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    Ciclo de curtas-metragens ‘Arquitectura em Curtas – edição MAAT’, MAAT, Lisboa

    Arquitectura

    “Arquitectura em Curtas” com os olhos em 2019

    Em entrevista ao CONSTRUIR, a organização do evento faz balanço positivo e garante que já se está a pensar na edição de 2019

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    Ciclo de curtas-metragens ‘Arquitectura em Curtas – edição MAAT’, MAAT, Lisboa

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    “Arquitectura em Curtas” com os olhos em 2019

    Em entrevista ao CONSTRUIR, a organização do evento faz balanço positivo e garante que já se está a pensar na edição de 2019

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    Ciclo de curtas-metragens “Arquitectura em Curtas – edição MAAT”, MAAT, Lisboa

    O MAAT recebeu o primeiro “Arquitectura em Curtas” realizado em Portugal. O evento que inaugurou no ano passado em Barcelona e Madrid e que foi apresentado internacionalmente em Milão, veio a Lisboa com o objectivo de “promover o vídeo como meio de narrar os processos arquitectónicos”. Criado em Barcelona, pela agência de comunicação B&S, a iniciativa baseia-se numa ideia de Andrea Sassi e conta com curadoria de Dario Furente. Em entrevista ao CONSTRUIR, Andrea Sassi falou sobre as novas realidades e tendências em arquitectura contemporânea, nas quais se insere, a imagem em movimento e Pedro Freitas, director comercial da Isopan Iberica, patrocinadora do evento, falou sobre o que levou a empresa a associar-se a esta estreia.

    Qual o balanço desta primeira edição em Portugal?
    Andrea Sassi: O saldo foi muito positivo. Nas duas sessões, tivemos um total de aproximadamente 250 pessoas e o MAAT foi um anfitrião fantástico.

    O que vos levou a criar este evento de Arquitectura em Curtas?
    Andrea Sassi: O “Arquitectura em Curtas” pretende promover o vídeo como um novo meio de narrar processos arquitectónicos. Após um longo período em que a fotografia foi, praticamente, a única forma de relacionar a arquitectura com a imagem, actualmente a componente da imagem em movimento ganha cada vez mais destaque como meio de enriquecer o discurso em torno da disciplina.
    O despoletar do vídeo nas redes sociais e nos dispositivos móveis, os custos de realização mais alcançáveis e, sobretudo, a necessidade de explicar projectos e processos mais complexos e inovadores, levaram o sector e essa forma de expressão. No “Arquitectura em Curtas” queremos aglutinar todas essas peças gráficas e potenciar o debate sobre a arquitectura em torno delas.

    À luz da palestra sobre gentrificação em Lisboa, promovida no âmbito do evento, de que forma uma iniciativa como esta pode ajudar a alertar para este tipo de problemas?
    Andrea Sassi: A gentrificação é um tema que está na agenda política e social das grandes cidades, como Barcelona ou Lisboa. Sabíamos que poderia ser de grande interesse para os arquitectos de Lisboa terem a oportunidade de ver este pequeno filme – o Terramotourism -, e discutir com o geógrafo Luís Mendes sobre o assunto.
    Acreditamos que é importante aumentar a conscientização sobre as questões sociais e humanas que podem nos afectar muito de perto, para evitar a reprodução dos mesmos erros que levaram a situações indesejáveis. Mas também estamos interessados ​​em abordar, debater, compartilhar ideias e visões, inspirar e dar referências a acções arquitectónicas que estão a acontecer em outros lugares ou países.

    Quais foram os grandes objectivos desta primeira edição e o que foi cumprido?
    Andrea Sassi: O nosso objectivo era dar a conhecer este formato, que já havíamos feito em Madrid, Barcelona e Milão, entre os arquitectos e profissionais do sector da construção em Lisboa. O MAAT deu-nos a grande oportunidade de fazê-lo durante a celebração do seu aniversário. Ter um convidado como Luís Filipe Gonçalves Mendes, geógrafo de grande prestígio na primeira sessão e com um grande número de participantes, cumpriu todas as nossas expectativas.

