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Conferência internacional da Essentia realiza-se a 29 de Novembro

Criar um mercado competitivo mais sustentável, numa altura em que Portugal é um dos destinos internacionais mais atractivos e perceber como nos percepcionam será um dos temas abordados na conferência

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A Conferência Internacional “Marcas Globais, destinos turísticos e mercado imobiliário … como tirar o melhor partido desta relação?” organizada pela Essentia, empresa de consultoria e gestão de projectos, vai trazer reconhecidos players nacionais e internacionais, que se propõem debater o crescimento do turismo, da construção e do imobiliário e, não menos relevante, a descoberta da capacidade das marcas nacionais, sejam industrias, de serviços ou até ligadas ao desporto, como factores impulsionadores e potenciadores desta nova dinâmica.
Como aproveitar a presente oportunidade, criar um mercado competitivo mais sustentável, numa altura em que Portugal é um dos destinos internacionais mais atractivos e perceber como nos percepcionam e que ajustamentos devemos fazer para que o modelo se consolide, é o objetivo desta conferência.
A iniciativa tem lugar esta quinta-feira, dia 29, na Estufa Real, na Ajuda, em Lisboa.
Entre os oradores presentes destaca-se Georg Klusak, co-fundador e director geral da Institutional Investment Partners, Nuno Galvão Pinto, vice-presidente de Desenvolvimento e Aquisições do grupo Hyatt para as regiões da Europa e Norte de África, Vera Gouveia Barros, Economista e autora do “Turismo em Portugal.
A abertura da conferência está a cargo de Miguel Frasquilho, economista, ex-presidente da AICEP e actual presidente do Conselho de Administração da TAP.

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YOTEL seleccionado como futuro hotel no World Trade Center Lisboa

Este será o primeiro YOTEL da região, e o segundo em Portugal, depois do YOTEL Porto. Está preparado para ter 127 quartos, salas de reuniões, ginásios e um bar Komyuniti

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A neoturis e a CBRE assessoraram o Grupo FVC na escolha do grupo YOTEL para gerir o futuro hotel integrado no World Trade Center (WTC), em Lisboa. O hotel será integrado num empreendimento com 70.000 metros quadrados em Oeiras, a apenas alguns minutos do centro de Lisboa. Este será o primeiro YOTEL da região, e o segundo em Portugal, depois do YOTEL Porto. Está preparado para ter 127 quartos, salas de reuniões, ginásios e um bar Komyuniti, que vai complementar o conceito inovador do WTC.

“Este negócio confirma o grande interesse das cadeias hoteleiras internacionais em Portugal, especialmente as que operam no segmento de 3 a 4 estrelas, não apenas nos locais centrais das cidades. Acreditamos que esta tendência está destinada a continuar devido à baixa penetração das cadeias hoteleiras profissionais aliadas ao crescimento das empresas internacionais”, afirma Duarte Morais Santos, head of hotels da CBRE Portugal.

“Estamos muito satisfeitos por ter trabalhado com a CBRE e a neoturis para assinar um acordo de gestão a longo prazo com o Grupo FVC, que define os seus projetos com base na inovação, no meio ambiente e nos seus colaboradores, os mesmos valores que abraçamos no YOTEL. O YOTEL Lisbon WTC vai reforçar a nossa estratégia de expansão no sul da Europa, tanto em Portugal, como em mercados próximos como Espanha e França”, refere Rohan Thakkar, chief development officer do YOTEL.

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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras crescem 32% em facturação no 1º trimestre

De Janeiro a Março, as insígnias receberam 7.174 pedidos de intervenções a nível nacional, o que representa um crescimento de 36,2% face ao período homólogo de 2021

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A MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), fecharam o primeiro trimestre do ano com uma facturação de 9,4 milhões de euros, registando um incremento de 32,4% face a igual período do ano passado. O período fica marcado pelo aumento no volume de pedidos de obra, concretamente 36,2% em relação aos primeiros três meses de 2021.

No tipo de obra mais solicitado, a remodelação geral mantém-se no topo das preferências, seguido das pequenas intervenções (pinturas, bricolage) como as mais requeridas. Em destaque a região sul, que liderou os indicadores, com crescimento de 49,9%, quer nos pedidos de obras (4.422), quer em facturação (acima dos 7 milhões de euros), face a igual período de 2021.

