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Especial Janelas, Portas e Caixilharia: “Etiquetagem a ganhar peso”

“Mais do que nunca, a eficiência energética assume-se como um factor diferenciador, profundamente valorizado pelo consumidor final”. Quem o garante é o presidente da CPCI, antecipando, de algum modo, a auscultação ao mercado por parte do CONSTRUIR. Os empresários sublinham a importância crescente da Etiquetagem energética e a maior exigência (informada) por parte do consumidor final. Mas há muitos mais desafios para os quais as empresas estão atentas

Ricardo Batista
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Especial Janelas, Portas e Caixilharia: “Etiquetagem a ganhar peso”

“Mais do que nunca, a eficiência energética assume-se como um factor diferenciador, profundamente valorizado pelo consumidor final”. Quem o garante é o presidente da CPCI, antecipando, de algum modo, a auscultação ao mercado por parte do CONSTRUIR. Os empresários sublinham a importância crescente da Etiquetagem energética e a maior exigência (informada) por parte do consumidor final. Mas há muitos mais desafios para os quais as empresas estão atentas

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“Nos dias de hoje, a discussão está centrada na sustentabilidade e na eficiência energética. Está em causa o conforto das populações e uma gestão inteligente dos recursos naturais.
Estes são aspectos que terão de estar sempre presentes, quando abordamos de uma forma integrada a construção e a Reabilitação Urbana.” Quem o garante é Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário que, por ocasião do IV Encontro Nacional do Sector das Janelas e Fachadas, promovido pela ANFAJE, sublinha que “o imobiliário está a viver uma conjuntura favorável, alicerçada no investimento estrangeiro, nas baixas taxas de juro e na pouca atractividade dos produtos financeiros oferecidos pela Banca”. “Mais do que nunca, a eficiência energética assume-se como um factor diferenciador, profundamente valorizado pelo consumidor final”, assegura o também presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas.

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Momento optimista
Mas, em rigor, de que modo é que estes conceitos estão a ser geridos pelas empresas que actuam neste segmento específico de mercado? No entender de Cátia Nunes, “o mercado está a viver um momento optimista e expansivo, que os indicadores nos levam a crer que se prolongará pelo menos até 2020”. De acordo com a responsável de Marketing e Comunicação da Reynaers Aluminium Portugal, além da maior disponibilidade financeira, deve-se em grande parte “aos incentivos em vigor, que visam a requalificação energética dos edifícios, por via da renovação de materiais hipoteticamente responsáveis pelo bom desempenho térmico dos edifícios, como os sistemas em alumínio”. Para Cátia Nunes, é fundamental este clima positivo para “sensibilizar e democratizar a etiquetagem”. Segundo a responsável de Marketing da Reynaers, “é necessário esclarecer o instalador, do mais pequeno ao de maior dimensão, sobre a importância de aconselhar o cliente a escolher um sistema com corte da ponte térmica, entre outros factores que contribuem para um desempenho energético que satisfaça (ou supere) os padrões de conforto e energéticos da actualidade”. Depois, diz, Cátia Nunes, “é necessário sensibilizá-lo para a correcta instalação dos sistemas. E por último, é necessário que a etiquetagem seja um processo fácil e sem custos, e demonstrar-lhe as suas vantagens para o negócio. Por exemplo, que ele pode vender mais, se com a etiqueta provar que vende melhor”. A pensar nestas questões, Cátia Nunes sublinha que a Reynars é pioneira “na adesão ao sistema de etiquetagem Classe+ em Portugal, entre outras certificações de sustentabilidade, ambientais e de conformidade dos nossos sistemas”. “A nível digital, dispomos de várias plataformas que informam os nossos diferentes públicos acerca da performance dos nossos sistemas, contribuindo desta forma para a informação do mercado e de escolhas informadas, energeticamente conscientes”, acrescenta.