    O que é que conseguiram perceber, por parte do público e visitantes, sobre o evento?
    Andrea Sassi: O público viu e percebeu que este tipo de formato é muito agradável e permite abordar realidades e problemas arquitectónicos e urbanos que poderiam ser difíceis de explicar. Ao mesmo tempo, demos a oportunidade de criar contactos com pessoas ligadas a algumas das Curtas que foram emitidas e expor às mesmas os diferentes pontos de vista. Esperamos que todas as pessoas que vieram a esta primeira edição em Portugal repitam a experiência em edições futuras.

    Já se pode falar numa segunda edição?
    Andrea Sassi: Estamos já a trabalhar numa próxima edição a acontecer em 2019

    O que vos levou a patrocinar um evento com estas características?
    Pedro Freitas: Queríamos envolver-nos e participar activamente na disseminação das novas linguagens que arquitectos e engenheiros desenvolvem para comunicar a sua arquitetura, o desenvolvimento urbano e a forma como evolui a sua envolvente próxima.

    Que mais-valias este patrocínio trouxe para a empresa/marca?
    Pedro Freitas: O “Arquitectura em Curtas” é um formato inovador, transgressivo em alguns conteúdos e que promove a proximidade e interacção com os participantes nas suas sessões. É uma maneira com a qual também nos identificamos e por isso queremos participar.

    Que balanço fazem desta primeira edição em Portugal?
    Pedro Freitas: O saldo desta primeira edição é muito positivo. Temas como a realidade actual do sector da construção, ou a promoção do turismo em Lisboa, que por sua vez está a alavancar a Reabilitação, foram tratados através de extraordinárias curtas-metragens.
    Quem assistiu, na sua maioria arquitectos, profissionais e estudantes, enriqueceram ainda mais o evento com as perguntas que colocaram, o que gerou um debate muito interessante entre o público.

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    Margarida Quintã (esquerda) e Teresa Novais (direita)

    Arquitectura

    9ª ediçao do Open House Porto celebra Abril

    Com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã, a iniciativa tem lugar nos dias 6 e 7 de Julho

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    A 9ª edição do Open House Porto (OHP) 2024 celebra os 50 anos do 25 de Abril de 1974, com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã.

    A iniciativa, organizada pela Casa da Arquitectura (CA) que integra, mais uma vez, os municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia, tem data marcada para os dias 6 e 7 de Julho.

    “Num ano em que se comemoram os 50 anos da democracia, a CA desafiou as curadoras a pensar em espaços modelo neste processo de construção da democratização. A dupla curatorial, que pela primeira vez está entregue a duas mulheres, de gerações e percursos diferentes, respondeu de forma exemplar a este desafio de mostrar como os princípios de Abril foram concretizados. A arquitetura foi um instrumento de concretização dos princípios da Democracia”, explica Nuno Sampaio, director executivo da CA.

    Margarida Quintã e Teresa Novais explicam assim o conceito que orienta o OHP deste ano: “Se na revolução de 25 de abril de 1974 o povo português reivindicava “a paz, o pão, habitação, saúde e educação” [em alusão à canção de intervenção ‘Liberdade’ de Sérgio Godinho], em 2024 queremos, por um lado, conhecer o que fomos capazes de alcançar, e por outro, identificar o que desejamos para o futuro”.

    As propostas recaem, assim, em visitas a espaços de iniciativa pública, municipal, ou cooperativa, construídos nas últimas cinco décadas, que retratam as transformações operadas nos municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia. “O que queremos perguntar é: de que é que nós, portugueses, precisamos hoje para “termos liberdade a sério?”, acrescentam.

