). As previsões de produtos finais são concentrados de Zinco, Cobre, Chumbo e estanho, com o Ouro e Prata como subprodutos

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DuPont Sustainable Solutions adquire consultora KKS Advisors

Esta aquisição permitirá à DSS disponibilizar aos seus clientes um conhecimento muito mais profundo, experiência em estratégia e capacidades integradas para desenvolver e implementar os seus planos ESG e de sustentabilidade

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A DuPont Sustainable Solutions (DSS) anunciou que adquiriu uma das principais empresas de consultoria ambiental, social e de governança (ESG) do mundo, a KKS Advisors.

Com esta aquisição, em vigor desde o passado dia 30 de Junho, a DSS adiciona uma nova propriedade intelectual (IP) ao seu portfólio de serviços, bem como metodologias, ferramentas e recursos ESG e sustentabilidade eficazes. Esta nova aquisição, combinada com a vasta experiência da DSS em riscos operacionais, desenvolvimento de competências, análise de dados e tecnologia digital, permitirá que a DSS disponibilize aos seus clientes soluções integradas de transformação mais fortes, complexas e impactantes.

“Na DSS, entendemos que a gestão de riscos e a melhoria operacional estão fortemente ligadas à sustentabilidade e ao impacto social”, disse Davide Vassallo, CEO da DuPont Sustainable Solutions. “Neste sentido, a aquisição da KKS Advisors permitirá à DSS disponibilizar aos seus clientes um conhecimento muito mais profundo, experiência em estratégia e capacidades integradas para desenvolver e implementar os seus planos ESG e de sustentabilidade com o objectivo fundamental de garantir o sucesso na protecção das suas equipas de trabalho, melhorar as suas operações e garantir um futuro sustentável”.

Esta aquisição traz para a DSS uma equipa sénior de consultores com experiência em mais de uma centena de projectos de consultoria ESG, incluindo o próprio cofundador da KKS Advisors, George Serafeim e o professor de Administração de Empresas na Harvard Business School, Charles M. Williams.

“A DSS é líder mundial na criação de espaços de trabalho mais seguros, minimizando riscos e alcançando a excelência operacional”, reconheceu Serafeim. “A KKS Advisors trabalhará conjuntamente com a DSS para apoiar os seus clientes a incorporar a ESG nos seus modelos de negócio e contribuir para um futuro mais sustentável.”

A diversificada equipa global de experientes consultores séniores da KKS Advisors está sedeada em Boston, Massachusetts, Londres, Inglaterra e Atenas. Com a incorporação dos consultores KKS Advisors, a DSS expande a sua equipa de profissionais de renome para mais de mil, com capacidade para oferecer um serviço completo e optimizado ao seu extenso portfólio de clientes internacionais. Os colaboradores da KKS Advisors continuarão a realizar as suas actividades nas suas localizações actuais. A KKS Advisors irá manter o seu nome e marca após a aquisição.

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Renováveis: Efacec com dois novos projectos em Mogadouro e Mina Tó

Em Mogadouro serão instalados 120 mil painéis fotovoltaicos, o seu maior projecto de sempre em território nacional, e em Mina Tó mais 43 mil painéis fotovoltaicos

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A Efacec foi a empresa escolhida pela Smartenergy e pela Edisun Power para a instalação de mais de 120 mil painéis fotovoltaicos em Mogadouro, constituindo o seu maior projecto de sempre na área do solar fotovoltaico em território nacional. Além disso, a empresa vai também instalar 43 mil painéis fotovoltaicos em Mina Tó.

A Central Fotovoltaica em Mogadouro, com 49MW é a maior central solar PV de região Norte de Portugal e é composta por 250 inversores, oito postos de transformação e uma capacidade de produção anual de 80.000MWh e foi instalada numa área de 65 hectares, tendo sido ligada, em tempo recorde, à rede eléctrica nacional e com capacidade para fornecer energia a cerca de 20 mil habitações, evitando a emissão de 31 mil toneladas de CO2 por ano.

Ainda em execução, a central em Mina Tó, está instalada numa área de 56 hectares e será ligada à rede eléctrica nacional no primeiro semestre de 2022, tendo capacidade para fornecer energia a perto de 11 mil habitações e evitando a emissão de 17 mil toneladas de CO2 por ano. A infraestrutura é constituída por três postos de transformação, 93 inversores solares e mais de 43 mil painéis fotovoltaicos, cada um com uma potência de 540/545Wp, que se fossem colocados verticalmente e justapostos equivaleriam a uma extensão de 86km (a distância entre Porto e Mealhada pela A1).

