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Novo catálogo da Barbot dá “dicas” para conservar a madeira

O catálogo, disponível nas suas 19 lojas e em diversos pontos de venda da marca, encontra-se divido em três partes: tratamentos, realçar a textura da madeira e envernizar e proteger

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Novo catálogo da Barbot dá “dicas” para conservar a madeira

O catálogo, disponível nas suas 19 lojas e em diversos pontos de venda da marca, encontra-se divido em três partes: tratamentos, realçar a textura da madeira e envernizar e proteger

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A Barbot acaba de lançar o novo catálogo de madeiras. Além da apresentação de todos os produtos da marca para tratar madeiras de interior, exterior e soalhos, o catálogo apresenta-se também como um guia para os consumidores, já que apresenta várias dicas para conservar a madeira.

A madeira é um dos materiais mais utilizados em decoração e construção, por isso é uma das preocupações dos consumidores saber como tratar, proteger e realçar este produto. O catálogo surge, assim, divido em três partes: tratamentos, realçar a textura da madeira e envernizar e proteger.

Para facilitar a interpretação dos materiais, o documento incluiu ícones informativos, como o tempo de diluição dos produtos, tempo de secagem, número de demãos, rendimento, entre outros. No catálogo o cliente Barbot poderá ainda sentir a textura dos produtos, através de pequenas amostras.

Este catálogo surge após o lançamento da nova gama de vernizes para tratamento de madeiras, nomeadamente no que diz respeito a fungos, poros ou qualquer outro problema, como é o caso do AKUA Tapa Poros.

Da mesma linha fazem ainda parte vernizes para realçar a textura da madeira, quer de exterior quer de interior, como é o caso do Prodex Original, Prodex Aquoso ou Prodex Opaco.

Já para envernizar e proteger madeiras de interiores, a gama dispõe do Barbolux Madeiras Brilhante, Barbolux Madeiras Acetinado, Akua Madeiras Brilhante e Akua Madeiras Acetinado.

Para envernizar e proteger madeiras de exterior a Barbot disponibiliza o Barbolux Madeiras Brilhante, Akua Marítimo e o Barbodeck. A gama inclui, ainda o Akua Soalhos Brilhante, Akua Soalhos Acetinado e Barbolux Soalhos Brilhante, vernizes destinados ao tratamento dos soalhos.

O catálogo encontra-se agora disponível nas 19 lojas Barbot e em diversos pontos de venda da marca.

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Construção e habitação com “crescimento significativo”

De acordo com o INE, em 2021 foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Já o volume de transacções verificado o ano passado estabeleceu um novo recorde

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Em 2021, foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Comparando com o ano de 2019 (período pré-pandemia), os edifícios licenciados cresceram 4,3%. No mesmo ano foram licenciados 36 731 fogos no país, correspondendo a um acréscimo de 8,7% em relação ao ano anterior (33 806 fogos em 2020, -3,9%).
Segundo o INE, os edifícios licenciados para construção nova foram de novo predominantes em 2021, representando 74,6% do total de edifícios licenciados (72,7% em 2020). Por sua vez, as obras de demolição corresponderam a 6,1% das obras licenciadas em 2021 (6,7% em 2020).
No total dos edifícios licenciados, 59,3% corresponderam a edifícios em construções novas para habitação familiar, +2,3 p.p. face à proporção verificada no ano anterior (57,0%). Os edifícios licenciados em construções novas para habitação familiar totalizaram assim 15 065, observando-se crescimentos de 12,6% face a 2020 e 14,1% comparando com 2019.
Em 2021, estima-se que tenham sido concluídos 15 262 edifícios, correspondendo a um acréscimo de 3,6% face ao ano anterior (+7,8% em 2020; 14 732 edifícios) e 22 384 fogos, representando um acréscimo de 10,2% (+27,6% em 2020, correspondendo a 20 320 fogos).
Compra e venda de habitações batem recordes
Foram transaccionadas 165 682 habitações, o que constitui um novo máximo da série disponível e um crescimento de 20,5% relativamente a 2020. O valor das habitações transaccionadas em 2021 ascendeu a 28,1 mil milhões de euros, mais 31,1% que em 2020. O preço mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal foi 1 297 €/ m2, tendo aumentado 9,0% relativamente ao ano anterior. O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões do Algarve (2 000 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1 813 €/ m2), Região Autónoma da Madeira (1 436 €/ m2) e Área Metropolitana do Porto (1 370 €/ m2).
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 €/ m2, aumentando 7,7% face a 2020 (+5,5% no ano anterior). Também se verificou um aumento de 9,4% no número de novos contratos celebrados.