    O roteiro é acompanhado pelos Programas Caleidoscópio e Plus que propõem um conjunto de actividades abertas e destinadas a todos os públicos. Todas as visitas e actividades são de participação gratuita

    Até 21 de Abril decorrem as candidaturas para o voluntariado da OHP.

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    Um dos três vencedores do Prémio ArchDaily Brasil 2024 é português

    O edifício Factory Lisbon, com assinatura de Julian Breinersdorfer Architekten, José Baganha e Ângela Maurice, foi o terceiro classificado no Prémio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2024

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    Este ano, o primeiro lugar foi atribuído ao Hospital Veterinário Escola da Unileão em Juazeiro do Norte, projecto com assinatura do gabinete Lins Arquitectos Associados. O segundo lugar foi para Angeli.Leão com o projecto para o Marco dos Corais, em Maceió. Em terceiro lugar ficou a Factory Lisbon, localizada em Lisboa, projecto desenvolvido por Julian Breinersdorfer Architekten, José Baganha e Ângela Maurice.

    “A Factory Lisbon resulta da reutilização adaptativa de uma fábrica de bolachas e massas, de 1973 do exército português. O edifício tombado pelo património histórico fica na frente do porto de Lisboa, inserido no complexo histórico de abastecimento do exército, que está a ser transformado num distrito de inovação, o Hub Criativo de Beato”.

    Fotos de Francisco Nogueira

    O edifício tem 200 metros de comprimento por apenas 11 de largura. “Este volume estreito normalmente exigiria a introdução de vários núcleos de betão para a circulação de emergência. Para evitar tal intervenção disruptiva, toda a circulação foi adicionada externamente. Na forma de passarelas de aço leve e escadas de um único lance, ela percorre as fachadas e contorna os silos históricos e um poço de elevador no centro do edifício. Aqui, as escadas são suspensas do tecto para minimizar seu impacto estrutural. O novo poço do elevador é revestido com espelhos, de modo a se misturar com as cores e características históricas”.

    O Prémio Obra do Ano do ArchDaily Brasil, um prémio de arquitectura lusófona, resulta da votação dos leitores do site, que seleccionam os 15 finalistas e, posteriormente, os três vencedores.

     

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    Exposição ‘Lisboa Imagina a Nova Bauhaus Europeia’ mostra 177 propostas

    Os trabalhos apresentados resultaram dos 12 concursos lançados pela Câmara de Lisboa e pela Lisboa Ocidental SRU, entre 2022 e 2023, com o apoio da OA, para projectos de habitação, equipamentos e espaço público

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    A Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa Ocidental SRU inauguram, esta sexta-feira, dia 5 de Abril, a exposição ‘Lisboa imagina a Nova Bauhaus Europeia’, uma mostra que se enquadra nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e que ficará patente na Sala do Risco durante todo o mês de Abril de 2024 e irá depois circular em itinerância por outros locais da cidade.

    À luz da iniciativa Nova Bauhaus Europeia, que apela a uma onda de renovação no edificado, foram lançados pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Lisboa Ocidental SRU, entre 2022 e 2023, 12 concursos públicos de concepção para projectos de habitação, equipamentos e espaço público, com o apoio da Ordem dos Arquitectos.

    São expostas 177 propostas no âmbito dos referidos concursos, com destaque para as três primeiras classificadas de cada um. Os trabalhos espelham o esforço de imaginação realizado pelos concorrentes do que poderá ser a onda de renovação do edificado e da cidade no cumprimento do Pacto Ecológico Europeu, num movimento onde cultura e ciência são indissociáveis e onde tecnologia e arte estão ao serviço das pessoas.

    Ao criar pontes entre diferentes disciplinas e abrindo-se à participação alargada, a Nova Bauhaus Europeia inspira um movimento que pretende facilitar e orientar a transformação das sociedades em três valores inseparáveis: a sustentabilidade, a estética e a inclusão.

