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“Assiste-se à democratização da domótica”

Um público alvo mais abrangente, utilizadores mais informados, gerações mais familiarizadas com o digital, experiência aliada à tecnologia e saber fazer e um enquadramento que origina soluções a médios mais acessíveis. O mercado nacional da domótica e material eléctrico está a crescer e a democratizar-se. Esta parece, de uma forma transversal, ser a análise feita …

Ricardo Batista
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“Assiste-se à democratização da domótica”

Um público alvo mais abrangente, utilizadores mais informados, gerações mais familiarizadas com o digital, experiência aliada à tecnologia e saber fazer e um enquadramento que origina soluções a médios mais acessíveis. O mercado nacional da domótica e material eléctrico está a crescer e a democratizar-se. Esta parece, de uma forma transversal, ser a análise feita …

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Um público alvo mais abrangente, utilizadores mais informados, gerações mais familiarizadas com o digital, experiência aliada à tecnologia e saber fazer e um enquadramento que origina soluções a médios mais acessíveis. O mercado nacional da domótica e material eléctrico está a crescer e a democratizar-se. Esta parece, de uma forma transversal, ser a análise feita pelas empresas e profissionais deste segmento de mercado contactados pelo CONSTRUIR, de forma a traçar a radiografia mais fiel deste sector.
Virgínia Campos, do departamento Comercial da EGLO, garante que “o investimento em ‘Smart Home’ está a crescer significativamente” e o mercado “procura cada vez mais conectividade”. Prova disso, salienta, é o facto de a empresa ter iniciado em 2017 a entrada no mercado da conectividade em iluminação e ter “alcançado resultados muito satisfatórios”.

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“Dinâmico, optimista e em bom ritmo de desenvolvimento”, referem sobre o mercado actual Nuno Pereira, engenheiro e Gestor de Produto e Automação da Rolear Mais e Daniel Cruz, engenheiro e Director da Rolear Mais. Contudo, referem, com a tendência de crescimento, cresce também a concorrência, “criando maior oferta que procura, com consequências para o nosso negócio”. Assumindo “resultados um pouco acima das expectativas”, o balanço da Rolear Mais é naturalmente “bastante positivo” e face ao optimismo gerado na economia portuguesa o ano corrente é encarado com “bastante entusiasmo”.

Pela mesma linha alinha Pedro Abreu, engenheiro e Product Marketing Manager Home & Building Automation da Hager, que acredita que o “mercado nacional se encontra ainda em fase de crescimento” e que “os avanços tecnológicos continuam a ser o maior driver do mercado”. Pedo Abreu sublinha a quantidade de informação ao dispor de cada utilizador e o perfil de consumidores que existem hoje em Portugal, que, pese embora tenham faixas etárias diferentes têm em comum uma abertura à tecnologia. “Qualquer que seja o segmento considerado, existem actualmente soluções para todos os tipos de necessidades, sendo uma mais-valia da domótica a possibilidade de customizar soluções à medida dos seus utilizadores, que por sua vez, têm necessidade e desejos cada vez mais individuais. Esta conjuntura faz adivinhar um futuro próximo muito interessante para o mercado da domótica e seus utilizadores”.
Pedro Abreu confirma a tendência do mercado com números: “Desde 2016 que temos recebido cada vez mais pedidos de apoio à elaboração de projectos KNX”, e quanto ao ano de 2018, “está a ser marcado por um crescimento rápido da área da domótica”.

Para André Borges, director geral da Geonext, o mercado está “altamente concorrencial”, mas com “sinais de melhorias fruto da actividade económica no sector da construção e reabilitação urbana”. Fruto do enquadramento, os resultados da empresa referentes ao primeiro trimestre “estão um pouco acima das expectativas criadas para 2018”.
Miguel Soares, da Direcção Técnica da B.E.G Portugal, nota “uma melhoria significativa do mercado em geral”, pese embora a empresa opere numa faixa de mercado que “é relativamente estreita, onde as soluções que disponibilizamos são ainda muitas vezes desconhecidas dos profissionais”. Miguel Soares sublinha ainda que “o preço de aquisição continua a ser o factor com maior peso na decisão sobre as soluções a implementar, levando por vezes à opção por soluções técnicas menos credíveis ou mesmo à retirada do projecto, um erro que mais tarde o cliente final irá pagar caro com elevados custos de manutenção das instalações”. Contudo, os resultados, refere “estão em linhas com as expectativas”.