De Janeiro a Março, o valor médio de obra (não considerando a construção de raiz) foi de 5.786 euros e o valor médio por orçamento fixou-se nos 30 mil euros, mais do dobro do trimestre de 2021. As insígnias foram requeridas para 7.174 intervenções a nível nacional, com o sul a registar maior número de pedidos de obras (4.422), seguido do norte (2.328). Os números traduzem um crescimento total de 36,2%, quando comparado com o primeiro trimestre de 2021.

Os resultados evidenciam também que no primeiro trimestre do ano houve a abertura de 12 novas unidades em território nacional, sendo duas relativas a novas unidades MELOM e 10 da insígnia QMACO, com uma distribuição geográfica de norte a sul do país: Lisboa, Coimbra, Almada, Seixal, Albufeira, Funchal, Santarém, Montijo, Mafra, Viseu e Guarda.

No projecto Casa de Sonho RE/MAX, serviço chave na mão desenvolvido em parceria com a MELOM e que assegura todo o projecto de licenciamento e construção de moradias registaram-se, no período em análise, 218 novos pedidos.

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British School of Lisbon investe 30 M€ na abertura do segundo campus no Restelo

O segundo campus da British School of Lisbon em Lisboa irá nascer nos terrenos adjacentes do estádio do Belenenses. O novo campus terá sete mil metros quadrados, 30 salas de aula, complexo de piscinas e pavilhão gimnodesportivo

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A British School of Lisbon (BSL) planeia abrir o seu segundo campus em Lisboa na sequência de um acordo com o Clube de Futebol “Os Belenenses”, num terreno localizado acima do estádio principal. O projecto foi apresentado sexta-feira, 20 de maio, no Restelo, num evento que contou com a presença do embaixador britânico em Portugal, Chris Sainty, e o presidente do Belenenses, Patrick Morais de Carvalho.

O novo campus terá sete mil metros quadrados, 30 salas de aula e um investimento total previsto de 30 milhões de euros. O projecto de arquitectura tem a assinatura do arquitecto Nuno Mateus e terá instalações de última geração, com laboratórios de ciências, estúdios de arte e design e de tecnologia, instalações de música e de teatro, uma piscina semiolímpica interior e acesso às instalações desportivas do Belenenses.

“A ambição da BSL é criar uma escola internacional de referência a nível europeu, com os alunos a ingressarem nas universidades mais prestigiadas. O acordo com o Belenenses permite que a nossa escola cresça e tenha acesso a amplas instalações desportivas”, disse Zoe Hubbard, directora da British School of Lisbon, na apresentação do projecto.

Desde a sua abertura, em 2019, a British School of Lisbon recebeu mais de 2700 candidaturas, estando actualmente a manter listas de espera para a maioria das suas turmas. Com o novo campus, o objectivo é ter uma oferta educativa integral para até 700 alunos, dos 3 aos 18 anos.

O novo campus terá ainda uma piscina semiolímpica, permitindo natação competitiva. A piscina será partilhada com os sócios do Belenenses fora do horário escolar e aos fins-de-semana, com entrada directa e independente junto ao estádio para sócios do clube.

“A edificação da British School of Lisbon nos terrenos do complexo do Estádio do Restelo representa para o clube uma oportunidade de cumprir os seus desígnios, nomeadamente o serviço à população, o envolvimento da juventude e sua captação para a prática desportiva, bem como a internacionalização da marca Belenenses. É com alegria que teremos os alunos da BSL a colorir o Restelo, junto dos milhares de jovens que diariamente ali praticam desporto. É também um passo importante na reconversão e modernização do estádio, nomeadamente com a construção de um novo complexo de piscinas e, subsequentemente, de um novo pavilhão gimnodesportivo”, sublinhou Patrick Morais de Carvalho, presidente do Belenenses.

“Com um grupo de alunos de mais de 30 nacionalidades, a BSL é uma escola verdadeiramente internacional. Estamos muito entusiasmados por termos encontrado o terreno perfeito para desenvolver o nosso segundo campus. A localização, as vistas, e a relação especial com o Belenenses vão permitir-nos crescer com uma oferta internacional de ensino de excelência no centro de Lisboa”, disse Jessica Ordovas, administradora do The Schools Trust, grupo que fundou a BSL e mais de 20 campus nas principais cidades do mundo, incluindo Ásia, Europa e América do Sul.

