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Lisbon Green Valley arranca com roadshow em mercados estratégicos

Neste ‘roteiro’, destaca-se a forte aposta no Brasil onde o Belas Clube de Campo tem uma equipa permanente, que percorrerá cinco cidades entre Setembro e Outubro, no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL) e no ‘Moving To Portugal Show & Seminars’, em Londres

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Lisbon Green Valley arranca com roadshow em mercados estratégicos

Neste ‘roteiro’, destaca-se a forte aposta no Brasil onde o Belas Clube de Campo tem uma equipa permanente, que percorrerá cinco cidades entre Setembro e Outubro, no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL) e no ‘Moving To Portugal Show & Seminars’, em Londres

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O mercado imobiliário português está mais dinâmico do que nunca, com os estrangeiros a desempenhar um papel fundamental nesse crescimento. Nesse sentido, o Belas Clube de Campo e o Lisbon Green Valley vão marcar, até final de Outubro, presença nas principais feiras e eventos do sector imobiliário a nível nacional e internacional.

Neste ‘roteiro’, destaca-se a forte aposta no Brasil onde o Belas Clube de Campo tem uma equipa permanente, que percorrerá cinco cidades - Brasília (23 a 25 de Setembro), Belo Horizonte (26 a 30 de Setembro), Campinas (1 e 2 de Outubro), S. Paulo (3 e 7 de Outubro) e Rio de Janeiro (8 a 9 de Outubro) - apresentando as novidades e as novas oportunidades de investimento.

“O brasileiro encantou-se com o Belas Clube de Campo e representa a principal nacionalidade da vendas no Lisbon Green Valley. Por isso acreditamos que é fundamental estar perto dos nossos clientes e potenciais clientes brasileiros, não apenas nos grandes centros, mas em cidades do interior, no Norte e no Nordeste, pois o público que escolhe Portugal como destino está espalhado pelo país” diz Gilberto Jordan, CEO do André Jordan Group.

Recorde-se que a nova fase do empreendimento, o Lisbon Green Valley, vendeu 73% das unidades a estrangeiros, com o Brasil a liderar a procura (45%), Bélgica (9%), Grã-Bretanha (5%) França (5%) e outros mercados internacionais (9%).

Para Gilberto Jordan, “Os motivos para a crescente procura internacional são diversos: desde os incentivos oferecidos pelo governo português, à segurança, passando pelo conjunto de infraestruturas com serviços eficientes, e um sistema público de saúde e educação de primeiro nível. Assim, a nossa estratégia passa por estarmos presentes nos principais eventos do sector imobiliário e, sobretudo, naqueles em que os compradores procuram o destino Portugal. Nestes eventos vamos ainda apresentar a investidores os projectos que temos disponíveis para uma Unidade de Saúde, um Hotel e um Centro Hípico. ”

Em paralelo e numa aposta clara no mercado nacional, que representou até ao momento 27% das vendas realizadas no Lisbon Green Valley, o resort residencial apresentar-se-á no emblemático Salão Imobiliário de Lisboa (SIL).

No final do mês, a equipa ruma em direcção a Londres, no ‘Moving To Portugal Show & Seminars’ (31 de Outubro), evento que tem como finalidade apresentar a nossa oferta e responder a todas as dúvidas que os visitantes possam ter. De salientar a integração do Belas Clube de Campo num dos campos de golfe mais emblemáticos de Portugal, característica muito apreciada pelos britânicos.

Face aos excelentes resultados, o Grupo vai colocar no mercado, até ao final do ano, a construção e comercialização de um conjunto de novos produtos de três tipologias: 1 lote com 16 Apartamentos, 15 townhouses em banda, um conjunto de 8 townhouses geminadas (com tipologias T3+1), para além dos terrenos para construção de moradias unifamiliares já disponíveis.

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Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia quer apoiar scaleups e startups mais inovadoras da Europa

A iniciativa pretende apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu

O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) e cinco das suas Comunidades de Conhecimento & Inovação (as KICs) estão a lançar uma iniciativa conjunta para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu.