Recuperação de mercado
Já segundo José Santos, “a recuperação do mercado é evidente. Portugal para além de impulsionar a reabilitação urbana está a voltar à realização de novos projectos e isso reflecte-se em todos os intervenientes envolvidos no mercado da construção”. O responsável comercial da Cortizo Portugal considera que “o mercado da construção sustentável ou com consumo quase nulo exige soluções de caixilharia com coeficientes de transmissão térmica muito baixos. Para o efeito, cada vez mais há uma aposta em janelas com perfis de maior profundidade, incorporando espumas isolantes no interior dos perfis”. José Santos assegura, igualmente, “que se está a trabalhar em novos materiais para a rotura térmica que permitam reduzir a transmissão térmica recorrendo a uma menor largura de rotura”. No entender do responsável comercial da Cortizo em Portugal, “no caso dos sistemas de PVC, a inclusão de um maior número de câmaras nos perfis, ou das referidas espumas, permitem melhorar ainda mais as suas excelentes prestações. É o que temos aplicado, por exemplo, na série A84 Passivhaus, que lançamos há uns meses. Um sistema batente de PVC com 84 mm de profundidade e com perfis de 6 câmaras interiores, com espumas isolantes inseridas tanto no aro como na folha, que permitem alcançar um valor de transmissão térmica desde apenas 0,66 W/m²K”. Questionado sobre as novidades que a companhia está a promover no mercado nacional, José Santos revela ao CONSTRUIR que “o mercado exige sistemas de elevadas prestações térmicas e acústicas, no âmbito da construção sustentável, e exige ainda que estas soluções de alumínio e PVC se apresentem em consonância com a arquitectura actual, com tendência para linhas minimalistas”. Nesse sentido, diz, “na CORTIZO lançámos este ano a janela de PVC A84 Passivhaus HI, certificada para climas frios e temperados pelo prestigiado instituto Passivhaus como a que dispõe de melhores prestações térmicas do mercado”. José Santos revela ainda que “brevemente, teremos também a A84 Passivhaus 1.0 para climas quentes e temperados. Por outro lado, em alumínio, em consonância com estas linhas minimalistas, acabamos de lançar o sistema batente COR 80 FOLHA OCULTA”. “Trata-se”, segundo aquele responsável, “de uma janela com uma transmissão térmica desde 0,8 W/m²K, na qual a folha se encontra oculta pelo aro fixo e na qual se pode incorporar o puxador ARCH INVISIBLE, instalado no tubular do perfil, imperceptível na vista frontal. Uma solução inexistente até ao momento no mercado. Para além disto, o nosso departamento de I+D+i continua a desenvolver novas soluções de janelas, portas, fachadas, etc, adaptadas às realidades construtivas de todos os mercados em que nos encontramos envolvidos”.

Novo paradigma
Elena Adán, responsável de Marketing da Kömmerling, revela ao CONSTRUIR que a estratégia passa, em grande medida, pela Construção. “O nosso objectivo é ambicioso, uma vez que nos propomos a ser parte activa da alteração de paradigma na Construção, iniciado em 2016 e que prolongamos em 2017”. “O tempo tem demonstrado a necessidade de uma mudança e este é o momento para os profissionais da construção se envolvam num novo modelo onde a sustentabilidade se converta numa aspiração real em todas as fases de um projecto de obra”. Adán explica que a Kömmerling lançou um desafio aos arquitectos: a possibilidade de desenharem um Edifício de Consumo Nulo de Energia com um custo economicamente viável. “O novo Edificio Zero da Kömmerling será o resultado destes esforços e hoje, mais de 100 gabinetes de arquitectura responderam ao nosso desafio”, adianta Elena Adán, acrescentando que em breve haverá novidades. Sobre as novidades mais concretas, a responsável de Marketing da Kömmerling explica que “o nosso objectivo não é inovar no papel mas sim que esta inovação passe, de uma maneira real, para o mercado e, inclusivamente, para os espaços, com soluções sustentáveis em todas as fases do processo, desde a fase de fabrico padronizada e optimizada, até à distribuição e colocação em obra.
Tendo esta premissa como base, Elena Adán explica que a Kömmerling tem apostado, nos últimos dois anos, no novo sistema Kömmerling76, com junta central que veio marcar, segundo a responsável de Marketing da companhia, “um antes e um depois nas soluções em PVC”. Este sistema, diz, “é revolucionário graças aos novos sistemas que se adaptam à carteira de produtos, nomeadamente ao AluClip Zero, 76MD Zero e PremiDoor76. Desde logo, a multinacional promove as vantagens do sistema Kömmerling76, uma solução que na sua versão padrão consegue valores de transmissão térmica das janelas desde 0,79 W/m2K, com uma transmissão térmica dos perfis do caixilho 1,00 W/m2K, tudo num sistema visualmente ligeiro. Em comunicado, a empresa revela que conta com dois sistemas ideais para dar resposta a projectos passivhaus e a edifícios com necessidades quase nulas de energia, tanto ao nível da reabilitação como construção nova. A juntar a isso, a empresa promoveu o sistema 76MD Zero, solução que conta com um desenho estilizado em que a folha permanece oculta à vista, conseguindo, de acordo com a Kömmerling, “uma elegante estética de folha oculta, optimizada em custos e mantendo todas as prestações técnicas do sistema Kömmerling76. A juntar a isso, o sistema AluClip Zero, sistema de carpintaria mista para janelas e portas com o qual se procura conciliar a estética do alumínio com as prestações do PVC. Este sistema de 76mm e junta central tripla combina as prestações técnicas do sistema Kömmerling76 com o acabamento metálico.