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NextBITT acelera internacionalização com contrato de 5M€ com fundo gerido pela Explorer Investments

O investimento estratégico tem como principal objectivo reforçar a presença internacional da empresa, numa primeira fase para a Europa, e expandir o seu negócio, com especial foco na área de sustentabilidade

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A NextBITT, empresa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de plataformas de gestão e optimização de activos físicos, viu a sua estratégia de crescimento reconhecida com um contrato de 5 milhões de euros com um fundo gerido pela Explorer Investments. Esta operação terá como principal objectivo a internacionalização da NextBITT, numa primeira fase no mercado Europeu, através da criação e fixação de novos escritórios, com o foco no desenvolvimento e promoção da área de sustentabilidade enquanto oferta estratégica de valor acrescentado na gestão de activos físicos. A Explorer Investments é uma sociedade independente de gestão de fundos de Private Equity.


(na imagem: os sócios fundadores Miguel Salgueiro, André Calixto e Pedro Morais)

Este reforço da NextBITT irá permitir consolidar o investimento estratégico da empresa nas novas áreas e geografias de aposta, mantendo a autonomia da equipa de gestão, com os sócios fundadores Miguel Salgueiro, André Calixto e Pedro Morais. A empresa prevê reforçar a sua capacidade de investigação e desenvolvimento e reforçar a sua equipa, nacional e internacional, com profissionais de excelência.

“Com este investimento conseguiremos acelerar a nossa presença internacional e reforçar os serviços de Sistemas de Gestão Energética e Sistemas de Gestão Ambiental da plataforma NextBITT, através da expansão da equipa e de um reforço da aposta em Investigação e Desenvolvimento. A NextBITT aposta na sustentabilidade com o objectivo de ser considerada uma referência internacional nos próximos cinco anos.”, refere Miguel Salgueiro, Founder & Partner da NextBITT. “Nesse sentido, a parceria com a Explorer Investments surge naturalmente, pela visão partilhada sobre a relevância da tecnologia para uma estratégia bem-sucedida de sustentabilidade, suportada na optimização dos activos físicos.”

Por sua vez, António Rocha Silva, partner da área de Growth Capital da Explorer Investments, sublinha que “temos objectivos claros para os nossos investimentos, em projectos com elevado potencial de crescimento, resiliência e solidez do seu negócio, mas que sejam também projectados para os desafios do futuro. A aposta na criação de uma plataforma de excelência, já em utilização em diversos clientes de reconhecida exigência, a que se junta uma visão alicerçada na sustentabilidade, princípio que também partilhamos, e sustentada num forte investimento na área de investigação&desenvolvimento, estão na base de uma decisão que, esperamos, venha a permitir elevar a NextBITT ao próximo nível de crescimento e traduzir-se num investimento com elevada rentabilidade para os nossos investidores ”.

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Governo lança concurso para a construção de 58 novas unidades de saúde

Avaliado em 70M€ este é um dos quatro concursos já lançados e que foram apresentados durante a sessão de “Divulgação de Projectos de Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais”

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A saúde é uma das áreas de intervenção do PRR. São 1.240 milhões de euros que servirão para concretizar projectos relevantes na área da saúde como a criação de 58 novos centros de saúde, a reabilitação de outros 193, a aquisição de 700 viaturas para assistência domiciliária ou a criação de 34 unidades móveis para assegurar a assistência de proximidade nos territórios de baixa densidade.