Denominada EIT Community Booster, a Iniciativa é coordenada pela EIT Digital, incluindo a EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing, e EIT Urban Mobility. Juntas, procuram "as mais inovadoras startups e scaleups, que conduzem a mudança sustentável para as cidades, indústrias, clima, comida, bem-estar e qualidade de vida em geral para apoiar o crescimento dos seus negócios e contribuir para que se tornem gamechangers internacionais", refere a EIT em comunicado.

A iniciativa pretende seleccionar vinte empresas para integrarem esta comunidade. Cada uma destas entidades seleccionadas irá receber um apoio destinado ao crescimento do seu negócio no valor de 50 mil euros. O apoio será prestado sob a forma de subsídios e serviços concebidos para ajudar as empresas a acelerar o crescimento dos seus negócios.

"Lançada pela Comissão Europeia, o Novo Bauhaus Europeu transforma o Green Deal Europeu numa experiência tangível e positiva na qual todos os europeus podem participar e progredir juntos." Tendo isto em mente, "a EIT Community Booster está preparada para identificar e apoiar as startups e scaleups que integrem as três dimensões centrais do Novo Bauhaus Europeu: sustentabilidade, dos objectivos climáticos à circularidade, poluição zero e biodiversidade, estética, qualidade de experiência e estilo, para além da funcionalidade, e inclusão, da valorização da diversidade, à garantia de acessibilidade económica. A abordagem da iniciativa é multinível, do global para o local, de forma participativa e transdisciplinar.

"A EIT Community contribui para todos os aspectos do Novo Bauhaus Europeu e tem o ecossistema preparado para encontrar ideias atractivas e startups de toda a Europa. Mal podemos esperar para descobrir e escalar as soluções criativas e inovadoras que ajudarão a reimaginar uma vida sustentável e a tornar os espaços mais bonitos e acessíveis", justifica Gioia Ghezzi, Chair do EIT Governing Board

A nova iniciativa combina os programas de crescimento empresarial oferecidos pela comunidade EIT Digital, EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing e EIT Urban Mobility.

Do primeiro apoio de coaching empresarial, ao acesso a financiamento e apoio à internacionalização, cada um dos seguintes cinco programas oferece um pack de serviços que visa ajudar empreendimentos de diferentes níveis de maturidade a impulsionar o seu crescimento empresarial, a angariar financiamento e a crescer à escala internacional.
"Dependendo do campo de interesse e especialização, os empreendedores são convidados a candidatarem-se a um ou mais programas do EIT Community Booster e à sua área dedicada ao Novo Bauhaus Europeu", designadamente: o EIT Digital Accelerator, para scaleups que beneficiam do poder da transformação digital para criar soluções e produtos inovadores para todas as indústrias, cidades e comunidades; The Clean Cities ClimAccelerator, para startups a desenvolver projectos inovadores para a indústria das energias renováveis, mobilidade, espaços verdes e readaptação; EIT Food Accelerator Network, para startups do ramo agroalimentar; EIT Manufacturing Accelerator, para startups que permitem uma produção ecológica e socialmente sustentável; e o EIT Urban Mobility Accelerator destinado a startups que desenvolvem alternativas sustentáveis com foco na realidade paisagística.

O prazo para candidaturas termina a 17 de Dezembro. Para mais informação sobre cada programa, respectivos critérios de selecção e prémios, visite a página web da iniciativa.

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Cobiax CLS da Ferca em destaque

Constituído 100% por material reciclado o Cobiax CLS da Ferca marcou “uma verdadeira inovação” na forma de abordar o aligeiramento de laje. O produto foi Menção Honrosa na Tektónica

O produto Cobiax CLS esteve a concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021 e foi um dos 4 eleitos
O Cobiax CLS foi um dos premiados do concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021. Esta iniciativa surgiu na primeira edição da Feira e permite distinguir o potencial inovador das empresas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional. Os produtos considerados mais inovadores foram distinguidos com a atribuição do 1º Prémio e 3 Menções Honrosas. Uma delas atribuída a este produto que é constituído a 100% por material reciclado.

