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Architects on Business de volta à Tektónica

Queremos fazer valer os actos de Arquitectura, nos seus diversos modos de exercício”, refere a Ordem dos Arquitectos, a propósito do espaço

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Luís Ferreira Alves (1938-2022)
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De 16 a 19 de Maio, no âmbito da Feira Tektónica 2018, volta ao certame a 6ª edição do espaço “Architects on Business”. Com o patrocínio da Amorim Isolamentos e da GYPTEC Ibérica, a iniciativa tem como objectivo, divulgar o trabalho dos arquitectos e oferece aos membros da Ordem a possibilidade de depositar documentação impressa – flyers, cartões de visita, um portfólio, um cartaz – durante o funcionamento da Feira Tektónica 2018.

“A arquitectura é uma actividade pública, que respeita lógicas ambientais e de sustentabilidade e que marca o quadro urbano, a paisagem, o território onde vivemos, mas o exercício da arquitectura é mal conhecido pelo público e pelos empresários da construção. Os serviços do arquitecto trazem qualidade ao produto final. Queremos fazer valer os actos de Arquitectura, nos seus diversos modos de exercício”, refere a Ordem dos Arquitectos, a propósito do espaço.

Para participar, os arquitectos devem manifestar o seu interesse através do preenchimento da ficha de inscrição.

 

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Concurso Internacional de Arquitectura Saint-Gobain 2023 terá Lisboa como alvo

A Saint-Gobain apresentou hoje em Lisboa a 18ª edição do concurso “International Saint-Gobain Architecture Student Contest”. Lisboa é a cidade escolhida para acolher o desafio de projecto arquitectónico a propor aos concorrentes na fase final do concurso

(Créditos Imagens: Carlos Morais da Silva/DMCom/CML)

O evento de apresentação contou com a presença do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, com José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal, e com uma mesa-redonda de personalidades ligadas à arquitectura, à Saint-Gobain e à Câmara Municipal de Lisboa.

A competição assenta na realização de um projecto concreto realizado por equipas de estudantes de todo o mundo, idealizado para um terreno real, incluído no Plano de Pormenor do Aterro da Boavista, perto do Ascensor da Bica. O desafio colocado aos concorrentes tem como premissa global a sustentabilidade dos edifícios projectados e a criação de condições de bem-estar para os utilizadores, com impacto nas pessoas e no planeta.

“Seguindo os passos da Nova Bauhaus Europeia, tão estimulada pela Presidente da Comissão Europeia, este concurso dirigido aos estudantes de arquitectura liga vectores que nos são muito caros: a ciência e tecnologia à arte e cultura, a mistura da tradição com a modernidade, pensando novos usos para velhos espaços abandonados. Mais do que estudantes, os concorrentes serão inovadores que poderão deixar a sua marca em Lisboa”, sublinhou Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Apresentação Concurso Arquitectura

O concurso está dividido em duas fases: uma primeira fase nacional, em que cada país selecciona o projecto que o irá representar na fase internacional. “Em 2023, a fase internacional terá lugar em Portugal, e não podemos estar mais satisfeitos por Lisboa ser a cidade escolhida para acolher esta 18ª Edição. Contamos desde o início com o inestimável contributo da Câmara Municipal de Lisboa para tornar este evento possível e estamos certos de que estes projectos arquitectónicos alicerçados na sustentabilidade, ajudarão também a pensar socialmente e culturalmente a cidade”, referiu José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal.

A competição internacional essencialmente dedicada a estudantes de arquitectura, design e engenharia foi concebida para destacar os conhecimentos dos estudantes em torno de um projecto baseado nas reais necessidades da cidade, usando a abordagem de construção sustentável da Saint-Gobain para criar espaços para a comunidade que respeitem o planeta e o bem-estar dos residentes.

A proposta vencedora receberá um prémio monetário e a publicação em meios especializados de arquitectura. A selecção da equipa vencedora será feita por um Júri Internacional, bem como a atribuição de outros prémios secundários, para os quais haverá também o contributo do universo dos estudantes finalistas participantes. Todos os premiados receberão amplo destaque nos meios próprios do Grupo Saint-Gobain.

Espera-se que a fase internacional desta edição possa acolher cerca de 100 estudantes, de 50 universidades de outros tantos países, estimando-se ainda acolher na fase nacional, em Portugal, propostas de várias escolas de arquitectura espalhadas pelo país. O vencedor será anunciado em Junho de 2023, na cidade de Lisboa.