Estes investimentos foram apresentados pelo presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Victor Herdeiro, na sessão de apresentação do novo Estatuto do SNS e dos investimentos previstos no PPR para a saúde.
Durante a sessão foi anunciado o lançamento de quatro concursos. Um para a construção de 58 das novas 100 unidades de saúde, no valor de 70 milhões euros, outro para a requalificação ou adaptação de 193 instalações nos cuidados primários, para “aumentar a acessibilidade, a segurança e o conforto dos utentes e profissionais, respeitando ao mesmo tempo exigentes critérios de eficiência energética”. Foi ainda lançado o concurso para a aquisição de 34 novas unidades móveis para melhorar a cobertura nas regiões do interior e de baixa densidade e outro, com uma dotação de aproximadamente 23 milhões de euros, para a aquisição de mais de 770 viaturas eléctricas, “amigas do ambiente”, para prestação de cuidados ao domicílio.

“Temos também a modernização de equipamentos no montante de 103 milhões de euros, cujos procedimentos de aquisição já decorrem neste momento”, avançou Victor Herdeiro, sublinhando que “a concretização em tempo útil de todos estes investimentos e reformas vai permitir seguramente deixar às novas gerações um SNS mais capaz, mais robusto e mais acessível a todos os cidadãos”.

A Administração Central do Sistema de Saúde é o beneficiário intermediário destas reformas e investimentos. “Cabe-nos a nós, portanto, a responsabilidade pela coordenação e execução de PRR no Ministério da Saúde, mas a sua implementação depende, naturalmente, de todos e todos estamos convocados para a concretizar”, sublinhou.
O presidente da ACSS assume que o PRR irá permitir até 2026 modernizar o SNS e garantir uma melhor prestação de cuidados de saúde. Adiantou ainda que esta é “uma oportunidade única para robustecer o Serviço Nacional de Saúde”.

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“IPCEI Hy2Tech” mobiliza até 5,4 MM € de apoios europeus

O projecto de interesse europeu comum na cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio envolve 41 projectos, promovidos por 35 empresas, de 15 estados membros. O apoio abrange Portugal

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A Comissão aprovou, ao abrigo das regras da UE em matéria de auxílios estatais, um projeto importante de interesse europeu comum («IPCEI») para apoiar a investigação e a inovação e a primeira implantação industrial na cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio. O projecto, denominado «IPCEI Hy2Tech», foi preparado e notificado conjuntamente por quinze Estados-Membros: Áustria, Bélgica, Chéquia, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Países Baixos, Polónia, Portugal, Eslováquia e Espanha.

Os Estados-Membros disponibilizarão até 5,4 mil milhões de euros de financiamento público que deverão desbloquear 8,8 mil milhões de euros adicionais em investimentos privados. No âmbito deste IPCEI, 35 empresas com actividades num ou mais Estados-Membros, incluindo pequenas e médias empresas («PME») e empresas em fase de arranque, participarão em 41 projectos.

“O hidrogénio tem um enorme potencial futuro. É uma componente indispensável para a diversificação das fontes de energia e a transição ecológica. O investimento em tecnologias inovadoras pode, no entanto, ser arriscado para um Estado-Membro ou para uma única empresa. É aqui que as regras em matéria de auxílios estatais para os IPCEI têm um papel a desempenhar. O projecto hoje apresentado é um exemplo de uma cooperação europeia verdadeiramente ambiciosa para um objectivo comum fundamental. Mostra também como a política de concorrência funciona em paralelo com a inovação de ponta, justificou a vice presidente executiva da Comissão, Margrethe Vestager.

O IPCEI abrangerá uma grande parte da cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio, incluindo i) a geração de hidrogénio, ii) as pilhas de combustível, iii) o armazenamento, o transporte e a distribuição de hidrogénio e iv) as aplicações dos utilizadores finais, em especial no sector da mobilidade. Espera-se que contribua para o desenvolvimento de avanços tecnológicos importantes, incluindo novos materiais de eléctrodos altamente eficientes, células de combustível mais eficientes e tecnologias de transporte inovadoras, entre as quais se destacam, pela primeira vez, as tecnologias de mobilidade do hidrogénio. Prevê-se que os IPCEI criem cerca de 20 000 postos de trabalho directos.