Instalação é crucial
“A etiquetagem energética veio para ficar. Trata-se de um sistema com o qual o cliente final já está familiarizado quando adquire outro tipo de produtos (lâmpadas, electrodomésticos, …) e serve para facilmente comparar várias opções disponíveis no mercado e decidir de forma consciente e informada qual a solução que lhe oferece a melhor relação eficiência/preço”. A garantia é deixada ao CONSTRUIR por Rui Salgueiro Alves, Industry Business Unit Manager da Soudal, para quem “as empresas estão progressivamente a adaptar-se, havendo inclusivamente algumas já a posicionar-se bem acima daquilo que o mercado actualmente exige em termos de etiquetagem energética – por exemplo as empresas aderentes ao programa ‘Class+’”. Para Salgueiro Alves “este posicionamento acaba por exercer um efeito positivo de contágio junto das outras empresas que demorariam mais tempo a reagir e a adaptar-se, puxando a qualidade e a eficiência energética das janelas para padrões mais elevados”. O Industry Business Unit Manager da Soudal explica, no entanto, que “a correcta instalação é crucial para garantir a qualidade do trabalho final. Constatamos que o mercado das janelas evoluiu tremendamente nos últimos anos, mas ainda se instalam janelas como há 20 anos atrás”. Rui Salgueiro Alves diz ao CONSTRUIR que “é necessária uma mudança de mentalidades quer junto dos instaladores, quer do cliente final, ou mesmo dos prescritores”, acrescentado que “é necessária uma maior exigência e informação sobre os novos produtos, novos sistemas e técnicas de instalação mais fáceis e mais eficientes”. “As novas técnicas de instalação incorporam produtos e sistemas que acompanham e aumentam o valor acrescentado que uma janela eficiente traz consigo”, diz aquele responsável, para quem “o cliente que está disposto a pagar por uma janela eficiente deve exigir que a sua instalação seja também feita de forma eficiente”. A empresa está a apostar fortemente em soluções integradas, querendo estar presente em todas as fases da cadeia de valor: na indústria do vidro duplo com soluções completas ao nível do seu fabrico; em conjunto com os detentores dos sistemas de alumínio, PVC e madeira de forma a melhorar o desempenho energético dos seus produtos; com os fabricantes de janelas desenvolve soluções que permitem melhorar os seus produtos do ponto de vista energético, acústico e de reforço estrutural; para os instaladores das janelas, apresenta o mais completo conjunto de soluções para garantir a correcta instalação da janela e o seu melhor desempenho do ponto de vista de isolamento térmico, acústico e estanquidade à água e ao ar – o “Soudal Window System”. Este sistema aborda a janela propriamente dita e a sua área envolvente como um todo, apresentando a melhor solução para cada tipo de janela e instalação. Segundo adianta Rui Salgueiro Alves, fada a especificidade do mercado português, a Soudal desenvolveu e adaptou 3 tipos de sistemas de instalação: “Basic”, “Plus+” e “Premium” e está a divulgar massivamente junto dos clientes finais e dos decisores/prescritores a melhor forma de se informarem com os seus fornecedores de janelas sobre os benefícios de instalar correctamente janelas eficientes. “Ao promover as suas soluções junto dos clientes finais, a Soudal garante que estes poderão assim escolher de modo informado e consciente o sistema que mais lhe convém e simultaneamente aferir sobre quem são os instaladores melhor preparados para o instalar”, conclui.