    Estarão presentes na cerimónia Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais, Gonçalo Santos Costa, presidente do Conselho de Administração da Lisboa Ocidental SRU e Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos.

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    CIUL acolhe novo ‘Encontro UniverCidades’

    A 11 de Abril serão apresentados estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa e a dia 12 estão previstas visitas guiadas por dois bairros SAAL em Lisboa – Quinta do Alto (projecto de Manuel Magalhães) e – Bairro das Fonsecas e Calçada (projecto de Raul Hestnes Ferreira)

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    Nos dias 11 e 12 de Abril o CIUL acolhe uma nova edição do Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa. No primeiro dia serão apresentados estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa, tendo em conta os desafios e as preocupações que se colocam hoje na gestão das cidades.

    Já o segundo dia da iniciativa está reservado as visitas guiadas por dois bairros SAAL em Lisboa – Quinta do Alto (projecto de Manuel Magalhães) e – Bairro das Fonsecas e Calçada (projecto de Raul Hestnes Ferreira) – acompanhada por Ricardo Santos, arquitecto, doutorado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto em 2014 é, também, membro integrado do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo, CEAU-FAUP, desde 2012.

    O SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) foi um programa de intervenção local, implementado pelo Governo em Agosto de 1974 (estando em vigor até 1976), que pretendeu minimizar a crise na habitação, criando condições para que as comunidades pudessem construir os seus próprios bairros.

    Com uma periodicidade anual, os ‘Encontros UniverCidades’ dar a conhecer, de forma dialogante, trabalhos académicos de referência sobre Lisboa, desenvolvidos por alunos e investigadores, tendo por base áreas estratégicas definidas pela CML, em colaboração com as faculdades e institutos parceiros.

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    Casa da Arquitectura inaugura “Cidade, Casa e Corpo – Os Mapas e a Linguagem”

    Uma exposição que cruza os desenhos que interpretam a cidade, de Ana Aragão, e as histórias inéditas que os mapas contam sobre o espaço urbano, saídos da pena de Gonçalo M. Tavares. A mostra estará aberta até 29 de Setembro de 2024

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    A “Cidade, Casa e Corpo – Os Mapas e a Linguagem” inaugura a 25 de Maio na Galeria da Casa da Arquitectura. Uma exposição que cruza os roteiros de leitura entre os desenhos que interpretam a cidade, da autoria do Atelier Ana Aragão, e as histórias inéditas que os mapas contam sobre o espaço urbano, saídos da pena de Gonçalo M. Tavares. A mostra estará aberta até 29 de Setembro de 2024.

    Do desenho do mapa vêm as mesmas linhas que desenham a cidade, a casa e depois o corpo. O traço que escreve é também o mesmo. Tudo o que é abstrato pode chegar – via desenho, pintura e linguagem – ao mundo do concreto.
    É este o percurso, é esta a viagem do traço proposta por dois criadores, Ana Aragão, no desenho e na pintura, Gonçalo M. Tavares na escrita.

    Dos textos de Gonçalo M. Tavares partirão ideias mentais que rapidamente ficarão concretas e visuais pela arte de Ana Aragão. Em dois sentidos – da escrita à arte e da arte à escrita – se fará, então, esta investigação que terminará numa exposição “Cidade, Casa e Corpo – os mapas e a linguagem”.

    Tudo partirá de uma investigação e de um estudo inicial que vai procurar recolher algumas das inúmeras formas de fazer mapas e de os aplicar, na medida em que um mapa que não é apenas cartografia do metro quadrado e do vasto mundo, mas também cartografia das dores e dos contentamentos, dos percalços e dos momentos quase sublimes.

    A mostra abre com uma conversa denominada “Casa, Cidade, Texto” que vai decorrer no dia 25 de Maio, a partir das 17h00, no Espaço Álvaro Siza, com a participação de Ana Aragão, Gonçalo M. Tavares, Pedro Mexia, Camilo Rebelo e com moderação de Mariana Sendas.