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Roca desenvolve bases de duche e banheiras a partir de material inovador

O Stonex, com a sua fórmula exclusiva, fabricada a partir de minerais e resinas permite criar peças ultrafinas que são facilmente acessíveis e perfeitamente integradas no pavimento do espaço de banho

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Desenvolvido pela equipa de investigação e desenvolvimento da Roca, o Stonex foi concebido para ir ao encontro de dois objectivos principais: segurança e estilo. Ambos foram unidos num único material revolucionário que tem transformado o design estético em muitos espaços de banho. Ao acrescentar novas cores ao conjunto de acabamentos disponíveis, surge um novo mundo de possibilidades para o design.

No caso das bases de duche, cores novas como o pérola, o bege, o ónix e o café juntam-se agora às tonalidades já existentes de branco, ardósia e preto. Além disso, a colecção Helios ganhou duas novas cores com acabamento envelhecido. No lado exterior das banheiras, os tons pérola, bege, ónix e castanho juntaram-se ao branco já existente, criando uma bela composição de dois tons.

Segurança, resistência, higiene e capacidade de adaptação sã algumas das propriedades destes novos acabamentos preservam e que combinam com as colecções Inspira e Beyond ,para uma óptima integração no que toca ao estilo.

Também as bases de duche e as banheiras são elementos do espaço de banho que requerem uma maior atenção no que diz respeito à segurança, sendo este um requisito fundamental. O acabamento texturado confere uma elevada propriedade antiderrapante às bases de duche que garantem a máxima segurança, proporcionando uma sensação agradável e muito natural ao toque.

A sua fórmula exclusiva permite criar peças extraplanas que podem ser instaladas ao nível do chão. Desta forma, as peças podem ser integradas na perfeição, eliminando barreiras e permitindo o acesso fácil à área de duche. A camada exterior garante uma durabilidade excelente e a manutenção perfeita da cor dos seus pigmentos minerais ao longo do tempo. O Stonex é muito resistente ao desgaste, a agentes químicos e à descoloração provocada pela luz solar e artificial. No que respeita à limpeza, não requer manutenção muito específica, podendo ser limpo com detergente e água, sem necessidade de utilizar produtos abrasivos. A sua camada exterior conta com propriedades antibacterianas certificadas, que garantem que os microrganismos não proliferam na superfície, em conformidade com a norma UNE-EN ISO 846.

Para ser integrada em qualquer espaço, as bases de duche em Stonex podem ser cortadas à medida e adaptadas a todos os tipos de espaços de banho, assegurando uma adequação perfeita ao revestimento, revestimento e tela.

Equipadas com uma elevada capacidade de descarga, as bases de duche Stonex têm inclinações que não são uniformes, o que ajuda ao escoamento de água, prevenindo, assim, que a mesma fique estagnada. O sifão está perfeitamente acessível e pode ser removido para limpeza.

O Stonex está, também, disponível em diferentes texturas para assegurar que existe a opção perfeita para cada personalidade: os acabamentos em areia, ardósia ou madeira estão disponíveis nas sete cores existentes nas coleções Pyros, Aquos, Helios e Terran.

Quadradas ou ovais, as banheiras “são peças esculturais” que “imprimem carácter em qualquer espaço”. A composição especial do material mantém a temperatura por mais tempo, poupando assim água e energia. As colecções Kauai, Raina, Ariane e Maui estão agora disponíveis numa versão em dois tons: com um acabamento exterior mate em pérola, café, ónix e bege, e um interior em branco acetinado. A banheira da colecção Ona, que se destaca pela sua instalação de canto, está disponível em branco.

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Twinkloo alarga rede de parceiros de crédito em todo o País

Com esta aposta, a marca reforça a sua cobertura geográfica em todo o território e abre as portas a empreendedores com interesse numa oportunidade de carreira na área da intermediação de crédito

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A Twinkloo deu mais um passo na sua estratégia de expansão, com o alargamento da sua presença a todo o território nacional através da criação de uma rede de franchisados de intermediários de crédito. Esta mudança no seu modelo de negócio vem consolidar a ambição da Twinkloo em criar uma rede cujo objectivo é ser o parceiro preferencial dos consumidores que necessitam de financiamento para comprar casa ou concretizar os seus projectos com crédito pessoal. Apesar de estar ainda na fase de arranque, já é possível fazer um balanço positivo da aposta da marca que vem complementar a oferta digital.