Desafios
Embora o mercado seja encarado com optimismo e os resultados estejam em linha com as expectativas, os desafios que o mercado coloca são diversos e significativos e vão desde manter o interesse dos consumidores, a acompanhar a velocidade das tecnologias, até mostrar que a qualidade tem um preço associado.
Pedro Abreu, engenheiro e Product Marketing Manager Home & Building Automation da Hager refere ao CONSTRUIR que, “o grande desafio é continuar a ser relevante para os consumidores”, mas não só. O responsável evidencia também o desafio de “acompanhar o ritmo frenético com que as tecnologias surgem ou se alteram”. “Este binómio entre saber o que o mercado precisa/deseja e que soluções técnicas existem que melhor satisfazem estas necessidades é o segredo do sucesso de uma empresa fornecedora de soluções de domótica”.
Para Miguel Soares da Direcção Técnica da B.E.G Portugal, o grande desafio está relacionado com o desconhecimento da obrigatoriedade – especificada pelo Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços -, de instalação de sistemas de controlo de iluminação, por parte de investidores e gestores de projecto, levando a que os mesmos não sejam projectados ou acabem removidos do projecto. “Um sistema de gestão de iluminação pode reduzir o consumo de energia com a iluminação até 50% na grande maioria das situações”, salienta. “Além das reduções do consumo de energia, os sistemas de gestão e controlo de iluminação permitem também reduzir significativamente os custos de manutenção, pelo aumento de vida útil dos equipamentos de iluminação e na gestão de recursos. É fundamental por isso informar todos os profissionais envolvidos, mas também os investidores para que além do cumprimento da legislação possam melhorar as performances dos edifícios”.
Já Virgínia Campos, do Departamento Comercial da EGLO, refere como maior desafio o de “passar de uma forma simples e clara o funcionamento dos artigos conectáveis. Mostrar ao consumidor final que o funcionamento destes artigos é bastante intuitivo e divertido”.

André Borges, Director Geral da Geonext acrescenta à lista de desafios a inovação, a qualidade e a demonstração ao mercado interno de que têm um custo associado. “Nem sempre o mercado interno reage e interpreta bem este conceito”. Um factor que se relaciona directamente com “a concorrência de produtos de baixa qualidade, porque enquanto não se vêem os resultados das reclamações e avarias, acaba por nos penalizar. No mercado interno ainda há muita gente que só procura preço”.

Nuno Pereira, engenheiro e Gestor de Produto de Automação da Rolear Mais e Daniel Cruz, engenheiro e Director da Rolear Mais evidenciam ainda o desafio de acompanhar a velocidade do desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, bem como a a mudança de paradigma no funcionamento das instalações e na certificação destas, que foi introduzida pelas entidades competentes, no caso, a DGEG. Relacionado com o cenário de rápida evolução, está “a dificuldade de acompanhar este ritmo por parte dos técnicos que prestam o serviço ao cliente final. Isto é, a evolução do sector não é uniforme e notamos uma escassez de técnicos – por exemplo electricistas ou instaladores – devidamente credenciados e com experiência comprovada”. Nesse sentido, sublinham os responsáveis, “verificamos uma crescente procura na Academia Rolear, especializada na formação técnica, e que tem vindo a aumentar o número de formações em áreas como a domótica, a electricidade e, numa perspectiva mais abrangente, cursos de preparação para obtenção da certificação como TIM – Técnico de Instalação e Manutenção”.

Reabilitação e tecnologias

Uma coisa parece certa, o mercado da Reabilitação Urbana tem hoje e terá de futuro um papel determinante neste segmento de mercado, assim como as novas tecnologias como a LoT (Internet of Things).
Pedro Abreu, engenheiro e Product Marketing Manager Home & Building Automation da Hager lembra que nem sempre foi assim: “As soluções domóticas, de uma forma geral, sempre foram de difícil adaptação a instalações já existentes. Esta foi a grande barreira à entrada da domótica no mercado da Reabilitação”. Mas a evolução e o mercado ditou que tinha de ser diferente e por isso, explica o mesmo responsável, “a Hager disponibiliza inúmeros produtos/soluções especialmente concebidas para este segmento do mercado. O ‘segredo’ desta oferta específica passa por dotar os produtos de comunicação wireless (radiofrequência), e de ser concebida para que a instalação dos produtos não exija obras de construção e passagem de cabos adicionais. Hoje é possível substituir um simples interruptor por um mecanismo equivalente comunicante, que permite ser controlado via smartphone local ou remotamente. Estes produtos, especialmente adaptados a renovações ou melhoramentos, abre uma nova oportunidade aos proprietários de edifícios existentes, que agora podem integrar soluções domóticas de forma fácil, rápida e sem complicações”. “Fortemente impactada pelas novas tecnologias”, a LoT é uma “tendência que irá enraizar-se cada vez mais no quotidiano dos consumidores e é preciso dotar os sistemas de domótica de características que lhes permitam acomodar os equipamentos IoT que os utilizadores pretendam usar”, explica Pedro Abreu dando como exemplo a nova smartbox Coviva da Hager. É “um equipamento que permite, entre muitas outras funções, controlar via smartphone ou tablet uma instalação domótica (local ou remotamente), já permite a integração de vários objectos conectados”. Recentemente, conta, “realizámos apresentações sobre o tema, em que integrámos as colunas da Google Home, permitindo controlar a instalação domótica via comandos de voz: ‘OK Google: fechar todos os estores e desligar as luzes’”.
Miguel Soares partilha da ideia de que a Reabilitação Urbana tem um papel fundamental no mercado. Contudo, alerta, “é fundamental que os profissionais envolvidos implementem tecnologias que possam melhorar a performance dos edifícios e os possam deixar preparados para os novos desafios que se irão apresentar num futuro muito próximo no que diz respeito a redes inteligentes e IoT”.

Sobre isso, Miguel Soares adianta que a B.E.G “disponibiliza já informação sobre os seus produtos para BIM mas para já tem sido pouco solicitado, é no entanto uma tecnologia na qual estamos a trabalhar cada vez mais para permitir disponibilizar informação necessária a estes software. Uma tecnologia que terá muito brevemente um papel fundamental no desenvolvimento de projectos e na análise de soluções, permitindo uma tomada de decisão sustentada e informada dos decisores. É por esse motivo para a BEG uma mais valia que irá retirar do mercado muito produto sem qualidade, em especial dos grandes projectos”.