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    Casa da Arquitectura
    (créditos: Romullo Baratto Fontenelle)

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    Casa da Arquitectura abre concurso para bolsas de doutoramento

    A decorrer até 3 de Junho 2024, as candidaturas destinam-se às áreas de Arquitectura, Urbanismo, Território, com especial relação aos acervos, espólios e colecções da Casa da Arquitectura

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    A Casa da Arquitectura abriu concurso para a atribuição de 10 bolsas de investigação para doutoramento, financiadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), ao abrigo do protocolo de Cooperação para Financiamento do Plano Plurianual de Bolsas de Investigação para estudantes de doutoramento celebrado entre as duas entidades.

    A decorrer até 3 de Junho 2024, as candidaturas destinam-se às áreas de Arquitetura, Urbanismo, Território, com especial relação aos acervos, espólios e colecções da Casa da   Arquitectura e conteúdos relacionados com a teoria, história e prática da arquitectura, tecnologia construtiva, sustentabilidade e economia energética ao abrigo do Regulamento de Bolsas de Investigação da FCT (RBI) e do Estatuto do Bolseiro de Investigação (EBI).

    A Casa da Arquitectura é também entidade de acolhimento dos bolseiros, sendo que actividade se enquadra no compromisso de “promover e fomentar a investigação em torno da arquitectura e dos acervos à sua guarda, abrindo assim a possibilidade de produção de novo conhecimento científico a cidadãos portugueses e estrangeiros”.

    O Arquivo da Casa da Arquitectura conta, actualmente, com 14 acervos/espólios e três coleções de arquitetura com mais de 240 autores e doadores envolvidos, cerca de 3700 projetos e, aproximadamente, 135 mil documentos analógicos e 180 mil documentos digitais.

    No que toca a acervos individuais de autores nacionais com relevância internacional, o Arquivo da Casa tem ao seu cuidado os de Eduardo Souto de Moura, Pedro Ramalho, João Luís Carrilho da Graça, Manuel Correia Fernandes e Teresa Fonseca, entre outros, a que soma, numa esfera internacional, os espólios dos brasileiros Lucio Costa e Paulo Mendes da Rocha.

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    Fundão recebe o New European Bauhaus Festival

    O festival decorre nos dias 9 e 10 de Abril, com o tema The Future is now: Redesigning Priorities e que junta convidados das mais diversas áreas multidisciplinares, como o mundo académico, o tecido empresarial, tecnológico e inovador e jovens arquitectos

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    Nos dias 9 e 10 de Abril, a cidade do Fundão recebe o New European Bauhaus Festival, uma iniciativa satélite do The Festival of the New European Bauhaus, que decorrerá entre 9 e 13 de Abril, em Bruxelas, com transmissão online para todo o mundo. O evento terá lugar na Sala Multisusos da Incubadora do Fundão.

    A Ordem dos Arquitectos e os seus parceiros propõe um Programa de uma representatividade interdisciplinar, com participantes de áreas disciplinares distintas, como Masslab e Carrilho da Graça, entre tantos outros oradores convidados.

    The Future is now: Redesigning Priorities é o tema central do programa que, através da realização de quatro mesas, junta convidados das mais diversas áreas multidisciplinares, como o mundo académico, o tecido empresarial, tecnológico e inovador, não descurando as perspetivas mais jovens, seja na visão ainda académica e estudantil, ou a partir da prática de jovens arquitectos.

    Esta iniciativa é uma parceria entre a Ordem dos Arquitectos, a Câmara Municipal do Fundão e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e a Secção Regional Centro da Ordem dos Arquitectos.  A participação é livre, contudo sujeita a inscrição.