“Decidimos abrir a insígnia Twinkloo ao franchising e a todos os empreendedores com interesse numa oportunidade de carreira neste sector. São já vários os contratos fechados, o que nos deixa muito optimistas. Esta aposta vai contribuir para aproximar ainda mais as melhores soluções de crédito pessoal e habitação dos portugueses, já que passamos a ter representação física em vários pontos do país“, salienta Dina Raimundo, directora geral da Twinkloo.

Os futuros franchisados contarão com o apoio da equipa da Twinkloo, que irá ajudá-los com um plano de carreira e formação contínuo. Além disso, beneficiarão também do apoio em permanência de uma equipa experiente e do recurso a uma plataforma tecnológica única, disponível no site da Twinkloo..

“O nosso negócio não se baseia apenas nas vantagens diferenciadoras da nossa plataforma tecnológica. Por isso, a criação de uma rede surge como um passo natural na estratégia da marca, reforçando a nossa missão de estarmos mais próximos para apoiar os consumidores na procura pela melhor solução de crédito e a mais adequada ao seu objetivo e perfil, de forma eficiente, rápida e segura”, acrescenta Dina Raimundo.

Para 2022, a estratégia, da Twinkloo passa, ainda por “continuar a crescer a operação nas suas várias linhas de negócio, incluindo novos produtos de intermediação de crédito”.

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Acelerar a fundo nas renováveis é a única forma de garantir “independência e segurança energética”

A nova estratégia europeia, REPowerEU, promete eliminar as barreiras que estavam a travar o avanço da expansão das centrais solares e eólicas

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A APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis, aplaude a estratégia REPowerEU, apresentada pela Comissão Europeia, que prevê uma aposta nas energias e gases renováveis, como o hidrogénio verde, enquanto o forma de fazer face à crise energética espoletada pela invasão da Ucrânia pela Rússia.

O REPowerEU, apresentado a semana passada, consiste num pacote de medidas com o objectivo de reduzir a dependência europeia de combustíveis fósseis, particularmente os oriundos da Rússia. O plano permitirá reduzir em um terço a importação de gás natural russo antes do próximo Inverno, e na totalidade em 2027.

Para a APREN este é um passo decisivo para acabar com a dependência energética do gás natural da Rússia antes de 2030 e, ao mesmo tempo, avançar na estratégia de descarbonização que a Europa, tal como o resto do mundo, terá que seguir.

“Acelerar a fundo o consumo de energias renováveis é a única forma de garantir independência energética e segurança de abastecimento, assegurando ao mesmo tempo que se coloca um travão nas alterações climáticas”, realça o CEO da APREN, Pedro Amaral Jorge, que se congratula com o facto de a Comissão Europeia ter colocado as renováveis no centro de um plano de segurança energética europeu.

A Comissão propõe aumentar a meta para 2030, em matéria de consumo final de energia a partir de fontes renováveis, dos actuais 40%, previstos no pacote FIT for 55, para os 45%. Este aumento da ambição global criará o enquadramento para outras iniciativas, nomeadamente a estratégia específica da União Europeia para a energia solar que pretende duplicar a capacidade instalada de energia fotovoltaica até 2025 e atingir 750 GW até 2030. O plano prevê também uma iniciativa para a produção de energia solar nos telhados.

Já no que toca à energia eólica, a União Europeia quer subir dos 190 GW de potência instalados actualmente para 480 GW nos próximos oito anos.

A nova estratégia europeia promete eliminar as barreiras que estavam a travar o avanço da expansão das centrais solares e eólicas, já que a nova lei consagrará o princípio de que a instalação de projectos renováveis, tais como centros electroprodutores centralizados e distribuídos, eletrolisadores, sistemas de armazenamento de energia, bem como infraestrutura de rede eléctrica, passem a ser projectos de interesse público.

A Comissão Europeia propõe ainda simplificar processos e encurtar prazos de licenciamento em áreas que venham a ser indicadas pelos Estados-Membros como preferenciais para as renováveis.