“É com grande satisfação que recebemos este prémio na Feira Tektónica 2021, num produto que marcou uma verdadeira inovação na forma de abordar o aligeiramento de laje”, explicou Hugo Ornelas, CEO da FERCA.

A realização da Tektónica serviu de pretexto também para o lançamento do novo website da marca, que com esta nova ferramenta pretende estar mais próximo dos seus clientes.” Conjugámos a presença nesta feira, com o lançamento de um novo website. Através desta plataforma, pretendemos prolongar a experiência dos nossos clientes e consolidar a presença no online, quer através do website quer através das redes sociais. O novo website está totalmente integrado com as nossas redes sociais, permitindo informar os nossos seguidores sobre as novidades, acções e eventos sobre a empresa e o sector.”, reforçou o responsável.

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Sanindusa lança DROP Magazine

A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final”

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A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final através de uma abordagem acessível e uma interpretação contemporânea das diferentes temáticas apresentadas”, refere o grupo em comunicado.

Nesta primeira edição, a empresa “expõe o impacto das adversidades do passado na gestão do presente e no planeamento futuro”, relembrando os incêndios de 2017 que atingiram a zona de Cantanhede, destruindo por completo a Sanindusa 2, a unidade fabril do grupo situada na Tocha, reduzindo em 50% a produção cerâmica da marca. A nova unidade que lhe seguiu foi inaugurada já este ano, equipada com tecnologia de ponta. Nesta sua primeira edição a DROP dá-lhe a conhecer todo este percurso, evidencia os produtos premiados e dá a conhecer as últimas novidades e as soluções mais tecnológicas da Sanindusa. Ao longo das suas 72 páginas é possível encontrar inspirações para a casa de banho e cozinha.

A sua responsabilidade ambiental, uma prática da empresa, revê-se na publicação. O papel escolhido foi o Oikos, composto por 50% de material reciclado e 50% de fibra pura amiga do ambiente, com certificação FSC que garante o cumprimento das melhores práticas de gestão florestal.

A revista com uma tiragem de 5000 exemplares, terá periodicidade semestral e será publicada em português e inglês.
Drop, a gota da água que dá vida aos produtos da empresa, chega aos distribuidores da Sanindusa em Outubro em versão papel, mas com possibilidade de consulta online no site da empresa www.sanindusa.pt

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CIUL: Encontros de Urbanismo regressam em Outubro

Ainda em formato online, a primeira sessão tem lugar no dia 21 de Outubro, pelas 18 horas, com o tema “O património cultural e a construção da identidade”

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O Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), organiza em 2021/2022 mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo, que, para já, se irão manter no formato online.

Promovido anualmente, desde 2013, o ciclo centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, abordando todos os anos um tema diferente.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia (18h), um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

A edição deste ano convida-nos a descobrir o Património de Lisboa, através das questões: Como se define e por que é considerado património? Quem o conhece? Quem dele cuida? Quem o divulga? Que mecanismos existem para melhor salvaguardar o legado que Lisboa herdou das gerações passadas? Como intervir no edificado e que usos se podem compatibilizar com o património existente? Que património se constrói hoje para o futuro?

A primeira sessão, com o tema "O património cultural e a construção da identidade", tem lugar já no próximo dia 21 de Outubro, pelas 18 horas.

Neste encontro participam Paulo Pais (Câmara Municipal de Lisboa/Departamento de Planeamento Urbano), como moderador, e Ana Tostões (DoCoMoMo Internacional), João Carlos Santos (Direcção-Geral do Património Cultural) e Maria Calado (Centro Nacional de Cultura) como oradores.

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Cushman & Wakefield e Worx comercializam Liberdade 227

Edifício localizado na Avenida da Liberdade, no centro de Lisboa, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo

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As consultoras Cushman & Wakefield e Worx Real Estate Consultants anunciaram que foram instruídas em co-exclusivo para a venda do edifício localizado na Avenida da Liberdade 227, no centro de Lisboa.