Os participantes directos cooperarão estreitamente entre si através de numerosas colaborações planeadas e com mais de 300 parceiros externos, como universidades, organismos de investigação e PME em toda a Europa.
Os prazos deste IPCEI variam em função dos projectos individuais e das empresas envolvidas.

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Lisboa discute cooperativas de habitação

A Câmara Municipal de Lisboa está a identificar os terrenos a disponibilizar para cooperativas de habitação acessível

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A Vereadora da Habitação, Filipa Roseta, lamenta que tenha sido reprovada pelos vereadores do PS, Livre, Movimento Cidadãos por Lisboa, PCP e BE, a sua proposta de consenso sobre a reserva de solo municipal para cooperativas de habitação acessível. Além de expressar um dos compromissos eleitorais da coligação Novos Tempos, a proposta mantinha em aberto os modelos a ser pensados pelo movimento cooperativo, de modo a não limitar, à partida, possíveis financiamentos aos cooperantes. A abertura da proposta remetia a decisão para o processo de cocriação da Carta Municipal de Habitação.

“O nosso objectivo é tomar decisões com o Conselho Municipal de Habitação de forma participada, em cocriação. A nossa proposta procurava envolver o movimento cooperativo, que é parte fundamental da solução para a crise de habitação na cidade”, sublinha Filipa Roseta.

“Estamos abertos aos modelos de cooperativas que aparecerem e não vamos impor modelos a ninguém. Fechar a um modelo de cooperativa específico pode ser redutor. O desafio da habitação acessível passa por reinventar o movimento das cooperativas, e contamos com o apoio e criatividade dos jovens”, acrescenta.

Foi viabilizada a proposta dos vereadores Paula Marques e Rui Franco que estabelece uma reserva de solo municipal mínima a afectar exclusivamente a cooperativas de inquilinato ou usufruto.

Recorde-se que a Câmara Municipal de Lisboa está a identificar os terrenos a disponibilizar para cooperativas e a solicitar aos jovens que participem na construção dos critérios de atribuição, respeitando os princípios da sustentabilidade económica, social e ambiental. O anúncio foi feito pela vereadora da Habitação durante a 3.ª edição do Festival Internacional de Habitação Social (ISHF), que decorreu em Helsínquia no passado mês de Junho.
A segunda reunião do Conselho Municipal de Habitação realiza-se no dia 20 de Julho, estando em curso os trabalhos de cocriação da Carta Municipal de Habitação, que deverá ficar concluída em Dezembro.

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EMOBICITY quer dinamizar a mobilidade eléctrica

A primeira fase do projecto, que inclui cinco países europeus, termina em Julho com balanço positivo. A partir de Agosto, e durante os próximos 12 meses, o foco serão as infraestruturas de carregamento de veículos eléctricos

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Terminou a primeira fase de execução do projecto Interreg Europe EMOBICITY que decorreu entre Agosto de 2019 e Julho de 2022. O projecto tem como objectivo alavancar e providenciar planos de acção que, se integrados nas políticas públicas na área da mobilidade eléctrica, irão representar contributos fundamentais para a descarbonização da economia.

Participam no projecto entidades e organizações de cinco países. Para além de Portugal, integram o projecto a Grécia, Alemanha, Roménia e Croácia. Em Portugal, o consórcio integra a ADENE e a Direcção Regional da Energia dos Açores (DREn), cuja colaboração, além da mobilização de stakeholders e da divulgação de boas práticas, destaca-se a preparação de um Plano de Acção, a implementar na 2ª fase do projecto que arranca já em Agosto e decorre até Julho 2023, sendo dedicada às infraestruturas de carregamento dos veículos eléctricos.