O mesmo responsável dá ainda conta de que a empresa lançou no ano passado “um novo sistema integrado baseado no protocolo DALI, que flexibiliza e simplifica os sistemas de iluminação. Este sistema é um primeiro passo para poder interligar os sistemas de controlo de iluminação com a Internet e podermos disponibilizar informação para as redes inteligentes Smart Grids, uma das componentes do IoT”.

Virgínia Campos, do Departamento Comercial da EGLO garante que “a iluminação conectável acresce valor” ao mercado da Reabilitação Urbana, uma vez que “as casas tornam-se inteligentes e seguras”. A mesma responsável salienta ainda que a “IoT (Internet das coisas) é a razão do investimento da nossa empresa na gama EGLO Connect. O crescimento dos dispositivos conectáveis vai ser exponencial nos próximos anos e a EGLO estará na linha da frente”, garante.
André Borges, Director Geral da Geonext aponta a Reabilitação Urbana como um dos factores determinantes para o crescimento da empresa. Sobre as novas tecnologias, André Borges diz que a Geonext está a fazer o seu caminho. “Já temos produtos controlados por smartphones permitindo ajustar cores e temperaturas de cor ao gosto do consumidor final. Produtos de domótica usando tecnologia wifi estão a ser introduzidos já este ano e este é de facto um segmento de negócio onde queremos crescer. Estabelecemos parcerias para abordar o Human Centric e o Building Centric mas sabemos que este é um longo caminho a percorrer. Sabemos que o paradigma da iluminação está em constante evolução onde não é só a questão da rentabilidade e baixo consumo que ocupa o tema central, mas o bem-estar que esta traz ao ser-humano. Começa a crescer-se mais no ‘Criar ambientes que dêem satisfação’. Isto sempre aliado ao valor mais alto de cuidarmos do nosso planeta usando tecnologia que permita alta rentabilidade e baixo consumo”.

Nuno Pereira, engenheiro e Gestor de Produto de Automação da Rolear Mais e Daniel Cruz, engenheiro e Director da Rolear Mais, não duvidam dos efeitos positivos do dinamismo do mercado da Reabilitação Urbana. “De salientar que, tanto ao nível da reabilitação de habitação própria, como de empreendimentos para fins turísticos, são-nos colocados desafios estimulantes, na medida em que existe procura de soluções completas, inovadoras e de qualidade. Devido a uma sensibilidade cada vez maior por parte do cliente para questões como a eficiência energética, associado também a um maior poder de compra, existe uma preocupação acrescida com a qualidade e uma exigência maior para com as soluções propostas”. No que às novas tecnologias diz respeito, os responsáveis da Rolear Mais acreditam que “vieram essencialmente simplificar processos e métodos, aumentar a eficiência e, consequentemente, a competitividade”.

“Há agora uma lógica de complementaridade entre as soluções, que podem ir desde a iluminação à climatização, passando pela televisão, videovigilância, som, etc. Naturalmente as novas tecnologias desempenham aqui um papel importantíssimo, na medida em que permitem não só a interligação entre as várias soluções, mas permitem também um controlo sobre estas através de gadgets e apps.
A experiência na utilização das soluções que envolvem tanto domótica, material eléctrico ou iluminação assenta cada vez mais na própria experiência do utilizador e na interactividade que é estabelecida com os espaços. Há todo um nível de conforto que se traduz numa abrangência de soluções integradas, assim como o design cada vez mais sofisticado e que contribui também para esta experiência de utilização”.

No campo tecnológico, Nuno Pereira e Daniel Cruz lembram que as novas tecnologias permitiram “a monitorização de consumos e a geração de informação pelos próprios sistemas instalados, que permite a criação de perfis de utilização que possibilitam não só a melhoria da experiência, como a própria eficiência destas soluções” e por outro lado, “o desenvolvimento das novas tecnologias permite também a aplicação de interfaces mais user friendly, tanto para o instalador como para o consumidor final, em áreas como a domótica, material eléctrico e iluminação”.
Benilde Magalhães, responsável de Marketing e Comunicação da TEV 2 partilha da ideia de que o conceito de LoT se aplica facilmente quando o assunto é domótica, “porque existe interactividade entre o utilizador e a instalação eléctrica dada a existência de sensores e de cenários lógicos. O acesso à rede, já não se restringe apenas a telemóveis mas a qualquer objecto, incluindo uma habitação ou edifício. Os objectos estão conectados em rede sendo possível obter informação em tempo real e de forma independente. Por exemplo, monitorar um ambiente e tomar acções antecipadas relacionados com a iluminação, o ar condicionado entre outros e ligar/desligar a iluminação ou aumentar/ diminuir a temperatura de acordo com as condições do tempo no momento real”.

Soluções
Tendo começado na área residencial – “foi aqui que adquirimos know-how, criámos uma rede de parceiros e investimos fortemente”, explica Pedro Abreu, engenheiro e Product Marketing Manager Home & Building Automation da Hager -, a crise económica de 2008 ditou a necessidade de explorar novos mercados, nomeadamente o sector terciário. Devido à rápida adaptação, hoje em dia, a Hager opera “em ambos os mercados, que possuem características muito distintas, propondo desde pequenas soluções para uma zona até soluções de maior dimensão e complexidade como um hotel”. Pedro Abreu explica: “Hoje não se consegue isolar um tipo de cliente para soluções domóticas. Se no mercado residencial o conforto e a poupança de energia continuam a ser os drivers do negócio, no sector terciário valoriza-se a eficácia e eficiência, e a integração de sistemas”.