“A ambição destes objectivos tem obrigatoriamente de ser acompanhada de uma simplificação dos procedimentos”, apela Pedro Amaral Jorge, que sublinha, no entanto, que o aumento de potência terá que acautelar a protecção da biodiversidade e envolver as comunidades locais na linha do que tem sido a prática nos projectos renováveis.

A fixação de metas europeias de produção interna de 10 milhões de toneladas de hidrogénio renovável e de importação de 10 milhões de toneladas até 2030, a fim de substituir o gás natural, o carvão e o petróleo em sectores industriais e dos transportes difíceis de descarbonizar, são outros pontos da estratégia.

A indústria eólica europeia já partilhou um conjunto de propostas para simplificar e acelerar as renováveis, que inclui, por exemplo, a digitalização dos processos e a aplicação do “princípio do consentimento pelo silêncio” a todos os projectos de energia renovável.

Além da implantação acelerada de energias renováveis, para substituir os combustíveis fósseis nas habitações, na indústria e na produção de electricidade, as medidas do plano REPowerEU prevêem ainda o reforço da eficiência energética, aumentando a meta na Directiva da Eficiência Energética entre os 9% e os 13% até 2030, bem como a diversificação do abastecimento de gás natural.

O REPowerEU propõe ainda desbloquear financiamentos europeus, nomeadamente através da do fundo que financia os Projectos de Recuperação e Resiliência. Está previsto um investimento de 10 mil milhões de euros destinado a interligações em falta nas infraestruturas de gás natural.

A componente dos fundos e do financiamento a disponibilizar pela União Europeia que irá para a transição energética limpa corresponderá a 95% da totalidade dos mesmos. Além disso, contará com orientações sobre medidas de curto prazo para lidar com os altos preços actuais no sector energético e propostas iniciais sobre reformas estruturais do mercado de energia.

Com as medidas do novo plano a Europa põe fim à dependência dos combustíveis fósseis russos, “usados como arma e que custam aos contribuintes europeus cerca de 100 mil milhões de euros por ano, contribuindo ao mesmo tempo para a causa climática”, sublinha Pedro Amaral Jorge.

O Mecanismo de Recuperação e Resiliência está no centro do plano REPowerEU já que apoiará soluções coordenadas de planeamento e financiamento de infraestruturas transfronteiriças e nacionais, bem como de projectos e reformas no domínio da energia.

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Mercado de escritórios em Lisboa e Porto mantêm tendência de crescimento

Em Abril o mercado de escritórios de Lisboa registou um volume de absorção acumulado de 121.311 m2. Já o Porto registou um volume de absorção total de 14.643 m2 e segue tendência de recuperação

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Até ao final de Abril o mercado de escritórios de Lisboa registou um volume de absorção acumulado de 121.311 m2, num total de 62 operações efectuadas. Neste período, os negócios responsáveis pelo maior volume de absorção foram os relativos à aquisição e ocupação da totalidade dos edifícios Aura e Echo que integram o projecto EXEO, por parte do BNP Paribas, numa área total de 38.258 m2.

Os resultados deste primeiro terço do ano reforçam o crescimento e dinamismo do mercado, uma vez que o volume de ocupação se encontra duas vezes acima do registado em 2021 e 65% acima do período homólogo de 2020.

“Continuamos a assistir à consolidação da recuperação do mercado de escritórios de Lisboa, fortemente impulsionada por operações de relocalização e renovação dos espaços das empresas. Este dinamismo deverá manter-se, agora mais apoiado no pipeline para os próximos anos”, aponta Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

As 62 operações efectuadas correspondem a um crescimento de 82% face ao período homólogo. A zona Prime CBD (Zona 1) registou 24% das operações, seguida pela zona do Parque das Nações (zona 5) com 19% e do Corredor Oeste (zona 6) com 16%. A mudança de instalações foi responsável por 71% dos negócios, seguida pela expansão de área (19%) e o estabelecimento de novas empresas na cidade de Lisboa (10%).

No que se refere ao intervalo de área ocupada, o mais representativo é o que se encontra acima dos 5.000 m2, (69% do total), justificado por operações como as da Fidelidade e BNP Paribas. Quanto à absorção por sector de actividade, os sectores dos Serviços Financeiros e Serviços a Empresas foram responsáveis por 79% do total.