Nos últimos dois anos de trabalho o projecto procurou “melhorar os instrumentos de política para facilitar a integração da mobilidade eléctrica nos sistemas de transportes urbanos e a promoção de medidas inovadoras para a mobilidade eléctrica”, refere a Adene.

“Para a prossecução desses objectivos, foram realizadas e desenvolvidas diversas acções e iniciativas: workshops temáticos, visitas de estudo, divulgação de boas práticas, edição de relatórios técnicos e participação em eventos, assim como actividades de comunicação”, inúmera a agência portuguesa para a energia.

Foram propostas ou integradas na base de dados da Policy Learning Platform – o instrumento do Programa Interreg Europe que apoia os governos regionais e locais em toda a Europa a desenvolver e promover melhores políticas – cinco boas práticas portuguesas relativas a incentivos para a aquisição de veículos eléctricos, à rede de postos de carregamento para veículos eléctricos, a um sistema de avaliação e classificação do desempenho energético de frotas automóveis, a pontos de luz inteligentes para fomentar a mobilidade leve eléctrica e a um serviço de bicicletas partilhadas.

A ADENE participou na preparação de um relatório sobre boas práticas na área mobilidade eléctrica, cuja estrutura e conteúdos tiveram como referência 3 tópicos considerados como prioritários pelo consórcio e em linha com os objectivos do projecto: políticas e estratégias para a promoção da mobilidade eléctrica, educação e mudança comportamental e experiências/exemplos da mobilidade eléctrica em meios urbanos. Destaque ainda para a colaboração na elaboração de cinco relatórios técnicos: modelo tarifário aplicado ao carregamento de veículos eléctricos, mobilidade eléctrica em regiões de baixa densidade populacional, integração de incentivos nos instrumentos de políticas públicas para a dinamização da mobilidade eléctrica, integração das renováveis na mobilidade eléctrica e condução autónoma e logística urbana.

A agência portuguesa foi ainda responsável pela organização de eventos de intercâmbio de experiências e comunicação, nomeadamente de um workshop temático, de visitas técnicas sobre mobilidade eléctrica, de reuniões do Local Stakeholders Group, e participou ainda nos que foram organizados pelos parceiros do projecto.

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Portugal Smart Cities Summit regressa, de 11 a 13 de Outubro

Organizado pela Fundação AIP o marketplace das cidades inteligentes está de regresso em Outubro com a inovação, transição energética, sustentabilidade, mobilidade e promoção das boas práticas na agenda

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O evento de referência, organizado pela Fundação AIP, irá reunir uma “alargada representação empresarial proveniente de diversas geografias, que promove sinergias entre o território, a indústria e o meio académico-científico, visando a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, adianta a Fundação AIP.

No “Portugal Smart Cities participam cidades inclusivas, que tem como objectivo a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, dar a conhecer as suas valências e as suas boas práticas, numa perspectiva de atracção de investimento. Os Municípios encontram também na iniciativa as soluções tecnológicas mais avançadas para um desenvolvimento sustentável das suas cidades”.

O evento arranca com a “Cimeira dos Autarcas”, no dia 11, com vários painéis que abordarão diferentes soluções e inovações no domínio das Smart Cities que estão a ser implementadas nos territórios. No dia 12 de Outubro as sessões serão dedicadas à Transição energética e Sustentabilidade, à Cibersecurity, Saúde e Bem-Estar nas Smart Cities e à Smart Mobility. A 13 de Outubro os Resíduos, Ambiente e Sustentabilidade, Smart Cities Sharing & Inclusive Cities, dominarão as atenções.

O evento conta igualmente, na presente edição, com uma parceria estabelecida como a BaN Business as Nature e Casa Comum da Humanidade, que irão apresentar, nos dias 11 e 12, sessões sob os temas
“As Cidades pelo Património Comum e a Sociedade Civil pelo Património Comum “.
A exposição e as conferências destinam-se a autarcas, técnicos municipais, administradores, engenheiros, arquitectos, investidores, empreendedores, professores, investigadores, estudantes e público em geral.