Sobre as soluções disponíveis no portfólio da Hager, o mesmo responsável, à luz de uma “sociedade que é marcada pela mobilidade e ubiquidade (anytime & anywhere), os serviços que conseguirem lidar com estas características terão sucesso garantido”. Neste âmbito, a Hager lançou algumas soluções que permitem ao utilizador aceder à sua casa ou empresa, de qualquer parte do mundo e a qualquer momento, e consultar o estado da sua instalação ou controlá-lo via smartphone, tablet ou PC. A mesma solução pode dotar a instalação de “inteligência” para controlar equipamentos variados consoante determinados eventos: o nascer do sol, começar a chover, o disparar do alarme de intrusão, a detecção de uma cara desconhecida pela câmara de vídeo interna, o utilizador entrar num raio de 5km da instalação (geolocalização), etc. Todas estas informações podem ser aproveitadas para controlar a instalação domótica, usando a solução Domovea para instalações domóticas novas ou a solução Coviva para renovações ou instalações existentes”.

Tendo os “grandes edifícios de escritórios, seguidos do sector hoteleiro” como principais clientes, Miguel Soares, da Direcção Técnica da B.E.G Portugal destaca do portfólio da empresa a “ampla gama de detectores de movimento e presença, seja para funcionamento em standalone seja para funcionamento em rede. Dos detectores mais reduzidos do mercado como é o caso do PICO, de tamanho inferior a uma moeda de 1 euro, passando pelo famoso PD11 muito apreciado pelos arquitectos uma vez que fica praticamente imperceptível no tecto e é totalmente plano, passando pelo detector PD4 de grande cobertura ou o detector destinado a instalação em grandes alturas para controlo de iluminação nos grandes armazéns, com saídas a relés ou em DALI broadcast ou para ligação em KNX ou no novíssimo DALI2 para interligação com os sistemas de BMS”.
Miguel Soares destaca também o sistema de gestão de iluminação DALISYS, “um sistema desenhado com base no protocolo de comunicação DALI, especificado como padrão internacional pelo Comité Eletrotécnico Internacional IEC na norma IEC62386”.

Para as remodelações, a B.E.G lançou um novo sistema idêntico ao DALISYS, “mas destinado a pequenas soluções, de muito fácil instalação e programação, podendo ser colocado em serviço por qualquer instalador recorrendo a um smartfone com ligação Bluetooth”.
Para além disso, reforça Miguel Soares, “temos já a capacidade de realizar o controlo de luminárias com ajuste de temperatura de cor, seja utilizando um detector de presença standalone – que realiza o ajuste automático da curva de variação para permitir regular o bioritmo dos utilizadores -, seja o controlo por intermédio do nosso sistema DALISYS com o qual para além de poder replicar um padrão de variação de temperatura de cor, podemos ainda realizar curvas especificas personalizadas a cada projecto ou aplicação, ou mesmo variar manualmente e pontualmente a temperatura de cor por forma a criar resultados específicos, como por exemplo melhorar a atenção dos alunos no decorrer de um exame numa sala de aula.

A B.E.G foi ainda “a primeira empresa a lançar no mercado um detector de presença com regulação de temperatura de cor. Uma tecnologia onde estamos a dar os primeiros passos mas que temos já disponível para implementar em diferentes projectos. Esta tecnologia enquadra-se nas técnicas do chamado Human Centric Lighting, que permitem através da iluminação melhorar não só a saúde dos utilizadores dos edifícios regulando efectivamente o seu bioritmo e consecutivamente a sua saúde, mas também melhorando a performance das empresas seja pela redução do absentismo devido á melhoria das condições de saúde dos seus trabalhadores mas também pelo incremento da sua produtividade devido à melhoria do seu ciclo circadiano”.

No caso da EGLO, o segmento é o da iluminação doméstica e a gama de produtos da empresa está, naturalmente, voltada para esse mercado. Do portfólio, Virgínia Campos, do Departamento Comercial da EGLO, destaca “lâmpadas, painéis e downlights controláveis por Smartphone. Basta descarregar a aplicação e explorar todas as possibilidades dos nossos produtos. Mudar cores, luz a acompanhar o ritmo da música, programar simulador de presença, possibilidade de ligar até 50 dispositivos entre eles…”

Para André Borges, Director Geral da Geonext, a hotelaria e o sector imobiliário de segmento alto, incluindo escritórios, são quem mais procura as soluções da empresa.
Relativamente às soluções que a Geonext tem para oferecer ao mercado, André Borges diz que, na temática da inovação, há a destacar a luminária de exterior Street Led Solar auto-sustentável. “Falamos de uma luminária para iluminação pública, com painel fotovoltaico e bateria incorporada, que a torna auto-sustentável, ou seja, durante a exposição solar carrega a bateria e de noite ilumina usando a carga armazenada”.