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    Encontro de Urbanismo do CIUL regressa com ‘Há Vida no Meu Bairro’

    O programa “Há Vida no meu Bairro” pretende avaliar e planear a oferta das funções de proximidade à escala do Bairro e intervir no espaço público, com o objectivo de promover uma cidade mais humana, uma cidade mais próxima

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    Promovido anualmente, desde 2013, o ciclo de conferências sobre urbanismo regressa este ano com uma reflexão sobre Lisboa. Tendo como mote “Há Vida no Meu Bairro”, o ciclo irá abordar, ao longo de seis sessões, um conjunto de temas, com um painel de técnicos e especialistas convidados a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

    O programa “Há Vida no meu Bairro” pretende avaliar e planear a oferta das funções de proximidade à escala do Bairro e intervir no espaço público, com o objectivo de promover uma cidade mais humana, uma cidade mais próxima.

    A estratégia enquadra-se no conceito de ‘Cidade dos 15 minutos’, uma forma de organizar os centros urbanos que permite que todos os serviços e necessidades básicas dos moradores – escolas, espaços verdes, comércio local, lazer, desporto, saúde – estejam à distância de uma deslocação de 15 minutos, a pé ou de bicicleta.

    Propõe-se, desta forma, melhorar o conforto e a qualidade de vida de quem habita a cidade, reforçando as dinâmicas de proximidade, criando espaços de encontro, reduzindo desigualdades no acesso a serviços e na utilização do espaço público e, simultaneamente, promovendo um maior envolvimento e participação das pessoas na construção da cidade.

    A primeira sessão, com o tema ‘Lisboa, Há Vida no Meu Bairro’, que dá nome às iniciativas, tem lugar já no próximo dia 9 de Abril, pelas 18h, no Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL). Neste encontro participam Paulo Pardelha (Câmara Municipal de Lisboa/Departamento de Planeamento Urbano), como moderador, e Joana Almeida (Vereadora do Urbanismo, dos Sistemas de Informação e Cidade Inteligente, e da Transparência e Prevenção da Corrupção), Alfonso Vergara (Fundação Metropoli – Espanha) e João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) como oradores.

    As restantes sessões têm lugar a 18 de Abril (Como implementar a Cidade de 15 minutos?), a 2 de Maio (Que mobilidade queremos no bairro?), a 16 de Maio (Cuidar do espaço público e dos espaços verdes do bairro), a 6 de Junho (A importância do comércio e dos equipamentos de bairro) e a 27 de Junho (O que é uma cidade saudável? E um bairro saudável?).

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    Tokyo Japan 1998

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    ‘Alpi’ de Armin Linke introduz os grandes temas da Trienal 2025

    O documentário combina uma série de tecnologias contemporâneas de processamento de imagem para esbater a fronteira entre ficção e realidade, lança o repto para a primeira apresentação em Portugal de How Heavy is a City? (Quão pesada é uma cidade?), a investigação conduzida desde finais de 2022 pela dupla britânica Territorial Agency para a 7ª edição da Trienal de Lisboa

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    O documentário ‘Alpi’, de Armin Linke, fotógrafo e cineasta, que combina uma série de tecnologias contemporâneas de processamento de imagem para esbater a fronteira entre ficção e realidade, lança o repto para a primeira apresentação em Portugal de How Heavy is a City? (Quão pesada é uma cidade?), a investigação conduzida desde finais de 2022 pela dupla britânica Territorial Agency para a 7ª edição da Trienal de Lisboa.

    Após a exibição do filme, a curadoria da Trienal 2025 junta-se a Armin Linke para uma conversa que vai revelar as três principais linhas da investigação que moldam o programa do fórum internacional (2 de Outubro a 8 de Dezembro de 2025).

    Tendo como ponto de partida o “complexo conjunto de transformações contemporâneas da cidade e do seu contexto”, revelando uma nova figura emergente com uma magnitude planetária, a Trienal 2025 explora formas emergentes de cooperação e mutualidade, estabelecendo uma nova unidade para avaliar a arquitectura e reformular o seu papel enquanto motor de debate.