“Os números relativos ao primeiro terço do ano confirmam que o mercado de escritórios, em Lisboa e no Porto, está a reaproximar-se dos valores registados no período de pré-pandemia. Numa análise rápida ao pipeline, poderemos ficar com a falsa impressão de que este será suficiente para colmatar a procura, mas, olhando para as percentagens elevadas de operações de pre-let e processos já em negociação, percebemos que a oferta de escritórios continua a estar aquém das reais necessidades do mercado”, considera Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions da Savills Portugal

Mercado de Escritórios do Porto segue tendência de recuperação
O mercado de escritórios do Porto, até ao final de Abril, registou um volume de absorção total de 14.643 m2, resultante do fecho de 23 negócios, um resultado significativamente superior em comparação com mesmo período de 2021.

Estes números advêm de um mês prolífico em transacções, perfazendo um volume total de absorção de 8.825 m2, que por si só significou um crescimento de 52% em relação ao primeiro trimestre do ano. A CBD Boavista e Out of Town continuam a ser as zonas mais activas, sendo que a última representou cerca de 60% do volume de absorção.

Os negócios que exerceram maior peso no volume de absorção foram a expansão de área por parte da Kuehne & Nagel, perfazendo 1,070 m2 e o estabelecimento no Porto por parte da IWG /Spaces, ocupando mais de 4,000 m2.

“O mês de Abril praticamente igualou o número de negócios que tinham sido realizados nos primeiros três meses do ano, suplantando o volume de absorção e atestando, desta forma, a actividade crescente do mercado do Porto. Gradualmente, o mercado denota uma acentuação do ritmo de crescimento”, afirma Alexandra Portugal Gomes.

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Chiado 12 da Coporgest ganha novos apartamentos de luxo

No piso 2 do edifício, arrendado até há pouco tempo a uma multinacional do sector tecnológico, vão nascer dois apartamentos de luxo. A conclusão das obras está prevista para Janeiro de 2023

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O Chiado 12, um dos empreendimentos imobiliários mais icónicos da Coporgest na cidade de Lisboa, está a ser alvo de uma intervenção, tendo em vista a criação de dois novos apartamentos de luxo no edifício. Situado no Largo do Chiado, em pleno coração de Lisboa, o empreendimento tem sido uma referência na cidade por ser onde se situa a famosa loja da marca Hermès.

Adquirido em 2014 pela Coporgest, o Chiado 12 foi transformado em edifício residencial, num investimento global de 9,25 milhões de euros. A Hermès passou a ocupar os pisos 0 e 1 e nos pisos superiores foram construídos quatro apartamentos, já vendidos e ocupados.

A excepção foi o piso 2, arrendado até há pouco tempo a uma multinacional do sector tecnológico. Neste piso vão agora nascer dois novos apartamentos de luxo, um T2, com uma área bruta total de 116,5 metros quadrados, e um T3 com terraço, com 220 metros quadrados. A conclusão das obras está prevista para Janeiro de 2023.

Além dos novos apartamentos, a Coporgest anunciou, ainda, o arrendamento de dois novos espaços comerciais. O mais recente é o Grupo Ibersol que acaba de arrendar uma loja no empreendimento da Rua da Misericórdia 116 para instalação de um restaurante da cadeia Pizza Hut, num contrato de 20 anos. Antes, a Coporgest já tinha arrendado outro espaço comercial no empreendimento Liberdade Premium Apartments ao Grupo SynLab, especialista europeu em serviços de laboratório médico, num contrato de 10 anos.

O portfólio comercial da Coporgest é actualmente constituído por 15 lojas, das quais 12 se encontram arrendadas. Todas as fracções estão localizadas em edifícios que foram projectados e reabilitados pela empresa e, por isso, em localizações premium da cidade.

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O que é preciso para ser Decorador de Interiores

A área da decoração é muito desafiante e requer criatividade.

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Para ser decorador de interiores precisa de ter sentido estético, orientação para o cliente, atenção ao detalhe e saber trabalhar com programas de desenho e projeto de espaços. Como conseguir tudo isto? A formação é a base, depois é preciso continuar a ser curioso, manter-se a par das tendências e continuar a adquirir conhecimentos para ser um profissional de sucesso.