Nuno Pereira, engenheiro e Gestor de Produto de Automação da Rolear Mais e Daniel Cruz, engenheiro e Director da Rolear Mais, sublinham que “a automação de edifícios é hoje “um dos pressupostos de todos os investidores e sectores. Trata-se de melhorar não só o conforto, as condições de utilização e de gestão, mas também de valorizar os espaços, os imóveis, os edifícios”. Nesse sentido, a empresa fornece soluções para o cliente final do sector residencial – “que procura melhorar a experiência de utilização do seu lar” -, bem como “todo um leque de clientes de entidades públicas e privadas que, com o objectivo de controlar custos associados ao consumo de energia, implementam soluções de gestão técnica centralizada, como meio para mais facilmente contabilizar os consumos e geri-los”. Do portfólio de equipamentos e soluções, os mesmos responsáveis destacam “as soluções de eficiência energética, nomeadamente a tecnologia LED e a iluminação eficiente, o fotovoltaico, a climatização e os sistemas de aquecimento mais eficientes, em particular bombas de calor e aquecimento de águas sanitárias através de sistemas solares térmicos. Destacamos também a introdução de automação e controlo nas instalações através de variação de frequência nalguns equipamentos”. “Considerando o portfolio de produtos e o posicionamento da Rolear, uma das mais-valias que aportamos ao mercado é precisamente a integração de equipamentos em soluções personalizadas”, sublinham.
Benilde Magalhães, responsável de Marketing e Comunicação da TEV2, refere que o “sector imobiliário tem vindo a destacar-se procurando incorporar soluções de domótica nos seus projectos”. Benilde Magalhães destaca que, a TEV2, através da marca DLOFT – Home Automation, “tem soluções dirigidas ao mercado residencial e ao sector hoteleiro. A personalização, o design e a funcionalidade estão sempre presentes nestas soluções. Temos inclusive um intercomunicador integrado com KNX com um inovador formato circular – DIVUS CIRCLE”.

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MAN lança novas carroçarias para eTGE

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos

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A MAN, especialista em produtos e serviços inovadores para a indústria de veículos pesados de mercadorias e passageiros, está já a promover um conjunto de novas carroçarias associadas ao modelo eTGE, nomeadamente uma carroçaria com caixa.

Com a introdução da solução a ser feita junto de uma empresa de mobiliário na Holanda, a opção, segundo a MAN, permite a entrega local, sem emissões, de móveis geralmente volumosos na metrópole de Amesterdão. Com este passo, a empresa contribui para a melhoria da qualidade do ar na cidade e, simultaneamente, responde ao aumento do número de entregas ao domicílio desde o início da pandemia, o que torna o transporte limpo ainda mais importante.

O facto de cada vez mais empresas pensarem desta forma também se reflecte nas actuais estatísticas de registo na Europa (UE 27 + 3). De Janeiro a Maio de 2021, o número de vans eléctricas a bateria (BEV) entre 3 e 6 t GVW duplicou em comparação com o período homólogo para cerca de 2.200 unidades (+ 135%).

Anteriormente, a MAN eTGE estava disponível como furgão na área de transporte de mercadorias e como minibus no sector de transporte de passageiros. Com o objectivo de oferecer aos seus clientes uma gama ainda mais ampla na classe de veículos comerciais eléctricos leves, a MAN Truck & Bus, em cooperação com conceituados fabricantes, oferece a eTGE com caixa, com plataforma ou basculante trilateral.

“Na nova versão, a eTGE torna-se ainda mais atraente para os motoristas de entrega. Porque muitos clientes de negócios de entregas urbanas estão interessados num grande volume de carga, seja para entregas de pedidos online de grande volume ou para entregas de móveis. Ao mesmo tempo, está a tornar-se cada vez mais importante, especialmente na cidade, reduzir de forma sustentável as emissões de gases de escape e ruídos. A MAN eTGE com caixa oferece a combinação ideal para isso”, explica Martin Imhoff, director de Marketing de Produto Van na MAN Truck & Bus.

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos. A altura é de 1.050 mm. A área de carga pode ser facilmente alcançada através de um auxílio de entrada extensível de 4 partes na traseira. No interior, existem calhas laterais e frontais para o armazenamento seguro da carga. A carroçaria de carga vem da empresa SPIER Fah-rzeugwerk de Steinheim, Alemanha, e é montada na eTGE pelo fabricante.

A segunda novidade da gama MAN eTGE tem um propósito diferente: os serviços municipais, a indústria da construção, da jardinagem e paisagismo. Aqui, uma plataforma ou um basculante trilateral costumam ser os formatos de corpo mais procurados. A MAN oferece agora em cooperação com o fabricante Schoon Fahrzeugsysteme de Wiesmoor, Alemanha. A plataforma mede 3.255 mm de comprimento e 2.040 mm de largura. As paredes laterais rebatíveis têm 300 mm de altura. 10 olhais de amarra, cada um com uma força de tracção de 500 daN, estão integrados na plataforma. Com a plataforma, a carga útil é de 820 kg, com a basculante trilateral é de 750 kg.

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Portugal prepara presença na Hannover Messe 2022

Cerca de 40 empresas confirmaram já formalmente a sua participação na edição da Hannover Messe 2022, da qual Portugal será País-parceiro

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Portugal irá apresentar-se em Hannover com uma forte presença expositiva, com um pavilhão central e três pavilhões temáticos, além de uma vasta programação de conferências, colóquios e iniciativas culturais.