“São dois projetos âncora em Trás-os-Montes que têm na base a aplicação de soluções inovadoras, assumindo uma forte relevância uma vez que potenciam a produção de energia renovável e sustentável, permitindo reduzir a pegada ecológica”, afirma Ângelo Ramalho, chairman e CEO da Efacec.

Nas duas centrais a Efacec foi responsável pela concepção, procurement, instalação e colocação ao serviço das Centrais. Em Mogadouro associada a uma subestação privada de 42MVA a 30/60kV e linha aérea de 60kV, que faz a interligação com a rede eléctrica nacional, com potência máxima de 49MWp, pode injectar na rede até 42MVA. Enquanto na Mina Tó tem a subestação privada de 18MVA a 30/60kV e linha aérea de 60kV, que faz a interligação com a rede eléctrica nacional. A Central, com potência máxima de 23,4MWp, pode injectar na rede até 18MVA. Em ambos os projectos, foi implementada uma solução descentralizada, desenvolvida de acordo com o novo regulamento da ligação de geradores às redes da União Europeia.

A Efacec desenvolve soluções para sistemas solares fotovoltaicos, incluindo autoconsumo, sistemas híbridos e instalações fotovoltaicas de grande escala, em regime chave na mão, posicionando-se como player principal no sector de energia, com cerca de 400 MW instalados em todo o mundo e cerca de 200 MW em O&M.

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Schneider Electric vence prémio Parceiro “Sustainability Changemaker” 2021

Galardão, atribuído pela Microsoft, reconhece o impacto que a empresa tem tido na definição e consecução das metas de descarbonização dos seus clientes

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O prémio Parceiro “Sustainability Changemaker” do Ano 2021, reconhecido anualmente pela Microsoft, foi atribuído este ano à Schneider Electric, anunciou o a empresa. O galardão reconhece o impacto que a empresa tem tido na definição e consecução das metas de descarbonização dos seus clientes, utilizando as suas soluções de software de referência EcoStruxure, que são alicerçadas por tecnologia Microsoft.

No período 2018-2020, a Schneider Electric ajudou os seus clientes a poupar 134 milhões de toneladas de emissões de CO2; e atingiu entretanto, no final do primeiro trimestre de 2021, uma poupança de 276 milhões de toneladas. No início do ano, o Grupo foi considerado pela Corporate Knights como “a empresa mais sustentável do mundo”, ajudando outras empresas a preencher a lacuna entre a definição e consequente conquista de metas relativas às alterações climáticas. Utilizando o seu portefólio de soluções EcoStruxure, que são alimentadas pela evolução mais avançada do Microsoft Azure, a Schneider Electric apoia as organizações na definição, consecução, medição e reporting de objectivos de descarbonização com base na ciência, com um impacto positivo nos resultados.

“Vencer o prémio Parceiro ‘Sustainability Changemaker’ do Ano 2021 da Microsoft é um grande reconhecimento do trabalho que estamos a fazer juntos para deter as alterações climáticas. Esta é uma relação muito apreciada e, no futuro, vamos trabalhar na implementação de uma inovação criada e vendida em conjunto, o EcoStruxure Traceability Advisor. Esta solução ajudará os nossos clientes em comum a conectar o grande volume de dados ao longo da sua cadeia de valor, para construírem uma cadeia de distribuição resiliente e rastreável 360º,” afirmou Philippe Delorme, executive vice-president, Energy Management da Schneider Electric. “Sendo a empresa mais sustentável do mundo para a Corporate Knights, sabemos que o futuro é verde, inteligente, focado nas pessoas e alimentado por energia renovável. Sentimo-nos gratos por os nossos parceiros partilharem a nossa missão à medida que continuamos a expandir a nossa oferta de produtos e a reforçar a nossa relação de 30 anos com a Microsoft, no sentido de construirmos juntos um futuro sustentável.”

Entre os clientes que a Schneider Electric e a Microsoft ajudaram em conjunto inclui-se a JLL, um dos maiores proprietários de património imobiliário do mundo. A JLL definiu compromissos ambiciosos para reduzir a sua pegada de carbono e obter dados accionáveis de energia e sustentabilidade em todo o seu portefólio de investimento.

Juntamente com este prémio, a Schneider Electric foi também reconhecida pela Microsoft pelo desenvolvimento de uma estratégia abrangente de gestão de energia e sustentabilidade para a Blackstone, uma das maiores empresas de capital privado do mundo. A Schneider Electric implementou a sua solução de referência de software ESG, o EcoStruxure Resource Advisor, para captar e normalizar dados de energia e utilities em todos os níveis do portefólio da Blackstone, desde localizações individuais a secções regionais.