Mas comecemos pelo princípio de tudo: a formação. Neste artigo vai saber onde estudar decoração de interiores e como trabalhar como decorador.

Onde estudar Decoração de Interiores

A oferta de cursos de decoração de interiores pode ser vasta, mas há certas variáveis que deverá ter em conta antes de decidir. A escolha do local certo para se especializar pode não ser fácil, mas é importante ter em conta se terá acesso a certificado de conclusão do curso, quais as modalidades disponíveis ou ainda qual o apoio que terá por parte da equipa docente.

Na Master D todas estas questões estão asseguradas até porque, estes centros formativos, têm mais de 25 anos de experiência na área da formação online e semipresencial e a quantidade de cursos é grande. Na área da decoração, estão disponíveis três cursos de formação: curso de Decoração de Interiores, curso de Visual Merchandising e Vitrinismo e o curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo.

No curso de Decoração de Interiores da Master D os formandos aprendem a projetar espaços e a pensá-los mediante o seu uso, nunca esquecendo a estética e as características do cliente. O decorador pode decorar espaços de raiz, ou refazê-lo, combinando as funções do espaço, dos gostos do cliente, orçamento e tendências, tornando-o prático e visualmente agradável.

Se procura uma formação também focada na área do vitrinismo pode optar pelo curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo. Se prefere uma formação mais focada nos espaços comerciais, a Master D tem ainda o curso de Visual Merchandising e Vitrinismo.

Nestas formações, vai ainda aprender a trabalhar em AutoCAD, ferramenta essencial, para quem desempenha funções na área da decoração, bem como aprender a comunicar ideias, distinguir materiais, elaborar projetos ou gerir orçamentos.

Trabalhar em decoração

Se optar por ser um autodidata, chegar ao lugar que ambiciona pode ser bem mais difícil já que muitas empresas preferem contratar pessoas com formação. Com um curso de decoração, as hipóteses de emprego são variadas e podem passar por ateliês de arquitetura, empresas de construção civil, ateliês de engenharia e design ou até pela criação de um negócio próprio.

Em Portugal, e segundo dados do diretório de empresas do Jornal de Notícias, há 36.767 empresas na área da promoção imobiliária, 29.640 ligadas à construção e 2.600 de engenharia civil. Se falarmos de ateliês de arquitetura, são mais de 350 registados no diretório de empresas do Jornal de Negócios.

Estes números demonstram haver muitos locais onde pode trabalhar e áreas a explorar mediante o seu gosto e preferências.

Agora que já sabe o que precisa para ser decorador de interiores, saiba mais sobre os cursos da Master D e invista na sua formação.

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Inferfundos coloca à venda espaço comercial superior a 500 m2 no Lumiar

O imóvel encontra-se em bom estado de conservação, adaptando-se facilmente e sem grande investimento a vários tipos de utilização

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A Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, Interfundos, acaba de colocar à venda um espaço comercial no Lumiar, propriedade do Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imosotto Acumulação. As propostas de compra podem ser recebidas até dia 30 de Maio.

A loja, inserida no gaveto entre a Alameda das Linhas de Torres nº 205 e a Rua Luís de Freitas Branco nº 1, beneficia de forte exposição comercial e de “uma excelente rede de transportes públicos (metro Quinta das Conchas e Lumiar, autocarros), situando-se numa zona residencial de elevada densidade, muito movimentada e em crescimento”, junto ao Parque da Quinta das Conchas e a 500 metros do hospital Pulido Valente. À sua volta tem vários estabelecimentos de ensino, serviços e comércio, que lhe asseguram um elevado potencial de utilização.

O espaço comercial está inserido no rés-do-chão e piso intermédio de um edifício habitacional. A parte da loja no rés-do-chão é composta por um espaço amplo, em que a entrada apresenta um pé direito duplo, oferecendo excelente luminosidade. Este piso inclui quatro gabinetes, copa, duas casas de banho e uma zona extra. No piso intermédio existem, ainda, seis gabinetes, um espaço amplo, copa, duas casas de banho, zonas de circulação e outra zona extra.

O imóvel encontra-se em bom estado de conservação, adaptando-se facilmente e sem grande investimento a vários tipos de utilização. Os dois pisos têm entradas independentes, sendo assim possível rentabilizar cada um em separado.

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