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AGI apresenta nova marca para o sector da construção no ARCHI SUMMIT 2022

A empresa apresenta a nova marca do seu portfólio de marcas de materiais de construção: a SKALA uma solução de painéis fotovoltaicos para revestimento de fachada vencedora de prémios internacionais de design de produto

(Crédito de imagem: SKALA – Sara Kulturhus – Foto Jonas Westlin)

AGI irá marcar presença na 6ª edição do Archi Summit 2022, que decorre entre os dias 13 a 15 de Julho, no Palácio Ford – Porto. Um evento de formato singular e que contará com a presença de prestigiados arquitectos nacionais e Internacionais para conduzirem conferências inspiradoras para o sector da construção.

Nesta edição do Archi Summit, a AGI aposta na divulgação de uma nova marca que integra agora o portfólio de marcas de materiais de construção: a SKALA. Esta é uma solução de painéis fotovoltaicos para revestimento de fachadas, que define completamente novos padrões para soluções estéticas de fachadas solares.

SKALA está homologada para uso em fachadas com cargas de vento de até 100 metros de altura. Vencedora de vários prémios de design de produto, teve um novo marco no campo de elementos de revestimento para fachadas geradoras de electricidade “Made in Germany”. Em 2015, o módulo fotovoltaico sem moldura com o sistema de montagem oculto já foi pioneiro, com um padrão completamente novo para módulos de fachada solar, como o primeiro módulo de vidro laminado colado, na sua classe, a receber a aprovação geral alemã de construção (abZ).

Esta nova marca será apresentada em conjunto com os já conhecidos painéis fenólicos Fundermax. Desde 2016 que a AGI é distribuidor para Portugal do produto Max Exterior. Max Exterior é um produto de construção de alta qualidade que se utiliza especialmente para revestimentos de fachadas e varandas. Os painéis fenólicos Fundermax permitem uma personalização total das fachadas. É possível transformar ideias em painéis de grande formato e atribuir carácter aos edifícios com desenhos exclusivos.

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JPS GROUP ganha prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias

A promotora foi premiada na categoria de “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, já o seu empreendimento SKYCITY foi galardoado “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”

A JPS GROUP ganhou o prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias, incluindo “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, e para o empreendimento SKYCITY “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”.

O objectivo destes prémios é reconhecer a excelência em toda a gama dos sectores da indústria e manter os mais altos padrões na indústria imobiliária em todo o mundo.

O comité de organização do Luxury Lifestyle Awards, após um processo de pesquisa e selecção, distinguiu a JPS GROUP como “uma das melhores promotoras no mercado imobiliário em Portugal” e reconheceu a sua “reputação impecável” e o “desempenho profissional” neste mercado. Segundo o júri deste prémio internacional, a JPS GROUP alcançou um resultado impressionante ao ganhar quatro prémios e vê agora o seu trabalho reconhecido.

O empreendimento SKYCITY, um dos maiores projectos do portfólio da JPS GROUP em construção em Portugal, foi distinguido pelo júri deste prémio em 3 notáveis categorias. Desenvolvido sobre um conceito de excelência, o SKYCITY propõe a integração da arquitectura e do design na natureza como linha de força que preside à sua concepção estratégica.

Localizado na Serra de Carnaxide, o SKYCITY é composto por 47 moradias isoladas, 50 moradias em banda, 16 moradias geminadas, 250 apartamentos e 24 espaços comerciais. Cada espaço foi criteriosamente pensado para tirar o máximo proveito da paisagem, de rio, mar e serra. Com preços altamente competitivos, condições únicas de aquisição e uma envolvente que contempla o rio, mar e serra, sem nunca se afastar das zonas nobres da cidade de Lisboa, o SKYCITY é um condomínio residencial de luxo que tem todas as comodidades necessárias.

“Não podíamos estar mais orgulhosos de termos sido seleccionados não só para um, mas para os quatro prémios Luxury Lifestyle Awards 2022. A equipa da JPS GROUP dedicou-se completamente ao SKYCITY, apesar de todas as adversidades com que nos deparamos, inclusivamente a pandemia entre outras questões, e temos prestado atenção a todos os detalhes para fazer do SKYCITY o empreendimento de prestígio em que se tornou. Queremos agradecer aos especialistas da Luxury Lifestyle Awards por nos reconhecerem pelo nosso grande esforço e dedicação que colocamos neste projecto, assim como à JPS Group como um todo”, afirma João Sousa, CEO da JPS GROUP.