Sob o mote “Portugal Makes Sense”, a presença portuguesa será focada nas áreas Engineered Parts & Solutions, Energy Solutions e Digital Ecosystems, representativos da oferta nacional de clusters de excelência nos sectores de equipamentos e metalomecânica, mobilidade, automóvel e aeronáutico, têxteis e plásticos técnicos, moldes, tecnologias de produção e energias renováveis.

A participação portuguesa é uma organização conjunta da AICEP, da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã. As inscrições das empresas são feitas junto da AIMMAP.

A feira Hannover Messe 2022, a decorrer de 25 a 29 de abril do próximo ano na Alemanha, serve de ‘farol’ à indústria alemã e, simultaneamente, de referência para o sector industrial de outros países, já que 40% dos seus visitantes são estrangeiros.

Várias empresas portuguesas participaram em workshops realizados em Braga, Aveiro e Lisboa, com o objectivo de prepararem as respeptivas presenças nesta que é a maior feira mundial da indústria, de que Portugal é país-parceiro.

A dinamização dos workshops foi uma promoção conjunta da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, AIMMA – Associação dos Industriais Metalúrgicos e Afins, e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã.

A organização contou também com a colaboração da Associação Empresarial do Minho, da Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro e também da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas.

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Extrusal apresenta sistema de janelas B.095 Light View

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado

Ricardo Batista

O grupo Extrusal, especialista no desenvolvimento de sistemas sustentáveis para a arquitectura, está a promover uma nova solução que vai, segundo a companhia, “ao encontro do que o público já procurava”: um sistema de janelas e sacadas robusto, elegante e com excelentes desempenhos. O B.095 Light View apresenta-se enquanto solução intermédia entre os sistemas de correr com uma maior expressão da vista de alumínio e os sistemas minimalistas tradicionais.

Caracterizado pela vista reduzida do perfil central, com uma vista de apenas 30 mm, o sistema B.095 LV contempla soluções de até 6 folhas em carril triplo, perfazendo um envidraçado com uma largura de 18 m e uma área extensível aos 54 m2, possibilitando ainda a abertura útil de 2/3 do vão, ou seja 12 m. Para reforçar a redução das vistas dos perfis, o sistema B.095 LV oferece a possibilidade da soleira ser embutida na construção, ficando nivelada com pavimento, conferindo ao sistema uma maior acessibilidade.

Relativamente às esquadrias, existe a opção de aro com união a 45º (solução perimetral) e, com um perfil de ombreira, a 90º com uma vista reduzida de 20 mm, perfazendo um total de 96 mm ao contemplar a vista da folha.

A Extrusal assegura a robustez do sistema B.095 LV pelo reforço do perfil central para as construções expostas a condições climatéricas mais agressivas, sobretudo à acção do vento. O B.095 Light View incorpora a nova linha de fechos e puxadores URBAN que confere ao sistema uma maior segurança, pelo fecho de dois ou três pontos com ou sem fechadura dependendo do nível de segurança desejado, e uma maior versatilidade de soluções em termos estéticos pela possibilidade desta linha poder assumir a cor, o acabamento e a textura do caixilho.

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado. O sistema está concebido para a obtenção de resultados significativos de poupança no consumo de recursos energéticos. O B.095 LV de ruptura térmica, possui perfis com poliamidas de 24 mm e 28 mm e permite a aplicação de vidro duplo com espessura nominal compreendida entre 28 mm a 36 mm.

Assim, os elevados desempenhos do sistema B.095LV, conjugados com vidros adequados, permitem obter a classificação A+ de acordo com o sistema de etiquetagem energética Classe+ da ADENE. Termicamente, a solução permite obter um Uw = 1,36 W/m ²K, com um vidro Ug = 1,0 W/m²K e acusticamente, resultados de atenuação até 31 dB.

O sistema B.095 Light View é mais uma das respostas do Grupo Extrusal no desenvolvimento de soluções para a Arquitectura que cumpre com os mais rigorosos padrões de qualidade em termos de design, conforto, eficiência energética e segurança, e com uma forte participação para uma economia circular.

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Concorrência dá ‘luz verde’ à venda de 50% da Maxmat à BME

Empresa do grupo BME, detida pela Blackstone, da participação de 50% na Maxmat, que assim passa a ser a única dona desta cadeia de lojas

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A Autoridade da Concorrência (AdC) concluiu o processo de venda de uma participação de 50% da empresa de materiais de construção Maxmat, detida pela Sonae, à empresa do grupo BME com a decisão de não oposição na operação de concentração.

“O conselho da AdC adoptou uma decisão de não oposição na operação de concentração 28/2021 – BME/Maxmat”, lê-se na decisão publicada no “site” da AdC. Em causa está o negócio de compra à Sonae, por parte de uma empresa do grupo BME, detida pela gestora de investimentos Blackstone, da participação de 50% na Maxmat, e que assim fica ser a única dona desta cadeia de lojas de bricolage, manutenção, reparação e renovação de edifícios residenciais, e jardinagem, com 30 lojas, e que em 2020 registou um volume de negócios de 116 milhões de euros.