Segundo adianta ao CONSTRUIR o gerente da Rotofer, “o sector está a sofrer uma forte revolução tecnológica com uma forte aposta dos empresários, apoiados por políticas públicas e programas de apoio como é o caso do IFFRU 2020 e o Casa Eficiente 2020 que têm um impacto positivo nas empresas do sector, conduzindo a um maior rigor, profissionalismo e competência que só beneficiam o resultado final do produto acabado e consequente oferta das soluções ao cliente”. De acordo com Eduardo Cacho, “as empresas estão cada vez mais informadas e preocupadas com a etiquetagem energética, esta informação / preocupação levou a que as empresas do sector alterassem a mentalidade e o modus operandi na fabricação dos caixilhos, resultando numa melhoria bastante significativa do produto acabado”. Para aquele responsável, “a etiqueta energética sendo uma ferramenta de apoio muito importante na tomada de decisão do consumidor, ajuda na escolha dos produtos energeticamente mais eficientes, permite a caracterização do desempenho energético e da comparação entre produtos”.
Eduardo Cacho explica que a Rotofer “aposta muito na divulgação de sistemas vanguardistas que visam uma melhoria significativa do produto acabado que é a caixilharia”. Entre os produtos diferenciadores, Cacho destaca dois Sistemas: Roto Patio INOWA e Roto Tilt First. No que respeita ao Roto Tilt First, trata-se de um sistema de ferragem com puxadores de Segurança em Janelas de PVC que inclui, no entender do gerente da Rotofer, “bom isolamento acústico, sistema de ferragem ROTO, permitindo uma abertura em segurança, chamada de abertura lógica, no fundo uma solução iIdeal para quem tem crianças em casa, e também para edifícios públicos (hospitais e escolas), onde é exigida segurança acrescida”. “Com este sistema, poderá desfrutar da sua casa ou estabelecimento sem ter que se preocupar se alguém irá abrir as janelas, evitando assim graves acidentes”, acrescenta.

Valor acrescentado
Giorgio Grillo, director geral da Deceuninck España, explica ao CONSTRUIR que “a etiquetagem energética é um certificado de garantia e de qualidade que vem acrescentar valor aos nossos produtos e serviços, promovendo e defendendo a produção nacional de janelas onde a eficiência energética é um fator relevante e distintivo”. No entender daquele responsável, “a regulamentação relativa à eficiência energética traduz-se numa informação ao consumidor que permite comparar o desempenho de produtos, informar sobre a qualidade, o conforto térmico, o nível de atenuação acústica, o nível de permeabilidade ao ar e as características do vidro, reduzir a fatura energética sem prejuízo do seu conforto e incluir a informação técnica de cada janela no certificado energético da casa ou do edifício”. A Deceuninck aposta em novos sistemas de perfis para janelas e portas de alta eficiência térmica. A ThermoFibra, união do PVC com fibra de vidro contínua, permite atingir valores de transmissão térmica (Uf) abaixo de 1,0 w/m2.K de modo que, de série, as janelas fabricadas com estes perfis cumprem os requisitos dos Edifícios de Consumo Quase Nulo (ECCN) e PassivHaus (PH). Além disso, a ThermoFibra permite aligeirar o peso dos perfis em 40%, de forma a que a utilização de vidros triplos não afecte o bom funcionamento das dobradiças das janelas. A ThermoFibra permite revolucionar as secções dos perfis, tornando-as mais estreitas. Por exemplo, o sistema deslizante Islid#neo apresenta uma secção central de apenas 35mm, 60% menor que os sistemas convencionais em soluções de PVC.
Entre os novos sistemas de janelas e portas, a Zendow#neo Premium e Legend estão certificados como componentes PassivHaus e 100% recicláveis. A isto, acresce a oferta de uma ampla gama de cores lacadas, metalizadas, texturadas, em acabamentos de madeira e lisos, para além da gama RAL.

Apoio aos fabricantes
Ao CONSTRUIR, Manuel Morales enaltece o “bom trabalho que a ADENE e a ANFAJE estão a fazer na difusão da nova etiqueta energética Classe +, que está a ter efeito no consumidor final, mas ainda há muito trabalho por ser feito nos próprios fabricantes de janelas”. Sobre os desafios que se colocam às empresas que actuam neste mercado, o gerente da Salamander em Espanha e Portugal, explica que “tão importante quanto a fabricação de uma janela, é a sua instalação no local. Para que a janela possa oferecer ao cliente final todas as suas prestações, é necessário um conhecimento específico na sua colocação. Sabemos que uma instalação óptima é um aspecto a melhorar para o qual estamos a realizar cursos de formação aos nossos clientes”. A companhia, que está apostada no crescimento no mercado português, promove fortemente o sistema bluEvolution 82 MD, certificado pelo Instituto Passivhaus como o único sistema de janelas que atinge valores de isolamento térmico estabelecidos por este Instituto para zonas de climas temperados, sem a necessidade de reforços especiais.