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Primeira loja física da Google, com mobiliário de cortiça, galardoada nos NYCxDESIGN Awards

O projecto, desenvolvido pelo gabinete de arquitectura nova-iorquino Reddymade, venceu a categoria Impacto Ambiental. As peças, produzidas em cortiça fornecida pela Corticeira Amorim foram concebidas pelo também designer
americano Daniel Michalik

(Créditos de foto:Paul Warchol Red)

A primeira loja física da Google em todo o mundo, cujo mobiliário é feito integralmente em cortiça portuguesa, foi galardoada nos NYCxDESIGN Awards 2022 ao vencer a categoria de Impacto Ambiental. Integradas no projecto desenvolvido pelo gabinete de arquitectura nova-iorquino Reddymade, as peças em cortiça foram desenhadas, concebidas e produzidas pelo também designer americano Daniel Michalik. Beleza, carácter e sustentabilidade foram algumas das premissas para a escolha da cortiça da Corticeira Amorim para equipar o novo espaço comercial do gigante tecnológico em Nova Iorque que cruza, assim, natureza, inovação, história, indústria e cultura.

Alcançar o status LEED Platinum, a certificação mais alta possível dentro do sistema de classificação de edifícios verdes «Liderança em Energia e Design Sustentável», era um dos propósitos basilares da Google. Nesse pressuposto, a opção pela cortiça, um dos materiais mais sustentáveis à face da terra, com características singulares em termos de retenção de CO2 e detentor de um inesgotável potencial de práticas circulares surgiu como uma preferência natural. Além do mais, a cortiça é leve, versátil, resiliente, suave ao toque e visualmente apelativa.

Um conjunto de mais valias ao qual Daniel Michalik junta o facto da cortiça revelar-se como «uma folha em branco, onde os clientes poderão eventualmente projectar as suas ideias, conceitos e experiências do material, interagindo num único espaço. Depois, e para além então da multiplicidade de atributos em matéria de sustentabilidade, a cortiça – sublinha o igualmente professor da Parsons School of Design – é uma matéria-prima saudável. Isto na perspetiva do sistema natural de saúde, na perspectiva do salário justo pago pelo trabalho e, finalmente, na perspectiva da saúde de quem utiliza objectos de cortiça».

Sofás, poltronas, estantes, cadeiras, balcões, bancos de bar e mesas de centro foram apenas algumas das peças de mobiliário criadas exclusivamente para a loja da Google em Nova Iorque. Uma coleção que inclui ainda objetos para um espaço infantil como camas, escrivaninhas e mesinhas de cabeceira. Tudo soluções funcionais em grande escala que combinam a cortiça nacional com o carvalho branco americano.

Uma aliança caucionada pela Amorim Cork Composites (ACC), a unidade de negócio da Corticeira Amorim que desenvolve produtos, soluções e aplicações para algumas das atividades mais sofisticadas do mundo, como serão exemplos as indústrias aeroespacial, automóvel, construção, desporto, energia ou design, e fornecedora da matéria-prima para este projecto na «Big Apple». De resto, a estreita cooperação entre a Amorim Cork Composites e Daniel Michalik tem um histórico que assenta, nas palavras do designer nova-iorquino, «no comprometimento da empresa com a inovação, na visão de futuro para o potencial de aplicações da cortiça em design, construção e arquitectura, e no profundo respeito pela cultura, história e sabedoria incorporadas na fileira da cortiça. A liderança mundial, a vanguarda na sustentabilidade e as preocupações humanas na indústria» contribuem também para cimentar a relação iniciada no dealbar do século XXI.

ACC Design Studio, o ponto de encontro da cortiça com a criatividade

Aliás, fomentar este género de colaboração é um dos primordiais intuitos do ACC Design Studio, uma infraestrutura que funciona como ponto de encontro da cortiça com a criatividade. Desenvolvimento de novos conceitos, acompanhamento e suporte técnico de projectos e formação e partilha de conhecimento elegem-se como os esteios que presidiram à fundação do ACC Design Studio. Um local onde uma equipa multidisciplinar, especializada e profissional estuda processos, investiga fórmulas e explora tecnologias sempre com o objectivo de potenciar ao máximo os inúmeros atributos da cortiça.