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“É fundamental que os arquitectos voltem a aproximar-se dos centros de decisão”, alerta a presidente da OASRLVT

“O papel da Ordem enquanto organismo agregador pode ser determinante mas, para tal, os membros têm de estar mais unidos e mais próximos da própria Ordem”.

Ricardo Batista

“Os arquitectos afastaram-se da política e é fundamental que voltem a aproximar-se dos centros de decisão”. O alerta foi dado por Helena Botelho. A presidente do Conselho Directivo da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos alertou, durante a conferência “Arquitectura e Território” para o facto de haver apenas um arquitecto entre os 230 deputados que compõem a XV Legislatura, sublinhando que “quando tomarmos consciência de que não temos arquitectos na política é que percebemos que muitos dos problemas de que nos queixamos resultam disso mesmo”.

No âmbito do Archi Summit 2022, que decorre até 15 de Julho no Palácio Ford, no Porto – e do qual o CONSTRUIR é parceiro de media-, Helena Botelho integrava um painel juntamente com responsáveis de várias outras secções regionais e dissertava sobre a importância de uma mobilização geral de arquitectos na defesa de uma melhor qualificação não apenas do espaço público, ordenamento do território, mas na defesa intransigente da melhoria de qualidade das políticas de habitação.
Ao CONSTRUIR, a presidente do Conselho Directivo da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos reconhece que não sabe de quem é a culpa, mas considera fundamental que “os arquitectos estejam próximos dos centros de decisão”. “Temos de ser chamados a participar e acredito que essa participação política é fundamental.

“O papel da Ordem enquanto organismo agregador pode ser determinante mas, para tal, os membros têm de estar mais unidos e mais próximos da própria Ordem”. Segundo Helena Botelho, “temos de pensar juntos, participar juntos. Somos muitos, em algumas zonas bastante dispersos mas se tivermos essa intervenção política será muito mais fácil de conquistar um território que ainda não conquistámos”. “Se olharmos para os arquitectos que têm agora 70, 80, 90 anos, eram arquitectos que eram activos politicamente, independentemente da sua filiação. Eram pessoas que, do ponto de vista politico tinham um papel activo. E é importante que cada um, no seu território, no que conseguir, todos juntos com a Ordem, lute por essa participação na medida em que cada um consegue mas conseguimos muito mais juntos”.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Solyd arranca construção do Bloco A do Terraces Mirear com 70% já vendido

A promotora imobiliária SOLYD Property Developers arrancou com a construção do primeiro edifício do seu novo projecto MIREAR – TERRACES MIREAR Bloco A. O projecto conta já com uma taxa de comercialização de 70% e estará concluído em 2024

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A promotora imobiliária SOLYD Property Developers deu início à construção do TERRACES MIREAR Bloco A no passado mês de maio. Este é o primeiro edifício residencial do MIREAR, o seu novo empreendimento em Miraflores, lançado no início deste ano. Este edifício encontra-se já 70% vendido, tem actualmente à venda as suas últimas unidades disponíveis de tipologias T1 a T5 e representa um investimento de cerca de 52 milhões de euros.

O Bloco A do TERRACES MIREAR oferece 102 apartamentos com tipologias entre o T1 e T5 com áreas entre 54 e 244 m2. Oferece ainda generosas varandas e terraços com vistas desafogadas sobre o Parque Florestal de Monsanto, o Parque Urbano de Miraflores e o Rio Tejo.

Com uma área bruta de construção de 25.000 m2, o edifício conta com seis zonas comerciais, estacionamento privativo para automóveis e bicicletas, pré-instalação para veículos eléctricos e arrecadações privativas, sendo possível ainda desfrutar de ginásio, piscina, sauna, jacuzzi, lobby decorado e uma sala multiusos. O projecto insere-se numa zona consolidada em termos de grandes espaços de comércio, serviços, restauração, óptimos acessos, uma boa rede de transportes, próximo de vários locais de interesse, como parques urbanos e florestais, e o Rio Tejo.