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Viseu investe 4,5M€ em Área de Acolhimento Empresarial

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço

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O Executivo municipal de Viseu aprovou, em reunião de Câmara, o lançamento do concurso para a construção da primeira fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa (AAEL). O prazo definido para a execução da obra é de 12 meses e representa um investimento global superior a 4,5 milhões de euros.

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço. Por exemplo, serão incluídas na empreitada infraestruturas hidráulicas, ETAR, plano de acessibilidades, arquitectura paisagista, plano de segurança e saúde ou o plano de prevenção e gestão de resíduos, entre outras peças. Saliente-se que o investimento contará com financiamento através de fundos europeus (CCDR – Centro) na ordem dos 85%.

“O Município de Viseu definiu, como um dos seus eixos prioritários, transformar o concelho num polo de atractividade de investimento, no domínio da Competitividade Empresarial. A AAE de Lordosa é uma obra fundamental para fomentar é um passo decisivo para cumprir este objectivo”, explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu. A estrutura é ainda fundamental para a dinamização do Norte do Concelho, que poderá desta forma aumentar o emprego qualificado na região e, consequentemente, a fixação das populações.

Numa primeira fase, a AAEL irá suprir uma clara falha de mercado existente na região, atendendo à escassez de oferta de solo para a instalação de empresas, em contraponto com a elevada procura. Posteriormente, proporcionará às empresas um ambiente de negócios favorável e propício à melhoria da sua competitividade e ao aumento da cooperação empresarial. A infraestrutura deverá começar a receber empresas a partir de 2022. “Com mais este importante investimento, esperamos potenciar a centralidade geográfica de Viseu e, dessa forma, captar para o concelho e para a região, investimento directo estrangeiro qualificado”, adianta a autarca.

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Braga recupera Escola Francisco Sanches para construir Centro Cultural

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativa

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A Câmara Municipal de Braga vai abrir o concurso público para a reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A abertura de procedimento concursal é submetida à próxima Reunião do Executivo Municipal.

Com um preço-base de 1,7 milhões de euros, o projecto vai transformar a antiga escola Francisco Sanches num equipamento de referência, alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030 e com a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultural em 2027.

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativas. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. Recorde-se que o edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração da Freguesia de S. Victor, estabelecendo a ligação entre o Centro Histórico e a Universidade do Minho.

Após a reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, serão criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

A ideia é que o público se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. A Autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício e incorporar novas dinâmicas que possam resultar o debate em torno da estratégia cultural 2030.

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Odivelas: “Casa da Quinta” vale prémio de Arquitectura a Catarina Alves

“Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, explica a arquitecta

Ricardo Batista

O projecto Casa da Quinta, em Caneças, assinado pela arquitecta Catarina Alves, foi o grande vencedor do galardão municipal de arquitectura do concelho de Odivelas, uma iniciativa promovida pela autarquia e que procura “honrar construções novas, ou que estejam em recuperação, que privilegiem a qualidade arquitectónica e o enquadramento urbanístico do projecto, e que contribuam para a valorização do património arquitectónico e urbanístico do Concelho de Odivelas.

Segundo a organização, o projecto da Casa da Quinta “surge com o intuito de elevar as características de uma zona rural, em Caneças. Da sua narrativa fazem parte as linhas tradicionais e o telhado de duas águas, as fachadas lisas brancas, pontualmente rasgadas por vãos de alto a baixo, com as suas portadas de ar rústico inspiradas nos antigos celeiros”.

Inserida numa envolvente de 2 hectares de campo, a área onde hoje surge a Casa da Quinta, constituiu no passado um conjunto de construções das quais faziam parte: casas de caseiros e de animais. ​

Com cerca de 200m2 de implantação a Casa da Quinta desenvolve-se num único piso térreo, desenhado e pensado para um contacto constante com o exterior, repleto de oliveiras centenárias.​

No design de interiores adoptou-se uma linha que alia antigo e moderno, seja através dos revestimentos, texturas, cores, mobiliário ou elementos decorativos utilizados.

“Ver o projecto da Casa da Quinta distinguido com o prémio municipal de arquitectura do concelho de Odivelas é para mim motivo de grande orgulho e emoção”, começa por revelar Catarina Alves. “Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitectura e do design de interiores”, sustenta.