A operação já tinha sido notificada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), em 28 de Maio, e também à AdC, por se tratar de uma operação de concentração, resultante da aquisição de controlo exclusivo pela BME Group Holding, por via da sua subsidiária em Portugal, Cimentos Estrada Pedra, sobre a Modelo – Distribuição de Materiais de Construção (“Maxmat”). Sedeada nos Países Baixos, em Portugal a BME desenvolve actividades através da sua subsidiária Cimentos Estrada Pedra, já tinha metade do capital da Maxmat.

Integralmente detida pelo Grupo Blackstone, a BME Group Holding tem como áreas de negócio estabelecimentos comerciais de materiais para construção civil, equipamentos sanitários, de aquecimento e de canalização, e estabelecimentos comerciais “do-it-yourself”. Em 27 de Maio, a Sonae SGPS anunciou que encaixou 65 milhões de euros com a venda ao grupo BME da participação de 50% da sua subsidiária Sonae MC no capital da Maxmat, o que representa uma mais-valia de 40 milhões de euros.

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Carrier amplia gama de soluções do sistema Split

Um novo design de ventilador economiza 30% de energia em comparação com o design anterior. O modo de espera automático também inclui um efeito de economia de energia

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Os Instaladores de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC) podem agora escolher entre uma gama completa de unidades e sistemas Carrier para aplicações residenciais e comerciais, incluindo sistemas split e a última geração de sistemas energeticamente eficientes de caudal variável (VRF) com o XCT7.

Toda a gama de unidades split e multisplit operam com o fluído frigorigéneo R-32 em escala para atender às necessidades de controlo de temperatura dos clientes, desde residências unifamiliares a edifícios de retalho e aeroportos. As unidades Carrier estão nas classes de eficiência energética A ++ e A +++ com Índice de Eficiência Energética Sazonal (SEER) de até 9,3.

Até cinco unidades interiores podem ser conectadas a uma unidade exterior. A variedade de unidades interiores agora inclui unidades murais, cassetes e condutas. Com o sistema duplo, duas unidades interiores com a mesma capacidade podem ser conectadas a uma unidade exterior e controladas com um controlador comum. Isto permite que áreas maiores sejam arrefecidas de forma mais económica.

Todas as unidades têm uma ampla gama de operação de -15 a 50 ºC. As unidades exteriores têm protecção anti-corrosão e função autolimpante contra poeiras e areias. A tecnologia inverter garante economia de energia e temperatura ambiente constante, sem oscilações. Um novo design de ventilador economiza 30% de energia em comparação com o design anterior. O modo de espera automático também inclui um efeito de economia de energia.

Controlo remoto com fio e infravermelho estão disponíveis para o funcionamento das unidades. Com o aplicativo Carrier Air Conditioner disponível para download na Apple® App Store e na Google® Play App Store, as unidades podem ser geridas com o tablet iPad®, iPhone® e smartphones Android ™.

“Face às alterações climáticas e ao aumento da procura de conforto e qualidade do ar, o ar condicionado em habitações e edifícios como lojas, escritórios e restaurantes está a ganhar importância”, afirmou Hugo Delgado, Country Director da Carrier Portugal. “A tendência do teletrabalho, que provavelmente continuará após a pandemia de COVID-19, também contribui para o aumento da necessidade. Estamos totalmente preparados para suportar os nossos clientes com soluções de ar condicionado de qualidade comprovada pela Carrier.”

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STET dedica página à divulgação de soluções de cogeração

Os novos Geradores de Energia 2G destacam-se pelas suas melhorias, nomeadamente ao nível da redução considerável de fricção e de perdas de calor

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A STET e a Finanzauto assinaram um acordo de representação de soluções de cogeração da marca alemã 2G para os territórios de Espanha, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, estando para o efeito a promover uma página online onde poderão ser encontradas todas as soluções disponíveis.

Os grupos geradores a gás natural, biogás e hidrogénio juntam-se assim à gama de soluções de energia que a STET e Finanzauto disponibilizam para os seus clientes. Os novos Geradores de Energia 2G destacam-se pelas suas melhorias, nomeadamente ao nível da redução considerável de fricção e de perdas de calor devido ao uso de pistões de aço. Por sua vez, a tecnologia de quatro válvulas veio permitir uma troca de gás altamente eficiente na câmara de combustão e, não menos importante, os Geradores 2G apresentam um sistema de ignição controlado por microprocessador que garante que o tempo de ignição e a energia de ignição correspondam perfeitamente à qualidade do gás.

A montagem modular facilita a instalação até nos locais menos acessíveis, assumindo-se robusto e de baixa manutenção. Em virtude dos componentes do motor de alta resistência, é muito confiável na operação de ligar e desligar. Estas medidas aumentaram significativamente o nível de eficiência dos Geradores 2G. A título de exemplo, tanto o modelo Agenitor 406 (250 kW eléctrico) como o Agenitor 408 (360kW eléctrico) têm agora um nível de eficiência eléctrica de 42,5%, o que os coloca no topo das suas respectivas classes de potência, no mundo. Para o utilizador do sistema CHP, o melhor nível de eficiência resulta no menor consumo de gás e, como tal, menores
custos de combustível.

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Steni Portugal lança Painel Terra

Os novos painéis Terra da Steni chegaram ao mercado a pensar nas renovações DIY. O novo painel é ideal para revestimento de fundações

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Já está disponível no mercado português o novo Terra by Steni, um painel para revestimento em compósito de pedra reforçada com fibra de vidro, disponível em pedra natural cinza, branca e preta.