A construtora Teixeira Duarte é a responsável pela obra que estará concluída em 2024.

O projecto de arquitectura é assinado pela arquitecta Cristina Rocheta, directora de arquitectura e projecto da SOLYD. O desenvolvimento do projecto MIREAR obedeceu a exigentes critérios, com recurso a soluções que minimizam o impacto climático, promovem a utilização de materiais amigos do ambiente e a segurança de todos, garantindo uma elevada eficiência energética. Com acabamentos modernos e de superior qualidade, espaços interiores luminosos e amplos.

“O início da construção do bloco A do TERRACES MIREAR e a sua comercialização de sucesso, materializada com uma taxa de comercialização de cerca de 70%, concretizam o arranque do projecto MIREAR enquanto projecto de excelência numa das zonas mais procuradas pelos portugueses e que proporcionará habitação, trabalho e lazer, num equilíbrio perfeito entre a sustentabilidade, a qualidade e o conforto.”, sublinha Sónia Santos, directora de marketing e vendas da SOLYD.

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RE/MAX Collection reforça carteira no grande porto

A RE/MAX Collection apresenta cinco novos empreendimentos residenciais premium, projectos de reabilitação urbana e de construção nova, localizados na região do Grande Porto: Marquesa Palace, Sarsfield, Inner, Enlight e Green Terrace

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Com perto de mil consultores certificados neste segmento, a mediadora imobiliária aumenta a sua carteira de imóveis premium com cinco projectos de uma assentada. O primeiro é o Palácio Marquesa Palace, um projecto de reabilitação no centro histórico do Porto, cujo edifício está totalmente modernizado em 16 unidades residenciais de luxo. Os apartamentos variam entre os 70,85 e os 143,85 m2, com unidades de um e de dois quartos, e preços a oscilar entre os 389 mil e 668 mil euros.

Outro dos destaques é o Sarsfield, empreendimento que agrega cinco moradias de luxo em construção no centro histórico de Leça da Palmeira, zona de fáceis acessos e serviços, perto da praia de Leça e da Marina de Leixões. Com tipologias que vão de T2 a T4+1, as moradias têm preços que variam entre 665 mil e 1,2 milhões de euros.

Também no centro do Porto evidencia-se o condomínio Inner, um empreendimento que propõe um novo padrão de vivência urbana, composto por apartamentos e moradias independentes, de tipologias T0 a T2 Duplex de elevada qualidade.

Um outro que se junta ao portefólio da RE/MAX Collection é o empreendimento Enlight, que integra 20 apartamentos novos de luxo, distribuídos por oito pisos, com tipologias T1 a T4, que contam com áreas interiores até aos 280,5 metros m2 e áreas exteriores até 105,3 m2, entre varandas, jardins ou pátios. Tem localização na Avenida da Boavista.

Entre as novas angariações da marca está também o Green Terrace. Um novo empreendimento implementado no Porto, na zona de Ramalde, e composto por quatro blocos de apartamentos de tipologias T1, T2, T3, T4 e lojas. O empreendimento distingue-se pela elevada
qualidade de construção, privilegiando materiais ecológicos e sustentáveis e de alta gama e diferencia-se ainda pelas excelentes áreas interiores e exteriores.

“Juntamos à nossa carteira de empreendimentos de luxo cinco novos projectos imobiliários verdadeiramente distintivos e localizados no Grande Porto. Falamos de uma região onde o segmento residencial de luxo apresenta um grande potencial, atraindo investimento quer nacional quer estrangeiro e registando níveis de procura crescentes em vertentes como a reabilitação e a habitação nova”, sustenta Beatriz Rubio CEO da RE/MAX Collection

De acordo com a responsável, “orientados para clientes exigentes, os empreendimentos apresentam-se como uma oportunidade de investimento seguro. Dado tratar-se de projectos de grande exclusividade, que combinam conforto e comodidades de um estilo de vida urbano, por certo, serão sinónimo de bastante procura e um sucesso de vendas”.

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