“Este prémio é também um passo muito importante para a marca que criei. A Casa da Quinta foi o pretexto, o começo e a engrenagem para a concepção da CATE, que pretende dar alma às casas portuguesas”, concluiu a arquitecta, citada em comunicado. Recorde-se que Catarina Alves é fundadora da marca CATE que está vocacionada para a arquitectura, design de interiores e lifestyle.

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MAN lança novas carroçarias para eTGE

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos

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A MAN, especialista em produtos e serviços inovadores para a indústria de veículos pesados de mercadorias e passageiros, está já a promover um conjunto de novas carroçarias associadas ao modelo eTGE, nomeadamente uma carroçaria com caixa.

Com a introdução da solução a ser feita junto de uma empresa de mobiliário na Holanda, a opção, segundo a MAN, permite a entrega local, sem emissões, de móveis geralmente volumosos na metrópole de Amesterdão. Com este passo, a empresa contribui para a melhoria da qualidade do ar na cidade e, simultaneamente, responde ao aumento do número de entregas ao domicílio desde o início da pandemia, o que torna o transporte limpo ainda mais importante.

O facto de cada vez mais empresas pensarem desta forma também se reflecte nas actuais estatísticas de registo na Europa (UE 27 + 3). De Janeiro a Maio de 2021, o número de vans eléctricas a bateria (BEV) entre 3 e 6 t GVW duplicou em comparação com o período homólogo para cerca de 2.200 unidades (+ 135%).

Anteriormente, a MAN eTGE estava disponível como furgão na área de transporte de mercadorias e como minibus no sector de transporte de passageiros. Com o objectivo de oferecer aos seus clientes uma gama ainda mais ampla na classe de veículos comerciais eléctricos leves, a MAN Truck & Bus, em cooperação com conceituados fabricantes, oferece a eTGE com caixa, com plataforma ou basculante trilateral.

“Na nova versão, a eTGE torna-se ainda mais atraente para os motoristas de entrega. Porque muitos clientes de negócios de entregas urbanas estão interessados num grande volume de carga, seja para entregas de pedidos online de grande volume ou para entregas de móveis. Ao mesmo tempo, está a tornar-se cada vez mais importante, especialmente na cidade, reduzir de forma sustentável as emissões de gases de escape e ruídos. A MAN eTGE com caixa oferece a combinação ideal para isso”, explica Martin Imhoff, director de Marketing de Produto Van na MAN Truck & Bus.

Com caixa, a MAN eTGE possui um espaço de carga de 3.280 mm de comprimento, 2.060 mm de largura e 2.000 mm de altura (opcionalmente 2.200 mm). Isto corresponde a um generoso volume de carga de 13,5 metros cúbicos. A altura é de 1.050 mm. A área de carga pode ser facilmente alcançada através de um auxílio de entrada extensível de 4 partes na traseira. No interior, existem calhas laterais e frontais para o armazenamento seguro da carga. A carroçaria de carga vem da empresa SPIER Fah-rzeugwerk de Steinheim, Alemanha, e é montada na eTGE pelo fabricante.

A segunda novidade da gama MAN eTGE tem um propósito diferente: os serviços municipais, a indústria da construção, da jardinagem e paisagismo. Aqui, uma plataforma ou um basculante trilateral costumam ser os formatos de corpo mais procurados. A MAN oferece agora em cooperação com o fabricante Schoon Fahrzeugsysteme de Wiesmoor, Alemanha. A plataforma mede 3.255 mm de comprimento e 2.040 mm de largura. As paredes laterais rebatíveis têm 300 mm de altura. 10 olhais de amarra, cada um com uma força de tracção de 500 daN, estão integrados na plataforma. Com a plataforma, a carga útil é de 820 kg, com a basculante trilateral é de 750 kg.

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Portugal prepara presença na Hannover Messe 2022

Cerca de 40 empresas confirmaram já formalmente a sua participação na edição da Hannover Messe 2022, da qual Portugal será País-parceiro

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Portugal irá apresentar-se em Hannover com uma forte presença expositiva, com um pavilhão central e três pavilhões temáticos, além de uma vasta programação de conferências, colóquios e iniciativas culturais.

Sob o mote “Portugal Makes Sense”, a presença portuguesa será focada nas áreas Engineered Parts & Solutions, Energy Solutions e Digital Ecosystems, representativos da oferta nacional de clusters de excelência nos sectores de equipamentos e metalomecânica, mobilidade, automóvel e aeronáutico, têxteis e plásticos técnicos, moldes, tecnologias de produção e energias renováveis.