Os NYCxDESIGN Awards homenageiam o talento dos designers, arquitectos, artesãos, fazedores e fabricantes da cidade de Nova Iorque. A ideia é distinguir os seus produtos, projectos e concepções. A 7ª edição dos NYCxDESIGN Awards reuniu mais de 500 profissionais.

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BMA Group revê em alta crescimento em Portugal e prevê triplicar as vendas em 2022

Empresa especializada em Design & Construção de Espaços de Escritório, que facturou o seu primeiro milhão de euros em Portugal no final de 2021 prevê triplicar as vendas neste segundo ano de actividade no mercado nacional

A BMA Group, empresa especializada em Design & Construção de Espaços de Escritório, com mais de 16 anos de experiência em Paris e a caminho do segundo ano de operação em Portugal, avançou no início do ano que 2022 representaria um ano de forte consolidação, com uma expectativa de crescimento de facturação acima de 65%, comparativamente a 2021. No primeiro ano de actividade em Portuga a empresa registou uma facturação de um milhão de euros. A meio do segundo ano de trabalho no mercado a BMA Group reviu em alta as suas previsões para este ano, com a expectativa de triplicar as vendas.

“A nossa presença no mercado português tinha tudo para ser um sucesso a médio e longo prazo. Por isso estamos muito satisfeitos por conseguirmos em tão pouco espaço de tempo uma notoriedade tão interessante e resultados acima das nossas melhores expectativas” refere Carlos Martins, Chairman da BMA Group Paris.

Uma “equipa experiente, o sucesso e a satisfação dos clientes com os projectos realizados, bem como a dinamização das ferramentas de comunicação digitais, têm acelerado a notoriedade da empresa”, assim como a participação em novos projectos.

“Acreditamos que a BMA Group Lisboa tem assumido um papel fundamental na reconfiguração dos espaços de trabalho dos nossos clientes. Demonstrámos que é possível contar com um empreiteiro geral que domina toda a cadeia de desenvolvimento, integrando todos os serviços para oferecer uma solução chave-na-mão, através de uma proposta acessível em termos de investimento”, refere Hugo Braz, Managing Partner da empresa.

Ainda este ano a BMA Group Lisboa pretende reforçar a equipa, duplicando o número de colaboradores.

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Schindler compromete-se a alcançar zero emissões de gases de efeito de estufa até 2040

Os objectivos de redução de emissões da empresa baseiam-se em critérios científicos que foram aprovados pela iniciativa Science Based Targets (SBTi)

“Este é o momento de aceitar o papel crucial que empresas como a nossa têm de ter no cuidado com o meio ambiente, adoptando, nesse sentido, medidas decisivas”, referiu o Presidente e CEO do Grupo Schindler, Silvio Napoli. “Queremos acelerar a transição para um futuro com baixas emissões de carbono e para isso assumimos alguns dos compromissos mais ambiciosos da nossa indústria a este respeito”, acrescentou.

O SBTi aprovou os objectivos de Schindler a curto e longo prazo. A meta estabelecida para o ano de 2030 envolve uma redução de 50% nas emissões de gases com efeito de estufa das suas actividades, com base nos dados de 2020. Isto inclui emissões directas, conhecidas como emissões de âmbito 1, que no caso da Schindler provêm principalmente da sua frota de veículos, dos edifícios e processos que fazem parte das suas operações. Integram-se aqui também as emissões indirectas, ou emissões Scope 2, que surgem das suas compras de energia e climatização dos espaços. Por fim, a Schindler está também a trabalhar para reduzir as emissões da sua cadeia de valor, âmbito 3, em 42%.

A longo prazo, a Schindler está empenhada em alcançar o objectivo de emissões zero até 2040, através de uma redução de 90% das suas emissões de gases com efeito de estufa, nas três áreas acima mencionadas. Por outro lado, de acordo com os critérios e recomendações feitas pelo SBTi, a empresa de ascensores e escadas rolantes dá prioridade à redução das suas emissões directas, a fim de progredir na descarbonização, tentando ao mesmo tempo, neutralizar as suas emissões residuais.

Os objectivos de redução de emissões com base científica baseiam-se nas últimas investigações que determinam as acções necessárias para alcançar os compromissos do Acordo de Paris, que incluem a limitação do aumento da temperatura global a não mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Se por um lado as acções de curto prazo indicam as medidas que as empresas devem aplicar nos próximos 5 a 10 anos para reduzir o seu impacto ambiental, por outro, as de longo prazo indicam o nível de reduções de emissões que precisam de alcançar para alcançar o desafio de emissões líquidas zero até 2050. Estas metas são desenvolvidas pelas próprias empresas e depois validadas pelo SBTi, numa parceria entre o Carbon Disclosure Project (CDP), o Pacto Global das Nações Unidas (UNGC), o World Resources Institute (WRI) e o World Wide Fund for Nature (WWF).