    “A Terra está a transformar-se: intensificações climáticas, novos modos de coabitação, esperanças, tecnologias e sistemas. No entanto, esta figura que está a emergir é uma figura sobrecarregada com as complexas convulsões da contemporaneidade: extinções, inércia, guerra e acumulação de poder. Como conceber projectos, imaginar novas cidades, construir em conjunto modelos diferentes? Estas são interrogações que multiplicam a pergunta que abre a Trienal de Lisboa como plataforma de investigação: Quão pesada é uma cidade?, refere a Territorial Agency.

    No quadro do programa New Temporality, apoiada pela União Europeia, este momento público antecede as sessões preparatórias com o conselho consultivo da próxima Trienal, onde se vai confrontar a dimensão planetária dos espaços humanos contemporâneos, e traçar os fluxos de informação, materiais e energéticos para idealizar caminhos para uma transformação da tecnosfera que seja de alta energia e elevada reciclagem.

    Esta investigação conta com a participação de Jan Zalasiewicz, geólogo, paleontólogo e estratígrafo membro do Anthropocene Working Group, de Francesca Bria (New European Bauhaus), John Tresch (The Warburg Institute), Lucia Pietroiusti (Serpentine London) e Matthias Hauser (Media Solutions Center).

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    Grupo Navarra apresenta Sistema Minimalista N25500

    O Sistema Minimalista N25500 apresenta excelentes resultados de eficiência térmica e acústica, posicionando-se como produto preferencial em projetos de arquitetura em que as considerações estéticas e de luminosidade se assumem como como elementos fundamentais

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    É um sistema de caixilharia de correr, com vista em alçado de apenas 21 mm ao centro, permite, através da utilização de vidro estrutural, a execução de vãos de grande dimensão.

    O Sistema apresentou muito bons resultados nos ensaios, ao nível da permeabilidade ao ar, na estanquidade à água e resistência ao vento. É um Sistema com vista de apenas de 21 mm, o que permite elevados níveis de luminosidade.

    Em resposta às tendências da arquitetura contemporânea, o sistema permite a realização de vãos com enchimentos até 38 mm, onde a vista de 54 mm nas ombreiras, soleiras e padieiras se incorpora na construção, resultando em elevados níveis de luminosidade, sem descurar a funcionalidade. A integração da caixilharia nos sistemas construtivos enfatiza a relação entre o interior e o exterior, possibilitando uma vista ilimitada, inclusivamente no ângulo de abertura total do vão em remates de canto.

    O sistema minimalista N25 500 irá oferecer um sistema de piso integrado, ocultando toda a parte inferior do caixilho, criando uma harmonia entre o caixilho e a arquitetura.

    Com apenas 12mm de vista de trilho, o acabamento é possível remover para facilitar a limpeza e manutenção. Oferece um sistema de drenagem das águas pluviais.

    representação do sistema minimalista N25500

     

    Para os fabricantes de janelas, este sistema destaca-se pela simplicidade na montagem

     

     

    Soluções ecológicas para uma construção e arquitetura mais sustentáveis

    O caráter de sustentabilidade dos produtos Navarra® é potenciado pelo facto do alumínio ser um produto 100% reciclável, por sucessivas vezes, reduzindo os consumos energéticos da obtenção da matéria-prima em 95% – e da necessidade praticamente inexistente de manutenção.

    Existe um esforço contínuo na procura de soluções que promovam o desenvolvimento sustentável do Grupo, refletindo-se na responsabilidade ambiental e social.

    O cumprimento com rigor de procedimentos e a utilização das mais avançadas tecnologias no processo de extrusão e tratamento de superfície de perfis de alumínio, garantem certificações e licenças de utilização de marcas internacionais na área da qualidade, ambiente e de processos produtivos.

    Conheça todas as soluções de alumínio para arquitetura https://navarraaluminio.pt/arquitetura/produtos

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