A participação portuguesa é uma organização conjunta da AICEP, da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã. As inscrições das empresas são feitas junto da AIMMAP.

A feira Hannover Messe 2022, a decorrer de 25 a 29 de abril do próximo ano na Alemanha, serve de ‘farol’ à indústria alemã e, simultaneamente, de referência para o sector industrial de outros países, já que 40% dos seus visitantes são estrangeiros.

Várias empresas portuguesas participaram em workshops realizados em Braga, Aveiro e Lisboa, com o objectivo de prepararem as respeptivas presenças nesta que é a maior feira mundial da indústria, de que Portugal é país-parceiro.

A dinamização dos workshops foi uma promoção conjunta da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, AIMMA – Associação dos Industriais Metalúrgicos e Afins, e da CCILA – Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã.

A organização contou também com a colaboração da Associação Empresarial do Minho, da Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro e também da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas.

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“Matosinhos Casa Acessível” investe 16,5M€ em habitação no concelho

O investimento é destinado à construção de 140 novos apartamentos no âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação de Matosinhos

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No âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação, a MatosinhosHabit vai celebrar um contrato de arrendamento habitacional para subarrendamento de imóveis ao abrigo do programa “Matosinhos: Casa Acessível” com a portuguesa GHF. A empresa será responsável pela construção e promoção imobiliária, que vai possibilitar a construção de 140 apartamentos em regime de renda cessível. na zona de São Mamede de Infesta.

“A concretização deste novo contrato vai permitir progredir na meta definida pelo município, de 500 contratos de arrendamento acessível até 2025. Este acordo prevê a concretização de 28% desse objetivo. Estamos também a responder de forma objectiva às necessidades habitacionais identificadas na Estratégia Local de Habitação de Matosinhos, sublinhou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit.

Com um investimento de 16,5 milhões de euros, o empreendimento, localizado em São Mamede de Infesta, será composto por três blocos e englobará apartamentos de tipologia T1 a T3. A localização deste projecto também contribuirá para o aumento da oferta de habitação, numa freguesia onde a inflação imobiliária, tem prejudicado a garantia de habitações a preços acessíveis.

A construção irá iniciar-se no final do corrente ano, estando a sua conclusão prevista até final do segundo trimestre de 2023.

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CBRE lança flash report dedicado ao Porto

“Porto at a Glance” é o mais recente flash report criado pela consultora para atrair investidores e ocupantes. Uma aposta no potencial de atracção de investimento

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Nos últimos anos a cidade do Porto tem atraído a atenção dos visitantes e investidores. Para dar a conhecer as potencialidades da cidade a CBRE acaba de lançar o ‘Porto at a Glance’, um flash report anual direcionado a investidores e ocupantes, com informação sobre a cidade do Porto e o seu potencial enquanto mercado de investimento imobiliário.

O documento foi elaborado pela equipa da CBRE no Porto e pela equipa de Research, e oferece uma visão 360º sobre a cidade, desde dados demográficos chave, a matéria relacionada com os segmentos de escritórios, retalho e residencial, bem como informação acerca do sector do turismo.

“O Porto tem, desde há muitos anos, um peso importante na estratégia de crescimento da CBRE. É um mercado atrativo, que nem com a pandemia abrandou o interesse por parte dos investidores, mantendo uma dinâmica associada aos vários segmentos muito positiva. Este relatório que agora lançamos exclusivamente dedicado a esta cidade pretende ser um breve e curto guia orientador e fornecer, de uma forma breve e resumida toda a informação relevante sobre a cidade”, explica Francisco Horta e Costa, Diretor Geral da CBRE Portugal.

Entre outros dados, a análise refere a vocação industrial do norte e a sua atractividade para o investimento estrangeiro, indica as localizações privilegiadas da cidade e o crescimento do preço do m2, não esquecendo o forte crescimento que o turismo tem registado.

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Hipoges: mercado de arrendamento com tendência positiva

A empresa está a investir no desenvolvimento da sua actividade no mercado português, com o reforço de meios humanos e tecnológicos

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Em vários países, os mercados de locação têm crescido nos últimos anos, muito suportado pelo investimento de grandes empresas que procuram oportunidades de negócios que lhes permitem obter bons retornos com menores riscos.