O anúncio da Schindler sobre esta decisão para o futuro surge em conjunto com a publicação do seu Relatório de Responsabilidade 2021, que detalha a evolução da empresa em relação ao seu Plano de Sustentabilidade para 2022 e também destaca as conclusões da sua última análise de materialidade, que servirá de base para o seu novo plano para 2030.

O relatório serve também para ilustrar as diversas formas como a Schindler trabalha com os seus Clientes, com o intuito de ajudá-los a cumprirem os seus compromissos climáticos, ao mesmo tempo que aponta a forma como a empresa se envolve com outros intervenientes, para conduzir a uma mudança climática significativa. O relatório de 2021 é o décimo Relatório de Responsabilidade Empresarial que a Schindler publicou até à data.

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Teixeira, Pinto & Soares quer chegar aos 100 M€ em três anos

A empresa de engenharia e construção pretende reforçar a sua presença no Porto, Lisboa e Alentejo e “construir alicerces no Algarve” e atingir um volume de negócios anual de 100 milhões de euros até 2025

A Teixeira, Pinto & Soares quer alcançar até 2025 um volume de negócios anual de 100 milhões de euros, através do reforço da actividade no Grande Porto e na Grande Lisboa, Alentejo e Algarve.

Desde 2017, a TPS integra a esfera da Latitude Capital SGPS, SA, constituída para agregar um portfólio de empresas no domínio da engenharia e da construção civil ou em áreas confinantes. Para além da TPS, esta holding gere diversas participações sociais em várias empresas a Década, fundada em 2015, a Debates Cruzados, constituída em 2017, a Terraço Sazonal, criada em 2018, na promoção imobiliária, e a Globaltérmica – Instalações Mecânicas, uma empresa de instalações técnicas especiais, tais como sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), sistemas de desenfumagem, sistemas solares térmicos e fotovoltaicos, instalações hidráulicas e sistemas de gestão técnica centralizada (GTC).

Da carteira de obras em curso fazem parte a construção do Azul Boutique Hotel, um Hotel de 4 estrelas, com 6 pisos, 64 quartos e restaurante, a Willa City, uma unidade de “co-living” de luxo, com espaços partilhados para combater a solidão da geração sénior, ambos os projectos no Porto, a construção do MIA-Portugal, em Coimbra, o primeiro centro de referência no sul da Europa focado no estudo dos processos biológicos do envelhecimento e, em Armamar, o Hotel and Winery na Quinta de Santo António.


(administração TPS)

Nos últimos cinco anos, a empresa de engenharia e construção conquistou projectos de grande visibilidade nacional, na área da reabilitação e adaptação de edifícios. São exemplo disso a remodelação da ala nascente do Convento do Desagravo, a reabilitação do Teatro Luís de Camões, a reabilitação das Escolas Artísticas do Conservatório Nacional de Música e Dança, ou a reconversão da Gare do Arco do Cego, todas elas em Lisboa. A reabilitação do Teatro Garcia de Resendee do Palácio D. Manuel, ambos em Évora, e a reabilitação da Sé Catedral, em Portalegre são algumas das obras realizadas no Alentejo. Já no Porto, a remodelação do Cinema Batalha e o projecto de valorização e reabilitação das Termas Romanas de São Pedro do Sul, integram o portfólio mais a norte.

25 anos em Livro
Para celebrar os 25 anos de actividade a empresa realizou um evento comemorativo onde apresentou um livro histórico a clientes e parceiros, “25 anos TPS – a arte de (re)construir a memória”, editado pela By the Book, e da autoria de Nelson Soares.

“Este livro conta a história de uma empresa de espírito familiar, mas cujo capital humano, organizacional e financeiro transbordam essa esfera, colocando-a no centro das sinergias de um grupo empresarial. É um relato com pormenores que procuram pôr em equação as forças que, desde 1997, concorrem, quer para a formação da identidade da TPS quer para o desenvolvimento da sua actividade”, referiu Bruno Soares, presidente do conselho de administração da TPS (na imagem).