Com mais de 15 anos de liderança em sustentabilidade, a Schneider Electric também se comprometeu a alcançar a neutralidade carbónica em toda a sua cadeia de valor até 2050 e, no início deste ano, implementou o seu Projecto Zero Carbon, um ambicioso novo programa concebido para ajudar os seus principais 1.000 fornecedores a reduzir as suas emissões em 50% até 2025.

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Simpósio Luso-Alemão de Energia apresenta soluções de energia renováveis na indústria

XXIII Simpósio Luso-Alemão de Energia, vai realizar-se no próximo dia 6 de Julho, a partir das 9 horas, com transmissão online

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A Câmara do Comércio e Indústria Luso-Alemã (CCILA- Portugal) vai realizar o XXIII Simpósio Luso-Alemão de Energia no próximo dia 6 de Julho de 2021, a partir das 9 horas por via digital. Subordinado ao tema “Eficiência Energética, incluindo Energias Renováveis, na Indústria”, o evento vai reunir especialistas dos dois países que irão partilhar os mais recentes desenvolvimentos, novidades e projectos em matéria de eficiência energética e energias renováveis para o sector da indústria na Alemanha e em Portugal. Neste âmbito, oito empresas alemãs fornecedoras de equipamentos e prestadoras de serviços irão apresentar os seus serviços, propostas e soluções inovadoras bem como possíveis domínios de cooperação com empresas portuguesas.

O sector industrial em Portugal é responsável por aproximadamente 27% do consumo energético a nível nacional e é o maior consumidor de energia eléctrica do País, totalizando aproximadamente 35% do consumo. Existe, portanto, grande potencial para a implementação de medidas de eficiência energética e para o uso de energias renováveis.

A Alemanha, por sua vez, reúne um vasto conhecimento neste sector e apresenta diversas propostas para a área da eficiência energética, incluindo energias renováveis, na indústria, que poderão contribuir para a resolução dos respectivos desafios e proporcionar parcerias bilaterais.

Há mais de 15 anos que a Câmara Luso-Alemã promove as parcerias de negócio entre empresas portuguesas e alemãs no sector das energias renováveis e eficiência energética, com vários casos de sucesso a comprovar o benefício destas parcerias para ambas as partes envolvidas.

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Tecnoplano assume gestão e assessoria técnica da nova sede da Câmara de Oeiras

Além da gestão da construção, a empresa será responsável pelo reporte periódico de progresso ao cliente e pelo controlo e monitorização da programação de tempo, recursos e custos

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Oeiras vai receber um novo edifício sede da autarquia, que pretende melhorar a vida do município. A obra já arrancou, com o lançamento da primeira pedra no dia 7 de Junho, e a Tecnoplano, empresa portuguesa de consultoria e gestão de projectos de engenharia, é a responsável pela gestão da construção durante a fase da empreitada, pelo reporte periódico de progresso ao cliente e, ainda, pelo controlo e monitorização da programação de tempo, recursos e custos, daquele que será o futuro Fórum Municipal.

Com um investimento de cerca de 45 milhões de euros, este novo Fórum, que funcionará como novo edifício sede da autarquia de Oeiras, terá uma dimensão total de aproximadamente 45.500 metros quadrados.

A torre de 15 pisos será subdividida em dois volumes distintos, dispostos na vertical: um corpo inferior com quatro pisos, de acesso público e contendo as funções de atendimento e de representação municipal; e um volume superior com os restantes onze pisos, de acesso condicionado, destinados aos serviços e executivo camarário. De referir que o edifício dispõe de três pisos inferiores para estacionamento automóvel, com 741 lugares de estacionamento.

De acordo com Bernardo Matos de Pinho, presidente do conselho de administração da Tecnoplano, “este será um marco de inovação e progresso, que vem garantir uma nova vida e centralidade ao município de Oeiras, minimizando algumas das suas barreiras estruturais, principalmente ao nível de tráfego urbano e sistemas locais de transportes públicos. Ao assumirmos a gestão e coordenação de um projecto como este, recorrendo ao formato BIM (Building Information Modeling), reiteramos o nosso compromisso na contribuição para um sector da construção mais moderno e virado para a Indústria 4.0, e consequentemente garantindo a melhor qualidade e eficiência ao longo da sua construção. Com este novo equipamento contamos contribuir para aumentar a notoriedade e atratividade desta zona urbana.”

O projecto, desenhado pelo atelier Sua Kay Arquitectos,  e cuja construção será realizada em consórcio pela Acciona-Tecnovia, vai ainda contemplar espaços exteriores integrados com a envolvente, em particular com o Parque dos Poetas, importante espaço lúdico do concelho. A sua conclusão está prevista para a Primavera de 2023.

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