O edifício, que totaliza 1.951m2 de área bruta de construção acima do solo em 10 pisos e que conta ainda com um piso em cave com 519m2, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo.

Situado na avenida mais emblemática da cidade, a dois passos do metro da Avenida, este edifício reúne um conjunto de características que o tornam atractivo tanto para a manutenção do actual uso de escritórios como para a possível conversão para habitação mantendo, em qualquer dos casos, o piso térreo para comércio.

“Estamos muito satisfeitos por poder trazer este edifício para o mercado, pelas suas características únicas – 10 pisos com óptimas vistas da Avenida e do Castelo e com uma dimensão média – e por constituir uma das últimas oportunidades de reabilitação numa das mais procuradas e valorizadas zonas da cidade", afirma Para Ana Gomes, partner e directora do departamento de Development & Living da Cushman & Wakefield em Portugal.

Também, segundo Pedro Valente do departamento de Capital Markets da WORX, o Liberdade 227 é "uma oportunidade única" de adquirir um edifício na Avenida mais emblemática do país". "Ainda mais interessante por se tratar de uma folha em branco para desenhar um projecto de raiz, uma vez que está praticamente devoluto o que permitirá avançar e desenvolver rapidamente um projecto completamente novo”, acrescenta.

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Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos apartamentos do Infinity

Portugueses lideram as vendas, com 70%, num grupo onde também entram ingleses, brasileiros e angolanos. As tipologias mais vendidas são T2 e T3

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A Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos 195 apartamentos do projecto residencial Infinity. As tipologias mais vendidas são T2 e T3 a clientes na sua grande maioria ingleses, brasileiros, angolanos, provenientes do médio oriente e Ásia. Portugueses à frente, em 70% das vendas.

O Infinity, cujo investimento ronda os 90 milhões de euros e que estará pronto no Verão de 2022, terá um total de 26 pisos e 195 apartamentos com tipologias de T0 a T6 Duplex, 329 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities verdadeiramente únicas no país. Para além de uma piscina exterior no 24º piso, uma piscina interior para adultos e outra para crianças, o empreendimento terá duas salas de festas, um ginásio equipado com Technogym, kids club, um spa, serviço de concierge e um pátio interior com extensas áreas ajardinadas complementadas por um campo de padel. Para corresponder à actual realidade de regime de trabalho flexível o Infintiy terá ainda não só salas de reuniões, mas também espaços de coworking.

Situado em plena Lisboa, na zona de Sete Rios, o Infinity tem uma ligação directa pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto, que permitirá aos seus residentes usufruir dos mais de 900 hectares de espaços verdes e das suas infraestruturas que oferecem a prática de mais de 15 diferentes desportos ao ar livre.

Dividido em três áreas ligadas por um núcleo central, o Infinity tem um forte cariz ambiental – com certificado BREEAM - sendo que cada uma das áreas terá uma designação e organização tipológica própria: River, Nature e City – e está a atrair na sua maioria compradores portugueses, mas também compradores de outras nacionalidades como ingleses, brasileiros, angolanos e provenientes do médio oriente e da Ásia.

“O Infinity tem-se revelado um grande sucesso. A dimensão, localização e as linhas arquitectónicas são os principais factores para o sucesso deste empreendimento. Para além, claro está, do ambiente e estilo de vida que o projecto proporciona. O Infinity prima por uma singularidade que, estando situado em plena Lisboa e sendo o edifício mais alto da cidade com uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo, oferece uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes proporcionado um estilo de vida mais próximo da natureza”, segundo José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

Em Portugal desde 2016, a Vanguard Properties tem projectos em Lisboa, Oeiras, Comporta e Algarve, estando a desenvolver o “Terras da Comporta”. Com um total de 22 projectos, o investimento em solo nacional soma cerca de 1.215 mil milhões de euros que correspondem a uma área bruta em construção de 1.027.781 m2.

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