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Aquisições? “Estamos a olhar para o mercado”

“Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão”

Ricardo Batista

Estamos perante a iminência de uma oportunidade perdida? Uma entrada significativa de empresas no mercado nacional com outro tipo de dimensão que possam um espaço que, em situações naturais, poderia ser preenchido por empresas portuguesas?
O facto de estas empreitadas e de estas obras terem, de certa forma, de ser lançadas grandes volumes de obra ao mesmo tempo, porque de outra forma não há hipótese de cumprir os calendários previstos, vai levar grupos internacionais a olharem para o mercado português. E isso não apenas na área do projecto como da construção. Há um outro problema: o sector da consultoria e da engenharia está muito fragmentado. Nós, que somos uma das maiores empresas de projecto de engenharia, mas se nos compararmos com a dimensão das empresas com que temos de ombrear, nomeadamente no mercado externo, estas são 10, 20 ou 100 vezes maiores que a Coba. Se as empresas portuguesas de engenharia se juntassem, iriamos ter uma empresa de média dimensão se comparadas com as grandes internacionais. Isto é um facto. O que poderá acontecer, e já aconteceu com outras empresas, é que o futuro pode trazer-nos alguma apetência dos grandes grupos internacionais para virem às compras. É uma forma fácil e rápida de entrar no mercado. Quanto mais concentração houver, mais prejudicado fica o mercado. Nós temos essa noção, mas são as leis do mercado.

Têm em cima da mesa a hipótese de ganharem dimensão pela aquisição de empresas em Portugal?
Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão. Existem áreas de negócio que nós consideramos, internamente, como novas áreas de actividade, em que temos duas formas de crescer: ou adquirimos empresas com essas competências ou por via de um crescimento orgânico, que seria mais lento. Ambas são hipóteses em cima da mesa. Quando surgir a oportunidade e sempre que identificamos alguma empresa que possa vir a interessar, olharemos para esses casos.

Em que áreas isso poderá acontecer?
Diria que nas áreas ligadas à energia e à transição energética. São áreas com grande potencial. A necessidade que existe nos próximos anos a nível mundial no reforço de toda a área do sector eléctrico é gigantesco. A necessidade de armazenamento de energia, a necessidade de todos os processos e do tipo de processos associados à parte industrial, do hidrogénio, também são fundamentais. A parte dos combustíveis sintéticos…há um novo Mundo que se abriu com esta necessidade de dar resposta à transição energética e que são áreas que são completamente novas para as quais as empresas, nomeadamente a Coba, não tem experiência.

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“Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra”

“Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? “

Ricardo Batista

Ao CONSTRUIR, Fernando Prioste considera que qualquer que seja a decisão do Governo a propósito do Novo Aeroporto, a COBA está disponível para fazer parte da solução.

O CEO da COBA, a quem foi entregue, pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, a realização da Avaliação de Impacte Ambiental do novo aeroporto de Lisboa, previsto para o Montijo, recorda que o processo está em fase de tramitação. “Fomos notificados da adjudicação e estamos a aguardar a assinatura do contrato”, sublinha Fernando Prioste.

Sobre o processo, o ministro Pedro Nuno Santos, que tutela a pasta dos Transportes, manifestou no Parlamento “dúvidas e inquietações” pela escolha da espanhola Ineco, que integra o consórcio com a COBA, para a avaliação ambiental estratégica do Novo Aeroporto de Lisboa. Segundo Fernando Prioste, “a COBA considera que este é um processo político. Não nos cabe a nós opinar sobre a decisão política que está em cima da mesa. Nós escolhemos o parceiro que achámos que teria mais competências para fazer um trabalho de qualidade. Não nos podemos esquecer que o próprio caderno de encargos não permitia a nenhuma empresa portuguesa concorrer sozinha sem parceiros internacionais. Porquê? Porque face às exigências requeridas, nenhuma empresa portuguesa conseguiria cumpri-las. Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? Qualquer solução teria sempre prós e contras. Estamos aqui há 60 anos. Temos toda a idoneidade para fazer um trabalho irrepreensível em termos técnicos e nunca estivemos associados a nenhuma força política. Não seria agora que o faríamos. Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra. Como se percebe, este deixou de ser um problema técnico.