As grandes carteiras de activos construídas necessitam de uma gestão profissional para maximizar a rentabilidade, o denominado Build to Rent. Em países como Espanha este tem se tornado um importante vector de investimento, com 6.000 casadas desenvolvidas em pouco mais de dois anos.

Em Portugal o mercado segue mais lento mas grandes operações começam a ser desenvolvidas.

“Dados de diferentes consultoras destacam que cerca de 15% do total de imóveis do mercado português passarão a fazer parte do mercado de arrendamento, o que reflete o interesse por este tipo de activo”, sublinha a Hipoges. A empresa actua no sector de Asset Management, gerindo actualmente uma carteira de arrendamento residencial com mais de 4.400 activos.

Um número que surge em virtude da aposta e investimento da empresa na criação de um departamento próprio “composto por mais de 20 profissionais que se dedicarão exclusivamente à gestão deste tipo de activos em Portugal e em Espanha”.

Simultaneamente, a Hipoges desenvolveu uma plataforma de gestão” que é uma novidade no mercado e que, aliada à capacidade de gerir todo o tipo de activos, tem sido fundamental na adjudicação por parte do cliente”.

“Esta aposta é mais um passo na consolidação da Hipoges como uma referência em gestão de activos em Portugal e evidencia a posição de liderança no mercado”, sublinhou Luís Silveira, Diretor de Real Estate Portugal.

A empresa está a trabalhar para colocar os primeiros activos à disposição de possíveis consumidores ou investidores nas próximas semanas, oferecendo o serviço de arrendamento por meio do seu portal imobiliário online: portalnow.com.

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Extrusal apresenta sistema de janelas B.095 Light View

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado

Ricardo Batista

O grupo Extrusal, especialista no desenvolvimento de sistemas sustentáveis para a arquitectura, está a promover uma nova solução que vai, segundo a companhia, “ao encontro do que o público já procurava”: um sistema de janelas e sacadas robusto, elegante e com excelentes desempenhos. O B.095 Light View apresenta-se enquanto solução intermédia entre os sistemas de correr com uma maior expressão da vista de alumínio e os sistemas minimalistas tradicionais.

Caracterizado pela vista reduzida do perfil central, com uma vista de apenas 30 mm, o sistema B.095 LV contempla soluções de até 6 folhas em carril triplo, perfazendo um envidraçado com uma largura de 18 m e uma área extensível aos 54 m2, possibilitando ainda a abertura útil de 2/3 do vão, ou seja 12 m. Para reforçar a redução das vistas dos perfis, o sistema B.095 LV oferece a possibilidade da soleira ser embutida na construção, ficando nivelada com pavimento, conferindo ao sistema uma maior acessibilidade.

Relativamente às esquadrias, existe a opção de aro com união a 45º (solução perimetral) e, com um perfil de ombreira, a 90º com uma vista reduzida de 20 mm, perfazendo um total de 96 mm ao contemplar a vista da folha.

A Extrusal assegura a robustez do sistema B.095 LV pelo reforço do perfil central para as construções expostas a condições climatéricas mais agressivas, sobretudo à acção do vento. O B.095 Light View incorpora a nova linha de fechos e puxadores URBAN que confere ao sistema uma maior segurança, pelo fecho de dois ou três pontos com ou sem fechadura dependendo do nível de segurança desejado, e uma maior versatilidade de soluções em termos estéticos pela possibilidade desta linha poder assumir a cor, o acabamento e a textura do caixilho.

O B.095 Light View representa a aposta constante do Grupo Extrusal em oferecer ao mercado soluções focadas na eficiência energética do edificado. O sistema está concebido para a obtenção de resultados significativos de poupança no consumo de recursos energéticos. O B.095 LV de ruptura térmica, possui perfis com poliamidas de 24 mm e 28 mm e permite a aplicação de vidro duplo com espessura nominal compreendida entre 28 mm a 36 mm.

Assim, os elevados desempenhos do sistema B.095LV, conjugados com vidros adequados, permitem obter a classificação A+ de acordo com o sistema de etiquetagem energética Classe+ da ADENE. Termicamente, a solução permite obter um Uw = 1,36 W/m ²K, com um vidro Ug = 1,0 W/m²K e acusticamente, resultados de atenuação até 31 dB.

O sistema B.095 Light View é mais uma das respostas do Grupo Extrusal no desenvolvimento de soluções para a Arquitectura que cumpre com os mais rigorosos padrões de qualidade em termos de design, conforto, eficiência energética e segurança, e com uma forte participação para uma economia circular.

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