De fácil aplicação o novo painel está pensado para o revestimento de paredes de fundação e fachadas de piso térreo, incluindo moradias, garagens, muros, paraventos ou paredes de contenção.

“Estes novos painéis são excelentes para um trabalho ‘doméstico’, pois não só trazem já o kit completo para que possam ser montados e as devidas instruções de montagem e não exigem trabalhos preparatórios na superfície a revestir. Não há necessidade de executar trabalhos de picagem, reboco, etc..”, explicou Mário Neves, account manager, da Steni Portugal.

A actuar no mercado nacional desde final de 2020, a Steni é uma marca de painéis de fachada em compósito de pedra reforçado de origem norueguesa. A marca conta fechar este ano, o primeiro ano de operação em Portugal, com cerca 100.000 m² de painéis Steni aplicados ou prescritos. Actualmente, a Steni tem já em carteira diversos projectos públicos e privado prescritos ou a construir em Portugal com aplicação de painéis de compósito de pedra reforçados.

Com cerca de apenas 5 mm de espessura e bastante leves, os painéis Terra by Steni incluem já parafusos e banda EPDM nas mesmas três cores em que estão disponíveis. Outras vantagens deste novo produto de revestimento são a sua resistência, robustez e facilidade de limpeza, o que lhe confere uma longevidade muito elevada. A sua impermeabilização à água torna-o também ideal para revestimento de paredes muito expostas ao clima e húmidas.

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141M€ em 4 contratos de investimento

Quatro contratos fiscais de apoio ao investimento de 140 milhões de euros vão criar 500 novos postos de trabalho e ajudar a manter mais de 1600.

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O Estado e quatro grupos privados, Vila Galé, João de Deus e Filhos, Tryba e Siemens Gamesa, assinaram contratos de investimento no valor de 141 milhões de euros. Dos quatro investimentos, um é no turismo (dois novos hotéis no interior) e três são na indústria (equipamentos para produção de energias renováveis, para motores híbridos ou elétricos, e para melhoria da eficiência energética dos edifícios).

Por ocasião da assinatura do acordo o Primeiro-Ministro sublinhou que estes investimentos “ilustram a importância de termos eleito a economia verde como motor do crescimento”. A economia verde e a transição digital são os motores eleitos pela União Europeia e por Portugal para a recuperação da economia e vão estar em destaque na execução do Plano de Recuperação e Resiliência.

O anúncio destes novos investimentos surge numa altura em que o país, e a economia, sofrem com os efeitos da crise pandémica. Ainda assim, António Costa destacou que o primeiro trimestre de 2021 Portugal registou “o melhor trimestre de sempre de investimento empresarial em Portugal, desde que esta série existe, desde 1999”.

“Em 2021, os contratos de investimento apoiados pela AICEP são já 92% do valor do melhor ano de sempre, que foi 2019, e ainda estamos em julho, havendo a oportunidade de batermos o recorde”, afirmou o Primeiro-Ministro. Nos primeiros seis meses do ano foram aprovados apoios para investimentos superiores a 1000 milhões de euros.
Os quatro investimentos contratados agora pela Agência para Investimento e o Comércio Externo de Portugal (AICEP), em nome do Estado, vão criar 500 novos empregos, manter 1600 postos de trabalho já existentes e aumentar as exportações da economia verde nacional e são um “sinal claro da confiança no futuro da nossa economia”.

A Vila Galé vai investir 16,4 milhões para construir dois novos hotéis em Manteigas e em Alter do Chão, sem desperdício de plástico. Serão criados 71 novos empregos.

A João de Deus e Filhos vai investir 40,7 milhões na sua fábrica de Samora Correia, Benavente, com a construção de duas novas linhas de produção de componentes para baterias elétricas e híbridas e de uma nova gama de intercoolers. Serão criados 100 novos empregos a juntar aos 300 que são mantidos.

A empresa Tryba, que resulta de uma parceria de uma empresa francesa com duas empresas portuguesas, vai investir 49,3 milhões para instalar uma fábrica de vanguarda para produção de janelas e portas em alumínio e pvc, com tecnologia inovadora. Trata-se do primeiro investimento desta empresa em Portugal e cria 212 novos postos de trabalho.

A Siemens Gamesa vai investir 34,9 milhões de euros no aumento da capacidade da sua fábrica com a instalação de seis novas linhas de produção para fabrico de novos modelos de pás eólicas para aerogeradores e aplicação de novas tecnologias de produção. Serão criados 100 novos empregos e mantidos 700.

Crescimento de 9% em dois anos

As previsões do Governo apontam para um crescimento da economia, entre 2021 e 2022, na ordem dos 9%. “Temos já em execução os investimentos que assegurarão este crescimento sustentado da economia nos próximos anos, a manutenção dos postos de trabalho e a criação de novos para absorver o desemprego gerado pela crise”, assegurou António Costa. Um crescimento que será apoiado pelo maior conjunto de fundos comunitários que o país alguma vez dispôs, distribuídos pelo Portugal 2020, Portugal 2030 e pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O PRR dispõe de 11 mil milhões de euros, de apoio direto às empresas, mais de quatro mil milhões para a descarbonização, a transição digital e as alianças para a modernização e reindustrialização, e tem ainda apoios indiretos pelos investimentos na qualificação dos recursos humanos, no combate a burocracia, e na dotação de infraestruturas para a melhoria da competitividade.

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