Questionado sobre os ‘apartes’ públicos de quem tutela esta pasta, o CEO da COBA deixa claro: “Somos técnicos, não políticos. Não devo comentar as decisões tomadas por este ou outro Governo. Sabemos que tudo isto não é culpa deste ou do anterior Governo, é um processo que se arrasta há mais de 50 anos para decidir a localização do novo aeroporto de Lisboa. Contudo, é claro para toda a gente, e basta ver os noticiários, que esta decisão é mais do que urgente. Nós estamos cá para trabalhar, qualquer que seja a decisão. Se for para avançar com o Estudo de Avaliação Ambiental Estratégica, melhor. Se não for, também estaremos cá para colocar o nosso conhecimento à disposição das entidades públicas para estudar outras hipóteses”.

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Luís Ferreira Alves (1938-2022)

Entre as obras com as quais colaborou, Luís Ferreira Alves tem alguns dos seus trabalhos publicados nas páginas do Yearbook, publicações produzidas e geridas pela equipa do jornal CONSTRUIR

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Ficará para a eternidade o seu legado, a sua arte, entregue oportunamente à Casa da Arquitectura, mas a perda de alguém, para mais com a dimensão humana e profissional de Luís Ferreira Alves, deixa um vazio imenso.

Luís Ferreira Alves faleceu no passado sábado, 9 de Julho, aos 84 anos, vítima de doença prolongada. E são inúmeras as organizações e as personalidades que recordam o percurso de um dos mais reconhecidos fotógrafos da arquitetura moderna e contemporânea.

Gonçalo Byrne, presidente da Ordem dos Arquitectos, exprimiu a sua tristeza, mas também a sua admiração pelo legado de Luís Ferreira Alves: “É uma perda importantíssima, de um amigo também, de longa data, um grande fotógrafo de arquitetura, para não dizer o grande fotógrafo da arquitetura da sua geração, que está muito ligado, a partir dos anos 70, à divulgação da arquitetura, em Portugal mas também no estrangeiro, sobretudo no acompanhamento dos arquitetos da escola do Porto, como o Álvaro Siza, o Alexandre Alves Costa, o Fernando Távora, do Pedro Ramalho ou do Eduardo Souto Moura, entre outros, uma figura incontornável no domínio da fotografia de arquitetura, área em que foi pioneiro, tendo trabalhado com alguns dos nomes mais destacados da arquitetura contemporânea”.

Na sua página no Facebook, a Casa da Arquitectura, a quem Luís Ferreira Alves concedeu todo o espólio em Novembro de 2021, recorda “a figura incontornável no domínio da fotografia de arquitetura, área em que foi pioneiro, tendo trabalhado com alguns dos nomes mais destacados da arquitetura contemporânea”. Foi-­lhe atribuído a 8 de outubro de 2013, em Lisboa, o título de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos. Em julho de 2015 foi agraciado pela Câmara Municipal do Porto com a Medalha Municipal de Mérito -­ Grau Ouro. Em outubro de 2021 recebeu a Medalha de Mérito Cultural atribuída pelo Ministério da Cultura, numa cerimónia realizada na Casa da Arquitectura.

Quer a FAUP, quer a autarquia do Porto dedicam publicações nas suas páginas oficiais a Luís Ferreira Alves, um fotógrafo que se dedicou à fotografia de arquitetura e património, trabalhando recorrentemente com alguns dos mais importantes arquitetos portugueses.

“Assumiu um importante papel de divulgador da arquitetura portuguesa, contribuindo para a sua visibilidade nacional e internacional”, refere a FAUP, acrescentando que o fotógrafo “manteve uma ligação de proximidade” a esta instituição, “sendo autor de diversos registos da Faculdade desde a sua construção até à recente reabilitação dos edifícios, em 2016”. Já a Câmara do Porto recorda que Luís Ferreira Alves trabalhou “recorrentemente com nomes como [os arquitetos] Fernando Távora, Eduardo Souto de Moura ou Álvaro Siza Vieira”. Segundo a autarquia, Luís Ferreira Alves foi o primeiro fotógrafo a ser distinguido como Membro Honorário da Ordem dos Arquitetos.

Luís Ferreira Alves nasceu em Valadares, concelho de Vila Nova de Gaia, em 1938. Além da atividade como fotógrafo, realizou de vídeos de arquitetura e culturais, tendo dezenas de livros editados e exposições realizadas, algumas delas em co­autoria, dentro e fora do país. Entre as obras com as quais colaborou, Luís Ferreira Alves tem alguns dos seus trabalhos publicados nas páginas do Yearbook, publicações produzidas e geridas pela equipa do jornal CONSTRUIR.

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